Vizinha Gostosa 3

Sou bem organizada, sempre sei onde cada coisa tá na minha casa, por isso não foi difícil achar o que eu procurava. Na porta do guarda-roupa, lá embaixo, tinha uma caixinha pequena e dentro dela um nécessaire. Tinha umas paradas que usei pela última vez quando ainda tava com meu ex, depois disso ficaram esquecidas, até aquela noite. Tirei o pó de um consolo/vibrador que eu tinha, do tamanho de um pau normal, nada exagerado, e dava conta do recado muito bem. Além disso, tinha outras coisas que talvez um dia eu conte.

Peguei ele animada e, num pulo, já estava deitada de barriga pra cima na cama, abri as pernas, puxei a tanga pra o lado e passei um pouco de saliva na minha buceta. Mas a decepção foi enorme, claro. Na hora do tesão, não me liguei que ele tava guardado há muito tempo e já não funcionava mais. Abri pra trocar as pilhas, mas também não ia adiantar — tava todo corroído por dentro. "Não serve mais." E, mesmo que desse pra usar ele normal, como um pau, eu tava morrendo de vontade de usar o vibrador. Guardei ele de novo e tive que voltar pro jeito mais primitivo de me satisfazer: me masturbar com os dedos e saliva, até meus próprios fluidos fazerem o papel de lubrificante.

A realidade me fez pensar nos caras de novo, tava morrendo de tesão com essa fantasia, mas o fato de não poder me tocar como queria fez o orgasmo ser bom pra acalmar a minha calentura, mas não o suficiente pra me deixar totalmente satisfeita. No dia seguinte, queria resolver isso de qualquer jeito, e de primeira hora se possível — e foi o que fiz. Fui num shopping que fica a meia hora da minha casa e entrei num sexshop que eu conhecia. É meio escondido, então é um lugar excelente pra ir se você, como eu, tem um pouco de vergonha de comprar nesses lugares. Tinha muito mais coisas do que há 3 ou 4 anos, quando fui pela última vez com meu ex, e essas novas fantasias que eu tava tendo me fizeram levar várias paradas de lá, mesmo tendo ficado com vontade de pegar mais.

Fiz um monte de coisas o dia inteiro, pensando que naquela mesma noite eu ia estrear alguma coisa, algo que tinha me faltado na noite anterior. Quando a tarde-noite chegou de novo, ouvi meus novos amigos rindo e conversando, eu tinha que ir pegar minha toalha e a tanga que deixei pendurada, já estava mordendo os lábios pensando no que podia fazer pra esquentar eles um pouco mais, e isso também me esquentava pra cumprir minha missão naquela noite. Mas dei o azar de receber uma ligação inesperada que ia fuder meus planos sem dúvida nenhuma: meu melhor amigo Federico e minha melhor amiga Luana estavam a caminho da minha casa sem avisar. Nunca me incomoda quando eles fazem isso, mas logo hoje à noite também? Parecia que eu tava destinada a nunca ficar satisfeita sexualmente.

Fui pegar a toalha e a fio dental, troquei um salve com os caras. Perguntaram se eu tinha planos e se eu não tava convidada de novo pra ir com eles. Por que isso acontece comigo? Fiquei pensando. Claro que era muito melhor ficar sozinha em casa ou ir com eles. "Não posso hoje, galera, tenho uma visita inesperada", respondi. "Você não parece muito animada, mas se a gente for embora cedo, você tá convidada a aparecer." Agradeci e entrei. Tava separando a roupa pra tomar banho e olhando a sacola das coisas que tinha comprado naquele dia, cada vez mais desiludida.

A campainha tocou, eram meus amigos. Nem consegui tomar banho e minha noite parecia ir de mal a pior, mas atendi eles com cara boa. Pelo menos chegaram com comida e umas bebidas, a única coisa que faltava era ter que cozinhar pra eles. Mesmo ainda com aquela pulga atrás da orelha por causa do que eu tava pensando em fazer, a noite tava sendo boa, bem divertida. O Fede quis sair pra fumar no quintal. Como ainda dava pra ouvir os caras, falei "Vamos pro quintal dos fundos". Eles olhavam, tentando disfarçar, mas ligados ao mesmo tempo. A gente bateu um papo com o Fede e começou a rir. Eu exagerava um pouco mais nas risadas, virava de lado e dava pra ver eles pelo canto do olho.

Entramos, continuamos bebendo mais um pouco e eles foram embora. Voltei a sair pro quintal esperando vê-los, ainda estavam lá, talvez na expectativa de ver algo mais ou se eu quisesse ir. Fui andando direto até eles.

Eu: O que vocês tão fazendo? Já vão embora?
N: Depende, haha
Eu: De quê?
N: Se tu vier, a gente fica.

Não vi eles tomando nada há um tempinho.

Eu: Não tem mais nada pra beber?
D: Não, mas se você vier, a gente compra.
Eu: Não precisa, me abre a porta que eu tenho um bagulho pra carregar.

Não tava bêbada, mas o álcool já tinha dado uma leve brisa e eu tava meio alegrinha. Batemos um papo até que surgiu a pergunta que eu já esperava.

A: Esse cara é teu namorado?
Eu: Não haha, nada a ver.
D: Mas tão mexendo em alguma coisa, então?
Eu: Não, também não. Falei de um jeito suspeito pra deixar elas com a pulga atrás da orelha.
D: E aí?
Eu: Um amigo, só isso.
N: Como a gente ou outro tipo de amigos?
Eu: E aí, vocês tão com ciúmes, é? Haha
N: Um pouco capaz.
Eu: Por quê?
N: Por que ele é convidado pra sua casa, mas a gente não.
Eu: Querem que eu convide vocês pra minha casa? Pra quê?
A: Por que não? Se somos amigos, ele e ele podem ir.
Eu: Tão certos, logo vou convidar vocês então. Mas peçam licença, pra não levar bronca dos pais de vocês. Falei debochando, piscando um olho.

Eles queriam mais de mim e não sabiam como conseguir, além disso, eu sempre enfatizava que eles eram moleques e que os pais deles poderiam ficar putos comigo, afinal, eu tinha uns 10 anos a mais que eles. O que tenho que admitir é que eles tinham uma criatividade danada pra me fazer dar um jeito de deixar eles verem um pouco do meu corpo. Por exemplo, a gente tava sentado em roda no quintal e depois de beber, eles começaram a deixar a jarra no chão, isso me fazia me inclinar pra frente e eles terem uma visão melhor do decote da minha camiseta. Além de ter uma mesa atrás de mim e me pedirem pra pegar as garrafas do que a gente tava preparando pra beber, eu fazia tudo devagar pra dar o luxo deles encherem os olhos olhando pro meu corpo, e de vez em quando, de costas pra eles, eu levantava meu short legging que, por sinal, deixava minha bunda uma delícia.

Decidi encerrar o show da noite e ir embora, todo mundo disse que ia fazer o mesmo até eu falar que ia tomar um banho antes de dormir. Dei uma espiada pela janela, os 3 estavam de novo sentados feito estátua. A calcinha que eu tava usando naquela noite não era sexy nem tão pequena, então resolvi molhar outra que era bem menor, pra dar uma ajudinha pra eles naquela noite também.

Eu: Não iam dormir, não?
N: Sim, mas decidimos esperar um pouco até você terminar de tomar banho.
Eu: Por quê? Falei pendurando a tanga.

Não sabiam o que responder.

D: Porque cê tava meio doidona, só por precaução.
Eu: Kkkk sim, imagino que é por isso. Tchau, guris...

Me cumprimentaram, sei que incomoda chamá-los assim, eles querem ser homens. Deitei e comecei a me acariciar, mas o álcool foi mais forte que eu e acabei dormindo.

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