Capítulo 12 - Prima Ailed

 

Capítulo 12 - Prima AiledSou um dos primos mais velhos, pra ser exato somos 13, tudo mulher. Pra essa história que vou contar, já tinha comido todas (com consentimento, óbvio, mas essas histórias vou contando com mais detalhe depois).

Ela é a Ailed, a mais nova da família (21 anos), gostosa, corpo bonito, meio doida, o lema dela é "faz hoje e pensa amanhã". Ela começou a vida de festa quando todo mundo já tava passando dessa fase, então a gente quase não se via nesse rolê, mas sim em família. Na real, todos os primos e tios se dão bem, nossas... os anos passam e a gente continua crescendo. Ela terminou a faculdade enquanto trabalhava, até tinha fofoca na família que ela trabalhava como "teibolera" e a Carrillo sempre foi essa. Numa festa, ela contou que sim, trabalhava num lugar desses (teibolera), mas que não transava nem dançava com ninguém, só era dama de companhia (bebia com os clientes pra fazer eles gastarem mais e dava uns amassos).

O tempo foi passando e nos encontros eu já via ela vestida mais provocante: saia curta daquelas que um movimento errado já mostrava o que tinha embaixo (geralmente era um shortinho), blusa decotada que mesmo sem peito, com o pouco que mostrava já agradecia, outras vezes vestido curto e decotado, ou jeans que colava no corpo. Nossa comunicação começou a melhorar, não era só festa, mas mais sobre nossas vidas. Ela já tinha uma filha de 2 anos, largada, e tinha se mudado pro apartamento na frente da minha casa. Eu via homem entrando e saindo daquela casa, e comecei a questionar a índole dela, mas como não me meto na vida dos outros, deixei quieto. De vez em quando ela me visitava, umas visitas de no máximo 10 minutos, visitas estranhas porque eu tava sozinho, ela vinha e só sentava no sofá perguntando umas coisas aleatórias, muito tenso...

Depois de um tempo, arrumei uma namorada. Em alguns meses, ela veio morar comigo como casal. Elas ficaram amigas e sempre que dava Nas festas, a gente conversava muito. Minha vida sexual com minha parceira era muito boa, quase todo dia e de várias maneiras. Quando a gente se reunia com a família em forma de churrasco, falávamos de sexo e minha parceira me expunha. Pra ser sincero, eu gostava daquilo. Passaram-se meses e nossa amizade cresceu, mas a chispa com minha parceira acabou e a gente terminou. Pra falar a verdade, não doeu.

Teve uma confraternização na casa de uma das irmãs dela (a mais velha de todas as primas) e comecei a perceber que Ailed começava a conversar mais comigo. Toda vez que eu dizia algo, ela me tocava ou me Rosalvava. Sentei no banco e ela fez o mesmo, bem colada em mim. Os olhares entre a gente eram muitos, sorrisos safados, mas só até aí. Foi aí que notei que tinha algo na cabeça dela. Começamos a conversar mais por mensagem no celular. Tava chegando uma festa de gala na família e a gente combinou várias coisas. Chegou o dia da festa. Me vesti o mais elegante possível: terno cinza escuro, camisa verde esmeralda e gravata da mesma cor do terno. Recebo uma mensagem e, ao olhar o celular, era ela com uma mensagem dizendo: "Posso ir com você pra festa? A verdade é que não quero ir de táxi." Aceitei, já que isso significava que ela voltaria comigo. Na hora de passar pra buscá-la, vejo ela saindo e minha luxúria despertou. Minha mente começou a formar imagens dela na intimidade. Ela vestia um vestido verde esmeralda, um pouco acima do joelho, com uma abertura na coxa que chegava bem onde eu queria chegar. A parte de cima era um top, com o cabelo liso. Ao subir no carro, perguntei pela filha dela, e ela respondeu que o pai ficaria com ela, o que me agradou. Já na festa, a gente se divertiu pra caralho e bebeu até não poder mais. Os primos combinaram de ir jantar e continuar conversando. Já no carro, notei ela meio desconfortável com alguma coisa.

Eu: "Tá rolando algo, mina?"
Ailed: "É que acabou a festa, hahaha."
Eu: "Mas já é bem tarde, não tem pra onde ir."
Ailed: "Ainda bem que tenho um tequila em casa. Assim, tomo algo e vou dormir."

Ao chegar em... Acompanhei ela até a casa dela, de mãos dadas, feito um cavalheiro. Na entrada, ela perguntou se eu queria um drink, e eu aceitei. Já dentro da casa dela, começamos a beber, conversar, rir e tal, até que a conversa, já bêbados, ficou séria…

Ailed: Ei, me conta, por que você e sua ex terminaram, se vocês transavam direto?
Eu: Haha, pois é, mas sabe de uma coisa? Mesmo transando todo dia, eu me sentia enganado.
Ailed: Não fala, sério?
Eu: Sim, ela foi numa festa com a família dela, com o primo.
Ailed: Quêeee?
Eu: Sim, mano, mas não é com quem foi que me assusta, é o fato de ter feito.
Ailed: Então você não liga que tenha sido um parente?
Eu: Claro que não, isso me excita ainda mais.

Passamos um tempo bebendo e, quando estávamos pedindo, fui pra minha casa. Já em casa, recebo uma mensagem:
Ela: Obrigada por fazer minha noite tão gostosa (enviando uma foto do rosto dela, de língua pra fora e rindo).
Eu disse que pensei que fosse algo a mais e ri, e ela me mandou uma foto de pijama, que era uma calça moletom e uma camiseta. Aí eu zoei, dizendo que conhecendo ela, esperava outra roupa…
Passaram minutos, eu já tinha deixado pra lá, e de repente ela manda uma foto de short super curto e um top, com a frase: "Assim tá melhor". Pra algo melhor, né? Haha, a verdade é que não esperava, mas do nada ela mandou uma foto dela pelada. Elogiei, falei um monte de coisa bonita, e ela continuou mandando e mandando… A noite terminou com nós dois batendo punheta no telefone. Quando, às 5 da manhã, batem na minha porta. Saí e era ela. O que aconteceu vocês já imaginam: transamos por horas e de todas as posições. Até hoje, temos uma relação de foda.

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