No dia seguinte, eu tava morrendo de dor. Christopher tinha me dado uma boa sacudida.
Bom, eu era quem tava montando ele, então talvez a culpada de ter me destruído, esticado e, no geral, arrebentado minha buceta fosse eu. De qualquer forma, planejava dar um tempo depois daquilo. Meu filho e eu trocamos uns olhares cúmplices durante o café da manhã, e depois mandei ele e o pai dele pro mundo.
Não ia chegar perto do meu vibrador com a buceta ainda pulsando, então me atualizei com um monte de tarefas que vinha ignorando ultimamente. Limpei. Fui fazer compras. Até saí um pouco pro jardim. Tinha um monte de ervas daninhas. Minha obsessão pelo Christopher tinha eclipsado boa parte da minha vida. Enquanto estava em pé entre as papoulas, respirei fundo. Apesar da dor entre minhas pernas, ou talvez por causa dela, a vida era boa.
Naquela noite, não visitei o Christopher depois que o Carl foi dormir. Pensei nisso. Certamente não ia transar com ele com a minha buceta toda rasgada, mas podia ter dado um boquete bem maternal. Mas não, a gente podia dar uma pausa. Era um bom momento pra refletir. Minha frustração tinha ido embora e a vida tinha se expandido de novo além da minha libido descontrolada.
De manhã, Christopher me olhou com curiosidade, mas teve a sensatez de não perguntar por que eu não tinha ido vê-lo na noite anterior. Ele parecia meio chateado enquanto carregava a mochila e caminhava até a porta da frente. "Tchau, mãe. Vou pra casa da Gwen hoje à tarde. Talvez não esteja em casa pro jantar". Ele parou perto da porta pra medir minha reação.
Tá bem, querido. Diz pra tua namorada que mandei um abraço." Acenei de leve com a mão e ele foi embora.
"Do que se trata tudo isso?" Pelo visto, Carl não era tão distraído quanto parecia. Ele tinha percebido a tensão entre nosso filho e eu.
"Ah, você sabe como ele é com a Gwen." O que eu disse não fez sentido. Como ele era com a Gwen? Mas soou como algo que Carl não iria querer admitir que não sabia.
"Ah, claro." Ele fez um gesto viril com a cabeça. Homens são tão bobos.
"Tchau, querido." Acompanhei ele até a porta. Tenha um bom dia no trabalho. E assim, de repente, fiquei com a casa só pra mim. Pensei em ir pegar meu vibrador; minha buceta tinha se recuperado um pouco depois de dois dias sem sexo. Mas, em vez disso, cuidei das minhas tarefas diárias. Tinha muita coisa pra colocar em dia.
Christopher faltou ao jantar, como tinha dito. Garanti dar um abraço nele quando voltou, e, de fato, ele cheirava a sexo. Tinha passado a tarde toda com a namorada. Tinha certeza. Nossa noite transcendental devia ter disparado os hormônios dele de dezoito anos. Pensei em visitá-lo naquela noite. Mas agora que estávamos numa pausa, queria deixá-lo um pouco maluco. Ele tinha me deixado louca. Parecia justo virar o jogo.
Em vez de visitar Christopher no porão naquela noite, fui uma boa esposa e seduzi o Carl. A boa notícia é que ele não machucou minha buceta ainda em recuperação. A má notícia: você adivinhou. Mal senti. É bem possível que o vibrador e meu filho tenham arruinado o sexo com meu marido pra sempre. Dei pro Carl meu orgasmo falso mais corajoso naquela noite, mas me senti aliviada quando a sessão de cinco minutos acabou.
Na manhã seguinte, a tensão com Christopher aumentou.
"Hoje vou ficar com a Gwen na casa dela de novo." Christopher franziu a testa.
Isso era um desafio pra mim. Dava pra sentir. Me perguntei se a mãe da Gwen tinha pegado a filha com o Christopher. Não que eles fossem muito discretos, afinal. Respeito. Tava me perguntando em que parte da casa da Gwen os adolescentes transavam.
“Mãe?”. O Christopher parou perto da porta de novo, com a mochila nas costas. “Falei que vou na casa da Gwen depois da aula.”
“Tá bem, querido.” Tomei um gole de café.
“Só tô te avisando porque...”. Ele voltou correndo até mim. “Não preciso ir na casa da Gwen”, sussurrou. O Christopher procurou o pai com o olhar, mas o Carl ainda tava lá em cima. “A gente podia passar um tempo juntos essa tarde.”
Queria fazer uma dancinha de comemoração, mas em vez disso sorri docemente. Toma, sua madame noiva perfeita! Eu tava ganhando da Gwen. Aquela gostosa, com o corpo perfeito e alegre, não tinha chance. “Tem uma coisa, Christopher. Tenho uma reunião de voluntários com a comissão do parque essa tarde. Passo pra te buscar depois da escola.”
“Não é meio grandinho pra buscarem ele?”. O Carl entrou na cozinha e foi direto pro pão.
“Só vou passar um tempo com meu filho, querido. Tudo bem?”. Tomei outro gole de café e vi o Christopher ficar vermelho que nem tomate.
“É, acho que sim.” O Carl tava ocupado demais com outra coisa pra perceber o constrangimento do Christopher. “Quando eu tinha a idade dele, acho que não perdia nenhuma chance de ficar com uma mina. Mas se ele quer largar a Gwen pela mãe...”. Meu marido deu de ombros.
Meu sorriso tava tão largo que achei que minhas bochechas iam explodir. Até o Carl, do jeito dele, tava deixando claro que eu tinha vencido a Gwen.
“Te vejo depois da escola.” Vi o Christopher sair correndo porta afora, se mexendo meio estranho com o que eu imaginava ser uma ereção dolorosa.
Depois mandei o Carl pro trabalho e me enfiei num dia cheio de tarefas. Fui a primeira na fila pra pegar os jovens quando o sinal tocou. Vi o Christopher e acenei pra ele. Ele tava com um sorriso idiota no rosto. Deu um beijo de despedida na Gwen e correu pro meu carro.
“Oi, mãe!” O sorriso grande e idiota dele não tinha sumido do rosto. Se Sem cuidado, a Gwen podia começar a desconfiar. Dava pra ver ela de pé, nos observando de braços cruzados. Não parecia nada feliz. Dei um aceno amigável pra ela. Só tô roubando teu namorado por uma tarde, pensei.
Christopher e eu entramos no carro e eu liguei o motor.
"Oi, gostoso. Como foi seu dia?" Saí com o carro no trânsito.
"Eu pensei... é... quero dizer... depois que a gente transou, você não veio no meu quarto nas duas últimas noites. Achei que tinha feito algo errado. Você tá brava?" As palavras saíram de Christopher.
"Desculpa ter feito você passar por isso." Olhei pra ele com a testa franzida e tirei a mão do volante pra dar um tapinha no joelho dele. Não tava arrependida. Hoje à noite eu ia compensar ele. "Só tava com muita dor e precisava dar um tempo de tudo isso."
O rosto dele ficou triste. "Então, a gente só tá dando um tempo?"
"Tava dando um tempo." Apertei o joelho dele. "Mas agora não dói tanto, então..." Deixei meus dedos deslizarem pela coxa dele. Dando uma olhada rápida, dava pra ver que o pau dele já tava duro dentro da calça.
"Até o fim?" Christopher parecia tão esperançoso. "Com proteção, quero dizer", ele completou quando não respondi na hora.
"A gente vê como vai rolar." Virei meu carro na estrada de terra e depois fiz uma curva rápida pra um estacionamento velho e isolado.
"O que é isso?" Ele olhou em volta, surpreso.
“Achei que seria divertido dar uma parada no caminho pra casa. Esse parque tá fechado há um tempão. Ninguém mais vem pra cá.” Minha mão subiu até o pau dele e apertou por cima da calça. Eu tava realmente revivendo minha adolescência. Lembrava vividamente da gente se beijando em estacionamentos abandonados há tantos anos. “A gente nunca se beijou de verdade, querido. Quer dizer, do jeito que faria se eu fosse sua namorada. Você já pensou nisso?”
“Eh... sim.” Ele assentiu, corando de novo.
“Eu sou bonitinha o bastante pra roubar um beijo de você? Mais bonita que a Gwen?” Inclinei meu rosto na direção dele, massageando o pau dele por cima da calça.
“Você é mais bonita que a Gwen, mãe.” Ele também se inclinou.
No começo fomos cautelosos. Nossos lábios se tocaram. Demos uns beijos. Mas logo minha língua já estava na boca dele e ele apalpava meus peitos por cima da blusa. A gente tava se beijando feito adolescente.
“Te incomoda... sim...?”. Me inclinei e puxei a rola dele pra fora. “Vamos brincar um pouquinho. Vou chupar ela por um tempo. Se você aguentar quinze minutos, pode meter de novo.” Sabia que isso seria fácil pra ele, mas, claro, queria que ele ganhasse. “Se gozar na minha boca, não tem sexo hoje. Fechado?”
“Ah, claro...” Ele se segurou no banco do carro enquanto eu ia dar um boquete lento e sem pressa.
Depois de alguns minutos, senti o corpo dele ficar tenso.
"Mãe, tem uma senhora passeando com o cachorro dela." Ele colocou a mão no meu cabelo e me afastou da vara dele.
"Ela tá nos vendo?" Olhei pra ele, enquanto continuava masturbando ele com as mãos. Eu tava tão excitada que meu cérebro nem tinha processado o perigo que a gente tava correndo. Em vez de entrar em pânico, achei deliciosamente perverso que alguma mulher pudesse levar o susto do ano se ficasse curiosa demais. A saliva escorria pelo meu queixo, mas eu não tava nem aí.
"Não... acho que não." Christopher parecia meio assustado, coitadinho. Provavelmente ele e Gwen não faziam coisas safadas em público. Lembrei que Carl e eu já tínhamos ficado atrás de um restaurante uma vez, há muito tempo. Não foi tão emocionante quanto isso. Nem de longe.
“O que você acha que ele faria se nos visse?”. Acariciei ele preguiçosamente e procurei o melhor lugar pra transar. Ainda não tinham passado quinze minutos, mas meu filho merecia o prêmio dele.
“Chamaria a polícia”. Christopher me olhou espantado.
“Ele tá vindo pra cá?”. Tirei a camisinha que tinha trazido da minha bolsa. “Não queremos que ele veja o que vai rolar depois”. Me despi, deixando minha roupa cair no chão. Essas brincadeiras que Christopher e eu fazíamos realmente me deixavam imprudente.
“Ele tá indo embora. Não nos viu”.
“Vamos pra parte de trás”. Tirei a calça e a cueca dele e dei um tapa na bunda nua do Christopher enquanto ele entrava no banco de trás. Segui ele e sentei do lado. “Não é espaçoso, mas serve”. Tirei a camisinha da embalagem e coloquei no pau dele. “Pronto?”. Subi no colo dele. Ainda tava de camisa, então tirei ela pela cabeça e joguei no chão junto com minha roupa.
“Tô... pronto”. Christopher engoliu seco como se a garganta dele estivesse muito seca. Era tão lindo.
“Ainda dói um pouco depois da última vez, então vou começar devagar”. Enfiei a mão entre minhas pernas e guiei ele pra dentro. Não cumpri minha palavra. Em um minuto, montei nele com força. Bati a cabeça no teto do carro várias vezes e no final tive que abraçar os ombros do meu filho e colocar minha cabeça perto da dele pra evitar uma concussão. Fora a cabeça, dessa vez não doeu nada. Minha buceta já tinha se adaptado a ele.
Se a passeadora de cães tivesse chegado um pouco mais tarde no passeio, com certeza teria notado o carro balançando de um lado para o outro. Fiquei me perguntando se ela pegaria outra rota pra voltar pra casa. Não pegou.
Bem na hora que eu estava descendo do meu segundo orgasmo, olhei pela janela lateral e cruzei o olhar com uma loira que passeava com o cachorro. A boca dela era uma careta de surpresa enquanto me encarava. Não a reconheci, graças a Deus. Meus quadris nunca pararam. Ela não sabia, mas essa mulher estava testemunhando uma mãe superando lentamente a namorada do filho. Uma onda de orgulho e êxtase me tomou. O cachorro dela puxou a coleira e a mulher se afastou rapidinho. Não vai te surpreender saber que eu tive o orgasmo mais intenso da minha vida momentos depois.
Montei no Christopher com tanta força que achei que ia quebrar o banco de trás. O sol tava se pondo quando o gemido dele, cheio de prazer, encheu o carro. "Vai, gostoso", sussurrei no ouvido dele.
"Ah... ughhhh... Mamãe." As mãos dele agarraram minha buceta com força. Ele me prendeu em cima dele, parando o movimento do meu quadril, e se soltou. Foi pura alegria.
Depois de um tempo, me separei dele e sentei com cuidado do lado. Esperava não estar escorrendo muito. Pelo menos não tinha tido outra enchente. "Isso foi mágico, Christopher." Tirei a camisinha dele e coloquei num saquinho que tinha trazido na bolsa.
"É." Ele ainda tava ofegante demais pra falar muito. O sorriso no rosto dele dizia tudo. Me aninhei perto dele e apoiei a cabeça no ombro dele, acariciando suavemente o peito dele. Aquele momento quase igualou a perfeição do sexo. Não falamos nada. Não precisava. Nunca quis que aquela tarde acabasse. Mas tava escurecendo lá fora.
"Vamos pra casa. Seu pai não deve voltar pra uma casa vazia." Me levantei e me abaixei pra pegar minha roupa, mas as mãos dele rapidamente pousaram nas minhas coxas.
Sem dizer uma palavra, me colocou de quatro no banco de trás. Ficou atrás de mim.
"Espera. Não trouxe dois preservativos. E a gente tem que... uuuugggghhhhhhh... voltar a...ooooohhhhhhh." Nessa posição, ele bateu no meu colo do útero de novo, mais forte do que quando eu estava por cima. A dor voltou pra minha buceta. "Espera...uh... uh... a gente devia... ugh... ughhhhh." A dor se transformou num prazer completamente novo. Eu já não tinha mais palavras de protesto.
Meu filho me comeu como uma puta no banco de trás do meu carro por um bom tempo.
Ele até me puxou pelo cabelo num momento, um truque que com certeza aprendeu com a Gwen.
Perdi a noção do espaço e do tempo. Fui de um orgasmo uivante pra outro enquanto a noite caía sobre nós.
Finalmente, ele se afastou e lambuzou minhas costas e minha bunda com o esperma dele.
Desabei no banco, um bagaço todo tremendo e melado.
Quando recuperei a compostura, consegui ouvir ele se vestindo ao meu lado. Me levantei e ele me entregou minha roupa. Nos vestimos em silêncio. Quando me senti bem o suficiente pra dirigir, voltei pro banco da frente e liguei o carro.
"Desculpa pela segunda vez sem proteção, mãe. Você tava boa demais." Christopher subiu no banco do carona. Ainda tava com um sorriso de orelha a orelha. Não percebi muita desculpa no tom dele. Tava de boa. Contanto que ele gozasse fora, não tinha problema. E, não dava pra negar, eu tinha adorado saber que o pau dele sem camisinha tinha estado dentro de mim.
"Fica tranquilo." Tirei o carro do estacionamento abandonado. Minhas costas e minha bunda estavam grudando de porra por baixo da roupa. "O que vamos falar pro seu pai?"
"Ele sabe que você veio me buscar hoje. Vamos dizer que... a gente tava batendo um papo." Christopher deu de ombros e apertou o cinto.
Batendo um papo, sim.
Bom, eu era quem tava montando ele, então talvez a culpada de ter me destruído, esticado e, no geral, arrebentado minha buceta fosse eu. De qualquer forma, planejava dar um tempo depois daquilo. Meu filho e eu trocamos uns olhares cúmplices durante o café da manhã, e depois mandei ele e o pai dele pro mundo.
Não ia chegar perto do meu vibrador com a buceta ainda pulsando, então me atualizei com um monte de tarefas que vinha ignorando ultimamente. Limpei. Fui fazer compras. Até saí um pouco pro jardim. Tinha um monte de ervas daninhas. Minha obsessão pelo Christopher tinha eclipsado boa parte da minha vida. Enquanto estava em pé entre as papoulas, respirei fundo. Apesar da dor entre minhas pernas, ou talvez por causa dela, a vida era boa.
Naquela noite, não visitei o Christopher depois que o Carl foi dormir. Pensei nisso. Certamente não ia transar com ele com a minha buceta toda rasgada, mas podia ter dado um boquete bem maternal. Mas não, a gente podia dar uma pausa. Era um bom momento pra refletir. Minha frustração tinha ido embora e a vida tinha se expandido de novo além da minha libido descontrolada.
De manhã, Christopher me olhou com curiosidade, mas teve a sensatez de não perguntar por que eu não tinha ido vê-lo na noite anterior. Ele parecia meio chateado enquanto carregava a mochila e caminhava até a porta da frente. "Tchau, mãe. Vou pra casa da Gwen hoje à tarde. Talvez não esteja em casa pro jantar". Ele parou perto da porta pra medir minha reação.
Tá bem, querido. Diz pra tua namorada que mandei um abraço." Acenei de leve com a mão e ele foi embora."Do que se trata tudo isso?" Pelo visto, Carl não era tão distraído quanto parecia. Ele tinha percebido a tensão entre nosso filho e eu.
"Ah, você sabe como ele é com a Gwen." O que eu disse não fez sentido. Como ele era com a Gwen? Mas soou como algo que Carl não iria querer admitir que não sabia.
"Ah, claro." Ele fez um gesto viril com a cabeça. Homens são tão bobos.
"Tchau, querido." Acompanhei ele até a porta. Tenha um bom dia no trabalho. E assim, de repente, fiquei com a casa só pra mim. Pensei em ir pegar meu vibrador; minha buceta tinha se recuperado um pouco depois de dois dias sem sexo. Mas, em vez disso, cuidei das minhas tarefas diárias. Tinha muita coisa pra colocar em dia.
Christopher faltou ao jantar, como tinha dito. Garanti dar um abraço nele quando voltou, e, de fato, ele cheirava a sexo. Tinha passado a tarde toda com a namorada. Tinha certeza. Nossa noite transcendental devia ter disparado os hormônios dele de dezoito anos. Pensei em visitá-lo naquela noite. Mas agora que estávamos numa pausa, queria deixá-lo um pouco maluco. Ele tinha me deixado louca. Parecia justo virar o jogo.
Em vez de visitar Christopher no porão naquela noite, fui uma boa esposa e seduzi o Carl. A boa notícia é que ele não machucou minha buceta ainda em recuperação. A má notícia: você adivinhou. Mal senti. É bem possível que o vibrador e meu filho tenham arruinado o sexo com meu marido pra sempre. Dei pro Carl meu orgasmo falso mais corajoso naquela noite, mas me senti aliviada quando a sessão de cinco minutos acabou.
Na manhã seguinte, a tensão com Christopher aumentou.
"Hoje vou ficar com a Gwen na casa dela de novo." Christopher franziu a testa.
Isso era um desafio pra mim. Dava pra sentir. Me perguntei se a mãe da Gwen tinha pegado a filha com o Christopher. Não que eles fossem muito discretos, afinal. Respeito. Tava me perguntando em que parte da casa da Gwen os adolescentes transavam.
“Mãe?”. O Christopher parou perto da porta de novo, com a mochila nas costas. “Falei que vou na casa da Gwen depois da aula.”
“Tá bem, querido.” Tomei um gole de café.
“Só tô te avisando porque...”. Ele voltou correndo até mim. “Não preciso ir na casa da Gwen”, sussurrou. O Christopher procurou o pai com o olhar, mas o Carl ainda tava lá em cima. “A gente podia passar um tempo juntos essa tarde.”
Queria fazer uma dancinha de comemoração, mas em vez disso sorri docemente. Toma, sua madame noiva perfeita! Eu tava ganhando da Gwen. Aquela gostosa, com o corpo perfeito e alegre, não tinha chance. “Tem uma coisa, Christopher. Tenho uma reunião de voluntários com a comissão do parque essa tarde. Passo pra te buscar depois da escola.”
“Não é meio grandinho pra buscarem ele?”. O Carl entrou na cozinha e foi direto pro pão.
“Só vou passar um tempo com meu filho, querido. Tudo bem?”. Tomei outro gole de café e vi o Christopher ficar vermelho que nem tomate.
“É, acho que sim.” O Carl tava ocupado demais com outra coisa pra perceber o constrangimento do Christopher. “Quando eu tinha a idade dele, acho que não perdia nenhuma chance de ficar com uma mina. Mas se ele quer largar a Gwen pela mãe...”. Meu marido deu de ombros.
Meu sorriso tava tão largo que achei que minhas bochechas iam explodir. Até o Carl, do jeito dele, tava deixando claro que eu tinha vencido a Gwen.
“Te vejo depois da escola.” Vi o Christopher sair correndo porta afora, se mexendo meio estranho com o que eu imaginava ser uma ereção dolorosa.
Depois mandei o Carl pro trabalho e me enfiei num dia cheio de tarefas. Fui a primeira na fila pra pegar os jovens quando o sinal tocou. Vi o Christopher e acenei pra ele. Ele tava com um sorriso idiota no rosto. Deu um beijo de despedida na Gwen e correu pro meu carro.
“Oi, mãe!” O sorriso grande e idiota dele não tinha sumido do rosto. Se Sem cuidado, a Gwen podia começar a desconfiar. Dava pra ver ela de pé, nos observando de braços cruzados. Não parecia nada feliz. Dei um aceno amigável pra ela. Só tô roubando teu namorado por uma tarde, pensei.
Christopher e eu entramos no carro e eu liguei o motor."Oi, gostoso. Como foi seu dia?" Saí com o carro no trânsito.
"Eu pensei... é... quero dizer... depois que a gente transou, você não veio no meu quarto nas duas últimas noites. Achei que tinha feito algo errado. Você tá brava?" As palavras saíram de Christopher.
"Desculpa ter feito você passar por isso." Olhei pra ele com a testa franzida e tirei a mão do volante pra dar um tapinha no joelho dele. Não tava arrependida. Hoje à noite eu ia compensar ele. "Só tava com muita dor e precisava dar um tempo de tudo isso."
O rosto dele ficou triste. "Então, a gente só tá dando um tempo?"
"Tava dando um tempo." Apertei o joelho dele. "Mas agora não dói tanto, então..." Deixei meus dedos deslizarem pela coxa dele. Dando uma olhada rápida, dava pra ver que o pau dele já tava duro dentro da calça.
"Até o fim?" Christopher parecia tão esperançoso. "Com proteção, quero dizer", ele completou quando não respondi na hora.
"A gente vê como vai rolar." Virei meu carro na estrada de terra e depois fiz uma curva rápida pra um estacionamento velho e isolado.
"O que é isso?" Ele olhou em volta, surpreso.
“Achei que seria divertido dar uma parada no caminho pra casa. Esse parque tá fechado há um tempão. Ninguém mais vem pra cá.” Minha mão subiu até o pau dele e apertou por cima da calça. Eu tava realmente revivendo minha adolescência. Lembrava vividamente da gente se beijando em estacionamentos abandonados há tantos anos. “A gente nunca se beijou de verdade, querido. Quer dizer, do jeito que faria se eu fosse sua namorada. Você já pensou nisso?”“Eh... sim.” Ele assentiu, corando de novo.
“Eu sou bonitinha o bastante pra roubar um beijo de você? Mais bonita que a Gwen?” Inclinei meu rosto na direção dele, massageando o pau dele por cima da calça.
“Você é mais bonita que a Gwen, mãe.” Ele também se inclinou.
No começo fomos cautelosos. Nossos lábios se tocaram. Demos uns beijos. Mas logo minha língua já estava na boca dele e ele apalpava meus peitos por cima da blusa. A gente tava se beijando feito adolescente.“Te incomoda... sim...?”. Me inclinei e puxei a rola dele pra fora. “Vamos brincar um pouquinho. Vou chupar ela por um tempo. Se você aguentar quinze minutos, pode meter de novo.” Sabia que isso seria fácil pra ele, mas, claro, queria que ele ganhasse. “Se gozar na minha boca, não tem sexo hoje. Fechado?”
“Ah, claro...” Ele se segurou no banco do carro enquanto eu ia dar um boquete lento e sem pressa.
Depois de alguns minutos, senti o corpo dele ficar tenso."Mãe, tem uma senhora passeando com o cachorro dela." Ele colocou a mão no meu cabelo e me afastou da vara dele.
"Ela tá nos vendo?" Olhei pra ele, enquanto continuava masturbando ele com as mãos. Eu tava tão excitada que meu cérebro nem tinha processado o perigo que a gente tava correndo. Em vez de entrar em pânico, achei deliciosamente perverso que alguma mulher pudesse levar o susto do ano se ficasse curiosa demais. A saliva escorria pelo meu queixo, mas eu não tava nem aí.
"Não... acho que não." Christopher parecia meio assustado, coitadinho. Provavelmente ele e Gwen não faziam coisas safadas em público. Lembrei que Carl e eu já tínhamos ficado atrás de um restaurante uma vez, há muito tempo. Não foi tão emocionante quanto isso. Nem de longe.
“O que você acha que ele faria se nos visse?”. Acariciei ele preguiçosamente e procurei o melhor lugar pra transar. Ainda não tinham passado quinze minutos, mas meu filho merecia o prêmio dele.“Chamaria a polícia”. Christopher me olhou espantado.
“Ele tá vindo pra cá?”. Tirei a camisinha que tinha trazido da minha bolsa. “Não queremos que ele veja o que vai rolar depois”. Me despi, deixando minha roupa cair no chão. Essas brincadeiras que Christopher e eu fazíamos realmente me deixavam imprudente.
“Ele tá indo embora. Não nos viu”.
“Vamos pra parte de trás”. Tirei a calça e a cueca dele e dei um tapa na bunda nua do Christopher enquanto ele entrava no banco de trás. Segui ele e sentei do lado. “Não é espaçoso, mas serve”. Tirei a camisinha da embalagem e coloquei no pau dele. “Pronto?”. Subi no colo dele. Ainda tava de camisa, então tirei ela pela cabeça e joguei no chão junto com minha roupa.
“Tô... pronto”. Christopher engoliu seco como se a garganta dele estivesse muito seca. Era tão lindo.
“Ainda dói um pouco depois da última vez, então vou começar devagar”. Enfiei a mão entre minhas pernas e guiei ele pra dentro. Não cumpri minha palavra. Em um minuto, montei nele com força. Bati a cabeça no teto do carro várias vezes e no final tive que abraçar os ombros do meu filho e colocar minha cabeça perto da dele pra evitar uma concussão. Fora a cabeça, dessa vez não doeu nada. Minha buceta já tinha se adaptado a ele.
Se a passeadora de cães tivesse chegado um pouco mais tarde no passeio, com certeza teria notado o carro balançando de um lado para o outro. Fiquei me perguntando se ela pegaria outra rota pra voltar pra casa. Não pegou.Bem na hora que eu estava descendo do meu segundo orgasmo, olhei pela janela lateral e cruzei o olhar com uma loira que passeava com o cachorro. A boca dela era uma careta de surpresa enquanto me encarava. Não a reconheci, graças a Deus. Meus quadris nunca pararam. Ela não sabia, mas essa mulher estava testemunhando uma mãe superando lentamente a namorada do filho. Uma onda de orgulho e êxtase me tomou. O cachorro dela puxou a coleira e a mulher se afastou rapidinho. Não vai te surpreender saber que eu tive o orgasmo mais intenso da minha vida momentos depois.
Montei no Christopher com tanta força que achei que ia quebrar o banco de trás. O sol tava se pondo quando o gemido dele, cheio de prazer, encheu o carro. "Vai, gostoso", sussurrei no ouvido dele."Ah... ughhhh... Mamãe." As mãos dele agarraram minha buceta com força. Ele me prendeu em cima dele, parando o movimento do meu quadril, e se soltou. Foi pura alegria.
Depois de um tempo, me separei dele e sentei com cuidado do lado. Esperava não estar escorrendo muito. Pelo menos não tinha tido outra enchente. "Isso foi mágico, Christopher." Tirei a camisinha dele e coloquei num saquinho que tinha trazido na bolsa.
"É." Ele ainda tava ofegante demais pra falar muito. O sorriso no rosto dele dizia tudo. Me aninhei perto dele e apoiei a cabeça no ombro dele, acariciando suavemente o peito dele. Aquele momento quase igualou a perfeição do sexo. Não falamos nada. Não precisava. Nunca quis que aquela tarde acabasse. Mas tava escurecendo lá fora.
"Vamos pra casa. Seu pai não deve voltar pra uma casa vazia." Me levantei e me abaixei pra pegar minha roupa, mas as mãos dele rapidamente pousaram nas minhas coxas.
Sem dizer uma palavra, me colocou de quatro no banco de trás. Ficou atrás de mim."Espera. Não trouxe dois preservativos. E a gente tem que... uuuugggghhhhhhh... voltar a...ooooohhhhhhh." Nessa posição, ele bateu no meu colo do útero de novo, mais forte do que quando eu estava por cima. A dor voltou pra minha buceta. "Espera...uh... uh... a gente devia... ugh... ughhhhh." A dor se transformou num prazer completamente novo. Eu já não tinha mais palavras de protesto.
Meu filho me comeu como uma puta no banco de trás do meu carro por um bom tempo. Ele até me puxou pelo cabelo num momento, um truque que com certeza aprendeu com a Gwen.
Perdi a noção do espaço e do tempo. Fui de um orgasmo uivante pra outro enquanto a noite caía sobre nós.
Finalmente, ele se afastou e lambuzou minhas costas e minha bunda com o esperma dele.
Desabei no banco, um bagaço todo tremendo e melado.
Quando recuperei a compostura, consegui ouvir ele se vestindo ao meu lado. Me levantei e ele me entregou minha roupa. Nos vestimos em silêncio. Quando me senti bem o suficiente pra dirigir, voltei pro banco da frente e liguei o carro."Desculpa pela segunda vez sem proteção, mãe. Você tava boa demais." Christopher subiu no banco do carona. Ainda tava com um sorriso de orelha a orelha. Não percebi muita desculpa no tom dele. Tava de boa. Contanto que ele gozasse fora, não tinha problema. E, não dava pra negar, eu tinha adorado saber que o pau dele sem camisinha tinha estado dentro de mim.
"Fica tranquilo." Tirei o carro do estacionamento abandonado. Minhas costas e minha bunda estavam grudando de porra por baixo da roupa. "O que vamos falar pro seu pai?"
"Ele sabe que você veio me buscar hoje. Vamos dizer que... a gente tava batendo um papo." Christopher deu de ombros e apertou o cinto.
Batendo um papo, sim.
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