Quinta-feira... tava trabalhando em casa com umas fotos... a vizinha Maria, que é filha da Cláudia, a outra vizinha que me deu tanto trabalho, me liga. Maria: Gaby, como cê tá? Tanto tempo! É a Maria, filha da Cláudia. Eu: Oi, Mari, me conta, tanto tempo, fala aí. Maria: Olha, tô com uma emergência. Preciso buscar meu marido que foi preso. Não sei o que aconteceu, mas acabaram de me ligar pra eu ir vê-lo. Não quero levar o Brayan pra ver isso tudo, e nessa hora não tenho com quem deixar ele... Sei que você e minha mãe tiveram uma boa relação, e sinceramente, você é a única opção que tenho... Posso deixar o Brayan com você um tempinho até eu voltar? Desculpa, é uma emergência... Vou te pagar direitinho. Eu: Claro, Mari, óbvio, deixa ele aqui que eu cuido até você voltar... Resolve tranquila que a gente te espera aqui. Maria: Você é um amor, mil obrigada, me salvou. Já tô levando ele aí... A Maria veio em casa com o menino... Era adolescente, devia ter entre 15 e 17 anos, bem, não sei direito, mas também não liguei muito. A Maria entrou, deixou dinheiro pra eu dar comida pra ele e foi fazer umas compras. Voltei e falei pro Brayan se sentir à vontade... pra não ter vergonha, que eu conhecia ele desde bebê. Ele me perguntou se eu era homem antes, e eu disse que sim... mas que foi no passado... que agora sou toda mulher... A gente riu um pouco e pedi pra ele me tratar como se fosse tia dele. Depois de um tempinho conversando, o Brayan se soltou e me contou umas coisas... Eu escutava ele e rapidinho a gente se entendeu super bem. Enquanto eu fazia a comida, a Maria me ligou pra dizer que ia levar a noite toda pra resolver a papelada e perguntou se o filho podia dormir aqui. Falei que sim, que não tinha problema, que ela ficasse tranquila.
Eu: bom, sobrinho, pelo visto você vai ficar pra dormir, então fica de boa aí que agora a gente janta.
Brayan: fechou, tia, siiiim, tô muito à vontade aqui com você. Jantamos cedo e eu fiquei fazendo umas coisas. Brayan ficou com o celular na sala. Eu comecei a limpar e notei uma parada.

Sentia que o Brayan me olhava e ficava vermelho... eu não entendia por que ele ficava desconfortável e continuei.
Claro, eu tava com uma saia bem curtinha que deixava ver minha bunda toda empinada. O Brayan começou a ficar desconfortável, mas não parava de olhar. Eu: "Aconteceu algo, love?" Brayan: "Não, tia, não..." Eu: "Cê tá me olhando a rabeta?" Brayan: "Nãão, haha, desculpa, é que tá aparecendo tudo. Foi sem querer que eu olhei, me desculpa, tia." Eu: "Se minha roupa te incomoda, eu troco... é que em casa eu sou assim, sempre ando leve pra ficar confortável." Brayan: "Tá tudo bem, tia... não se preocupa comigo, continua com suas coisas..." Mas eu notei que ele tava tremendo, tanto que até deixou o celular cair. Eu: "Vem cá, vamos conversar.
Eu: "Então, conta pra tia o que que cê tem?"
Brayan: "Não, tia, sério, não tenho nada."
Eu: "Mas cê me olha e fica nervoso... te incomoda alguma coisa?"
Brayan: "Não, não, sério."
Eu: "Será que cê nunca ficou com uma mulher?"
Brayan: "Hahaha, não, tia... sou virgem, mas por favor não conta pra ninguém. Meus amigos acham que já transei, e nessa idade isso é muito importante."
Eu: "Não, amor, jamais falaria nada. Mas me diz, cê nunca espionou sua mãe?"
Brayan: "Hahaha, não, como é que cê pensa isso?"
Eu: "Fala... eu não conto nada, me conta. Cê tinha cara de ser bem punheteiro..."
Brayan: "Tá, mas promete que nunca vai contar nada... eu espiei ela umas vezes quando ela trocava de roupa... gosto de fuçar as calcinhas dela."
Eu: "E já cheirou a calcinha suja dela?"
Brayan: "Tiaaaaaa, hahaha, como é que cê pergunta isso?"
Eu: "Mas conta, bobinho."
Brayan: "Hehe, adoro cheirar ela, sim, hahaha, que vergonha."
Eu: "E cê se toca fazendo isso?"
Brayan: "Hahaha, tia... sim, óbvio, gozo nas calcinhas dela."
Eu: "Hahaha, eu sabia... cê é brabo... tudo bem também. Tem que experimentar coisas na sua idade. Eu lembro que cheirava as cuecas do meu pai e me masturbava pra caralho."
Brayan: "Hahaha, tiaaaa..."
Eu: "Tamo em confiança... uh, olha a hora que é... vamo pra cama."
Daí ele falou... eu fui pra cama. Brayan se deitou no sofá... depois de um tempo, Brayan entrou no meu quarto.
Bray: ah, desculpa tia.
Eu: de boa, fala aí.
Bray: não, é que vou vazar pra você trocar de roupa sossegada.
Eu: não, amor, sem problema. Você é tipo meu sobrinho, tem intimidade.
Bray: cê sempre dorme assim?
Eu: nãooo, eu durmo pelada kkkk mas você tá em casa e não quero te deixar sem graça.
Bray: que massa, tia, a gente ter essa intimidade. Queria te perguntar se eu também posso tirar a camiseta e a calça, tô morrendo de calor.
Eu: claroóó, não precisa ter vergonha. Cê é um bebê pra mim.

Bray: que genial tia.. mas nao fica com vergonha que eu to aqui... nao vou olhar, juro.
Eu: mas filho, olha tranquilo hahaha eu to acostumada a andar de fio dental com gente.. olha minha bunda de boa que nao vou falar nada.
Bray: valeu tia... tu tem uma raba boa haha desculpa.
Eu: hahaha ce é terrivel.. olha, sem problema. Mas nada de bater uma.
Bray: nao prometo nada tia hahahaha... O menino ja tava ficando duro. Até ali nao passou nada pela minha cabeça, mas no outro dia meu pensamento ia começar a mudar.
Acordo no outro dia e acordo o Brayan... tava de barriga pra cima com o pau todo duro. No começo achei fofo e acordei ele.
Bray: bom dia tia.
Eu: bom dia coração... to vendo que ce teve sonhos molhados ontem a noite... Além do pau duro, a cueca dele tava molhada... e ainda o moleque pegou na pica
O pau dele marcava demais...era impressionante o pau que o cara tinha...eu automaticamente fiquei toda molhada...tanto a bunda quanto a buceta. O modo puta ativou em mim. Brayan: nãoooo tia que vergonha. Meu Deus....não olha pra mim por favor. Saiu correndo pra se trocar. Eu: ai nene não fica mal...sabe as que já vi na minha vida...você é meu sobrinho. Bray: sim tia mas não daaa...sou um tarado desculpa. Eu: não seja bobinho. Além disso você olhou pra minha bunda ontem à noite...é a mesma coisa. Bray: não tia não é a mesma coisa. Eu: chega nene falamos que tava de boa...fica à vontade....que calor ontem à noite né? Bray: sim sim suei pra caramba. Eu: eu também suei pra caralho vou tomar um banho sabe. Bray: sim tia toma banho tranquila que vou pro quarto. Eu: já te falei que tamo de boa. Fica aqui e faz um mate. Eu comecei a tirar a roupa na frente dele.
Fiquei só de peito, mas o Bray não me viu porque tava na cozinha.
Lá vem o Brayan e me vê. Bray: uuui, desculpa tia, que atrevido eu sou. Eu: desculpa por quê? Vou tomar um banho.
Eu: Bray Love, me alcança a toalha e a calcinha que esqueci na mesa. O Brayan entra com os olhos tampados e quer largar as coisas ali... Eu peço pra ele entrar e me entregar. Ele se aproximou e me deu as coisas tremendo.
Bray: Toma, tia.
Eu: Ai, nene, não tapa os olhos não.
Bray: Não quero ver, tia.
Eu: Olha, idiota, não tem nada demais, eu não me ofendo.
Eu: Valeu, amor... essa calcinha fica bem em mim?
Brayan: Uff, sim, tia, muito bem. Brayan olhava com olho de tarado e eu saio com ele
Eu: Veste aí que a gente toma uns mates
Bray: Sim, tia, já tão prontos
Ah, gostosa, tomei um banho. Falei pra ele. Tomamos chimarrão, batemos papo. As conversas foram ficando cada vez mais profundas. Eu comecei a perguntar umas paradas pesadas e ele foi se soltando.
Com o passar das horas, consegui que ele ficasse só de cueca e sem camisa, assim eu podia ficar de olho naquele volume.
Ele tinha uma rola linda. Bem dura. Eu apagava ela, mas ele ficava com vergonha. Almoçamos (antes liguei pra mãe dele pra dizer que o menino tava bem e que ia ficar mais um dia, e ela aceitou) e falei pro Brayan que ia tirar uma soneca, e ele topou na hora. Aproveitei pra deitar e mostrar toda a minha bunda enorme.
Eu abri as pernas e deixei a porta aberta pra ele me ver toda, e foi isso mesmo... o cara começou a me olhar e eu ouvi ele batendo uma punheta. Me virei e ele guardou a pica e foi embora... não cheguei a ver a pica dele, mas fiquei com tesão e chamei ele pra me trazer um mate.
Se a tia tomar umas e me falar...
Eu: Valeu, amor, que soneca boa que eu tirei.
Brayan: É, tia... me desculpa te falar... seus peitos estão pra fora... dá pra ver tudo.
Eu: Ai, que atrevida que sou, hehe... é, quando eu levanto sempre escapa tudo hehe... mas tudo bem, você já viu os peitos da sua mãe, então é a mesma coisa.
Bray: Hehe, é tia, mas com você é diferente... não quero que pense que sou sem noção e conte pra mãe.
Eu: Isso nem louca. Além disso, te falei que estamos à vontade. Pode olhar pra sua tia que não vou falar nada. Vou tomar um banho de novo, tô com calor.
Eu: amor, pega a fio dental que tá na minha cama e a toalha. Dessa vez, o Brayan entrou de uma vez sem se cobrir e olhando pro meu corpo pelado.

Eu: Valeu, amor... lindo da tia.
Brayan: De nada, tia... viu, dessa vez não fiquei com vergonha.
Eu: Assim que eu gosto... que você se sinta à vontade com a tia. Toma, já que tá aqui, leva essa roupa pra lá.

Agora sim, sobrinho lindo... vamos tomar esses mates.
Brayan: sim tia, nossa... tia vai ficar vestida assim mesmo?
Eu: sim bebê, o que tem? me cubro se quiser... queria ficar assim pra você ir se acostumando com o corpo da mulher... assim no dia que você for estrear não fica nervoso.
Brayan: que tia compreensiva e gente boa. A gente senta pra tomar chimarrão. Eu fico quase nua e ele me conta que tinha muito medo de estrear e que não sabia como fazer.
Eu: calma, tranquilo, amor, eu vou te ajudar a perder o medo.

Eu parava toda hora pra ele me olhar e ficar de pau duro. No meio da conversa, percebi ele meio estranho.
Eu: O que foi, sobrinho? Te notei diferente.
Brayan: É que tia, tô sentindo umas dores lá embaixo.
Eu: No pinto? Deixa eu ver.
Brayan: Não, tia, nem louco.
Eu: Mas me mostra, idiota... você já me viu pelada... achei que a gente tivesse intimidade.
Brayan: Beleza, tia, mas não vai se ofender, hein.
Ele me mostra a cueca e tava com o pau tão duro que tava quase sufocando.
Eu: Mas, filho, olha como isso tá... assim não vai doer mesmo.
Brayan: É, tia, já sei, não devia te mostrar isso... deve ser os hormônios e de te ver pelada.
Eu: Solta ele agora, tira daí.
Brayan: Ah, não, tia, hahaha.
Eu: Me obedece... vai, solta ele.
Brayan: Ah, tá bom, mas só porque você pediu.
Parece que o cock do Brayan tava durasso... Eu: viu...seu amiguinho queria isso... Brayan: ai tia, que vergonha. Eu: não seja boba...quero que você fique à vontade em casa...igual eu. Brayan: sério mesmo, tia, não te incomoda? Eu: de jeito nenhum, você é meu sobrinho e quero que fique confortável... Aí passamos a tarde toda super quentes um com o outro. O Brayan ficou o tempo todo com o cock pra fora e sempre durinho. Não baixava por nada.
Apesar de tanta excitação, em nenhum momento a gente se tocou ou algo do tipo... aliás, refleti que, por mais que eu tivesse louca de tesão pelo pau dele, não era uma boa ideia avançar, já que ele era menor de idade e eu poderia ter problemas. Passou o dia e a gente foi dormir. Mandei ele pro sofá e fui pra cama.
Acordei tipo 2 da manhã... e perdi o sono. Me toquei, usei a palavra: buceta e ela tava molhada. Tava com tesão. Saí pra tomar um banho e o Brayan ainda tava acordado.
O pau continuava durasso. Eu me lambia. Eu: sobrinhooo, como é que tu tá com isso? Brayan: ai tia, não te escutei... desculpa, te acordei? Já vou guardar isso. Eu: haha não, bobo.. deixa ele solto.. mas não pode continuar assim... devia bater uma pra ele baixar. Brayan: tia, tenho vergonha de falar, mas já bati três e ele continua assim. Eu: menino, tu é demais... os hormônios tão à flor da pele... que inveja da sua próxima namorada. Bray: como assim, tia? Eu: não, nada, vou tomar um banho. Não consigo dormir. Bray: pego a toalha pra você? Eu: esse é meu sobrinho. Sim, sim, e a tanga rosa choque do primeiro gaveteiro. Brayan: já vou levar. Vou me enfiar no banho e de novo a mesma rotina.

Passo a fio dental suja pra ele. Ele me alcança a limpa e a toalha.


O mais gostoso desse último banho é que o sobrinho sempre se mostrou entrando no banheiro com a pica pra fora.
Eu: valeu, sobrinha... vou voltar pra cama... bate uma punheta, faz o que eu tô falando... assim você consegue dormir
Brayan: hahaha, beleza tia, descansa aí
Dessa vez me vesti bem puta e o sobrinho não parava de me olhar. Fui pra cama mas não consegui dormir... aquela pica dura tava na minha cabeça... não conseguia pensar em outra coisa que não fosse a pica.



Bati uma punheta gostosa e capotei até dormir...
Por mais que eu tentasse dormir, não consegui... aí levantei pra beber água. Olhei pro Brayan e ele já tava dormindo... cheguei perto pra ver de pertinho... puxei o lençol e o pau dele ainda tava duro.
Tava pegando ela... De repente ela acorda e me diz: tia, o que foi? Eu: só levantei pra beber água... continua dormindo. Vejo uma fio dental jogada no chão e pego ela, e quando toco, sinto ela molhada... olho bem e
Minha calcinha fio dental tava toda gozada... ele tinha batido uma punheta com ela... deixei a outra fio dental que tava usando do lado dele e fui pegar água... ouvi uns barulhos e saí pra ver o que era, e o Brayan tava gozando na minha outra fio dental...
Eu: Neném, o que cê tá fazendo?
Brayan: Nossa, tia, deixa eu explicar?
Eu: Me dá isso aqui, o que cê tá fazendo? Tava me fazendo de brava.
Brayan: Não, não, tia, posso explicar?
Eu: Me dá isso agora... Ele me deu a fio dental cheia de leite.
Eu: Cê acha isso certo?
Olha a fio dental toda cheia de porra. Brayan: foi mal tia, foi mal... sei que tenho um problema... tenho uma fantasia com fio dental... e os seus me deixam muito louco. Eu: muito mal, sobrinho, isso não se faz. Bray: é, já sei, foi mal, eu ferrei tudo. Eu: sabe o que vou fazer agora? Bray: sim, vai contar pra minha mãe. Eu: não... agora vou vestir o fio dental leitoso e vou deitar com toda sua porra na minha buceta. Bray: não tia, não... e se eu te engravidar? Eu: foda-se. Pra você aprender a lição... se eu engravidar, vai ser culpa sua.




Bray: não tia, nãooo, não faz isso, por favor
Eu: fica tranquilo, estúpido... não posso engravidar. Lembra que eu era homem, né?
Bray: ai tia, não me faz passar susto assim
Eu: jakakakan, como tu cagou de medo, hein? Olha, até murchou tudo
Brayan: do susto... meu deus, que horrível
Eu: tu é meio tontinho, hein... olha essa outra calcinha fio dental... toda cheia de porra essa... Vê se o gosto é do teu leite?

Mmmmmm deliciosa, falo enquanto tomo todo o cum da minha calcinha fétida (uma mistura de cheiro de cachaça, cu e buceta melada que me deixou louca). Brayan: ufff tia...olha como você me deixou.
A pica do Brayan endureceu de novo.
Eu: "Ah, neném, de novo sopa?"
Brayan: "Hehe, tia, sim, de novo, porra, que saco."
Eu: "Vou te ajudar pra você descansar tranquilo, mas tem que me prometer que não conta pra ninguém."
Brayan: "Não, tia, jamais... mas o que você vai fazer?"
Eu: "Acabar com a fera..."
Aí, na mesma hora, comecei a chupar a pica dele com tanta tesão que o Brayan se contorcia de prazer.
Chupei ela com tanta gostosura que acabou tudo na minha boca.
Engoli toda a porra e o moleque ficou doidão...olhei pro pau dele e ainda tava duro. Eu: não pode ser....ainda tá duro? Bray: sim tia, parece que nem sua boca gostosa dá conta. Eu: não vai me vencer não....vai ver Só Levei ele pro quarto e tirei a calcinha fio dental.

E agora, tia? — pergunta confuso.
Eu: Vai pegar sua pica e meter ali.
Bray: Tá de sacanagem?
Eu: Sim, sim, meu bem. É o único jeito de acalmar essa fera... Continua.
Eu: bom, sobrinho, pelo visto você vai ficar pra dormir, então fica de boa aí que agora a gente janta. Brayan: fechou, tia, siiiim, tô muito à vontade aqui com você. Jantamos cedo e eu fiquei fazendo umas coisas. Brayan ficou com o celular na sala. Eu comecei a limpar e notei uma parada.


Sentia que o Brayan me olhava e ficava vermelho... eu não entendia por que ele ficava desconfortável e continuei.
Claro, eu tava com uma saia bem curtinha que deixava ver minha bunda toda empinada. O Brayan começou a ficar desconfortável, mas não parava de olhar. Eu: "Aconteceu algo, love?" Brayan: "Não, tia, não..." Eu: "Cê tá me olhando a rabeta?" Brayan: "Nãão, haha, desculpa, é que tá aparecendo tudo. Foi sem querer que eu olhei, me desculpa, tia." Eu: "Se minha roupa te incomoda, eu troco... é que em casa eu sou assim, sempre ando leve pra ficar confortável." Brayan: "Tá tudo bem, tia... não se preocupa comigo, continua com suas coisas..." Mas eu notei que ele tava tremendo, tanto que até deixou o celular cair. Eu: "Vem cá, vamos conversar.
Eu: "Então, conta pra tia o que que cê tem?" Brayan: "Não, tia, sério, não tenho nada."
Eu: "Mas cê me olha e fica nervoso... te incomoda alguma coisa?"
Brayan: "Não, não, sério."
Eu: "Será que cê nunca ficou com uma mulher?"
Brayan: "Hahaha, não, tia... sou virgem, mas por favor não conta pra ninguém. Meus amigos acham que já transei, e nessa idade isso é muito importante."
Eu: "Não, amor, jamais falaria nada. Mas me diz, cê nunca espionou sua mãe?"
Brayan: "Hahaha, não, como é que cê pensa isso?"
Eu: "Fala... eu não conto nada, me conta. Cê tinha cara de ser bem punheteiro..."
Brayan: "Tá, mas promete que nunca vai contar nada... eu espiei ela umas vezes quando ela trocava de roupa... gosto de fuçar as calcinhas dela."
Eu: "E já cheirou a calcinha suja dela?"
Brayan: "Tiaaaaaa, hahaha, como é que cê pergunta isso?"
Eu: "Mas conta, bobinho."
Brayan: "Hehe, adoro cheirar ela, sim, hahaha, que vergonha."
Eu: "E cê se toca fazendo isso?"
Brayan: "Hahaha, tia... sim, óbvio, gozo nas calcinhas dela."
Eu: "Hahaha, eu sabia... cê é brabo... tudo bem também. Tem que experimentar coisas na sua idade. Eu lembro que cheirava as cuecas do meu pai e me masturbava pra caralho."
Brayan: "Hahaha, tiaaaa..."
Eu: "Tamo em confiança... uh, olha a hora que é... vamo pra cama."
Daí ele falou... eu fui pra cama. Brayan se deitou no sofá... depois de um tempo, Brayan entrou no meu quarto.

Bray: ah, desculpa tia. Eu: de boa, fala aí.
Bray: não, é que vou vazar pra você trocar de roupa sossegada.
Eu: não, amor, sem problema. Você é tipo meu sobrinho, tem intimidade.
Bray: cê sempre dorme assim?
Eu: nãooo, eu durmo pelada kkkk mas você tá em casa e não quero te deixar sem graça.
Bray: que massa, tia, a gente ter essa intimidade. Queria te perguntar se eu também posso tirar a camiseta e a calça, tô morrendo de calor.
Eu: claroóó, não precisa ter vergonha. Cê é um bebê pra mim.


Bray: que genial tia.. mas nao fica com vergonha que eu to aqui... nao vou olhar, juro. Eu: mas filho, olha tranquilo hahaha eu to acostumada a andar de fio dental com gente.. olha minha bunda de boa que nao vou falar nada.
Bray: valeu tia... tu tem uma raba boa haha desculpa.
Eu: hahaha ce é terrivel.. olha, sem problema. Mas nada de bater uma.
Bray: nao prometo nada tia hahahaha... O menino ja tava ficando duro. Até ali nao passou nada pela minha cabeça, mas no outro dia meu pensamento ia começar a mudar.
Acordo no outro dia e acordo o Brayan... tava de barriga pra cima com o pau todo duro. No começo achei fofo e acordei ele.
Bray: bom dia tia.
Eu: bom dia coração... to vendo que ce teve sonhos molhados ontem a noite... Além do pau duro, a cueca dele tava molhada... e ainda o moleque pegou na pica
O pau dele marcava demais...era impressionante o pau que o cara tinha...eu automaticamente fiquei toda molhada...tanto a bunda quanto a buceta. O modo puta ativou em mim. Brayan: nãoooo tia que vergonha. Meu Deus....não olha pra mim por favor. Saiu correndo pra se trocar. Eu: ai nene não fica mal...sabe as que já vi na minha vida...você é meu sobrinho. Bray: sim tia mas não daaa...sou um tarado desculpa. Eu: não seja bobinho. Além disso você olhou pra minha bunda ontem à noite...é a mesma coisa. Bray: não tia não é a mesma coisa. Eu: chega nene falamos que tava de boa...fica à vontade....que calor ontem à noite né? Bray: sim sim suei pra caramba. Eu: eu também suei pra caralho vou tomar um banho sabe. Bray: sim tia toma banho tranquila que vou pro quarto. Eu: já te falei que tamo de boa. Fica aqui e faz um mate. Eu comecei a tirar a roupa na frente dele.
Fiquei só de peito, mas o Bray não me viu porque tava na cozinha.
Lá vem o Brayan e me vê. Bray: uuui, desculpa tia, que atrevido eu sou. Eu: desculpa por quê? Vou tomar um banho.
Eu: Bray Love, me alcança a toalha e a calcinha que esqueci na mesa. O Brayan entra com os olhos tampados e quer largar as coisas ali... Eu peço pra ele entrar e me entregar. Ele se aproximou e me deu as coisas tremendo. Bray: Toma, tia.
Eu: Ai, nene, não tapa os olhos não.
Bray: Não quero ver, tia.
Eu: Olha, idiota, não tem nada demais, eu não me ofendo.
Eu: Valeu, amor... essa calcinha fica bem em mim? Brayan: Uff, sim, tia, muito bem. Brayan olhava com olho de tarado e eu saio com ele
Eu: Veste aí que a gente toma uns mates
Bray: Sim, tia, já tão prontos
Ah, gostosa, tomei um banho. Falei pra ele. Tomamos chimarrão, batemos papo. As conversas foram ficando cada vez mais profundas. Eu comecei a perguntar umas paradas pesadas e ele foi se soltando.
Com o passar das horas, consegui que ele ficasse só de cueca e sem camisa, assim eu podia ficar de olho naquele volume.
Ele tinha uma rola linda. Bem dura. Eu apagava ela, mas ele ficava com vergonha. Almoçamos (antes liguei pra mãe dele pra dizer que o menino tava bem e que ia ficar mais um dia, e ela aceitou) e falei pro Brayan que ia tirar uma soneca, e ele topou na hora. Aproveitei pra deitar e mostrar toda a minha bunda enorme.
Eu abri as pernas e deixei a porta aberta pra ele me ver toda, e foi isso mesmo... o cara começou a me olhar e eu ouvi ele batendo uma punheta. Me virei e ele guardou a pica e foi embora... não cheguei a ver a pica dele, mas fiquei com tesão e chamei ele pra me trazer um mate.
Se a tia tomar umas e me falar... Eu: Valeu, amor, que soneca boa que eu tirei.
Brayan: É, tia... me desculpa te falar... seus peitos estão pra fora... dá pra ver tudo.
Eu: Ai, que atrevida que sou, hehe... é, quando eu levanto sempre escapa tudo hehe... mas tudo bem, você já viu os peitos da sua mãe, então é a mesma coisa.
Bray: Hehe, é tia, mas com você é diferente... não quero que pense que sou sem noção e conte pra mãe.
Eu: Isso nem louca. Além disso, te falei que estamos à vontade. Pode olhar pra sua tia que não vou falar nada. Vou tomar um banho de novo, tô com calor.
Eu: amor, pega a fio dental que tá na minha cama e a toalha. Dessa vez, o Brayan entrou de uma vez sem se cobrir e olhando pro meu corpo pelado.

Eu: Valeu, amor... lindo da tia. Brayan: De nada, tia... viu, dessa vez não fiquei com vergonha.
Eu: Assim que eu gosto... que você se sinta à vontade com a tia. Toma, já que tá aqui, leva essa roupa pra lá.


Agora sim, sobrinho lindo... vamos tomar esses mates.
Brayan: sim tia, nossa... tia vai ficar vestida assim mesmo? Eu: sim bebê, o que tem? me cubro se quiser... queria ficar assim pra você ir se acostumando com o corpo da mulher... assim no dia que você for estrear não fica nervoso.
Brayan: que tia compreensiva e gente boa. A gente senta pra tomar chimarrão. Eu fico quase nua e ele me conta que tinha muito medo de estrear e que não sabia como fazer.
Eu: calma, tranquilo, amor, eu vou te ajudar a perder o medo.


Eu parava toda hora pra ele me olhar e ficar de pau duro. No meio da conversa, percebi ele meio estranho. Eu: O que foi, sobrinho? Te notei diferente.
Brayan: É que tia, tô sentindo umas dores lá embaixo.
Eu: No pinto? Deixa eu ver.
Brayan: Não, tia, nem louco.
Eu: Mas me mostra, idiota... você já me viu pelada... achei que a gente tivesse intimidade.
Brayan: Beleza, tia, mas não vai se ofender, hein.
Ele me mostra a cueca e tava com o pau tão duro que tava quase sufocando.
Eu: Mas, filho, olha como isso tá... assim não vai doer mesmo.
Brayan: É, tia, já sei, não devia te mostrar isso... deve ser os hormônios e de te ver pelada.
Eu: Solta ele agora, tira daí.
Brayan: Ah, não, tia, hahaha.
Eu: Me obedece... vai, solta ele.
Brayan: Ah, tá bom, mas só porque você pediu.
Parece que o cock do Brayan tava durasso... Eu: viu...seu amiguinho queria isso... Brayan: ai tia, que vergonha. Eu: não seja boba...quero que você fique à vontade em casa...igual eu. Brayan: sério mesmo, tia, não te incomoda? Eu: de jeito nenhum, você é meu sobrinho e quero que fique confortável... Aí passamos a tarde toda super quentes um com o outro. O Brayan ficou o tempo todo com o cock pra fora e sempre durinho. Não baixava por nada.
Apesar de tanta excitação, em nenhum momento a gente se tocou ou algo do tipo... aliás, refleti que, por mais que eu tivesse louca de tesão pelo pau dele, não era uma boa ideia avançar, já que ele era menor de idade e eu poderia ter problemas. Passou o dia e a gente foi dormir. Mandei ele pro sofá e fui pra cama.
Acordei tipo 2 da manhã... e perdi o sono. Me toquei, usei a palavra: buceta e ela tava molhada. Tava com tesão. Saí pra tomar um banho e o Brayan ainda tava acordado.
O pau continuava durasso. Eu me lambia. Eu: sobrinhooo, como é que tu tá com isso? Brayan: ai tia, não te escutei... desculpa, te acordei? Já vou guardar isso. Eu: haha não, bobo.. deixa ele solto.. mas não pode continuar assim... devia bater uma pra ele baixar. Brayan: tia, tenho vergonha de falar, mas já bati três e ele continua assim. Eu: menino, tu é demais... os hormônios tão à flor da pele... que inveja da sua próxima namorada. Bray: como assim, tia? Eu: não, nada, vou tomar um banho. Não consigo dormir. Bray: pego a toalha pra você? Eu: esse é meu sobrinho. Sim, sim, e a tanga rosa choque do primeiro gaveteiro. Brayan: já vou levar. Vou me enfiar no banho e de novo a mesma rotina.

Passo a fio dental suja pra ele. Ele me alcança a limpa e a toalha.


O mais gostoso desse último banho é que o sobrinho sempre se mostrou entrando no banheiro com a pica pra fora.
Eu: valeu, sobrinha... vou voltar pra cama... bate uma punheta, faz o que eu tô falando... assim você consegue dormir Brayan: hahaha, beleza tia, descansa aí

Dessa vez me vesti bem puta e o sobrinho não parava de me olhar. Fui pra cama mas não consegui dormir... aquela pica dura tava na minha cabeça... não conseguia pensar em outra coisa que não fosse a pica.



Bati uma punheta gostosa e capotei até dormir...
Por mais que eu tentasse dormir, não consegui... aí levantei pra beber água. Olhei pro Brayan e ele já tava dormindo... cheguei perto pra ver de pertinho... puxei o lençol e o pau dele ainda tava duro.
Tava pegando ela... De repente ela acorda e me diz: tia, o que foi? Eu: só levantei pra beber água... continua dormindo. Vejo uma fio dental jogada no chão e pego ela, e quando toco, sinto ela molhada... olho bem e
Minha calcinha fio dental tava toda gozada... ele tinha batido uma punheta com ela... deixei a outra fio dental que tava usando do lado dele e fui pegar água... ouvi uns barulhos e saí pra ver o que era, e o Brayan tava gozando na minha outra fio dental... Eu: Neném, o que cê tá fazendo?
Brayan: Nossa, tia, deixa eu explicar?
Eu: Me dá isso aqui, o que cê tá fazendo? Tava me fazendo de brava.
Brayan: Não, não, tia, posso explicar?
Eu: Me dá isso agora... Ele me deu a fio dental cheia de leite.
Eu: Cê acha isso certo?

Olha a fio dental toda cheia de porra. Brayan: foi mal tia, foi mal... sei que tenho um problema... tenho uma fantasia com fio dental... e os seus me deixam muito louco. Eu: muito mal, sobrinho, isso não se faz. Bray: é, já sei, foi mal, eu ferrei tudo. Eu: sabe o que vou fazer agora? Bray: sim, vai contar pra minha mãe. Eu: não... agora vou vestir o fio dental leitoso e vou deitar com toda sua porra na minha buceta. Bray: não tia, não... e se eu te engravidar? Eu: foda-se. Pra você aprender a lição... se eu engravidar, vai ser culpa sua.




Bray: não tia, nãooo, não faz isso, por favor Eu: fica tranquilo, estúpido... não posso engravidar. Lembra que eu era homem, né?
Bray: ai tia, não me faz passar susto assim
Eu: jakakakan, como tu cagou de medo, hein? Olha, até murchou tudo
Brayan: do susto... meu deus, que horrível
Eu: tu é meio tontinho, hein... olha essa outra calcinha fio dental... toda cheia de porra essa... Vê se o gosto é do teu leite?


Mmmmmm deliciosa, falo enquanto tomo todo o cum da minha calcinha fétida (uma mistura de cheiro de cachaça, cu e buceta melada que me deixou louca). Brayan: ufff tia...olha como você me deixou.
A pica do Brayan endureceu de novo. Eu: "Ah, neném, de novo sopa?"
Brayan: "Hehe, tia, sim, de novo, porra, que saco."
Eu: "Vou te ajudar pra você descansar tranquilo, mas tem que me prometer que não conta pra ninguém."
Brayan: "Não, tia, jamais... mas o que você vai fazer?"
Eu: "Acabar com a fera..."
Aí, na mesma hora, comecei a chupar a pica dele com tanta tesão que o Brayan se contorcia de prazer.
Chupei ela com tanta gostosura que acabou tudo na minha boca.
Engoli toda a porra e o moleque ficou doidão...olhei pro pau dele e ainda tava duro. Eu: não pode ser....ainda tá duro? Bray: sim tia, parece que nem sua boca gostosa dá conta. Eu: não vai me vencer não....vai ver Só Levei ele pro quarto e tirei a calcinha fio dental.

E agora, tia? — pergunta confuso. Eu: Vai pegar sua pica e meter ali.
Bray: Tá de sacanagem?
Eu: Sim, sim, meu bem. É o único jeito de acalmar essa fera... Continua.
2 comentários - Peguei o filho da vizinha