Corrupción Divina - capitulo 2

Capítulo 2 – O assédio silencioso
Os dias seguintes foram um tormento delicioso pra Suly. Na segunda-feira à tarde, ela recebeu a primeira mensagem. Não sabia como o Ramón tinha conseguido o número dela, mas apareceu no WhatsApp dele como “Ramón Coroinha” com uma foto de perfil onde ele tava sem camisa, todo suado depois de um jogo de futebol.Corrupción Divina - capitulo 2**Ramón:**   Boa tarde, dona Suly 😈   Ainda tô pensando nas suas tetas marcadas naquele vestido cinza.   Já se molhou lembrando do que eu te falei no corredor? Suly leu a mensagem no escritório, sentada na mesa dela. Sentiu um calor imediato entre as pernas. Olhou em volta pra garantir que ninguém tava vendo e apagou o chat rapidinho, mas não bloqueou o número. Na terça, durante o ensaio dos coroinhas à tarde, Suly foi buscar o Andrés como quem "não quer nada". Ficou esperando do lado de fora da sacristia, vestindo uma blusa branca meio decotada e uma saia lápis preta que marcava a bunda dela. Ramón saiu primeiro, suado, com a batina aberta.mama—Boa tarde, dona Suly —disse em voz alta e respeitosa pra que o Andrés ouvisse lá de dentro—. Que bom te ver de novo. O Andrés já tá quase terminando. Depois, quando o filho dela entrou um instante pra guardar as velas, o Ramón se aproximou rápido dela, baixando a voz: —Cê tá mais gostosa que domingo… essa saia te faz parecer a secretária putinha que eu quero foder em cima da mesa dela. Olha nos meus olhos enquanto eu falo, pro Andrés não desconfiar. A Suly engoliu seco. O Ramón tava tão perto que ela conseguia sentir o cheiro dele. Os olhos dela desceram um segundo pros peitos dele e depois voltaram pro rosto dele bem na hora que o Andrés saiu. —Tudo pronto, mãe —disse o garoto. O Ramón sorriu inocente e deu um tapinha nas costas do Andrés. —Sua mãe é um exemplo, cara. Devia valorizar ela mais. Na quarta-feira à noite, a Suly tava em casa preparando o jantar quando o celular vibrou. O Paulo tava na sala vendo TV e o Andrés jogando no quarto dele. **Ramón:** Tô na igreja sozinho. Se cê viesse agora, eu levantava seu vestido, te colocava de joelhos e fazia você chupar minha pica até gozar nos seus dedos enquanto cê me mama. A Suly mordeu o lábio de baixo com força. A calcinha dela já tava molhada. Respondeu com as mãos tremendo: **Suly:** Ramón, pelo amor… sou uma mulher casada. Tenho filhos. Isso não pode continuar. A resposta chegou em menos de um minuto: **Ramón:** Por isso que cê me excita mais, mamacita. Quero comer a mãe respeitável do Andrés enquanto ele tá no outro quarto. Me manda uma foto dos seus peitos agora. Só uma. Juro que ninguém vai ficar sabendo. A Suly hesitou. Olhou pra sala onde o Paulo ria com um programa. Depois olhou pro corredor que levava ao quarto do Andrés. Com o coração batendo forte, entrou no banheiro de visitas, abaixou um pouco a blusa e o sutiã, e tirou uma foto rápida dos peitos grandes nus, com os mamilos já duros. Mandou sem texto.milfA resposta de Ramón foi imediata:
**Ramón:**   Porra… que peitos perfeitos.   Tô batendo uma pensando em enfiar o pau no meio deles.   Amanhã vou aí no teu escritório. Fala pro Andrés não vir no ensaio.   Quero te ver sozinha.

Na quinta de manhã, Suly chegou no escritório de arquitetura mais nervosa do que nunca. Tinha passado a noite quase sem dormir, com a mensagem do Ramón e a foto dos próprios peitos queimando na cabeça. Paulo tinha saído cedo pra trabalhar e Andrés tinha combinado de ir direto pra escola, então ninguém tava com ela. Às 10h30, recebeu uma mensagem:
**Ramón:**   Já tô indo pro teu escritório.   Fala pro teu chefe que você precisa ir no banheiro ou algo assim. Te espero no corredor dos fundos em 15 minutos. Não me faz esperar, gostosa.

Suly sentiu um nó no estômago e um calor traiçoeiro entre as pernas. Quinze minutos depois, com o coração batendo forte, levantou da mesa, ajeitou a blusa branca justa e a saia cinza lápis, e saiu pro corredor dos fundos do prédio, onde tinha um banheiro de funcionários pouco usado e um pequeno depósito. Ramón já tava lá. Vestido com jeans escuro e uma camiseta preta colada, parecia ainda mais perigoso fora do contexto da igreja. Assim que viu Suly, os olhos dele escureceram de tesão. Sem dizer uma palavra, pegou ela pelo braço e meteu ela rapidinho no banheiro dos funcionários, trancando a porta atrás deles. O espaço era pequeno e apertado. Mal cabiam os dois.

— Ramón… isso é loucura — sussurrou Suly, mas a voz tremia de excitação mais do que de medo.

— Cala a boca — ele rosnou, empurrando ela de leve contra a parede —. Faz dias que tô imaginando isso.

Sem perder tempo, Ramón baixou a cabeça e atacou os peitos dela. Abriu a blusa dela de uma vez, fazendo um botão voar, e puxou o sutiã pra baixo com força. Os peitões dela pularam livres, pesados e macios. Ramón soltou um gemido baixo e se jogou pra chupar eles com fome. A boca quente dele envolveu um mamilo, sugando forte enquanto a língua rodeava e mordiscava. Com a outra mão, amassava o outro peito, apertando e beliscando o mamilo entre os dedos. Suly abafou um gemido, arqueando as costas. Suas mãos trêmulas desceram até a calça de Ramón. Desabotoou e abaixou o zíper com pressa. Quando enfiou a mão dentro, encontrou o pau já duro, grosso e pulsando. Era maior do que esperava para um garoto de 16 anos. Puxou para fora e começou a bater uma para ele com movimentos desajeitados mas ansiosos, deslizando a mão macia para cima e para baixo no tronco quente. —Porra… que peitos gostosos —murmurou Ramón contra a pele dela, trocando de peito. Chupava com força, deixando marcas vermelhas ao redor dos mamilos enquanto sugava como se quisesse engoli-los—. Olha só… a mãe respeitável do Andrés batendo uma pra mim no banheiro do trabalho dela. Que puta gostosa você é, Suly. Suly ofegava, movendo a mão mais rápido. Sentia o pau de Ramón inchar e pulsar na palma dela. O som molhado da boca dele devorando os peitos dela enchia o banheiro pequeno. Ramón enfiou uma mão por baixo da saia dela, afastou a calcinha molhada e meteu dois dedos de uma vez na buceta encharcada, fodendo ela com eles enquanto continuava chupando e mordendo os peitos dela. —Mais rápido… aperta meu pau —ordenou contra o mamilo dela. Suly obedeceu, batendo uma para ele com desespero. Os peitos dela balançavam a cada movimento da mão dele dentro dela. Ramón grunhia, sugando mais forte, deixando os peitos dela brilhando de saliva e com chupões visíveis. De repente, Ramón se tensou. O pau dele pulsou violentamente na mão de Suly. —Vou gozar… —avisou com voz rouca. Suly não parou. Continuou puxando o pau dele com força enquanto Ramón enterrava o rosto entre os peitos dela, chupando com violência. Com um gemido abafado, Ramón gozou forte. Jatos quentes e grossos de porra saíram disparados, respingando na barriga de Suly, nos peitos dela e na saia cinza. Algumas gotas caíram no chão do banheiro.maeRamón continuou chupando os bicos dela por mais uns segundos, tremendo do orgasmo, enquanto Suly sentia a própria buceta se contraindo em volta dos dedos dele, quase gozando mas sem conseguir. Quando finalmente se separaram, Ramón olhou a bagunça: os peitos de Suly cobertos de porra, a blusa aberta, a saia manchada. Sorriu com aquela arrogância típica. —Que mão boa você tem, mamacita… —disse ofegante—. Da próxima vez vou encher sua buceta em vez dos peitos. Limpou a pica com papel higiênico, subiu a calça e deu um último aperto num dos peitos dela antes de abrir a porta. —Se limpa direitinho… e não troca de blusa. Quero que você passe o resto do dia cheirando minha porra. Saiu do banheiro como se nada tivesse acontecido, deixando Suly sozinha, tremendo, com os peitos doloridos de tanto chupar, a buceta molhada e a porra de Ramón escorrendo pela pele dela. Ela se olhou no espelho: uma mulher casada, mãe de família, com as marcas de um moleque de 16 anos por todo o corpo. E o pior… é que já queria mais. No resto da quinta-feira, Suly passou o dia com a blusa levemente manchada e o cheiro de porra de Ramón ainda impregnado na pele dela. Cada vez que mexia na cadeira, sentia os chupões nos peitos ardendo e a buceta pulsando de frustração, porque não tinha gozado no banheiro. Naquela mesma noite, já em casa, enquanto Paulo dormia profundamente ao lado dela e Andrés jogava videogame no quarto dele, o celular de Suly vibrou. **Ramón:**   Já limparam seus peitos ou você ainda tá cheirando minha porra?   Me manda uma foto agora mesmo de como ficaram os chupões. Suly hesitou só uns segundos. Levantou-se na ponta dos pés, foi ao banheiro do quarto e abaixou a blusa na frente do espelho. Os peitões dela estavam marcados: vários chupões vermelhos e roxos rodeavam os bicos inchados. Tirou uma foto nítida, com flash, e mandou sem texto. **Ramón:**   Porra… que delícia ver eles marcados assim.   Olha só você, mãe de família me mandando foto dos peitos. enquanto o marido dela dorme ao lado. Agora toca na sua buceta e me manda um vídeo curto. Suly mordeu o lábio. Sentou na tampa do vaso, levantou a saia, afastou a calcinha e começou a esfregar o clitóris inchado. Gravou um vídeo de 12 segundos: os dedos se movendo rápido, o som molhado da buceta e um gemido abafado no final. Mandou. A resposta chegou quase na hora: **Ramón:** Que putinha obediente. Olha só o que você me provoca. Mandou uma foto da rola dura, grossa, cheia de veias, tirada de cima. Tava na mão e dava pra ver brilhando de porra. Depois um vídeo curto: ele batendo uma com força, gemendo baixinho o nome dela "Suly… mamacita…". A troca ficou mais intensa nos dias seguintes. Sexta de manhã, no escritório: **Suly:** (foto dos peitos pra fora do decote da blusa no banheiro do trabalho) **Ramón:** (foto da rola dentro da calça marcando um volume enorme) "Isso é o que vou meter em você logo." Sábado à tarde, enquanto Suly tava no mercado com a Anai: **Ramón:** Quero te ver sozinha. Domingo depois da missa. Tem um motel discreto a 20 minutos do bairro. "Motel Paraíso". Quarto 12. Te espero às 2 da tarde. Não inventa desculpa. Suly leu a mensagem na fila do caixa. O coração tava a mil. Respondeu tremendo: **Suly:** Ramón… sou casada. Tenho filhos. Não posso fazer isso. **Ramón:** Já tá fazendo, mamacita. Já bateu uma pra mim, já mandou foto dos peitos e da buceta. Já gozou pensando em mim enquanto seu marido te comia (ou nem te fode direito, né?). Domingo você vai. Vai entrar naquele quarto, tirar toda a roupa e me deixar te comer do jeito que eu quiser. Porque nós dois sabemos que você tá morrendo de vontade. Naquela noite, já quase 1 da manhã, Suly não aguentou mais. Entrou no banheiro de novo, tirou toda a roupa e mandou uma foto de corpo inteiro: completamente nua, de óculos. Parada, de pé na frente do espelho, uma mão cobrindo mal a buceta depilada e a outra segurando o celular. Ela parecia vulnerável, excitada e envergonhada ao mesmo tempo.tabu**Suly:** Tá bom… Domingo às 2 da tarde. Motel Paraíso, quarto 12. Mas só dessa vez, Ramón. Só uma vez.

**Ramón:** Essa é a minha putinha. Vou arrebentar essa sua buceta, Suly López. Se prepara, porque depois desse domingo você não vai mais conseguir parar.

Ele mandou mais uma foto: a rola dura dele apontando direto pra câmera, com uma mensagem embaixo:

**Ramón:** Isso aqui é o que vai estar te esperando.

Suly ficou olhando a foto por um bom tempo, com os dedos entre as pernas, se tocando até gozar em silêncio enquanto imaginava tudo que aquele moleque ia fazer com ela. O domingo estava chegando… e com ele, a primeira vez que Suly López trairia completamente o casamento dela.igreja

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