Naquela noite, o grupo saiu de novo com a mesma energia descontrolada de sempre. A música estava alta, os drinks não paravam de chegar e as risadas se misturavam com o suor de tanto dançar. Eu me sentia invencível. Bebi mais do que devia: tequila, cerveja, uns shots de algo doce e forte que queimava a garganta. O Lucas não parava de me olhar de canto de olho a noite toda. Sabia que ele ainda guardava rancor pelo que eu tinha feito da outra vez, quando masturbei ele, montei e fiz ele gozar quase dormindo. Mas eu tava borrada demais pra me preocupar.
Terminamos dessa vez na casa do Lucas. A sala estava escura, só iluminada pela luz fraca de um abajur. Um por um, os outros foram indo embora entre risadas e cambaleios. Eu me joguei no sofá. O álcool bateu de uma vez. Senti o mundo girar e, sem perceber, apaguei de vez. Minha respiração era pesada, meu corpo mole, completamente entregue ao sono etílico.
Não sei quantas horas se passaram. A madrugada já ia avançada quando comecei a sentir algo distante.
— Peti… cê tá acordada?
A voz do Lucas era baixa, rouca, quase um grunhido contido. Não respondi. Minhas pálpebras pesavam toneladas. Só soltei um som suave e continuei respirando fundo.
Ele se aproximou mais. Senti o peso do corpo dele se ajoelhando ao lado do sofá. Os dedos dele roçaram minha bochecha, testando. Ao ver que eu não reagia, a respiração dele ficou mais pesada. Sabia que eu tava completamente dormindo, bêbada perdida, e isso pareceu excitar ele ainda mais. Era o momento de vingança dele.
Com uma lentidão deliberada, ele pegou a barra da minha camiseta e foi subindo devagar, bem devagar, até enrolar ela por cima dos meus peitos. O ar fresco da noite roçou minha pele nua e meus bicos endureceram na hora, ficando eretos e sensíveis. Minhas tetas grandes, pesadas e redondas ficaram completamente expostas, subindo e descendo a cada respiração profunda. O Lucas ficou vários segundos olhando pra elas em silêncio. admirando elas. Quase dava pra sentir o olhar quente dele percorrendo cada curva do meu corpo, principalmente o tamanho generoso dos meus peitos, que sempre chamaram a atenção dele.
—Por Deus, Peti, que pedaço de peito tu tem, meu amor… —murmurou quase para si mesmo.
Depois estendeu as duas mãos e as pegou com firmeza. Suas palmas eram quentes e grandes. Apertou meus peitos com força, sentindo como seus dedos afundavam na carne macia e elástica. Levantou-os, juntou-os no centro criando um decote profundo, e depois os soltou de repente. Meus peitos balançaram pesados, se movendo com um balanço hipnótico. Pegou-os de novo, dessa vez massageando em círculos lentos, beliscando meus mamilos entre os dedos indicador e polegar, puxando-os suavemente no começo, depois com mais insistência. O prazer veio misturado com o sono: um formigamento quente que se espalhava dos meus mamilos até o baixo ventre. Me remexi um pouco no sofá, virando levemente de lado, mas sem acordar de todo. Apenas um gemido suave escapou dos meus lábios entreabertos.
Lucas não perdeu tempo. Se colocou atrás de mim e suas mãos desceram até minha legging. Com um puxão firme, puxou-a junto com a calcinha fio dental até os joelhos, deixando minha bunda e minha buceta completamente expostas.
Ele se inclinou para frente. Primeiro senti seu hálito quente, úmido, roçando minha boceta. Depois sua língua larga passou lentamente de baixo para cima, percorrendo toda minha fenda. A ponta da língua separou meus lábios, me abrindo, me saboreando. Circulou meu clitóris com movimentos circulares lentos, pressionando o suficiente para um arrepio percorrer minhas costas. Desceu de novo, enfiando a língua entre minhas dobras, me penetrando superficialmente, lambendo meus sucos que começavam a fluir apesar do sono. Chupou meu clitóris com suavidade, depois com mais fome, sugando-o entre seus lábios enquanto seu nariz roçava meu monte de Vênus depilado.
Meu corpo reagia embora minha mente ainda flutuasse. Meus quadris se moveram apenas, buscando mais contato. Gemi mais forte, um som baixo e gutural que saiu da minha garganta sem que eu pudesse controlar. controlar ele. Abri mais as pernas, dando acesso melhor sem perceber. A neblina do álcool fazia tudo parecer um sonho molhado e proibido: gostoso, inevitável, perigoso.
Lucas se sentou. Baixou a calça e a cueca num movimento rápido. O pau dele tava duríssimo, grosso, cheio de veias, com a cabeça inchada. Deitou atrás de mim na posição de conchinha, colando o peito nas minhas costas. Senti o calor do corpo dele e o roçar do pau duro contra minha bunda. Ele encaixou com a mão na minha entrada, esfregando a cabeça grossa nos meus lábios molhados, lubrificando com meus próprios fluidos e a saliva dele. Empurrou devagar.
A cabeça do pau dele foi me abrindo aos poucos, me esticando. Gemi mais alto quando entrou uns centímetros, sentindo como minha buceta apertava a grossura dele. Ele grunhiu baixinho no meu ouvido e continuou empurrando até me encher por completo. O pau dele tava enterrado até o fundo, pulsando dentro de mim, tocando aquele ponto profundo que me fazia tremer. Começou a se mover devagar no começo: saídas longas e entradas fundas, aproveitando a sensação do meu interior quente e escorregadio apertando ele como uma luva.

—Tua buceta é tão apertada… até dormindo —sussurrou com voz rouca.
Aí ele perdeu o controle. Me segurou firme pela cintura com uma mão, cravando os dedos na minha carne mole, e começou a meter com força. O quadril dele batia na minha bunda com golpes secos e rápidos: pá! pá! pá! O som molhado de carne batendo em carne enchia a sala. Meus peitos balançavam violentamente a cada estocada, sacudindo pra frente e pra trás. Minha bunda grande tremia com o impacto. O pau dele entrava e saía a toda velocidade, esfregando minhas paredes internas, batendo no meu colo do útero a cada metida funda. Meus fluidos escorriam pelas minhas coxas, deixando tudo mais escorregadio e barulhento.
Ele me virou de repente, me deixando de barriga pra cima no sofá. Levantou minhas pernas e colocou nos ombros dele, me dobrando quase ao meio. Agora ele penetrava ainda mais fundo, quase com todo o peso em cima de mim. O pau dele entrava até o talo a cada estocada brutal, saía quase por completo e voltava a cravar com força. O ângulo fazia ele roçar no meu ponto G a cada movimento. Meus peitos pulavam selvagemente. Eu gemia dormindo, meio acordada, de boca aberta, olhos semi-cerrados, sentindo o prazer intenso através da névoa do álcool. Minha buceta estava vermelha, inchada, escorrendo. O som das bolas dele batendo na minha bunda se misturava com meus gemidos abafados.
Depois de vários minutos intensos, suando e respirando como um animal, Lucas se retirou de repente. O pau dele saiu de mim com um som molhado, brilhando com meus sucos. Os olhos dele estavam fixos no meu corpo exposto: meus peitos marcados pelas mãos dele, minha buceta aberta e pulsando, meu rosto relaxado e sonolento.
Com um grunhido baixo e gutural, ele gozou com força. O primeiro jorro grosso e quente saiu disparado e caiu direto nos meus lábios entreabertos. O segundo na minha bochecha esquerda, o terceiro cruzou meu nariz e respingou na minha pálpebra direita. Ele continuou ejaculando jorros potentes: na minha testa, no meu queixo, descendo pelo meu pescoço e aterrissando nos meus peitos. Me pintou completamente. Porra grossa, branca e quente cobria meu rosto como uma máscara, escorrendo dos meus lábios, grudando nos meus cílios, correndo pelos meus peitos e deixando fios pegajosos entre eles. Alguns jorros até chegaram no meu cabelo.
Ele ficou ali uns segundos, ajoelhado, respirando pesado, admirando o que tinha feito.
Depois se levantou, arrumou a roupa e me deixou lá, do jeito que eu estava, como um troféu da vingança dele.
Eu continuei meio dormindo, flutuando naquela névoa alcoólica, com o gosto salgado e grosso do esperma dele na língua, o cheiro forte no meu nariz, sentindo ele esfriar devagar na minha pele e na minha camiseta.
Na manhã seguinte, acordei meio confusa. A luz do sol entrava pelas janelas. Minha cabeça latejava forte. Tentei me mexer e senti a meleca no meu rosto, no meu pescoço, nos meus peitos. Passei os dedos: esperma seco e ainda meio úmido. O gosto ainda estava nos meus lábios quando passei a língua. Minha buceta estava sensível, inchada, com restos de secura e umidade misturados.
Me levantei devagar, olhando em volta. O Lucas não estava à vista, mas eu sabia perfeitamente quem tinha sido. Lembrava de fragmentos: o calor, as estocadas fundas, os gemidos que soltei sem controle, a sensação de ser usada enquanto dormia. Uma mistura de vergonha, raiva e, para minha surpresa, um calor traiçoeiro entre as pernas.
Me limpei como pude com a camiseta e me vesti. Sabia que isso não ia ficar assim. O Lucas tinha acabado de abrir um jogo perigoso. E eu já estava pensando na minha própria vingança… mas dessa vez, talvez, não deixaria passar tão fácil.
FIM
Terminamos dessa vez na casa do Lucas. A sala estava escura, só iluminada pela luz fraca de um abajur. Um por um, os outros foram indo embora entre risadas e cambaleios. Eu me joguei no sofá. O álcool bateu de uma vez. Senti o mundo girar e, sem perceber, apaguei de vez. Minha respiração era pesada, meu corpo mole, completamente entregue ao sono etílico.
Não sei quantas horas se passaram. A madrugada já ia avançada quando comecei a sentir algo distante.
— Peti… cê tá acordada?
A voz do Lucas era baixa, rouca, quase um grunhido contido. Não respondi. Minhas pálpebras pesavam toneladas. Só soltei um som suave e continuei respirando fundo.
Ele se aproximou mais. Senti o peso do corpo dele se ajoelhando ao lado do sofá. Os dedos dele roçaram minha bochecha, testando. Ao ver que eu não reagia, a respiração dele ficou mais pesada. Sabia que eu tava completamente dormindo, bêbada perdida, e isso pareceu excitar ele ainda mais. Era o momento de vingança dele.
Com uma lentidão deliberada, ele pegou a barra da minha camiseta e foi subindo devagar, bem devagar, até enrolar ela por cima dos meus peitos. O ar fresco da noite roçou minha pele nua e meus bicos endureceram na hora, ficando eretos e sensíveis. Minhas tetas grandes, pesadas e redondas ficaram completamente expostas, subindo e descendo a cada respiração profunda. O Lucas ficou vários segundos olhando pra elas em silêncio. admirando elas. Quase dava pra sentir o olhar quente dele percorrendo cada curva do meu corpo, principalmente o tamanho generoso dos meus peitos, que sempre chamaram a atenção dele.
—Por Deus, Peti, que pedaço de peito tu tem, meu amor… —murmurou quase para si mesmo. Depois estendeu as duas mãos e as pegou com firmeza. Suas palmas eram quentes e grandes. Apertou meus peitos com força, sentindo como seus dedos afundavam na carne macia e elástica. Levantou-os, juntou-os no centro criando um decote profundo, e depois os soltou de repente. Meus peitos balançaram pesados, se movendo com um balanço hipnótico. Pegou-os de novo, dessa vez massageando em círculos lentos, beliscando meus mamilos entre os dedos indicador e polegar, puxando-os suavemente no começo, depois com mais insistência. O prazer veio misturado com o sono: um formigamento quente que se espalhava dos meus mamilos até o baixo ventre. Me remexi um pouco no sofá, virando levemente de lado, mas sem acordar de todo. Apenas um gemido suave escapou dos meus lábios entreabertos.
Lucas não perdeu tempo. Se colocou atrás de mim e suas mãos desceram até minha legging. Com um puxão firme, puxou-a junto com a calcinha fio dental até os joelhos, deixando minha bunda e minha buceta completamente expostas.
Ele se inclinou para frente. Primeiro senti seu hálito quente, úmido, roçando minha boceta. Depois sua língua larga passou lentamente de baixo para cima, percorrendo toda minha fenda. A ponta da língua separou meus lábios, me abrindo, me saboreando. Circulou meu clitóris com movimentos circulares lentos, pressionando o suficiente para um arrepio percorrer minhas costas. Desceu de novo, enfiando a língua entre minhas dobras, me penetrando superficialmente, lambendo meus sucos que começavam a fluir apesar do sono. Chupou meu clitóris com suavidade, depois com mais fome, sugando-o entre seus lábios enquanto seu nariz roçava meu monte de Vênus depilado.
Meu corpo reagia embora minha mente ainda flutuasse. Meus quadris se moveram apenas, buscando mais contato. Gemi mais forte, um som baixo e gutural que saiu da minha garganta sem que eu pudesse controlar. controlar ele. Abri mais as pernas, dando acesso melhor sem perceber. A neblina do álcool fazia tudo parecer um sonho molhado e proibido: gostoso, inevitável, perigoso.
Lucas se sentou. Baixou a calça e a cueca num movimento rápido. O pau dele tava duríssimo, grosso, cheio de veias, com a cabeça inchada. Deitou atrás de mim na posição de conchinha, colando o peito nas minhas costas. Senti o calor do corpo dele e o roçar do pau duro contra minha bunda. Ele encaixou com a mão na minha entrada, esfregando a cabeça grossa nos meus lábios molhados, lubrificando com meus próprios fluidos e a saliva dele. Empurrou devagar.A cabeça do pau dele foi me abrindo aos poucos, me esticando. Gemi mais alto quando entrou uns centímetros, sentindo como minha buceta apertava a grossura dele. Ele grunhiu baixinho no meu ouvido e continuou empurrando até me encher por completo. O pau dele tava enterrado até o fundo, pulsando dentro de mim, tocando aquele ponto profundo que me fazia tremer. Começou a se mover devagar no começo: saídas longas e entradas fundas, aproveitando a sensação do meu interior quente e escorregadio apertando ele como uma luva.


—Tua buceta é tão apertada… até dormindo —sussurrou com voz rouca. Aí ele perdeu o controle. Me segurou firme pela cintura com uma mão, cravando os dedos na minha carne mole, e começou a meter com força. O quadril dele batia na minha bunda com golpes secos e rápidos: pá! pá! pá! O som molhado de carne batendo em carne enchia a sala. Meus peitos balançavam violentamente a cada estocada, sacudindo pra frente e pra trás. Minha bunda grande tremia com o impacto. O pau dele entrava e saía a toda velocidade, esfregando minhas paredes internas, batendo no meu colo do útero a cada metida funda. Meus fluidos escorriam pelas minhas coxas, deixando tudo mais escorregadio e barulhento.
Ele me virou de repente, me deixando de barriga pra cima no sofá. Levantou minhas pernas e colocou nos ombros dele, me dobrando quase ao meio. Agora ele penetrava ainda mais fundo, quase com todo o peso em cima de mim. O pau dele entrava até o talo a cada estocada brutal, saía quase por completo e voltava a cravar com força. O ângulo fazia ele roçar no meu ponto G a cada movimento. Meus peitos pulavam selvagemente. Eu gemia dormindo, meio acordada, de boca aberta, olhos semi-cerrados, sentindo o prazer intenso através da névoa do álcool. Minha buceta estava vermelha, inchada, escorrendo. O som das bolas dele batendo na minha bunda se misturava com meus gemidos abafados.
Depois de vários minutos intensos, suando e respirando como um animal, Lucas se retirou de repente. O pau dele saiu de mim com um som molhado, brilhando com meus sucos. Os olhos dele estavam fixos no meu corpo exposto: meus peitos marcados pelas mãos dele, minha buceta aberta e pulsando, meu rosto relaxado e sonolento.Com um grunhido baixo e gutural, ele gozou com força. O primeiro jorro grosso e quente saiu disparado e caiu direto nos meus lábios entreabertos. O segundo na minha bochecha esquerda, o terceiro cruzou meu nariz e respingou na minha pálpebra direita. Ele continuou ejaculando jorros potentes: na minha testa, no meu queixo, descendo pelo meu pescoço e aterrissando nos meus peitos. Me pintou completamente. Porra grossa, branca e quente cobria meu rosto como uma máscara, escorrendo dos meus lábios, grudando nos meus cílios, correndo pelos meus peitos e deixando fios pegajosos entre eles. Alguns jorros até chegaram no meu cabelo.
Ele ficou ali uns segundos, ajoelhado, respirando pesado, admirando o que tinha feito. Depois se levantou, arrumou a roupa e me deixou lá, do jeito que eu estava, como um troféu da vingança dele.
Eu continuei meio dormindo, flutuando naquela névoa alcoólica, com o gosto salgado e grosso do esperma dele na língua, o cheiro forte no meu nariz, sentindo ele esfriar devagar na minha pele e na minha camiseta.
Na manhã seguinte, acordei meio confusa. A luz do sol entrava pelas janelas. Minha cabeça latejava forte. Tentei me mexer e senti a meleca no meu rosto, no meu pescoço, nos meus peitos. Passei os dedos: esperma seco e ainda meio úmido. O gosto ainda estava nos meus lábios quando passei a língua. Minha buceta estava sensível, inchada, com restos de secura e umidade misturados.
Me levantei devagar, olhando em volta. O Lucas não estava à vista, mas eu sabia perfeitamente quem tinha sido. Lembrava de fragmentos: o calor, as estocadas fundas, os gemidos que soltei sem controle, a sensação de ser usada enquanto dormia. Uma mistura de vergonha, raiva e, para minha surpresa, um calor traiçoeiro entre as pernas.
Me limpei como pude com a camiseta e me vesti. Sabia que isso não ia ficar assim. O Lucas tinha acabado de abrir um jogo perigoso. E eu já estava pensando na minha própria vingança… mas dessa vez, talvez, não deixaria passar tão fácil.
FIM
1 comentários - A vingança de Lucas