Vizinha gostosa 6

No dia seguinte à noite furiosa que tive comigo mesma, tinha que trabalhar. Custava muito me concentrar e não conseguia tirar da cabeça o que tinha feito na noite anterior, nem o que tinha visto. Além disso, a curiosidade de saber onde estava minha calcinha fio-dental e o que tinha acontecido com ela realmente me matava e me excitava demais. Será que ele mostrou pra alguém? Será que um dos outros caras levou? Será que ele vai me devolver? Que desculpa ele vai dar? Sabia que o jogo era perigoso e isso me atraía ainda mais. Era uma sensação nova, uma adrenalina que meu corpo nunca tinha sentido. Queria ver eles de novo, queria jogar mais, precisava continuar alimentando a fantasia, precisava ter mais provas de que eles estavam loucos por mim. Queria conhecer os limites deles e até onde iam se atrever a ir.

Voltei pra casa à tarde, peguei minha bolsa pra ir pra academia e olhei pela janela, não vi eles nem sinal da minha calcinha fio dental. Voltei e fui direto pra janela, não tinha sinal deles nem da minha calcinha. Os dias foram passando, minha rotina continuava, mas tava tudo calmo e como diz o ditado "Em maré calma não confies, por mais sereno que pareça". Talvez eles esperassem que eu desse um passo em falso, não sei, às vezes a mente dos adolescentes pode ser muito criativa pra maldade. Resolvi agir. Faz vários meses que um colega de trabalho vem tentando, sem sucesso, marcar um encontro comigo. Dessa vez aceitei, mas pra daqui a alguns dias e fazendo o que eu quiser. Combinei de avisar ele com antecedência, claro que ele aceitou. O objetivo disso era dar um ciúme nos garotos e talvez fazer eles deixarem a timidez de lado um pouco. Queria ver algum tipo de avanço, mesmo sem saber o que eu queria ou até onde ir, só queria me sentir mais desejada por eles.

Chegou a sexta-feira e, felizmente pra mim, eles apareceram, como sempre, no fundo da casa do meu vizinho, conversando, rindo, ouvindo música e bebendo alguma coisa. Tomei outro banho e deixei o presentinho de sempre junto com a toalha, minha calcinha fio dental. Como fizeram nas últimas vezes, me convidaram pra ir um pouco, mas não quis — não por não querer ficar com eles, mas porque preferia deixá-los com aquela vista por hoje e alimentar uma nova fantasia entre eles.

Eu: O que vocês vão fazer amanhã?
N: Nada, por quê?
Eu: Querem ganhar uma grana? Tenho um trampinho.
D: Sim, óbvio. Do que você precisa?
Eu: Cortar a grama, limpar o quintal e a piscina. Já chegou o verão e quero pegar um sol, usar a piscina, mas tá tudo sujo.

Os olhos delas brilharam.

A: Você gosta de pegar sol?
Eu: Sim, mas de vez em quando.
N: Beleza, sem problema, que horas você quer que a gente vá?
Eu: Depois do meio-dia, aviso vocês.
N: Beleza, mano, a gente pode fazer um preço em troca de algo.
Eu: Do quê?. O que eu mais queria que ela respondesse naquele momento era me ver tomando sol, passando protetor solar ou algo do tipo, só de pensar nessa resposta já acendeu minha putaria.
N: Que a gente te convide pra piscina de vez em quando, a gente não tem.
Eu: Claro, sem problema. Até que me faria bem ter companhia de vez em quando, ficar sozinha é um saco.

Embora eu preferisse a resposta que tinha pensado, essa também não me desagrada, mas eu precisava de algo urgente. Me despedi deles e fui rapidamente pra cama, comecei a procurar modelos de biquínis, encontrei vários que gostei e, sem hesitar, comprei todos. Passou do meio-dia, liguei pra eles e em menos de 10 minutos chegaram. Abri a porta só com a parte de cima de um biquíni verde-água com animal print da mesma cor e um short jeans curto, meio folgado, mas que sem dúvida marcava minha rabeta. Fiz eles entrarem enquanto ia andando na frente, nem quis me virar pra eles poderem olhar à vontade. Eles começaram a trabalhar no jardim na hora. Tava um calorão, então saí com uma bebida gelada pra oferecer. Meus peitos deixavam eles loucos, não conseguiam parar de olhar, mas eu quis ir um pouco além.

Saí com o protetor solar, uma toalha pra colocar em cima daquelas espreguiçadeiras de plástico que viram uma cama pra pegar sol, e um livro. Passei creme nos braços, nos peitos, na barriga, via eles de canto de olho me olhando, mas não parei. Mexi meus quadris e tirei o short com um pouco de dificuldade pra depois passar creme nas pernas e na bunda. Deitei de barriga pra cima, me preparei pra ler pegando sol. Meu corpo suava um pouco, o calor ajudava, mas os caras também contribuíam. Tava de óculos escuros, então dava pra olhar eles de canto de olho sem perceberem. Eles também suavam, e minha mente voava ao vê-los. Sei que talvez fosse demais, mas não consegui evitar. Sentei e ajustei um pouco a toalha, tava prestes a dar um mini show pra eles. Me virei de novo pra deitar de bruços. Primeiro fiquei de quatro e por uns segundos voltei a arrumar a toalha. Fui descendo devagar, bem devagar, sexy, mexendo a bunda devagar — claro que eles estavam atrás de mim, vendo o show. Apoiei as mãos, depois os cotovelos e, por fim, a cintura.

Passei mais protetor solar nas pernas e na bunda, elas brilhavam igual placa de neon, tava pedindo pra ser olhada. Olhei pra eles, eles tavam me olhando, sorri.

Eu: Qual é? Nunca viram uma mina de biquíni?
N: Sim, mas não assim.
Eu: Tipo assim?
N: Não, nada, deixa pra lá.
Eu: Que medroso você é, miquinho, pra responder. Mais alguém?

Ficaram chocados, ninguém tinha coragem de falar uma palavra sequer.

N: Não sou medroso, mas também não quero ser mal-educado.
Eu: Se eu não quisesse saber a resposta, não perguntaria.
N: É que tu tem uma raba gostosa, é difícil trabalhar te olhando.
Eu: Galera, parem de viajar. As minas da idade de vocês têm um corpo muito mais gostoso.
A: Não se iluda, é difícil alguém ter uma bunda melhor que a sua.

Fiquei surpresa, de repente o mais tímido e calado foi o mais ousado pra me falar algo na cara.

Eu: Então por isso você não fala muito, hein? Cê gosta disso?
A: Quem não gostaria?
Eu: Eu tô perguntando pra você, se tu curte.
A: Adoro.
Eu: Finalmente alguém se anima a falar, você não tem nada pra dizer? Perguntei pro Daniel.
D: Eu também adoro.
Eu: E você? Perguntei pro Nico.
N: Sua bunda me deixa louco.
Eu: Viu que não era tão difícil?

Fiquei de bruços tomando sol, como se nunca tivessem me dito que adoravam minha bunda, tava excitada e imaginando um monte de coisas, entre elas, abrir os olhos e ver os 3 se masturbando ao meu redor, talvez deixaria eles fazerem isso e gozarem no meu corpo quente do sol ou chuparia a pica dos 3, nessa altura uma parte de mim queria parar de provocá-los e passar pro próximo nível. Não sabia qual fantasia escolher, mas uma coisa eu sabia: depois dessa conversa, as coisas não seriam mais as mesmas. Eles avançaram bastante, mesmo que graças às minhas perguntas, mas criaram coragem. Um tempo depois, levantei e chamei eles instintivamente, mas não tinha certeza do que fazer ou dizer.

Eu: Vão fazer algo hoje?
D: Se continuarmos trabalhando assim, acho que vamos capotar.
A: É verdade, tá muito calor. Por quê?
Eu: Deixa tudo assim, outro dia vocês terminam.
N: Se a gente não terminar, você não vai nos pagar, prefiro acabar hoje.
Eu: Então prefere terminar hoje ou que eu convide eles pra minha casa hoje à noite?

Os 3 arregalaram os olhos, não esperavam por aquele convite e eu nem pensei duas vezes, só soltei a frase.

D: Isso é outra coisa, se a gente for agora, dá pra tomar um banho e descansar um pouco pra ficar ligado à noite.
Eu: Vocês três querem vir?
Galera: Sim. Responderam em coro.
Eu: Vão então.

Juntaram umas coisas e eu acompanhei eles até a porta, ainda estava de biquíni andando na frente deles, tenho certeza que quando fossem tomar banho, nenhum dos três ia perder a chance de bater uma pensando em mim.

Eu: Eu aviso vocês que horas, tipo 9 ou 10 com certeza.
A: Eu venho, mas com uma condição.
Eu: Qual?
A: Fica gostosa pra gente.

Em que momento o mais quieto ficou tão cheio de confiança e o mais sem-vergonha estava tão calado?

Eu: Vou fazer o que puder. Falei rindo.

Eles foram embora e eu entrei na hora, me joguei no sofá, me toquei bastante mas não quis gozar. Quando tomei banho, fiz a mesma coisa e também não quis gozar. Meu corpo pedia pra fazer isso porque eu tava muito tesuda, mas não queria me permitir gozar. Quando chegou a hora de escolher a roupa e a calcinha, dessa vez eu fiz pensando que tinha uma grande chance de o desejo e a fantasia me levarem a mostrar pra eles. Queria me ver gostosa, e se conseguissem me ver só de calcinha, tinha que ser uma que eles nunca esqueceriam na vida. Só de pensar nisso, me toquei de novo, antes de chegar no orgasmo parei e tomei outro banho com água quase congelada.

Agora sim, já estava pronta, vestida e perfumada como uma deusa pros meus convidados. Criei um grupo no WhatsApp pra falar com todo mundo ao mesmo tempo: "Já tô pronta, e vocês?

Comentarios Destacados

11 comentários - Vizinha gostosa 6

Vas a subir varios hoy, o serán por días?
Ya no creo, pero en el transcurso del dia es probable
Me está encantado cada capítulo, usará en Instagram el grupo de amigos en el que los metió?
Yo creo que si
Naaaa ... X favooor!!
Ya subí la continuación... Van10!
Para hoy, hay continuacion !