Foder a 4 com minha amiga e os turros

Fiquei toda doida com a porrada de foda que o Kevin me deu, e não é pra menos, foi um trepadaço. No dia seguinte dessa foda monstra, eu tava toda dolorida, use the word: pussy. E claro, eu ainda era uma novinha pra alguns, mas uma novinha com mais pó que a rua suja e linda de terra onde a gente ainda mora. Mas o Kevin, como todo bandido vagabundo, tinha a cock muito grossa, muito comprida, me destruiu minha use the word: pussy de novinha putinha. Tava decidida a comer ele de novo. Pra minha sorte, minha amiga Rocio tinha se engraçado com um dos parças do Kevin. Andavam sempre juntos nessa gangue da esquina. Com minha amiga, a gente se conhece desde bebê, já andamos pra caralho pelas ruas da favela. Fomos criadas em vidas parecidas, e pra quem pergunta, sim, óbvio que eu cago num balde. Onde mais?

Passei uns dias na minha, ainda tinha o cheiro de leite que o Kevin tinha deixado dentro de mim. Sentia por toda a casinha. Uma das minhas irmãs perguntou que cheiro era aquele, eu, como sempre uma putinha sutil, tive que confessar: "a porra de um vagabundo que me destruiu a xereca". Bom, talvez não foi tão sutil assim, mas que me importa, pensei, que se foda e pare de encher o saco. A parada é que tanto eu quanto a Rocio queríamos fisgar nossos vagabundos. Tinha que amarrar eles, mas bem amarrados. A Rocio então organizou uma festinha na casa dela, uma juntada: nós duas, mais uma amiga e três vagabundos. O Kevin, o chifrudo da Rocio e mais um pra não deixar nossa outra amiga na mão. O que hoje seria um três contra três. Os caras aceitaram na hora, e marcamos pra uma quarta-feira, umas onze da noite. Eu e a Rocio arrasamos no guarda-roupa, queríamos ser as putinhas que iam deixar eles loucos. As duas escolhemos vestidinhos bem curtos. O meu, como boa putinha que sou, era o mais curto. Já andando, levantava e via tudo da bunda. Decotados os dois quase igual. E claro, dois detalhes essenciais na nossa missão de enlouquecer os bandidos, Umas tangas minúsculas, mal feitas, e toda maquiagem possível. A gente tinha um problema: não estávamos convencidas com nossas tangas, então usamos uma grana que a mãe da Rocio tinha deixado pra dar de comer pro irmãozinho dela e saímos correndo pra comprar tangas. O irmão? Que se foda, mais importante são nossas tanginhas. Acabamos achando umas divinas, eu uma vermelha e ela uma branca. Além disso, compramos mais duas cada uma, bem chamativas, bem slutty.

A parada é que quando terminamos de nos produzir, tava um fogo as duas. Aqueles vestidinhos ficaram pintados em nós e, só de sentar, já iam ver nossas tangas minúsculas. Os bandidos chegaram com várias garrafas pra beber, maconha e mais umas paradas. A gente, na hora, botou a caixa de som maior e que os vizinhos vão chupar bem minha buceta, eu ia fazer uma puta festa. Tava retumbando a casa inteira da Rocio. Os bandidos começaram a preparar os drinks e a gente, mostrando a bunda minúscula, falava besteira só pra provocar eles. Não sei nem como nem quando, mas eu já tava sentada no colo do Kevin e a Rocio no colo do macho dela. Duas meninas slutty ali provocando seus manos. Eu via como o Kevin não tirava os olhos do meu decote, os olhos iam longe, não conseguia disfarçar. Mas pior, rapidinho eu e minha amiga começamos a ficar bêbadas. Prontas pra tudo e sem ligar pra nada, levantamos de cima dos nossos caras e começamos a dançar, rebolando uma com a outra. Roçávamos nossas bundas e dávamos uns tapas na raba. Os caras tinham ficado doidos, tudo louco. Eu tava solta demais e falei pra minha amiga: "puta, beijo". Na hora, a gente se deu um selinho. Rapidinho os bandidos começaram a gritar, se gabando das suas minas. O auê que saía daquela casa, meu Deus, a rua inteira devia estar ouvindo. "Chupa a boca dela, meu amor", gritou o Kevin, se exibindo e agitando a cena. Não seria a primeira nem a última mina que eu beijava, então, sem pensar, cheguei perto da Rocio, fiquei coladinha, decote com decote, e... Chupei a boca dela. A gente se deu um beijo bem chetoso, gostoso, quente. Os caras tavam loucos, não aguentavam mais, explodindo. Gritavam, pulavam, se exibiam, a gente ali, bêbadas, se entregando à toa. Depois do beijo, a gente sentou de novo no colo dos nossos caras. Eu já senti a pica do Kevin dura pra caralho, uffff, fiquei doida. E olha que ele tava de jeans, todo bandido, mas dava pra sentir tudo. A gente se olhou com minha amiga e começamos a beijar nossos caras. O Kevin apertou forte meus peitos da bunda com a mão e me beijava que nem um titã. Eu, entre a bebedeira e a tesão que tava, já tava com a bucetinha encharcada. Aqueles beijos me deixavam louca e, pra provocar mais ainda, eu encostava meus peitos, aquele decote enorme, no peito dele, esfregava pra ele sentir.

Outro olhar cúmplice com minha amiga e a gente levantou, pegando na mão dos caras, levando eles pro quarto da mina. Os bandidos seguiram a gente sem tirar o olho da nossa bunda nem por um segundo. O Kevin, inclusive, me deu um tapa na bunda e falou: "como me deixa com tesão, filha da puta". Isso fez eu ficar mais molhada ainda e escorrer a pussy, sentia a calcinha encharcada. Quando entramos no quarto, vimos que a mina só tinha uma cama, mas isso pouco importava. Os caras ficaram parados, bem tesudos, enquanto a gente, duas putinhas, ajoelhamos pra abaixar a calça jeans deles. "Vamos ver quem chupa melhor", falamos eu e Rocío. As picas enormes deles ficaram na frente dos nossos olhos bêbados. Como bons bandidos e cachorros, eles tinham um pauzão do caralho, bem grosso, duro pra cacete. Deu água na boca das duas. Saiu de dentro de mim um "que putas que a gente é, amiga", enquanto a gente ria. Poucos segundos depois, as duas ao mesmo tempo começamos a chupar a pica dos nossos caras. A gente fez um boquete mas espetacular, as duas penduradas nas picas deles, passando a língua, fazendo um boquete bem babado, ensalivando a pica deles pra já depois de engasgar com as picas deles. Quando já estavam no ponto, os dois sentaram pelados na cama com os caralhos duríssimos. A gente, toda putinha, tirou a calcinha fio-dental e só levantou um pouco o vestido. Montamos em cima deles, bem juntinhas, cavalgando nossos bombados na mesma cama. Rapidinho, eu, que sempre fui a mais puta, fiquei tão tesuda que tirei o vestido. Fiquei só de buceta e peitos na frente da minha amiga, cavalgando meu bombado de quatro.

O quarto virou um mar de gritos, meus e da minha amiga, parecia competição pra ver quem gritava mais alto. Óbvio que as duas tavam dando sem camisinha, como tem que ser, sentindo essas cocks gostosas dentro da gente. Eu sentia que a buceta ficava vermelha, irritada de tanta porrada. Gritava igual louca, gemia, xingava tudo. Minha amiga, mais recatada e ainda de vestido, gritava, mas não tanto. Eu não tava nem aí. Tava ensopada e babando a cama inteira. No meio do fode-fode, com as duas cavalgando nossos bombados, demos outro beijão, bem putinhas. Língua com língua sem parar de cavalgar. "A delícia máxima", falamos rindo e continuando a cavalgar.

O Kevin foi o primeiro a gozar, me deu uma enxurrada de porra violenta, mas vazou tudo, encheu minha buceta de leite. Mas o chongo da minha amiga continuava metendo. Adorei como o Kevin me comeu, mas na minha cabeça pensei: "quero a pica do outro, dura mais...

4 comentários - Foder a 4 com minha amiga e os turros

y con la otra Qué pasó??
tuvo q escuchar nuestros gritos culeando jaja
No tuvieron algún susto de que no le venga a alguna?? Que ganas de llenar de leche a alguna así! Si queda queda!! Muy buenos tus relatos!