Naquele dia cheguei atrasado, meu cérebro ainda processava o que tinha visto — não só como estavam comendo minha namorada, mas como ela gritava sem medo ou vergonha o quanto tava adorando. Cheguei a pensar que tive sorte daquele velho do seu Joel ter usado camisinha, senão um "acidente" me esperaria daqui algumas semanas, ainda mais quando vi ele tirar aquele pau ainda inchado com a camisinha cheia de porra, que ele deu um nó e jogou no fundo do cesto de lixo. No caminho de volta pra casa, fiquei pensando como foi uma boa ideia ter colocado aquelas câmerinhas escondidas naqueles lugares — só me fazia pensar em que outros cantos a mesma coisa tava rolando.
Cheguei tarde em casa, já passava do meio-dia, e ainda tinha avisado a Sandra, mas ela só deixou no visto e a última vez que esteve online foi horas depois do meu aviso de que ia chegar tarde... Fiquei pensando: será que o velho Seu Joel ainda estava lá? Será que ele ainda tava trabalhando em casa depois do que fizeram horas antes, durante aquela madrugada?..
Seja lá o que fosse, tinha ido comprar um par de câmeras a mais que aproveitaria pra instalar em casa quando ninguém mais visse; e foi assim que estacionei o carro na entrada com naturalidade, e respirei fundo depois de um sorriso. Abri a porta com uma risada, me olhando cansado e com olheiras, e lá estava ela, sentada na cozinha com aqueles minishorts que se enfiavam entre as bundas suculentas dela, destacando aquela pele levemente morena e que, claro, no primeiro dia em que o pedreiro chegou, ela ficou puta comigo por não avisar, agora não, estava ali, sorrindo como se nada tivesse acontecido, mesmo depois de ter me chifrado com aquele velho; também aquele cabelo bagunçado que me fez vê-la estranha, já que ela sempre se preocupava em estar arrumada, até quando acordava, e ainda mais depois do meio-dia.
Ei.⸻ Oi, gostosa, cadê o Don Joel?
Sandra. — Seu amor, ele tá lá atrás trabalhando, não enche tanto o saco dele senão depois você fica puta porque ele não trabalha direito ou rápido.
Perguntei com um sorriso natural, enquanto largava as coisas na mesa ao fazer aquela pergunta, mas só por educação mesmo, porque dava pra ouvir as marteladas lá no fundo, perto da cozinha, onde as paredes derrubadas iam dar lugar a um banheiro maior com saída pro jardim dos fundos, rindo das palavras da minha namorada. E sim, confirmei que ele tinha dormido ali, porque tava com a mesma roupa do dia anterior quando vi ele chegar. Limpei a garganta de um jeito...


Ei.⸻ Seu Joel, como é que tá o trampo, já tá quase acabando?
Dom Joel.⸻ Se por acaso der certo, não esquenta, patrão, que isso vai ficar bom e rápido.
Sorria ao vê-lo trabalhar de costas para mim, enquanto eu só ficava observando ele arrumar aquelas varas no que seriam os castelos.
Ei.⸻ Cedo pra caramba, Seu, até parece que dormiu aqui de tão cedo que chegou.
O velho tossiu nervoso, até parou de trabalhar depois de ouvir aquilo, e eu sorri ao vê-lo desse jeito. No fim, aquele dia continuou, eu conversava com minha namorada, que parecia mais sorridente, mas com aqueles olhares que se desviavam de mim. O quintal ficava nas minhas costas, e eu só via como os olhos dela paravam de prestar atenção em mim, talvez para olhar o Seu Joel, que se mexia de um lado pro outro trabalhando no quintal.
Dava pra ver nos olhos dela, como ela seguia ele com o olhar, muito mais vezes do que eu gostaria de contar.
Naquela tarde, compramos cervejas e petiscos, e a conversa foi rolando até que Sandra convidou o Seu Joel, que não pensou duas vezes antes de ficar. Ele sentou do lado dela, vendo como a mão dele tocava de leve a coxona da minha mina, mas eu fingi que não vi nada.
Compramos mais cerveja, mais petiscos, até o ponto em que eles conversavam mais entre si do que comigo, coisas que eu não entendia, mas que me davam uma ideia de quanto eles falavam quando eu não estava naquelas semanas em que trabalhava, porque quando aquele velho chegava, ele já não estava mais ali.
Exatamente às 8 da noite, quando eles estavam conversando, me levantei de repente fingindo que estava com sono, enquanto me despedia dos dois, me aproximando para apertar a mão do Seu Joel.
Ei.⸻ Boa noite, Seu Joel, já vou dormir, amor. Vai comigo? Acho que o senhor também já vai pra casa?
Falei com um pouco de sono, enquanto engolia saliva, porque sabia muito bem que naquela hora ele não iria pra casa, inventaria qualquer desculpa e eu estava preparado e nervoso pra isso.
Sandra. — Não se preocupa, amor, vai dormir, que eu vou ficar mais um pouco com a Jo... Digo, Seu Joel, até porque já é tarde e amanhã é o dia de folga dele, então fica tranquila...
Dom Joel só me olhou com um sorriso, ergueu a bebida e me desejou boa noite. Eu só concordei com a cabeça e fui subindo pro segundo andar, mas bem devagar, me escondendo atrás da parede enquanto fazia barulho com os passos pra cima. Não demorei nem um minuto pra voltar e ver os dois de novo, mas agora ao vivo: ela em cima daquele corpo enorme e gordo, se beijando de um jeito sujo, se separando e mostrando as línguas pra trocar aquela saliva com gosto de álcool. Não falavam nada, só se beijavam enquanto as mãos daquele homem apertavam a bunda da minha mulher.
Ela era reta, os peitos eram pequenos, com bicos escuros, mas isso não impedia que roubasse olhares quando usava vestidos decotados. Mas a bunda dela, Deus, aquela bunda bem desenhada, ligeiramente maior, mas tão gelatinosa que dava pra ver como mexia a cada passo que dava, aquelas marquinhas de celulite que mostravam um tamanho natural, tão desejável.

Essas mãos grudavam naquela bunda morena, apertavam, apalpavam com tesão enquanto ela estava em cima dele, soltando gemidos leves. Foi aí que ela tirou a blusa, pra liberar aquelas tetinhas pequenas, e ele, longe de ficar desapontado, parecia ainda mais animado, pois sem trocar uma palavra, entre a penumbra e a luz da cozinha, colou a boca nos mamilos dela e, abrindo a boca, meteu aquelas tetinhas pra dentro, deixando elas cheias de saliva, com os bicos durinhos e as reboladas que ela dava se esfregando nele, ainda por cima das roupas.

Sandra. — Cê gosta das minhas tetinhas, Joel?... Desculpa se são pequenininhas.
Dom Joel.⸻ Não fala essas coisas, são perfeitas, gostosas e pequenininhas, posso deixar elas cheias de cuspe.
Sussurravam intensamente, achando que eu tava bêbado, acordado e dormindo com um sono pesado, porque não controlavam bem as vozes, dava pra ver que também tavam bêbados; o velho mordeu os bicos dos peitos dela, porque eu vi como a Sandra se assustava, até gemia de dor enquanto puxava o cabelo grisalho daquele velho.
Sandra. — Ai, Seu Joel... Não morde assim, dói, meus peitos não vão fugir.
Joel só sorriu enquanto voltava a beijá-la, mas se levantou pra tirar a roupa: tirou a camiseta e depois a calça cheia de terra, ficando pelado, e foi aí que eu pude ver... Aquela rola enorme, morena e peluda, enquanto minha namorada calmamente tirava o short e a calcinha molhada, jogando-os longe dali na euforia dela.
Ficaram os dois pelados, se agarrando de novo pra se beijar, ela massageava aquela pica e ele enfiava os dedos nela, remexia lá dentro, até tirava e colocava aqueles dedos cheios de fluidos pra levar à boca, provar e voltar a se beijar enquanto ela abria as pernas de um jeito obsceno pra que aquele homem pudesse enfiar melhor os dedos.

Ela se jogou no sofá grande de pernas abertas, se tocando, enquanto o Don Joel tirava uma camisinha amassada da calça largada, colocando nela e sentindo o quanto era apertada.
Ele se aproximou dela enquanto enfiava aquela pica enorme entre os lábios da buceta dela, se esfregando igual bicho, mas sem meter ainda, e começaram a sussurrar, embora eu já não escutasse muito porque tavam muito perto um do outro. Tentei me mexer, mas não ouvia nada, só consegui ver ela de pernas abertas, mordendo o lábio, e até como se beijavam e respiravam no ouvido um do outro.
Foi aí que eu ouvi aquele gemido que ela depois abafou com a mão, olhando pra escada. Até tive que me esconder, só espiando quando ouvia os gemidos abafados dela. Via o sofá se mexendo, rangendo a cada metida animal daquele velho, que se encarregava de lamber os lábios da minha amada enquanto a pica enorme dele raspava por dentro dela, entre gemidos e o suor que ele pingava nela.
Foram minutos intensos vendo ela gemer e se segurando nas próprias pernas pra aquele homem se enfiar melhor entre as coxas dela.
Depois de mais alguns minutos ouvindo as bolas dele batendo na bunda dela, eles se separaram, todos suados, com aquele camisinha cheia de porra, porque dava pra ver a pica inchada, pulsando e com aquela ponta cheia e escorrendo.

Pude ouvir que não tinha mais camisinha, até parecia triste, depois de quase meia hora de pernas abertas e, após uma gozada, pareciam não querer parar.
Parecia que já não ligavam pra mais nada, ela só ficou de quatro depois de um beijo sujo, e ele, sem dizer mais nada, enfiou o pau dele no seco, o que fez a Sandra gemer com força, sem se importar com nada, até como se eu não estivesse ali.
Ele se movia com mais força, até rebolava aquele bundão, fazendo aquelas nádegas quicarem a cada estocada e cada investida. Perdi a noção do tempo, só ficava mais excitado uma e outra vez vendo eles lá longe, na minha própria casa, no meu sofá, ouvindo minha namorada implorando por aquela pica enorme que parecia preenchê-la perfeitamente, porque eu via aquela buceta engolindo cada centímetro daquela pica morena, dando e dando estocadas que faziam o sofá chiar e até o empurravam aos poucos.
Consegui ver as horas, já tinham se passado algumas horas, só dava pra ver eles suando e suando, umas gotas de fluidos no chão e a luz da madrugada entrando pela janela.
Sandra. — Sim, sim, sim, papai... Joga tudo dentro, quero seu leitinho dentro de mim.
Dom Joel.⸻ Sim, gatinha?... Quer ter meus filhos pra seu namorado criar...
Sandra. — Sim, papai, vou ter seus filhotes, mas goza dentro de mim, quero me sentir cheia.
Don Joel. — Então aí vai, meu amor...
Sandra soltou um gemido, e o velho apertou as duas nádegas com as mãos enquanto gozava dentro dela, enfiando até o fundo, soltando um gemido grave a cada jato que liberava, e ela, gemendo junto, com as pernas tremendo, até que finalmente caiu no sofá e ele por cima dela, como um cachorro no cio, esperando todo o esperma sair e encher o útero dela.
Pude ver como ficavam abraçados no sofá, se beijando, ela sem se preocupar em limpar, feito um casal.
( - - - )
No final, subi ereto mas sem porra, derrotado e vitorioso de ver uma parada daquelas... Dormi na cama sozinho, batendo uma, e até quando acordei tava sozinho, só se ouvia a televisão, e quando desci, tava tudo em ordem, com as notícias do dia de fundo. Quando cheguei perto da cozinha, ouvi o Seu Joel assobiando e trabalhando, enquanto minha mina tava de fio dental, um que eu não tinha comprado pra ela, sutiã e uma toalha, parecendo bem à vontade depois de um banho.

Aquele rabão que o velho Dom Joel tinha reivindicado como dele, parecia que já não ligava mais pra ter visita, algo que encarei na boa, pra ver até onde ia, mesmo puto e com ciúme, já que nem eu, como namorado dela, tinha visto ela assim em plena luz do dia.
Sandra. — Oi, minha gostosa... Dormiu bem?
Ei.⸻ Meu amor... Vocês não continuaram bebendo, né? Nem senti quando você chegou na cama.
Sandra. — Como é que cê acha, seu bobinho... Fui pra cama depois de ficar cheia... De cerveja e petiscos, aliás, meu amor... Tava pensando essa noite que a gente tá na idade de ter filhos, cê não acha que o ideal é agora?
Ei.⸻ Sério?... Pensei que você não queria quando te perguntei semanas atrás.
Sandra. — Bom, pensei bastante e acho que mudei de ideia... Aliás, Seu Joel quer mais material, cê pode ir comprar pra gente ir adiantando a obra?...
Ei.⸻ Claro, amor... Mas e você?, não vai se trocar não?
Sandra.⸻ Ai, amor, não seja bobinho, acordei tarde, além disso vou tomar meu café. Ou o quê? Cê acha que o Seu Joel vai me comer?... É brincadeira...
Com uma risada, diante dessa "brincadeira de mau gosto", saí com a lista, tudo longe daquele lugar, enquanto colava meu ouvido na porta, consegui ouvir as vozes deles assim que fechei.
Sandra. — Seu Joel já se vingou, já foi embora...
Dom Joel.⸻ Uff, pensei que não ia embora, que merda ele ter folga logo hoje.
Sandra. — Não se preocupa se foi comprar todas essas coisas, agora vem, vamos pro meu quarto, quero fazer seus bebês, hoje é um bom dia...
Riram enquanto subiam, e não demorou muito para ouvir o primeiro gemido até a rua, sabia então que os vizinhos estavam sabendo...
Mas essa é outra história...

Isso é tudo por hoje... Mas, o que vocês querem pra próxima?, que minha namorada Sandra tem muita coisa pra contar...
O açougueiro, o motoqueiro enjoado do bairro, o dono do mercadinho, o caseiro... Todos já deram uma mordida naquela bucetona.
Cheguei tarde em casa, já passava do meio-dia, e ainda tinha avisado a Sandra, mas ela só deixou no visto e a última vez que esteve online foi horas depois do meu aviso de que ia chegar tarde... Fiquei pensando: será que o velho Seu Joel ainda estava lá? Será que ele ainda tava trabalhando em casa depois do que fizeram horas antes, durante aquela madrugada?..
Seja lá o que fosse, tinha ido comprar um par de câmeras a mais que aproveitaria pra instalar em casa quando ninguém mais visse; e foi assim que estacionei o carro na entrada com naturalidade, e respirei fundo depois de um sorriso. Abri a porta com uma risada, me olhando cansado e com olheiras, e lá estava ela, sentada na cozinha com aqueles minishorts que se enfiavam entre as bundas suculentas dela, destacando aquela pele levemente morena e que, claro, no primeiro dia em que o pedreiro chegou, ela ficou puta comigo por não avisar, agora não, estava ali, sorrindo como se nada tivesse acontecido, mesmo depois de ter me chifrado com aquele velho; também aquele cabelo bagunçado que me fez vê-la estranha, já que ela sempre se preocupava em estar arrumada, até quando acordava, e ainda mais depois do meio-dia.
Ei.⸻ Oi, gostosa, cadê o Don Joel?
Sandra. — Seu amor, ele tá lá atrás trabalhando, não enche tanto o saco dele senão depois você fica puta porque ele não trabalha direito ou rápido.
Perguntei com um sorriso natural, enquanto largava as coisas na mesa ao fazer aquela pergunta, mas só por educação mesmo, porque dava pra ouvir as marteladas lá no fundo, perto da cozinha, onde as paredes derrubadas iam dar lugar a um banheiro maior com saída pro jardim dos fundos, rindo das palavras da minha namorada. E sim, confirmei que ele tinha dormido ali, porque tava com a mesma roupa do dia anterior quando vi ele chegar. Limpei a garganta de um jeito...


Ei.⸻ Seu Joel, como é que tá o trampo, já tá quase acabando?
Dom Joel.⸻ Se por acaso der certo, não esquenta, patrão, que isso vai ficar bom e rápido.
Sorria ao vê-lo trabalhar de costas para mim, enquanto eu só ficava observando ele arrumar aquelas varas no que seriam os castelos.
Ei.⸻ Cedo pra caramba, Seu, até parece que dormiu aqui de tão cedo que chegou.
O velho tossiu nervoso, até parou de trabalhar depois de ouvir aquilo, e eu sorri ao vê-lo desse jeito. No fim, aquele dia continuou, eu conversava com minha namorada, que parecia mais sorridente, mas com aqueles olhares que se desviavam de mim. O quintal ficava nas minhas costas, e eu só via como os olhos dela paravam de prestar atenção em mim, talvez para olhar o Seu Joel, que se mexia de um lado pro outro trabalhando no quintal.
Dava pra ver nos olhos dela, como ela seguia ele com o olhar, muito mais vezes do que eu gostaria de contar.
Naquela tarde, compramos cervejas e petiscos, e a conversa foi rolando até que Sandra convidou o Seu Joel, que não pensou duas vezes antes de ficar. Ele sentou do lado dela, vendo como a mão dele tocava de leve a coxona da minha mina, mas eu fingi que não vi nada.
Compramos mais cerveja, mais petiscos, até o ponto em que eles conversavam mais entre si do que comigo, coisas que eu não entendia, mas que me davam uma ideia de quanto eles falavam quando eu não estava naquelas semanas em que trabalhava, porque quando aquele velho chegava, ele já não estava mais ali.
Exatamente às 8 da noite, quando eles estavam conversando, me levantei de repente fingindo que estava com sono, enquanto me despedia dos dois, me aproximando para apertar a mão do Seu Joel.
Ei.⸻ Boa noite, Seu Joel, já vou dormir, amor. Vai comigo? Acho que o senhor também já vai pra casa?
Falei com um pouco de sono, enquanto engolia saliva, porque sabia muito bem que naquela hora ele não iria pra casa, inventaria qualquer desculpa e eu estava preparado e nervoso pra isso.
Sandra. — Não se preocupa, amor, vai dormir, que eu vou ficar mais um pouco com a Jo... Digo, Seu Joel, até porque já é tarde e amanhã é o dia de folga dele, então fica tranquila...
Dom Joel só me olhou com um sorriso, ergueu a bebida e me desejou boa noite. Eu só concordei com a cabeça e fui subindo pro segundo andar, mas bem devagar, me escondendo atrás da parede enquanto fazia barulho com os passos pra cima. Não demorei nem um minuto pra voltar e ver os dois de novo, mas agora ao vivo: ela em cima daquele corpo enorme e gordo, se beijando de um jeito sujo, se separando e mostrando as línguas pra trocar aquela saliva com gosto de álcool. Não falavam nada, só se beijavam enquanto as mãos daquele homem apertavam a bunda da minha mulher.
Ela era reta, os peitos eram pequenos, com bicos escuros, mas isso não impedia que roubasse olhares quando usava vestidos decotados. Mas a bunda dela, Deus, aquela bunda bem desenhada, ligeiramente maior, mas tão gelatinosa que dava pra ver como mexia a cada passo que dava, aquelas marquinhas de celulite que mostravam um tamanho natural, tão desejável.

Essas mãos grudavam naquela bunda morena, apertavam, apalpavam com tesão enquanto ela estava em cima dele, soltando gemidos leves. Foi aí que ela tirou a blusa, pra liberar aquelas tetinhas pequenas, e ele, longe de ficar desapontado, parecia ainda mais animado, pois sem trocar uma palavra, entre a penumbra e a luz da cozinha, colou a boca nos mamilos dela e, abrindo a boca, meteu aquelas tetinhas pra dentro, deixando elas cheias de saliva, com os bicos durinhos e as reboladas que ela dava se esfregando nele, ainda por cima das roupas.

Sandra. — Cê gosta das minhas tetinhas, Joel?... Desculpa se são pequenininhas.
Dom Joel.⸻ Não fala essas coisas, são perfeitas, gostosas e pequenininhas, posso deixar elas cheias de cuspe.
Sussurravam intensamente, achando que eu tava bêbado, acordado e dormindo com um sono pesado, porque não controlavam bem as vozes, dava pra ver que também tavam bêbados; o velho mordeu os bicos dos peitos dela, porque eu vi como a Sandra se assustava, até gemia de dor enquanto puxava o cabelo grisalho daquele velho.
Sandra. — Ai, Seu Joel... Não morde assim, dói, meus peitos não vão fugir.
Joel só sorriu enquanto voltava a beijá-la, mas se levantou pra tirar a roupa: tirou a camiseta e depois a calça cheia de terra, ficando pelado, e foi aí que eu pude ver... Aquela rola enorme, morena e peluda, enquanto minha namorada calmamente tirava o short e a calcinha molhada, jogando-os longe dali na euforia dela.
Ficaram os dois pelados, se agarrando de novo pra se beijar, ela massageava aquela pica e ele enfiava os dedos nela, remexia lá dentro, até tirava e colocava aqueles dedos cheios de fluidos pra levar à boca, provar e voltar a se beijar enquanto ela abria as pernas de um jeito obsceno pra que aquele homem pudesse enfiar melhor os dedos.

Ela se jogou no sofá grande de pernas abertas, se tocando, enquanto o Don Joel tirava uma camisinha amassada da calça largada, colocando nela e sentindo o quanto era apertada.
Ele se aproximou dela enquanto enfiava aquela pica enorme entre os lábios da buceta dela, se esfregando igual bicho, mas sem meter ainda, e começaram a sussurrar, embora eu já não escutasse muito porque tavam muito perto um do outro. Tentei me mexer, mas não ouvia nada, só consegui ver ela de pernas abertas, mordendo o lábio, e até como se beijavam e respiravam no ouvido um do outro.
Foi aí que eu ouvi aquele gemido que ela depois abafou com a mão, olhando pra escada. Até tive que me esconder, só espiando quando ouvia os gemidos abafados dela. Via o sofá se mexendo, rangendo a cada metida animal daquele velho, que se encarregava de lamber os lábios da minha amada enquanto a pica enorme dele raspava por dentro dela, entre gemidos e o suor que ele pingava nela.
Foram minutos intensos vendo ela gemer e se segurando nas próprias pernas pra aquele homem se enfiar melhor entre as coxas dela.
Depois de mais alguns minutos ouvindo as bolas dele batendo na bunda dela, eles se separaram, todos suados, com aquele camisinha cheia de porra, porque dava pra ver a pica inchada, pulsando e com aquela ponta cheia e escorrendo.

Pude ouvir que não tinha mais camisinha, até parecia triste, depois de quase meia hora de pernas abertas e, após uma gozada, pareciam não querer parar.
Parecia que já não ligavam pra mais nada, ela só ficou de quatro depois de um beijo sujo, e ele, sem dizer mais nada, enfiou o pau dele no seco, o que fez a Sandra gemer com força, sem se importar com nada, até como se eu não estivesse ali.
Ele se movia com mais força, até rebolava aquele bundão, fazendo aquelas nádegas quicarem a cada estocada e cada investida. Perdi a noção do tempo, só ficava mais excitado uma e outra vez vendo eles lá longe, na minha própria casa, no meu sofá, ouvindo minha namorada implorando por aquela pica enorme que parecia preenchê-la perfeitamente, porque eu via aquela buceta engolindo cada centímetro daquela pica morena, dando e dando estocadas que faziam o sofá chiar e até o empurravam aos poucos.
Consegui ver as horas, já tinham se passado algumas horas, só dava pra ver eles suando e suando, umas gotas de fluidos no chão e a luz da madrugada entrando pela janela.
Sandra. — Sim, sim, sim, papai... Joga tudo dentro, quero seu leitinho dentro de mim.
Dom Joel.⸻ Sim, gatinha?... Quer ter meus filhos pra seu namorado criar...
Sandra. — Sim, papai, vou ter seus filhotes, mas goza dentro de mim, quero me sentir cheia.
Don Joel. — Então aí vai, meu amor...
Sandra soltou um gemido, e o velho apertou as duas nádegas com as mãos enquanto gozava dentro dela, enfiando até o fundo, soltando um gemido grave a cada jato que liberava, e ela, gemendo junto, com as pernas tremendo, até que finalmente caiu no sofá e ele por cima dela, como um cachorro no cio, esperando todo o esperma sair e encher o útero dela.
Pude ver como ficavam abraçados no sofá, se beijando, ela sem se preocupar em limpar, feito um casal.
( - - - )
No final, subi ereto mas sem porra, derrotado e vitorioso de ver uma parada daquelas... Dormi na cama sozinho, batendo uma, e até quando acordei tava sozinho, só se ouvia a televisão, e quando desci, tava tudo em ordem, com as notícias do dia de fundo. Quando cheguei perto da cozinha, ouvi o Seu Joel assobiando e trabalhando, enquanto minha mina tava de fio dental, um que eu não tinha comprado pra ela, sutiã e uma toalha, parecendo bem à vontade depois de um banho.

Aquele rabão que o velho Dom Joel tinha reivindicado como dele, parecia que já não ligava mais pra ter visita, algo que encarei na boa, pra ver até onde ia, mesmo puto e com ciúme, já que nem eu, como namorado dela, tinha visto ela assim em plena luz do dia.
Sandra. — Oi, minha gostosa... Dormiu bem?
Ei.⸻ Meu amor... Vocês não continuaram bebendo, né? Nem senti quando você chegou na cama.
Sandra. — Como é que cê acha, seu bobinho... Fui pra cama depois de ficar cheia... De cerveja e petiscos, aliás, meu amor... Tava pensando essa noite que a gente tá na idade de ter filhos, cê não acha que o ideal é agora?
Ei.⸻ Sério?... Pensei que você não queria quando te perguntei semanas atrás.
Sandra. — Bom, pensei bastante e acho que mudei de ideia... Aliás, Seu Joel quer mais material, cê pode ir comprar pra gente ir adiantando a obra?...
Ei.⸻ Claro, amor... Mas e você?, não vai se trocar não?
Sandra.⸻ Ai, amor, não seja bobinho, acordei tarde, além disso vou tomar meu café. Ou o quê? Cê acha que o Seu Joel vai me comer?... É brincadeira...
Com uma risada, diante dessa "brincadeira de mau gosto", saí com a lista, tudo longe daquele lugar, enquanto colava meu ouvido na porta, consegui ouvir as vozes deles assim que fechei.
Sandra. — Seu Joel já se vingou, já foi embora...
Dom Joel.⸻ Uff, pensei que não ia embora, que merda ele ter folga logo hoje.
Sandra. — Não se preocupa se foi comprar todas essas coisas, agora vem, vamos pro meu quarto, quero fazer seus bebês, hoje é um bom dia...
Riram enquanto subiam, e não demorou muito para ouvir o primeiro gemido até a rua, sabia então que os vizinhos estavam sabendo...
Mas essa é outra história...

Isso é tudo por hoje... Mas, o que vocês querem pra próxima?, que minha namorada Sandra tem muita coisa pra contar...
O açougueiro, o motoqueiro enjoado do bairro, o dono do mercadinho, o caseiro... Todos já deram uma mordida naquela bucetona.
6 comentários - El albañil se roba a mi novia (Pt. 2)
van 10