Não sabíamos o que fazer, ficamos paralisados, já debaixo das cobertas porque minha mãe nos cobriu com elas, nós três: meu pai na beirada, minha mãe atrás dele e eu atrás dela, com o pau murcho e encolhido de medo de ser descoberto. Meu pai me mataria na hora se soubesse.
Minha mãe virou as costas pra mim e se virou pro meu pai, mas antes disso ela me olhou e fez um sinal de "silêncio" e começou a falar com ele...
— Papai, já quer dormir?
— Mmghmmhhmm gasdormmdk ksidnd
Meu pai tava murmurando algo incompreensível por causa da bebida.
— É que eu tô com vontade, amor.
Disse minha mãezinha pegando na rola dele por cima da calça, não sei o que ela queria, fiquei com cara de WTF!!?
— Mmhmmh me deixa dormir gasrsp mhdgs
— Vai, meu rei, me dáaaa
Ela falou igual uma pirralha mimada, sério que não sabia o que ela queria e se queria que a gente não comesse ela?? Não, não acredito, ela nunca iria querer que ele descobrisse que eu tava comendo ela gostoso…
- vai, pai… ou pelo menos deixa eu chupar ela?
Que??? Não era pra ela nunca ter mamado na rola dele e que supostamente não gostava e agora tava pedindo? E comigo ali?? Atrás dela com a rola de fora… meu pai mal respondia.
- mhhmgts faz o que quiser, mulher mjg gaspdms
- e te incomodaria se eu ficasse de dedinho na buceta enquanto isso? Humm?
- gasstdnmf nãooo mshmhh
Minha mãe me olhou com um sorrisinho, eu não sabia o que ela estava tramando. Ela virou meu pai de barriga pra cima, abriu a calça dele e, do nada, puxou a rola pra fora. Me olhou de novo e falou cochichando no meu ouvido…
— Vem, meu filho, me dá por trás enquanto eu chupo ele, mas a gente se enfia debaixo das cobertas pra ele não ver. Não tem problema ele me ouvir gemer, porque foi por isso que eu falei pra ele que não se importava de eu dar o cu enquanto chupava ele… Vem, papai, vem.
Fiquei surpreso, ela sempre me surpreende mais!! A cabeça dela funciona demais quando tá com tesão… mas ela tava certa, não achei falha no plano dela. Nós dois debaixo das cobertas, ela deitada de lado, um pouco inclinada até a rola dele, chupando gostoso, enquanto eu atrás dela, deitado de lado também, colado nas costas dela, metendo por baixo das cobertas. Era perfeito, tesudo, safado, arriscado, mas perfeito.
Nos acomodamos, tava calor debaixo das cobertas, meu pau ficou duro depois que ela me contou o plano, me excitava o tesão que seria com meu pai ali. Ela começou a chupar…
—Mmmmh, amorzinho, mgmgmmggggh mgmggg
Ela fazia movimentos de pescoço rápidos e fortes, pra cima e pra baixo, pra cima e pra baixo… Eu procurava o buraco da buceta dela com meu pau na mão, encontrei e fiquei esfregando entre os lábios, molhando e como que bicando, passando ao longo da racha, assim com as pernas juntinhas deitada de lado, ela não queria separar porque sentia gostoso como eu apertava o pau com elas e com a bunda grande dela…
-mmmmmhggghhm mmgghh aaggh aaaaaghh ayy buceta que vergonha
Eu não falava nada, não podia falar nada senão meu pai me ouviria, mesmo estando perdido no sono, não queria arriscar.
Coloquei na entrada da buceta e fui enfiando devagarinho, era um momento muito morbidão, queria fazer devagar e sem pressa, a buceta dela tava quentíssima e molhada, enfiei fundo…
- mmmhh aaaaaaaah haay meu deus… ela tirou a pica da boca e falou isso quando eu enfiei.
- siiiim, papaiii
Eu ia enfiando até as carnes dela baterem na minha barriga, tava toda dentro, sentia ela me apertando com a buceta, uns espasmos gostosos… ela continuava chupando.
- mmhggm mgggh gghg mmmghghg agghh aaahh
Passei meu braço esquerdo por baixo dela e o direito coloquei sobre seus quadris, apertando-a, e comecei o vai e vem lentamente, devagar… entrando… saindoooo… entrandoooo… saindooo
— Mmmhhhh aaaahhhh aaaaahhh que gostosoooo. Ela dizia sem vergonha, sem medo de ser ouvida.
— Aaaiii que pau você tem, papacito. Falava alto, como se estivesse dizendo pro meu pai, mas era pra mim, na real, que ela tava falando.
Comecei a acelerar o ritmo, segurando ela firme pela cintura. Debaixo das cobertas, o calor era tremendo. Comecei a sentir o suor escorrendo pela minha testa, caindo nos meus olhos. Com a mão, eu me limpava, sentia as costas dela suadas, também estava pelando de quente.
— Mmmhhh aaahhh que puta eu sou… que puta eu sooou aaahhh simmm assimmm assimmm
Eu metia forte com tudo que eu tinha PLAFF PLAFF PLAFF PLAFFF PLAFFF, começava a ecoar o barulho do choque das bundonas dela no meu púbis, estávamos suados, sentia as pernas dela suando, as costas, a bunda, a buceta dela escorrendo mel, meu pau entrando nela freneticamente, ela chupando o pau do meu pai pela primeira vez, com luxúria e devoção, apertando com os lábios, sugando tudo, subindo e descendo a cabeça, de vez em quando tirava da boca pra gemer como uma puta, pra gemer com gosto por causa da foda que eu tava dando nela, naquele momento tão tarado que nunca foi planejado, era como uma culminação de quão depravada era nossa relação, nunca imaginei algo assim, foder minha santa, limpinha, gostosona, bunduda, pernuda, tesuda, puta mãe
- Mmmmmh mmh aaaaah siiiiiii que dedinhos gostosos mmmmmmmhh
Isso eu dizia pra continuar a trama dela se dedando sozinha, que era incoerente porque a cama rangia pra caralho, a cabeceira batia na parede, era ilógico pensar que ela tava sozinha enfiando os dedos. Mas enfim, meu pai nem percebeu, perdido no sono… minha mãe repetindo sem parar…
- que puta que eu sou aaaaiiiiiii sim siiiii deusssss que vadiazinha ayyyyyy minha vida, mas só contigo, puta, me dá maaaiiisss
Eu não via meu rosto, mas com certeza tava de esforço porque puta merda, se eu tava me esforçando, minha barriga começava a arder de tanto bater a bunda da minha mãe…
- aaaaaaah sim siiiiim vai fundo mmmmgghh bate forte na mamãe, filhinho… mmmmmh tudo pra dentroaaa nada pra fora aaaaaah mmmghh ggghh. E voltava a chupar o pau.
Eu já tava quase gozando, sentia as bolas duras, tava muito perto… tirei minha mão da cintura dela e com a mesma comecei a dar tapas violentos na bunda dela enquanto metia pra dentro e pra fora, pra dentro e pra fora… PLAFF!!! Uma… depois outra PLAAFF eu dava forte, ela não reclamava, pelo contrário, a cada tapa vinha um gemido de prazer dela…
PLAFFF
-mhhhhhmm
PLAFFF
-aaaahhh siiiii
PLAFFF
-aaaah me mata, bebê!!
PLAFFF PLAFFFF
-aaahh já tô quase, já tô quase…..assimmmmm
Já tinha soltado a pica do meu pai, que tava meio murcha, acho que por causa do álcool. Agora eu tava era tomando vara e palmada…..
-aiiiiiii buceta assimmm assimmm siiiiii
-Já tô quase gozando, mamãe!! Escapou da minha boca sem querer.
-Mais fundo, enfia mais fundo! Ela pedia.
Eu já tava no êxtase, ela também, arqueava as costas, se curvando pra me oferecer a raba, ela mesma empurrava pra trás, a gente suava pra caralho……
-Não para!! Me dá mais forteeee aaah já tô quase gozando, minha vida!!
Ela falava isso rebolando a bunda, me puxando pra ela com o braço pra trás. O marido dela, meu pai, a gente já tava nem aí, era sexo bruto e puro…pica e buceta.
-não para não, filhinho da minha almaaaa aaaiiiiiiii jáaaaa jáaaaaaaaa huuuuuuuummmmmmm siiiiiiii
Ela se contorcia num orgasmo violento, eu também gozei, não dava mais pra segurar……
-aaaaaahh putaaaaaaaaaa mmmmmmm
1……
2…….
3…….
4…….
5 jorros saíram de mim, tudo batendo na buceta dela e nas contrações, ela tremia e ficava tensa, minha mãe gemendo, mas como se abafasse o gemido, como se empurrasse pra dentro (quem já fez uma mulher gozar assim vai entender esse gemido)
Minha pica dava uns espasmos pequenos, uns tremeliques. Deixei dentro da buceta dela até murchar, a gente tava exausto e suando pra caralho!! Saímos de baixo das cobertas….
-uffff ar fresco……suspirei.
-aaaaaah meu rei, que delíciaaa
Meu pai? Apagadão (dormindo pra caralho) nem percebeu….
Fiquei na cama de barriga pra cima olhando pro teto, dei um suspiro fundo e já ia fechando os olho de cansaço e sono….
— Minha vida!! Você não pode ficar aqui, vai pro seu quarto, não pode amanhecer com a gente aqui.
— Me dá 5 minutinhos, maaa
— Nada, pai, anda, olha a hora, são 4:13 da manhã!!
— Ok, já vou, já vou.
Levantei tremendo e suando, pelado, peguei minha roupa. Minha mãe me acompanhou até a porta, no escuro pra meu pai não nos ver.
— Vai sair assim pelado mesmo?!
— Hehe, e daí? É só dois quartos daqui até o meu, mãe! Sem problema, além disso, todo mundo já tá nos seus aposentos.
— Tá bom, rápido, Dani, não quero que te vejam saindo daqui assim nu.
Ela abriu a porta, olhou pros dois lados, não tinha ninguém...
— Anda, é agora, sai!!
Quando saí, virei um pouquinho e falei...
— Valeu, mãe! Descansa!
— Não, valeu você, minha vida, que trepada você me deu, que piroca gostosa.
E demos um beijo gostoso devagar, como se estivéssemos saboreando nossos lábios. Ela mordeu levemente o meu e deu um puxão no lábio quando se separou... bem na hora passou uma senhora, uns 45 anos, bem gostosa, parecia que tava chegando no quarto dela, do lado do dos meus pais. Ela olhou pra mim e pra minha mãe, eu com minha roupa na mão, pelado na porta, e minha mãe com um lençol enrolado até os peitos, descabelada, vermelha, suando... o que será que a senhora pensou?
Ela sorriu pra gente com um olhar, me examinou de cima a baixo, olhou pra minha mãe e mexeu a sobrancelha como quem diz: "olha a safada, mas então cê curte os mais novinhos..." e entrou no quarto dela.
Nós não soubemos o que fazer, nos viramos um pro outro com cara de "já era" e eu vazei rápido dali, abri meu quarto e entrei. Fechei a porta e larguei minhas coisas na cama, do lado tava a da minha irmã, íamos dividir o quarto no hotel, camas separadas obviamente, ela já tava dormindo e tinha uma perna pra fora, deitada de lado, dava pra ver uma bunda. Já falei que ela também é rabuda, tem um rabo considerável e pelo que percebi, bem duro e carnudo, as pernas dela também, digamos que é igualzinha minha mãe mas com 18 anos, tava apontando pra ser uma verdadeira comedora de pica.
Eu tava besta com o espetáculo, de pé pelado com meu pau lá pra fora, que já começava a endurecer de tanto olhar pra ela, e nem percebi quando ela meio que acordou e entre uns sons consegui ouvir ela falando...
— O que cê tá fazendo aí parado? Vai dormir logo... — falou minha irmã, meio que abriu os olhos, com certeza me viu bem, deve ter visto que eu tava nu com o pau apontado pra ela, mas só falou isso e se ajeitou como se nada.
Eu me tampei com as mãos meu falo e falei...
— É, já vou, é que vou tomar um banho.
— Acabou de chegar? Ué, cadê você tava?
— Emm... — não soube o que responder.
— Vai dormir você que já é tarde... — foi a única coisa que saiu.
Fui pro banheiro, tomei um banho e saí com a toalha amarrada na cintura, sentei na beirada da cama, já ia me enfiar nas cobertas quando sinto nos pés (porque tava descalço) um pedaço de pano. Peguei com as mãos, acendi a luminária do criado-mudo do lado da cama e oh surpresa!!! Com as duas mãos estendi na frente do meu rosto uma fio dental!!! Cor lilás ou algo assim, era de renda, não era daquelas calcinhas fininhas, não... era daquelas que ainda têm pano...
Estendi ela e virei... não podia ser de ninguém além da minha irmã, que estava ali naquele momento dormindo. Era linda essa peça dela... desde quando ela usa isso? Pensei. Quem compra essas coisas pra ela? Ou quem dá? Pra que ela usa?
Já sei que ela tá crescendo, já tem 18, mas nunca imaginei minha irmã assim. Aliás, nunca parei pra olhar pra ela como até aquela noite. Não tinha reparado tanto naquelas bundas e pernas incríveis dela, que ela tem um peito um pouco maior que o da mamãe apesar da idade. Agora eu tava ali com ela do lado, na cama ao lado, provavelmente pelada ou pelo menos sem calcinha, porque eu tava com ela na mão. Por que ela tiraria? Tava se masturbando?
Senti uma umidade na peça, levei ela até o nariz...
- mmmmm!!!
Cheiro inconfundível daquele fluido de mulher. Não tava totalmente encharcada, também não vou mentir, tinha uma manchinha leve... será que ela tava com tesão agora há pouco? Por que ela tava? E a pergunta mais importante seria... não ligou de deixar a calcinha dela jogada ali do lado da minha cama, sabendo que eu poderia trombar com ela?
Não quis pensar mais nisso, então deixei ela no chão e me meti na minha cama. Também não dava pra bater mais uma (punheta) de novo, não sou um puta garanhão... tava cansado da trepada de um tempo atrás, já queria dormir ou pelo menos cochilar, porque já eram 5:24 da manhã.
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Já eram 10:30 da manhã e eu ainda não tinha levantado. A luz do sol que entrava pela janela me acordou. Minha irmã já não tava mais na cama. Levantei, me vesti e saí do quarto pra sala de café da manhã do hotel. Lá tava toda a minha família: meu pai, minha mãe, minha irmã e um tio e uma tia (casados) que também tinham ficado num quarto, segundo disseram porque ontem terminaram mal com as taças de vinho que tomaram com meu pai e não quiseram voltar pra casa ou dirigir assim.
- Bom dia. Falei.
- Oi, meu amor. Que sonho você tinha, hein dorminhoco!" Minha mãe disse sorrindo. Ela parecia jovial, alegre, sem estresse, contente…
"É, tava morto de cansado…"
"Pois de agora em diante você vai precisar de umas vitaminas ou algo assim, hein." Ela disse num tom de brincadeira, me olhando com um sorriso cúmplice…
"Ah, sobrinho, se você tá bem garotão, era pra ter toda a energia do mundo." Disse minha tia.
"Ha ha, nem fala nada, você já sabe no que os jovens gastam a energia hoje em dia." Disse minha mãe.
Não liguei muito e fui comer. Elas já tinham terminado, só estavam me esperando pra voltarmos juntos pra casa dos meus avós. Comecei a comer e de repente, na mesa ao lado, sentou a senhora que vimos ontem à noite quando saímos do quarto dos meus pais. Ela nos viu todos sentados ali tomando café da manhã juntos, olhou pra mim e pra minha mãe, arregalou os olhos como se estivesse surpresa e sorriu pra gente enquanto bebia o suco dela. Minha mãe e eu nos olhamos, e ela ficou nervosa. O que será que a senhora pensaria agora, nos vendo ali comendo juntos com toda a família? Sendo que horas antes ela nos viu se beijando gostoso, quase pelados — bom, eu pelado e ela com o lençol enrolado no corpo. Não sei o que a senhora pensaria, mas o tempo todo ela nos olhava de canto e sorria, dava pra ver que tava surpresa. Meu pai percebeu isso…
— Conhece ela, amor? Disse pra minha mãe.
— Humm, siiiim… bom, só conversei um pouquinho ontem enquanto voltava pro meu quarto, quando você ficou bebendo. Mentiu…
Meu pai não perguntou mais nada, e ela me olhava com cara de: “termina logo de tomar café pra gente vazar!!”
Terminei de comer, fomos todos juntos na caminhonete do meu tio de volta pra casa do meu avô. Eu ia sentado lá atrás, no banco comprido, com minha tia e minha mãe do lado, mas tava ouvindo música com meus fones, ou pelo menos parecia, porque não tava tocando nada. Sabia que minha mãe e minha tia iam conversar e queria saber sobre o quê…
— Que bom que você dormiu bem ontem, cunhadinha jijiji. Disse minha tia pra minha mãe, baixinho pra eu não ouvir, mas eu tava escutando.
— Hmm, por quê?? Disse minha mãe.
— Kkk se faz de sonsa, não deixou ninguém dormir no hotel inteiro, você passa! Esqueceu que a gente tava no quarto do lado? Fiquei ouvindo como batia e batia a cama na parede e seus gemidos kkk
— Aaah jiji desculpa!
— Tô brincando! Mas dava pra ouvir um barulho sim do seu quarto, hein, não sabia que mesmo bêbado como meu cunhado tava, ele aguentava tanto jijiji
— Kkkkk pois é, cê viu, acredite se quiser, hein, ele também precisa de uma ajudinha
— Ah, claro, mulher, pra você é fácil, com esse corpo que você tem, mesmo depois de ter tido seus filhos, levanta até defunto kkk
— Kkkk sei lá, talvez
— Claro, cunhada, eu até diria que seu filho sabe o quanto a mãe dele é gostosa, olha só as rabetas que você carrega!!
— Kkk ai, como assim, é meu filho, me respeita.
— Sim, mas isso não impede ele de olhar, mulher, falo isso porque tive uma colega de trabalho que me contava que tinha uns encontros com o filho dela, não que transassem, mas que rolavam umas situações safadas, tipo umas roçadas, uns apalpões, essas coisas, e isso deixava ela com tesão, e olha que ela não era nem metade do que você é, por isso tô te falando.
— Pois não sei, é incrível o que você me conta, mas conheço Pra Dany, ele me respeita e sei que vai continuar sendo assim.
Minha mãe não dava muita abertura pro assunto, meio que evitava.
Fim desse capítulo, teve mais coisa no caminho e na casa do avô, vou contar em outro capítulo. Valeu a todo mundo pelo apoio e pelos comentários pra mim e pra minha mãe, espero mais comentários!
Tem uma coisa que tá me deixando louco ultimamente… minha irmã!!! Por isso demorei tanto pra postar esse novo texto. Preciso contar pra vocês também o que rola com ela.
Minha mãe virou as costas pra mim e se virou pro meu pai, mas antes disso ela me olhou e fez um sinal de "silêncio" e começou a falar com ele...— Papai, já quer dormir?
— Mmghmmhhmm gasdormmdk ksidnd
Meu pai tava murmurando algo incompreensível por causa da bebida.
— É que eu tô com vontade, amor.
Disse minha mãezinha pegando na rola dele por cima da calça, não sei o que ela queria, fiquei com cara de WTF!!?
— Mmhmmh me deixa dormir gasrsp mhdgs
— Vai, meu rei, me dáaaa
Ela falou igual uma pirralha mimada, sério que não sabia o que ela queria e se queria que a gente não comesse ela?? Não, não acredito, ela nunca iria querer que ele descobrisse que eu tava comendo ela gostoso…- vai, pai… ou pelo menos deixa eu chupar ela?
Que??? Não era pra ela nunca ter mamado na rola dele e que supostamente não gostava e agora tava pedindo? E comigo ali?? Atrás dela com a rola de fora… meu pai mal respondia.
- mhhmgts faz o que quiser, mulher mjg gaspdms
- e te incomodaria se eu ficasse de dedinho na buceta enquanto isso? Humm?
- gasstdnmf nãooo mshmhh
Minha mãe me olhou com um sorrisinho, eu não sabia o que ela estava tramando. Ela virou meu pai de barriga pra cima, abriu a calça dele e, do nada, puxou a rola pra fora. Me olhou de novo e falou cochichando no meu ouvido…— Vem, meu filho, me dá por trás enquanto eu chupo ele, mas a gente se enfia debaixo das cobertas pra ele não ver. Não tem problema ele me ouvir gemer, porque foi por isso que eu falei pra ele que não se importava de eu dar o cu enquanto chupava ele… Vem, papai, vem.
Fiquei surpreso, ela sempre me surpreende mais!! A cabeça dela funciona demais quando tá com tesão… mas ela tava certa, não achei falha no plano dela. Nós dois debaixo das cobertas, ela deitada de lado, um pouco inclinada até a rola dele, chupando gostoso, enquanto eu atrás dela, deitado de lado também, colado nas costas dela, metendo por baixo das cobertas. Era perfeito, tesudo, safado, arriscado, mas perfeito.
Nos acomodamos, tava calor debaixo das cobertas, meu pau ficou duro depois que ela me contou o plano, me excitava o tesão que seria com meu pai ali. Ela começou a chupar…—Mmmmh, amorzinho, mgmgmmggggh mgmggg
Ela fazia movimentos de pescoço rápidos e fortes, pra cima e pra baixo, pra cima e pra baixo… Eu procurava o buraco da buceta dela com meu pau na mão, encontrei e fiquei esfregando entre os lábios, molhando e como que bicando, passando ao longo da racha, assim com as pernas juntinhas deitada de lado, ela não queria separar porque sentia gostoso como eu apertava o pau com elas e com a bunda grande dela…
-mmmmmhggghhm mmgghh aaggh aaaaaghh ayy buceta que vergonhaEu não falava nada, não podia falar nada senão meu pai me ouviria, mesmo estando perdido no sono, não queria arriscar.
Coloquei na entrada da buceta e fui enfiando devagarinho, era um momento muito morbidão, queria fazer devagar e sem pressa, a buceta dela tava quentíssima e molhada, enfiei fundo…
- mmmhh aaaaaaaah haay meu deus… ela tirou a pica da boca e falou isso quando eu enfiei. - siiiim, papaiii
Eu ia enfiando até as carnes dela baterem na minha barriga, tava toda dentro, sentia ela me apertando com a buceta, uns espasmos gostosos… ela continuava chupando.
- mmhggm mgggh gghg mmmghghg agghh aaahh
Passei meu braço esquerdo por baixo dela e o direito coloquei sobre seus quadris, apertando-a, e comecei o vai e vem lentamente, devagar… entrando… saindoooo… entrandoooo… saindooo— Mmmhhhh aaaahhhh aaaaahhh que gostosoooo. Ela dizia sem vergonha, sem medo de ser ouvida.
— Aaaiii que pau você tem, papacito. Falava alto, como se estivesse dizendo pro meu pai, mas era pra mim, na real, que ela tava falando.
Comecei a acelerar o ritmo, segurando ela firme pela cintura. Debaixo das cobertas, o calor era tremendo. Comecei a sentir o suor escorrendo pela minha testa, caindo nos meus olhos. Com a mão, eu me limpava, sentia as costas dela suadas, também estava pelando de quente.
— Mmmhhh aaahhh que puta eu sou… que puta eu sooou aaahhh simmm assimmm assimmm
Eu metia forte com tudo que eu tinha PLAFF PLAFF PLAFF PLAFFF PLAFFF, começava a ecoar o barulho do choque das bundonas dela no meu púbis, estávamos suados, sentia as pernas dela suando, as costas, a bunda, a buceta dela escorrendo mel, meu pau entrando nela freneticamente, ela chupando o pau do meu pai pela primeira vez, com luxúria e devoção, apertando com os lábios, sugando tudo, subindo e descendo a cabeça, de vez em quando tirava da boca pra gemer como uma puta, pra gemer com gosto por causa da foda que eu tava dando nela, naquele momento tão tarado que nunca foi planejado, era como uma culminação de quão depravada era nossa relação, nunca imaginei algo assim, foder minha santa, limpinha, gostosona, bunduda, pernuda, tesuda, puta mãe - Mmmmmh mmh aaaaah siiiiiii que dedinhos gostosos mmmmmmmhh
Isso eu dizia pra continuar a trama dela se dedando sozinha, que era incoerente porque a cama rangia pra caralho, a cabeceira batia na parede, era ilógico pensar que ela tava sozinha enfiando os dedos. Mas enfim, meu pai nem percebeu, perdido no sono… minha mãe repetindo sem parar…- que puta que eu sou aaaaiiiiiii sim siiiii deusssss que vadiazinha ayyyyyy minha vida, mas só contigo, puta, me dá maaaiiisss
Eu não via meu rosto, mas com certeza tava de esforço porque puta merda, se eu tava me esforçando, minha barriga começava a arder de tanto bater a bunda da minha mãe…
- aaaaaaah sim siiiiim vai fundo mmmmgghh bate forte na mamãe, filhinho… mmmmmh tudo pra dentroaaa nada pra fora aaaaaah mmmghh ggghh. E voltava a chupar o pau.
Eu já tava quase gozando, sentia as bolas duras, tava muito perto… tirei minha mão da cintura dela e com a mesma comecei a dar tapas violentos na bunda dela enquanto metia pra dentro e pra fora, pra dentro e pra fora… PLAFF!!! Uma… depois outra PLAAFF eu dava forte, ela não reclamava, pelo contrário, a cada tapa vinha um gemido de prazer dela…
PLAFFF -mhhhhhmm
PLAFFF
-aaaahhh siiiii
PLAFFF
-aaaah me mata, bebê!!
PLAFFF PLAFFFF
-aaahh já tô quase, já tô quase…..assimmmmm
Já tinha soltado a pica do meu pai, que tava meio murcha, acho que por causa do álcool. Agora eu tava era tomando vara e palmada…..
-aiiiiiii buceta assimmm assimmm siiiiii
-Já tô quase gozando, mamãe!! Escapou da minha boca sem querer.
-Mais fundo, enfia mais fundo! Ela pedia.
Eu já tava no êxtase, ela também, arqueava as costas, se curvando pra me oferecer a raba, ela mesma empurrava pra trás, a gente suava pra caralho……
-Não para!! Me dá mais forteeee aaah já tô quase gozando, minha vida!!
Ela falava isso rebolando a bunda, me puxando pra ela com o braço pra trás. O marido dela, meu pai, a gente já tava nem aí, era sexo bruto e puro…pica e buceta.
-não para não, filhinho da minha almaaaa aaaiiiiiiii jáaaaa jáaaaaaaaa huuuuuuuummmmmmm siiiiiiii
Ela se contorcia num orgasmo violento, eu também gozei, não dava mais pra segurar……
-aaaaaahh putaaaaaaaaaa mmmmmmm
1……
2…….
3…….
4…….
5 jorros saíram de mim, tudo batendo na buceta dela e nas contrações, ela tremia e ficava tensa, minha mãe gemendo, mas como se abafasse o gemido, como se empurrasse pra dentro (quem já fez uma mulher gozar assim vai entender esse gemido)
Minha pica dava uns espasmos pequenos, uns tremeliques. Deixei dentro da buceta dela até murchar, a gente tava exausto e suando pra caralho!! Saímos de baixo das cobertas….
-uffff ar fresco……suspirei.
-aaaaaah meu rei, que delíciaaa
Meu pai? Apagadão (dormindo pra caralho) nem percebeu….
Fiquei na cama de barriga pra cima olhando pro teto, dei um suspiro fundo e já ia fechando os olho de cansaço e sono….
— Minha vida!! Você não pode ficar aqui, vai pro seu quarto, não pode amanhecer com a gente aqui. — Me dá 5 minutinhos, maaa
— Nada, pai, anda, olha a hora, são 4:13 da manhã!!
— Ok, já vou, já vou.
Levantei tremendo e suando, pelado, peguei minha roupa. Minha mãe me acompanhou até a porta, no escuro pra meu pai não nos ver.
— Vai sair assim pelado mesmo?!
— Hehe, e daí? É só dois quartos daqui até o meu, mãe! Sem problema, além disso, todo mundo já tá nos seus aposentos.
— Tá bom, rápido, Dani, não quero que te vejam saindo daqui assim nu.
Ela abriu a porta, olhou pros dois lados, não tinha ninguém...
— Anda, é agora, sai!!
Quando saí, virei um pouquinho e falei...
— Valeu, mãe! Descansa!
— Não, valeu você, minha vida, que trepada você me deu, que piroca gostosa.
E demos um beijo gostoso devagar, como se estivéssemos saboreando nossos lábios. Ela mordeu levemente o meu e deu um puxão no lábio quando se separou... bem na hora passou uma senhora, uns 45 anos, bem gostosa, parecia que tava chegando no quarto dela, do lado do dos meus pais. Ela olhou pra mim e pra minha mãe, eu com minha roupa na mão, pelado na porta, e minha mãe com um lençol enrolado até os peitos, descabelada, vermelha, suando... o que será que a senhora pensou?
Ela sorriu pra gente com um olhar, me examinou de cima a baixo, olhou pra minha mãe e mexeu a sobrancelha como quem diz: "olha a safada, mas então cê curte os mais novinhos..." e entrou no quarto dela.
Nós não soubemos o que fazer, nos viramos um pro outro com cara de "já era" e eu vazei rápido dali, abri meu quarto e entrei. Fechei a porta e larguei minhas coisas na cama, do lado tava a da minha irmã, íamos dividir o quarto no hotel, camas separadas obviamente, ela já tava dormindo e tinha uma perna pra fora, deitada de lado, dava pra ver uma bunda. Já falei que ela também é rabuda, tem um rabo considerável e pelo que percebi, bem duro e carnudo, as pernas dela também, digamos que é igualzinha minha mãe mas com 18 anos, tava apontando pra ser uma verdadeira comedora de pica.Eu tava besta com o espetáculo, de pé pelado com meu pau lá pra fora, que já começava a endurecer de tanto olhar pra ela, e nem percebi quando ela meio que acordou e entre uns sons consegui ouvir ela falando...
— O que cê tá fazendo aí parado? Vai dormir logo... — falou minha irmã, meio que abriu os olhos, com certeza me viu bem, deve ter visto que eu tava nu com o pau apontado pra ela, mas só falou isso e se ajeitou como se nada.
Eu me tampei com as mãos meu falo e falei...
— É, já vou, é que vou tomar um banho.
— Acabou de chegar? Ué, cadê você tava?
— Emm... — não soube o que responder.
— Vai dormir você que já é tarde... — foi a única coisa que saiu.
Fui pro banheiro, tomei um banho e saí com a toalha amarrada na cintura, sentei na beirada da cama, já ia me enfiar nas cobertas quando sinto nos pés (porque tava descalço) um pedaço de pano. Peguei com as mãos, acendi a luminária do criado-mudo do lado da cama e oh surpresa!!! Com as duas mãos estendi na frente do meu rosto uma fio dental!!! Cor lilás ou algo assim, era de renda, não era daquelas calcinhas fininhas, não... era daquelas que ainda têm pano...
Estendi ela e virei... não podia ser de ninguém além da minha irmã, que estava ali naquele momento dormindo. Era linda essa peça dela... desde quando ela usa isso? Pensei. Quem compra essas coisas pra ela? Ou quem dá? Pra que ela usa?Já sei que ela tá crescendo, já tem 18, mas nunca imaginei minha irmã assim. Aliás, nunca parei pra olhar pra ela como até aquela noite. Não tinha reparado tanto naquelas bundas e pernas incríveis dela, que ela tem um peito um pouco maior que o da mamãe apesar da idade. Agora eu tava ali com ela do lado, na cama ao lado, provavelmente pelada ou pelo menos sem calcinha, porque eu tava com ela na mão. Por que ela tiraria? Tava se masturbando?
Senti uma umidade na peça, levei ela até o nariz...
- mmmmm!!!
Cheiro inconfundível daquele fluido de mulher. Não tava totalmente encharcada, também não vou mentir, tinha uma manchinha leve... será que ela tava com tesão agora há pouco? Por que ela tava? E a pergunta mais importante seria... não ligou de deixar a calcinha dela jogada ali do lado da minha cama, sabendo que eu poderia trombar com ela?
Não quis pensar mais nisso, então deixei ela no chão e me meti na minha cama. Também não dava pra bater mais uma (punheta) de novo, não sou um puta garanhão... tava cansado da trepada de um tempo atrás, já queria dormir ou pelo menos cochilar, porque já eram 5:24 da manhã.
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Já eram 10:30 da manhã e eu ainda não tinha levantado. A luz do sol que entrava pela janela me acordou. Minha irmã já não tava mais na cama. Levantei, me vesti e saí do quarto pra sala de café da manhã do hotel. Lá tava toda a minha família: meu pai, minha mãe, minha irmã e um tio e uma tia (casados) que também tinham ficado num quarto, segundo disseram porque ontem terminaram mal com as taças de vinho que tomaram com meu pai e não quiseram voltar pra casa ou dirigir assim.
- Bom dia. Falei.
- Oi, meu amor. Que sonho você tinha, hein dorminhoco!" Minha mãe disse sorrindo. Ela parecia jovial, alegre, sem estresse, contente…
"É, tava morto de cansado…"
"Pois de agora em diante você vai precisar de umas vitaminas ou algo assim, hein." Ela disse num tom de brincadeira, me olhando com um sorriso cúmplice…
"Ah, sobrinho, se você tá bem garotão, era pra ter toda a energia do mundo." Disse minha tia.
"Ha ha, nem fala nada, você já sabe no que os jovens gastam a energia hoje em dia." Disse minha mãe.
Não liguei muito e fui comer. Elas já tinham terminado, só estavam me esperando pra voltarmos juntos pra casa dos meus avós. Comecei a comer e de repente, na mesa ao lado, sentou a senhora que vimos ontem à noite quando saímos do quarto dos meus pais. Ela nos viu todos sentados ali tomando café da manhã juntos, olhou pra mim e pra minha mãe, arregalou os olhos como se estivesse surpresa e sorriu pra gente enquanto bebia o suco dela. Minha mãe e eu nos olhamos, e ela ficou nervosa. O que será que a senhora pensaria agora, nos vendo ali comendo juntos com toda a família? Sendo que horas antes ela nos viu se beijando gostoso, quase pelados — bom, eu pelado e ela com o lençol enrolado no corpo. Não sei o que a senhora pensaria, mas o tempo todo ela nos olhava de canto e sorria, dava pra ver que tava surpresa. Meu pai percebeu isso…
— Conhece ela, amor? Disse pra minha mãe. — Humm, siiiim… bom, só conversei um pouquinho ontem enquanto voltava pro meu quarto, quando você ficou bebendo. Mentiu…
Meu pai não perguntou mais nada, e ela me olhava com cara de: “termina logo de tomar café pra gente vazar!!”
Terminei de comer, fomos todos juntos na caminhonete do meu tio de volta pra casa do meu avô. Eu ia sentado lá atrás, no banco comprido, com minha tia e minha mãe do lado, mas tava ouvindo música com meus fones, ou pelo menos parecia, porque não tava tocando nada. Sabia que minha mãe e minha tia iam conversar e queria saber sobre o quê…
— Que bom que você dormiu bem ontem, cunhadinha jijiji. Disse minha tia pra minha mãe, baixinho pra eu não ouvir, mas eu tava escutando.
— Hmm, por quê?? Disse minha mãe.
— Kkk se faz de sonsa, não deixou ninguém dormir no hotel inteiro, você passa! Esqueceu que a gente tava no quarto do lado? Fiquei ouvindo como batia e batia a cama na parede e seus gemidos kkk
— Aaah jiji desculpa!
— Tô brincando! Mas dava pra ouvir um barulho sim do seu quarto, hein, não sabia que mesmo bêbado como meu cunhado tava, ele aguentava tanto jijiji
— Kkkkk pois é, cê viu, acredite se quiser, hein, ele também precisa de uma ajudinha
— Ah, claro, mulher, pra você é fácil, com esse corpo que você tem, mesmo depois de ter tido seus filhos, levanta até defunto kkk
— Kkkk sei lá, talvez
— Claro, cunhada, eu até diria que seu filho sabe o quanto a mãe dele é gostosa, olha só as rabetas que você carrega!!
— Kkk ai, como assim, é meu filho, me respeita.
— Sim, mas isso não impede ele de olhar, mulher, falo isso porque tive uma colega de trabalho que me contava que tinha uns encontros com o filho dela, não que transassem, mas que rolavam umas situações safadas, tipo umas roçadas, uns apalpões, essas coisas, e isso deixava ela com tesão, e olha que ela não era nem metade do que você é, por isso tô te falando.
— Pois não sei, é incrível o que você me conta, mas conheço Pra Dany, ele me respeita e sei que vai continuar sendo assim.
Minha mãe não dava muita abertura pro assunto, meio que evitava.
Fim desse capítulo, teve mais coisa no caminho e na casa do avô, vou contar em outro capítulo. Valeu a todo mundo pelo apoio e pelos comentários pra mim e pra minha mãe, espero mais comentários!
Tem uma coisa que tá me deixando louco ultimamente… minha irmã!!! Por isso demorei tanto pra postar esse novo texto. Preciso contar pra vocês também o que rola com ela.
4 comentários - Dale Duro na Mamãe VI