Segunda parte

Segunda parteTava na casa dos meus avós, já tava escurecendo, quando minha avó falou pro meu tio Dani me levar pra casa. Meu tio rapidinho falou "vamos, sobrinha", me colocou no carro e me levou pra um lugar bem escuro, estacionou, apagou as luzes e começou a tirar a pica da calça. Pegou minha mão e colocou naquele tronco cheio de veia, enquanto falava: "Não temos muito tempo, sobrinha, quero que você me faça um boquete". Eu falava que nunca tinha feito, que era melhor eu bater uma pra ele, e com a mão acariciei aquele tronco venoso, mas meu tio dizia: "Eu te ensino como fazer, sobrinha". Ele segurou minha cabeça e falou: "Abre sua boquinha". Meio sem querer, fechei os olhos e abri a boca, enquanto meu tio dizia: "Chupa como se fosse um picolé". E foi assim que fiz, comecei a enfiar aquele pedaço de carne, senti a ponta da pica dele na minha língua e as bordas das veias nos meus lábios, enquanto meu tio gemia dizendo: "Que bem que você faz". Ele foi empurrando minha cabeça pra meter mais e mais, até sentir a ponta daquela piroca bater na minha campainha, o que me deu as primeiras ânsias. Enquanto meu tio cada vez movia minha cabeça mais rápido pra cima e pra baixo, ele falava: "Não encosta os dentes, senão você me machuca, só abre a boca". E foi assim que fiz, sentia aquela pica penetrar minha boca uma e outra vez até ouvir os gemidos do meu tio bem acelerados, que ele não aguentou muito e gozou na minha boca. Pela segunda vez, senti aquele líquido quente e grosso invadir minha boca, rapidamente abri a boca e jatos de porra misturados com saliva escorriam dos meus lábios, enchendo a pica dele. Senti tanto nojo que abri a porta do carro e comecei a vomitar. Depois, subi no carro e falei pro meu tio que não gostava que ele gozasse na minha boca, mas meu tio sorriu e disse: "Você vai ser a melhor puta chupando pica, sobrinha, e vai ver que aos poucos você vai comer meu leite". Enquanto dirigia, estacionou numa loja, comprou chicletes e umas cocas pra beber. Pouco depois, chegamos na minha casa e ele me deu dinheiro, sem antes dizer que não. não vai contar pra ninguém. O que tinha rolado na casa dos meus avós e no carro, eu desci e fui direto pro meu quarto.

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