Chifruda gostosa

Entre centenas de mensagens vazias, apareceu o dele. Não mandou uma apresentação formal nem uma foto genérica de academia; mandou uma mensagem que descrevia exatamente como imaginava o perfume de Flor ao se aproximar do pescoço dela.

Desde esse primeiro contato, o interesse dele pareceu diferente. Não era o simples desejo de um estranho, mas uma fixação que beirava o possessivo. Nas conversas diárias, enquanto eu filtrava as intenções dele, ele mostrava que não queria apenas uma mulher, queria a Flor. Me mandava mensagens de madrugada detalhando como tinha passado o dia revendo as fotos dela, analisando cada curva e cada olhar, alimentando uma urgência que atravessava a fibra óptica.

Aos poucos, a distância digital foi diminuindo. Ele começou a mandar áudios com uma voz grave, carregada de uma segurança que me fazia entender que, mais cedo ou mais tarde, ele assumiria o controle. Eu dava detalhes, confissões sobre o que fazia Flor perder a linha, e ele usava essa informação pra montar um mapa de sedução que ia cercando ela. Flor, mesmo no começo se mostrando cautelosa, acabou presa na frequência das mensagens dele. Ele se tornou uma presença constante, uma sombra desejada que morava no celular dela e nas nossas conversas noturnas.

O jogo virou de vez quando ele deixou de ser só um avatar e mandou a primeira foto sem censura. Não era só que ele tivesse um rosto bonito, era um gostoso bem cuidado. Mas o que realmente mudou a parada foi a prova da anatomia dele: uma piroca grossa e grande. Ao ver a imagem, Flor não conseguiu disfarçar o impacto; as pupilas dela dilataram e um leve rubor entregou que a curiosidade tinha virado uma necessidade física imediata.

A partir daí, a tensão no chat ficou insuportável. Ele sabia. Sabia que agora ela imaginava ele o tempo todo, comparando e antecipando o peso da presença dele. Ele ficou mais ousado, mandando vídeos curtos onde mal Já dava pra sentir o tamanho dele por baixo da roupa, provocando ela com a promessa do que estava por vir. Flor não só lia as mensagens dele; ela devorava cada uma, passando horas vidrada na tela, hipnotizada pela ideia de ser dominada por alguém com uns atributos daqueles. A fascinação pelo corpo dele virou o assunto principal, e ele, sabendo da vantagem que tinha, brincava com a ansiedade dela, lembrando em cada áudio que nenhuma foto fazia justiça ao vivo.

A atmosfera mudou de vez quando saímos das telas pra realidade daquela noite. Marcamos num bar de luz baixa, um lugar onde a bebida servia de prólogo perfeito pro que a gente vinha planejando.

Foto antes de sair pro bar
Chifruda gostosaEle chegou com uma pontualidade milimétrica, e desde que cruzou a porta, sua atitude de macho alfa dominou o lugar. Caminhava com uma segurança esmagadora, os ombros largos e um olhar que não pedia permissão, mas sim tomava posse do que via. Ao nos cumprimentar, me deu um aperto de mão firme, de homem pra homem, mas seus olhos se cravaram de imediato na Flor, percorrendo ela com uma intensidade que a fez se remexer na cadeira.

Enquanto tomávamos os primeiros goles, ele não se esforçou pra ser sutil. A confiança dele era tão transbordante que falava com uma voz grave, mantendo sempre contato visual, deixando claro que sabia exatamente por que estava ali. Flor tava fascinada; a presença física daquele cara, somada à consciência do que ele escondia debaixo da roupa, deixava ela num estado de vulnerabilidade total. Ele conduzia a conversa com uma arrogância magnética, se gabando da experiência e da segurança de quem sabe que tem as ferramentas pra cumprir qualquer promessa que tivesse feito pelo chat.
SwingerDecidimos seguir a noite em outro lugar e subimos no meu carro. Eu tava dirigindo, mas o centro de gravidade dessa viagem tava no banco de trás, onde ele tinha se instalado junto com a Flor. Pelo retrovisor, vi como ele não perdeu nem um segundo. Mesmo eu estando ali, a atitude de confiança total dele fez ele ignorar qualquer protocolo; esticou o braço, rodeando o pescoço da Flor e puxando ela pra perto dele com uma força que não admitia resistência.

Na penumbra do carro, a tensão era quase sólida. Ele começou a falar no ouvido dela com aquela voz de comando, enquanto a outra mão descia com decisão pro colo dela. Vi a Flor ofegar quando ele obrigou ela a apalpar o volume imponente que se adivinhava debaixo da calça dele, mostrando na prática que era um cara dotado e que a impaciência dele era real. Ele me olhou pelo retrovisor, com um sorriso de superioridade, como quem pedia minha aprovação silenciosa enquanto terminava de dominar minha mina na minha frente.

A tensão no carro era quase sufocante enquanto a gente seguia pela avenida. Pelo retrovisor, via como a atitude de macho alfa dele não caía nem um segundo; ele tinha a Flor praticamente colada no lado dele, marcando território com uma mão firme na coxa dela. Num momento, avistei as luzes de um posto de gasolina e resolvi frear.

— Vou descer um segundo pra comprar algo pra beber em casa — falei, tentando quebrar um pouco o transe que tinha se formado no carro.

Tava quase abrindo a porta quando senti a voz profunda dele, carregada daquela confiança absoluta que era a marca registrada dele.

— Não, fica aí, Juan — soltou com um tom de comando que não admitia discussão —. Nós vamos comprar. A Flor vai me acompanhar pra me ajudar a escolher.

Foi uma jogada de poder pura. Ele me olhou pelo retrovisor com um sorriso de superioridade, deixando claro que não era uma sugestão, mas uma ordem. A Flor concordou quase por instinto, completamente sob o encanto da presença dele. Vi os dois descerem; ele caminhava com aquele porte Imponente, forçando ela a chegar perto dele, quase roçando.
Da cadeira do motorista, eu observei eles caminhando até o mercadinho sob as luzes fluorescentes do estacionamento. Era impossível não notar a diferença de altura e volume; Flor parecia pequena do lado dele, e o cara andava com tanta segurança que qualquer um que visse ia achar que ela era dele. Enquanto caminhavam, ele colocou a mão na nuca dela num gesto possessivo, se inclinando pra sussurrar algo no ouvido que fez ela tremer.

Através dos vidros da loja, vi como ele se movia pelos corredores com uma calma total, enquanto Flor o seguia como se estivesse hipnotizada. Num momento, enquanto esperavam na fila, ele se posicionou bem atrás dela, colando o corpo no dela sem nenhuma intenção de ser sutil. Dava pra ver como Flor se tensava e depois relaxava ao sentir a pressão da anatomia dele contra as costas dela. Ele não tinha problema nenhum em mostrar, até num lugar público, que era um cara bem dotado e que tinha o controle absoluto da situação.

Quando voltaram, ele vinha abraçando ela pelo pescoço, falando sei lá o quê. A situação em público fazia Flor ter uma cara de encantada. O jogo psicológico de dominação e humilhação enchia ela de tesão.
vadiaQuando voltaram pro carro, o clima dentro do veículo mudou completamente. Ele entrou primeiro, puxando ela com firmeza pra se acomodar de novo no banco de trás. Trouxeram uma sacola, mas o brilho nos olhos da Flor e o sorriso de satisfação dele diziam que, naqueles poucos minutos fora do carro, algo mais que uma simples compra tinha rolado entre eles.

— Já tamo — falou ele, batendo a porta com força e cravando o olhar na minha nuca —. Agora sim, mete o pé que a gente já não aguenta mais de vontade.

O ar dentro do carro ficou denso, carregado de um magnetismo que fazia o ar pesar. Enquanto eu mantinha os olhos na estrada e as mãos no volante, pelo retrovisor via como a situação no banco de trás escalava sem freio. Ele não era do tipo que pedia permissão; a confiança de macho dominante se traduzia em movimentos diretos e possessivos.

Ele se inclinou sobre a Flor, invadindo o espaço dela com uma segurança esmagadora, e agarrou a nuca dela pra cravar um beijo voraz. Não era um beijo suave; era uma reivindicação, uma demonstração de poder que a Flor respondeu com um gemido de surpresa que se perdeu entre as bocas deles. Do meu lugar, eu ouvia o som das respirações ofegantes e o roçar das roupas, sendo testemunha de como aquele cara que a gente tinha contatado pelas redes começava a devorar minha mina na minha frente.

Ele não parou nos lábios. Com uma mão, mantinha ela grudada no corpo imponente dele, enquanto com a outra começou a
passar a mão na bunda delacom uma firmeza brutal. A diferença de tamanho entre a mão dele e o corpo dela era evidente; ele apertava, amassava, reivindicando cada centímetro de carne com a autoridade de quem sabe que tem o controle total da noite. Flor estava totalmente entregue, arqueando as costas contra ele enquanto sentia a pressão do volume daquele homem, que mesmo através do tecido da calça, revelava uma dotação que a deixava hipnotizada.cuckold—Olha como ela fica quando eu toco ela assim —soltou ele com a voz grave, cravando o olhar no espelho pra encontrar o meu, buscando minha cumplicidade enquanto continuava dominando ela.

Ele se movia com uma desenvoltura invejável, enfiando a mão por baixo da saia da Flor pra sentir a pele dela diretamente, aumentando a aposta enquanto eu acelerava, querendo chegar logo no apartamento. O contraste era total: o silêncio da estrada, minha concentração na direção e, bem atrás de mim, a imagem da minha mina sendo subjugada por um cara que transbordava testosterona e que não tinha a menor intenção de esperar a gente estacionar pra marcar território.

O clima no apartamento explodiu de vez assim que a gente cruzou a porta. Não tinha mais espaço pra conversa fiada; o tesão reprimido durante a viagem de carro e a demonstração de poder no posto de gasolina tinham deixado a Flor num estado de entrega total. Ele largou as sacolas no balcão sem nem olhar pra elas e, com um movimento rápido e decidido, pegou a Flor pela cintura. Começou a comer ela com vontade, agarrava a bunda dela, dava uns tapas.
Desculpe, não posso fornecer uma tradução para esse conteúdo.https://sendvid.com/b2q30xz5" rel="nofollow" target="_blank">https://sendvid.com/b2q30xz5Como um bom corno, eu curtia o showchifresShe sat down on the sofa and asked me for an ashtray to smoke, but Flor couldn't take it anymore—she threw herself on him, kissing him, caressing him.Esposa gostosa argentinaFlor, desesperada, tirou a lapisinha e o tesão aumentou ainda mais ao ver o tamanho daquela pica.Chifruda gostosaNão demoro nada pra me abaixar e chupar essa pica.SwingerA química delas era tão forte que se sincronizaram numa pose onde eu curtia a vista da bunda da Flor.vadia- Vem aqui que vou chupar seus peitos -ele disse- e abria a bunda dela com as mãos pra eu ver o controle total que tinha sobre ela.Desculpe, não posso prosseguir com essa solicitação.https://sendvid.com/oyo4ys6j" rel="nofollow" target="_blank">https://sendvid.com/oyo4ys6jO cara não quis esperar até chegar no quarto. A urgência que vinham trazendo desde o carro, somada à adrenalina do posto de gasolina, pedia ação na hora. Com aquele jeito de malandro decidido, empurrou ela de leve contra o encosto do sofá e, num movimento rápido, tirou a calcinha dela enquanto ela mal conseguia recuperar o fôlego.

Antes de qualquer outra coisa, ele se ajoelhou no tapete, abrindo as pernas da Flor com uma firmeza que não deixava dúvidas. Sem dizer uma palavra, enfiou a cara entre as coxas dela e começou a
chupar a bucetaCom uma voracidade selvagem. Flor soltou um grito, jogando a cabeça pra trás e cravando os dedos no sofá; o contraste entre a grosseria daquele cara e a umidade da língua dele tava deixando ela louca. Ele sabia exatamente o que tava fazendo, usando a experiência dele pra deixar ela no auge da sensibilidade, marcando território antes da estocada final.cuckoldQuando ele a deixou completamente encharcada e implorando por mais, ele se levantou com aquela confiança absoluta que o envolvia. Flor, do sofá, olhava para ele com os olhos arregalados, fascinada pelo tamanho do que estava prestes a receber. Ele não perdeu tempo. Pegou ela pelas cadeiras com as mãos grandes e potentes, ajeitando-a na borda do sofá. Ele acariciava a pica enorme dele na buceta dela, fazendo ela desejar. — Quer que eu meta logo, sua putinha? — Sim, por favor, não aguento mais. Com um único empurrão carregado de autoridade, ele começou acomer ela. O impacto foi total. Flor soltou um gemido profundo ao sentir a magnitude dele preenchendo ela por completo, esticando ela de um jeito que nunca tinha sentido antes. Ele mantinha um ritmo pesado, constante, olhando fixo nos olhos dela com aquela arrogância de quem sabe que tem ela totalmente dominada.chifresCada estocada fazia o sofá chiar sob o peso da masculinidade dele. Ele não só a fodia, ele a reivindicava. Dava pra ver que ele tava com uma vontade acumulada desde a primeira mensagem nas redes e agora, finalmente, tava descarregando toda essa potência nela. Flor tava entregue, com as pernas pra cima e o olhar perdido, completamente dominada por aquele candidato que se mostrou muito mais do que qualquer foto podia prometer.

Já com toda a enorme pica dele dentro da minha namorada. Ele começou a soltar uns gemidos acompanhados de umas palavras que me deixavam com tesão.
— Que buceta gostosa que você tem. Cê gosta da minha pica, sua puta.

Flor gemia que nem uma louca, como se não transasse há anos.

Ele parou um segundo, só pra obrigar ela a ficar de quatro no sofá, de costas pra ele. Ficou um momento admirando ela, com aquela arrogância de quem sabe que tem um tesouro nas mãos, mas que só ele é capaz de reivindicar. Com a mão grande e pesada, deu um tapa seco que deixou a marca vermelha na pele dela, fazendo ela arquear as costas.

Ele me olhava enquanto acariciava a bunda dela.
— Me passa uma bebida, corno — ele me ordenou. Eu passei.
Ele deu um gole longo, me devolveu e voltou a colocar os olhos e as mãos na bunda da Flor.
— Mas que rabo lindo que essa puta tem — falou alto pros dois.

Apoiou a pica, que tava dura que nem pedra, e tentou enfiar. Flor tirou na hora.
— Devagar, você tem uma enorme. — Cuspiu na mão e massageou um pouco a buceta.
Desculpe, não posso fornecer a tradução solicitada.https://sendvid.com/vkmbq4l3" rel="nofollow" target="_blank">https://sendvid.com/vkmbq4l3Ele voltou a investir por trás com uma fúria renovada. O som dos corpos se chocando era rítmico e obsceno. Ele ria baixinho, adorando ver Flor completamente entregue, balbuciando incoerências enquanto ele continuava castigando ela com o tamanho dele.

Flor começou a gritar com uma mistura de dor e prazer. Assim que se acostumou com o tamanho daquela pica, começou a arquear as costas que nem uma puta.
Esposa gostosa argentinaA tensão chegou ao ponto de ruptura quando ele decidiu que meu tempo como espectador tinha acabado. O cara parou de repente, embora ainda estivesse enterrado fundo na Flor, e me encarou com um olhar carregado de um desprezo soberano. Eu continuava ali, com o ritmo da minha mão parado pela pura força da autoridade dele, me sentindo pequeno diante da imensidão da presença dele e do jeito que ele dominava minha namorada.

— Então, corno — soltou com uma voz gelada e dominante, enquanto se separava da Flor com um som molhado que ecoou no silêncio do apartamento —. Acabou o show pra você.

Flor ficou no sofá, desmontada, com o olhar perdido e o corpo ainda vibrando com a potência daquele homem. Ele não me deu tempo nem de reagir; simplesmente virou as costas, me ignorando como se eu fosse parte da mobília, e pegou Flor pelo braço para colocá-la de pé.

— Vamos pra cama que quero te foder a sós.

Ele a guiou até o quarto principal com passo firme, mantendo a mão possessiva na nuca dela. Flor andava como em transe, sem nem virar a cabeça pra me olhar, completamente entregue à vontade daquele homem dotado que a levava como um troféu. Antes de fechar a porta, ele parou um segundo e me olhou por cima do ombro com um sorriso de absoluta suficiência.

A porta do quarto se fechou com um baque seco, deixando um silêncio sepulcral na sala. Fiquei ali, sozinho com minha humilhação, ouvindo do outro lado começarem os primeiros gemidos da Flor, agora muito mais intensos, e o ritmo frenético da cama batendo na parede, confirmando que o candidato finalmente estava reivindicando ela na mais absoluta intimidade.

Fiquei sozinho na sala, cercado por um silêncio que só era quebrado pelos ecos abafados que vinham do corredor. Com as mãos ainda trêmulas de adrenalina e humilhação, peguei meu celular. Abri o aplicativo das câmeras de segurança, procurando desesperadamente aquela conexão visual que ele tinha me roubado ao fechar a porta na minha cara.

A tela acendeu e a imagem apareceu, me deixando ver o que ele não queria que eu visse pessoalmente. Flor estava deitada de barriga pra cima, com o corpo arqueado e a cabeça pendurada bem na beirada da cama, expondo o pescoço dela de um jeito totalmente vulnerável.
Chifruda gostosaDaquele ângulo, a visão era crua e dominante. Ele tava fazendo ela engasgar com a pica dele. Ver ela assim, na palma da minha mão, era uma experiência de voyeurismo extremo; dava pra notar como os olhos da Flor ficavam vidrados e como as mãos dela procuravam desesperadamente se agarrar nos lençóis enquanto ele metia na boca dela com aquela rola que parecia não ter fim.

—Engole tudo, puta — ele dizia na tela, com aquela voz de comando que o microfone da câmera captava perfeitamente.

Ele não tinha pena. Se movia com uma confiança de macho alfa, curtindo ver como ela se esforçava pra agradar ele naquela posição tão entregue.

Na tela do celular, a cena subiu de tom com uma crueza que me deixou sem fôlego. Ele decidiu que já tinha chegado de boca e, com um movimento brusco e coordenado, forçou ela a se levantar só o necessário pra encaixar ela do jeito dele. Pegou um travesseiro grosso e, com uma mão, levantou a bunda da Flor pra colocar bem debaixo, deixando ela na beirada do colchão.

A pose era a estampa perfeita de um macho dominante. Flor ficou com as costas apoiadas na cama, mas com a pélvis levantada e as pernas abertas de par em par, toda exposta e vulnerável na frente dele. Ele ficou de pé, fora da cama, aproveitando a altura e o físico imponente pra ficar bem na altura do alvo.

Sem mais enrolação, ele se ajeitou e, com uma estocada seca e cheia de toda a potência, meteu de uma vez. O impacto foi tão forte que o corpo da Flor deslizou um pouco nos lençóis, e o gemido de prazer dela encheu o quarto. Do ângulo da câmera, dava pra ver perfeitamente como a rola dele sumia dentro dela, esticando tudo ao máximo, enquanto ele mantinha as mãos grandes e firmes nas coxas dela, impedindo que ela fechasse as pernas.
SwingerFlor gritava e ele gritando mais forte dizia - você gosta, sua puta de merda, você gosta!!

O silêncio que veio depois dos gritos foi quase mais pesado que o barulho anterior. A porta do quarto se abriu de uma vez e ele apareceu, andando com aquela segurança animal que o fazia parecer o dobro do tamanho sob as luzes da sala. Veio completamente nu, sem um pingo de vergonha, com o pau ainda imponente e pesado balançando com uma naturalidade que me esmagava. Tinha o peito suado e a respiração já começando a se acalmar, mas o olhar de superioridade continuava intacto.

Eu, que ainda estava no canto com o celular na mão, reagi por puro instinto de vergonha. Guardei meu pequeno pau com movimentos desajeitados e apressados, sentindo uma timidez que queimava minha pele. Era ridículo tentar comparar qualquer coisa com o que ele carregava entre as pernas; diante de tamanha exibição de masculinidade, eu me sentia reduzido a nada.

Ele não disse nada no começo. Foi até o balcão, pegou uma cerveja gelada e se sentou no sofá bem na minha frente, escarrapachado, deixando todo o corpo à mostra. Acendeu um cigarro, tragou com calma e soltou uma baforada de fumaça enquanto me olhava com um meio sorriso de desprezo cúmplice.

— Que puta gostosa que é a Flor, pelo amor de Deus... — soltou de repente, com a voz rouca pelo esforço.

Eu mal conseguia processar as palavras. Minha excitação estava num ponto sem volta, mas o nervosismo me fechava a garganta. Minhas respostas eram apenas monossílabos trêmulos enquanto meus olhos, por mais que eu tentasse evitar, voltavam uma e outra vez para a virilha dele.

— Ficou morta lá dentro — continuou ele, dando um gole longo na cerveja e deixando uma gota escorrer pelo torso.

Apagou o cigarro com calma no cinzeiro, esmagando-o com a mesma determinação com que tinha lidado com a Flor minutos antes. Levantou-se com um movimento fluido e, ao fazer isso, seu pau grande e pesado começou a... balançando de um lado pro outro com uma naturalidade obscena, um lembrete físico de que o primeiro round tinha sido só um aquecimento pra ele. Me lançou um último olhar de canto, uma mistura de deboche e superioridade, antes de voltar pro corredor com aquele andar de dono que já não precisava pedir permissão.

O som da porta se fechando com força marcou de novo o limite do meu território. Fiquei sozinho na sala, com o eco das palavras dele sobre o quanto a Flor era "puta" ecoando na minha cabeça. Na tela do meu celular, que ainda estava aberta com o aplicativo das câmeras, vi o momento exato em que ele entrou de novo na penumbra do quarto.

Flor ainda estava recuperando o fôlego. Quando a porta se abriu, ela ergueu o olhar com cansaço, mas a expressão no rosto dela mudou na hora ao ver que ele voltava pra mais. Foi uma mistura de espanto e uma excitação quase medrosa;

ela se deitou de barriga pra cima, mostrando pra Flor que a pica dela tava duríssima de novo. Flor sorriu e mordeu os lábios, pra voltar a chupar aquele pedaço de carne com devoção.
vadiaEle a colocou de quatro, com os joelhos cravados na cama e o tronco inclinado pra frente, deixando a retaguarda dela totalmente exposta e levantada.

Do ângulo da câmera, vi como ele se posicionava atrás dela, imponente e decidido. Com um único movimento seco, carregado de uma brutalidade que me impressionava, ele se enterrou nela por completo. Flor soltou um grito que não foi um gemido, mas um berro de puro impacto ao sentir como aquela anatomia avantajada a reivindicava de novo sem aviso prévio.

O ritmo que esse cara impôs era selvagem. Não era o vai e vem de um amante, era a investida de um macho que estava descarregando toda a energia acumulada.
Desculpe, não posso fornecer uma tradução para esse conteúdo.https://sendvid.com/26q7zgl6" rel="nofollow" target="_blank">https://sendvid.com/26q7zgl6As posições que ele fazia com ela eram pornográficas... Meu Deus.
Ver a cara da Flor na câmera, com os olhos arregalados e a boca aberta procurando ar enquanto ele castigava ela com o tamanho, me dava uma mistura de humilhação e uma excitação tão forte que eu mal conseguia respirar.
cuckold
chifresela gritava de prazer e ele também gritava no ritmo frenético das estocadas
- vai, puta!!! vai, vagabunda!!

Pelo áudio da câmera, os berros da Flor saíam roucos, rasgados por horas de uma exigência física que parecia não ter fim. Aquele cara era uma máquina. A resistência dele de macho alfa tinha ultrapassado a fronteira do humano; durante a madrugada inteira, ela viu na tela ele mudá-la de posição, usá-la, reivindicá-la e pegá-la de novo com uma energia que não diminuía.

pra gozar Com um movimento ágil e pesado, ele se posicionou sobre ela. Ficou na altura do rosto dela e, com uma manobra de macho alfa experiente, usou as pernas para prender os braços da Flor contra o colchão, imobilizando-a por completo. Ela ficou crucificada debaixo do peso dele, sem chance de escapar.

Ele se deixou cair com todo o peso sobre ela, uma massa de músculos e suor que a esmagava contra a cama. Sem preâmbulos, enfiou o pau na garganta dela com uma estocada profunda e possessiva. O áudio da câmera captou o som abafado da Flor, um gemido surdo enquanto os olhos dela se arregalavam sentindo aquele membro avantajado chegar no limite da capacidade dela.

— Engole tudo, puta.
Esposa gostosa argentinaEle começou um movimento rítmico e final, profundo, buscando o fundo da garganta dela enquanto a segurava com uma firmeza que não admitia réplica. De repente, o corpo dela se tensou e, com um último empurrão violento, descarregou todo o leite dentro dela. Foi uma explosão que pareceu durar uma eternidade; ele ficou ali, enterrado até o talo, obrigando ela a receber cada gota da potência dele.

Flor fechou os olhos, com as lágrimas escorrendo pelo esforço da garganta, totalmente submissa.

Antes de sair, o cara parou no batente da porta da sala. Já estava vestido, mas ainda irradiava aquele calor e aquele cheiro de sexo selvagem que tomava conta do apartamento inteiro. Ajeitou a jaqueta, me olhou de cima a baixo com um sorriso torto, entre descolado e metido, e soltou uma risada curta enquanto balançava a cabeça.

— Bom, Juan... — disse, estendendo a mão de um jeito quase amigável, mas com uma firmeza que me lembrou quem tinha mandado ali dentro —. Prazer, de verdade. Valeu pelo convite, fazia tempo que não me divertia tanto.

Eu apertei a mão dele por puro instinto, sentindo a minha desaparecer na dele. Ele me deu uns tapas fortes no ombro, daqueles que sacodem o corpo, e se inclinou um pouco pra mim, baixando o tom de voz mas mantendo aquele brilho de superioridade nos olhos.

— Te falar a real, cara... me deixou impressionado. Não sabia que você tinha uma joia dessas guardada. Que pedaço de puta que a Flor é, pelo amor de Deus.

— Deixei ela toda arrebentada — soltou com um meio sorriso, curtindo minha cara de humilhação —. Mas é pra isso que você me chamou, né?

— Te vejo por aí, campeão.

A porta bateu seca, me deixando ali parado, sozinho com minha excitação e o "até logo" dele ainda ecoando no ar, me lembrando que, mesmo tendo me tratado numa "boa", o dono da noite tinha sido ele.

Amanhã vou postar conteúdo no seu privado, vocês já sabem.

12 comentários - Chifruda gostosa

uffff.... qué locura todo esto.... gracias x compartirlo! 10 p!
No lo lei todavia pero ya van mis +10!
Que puta tan deliciosa, encantado de hacerte cornudo 👅👅👅
Uff y falta la fotito al final, de ella llegando a darte un beso con la boca llena de leche de otro
SENSACIONALLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLL
Esos cuernos enormes si se dejan ver colega
Se nota que el amante la tiene re clara
Llevamos años haciendo esto y nunca pudimos plasmarlo así, felicitaciones por esto!!
Muy buen relato! Excitante. La descripción del dominante sobre ambos es sublime.