Oi, bebês! Como vocês terminaram a semana? A minha tava normal, eu tava no meu quarto experimentando vestidos, maquiagem, penteados. Sábado me chamaram pra uma festa e eu queria testar uns looks diferentes pra me sentir a mais gostosa possível. Nisso, meu pai tava na cozinha com um amigo dele tomando mate. É um senhor que conheço há muito tempo, mas nunca tive muito contato, deve ter uns 60. Eu tava com um vestido preto lindo que amo, e resolvi ir na cozinha pegar um pouco de água. Entrei e vi que eles tavam jogando truco, acho que treinando pra um torneio. Quando entrei na cozinha, meu pai falou: "Aí está o idiota". Nada, basicamente meu pai me odeia porque não nasceu um filhão macho jogador de futebol. O outro senhor não disse nada, só riu e cantou um truco. Eu fingi que não percebi, mas vi que o senhor tava me olhando de canto. Peguei a água o mais rápido que pude e tentei vazar porque não aguento dividir espaço com meu pai, mas ele me parou, dizendo que eu nem tinha cumprimentado e que era "um mal-educado". Me aproximei do amigo dele pra dar um beijo na bochecha, e ele me deu um também, molhou minha bochecha toda e o bigode grisalho dele deixou minha pele pinicando. Percebi que quando me virei pra sair, ele tava olhando pra minha bunda. Enquanto eu me afastava, meu pai perdeu e gritou: "Coelho, vai buscar dez mil no meu quarto". Me chamam de coelho porque quando era pequena tinha os dentes tipo coelho esquilo, tive que arrumar. Falei pra ele não me encher o saco, que fosse ele. Ele se levantou resmungando e foi de má vontade pro quarto. Fiquei sozinha na cozinha com o José. "Você não me parece um idiota, é muito linda." Ajeitei o cabelo e me aproximei um pouco. "Obrigada." Não sabia o que dizer, tava nervosa. Me virei pra ir embora e senti o olhar dele na minha bunda de novo. "Já ficou com alguém mais velho que você?" Era um atrevido, o velho. "Não, mas não sou fechada pra ideia." O rosto dele se iluminou e ele disse: "Quando eu for embora, me espera na esquina." Não sei que parte de mim decidiu dar ouvidos pra ele, mas quando ele foi embora, saí com meu vestido preto e parei na esquina. Ele apareceu do nada no Logan cinza dele, que parece carro de motorista de aplicativo. Assim que entrei, ele desabotoou o cinto, segurou minha cabeça e mandou eu chupar ele. Não era grande nem pequeno e, por sorte, não tinha mal cheiro. Cabia tudo na minha boca, e os pelos incomodavam meu nariz, mas ele entrava e saía, e em nada já estava escorrendo pré-gozo. Ele dirigiu um pouco enquanto eu chupava e me levou pra um lugar meio afastado. Chupei ele por um tempo, meu rosto batia no umbigo dele, e a pica dele ia até o fundo da minha boca enquanto ele falava: "que seu pai não descubra que você saiu tão puta, hein". Quando achei que ele ia gozar, ele segurou minha cabeça e empurrou o máximo que pôde. Aí pensei: "pronto, vai gozar na minha garganta". Mas não. "Vai pra trás". Passei pro banco de trás e deitei de bruços. Ele saiu do carro, abriu a porta de trás e começou a chupar meu cu. Meteu a língua e os dedos, e quando eu já tava bem dilatada, subiu em cima de mim e meteu. Doeu, mas doeu gostoso, do jeito que eu gosto. Ele me comeu e me fodeu enquanto falava um monte de sacanagem de velho safado no meu ouvido e me segurava pelo pescoço, me enforcando. Eu mexia a raba pedindo mais. "Vai gozar pra mim?" perguntei. Dava pra ver que ele gostou da pergunta, porque começou a gemer igual um louco e tentar ir o mais fundo possível na minha raba, até que deu uma última enfiada e, quando tava bem fundo, gozou. Ele tirou de repente, e eu fiquei largada de bruços no banco de trás do carro, com o cu aberto e escorrendo gozo. De repente, ouvi um barulho, olhei e ele tinha tirado uma foto com o celular. "É pra mim, não se preocupa". Ele me levou de volta pra casa, me deixou na esquina pra ninguém de casa me ver saindo do carro dele. Quando entrei em casa e meu pai me viu, perguntou onde caralhos eu tinha ido. "Tava com um amigo novo, amanhã talvez eu veja ele de novo.
2 comentários - Fui comida pelo amigo do meu pai