Este relato é, em si, uma paródia satírica à hipergamia feminina, às mulheres de alto valor e inalcançáveis, à reprodução precoce, ao classismo e status social, à decadência da sociedade moderna e sua moral dupla, sem cair na misoginia. É um romance erótico, com pitadas de humor picante, uma comédia sexual ou sexy-comédia, embora seja mais uma sexy tragicomédia. Espero que gostem, e qualquer semelhança com a realidade é culpa da realidade.
Nesta primeira edição piloto, por enquanto consiste em uma introdução, bem como a apresentação e alguma descrição do(s) personagem(ns), e darei um pouco de contexto (Nota: talvez eventualmente faça algumas edições conforme a história exigir).
Este é o primeiro protagonista dos meus relatos ao qual atribuo um nome: Ritchie Feller, mais conhecido como Ricky Feller III. É um descendente de terceira geração de uma dinastia multimilionária. Nesta história, seu sobrenome é sinônimo de riqueza (o nome Ricky é baseado no personagem Ricky Ricón, e junto com o sobrenome, o nome completo é uma paródia/anagrama dos Rockefeller). Quanto à sua árvore genealógica, seu pai em vida foi Richard Feller, mais conhecido como Ricky Feller Jr. E seu avô, também falecido, pioneiro e fundador original de nome Rick Feller, mais conhecido como Ricky Feller Sr. Portanto, agora ele seria o herdeiro de toda uma fortuna e patrimônio que começou há 4 ou 5 décadas e que aumentou durante todo esse período, nascendo em berço de ouro e, embora por nepotismo, é o garoto mais gostoso do mundo e, ao mesmo tempo, a pessoa mais jovem a sê-lo.
Falando um pouco mais sobre esse personagem, gostaria de descrever alguns traços de sua personalidade. Talvez por sua pouca idade não se possa dizer muito, mas pelo menos por enquanto dava indícios de que, ao crescer, seria como seu pai ou avô: homens que, apesar de sua imponente posição econômica, realmente tinham gostos simples, mas muito refinados quanto à sua educação, porte, elegância. conhecimento, uns cavalheiros em toda a extensão da palavra. Resumindo algumas informações biográficas e familiares, digamos que o avô ficou órfão de pai nos primeiros meses de vida e teve que trabalhar duro desde muito jovem, não teve uma grande formação acadêmica, mas contra todas as probabilidades, aos 30 anos já tinha um negócio milionário que lhe deu estabilidade, solvência financeira, um bom estilo de vida e status social. Mesmo assim, o destino pregou uma peça nele: infelizmente, sua esposa, companheira e amor da vida, além de mãe de seu filho, faleceu por complicações no parto. O aniversário e data de nascimento de Ricky Feller Jr., por outro lado, também seria um lembrete e aniversário de luto de sua mãe, e talvez esse tenha sido o motivo de terem um ponto de inflexão no futuro na relação entre pai e filho, pois era muito distante. Ricky Feller Sr. não era exatamente um pai amoroso, mas sim um pai extremamente rígido, autoritário, exigente e disciplinador, sem ser arrogante. Se compararmos sua personalidade ou tratamento com seu filho, um treinamento militar seria como mimá-lo. Em sua perspectiva ou interpretação da vida, ele deveria prepará-lo e treiná-lo até seus limites para o bem dele, queria fazer dele um homem forte e de bem, já que era seu único e absoluto herdeiro, mas faltava o mais difícil: torná-lo digno, e pelo visto não estava totalmente errado. Richard Feller Sr. morreu com pouco mais de 50 anos de um infarto, e se serviu para algo, foi que seu filho correspondeu às suas expectativas. Desde muito jovem, ele assumiu as rédeas da corporação e expandiu seu valor e número de parcerias com outras marcas, tornando-se neste universo o maior corporativo e império mundial. Isso ele conseguiu apesar de não ser exatamente um homem de caráter forte; pode-se dizer que sua personalidade era a de um homem tímido, introvertido e reservado, mas não submisso. Houve apenas uma mulher que conquistou seu coração e deu fruto ao nascimento de seu Filho, Ritchie Feller III, que ele não viu crescer. Pela terceira vez, houve outra perda na família e pelo mesmo motivo da anterior. Feller Jr. sofreu um ataque cardíaco, viveu 20 anos a menos que o pai. Os únicos familiares sobreviventes eram dois: ele, então bebê Ritchie, o único membro de sangue direto, bisneto e de terceira geração, e sua mãe, a viúva e nova portadora do sobrenome, a quem chamarei de Sra. Feller.
Agora vamos falar um pouco da vida e criação do pequeno magnata. Como eu disse, nasceu em berço de ouro, mora numa mansão que o avô construiu na cidade natal, um condado nos Estados Unidos da América. Território do qual, embora nunca tenha sido declarado publicamente, os Feller são donos de tudo. E dá pra dizer que estão a um passo de dominar o mundo inteiro, mas digamos que isso é algo com que eles não concordam. A dinastia Feller, além de ser a mais rica do mundo, também se caracterizava por ser filantropa. Seus recursos e poder também eram usados para contribuir com várias causas nobres e altruístas. Apesar de serem os maiores imperialistas do capitalismo, digamos que, tanto na vida privada quanto pública, nenhum membro se envolveu em polêmicas ou caiu no sensacionalismo. Quando se falava deles, quase só se mencionava a fortuna em si, e não necessariamente os donos. E já que não teriam nada a esconder, nem precisavam temer que algum paparazzi invadisse a privacidade deles — a quem até deram autorização, liberdade e boas-vindas para fazerem seu trabalho, já que não haveria nada que pudesse manchar sua imagem. O estilo de vida deles tinha se tornado tão monótono que dava pra colocar na TV educativa.
Já descrevi tudo sobre a imagem impecável e a filosofia ou esquema de vida. Daí, digamos que conseguiram se conectar com todo mundo. Os Feller eram descritos como a elite ou líderes mundiais que estavam do lado do povo e do bem comum. Sob esse paradigma e antecedentes que foi necessário mencionar para que agora a gente entenda um pouco mais o que o futuro reservava para os dois, vou fazer uma descrição específica do nosso protagonista:
Ritchie Feller, conhecido popularmente como Ricky Feller Terceiro, o cara mais gostoso do mundo, com quase 8 anos de idade, vive sob a tutela da mãe e na companhia das empregadas que trabalham na mansão dele, que o viram nascer e crescer. Ele estuda numa escola pública do mesmo condado em vez de particular — isso, digamos, sob os critérios da mãe, era pra mantê-lo por perto, pra ele se identificar com a classe média e, apesar de quem ele era no mundo, sempre manter os pés no chão e não se tornar alguém arrogante, narcisista e metido. E assim ela conseguiu o que queria: moldou um bom menino, muito bem-educado, casto, gentil, prestativo, sábio e inocente. Além de ser o primeiro da turma, ele já tava estudando outras áreas, principalmente economia e finanças, porque assumiria as rédeas do monopólio da família quando atingisse a maioridade, mas parcialmente faria isso quando chegasse na adolescência.
A personalidade modesta dele não tinha nada a ver com as posses luxuosas e propriedades privadas, porque ele não era uma pessoa materialista — essas coisas faziam parte da herança dele, que também funcionavam como ativos, e a maioria delas, mais do que compradas, eram "autoconsumidas", porque eram como produtos deles mesmos, já que os Feller eram negociantes muito versáteis.
A relação de mãe e filho era realmente muito próxima, porque pra Sra. Feller ele era a coisa mais preciosa do mundo. Ela amava ele demais e tinha muito orgulho do filhote como pessoa, e não pelo que ele tinha ou representava. Foi do mesmo jeito que ela se apaixonou pelo falecido marido, uma perda que a marcou pra sempre, e isso explica por que a mulher era superprotetora com o filho. Além disso, na imagem já descrita, também chamavam ele de um menino com "mamite", mimado e até certo ponto... ponto afeminado. Os dois eram muito unidos e frequentemente iam a eventos locais relacionados à comunidade deles, além de eventos de gala, privados, pré-estreias, etc., onde se misturavam com figuras públicas, celebridades e a classe alta e influente, onde mais do que convidados especiais, eram os verdadeiros patrocinadores. Diante do ditado de que ninguém sabe para quem trabalha, não restava mais dúvida de que trabalhavam para eles. Agora, o estilo de vida do Ritchie não era muito excêntrico: ele frequentava uma escola pública, cumpria todas as tarefas, se dava bem com todo o ambiente acadêmico e era muito respeitado também. Jogava e convivia com os colegas, que eram muito bons amigos. Os esportes que praticava eram golfe e aqueles com bolas e raquetes. O jeito de se vestir era muito austero, e digamos que ele não gostava muito de nadar, porque era muito constrangedor para ele usar menos roupa.
Bom, foi preciso dar muita ênfase ao personagem para defini-lo bem, já que ele é alguém muito singular e um tanto mais estável, e destacado. Com esses antecedentes, entenderíamos o que aconteceria com ele mais adiante e poderíamos antecipar e minimizar as dúvidas que surgirem.
Continuando a história, na véspera do oitavo aniversário do Ritchie, a mãe dele começou a superprotegê-lo ainda mais, mas digamos que ela se mostrou mais preocupada e angustiada. Resumindo, a celebração aconteceu na mansão. Foi uma festa infantil da manhã até a tarde. Todos os amigos dele foram convidados, que foram buscados e levados de volta de limusine, e cada um ganhou um presente. O aniversariante ganhou presentes de sobra. Depois de se despedir dos colegas, a mãe dele mencionou que daria a ele um presente muito especial, uma surpresa de verdade que ela tinha preparado só para ele. Bem, na mansão, por algum motivo, havia um veículo para distribuição de vinhos e bebidas alcoólicas. A mãe dele e a motorista vestiram uniformes de entregadores, e colocaram o menino numa caixa aberta e vazia junto com o resto da carga, até a chegada. Foi quando vendaram os olhos dele. O veículo parou, ele sentiu quando desceram a caixa com ele, carregando ele. Ouviu uma porta se abrir e fechar. Quem o carregava andou mais um pouco, baixou ele e tirou ele de lá. Aí a mãe falou que ele já podia tirar a venda. Finalmente ele ia matar a curiosidade, tava meio na expectativa. Mas quando ele se aproximou e entrou pela porta, ouviu um som alto de um tipo de música que nunca tinha ouvido antes, bem diferente da música clássica e sinfônica. Quando conseguiu enxergar, percebeu que tava num clube noturno. Continua...
Nesta primeira edição piloto, por enquanto consiste em uma introdução, bem como a apresentação e alguma descrição do(s) personagem(ns), e darei um pouco de contexto (Nota: talvez eventualmente faça algumas edições conforme a história exigir).
Este é o primeiro protagonista dos meus relatos ao qual atribuo um nome: Ritchie Feller, mais conhecido como Ricky Feller III. É um descendente de terceira geração de uma dinastia multimilionária. Nesta história, seu sobrenome é sinônimo de riqueza (o nome Ricky é baseado no personagem Ricky Ricón, e junto com o sobrenome, o nome completo é uma paródia/anagrama dos Rockefeller). Quanto à sua árvore genealógica, seu pai em vida foi Richard Feller, mais conhecido como Ricky Feller Jr. E seu avô, também falecido, pioneiro e fundador original de nome Rick Feller, mais conhecido como Ricky Feller Sr. Portanto, agora ele seria o herdeiro de toda uma fortuna e patrimônio que começou há 4 ou 5 décadas e que aumentou durante todo esse período, nascendo em berço de ouro e, embora por nepotismo, é o garoto mais gostoso do mundo e, ao mesmo tempo, a pessoa mais jovem a sê-lo.
Falando um pouco mais sobre esse personagem, gostaria de descrever alguns traços de sua personalidade. Talvez por sua pouca idade não se possa dizer muito, mas pelo menos por enquanto dava indícios de que, ao crescer, seria como seu pai ou avô: homens que, apesar de sua imponente posição econômica, realmente tinham gostos simples, mas muito refinados quanto à sua educação, porte, elegância. conhecimento, uns cavalheiros em toda a extensão da palavra. Resumindo algumas informações biográficas e familiares, digamos que o avô ficou órfão de pai nos primeiros meses de vida e teve que trabalhar duro desde muito jovem, não teve uma grande formação acadêmica, mas contra todas as probabilidades, aos 30 anos já tinha um negócio milionário que lhe deu estabilidade, solvência financeira, um bom estilo de vida e status social. Mesmo assim, o destino pregou uma peça nele: infelizmente, sua esposa, companheira e amor da vida, além de mãe de seu filho, faleceu por complicações no parto. O aniversário e data de nascimento de Ricky Feller Jr., por outro lado, também seria um lembrete e aniversário de luto de sua mãe, e talvez esse tenha sido o motivo de terem um ponto de inflexão no futuro na relação entre pai e filho, pois era muito distante. Ricky Feller Sr. não era exatamente um pai amoroso, mas sim um pai extremamente rígido, autoritário, exigente e disciplinador, sem ser arrogante. Se compararmos sua personalidade ou tratamento com seu filho, um treinamento militar seria como mimá-lo. Em sua perspectiva ou interpretação da vida, ele deveria prepará-lo e treiná-lo até seus limites para o bem dele, queria fazer dele um homem forte e de bem, já que era seu único e absoluto herdeiro, mas faltava o mais difícil: torná-lo digno, e pelo visto não estava totalmente errado. Richard Feller Sr. morreu com pouco mais de 50 anos de um infarto, e se serviu para algo, foi que seu filho correspondeu às suas expectativas. Desde muito jovem, ele assumiu as rédeas da corporação e expandiu seu valor e número de parcerias com outras marcas, tornando-se neste universo o maior corporativo e império mundial. Isso ele conseguiu apesar de não ser exatamente um homem de caráter forte; pode-se dizer que sua personalidade era a de um homem tímido, introvertido e reservado, mas não submisso. Houve apenas uma mulher que conquistou seu coração e deu fruto ao nascimento de seu Filho, Ritchie Feller III, que ele não viu crescer. Pela terceira vez, houve outra perda na família e pelo mesmo motivo da anterior. Feller Jr. sofreu um ataque cardíaco, viveu 20 anos a menos que o pai. Os únicos familiares sobreviventes eram dois: ele, então bebê Ritchie, o único membro de sangue direto, bisneto e de terceira geração, e sua mãe, a viúva e nova portadora do sobrenome, a quem chamarei de Sra. Feller.
Agora vamos falar um pouco da vida e criação do pequeno magnata. Como eu disse, nasceu em berço de ouro, mora numa mansão que o avô construiu na cidade natal, um condado nos Estados Unidos da América. Território do qual, embora nunca tenha sido declarado publicamente, os Feller são donos de tudo. E dá pra dizer que estão a um passo de dominar o mundo inteiro, mas digamos que isso é algo com que eles não concordam. A dinastia Feller, além de ser a mais rica do mundo, também se caracterizava por ser filantropa. Seus recursos e poder também eram usados para contribuir com várias causas nobres e altruístas. Apesar de serem os maiores imperialistas do capitalismo, digamos que, tanto na vida privada quanto pública, nenhum membro se envolveu em polêmicas ou caiu no sensacionalismo. Quando se falava deles, quase só se mencionava a fortuna em si, e não necessariamente os donos. E já que não teriam nada a esconder, nem precisavam temer que algum paparazzi invadisse a privacidade deles — a quem até deram autorização, liberdade e boas-vindas para fazerem seu trabalho, já que não haveria nada que pudesse manchar sua imagem. O estilo de vida deles tinha se tornado tão monótono que dava pra colocar na TV educativa.
Já descrevi tudo sobre a imagem impecável e a filosofia ou esquema de vida. Daí, digamos que conseguiram se conectar com todo mundo. Os Feller eram descritos como a elite ou líderes mundiais que estavam do lado do povo e do bem comum. Sob esse paradigma e antecedentes que foi necessário mencionar para que agora a gente entenda um pouco mais o que o futuro reservava para os dois, vou fazer uma descrição específica do nosso protagonista:
Ritchie Feller, conhecido popularmente como Ricky Feller Terceiro, o cara mais gostoso do mundo, com quase 8 anos de idade, vive sob a tutela da mãe e na companhia das empregadas que trabalham na mansão dele, que o viram nascer e crescer. Ele estuda numa escola pública do mesmo condado em vez de particular — isso, digamos, sob os critérios da mãe, era pra mantê-lo por perto, pra ele se identificar com a classe média e, apesar de quem ele era no mundo, sempre manter os pés no chão e não se tornar alguém arrogante, narcisista e metido. E assim ela conseguiu o que queria: moldou um bom menino, muito bem-educado, casto, gentil, prestativo, sábio e inocente. Além de ser o primeiro da turma, ele já tava estudando outras áreas, principalmente economia e finanças, porque assumiria as rédeas do monopólio da família quando atingisse a maioridade, mas parcialmente faria isso quando chegasse na adolescência.
A personalidade modesta dele não tinha nada a ver com as posses luxuosas e propriedades privadas, porque ele não era uma pessoa materialista — essas coisas faziam parte da herança dele, que também funcionavam como ativos, e a maioria delas, mais do que compradas, eram "autoconsumidas", porque eram como produtos deles mesmos, já que os Feller eram negociantes muito versáteis.
A relação de mãe e filho era realmente muito próxima, porque pra Sra. Feller ele era a coisa mais preciosa do mundo. Ela amava ele demais e tinha muito orgulho do filhote como pessoa, e não pelo que ele tinha ou representava. Foi do mesmo jeito que ela se apaixonou pelo falecido marido, uma perda que a marcou pra sempre, e isso explica por que a mulher era superprotetora com o filho. Além disso, na imagem já descrita, também chamavam ele de um menino com "mamite", mimado e até certo ponto... ponto afeminado. Os dois eram muito unidos e frequentemente iam a eventos locais relacionados à comunidade deles, além de eventos de gala, privados, pré-estreias, etc., onde se misturavam com figuras públicas, celebridades e a classe alta e influente, onde mais do que convidados especiais, eram os verdadeiros patrocinadores. Diante do ditado de que ninguém sabe para quem trabalha, não restava mais dúvida de que trabalhavam para eles. Agora, o estilo de vida do Ritchie não era muito excêntrico: ele frequentava uma escola pública, cumpria todas as tarefas, se dava bem com todo o ambiente acadêmico e era muito respeitado também. Jogava e convivia com os colegas, que eram muito bons amigos. Os esportes que praticava eram golfe e aqueles com bolas e raquetes. O jeito de se vestir era muito austero, e digamos que ele não gostava muito de nadar, porque era muito constrangedor para ele usar menos roupa.
Bom, foi preciso dar muita ênfase ao personagem para defini-lo bem, já que ele é alguém muito singular e um tanto mais estável, e destacado. Com esses antecedentes, entenderíamos o que aconteceria com ele mais adiante e poderíamos antecipar e minimizar as dúvidas que surgirem.
Continuando a história, na véspera do oitavo aniversário do Ritchie, a mãe dele começou a superprotegê-lo ainda mais, mas digamos que ela se mostrou mais preocupada e angustiada. Resumindo, a celebração aconteceu na mansão. Foi uma festa infantil da manhã até a tarde. Todos os amigos dele foram convidados, que foram buscados e levados de volta de limusine, e cada um ganhou um presente. O aniversariante ganhou presentes de sobra. Depois de se despedir dos colegas, a mãe dele mencionou que daria a ele um presente muito especial, uma surpresa de verdade que ela tinha preparado só para ele. Bem, na mansão, por algum motivo, havia um veículo para distribuição de vinhos e bebidas alcoólicas. A mãe dele e a motorista vestiram uniformes de entregadores, e colocaram o menino numa caixa aberta e vazia junto com o resto da carga, até a chegada. Foi quando vendaram os olhos dele. O veículo parou, ele sentiu quando desceram a caixa com ele, carregando ele. Ouviu uma porta se abrir e fechar. Quem o carregava andou mais um pouco, baixou ele e tirou ele de lá. Aí a mãe falou que ele já podia tirar a venda. Finalmente ele ia matar a curiosidade, tava meio na expectativa. Mas quando ele se aproximou e entrou pela porta, ouviu um som alto de um tipo de música que nunca tinha ouvido antes, bem diferente da música clássica e sinfônica. Quando conseguiu enxergar, percebeu que tava num clube noturno. Continua...
1 comentários - Ricky Feller: o moleque magnata