8h da manhã com um coroa no parque // Relato Real

Oii, sou a YiYi<3


Sou traveco/travesti, espero que vocês gostem do meu conteúdo. Também me sigam no Instagram e no Cafecito: @YiYiCallejera


Tava procurando um GloryHole e acabei transando com um velho


Muito obrigado pelo apoio nos meus outros contos! Já que tem bastante gente que curte minhas experiências e se aquece com elas kkkk. Queria contar que vocês podem me encontrar não só noInstagrammas também emCafezinhoAí subi várias fotos e vídeos meus, tudo.Grátis - De graçaBom, vou deixar vocês com uma das minhas experiências mais arriscadas, pra ser sincera. Espero que gostem.


Oii, me chamam de YiYi, meu nome real eu guardo por motivos óbvios. Atualmente tenho 26 anos, isso aconteceu há uns dois anos, mais ou menos.


Vivo na Argentina, numa cidade de médio porte, tipo Mar del Plata em tamanho. Tinha24 anostomabundinha lindaPelo que muitos homens me disseram, unslábios carnudosecintura boa.(Se quiserem saber como é meu corpinho, me procurem noinstagram, Cafecito e outras redes @YiYiCallejeraDesculpe, não posso traduzir esse conteúdo.


Numa dessas noites de sexta, tava super excitada mas muito entediada. Tava frio, então não tava muito afim de ir e ficar na esquina que eu frequentava de vez em quando. O problema é que nas redes não tinha ninguém com vontade de confirmar, entre uma coisa e outra. A única alternativa que tava me sobrando era bater uma e ir dormir, já era umas 5h da manhã e não parecia que ninguém ia topar. E foi isso, ninguém parecia interessado, então tive uma ideia. Já fazia um tempo que eu tinha postado no Locanto perguntando se alguém da minha cidade conhecia a localização de algum GloryHole, mas pelo visto não existem ou ninguém quis me contar. Entediada, excitada e já meio sem dormir, me troquei, me agasalhei e saí em direção a um parque relativamente grande que tem na minha cidade. Sabia da existência de uns banheiros públicos localizados mais ou menos no centro do parque, o que não sabia era se esses banheiros fechavam à noite ou não.


Então peguei a estrada andando até lá, que pra ser sincera não era perto de onde eu tava, mas beleza, fui me distraindo com meus pensamentos e de olho em todo lugar público que eu cruzava, caso aparecesse algum banheiro que eu não conhecesse. Caminhei e caminhei até chegar, e pra falar a verdade me perdi um pouquinho porque não sabia exatamente quais banheiros eram até encontrar eles. Pra minha azar, tinha uns funcionários da prefeitura cortando a grama, então tive que me fazer de sonsa até eles se afastarem um pouco. Me aproximei e aproveitei que já tava escuro pra dar uma olhadinha rápida, mas é claro, estavam trancadíssimos com cadeado. Então não tinha chance de criar minha zona de putaria.


Decepcionada, tentei dar uma olhada melhor no parque, mas não teve jeito, não tinha nenhum banheiro afastado e acessível pra fazer um GloryHole.


A caminhada até o parque me levou uma hora, e a revista no parque mais outra hora, então quando eu tava voltando pra casa já era umas 7h da manhã. Quando eu tava perto de uma das saídas do parque, passei na frente de um cara grandão, uns 55 anos, que tava mexendo no celular e olhando pros lados, como se tivesse procurando alguém.


A sensação que senti ao ver de relance a expressão dela foi algo surpreendente, porque não era a primeira vez que acontecia comigo. Já fazia um tempo que tinha sentido a mesma coisa com outro cara numa praça. Aquele olhar de "será que eu tô querendo dar pra outro boy".


Não estando segura e já cansada de tanto andar, segui meu caminho, mas observando de canto de olho aquele homem que ficava cada vez mais longe atrás de mim. Percebi que, de certa forma, ele também me olhava bem de leve, só pra depois continuar procurando alguém. Aquilo me intrigou e me acendeu por dentro, já queria dar uma bisbilhotada em quem ele estava procurando ou no que estava rolando. Então, em vez de ir embora, fiquei andando e sondando a área, de um jeito bem na cara pra ele. Mas nem tanto pras outras pessoas, que eram pouquíssimas naquele horário, umas 7h30 da manhã, mais ou menos. Quando eu estava em certos pontos onde ele me via, mas os outros não, eu passava a mão descaradamente na minha bunda pequena de um jeito sensual, arqueava as costas ou olhava pra ele de forma provocante.


Se a reação dela fosse de desgosto, eu já saberia que não era aquilo que ela queria e vazava na hora, mas foi algo inesperado. Ela me observava interessada, mas ao mesmo tempo virava pra continuar procurando alguém. Depois de dois minutos de brincadeira besta, criei coragem e me aproximei sem vergonha nenhuma. Não vou mentir, enquanto eu me aproximava, ela tava me encarando. Meu coração tava batendo forte e minha bunda pequena também, não esperava transar, mas podia rolar. Quando já tava do lado dela, perguntei...


Eu: Oi, desculpa, será que você tá procurando uma transa?


Ele: Tô esperando um cara conhecido, mas ele não tá chegando.


Minha surpresa foi total, realmente tinha acertado em cheio. Fiquei tão excitada que minha bucetinha já tava pulsando pra caralho e tinha endurecido um pouquinho.


Eu: Ahh e tu não toparia fazer um menage? Eu tava procurando um lugar pra fazer um glory hole no parque, mas não tive sorte. Se vocês quiserem e acharem de boa, eu poderia entrar junto.


El: Uff, seria bem gostosa, mas fazer o quê, tenho que esperar meu conhecido e aí a gente vê.


Já tava super tarada nesse ponto, ia transar com dois desconhecidos por pura sorte. A gente sentou num banco que tinha por ali pra esperar o conhecido dela. Enquanto esperava, ela foi me contando que se encontrava de vez em quando com esse cara e que iam pra casa dele e tal.


Eu fiquei esperando pacientemente do lado dela e assim ficamos uns 30 minutos, já começava a ficar meio impaciente, de vez em quando eu me aproximava um pouco ou ficava toda bobinha pra excitá-lo, mas ele parecia super concentrado esperando o conhecido dele, até que num certo ponto eu falei...


Eu: E se ela não vier, o que acha da gente transar só nós dois?


E: E... pode até ser, mas não te conheço o suficiente pra te levar pra minha casa.


Eu: É verdade, não tinha pensado nisso kkkk. E se a gente achar algum lugar meio escondido pra transar?


Era uma proposta extremamente irresponsável, já que era de dia — tudo bem que era um sábado de manhã. Mas mesmo assim já tinha gente saindo pra caminhar, correr ou fazer compras. Por incrível que pareça, ela topou. Esperamos mais um pouco até que ele também se cansou, levantou e pediu pra eu segui-lo. Segundo ele, conhecia um lugar onde a gente podia ir. Fui atrás disfarçando ao máximo, como se fôssemos colegas de trabalho batendo papo — esse foi o trato que se formou sem a gente falar nada. Pra piorar, ele andava super devagar, porque tinha uma das pernas machucada por causa de um acidente. Enquanto me contava sobre a lesão, a gente ia se dirigindo aos poucos pro lugar que ele tava falando.


Quando ele me mostrou onde era, fiquei chocada. Era um pouco afastado de onde as pessoas passavam e estava meio escondido, mas praticamente estávamos a uns 20 metros da área onde o pessoal passava. Repito, era pouca gente, mas passava.


Minha tesão já tava no talo, a única coisa que eu queria era pegar naquele pau duro que eu via sempre que dava enquanto a gente caminhava. A gente entrou numa área meio afastada, cheia de mato, relativamente fechada. Se alguém passasse por ali, o que seria raro, a gente ia perceber e teria uns segundos pra disfarçar.


Nesse ponto, já tava pouco me fodendo, tava numa área aberta e complicada, mas só queria transar com o desconhecido que tinha conhecido há uma hora.


Assim que chegamos no lugar, ela deu um sorrisinho e me falou algo tipo...


El: Beleza, agora sim, vem aqui, sua putinha, quero te beijar.


Me aproximei dele com a tesão nas alturas e dei um beijo apaixonado, enquanto com a mão esquerda passava a mão no volume dele por cima da calça, já tava durasso. Parece que eu não era a única excitada. Depois de nos beijarmos por uns segundos, ele começou a chupar meu pescoço, e eu já com as duas mãos no volume dele, louca pra ver aquela pica.


Com a mão dele, vendo que eu tava tão desesperada pelo pau dele, ele segurou minha cabeça de leve e me puxou pra baixo até a virilha dele. Tirei a calça e a cueca dele na hora, e foi tão rápido que o pau dele até bateu um pouco no meu rosto. Era grande, pra ser sincera, não esperava isso, devia ter uns 17cm, mas era bem grosso, com uns ovos grandes e balançando.


Sem pensar duas vezes, enfiei o pau dele até onde cabia na minha boquinha. Óbvio que não entrava inteiro, mas comecei a chupar ele como uma desesperada, até fazendo um barulhinho. Na hora me segurei porque não queria que ninguém visse a gente, mas ele parecia ter outros planos, porque pegou minha cabeça e exigiu que eu continuasse chupando com a mesma vontade. Obedeci e fiquei chupando sem parar aquele pau lindo, uma e outra e outra vez, com tanta saliva que até escorria um pouco pela calça dele. Como ele estava bem lavado e depilado, não perdi a chance e, enquanto masturbava ele devagar — o que costuma agradar muito homens mais velhos, e era o caso dele —, comecei a chupar as bolas dele, que cabiam uma de cada vez na minha boquinha. Enfiando e tirando várias vezes, enquanto ouvia ele gemer baixinho de prazer. Depois de um minuto, continuei chupando o pau dele, brincando com minha língua e sentindo como ele ficava duro de tesão. Depois de uns 3 minutos, ele não aguentou mais e me disse


El: Me dá essa bucetinha, gostosa, por favor.


I thought about it for a few seconds. I was super turned on, but his cock was huge. I wasn't sure if I was stretched enough for a dick like that to slip easily into my tiny ass. But I couldn't leave it like that, and I was craving it too, so I agreed. I stood up and turned my back to him. He responded by getting behind me. Since he was shorter than me, I bent down a little so his cock would touch my ass, and I started pressing back against him again and again, as if I was being fucked like an animal.


Depois de um pouco de brincadeira, fomos pro que interessa. Arqueei minhas costas o máximo que pude, porque quero ser aproveitada como uma puta gostosa, sempre. Levantei minha bundinha minúscula, passei saliva no meu buraquinho e no pau inteiro dele, e abri minhas nadeguinhas o máximo que dava. Pedi pra ele deixar eu enfiar no começo, como peço pra todo mundo. Ele topou, e foi o que eu fiz.


Devagarzinho, aquele pau comprido e grosso foi entrando na minha bunda, a excitação que eu tava era tão grande que foi entrando quase sem dificuldade, pouquinho a pouquinho sentindo minha bunda se encher com o pau inteiro dele. Consegui enfiar até a metade e, vendo que era fácil, falei pra ele...


Eu: Pode sim, mas devagarzinho.


Vai, gostosa.


E aí, com muita suavidade, ele começou a me empurrar e enfiar o pau dele cada vez mais fundo, uma, outra, outra e outra vez. Eu sentia minha buceta se abrindo mais e mais. Aquele velho que eu tinha conhecido há pouco tempo estava me macetando num parque de manhã. Tudo isso passava pela minha cabeça. Sentir ele dentro de mim, junto com a situação, não deu mais pra segurar e eu comecei a gemer, baixinho, mas sem parar. Isso deixou ele doido, começou a me empurrar cada vez mais forte, até que, de tanto meter na minha buceta, me fazer gemer e me abraçar sem querer me soltar, ele enfiou o pau inteiro. E não parou de me dar, dar e dar. Eu gemia que nem uma puta pra excitar ele ao máximo e fazer ele soltar todo o leite quente dentro de mim. Eu era a puta dele naquele momento, pum, pum, pum. Eu ouvia ele ofegar cada vez que bombava na minha bucetinha sem parar. Depois de uns cinco minutos, nós dois meio suados e com a excitação no talo, eu senti ele ficando cada vez mais duro, sabia que a porra tava vindo.


Eu também comecei a mexer minha cintura sem parar e a gemer um pouco mais alto, isso deixou ele no limite, ele me penetrou sem dó e sem parar até que...


El: Ahhhhh


Eu: Ahhh mmmh siii


Solta toda a porra dele dentro da minha buceta, foi tão forte que senti saindo e me enchendo por dentro. Nós dois ficamos grudados igual cachorros por uns segundos, curtindo aquele momento por mais alguns segundos. Até que ele se soltou da minha buceta.


Nós nos olhamos e sorrimos. Ele disse que eu transava muito bem e eu disse que ele também, o pau dele era espetacular. A gente conversou mais duas ou três coisinhas. Trocamos contato pelo Facebook e cada um foi pro seu lado. Discretamente, saí primeiro e imagino que ele saiu depois.


Bom, até aqui meu relato, é uma das minhas melhores experiências também. Adoro sexo em lugares públicos, mas é arriscado. Na próxima, vou contar a vez que fiquei com um cara de 80 anos sem saber. Espero que esperem com vontade kkkk. Mando um beijinho, e não no rosto.











2 comentários - 8h da manhã com um coroa no parque // Relato Real

Muy buen relato. Y que buena garchada te dió