Olá, como vocês estão? O final da história está chegando. Espero que seja do agrado de vocês. Na semana que vem, publico o capítulo final. Obrigado a todos pelos pontos, comentários, etc.Capítulo VIII — O Show Tem Que ContinuarDepois de mais ou menos meia hora de sesta, se é que dá pra chamar assim, acordei na mesma posição que tinha ficado. Já tava respirando normal, e não doía tanto o corpo, embora ainda sentisse um ardorzinho no cu. Ricardo tava deitado do meu lado, de cueca, tomando mate, bem de boa. Quando me viu acordada, passou a mão nas minhas costas. Me serviu um mate que foi difícil de tomar, principalmente por causa da posição que eu tava.
— Tá se sentindo melhor?
— Mais ou menos. — Respondi, me levantando devagar. Fiz um esforço pra me virar e ficar numa posição parecida com a dele. Por sorte consegui fazer isso sem muito incômodo. Na hora recebi outro mate.
— Eu tava certo em insistir pra você ficar?
— Isso a gente vê. Depende.
— Do quê?
— Do quão bons forem os sanduíches. Se estiverem secos, vou pro caralho.
— Hahaha. Vejo que não perdeu o humor. Pega um sanduíche. — Me deu um três em um completo. E olha, tava muito bom. Ou eu tava com muita fome.
— Humm… Cê tava certo.
— Haha. Nunca falham. Segunda-feira de manhã cedo vou abrir uma conta corrente na padaria da esquina.
— Para de falar besteira e me dá outro mate.
— Fuck you, outro mate, mas com uma condição.
— Fala aí…
— Deixa eu te chamar de Patinho. Me parte o coração não poder te chamar de Patinho. Não tô pedindo muito. — Fez uma carinha de manha que me fez rir.
— Tá bom. Mas só por causa do mate.
— Hehe, assim que eu gosto.
Depois de três três-em-um e uma garrafa térmica de mate, já tava me sentindo bem melhor. Ricardo afastou a térmica e a bandeja e acendeu um cigarro. Me ofereceu um, mas recusei.
— Patinho, antes de tudo quero te pedir desculpa por…
— Já tava na hora, não acha?
— Não, não. Não se engana. Me desculpa por ter te decepcionado. É a primeira vez que desvirgino um cu e não consigo fazer a dona gozar. Mas não me arrependo de ter tentado.
— Cê é um sem-vergonha. E um insensível. Mas pelo menos se esforçou. Por enquanto, te perdoo.
—Bom, essa é a segunda razão pela qual eu queria que você ficasse. A terceira é porque quero te dizer que, de agora em diante, os ensaios vão ser mais tranquilos. Nada de trepar enquanto trabalha. Tanto você quanto a Lili aprenderam o básico.
O filho da puta, naquele momento, teve a cara de pau de mencionar, indiretamente, que tinha comido nós duas, e que não ia mais fazer isso, se contradizendo com o que tinha me dito no sofá, depois da primeira transa.
—Claro, já comeu duas veteranas meio otárias, e agora não quer que a merda role, né?
—Deixa eu terminar. Já que vocês aprenderam o básico, especialmente você, não faz sentido continuarmos com essa forma roteirizada de sexo, que é desconfortável, e ainda faz o resto do elenco perder tempo.
Como sempre, ele tinha um pouco de razão. Olhei ele dos pés à cabeça, semidespido como estava, e só aí percebi que ele tinha passado uma hora trepando sem se despir. Afinal, já estávamos quase na primavera, e o calor começa a encher o saco cedo.
—Tira o vestido, por favor. E o sutiã. Quero te ver inteira. Quero ver esse corpaço de princesa vikinga, como Deus trouxe ao mundo, coisa que ainda não consegui fazer direito.
—Eeehhh… De novo? Não estávamos falando sério?
—E vou continuar falando sério, mas quero que você me escute e sinta minha linguagem corporal de perto, pele com pele. Pra você ver que não estou mentindo. — Ele me dominava, quase hipnotizada. Dei um beijo curto nele.
—Olha as coisas que você me faz fazer. Não me reconheço mais.
Levantei da cama e fiquei na frente dele, do lado. Fiz um pequeno strip-tease, desabotoando a frente do vestido. Tirei o sutiã e joguei na cabeça dele. Me virei, rebolando o quadril, enquanto terminava com os últimos botões. Num movimento só, levantei os braços e o vestido caiu de cara no chão, ao meu redor, dando a ele Uma vista perfeita das minhas pernas, raba e costas.
—Que beleza, pelo amor de Deus! Me mostra o resto, antes que eu infarte.
Virei devagar, tapando os peitos com o braço e a xota com a palma da outra mão.
—Você vai me matar de ansiedade. Deixa eu te ver toda.
Finalmente fiz uma pose digna de Playboy, mostrando meu corpo pelado em todo o seu esplendor.
—Vem, sobe em cima de mim.
Voltei pra cama devagar e passei uma perna por cima dele. Fiquei deitada de bruços, apoiando meus peitos no peito dele. Ficamos cara a cara. Comecei a sentir com a barriga como ele ia ficando duro de novo.
—Tá vendo que assim é melhor? Posso falar de frente, te acariciar, te beijar… Ou as três coisas juntas.
—Tenta — Desafiei ele.
Ele pegou minha nuca e aproximou meu rosto do dele, pra meter a língua até minha garganta. A outra mão acariciou minha bunda.
—Pato… — Disse entre beijos. —Agora que te tenho assim, queria que nas sextas você ficasse depois do horário, digamos. Pra não cortar as… alegrias que você me deu há pouco.
—Em português claro: Depois do ensaio, você quer me comer. Fica de pau duro com as cenas, e tira a tesão com a protagonista.
—Não, Pato. Esquece os ensaios. Não tô falando como professor, nem como diretor, e muito menos como ator. Tô falando como homem, e quero que me escute como mulher. O que quero é que a gente avance nosso… nível de intimidade, por assim dizer. Leva em conta que ainda não transamos como manda o figurino.
Ele tava louco. Ou gagá. Passou a última hora me enchendo o saco sem parar, me fez gozar como nunca, e depois sofrer como nunca, e ainda vem com essa que não transamos como manda o figurino.
—O que você tá dizendo, Ricardo?
—O que quero dizer é que o que fizemos há pouco não chega nem perto do que eu considero uma foda de verdade. Roupa no corpo, posições desconfortáveis, o maldito roteiro… Isso não é foda. Não é natural.
Pela primeira vez em seis Por meses eu ouvia ele falar mal de uma parte, mínima, do trabalho dele. Até uma hora atrás, o roteiro era sagrado.
—Porra, que mudança. E então?
—O que eu quero é que a gente se encontre numa cama, completamente pelados, sem limite de horário, e transemos como manda o figurino. Com um bom aquecimento de carícias, beijos, linguadas, mordidas se precisar. Depois a gente parte pra estimulação oral, um no outro, e aí vem o sexo propriamente dito, gozando à vontade, trocando de posição conforme o corpo pedir, gemendo, gritando, suspirando, falando putaria. E, de quebra, dois orgasmos simultâneos, infernais, ensurdecedores.
—Uma maratona, resumindo.
—Isso sem contar um banheiro decente, com chuveiro… Banheira, se possível… Claro, não pode faltar uma cozinha boa pra preparar o mate, pra tomar entre uma foda e outra.
—Deixa eu ver se entendi: Você quer que eu venha às sextas ensaiar, e daqui a gente vai pra um hotel.
—Não seria um hotel. Seria um apartamentinho que consigo arrumar por aqui perto. Não acha melhor uma coisa assim? E depois, quando não sobrar nem uma gota de… energia pra dar… A gente dorme colado, enroscado, até o dia seguinte. E aí começa tudo de novo…
—De tudo que você disse, a última parte é impossível. Saio de casa numa sexta às oito e volto no sábado às três da tarde. Meu marido é otário, mas se ele não almoçar três sábados seguidos, pode começar a desconfiar.
—A última parte pode ser impossível, mas a primeira dá pra fazer… É um começo. Por que a gente não começa, assim eu te mostro direitinho o que quero fazer com você? Pra você decidir com informação.
—Eu tenho uma ideia bem clara do que você quer fazer comigo. Não é nenhum mistério.
—Então. Se isso tá esclarecido, por que a gente não aproveita isso de uma vez?
Seguimos nos beijos, carícias e apertões, mas em silêncio. Percorri todas as partes possíveis do corpo do Ricardo com minhas mãos. Tinha razão, a sensação de sentir a pele dele era linda. Ele não tinha o físico esculpido de um atleta, mas dava pra ver que cuidava bem do corpo. Não tinha partes moles, e os músculos dele estavam em perfeitas condições. E principalmente, já estava duríssimo de novo. Não acreditava na velocidade que o pau dele subia.
—Patito… Sente o que você provoca em mim? Não é normal…
Ele me fez descer de cima dele, me deixando de barriga pra cima. Levou um segundo pra tirar a cueca, liberando como se fosse uma mola a porra do pau dele, que já tava de pé.
—Sabe o que vou fazer? Vou aproveitar seus peitos. Não posso desperdiçar essas duas tetas.
Ele sentou em cima de mim e colocou o pau no meu esterno. Cuspiu generosamente, e com minhas mãos empurrei meus peitos pra prender ele.
—Gostou das gêmeas, mestre? —Perguntei, babando, pra esquentar ele mais.
—Que loucura! Que obra de arte! Você tem os melhores peitos que já vi na vida. —Ele dizia enquanto se movia pra frente e pra trás.
Beliscou meus mamilos, nessa altura tão duros quanto o pau dele, e aumentou a profundidade do vai e vem.
—Patito, você vai ter que dar uns beijinhos na cabeça. Topa, ou também é virgem de língua? —Ricardo me desafiou.
—Quero provar ele desde ontem. Vamos ver se você aguenta essa boquinha?
Aproximei um pouco a cabeça, estiquei a língua, e lambi a cabeçona, completamente molhada, do pau dele. Tinha um gosto fortíssimo, de macho, que me fez pirar de tesão. Passei a língua por toda a cabeça. Parece que ele gostou porque parou de se mexer. A imagem era muito pornográfica. O pau gigante rodeado por dois melões gigantes, enquanto minha língua dançava sobre a glande gigante. Depois de um tempo, ele soltou meus peitos e se levantou.
—Então você gosta de chupar pica? Muda de posição pra não ficar com cãibra. —Sugeriu Ricardo. —Coloca a nuca na borda do colchão, e joga a cabeça pra trás, deixando ela pendurada.
Virei De lado, de barriga pra cima, e baixei a cabeça. Ficou tudo de cabeça pra baixo. Ricardo, sem perder um segundo, se ajoelhou e colocou a pica a centímetros da minha boca.
—Chupa ela do teu jeito, mas não deixa nem um centímetro pra fora. —Ele me ordenou.

Comecei a chupar fundo, tanto a cabeça quanto o tronco. Ricardo ficou parado e me deixou trabalhar. Chupei de todos os jeitos que eu conhecia. Saboreei com gosto. Com minhas mãos, agarrei as bundas dele pra empurrar mais pra dentro. Passei a língua nas bolas. Ricardo suspirava, sem fazer muito barulho.
—Que boazuda você é, hein! E eu achando que era uma senhora decente… O corno do seu marido pelo menos tem essa boquinha de foda pra aliviar o leite…
Sem tirar a pica da boca, respondi.
—Iiiiiijjjjeee keee oooo…
—Não tô entendendo nada, safada. Tira pra falar.
—Ele diz que não é coisa de mulher casada, que só puta faz isso.
—Hahaha. Ele tá certo. Deixa ele continuar com essa ideia.
Continuei lambendo, chupando e sugando que nem uma louca, uns dez minutos, acho. Comecei a me tocar na buceta, que já tava pronta pra ação de novo. Não acreditei.
—Beleza, gulosa, prepara a garganta porque você vai engolir todo o leite.
Ele segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a foder minha boca com tudo. Eu não conseguia respirar, e quando a cabeça da pica bateu na garganta, comecei a engasgar. O filho da puta acelerou de vez, e se eu pudesse me ver no espelho, ia jurar que tava roxa. Quando já tava quase me sufocando de vez, bati na bunda dele, implorando, e ele na hora gozou, gritando de prazer.
—Putaaaa que pariuuuuu!!! Toma todo o leite, puta de merdaaaa!! Aaaaaaahhhhhhh!!
Tossi, cuspi, as lágrimas escorriam, o ranho, não via nada. Engoli a maior parte do leite dele, mas não deu pra evitar que umas gotas escapassem pelo canto da boca.
—Filha da puta. Você é um aspirador de porra. Maravilhosa.
—Filho da puta. Quer me matar? Tava tão bom. Cadê o romântico de antes?
—Quando viu as putarias que você tava fazendo, foi pro caralho indignado e me deixou no comando. Mandou dizer que não aguentava tanta nojeira.
Ele deitou de novo do meu lado, acendeu outro cigarro e me ofereceu de novo. Dessa vez aceitei, e fumamos os dois em silêncio. Quando me lembrei, perguntei que horas eram.
—Devem ser umas onze. —Respondeu chutando, enquanto olhava pra todo lado, procurando o relógio.
—Beleza. Já devia estar indo…
—Jeje. Cê acha que o otário tá te esperando? “Que aula mais exigente a minha esposa tá tendo”…
Queria não ter falado nada.
—Não, ele foi pra Buenos Aires. Se não, já tinha ido antes.
—Ah, então é por isso… Agora tudo faz sentido. Então cê não tem pressa. Que sorte.
—Cê ainda quer mais? Cê acha que eu aguento mais uma transa?
—Quem tem que aguentar sou eu. Já não sou mais um novinho. Se cheguei até aqui foi porque você me excita mais que qualquer outra gostosa. O cérebro fala chega. A pica fala chega. Mas aí os dois se juntam e pedem pra eu não ser cagão e continuar a noite toda.
—Tá bom. Beleza. Mas cê já sabe. —Não falei o que ele não queria ouvir, mas ele entendeu.
—Tá bom. Show. Agora sim vamos fazer o amor como deve ser. Como te falei mais cedo. Vou te foder até me deixar seco, e surdo também.
Ele se levantou e abriu minhas pernas. Me beijou e lambeu o clitóris. Subiu pela minha barriga, parou nos meus peitos, e seguiu até minha boca, ficando por cima de mim no clássico papai-e-mamãe. Ajeitou a pica, dura de novo, na entrada molhada da minha buceta, e sentenciou:
—Patinho, a noite tá só começando.
Enfiou a porra toda, e sem perder tempo, começou a bombar. O prazer voltava a ser imenso. Minha estimulação no clitóris, que eu tinha começado enquanto chupava, tinha ficado incompleta. Então essa nova fodida tava me levando de volta pras nuvens.

—Toma essa pica, sua puta. Goza. Grita, que ninguém te ouve. Uiva.
—Aaahhh! Aaahhh! Aaahhh! Aaahhh! Sim! Me come! Me dá com tudo!
—Como eu tava afim de te comer assim. De novo você vai deformar minha pica, sua vagabunda.
—Aaahhh! Aaahhh! Aaahhh! Parte minha buceta! Não para! Mais forte!
—Você se fazia de sofisticada, sua puta de merda, e no fim é viciada em pica.
—Aaahhh! Aaahhh! Aaahhh! Na sua pica! Na sua pica!
—Ah, olha só. Quer dizer que você é minha puta e de mais ninguém… Quer dizer que essa buceta maravilhosa tá à minha disposição… Responde, puta.
—Aaaahhhh! Aaaahhhh! Aaaahhhh! Aaaahhhh! Siiiiim! Sou sua puta! Essa buceta é sua! Aaaahhhh!
Ele ficou bombando nessa posição por uns quinze minutos. Eu já não tava ligando pra mais nada além do prazer. Tava mais suada e mais vermelha do que as duas vezes anteriores juntas. Não molhei a cama com meus fluidos porque claramente não tinha mais, mas ainda dava pra pica do Ricardo fazer aquele barulho tão característico. Quase não tinha mais voz de tanto gritar e gemer.
—Aaaahhhh! Aaaahhhh! NÃO AGUENTO MAIS! VOU GOZAR! AAAAAAHHHHHH!
E gozei de um jeito inesperado. Nem liguei se o Ricardo ia continuar, parar, gozar dentro ou fora. O prazer desse terceiro orgasmo me nublou a consciência.
Quando voltei a mim, o Ricardo ainda tava me bombando. O filho da puta não tinha gozado. Tirou a pica, ainda duríssima, mas sem uma gota. Aproveitou meu êxtase pra me virar. Fiquei caída de bruços, com as pernas abertas. Não tinha vontade de nada. Esperei o Ricardo me penetrar de novo e me encher de porra até os ovários. Já não tinha como evitar.
—Bom, Patinho, sua puta, vou terminar o que comecei. Já que você não me deixa inundar sua buceta, vou aproveitar pra arrebentar bem esse seu cu. Total que já não é mais virgem. Quis reagir, mas já era tarde. Ele prendeu meus braços e se deitou por cima de mim. Apoiou a cabeça da pica de novo na porta do cu, e empurrou com força.
—Não, para, pelo amor de Deus!!!
—Cala a boca, sua histérica de merda. Daqui a pouco você vai me implorar pra te arrebentar igual um queijo.
—Não! Não!! NÃOOOOO!!!

E aí meteu de novo até o fundo. Mas dessa vez ele bateu sem piedade. Sem nem cuspir direito. Começou a moer com tudo. Eu tava imobilizada, e sentia, além da dor do inferno no cu, todo o peso dele me esmagando contra o colchão.—Ainda tá bem apertadinha. Tá ligada que não arrebentei você antes? Agora vai ver a diferença. Vou deixar essa buceta deformada. Você vai cagar de medo, vadiazinha de merda…
—NÃÃÃOOOOO!!! PARA, SEU FILHO DA PUTA, DESGRAÇADO!!! TIRA ISSO, QUE TÁ DOENDO!!! CHEGA!!! CHEGA!!! MEU DEUS!!!
—Patinho, não vou parar de furar esse rabo até o Viagra passar, e não vai ser tão cedo. Vou destruir você de vez.
Não tinha pena nenhuma. Não sei que porra eu fiz pra merecer essa tortura. Tava tudo tão bem, e do nada virou um pesadelo. Ele metia com tanta força que parecia que queria me pregar no colchão. O barulho da pélvis batendo na minha bunda era tipo uma rajada de tapas sincronizados. Plaf! Plaf! Plaf! Plaf! Plaf! Plaf! Plaf!
—Tá vendo, Patinho, putinha, o que acontece quando você enche o saco do Professor Carne? Perdeu, feito numa guerra. Faz seis meses que você fica se fazendo de difícil. Agora teve o que pediu, vagabunda de merda. Veio atrás de uma pica boa, aqui tá. Vai me dizer que não gosta de ter o cu arrombado?
—NÃÃÃOOOOO!!! SEU FILHO DA PUTA!!! TIRA LOGO ISSO!!!
—Lembra do que eu falei antes. Você vai me implorar pra arrebentar esse cu e fazer você ver estrelas, igual todas as putinhas que eu estreio. Você vai ver.
Tentei gritar mais pra ele tirar, mas não adiantava. Ele tava decidido a me atormentar. Do jeito que tava metendo, com violência e velocidade, já devia tá todo arrebentado. Não sabia mais o que falar. A dor continuava insuportável. A pressão nos intestinos era horrível. Eu chorava e gritava desesperada. Se alguém ouvisse, ia achar que era um interrogatório da KGB.
—Bom, putinha, esse cu já era. Olha como ele engole minha pica direitinho. É uma honra ter estreado ele assim. jeito. Me diz de quem é essa sua bunda gostosa de agora em diante…
Silêncio.
—Não vou parar até você me dizer de quem é essa bunda.
—É SUA, SUA PUTA QUE TE PARIU!!!
—Muito bem, puta. E você vai me pedir pra arrebentar ela de novo todas as vezes que eu quiser, certo?
—SIM!! —Respondi afirmativamente, achando que com isso ele ia gozar e parar de me matar.
—Muito bem, dez, parabéns, aluna vagabunda. E agora, pra coroar o prazer que essa bunda maravilhosa me deu, vou encher ela de porra quentinha. Sente, puta, que lá vai… AAAAAAAHHHHHHHH!!!!
O filho da puta relinchou igual um cavalo. E esvaziou os ovos igual um cavalo também. Não sabia que um homem conseguia fabricar tanta porra em tão pouco tempo. Queria ter descoberto de outro jeito.
Finalmente o martírio acabou. Mas a dor continuava, e era terrível. Fiquei escarrapachada, sem me mexer, chorando de desespero. Ricardo ficou exausto. Caiu no sono do meu lado, com o pau murcho caído pra um lado, com um cigarro na boca que não conseguiu acender. Quis sair correndo dali, mas não consegui. Doía tudo e eu não tinha fôlego pra nada. Acabei desmaiando, do jeito que tava. Naquele momento, não pensei que, talvez, daqui a pouco ele acordasse e quisesse mais. Não me importou. Não dava pra fazer outra coisa.
Acordei às quatro da manhã. Ainda doía tudo. Toquei na minha bunda devagar, pra ver como tava, e ainda ardia. Como consegui, levantei da cama e tentei me vestir sem fazer barulho, embora cada movimento que eu fazia viesse acompanhado de um gemido de dor. Tinha uma peça de roupa em cada ponta: A calcinha estava no assento sete da primeira fila desde as sete da noite. Achei que era uma piada do destino. Coloquei ela com muito cuidado, porque não ia dar o gosto de deixar ela de troféu. Depois o sutiã, que tava no chão, a centímetros do psicopata degenerado, que graças a Deus continuava dormindo igual um urso. Me vesti de novo com minha Roupa, peguei a carteira e, mancando de forma bem notória, vazei daquele antro de perdição.Foi um parto sentar no carro, e mais ainda parar em cada semáforo, pisar no freio, pisar na embreagem, soltar, pisar no acelerador, e por aí vai. Cheguei em casa, sorte que antes do amanhecer. Entrei sem fazer barulho e vi que os moleques estavam dormindo. Não me passou pela cabeça nenhuma desculpa pra dar pra eles no dia seguinte.
Entrei no meu quarto, que tava vazio, e de lá fui encher a banheira. Queria tirar o cheiro de sexo, a sujeira, o suor, e principalmente, refrescar minha buceta arrombada. Antes de dormir, fiquei pensando numa parada. Depois de tudo que aquele filho da puta do Ricardo me fez sofrer, pelo menos não dei o gosto de pedir pra ele arrebentar meu cu. Essa previsão falhou. No fim, acabei dormindo na banheira. A única coisa que esperava era que os caras não me vissem naquele estado.
— Tá se sentindo melhor?
— Mais ou menos. — Respondi, me levantando devagar. Fiz um esforço pra me virar e ficar numa posição parecida com a dele. Por sorte consegui fazer isso sem muito incômodo. Na hora recebi outro mate.
— Eu tava certo em insistir pra você ficar?
— Isso a gente vê. Depende.
— Do quê?
— Do quão bons forem os sanduíches. Se estiverem secos, vou pro caralho.
— Hahaha. Vejo que não perdeu o humor. Pega um sanduíche. — Me deu um três em um completo. E olha, tava muito bom. Ou eu tava com muita fome.
— Humm… Cê tava certo.
— Haha. Nunca falham. Segunda-feira de manhã cedo vou abrir uma conta corrente na padaria da esquina.
— Para de falar besteira e me dá outro mate.
— Fuck you, outro mate, mas com uma condição.
— Fala aí…
— Deixa eu te chamar de Patinho. Me parte o coração não poder te chamar de Patinho. Não tô pedindo muito. — Fez uma carinha de manha que me fez rir.
— Tá bom. Mas só por causa do mate.
— Hehe, assim que eu gosto.
Depois de três três-em-um e uma garrafa térmica de mate, já tava me sentindo bem melhor. Ricardo afastou a térmica e a bandeja e acendeu um cigarro. Me ofereceu um, mas recusei.
— Patinho, antes de tudo quero te pedir desculpa por…
— Já tava na hora, não acha?
— Não, não. Não se engana. Me desculpa por ter te decepcionado. É a primeira vez que desvirgino um cu e não consigo fazer a dona gozar. Mas não me arrependo de ter tentado.
— Cê é um sem-vergonha. E um insensível. Mas pelo menos se esforçou. Por enquanto, te perdoo.
—Bom, essa é a segunda razão pela qual eu queria que você ficasse. A terceira é porque quero te dizer que, de agora em diante, os ensaios vão ser mais tranquilos. Nada de trepar enquanto trabalha. Tanto você quanto a Lili aprenderam o básico.
O filho da puta, naquele momento, teve a cara de pau de mencionar, indiretamente, que tinha comido nós duas, e que não ia mais fazer isso, se contradizendo com o que tinha me dito no sofá, depois da primeira transa.
—Claro, já comeu duas veteranas meio otárias, e agora não quer que a merda role, né?
—Deixa eu terminar. Já que vocês aprenderam o básico, especialmente você, não faz sentido continuarmos com essa forma roteirizada de sexo, que é desconfortável, e ainda faz o resto do elenco perder tempo.
Como sempre, ele tinha um pouco de razão. Olhei ele dos pés à cabeça, semidespido como estava, e só aí percebi que ele tinha passado uma hora trepando sem se despir. Afinal, já estávamos quase na primavera, e o calor começa a encher o saco cedo.
—Tira o vestido, por favor. E o sutiã. Quero te ver inteira. Quero ver esse corpaço de princesa vikinga, como Deus trouxe ao mundo, coisa que ainda não consegui fazer direito.
—Eeehhh… De novo? Não estávamos falando sério?
—E vou continuar falando sério, mas quero que você me escute e sinta minha linguagem corporal de perto, pele com pele. Pra você ver que não estou mentindo. — Ele me dominava, quase hipnotizada. Dei um beijo curto nele.
—Olha as coisas que você me faz fazer. Não me reconheço mais.
Levantei da cama e fiquei na frente dele, do lado. Fiz um pequeno strip-tease, desabotoando a frente do vestido. Tirei o sutiã e joguei na cabeça dele. Me virei, rebolando o quadril, enquanto terminava com os últimos botões. Num movimento só, levantei os braços e o vestido caiu de cara no chão, ao meu redor, dando a ele Uma vista perfeita das minhas pernas, raba e costas.
—Que beleza, pelo amor de Deus! Me mostra o resto, antes que eu infarte.
Virei devagar, tapando os peitos com o braço e a xota com a palma da outra mão.
—Você vai me matar de ansiedade. Deixa eu te ver toda.
Finalmente fiz uma pose digna de Playboy, mostrando meu corpo pelado em todo o seu esplendor.
—Vem, sobe em cima de mim.
Voltei pra cama devagar e passei uma perna por cima dele. Fiquei deitada de bruços, apoiando meus peitos no peito dele. Ficamos cara a cara. Comecei a sentir com a barriga como ele ia ficando duro de novo.
—Tá vendo que assim é melhor? Posso falar de frente, te acariciar, te beijar… Ou as três coisas juntas.
—Tenta — Desafiei ele.
Ele pegou minha nuca e aproximou meu rosto do dele, pra meter a língua até minha garganta. A outra mão acariciou minha bunda.
—Pato… — Disse entre beijos. —Agora que te tenho assim, queria que nas sextas você ficasse depois do horário, digamos. Pra não cortar as… alegrias que você me deu há pouco.
—Em português claro: Depois do ensaio, você quer me comer. Fica de pau duro com as cenas, e tira a tesão com a protagonista.
—Não, Pato. Esquece os ensaios. Não tô falando como professor, nem como diretor, e muito menos como ator. Tô falando como homem, e quero que me escute como mulher. O que quero é que a gente avance nosso… nível de intimidade, por assim dizer. Leva em conta que ainda não transamos como manda o figurino.
Ele tava louco. Ou gagá. Passou a última hora me enchendo o saco sem parar, me fez gozar como nunca, e depois sofrer como nunca, e ainda vem com essa que não transamos como manda o figurino.
—O que você tá dizendo, Ricardo?
—O que quero dizer é que o que fizemos há pouco não chega nem perto do que eu considero uma foda de verdade. Roupa no corpo, posições desconfortáveis, o maldito roteiro… Isso não é foda. Não é natural.
Pela primeira vez em seis Por meses eu ouvia ele falar mal de uma parte, mínima, do trabalho dele. Até uma hora atrás, o roteiro era sagrado.
—Porra, que mudança. E então?
—O que eu quero é que a gente se encontre numa cama, completamente pelados, sem limite de horário, e transemos como manda o figurino. Com um bom aquecimento de carícias, beijos, linguadas, mordidas se precisar. Depois a gente parte pra estimulação oral, um no outro, e aí vem o sexo propriamente dito, gozando à vontade, trocando de posição conforme o corpo pedir, gemendo, gritando, suspirando, falando putaria. E, de quebra, dois orgasmos simultâneos, infernais, ensurdecedores.
—Uma maratona, resumindo.
—Isso sem contar um banheiro decente, com chuveiro… Banheira, se possível… Claro, não pode faltar uma cozinha boa pra preparar o mate, pra tomar entre uma foda e outra.
—Deixa eu ver se entendi: Você quer que eu venha às sextas ensaiar, e daqui a gente vai pra um hotel.
—Não seria um hotel. Seria um apartamentinho que consigo arrumar por aqui perto. Não acha melhor uma coisa assim? E depois, quando não sobrar nem uma gota de… energia pra dar… A gente dorme colado, enroscado, até o dia seguinte. E aí começa tudo de novo…
—De tudo que você disse, a última parte é impossível. Saio de casa numa sexta às oito e volto no sábado às três da tarde. Meu marido é otário, mas se ele não almoçar três sábados seguidos, pode começar a desconfiar.
—A última parte pode ser impossível, mas a primeira dá pra fazer… É um começo. Por que a gente não começa, assim eu te mostro direitinho o que quero fazer com você? Pra você decidir com informação.
—Eu tenho uma ideia bem clara do que você quer fazer comigo. Não é nenhum mistério.
—Então. Se isso tá esclarecido, por que a gente não aproveita isso de uma vez?
Seguimos nos beijos, carícias e apertões, mas em silêncio. Percorri todas as partes possíveis do corpo do Ricardo com minhas mãos. Tinha razão, a sensação de sentir a pele dele era linda. Ele não tinha o físico esculpido de um atleta, mas dava pra ver que cuidava bem do corpo. Não tinha partes moles, e os músculos dele estavam em perfeitas condições. E principalmente, já estava duríssimo de novo. Não acreditava na velocidade que o pau dele subia.
—Patito… Sente o que você provoca em mim? Não é normal…
Ele me fez descer de cima dele, me deixando de barriga pra cima. Levou um segundo pra tirar a cueca, liberando como se fosse uma mola a porra do pau dele, que já tava de pé.
—Sabe o que vou fazer? Vou aproveitar seus peitos. Não posso desperdiçar essas duas tetas.
Ele sentou em cima de mim e colocou o pau no meu esterno. Cuspiu generosamente, e com minhas mãos empurrei meus peitos pra prender ele.
—Gostou das gêmeas, mestre? —Perguntei, babando, pra esquentar ele mais.
—Que loucura! Que obra de arte! Você tem os melhores peitos que já vi na vida. —Ele dizia enquanto se movia pra frente e pra trás.
Beliscou meus mamilos, nessa altura tão duros quanto o pau dele, e aumentou a profundidade do vai e vem.
—Patito, você vai ter que dar uns beijinhos na cabeça. Topa, ou também é virgem de língua? —Ricardo me desafiou.
—Quero provar ele desde ontem. Vamos ver se você aguenta essa boquinha?
Aproximei um pouco a cabeça, estiquei a língua, e lambi a cabeçona, completamente molhada, do pau dele. Tinha um gosto fortíssimo, de macho, que me fez pirar de tesão. Passei a língua por toda a cabeça. Parece que ele gostou porque parou de se mexer. A imagem era muito pornográfica. O pau gigante rodeado por dois melões gigantes, enquanto minha língua dançava sobre a glande gigante. Depois de um tempo, ele soltou meus peitos e se levantou.
—Então você gosta de chupar pica? Muda de posição pra não ficar com cãibra. —Sugeriu Ricardo. —Coloca a nuca na borda do colchão, e joga a cabeça pra trás, deixando ela pendurada.
Virei De lado, de barriga pra cima, e baixei a cabeça. Ficou tudo de cabeça pra baixo. Ricardo, sem perder um segundo, se ajoelhou e colocou a pica a centímetros da minha boca.
—Chupa ela do teu jeito, mas não deixa nem um centímetro pra fora. —Ele me ordenou.

Comecei a chupar fundo, tanto a cabeça quanto o tronco. Ricardo ficou parado e me deixou trabalhar. Chupei de todos os jeitos que eu conhecia. Saboreei com gosto. Com minhas mãos, agarrei as bundas dele pra empurrar mais pra dentro. Passei a língua nas bolas. Ricardo suspirava, sem fazer muito barulho.
—Que boazuda você é, hein! E eu achando que era uma senhora decente… O corno do seu marido pelo menos tem essa boquinha de foda pra aliviar o leite…
Sem tirar a pica da boca, respondi.
—Iiiiiijjjjeee keee oooo…
—Não tô entendendo nada, safada. Tira pra falar.
—Ele diz que não é coisa de mulher casada, que só puta faz isso.
—Hahaha. Ele tá certo. Deixa ele continuar com essa ideia.
Continuei lambendo, chupando e sugando que nem uma louca, uns dez minutos, acho. Comecei a me tocar na buceta, que já tava pronta pra ação de novo. Não acreditei.
—Beleza, gulosa, prepara a garganta porque você vai engolir todo o leite.
Ele segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a foder minha boca com tudo. Eu não conseguia respirar, e quando a cabeça da pica bateu na garganta, comecei a engasgar. O filho da puta acelerou de vez, e se eu pudesse me ver no espelho, ia jurar que tava roxa. Quando já tava quase me sufocando de vez, bati na bunda dele, implorando, e ele na hora gozou, gritando de prazer.
—Putaaaa que pariuuuuu!!! Toma todo o leite, puta de merdaaaa!! Aaaaaaahhhhhhh!!
Tossi, cuspi, as lágrimas escorriam, o ranho, não via nada. Engoli a maior parte do leite dele, mas não deu pra evitar que umas gotas escapassem pelo canto da boca.
—Filha da puta. Você é um aspirador de porra. Maravilhosa.
—Filho da puta. Quer me matar? Tava tão bom. Cadê o romântico de antes?
—Quando viu as putarias que você tava fazendo, foi pro caralho indignado e me deixou no comando. Mandou dizer que não aguentava tanta nojeira.
Ele deitou de novo do meu lado, acendeu outro cigarro e me ofereceu de novo. Dessa vez aceitei, e fumamos os dois em silêncio. Quando me lembrei, perguntei que horas eram.
—Devem ser umas onze. —Respondeu chutando, enquanto olhava pra todo lado, procurando o relógio.
—Beleza. Já devia estar indo…
—Jeje. Cê acha que o otário tá te esperando? “Que aula mais exigente a minha esposa tá tendo”…
Queria não ter falado nada.
—Não, ele foi pra Buenos Aires. Se não, já tinha ido antes.
—Ah, então é por isso… Agora tudo faz sentido. Então cê não tem pressa. Que sorte.
—Cê ainda quer mais? Cê acha que eu aguento mais uma transa?
—Quem tem que aguentar sou eu. Já não sou mais um novinho. Se cheguei até aqui foi porque você me excita mais que qualquer outra gostosa. O cérebro fala chega. A pica fala chega. Mas aí os dois se juntam e pedem pra eu não ser cagão e continuar a noite toda.
—Tá bom. Beleza. Mas cê já sabe. —Não falei o que ele não queria ouvir, mas ele entendeu.
—Tá bom. Show. Agora sim vamos fazer o amor como deve ser. Como te falei mais cedo. Vou te foder até me deixar seco, e surdo também.
Ele se levantou e abriu minhas pernas. Me beijou e lambeu o clitóris. Subiu pela minha barriga, parou nos meus peitos, e seguiu até minha boca, ficando por cima de mim no clássico papai-e-mamãe. Ajeitou a pica, dura de novo, na entrada molhada da minha buceta, e sentenciou:
—Patinho, a noite tá só começando.
Enfiou a porra toda, e sem perder tempo, começou a bombar. O prazer voltava a ser imenso. Minha estimulação no clitóris, que eu tinha começado enquanto chupava, tinha ficado incompleta. Então essa nova fodida tava me levando de volta pras nuvens.

—Toma essa pica, sua puta. Goza. Grita, que ninguém te ouve. Uiva.
—Aaahhh! Aaahhh! Aaahhh! Aaahhh! Sim! Me come! Me dá com tudo!
—Como eu tava afim de te comer assim. De novo você vai deformar minha pica, sua vagabunda.
—Aaahhh! Aaahhh! Aaahhh! Parte minha buceta! Não para! Mais forte!
—Você se fazia de sofisticada, sua puta de merda, e no fim é viciada em pica.
—Aaahhh! Aaahhh! Aaahhh! Na sua pica! Na sua pica!
—Ah, olha só. Quer dizer que você é minha puta e de mais ninguém… Quer dizer que essa buceta maravilhosa tá à minha disposição… Responde, puta.
—Aaaahhhh! Aaaahhhh! Aaaahhhh! Aaaahhhh! Siiiiim! Sou sua puta! Essa buceta é sua! Aaaahhhh!
Ele ficou bombando nessa posição por uns quinze minutos. Eu já não tava ligando pra mais nada além do prazer. Tava mais suada e mais vermelha do que as duas vezes anteriores juntas. Não molhei a cama com meus fluidos porque claramente não tinha mais, mas ainda dava pra pica do Ricardo fazer aquele barulho tão característico. Quase não tinha mais voz de tanto gritar e gemer.
—Aaaahhhh! Aaaahhhh! NÃO AGUENTO MAIS! VOU GOZAR! AAAAAAHHHHHH!
E gozei de um jeito inesperado. Nem liguei se o Ricardo ia continuar, parar, gozar dentro ou fora. O prazer desse terceiro orgasmo me nublou a consciência.
Quando voltei a mim, o Ricardo ainda tava me bombando. O filho da puta não tinha gozado. Tirou a pica, ainda duríssima, mas sem uma gota. Aproveitou meu êxtase pra me virar. Fiquei caída de bruços, com as pernas abertas. Não tinha vontade de nada. Esperei o Ricardo me penetrar de novo e me encher de porra até os ovários. Já não tinha como evitar.
—Bom, Patinho, sua puta, vou terminar o que comecei. Já que você não me deixa inundar sua buceta, vou aproveitar pra arrebentar bem esse seu cu. Total que já não é mais virgem. Quis reagir, mas já era tarde. Ele prendeu meus braços e se deitou por cima de mim. Apoiou a cabeça da pica de novo na porta do cu, e empurrou com força.
—Não, para, pelo amor de Deus!!!
—Cala a boca, sua histérica de merda. Daqui a pouco você vai me implorar pra te arrebentar igual um queijo.
—Não! Não!! NÃOOOOO!!!

E aí meteu de novo até o fundo. Mas dessa vez ele bateu sem piedade. Sem nem cuspir direito. Começou a moer com tudo. Eu tava imobilizada, e sentia, além da dor do inferno no cu, todo o peso dele me esmagando contra o colchão.—Ainda tá bem apertadinha. Tá ligada que não arrebentei você antes? Agora vai ver a diferença. Vou deixar essa buceta deformada. Você vai cagar de medo, vadiazinha de merda…
—NÃÃÃOOOOO!!! PARA, SEU FILHO DA PUTA, DESGRAÇADO!!! TIRA ISSO, QUE TÁ DOENDO!!! CHEGA!!! CHEGA!!! MEU DEUS!!!
—Patinho, não vou parar de furar esse rabo até o Viagra passar, e não vai ser tão cedo. Vou destruir você de vez.
Não tinha pena nenhuma. Não sei que porra eu fiz pra merecer essa tortura. Tava tudo tão bem, e do nada virou um pesadelo. Ele metia com tanta força que parecia que queria me pregar no colchão. O barulho da pélvis batendo na minha bunda era tipo uma rajada de tapas sincronizados. Plaf! Plaf! Plaf! Plaf! Plaf! Plaf! Plaf!
—Tá vendo, Patinho, putinha, o que acontece quando você enche o saco do Professor Carne? Perdeu, feito numa guerra. Faz seis meses que você fica se fazendo de difícil. Agora teve o que pediu, vagabunda de merda. Veio atrás de uma pica boa, aqui tá. Vai me dizer que não gosta de ter o cu arrombado?
—NÃÃÃOOOOO!!! SEU FILHO DA PUTA!!! TIRA LOGO ISSO!!!
—Lembra do que eu falei antes. Você vai me implorar pra arrebentar esse cu e fazer você ver estrelas, igual todas as putinhas que eu estreio. Você vai ver.
Tentei gritar mais pra ele tirar, mas não adiantava. Ele tava decidido a me atormentar. Do jeito que tava metendo, com violência e velocidade, já devia tá todo arrebentado. Não sabia mais o que falar. A dor continuava insuportável. A pressão nos intestinos era horrível. Eu chorava e gritava desesperada. Se alguém ouvisse, ia achar que era um interrogatório da KGB.
—Bom, putinha, esse cu já era. Olha como ele engole minha pica direitinho. É uma honra ter estreado ele assim. jeito. Me diz de quem é essa sua bunda gostosa de agora em diante…
Silêncio.
—Não vou parar até você me dizer de quem é essa bunda.
—É SUA, SUA PUTA QUE TE PARIU!!!
—Muito bem, puta. E você vai me pedir pra arrebentar ela de novo todas as vezes que eu quiser, certo?
—SIM!! —Respondi afirmativamente, achando que com isso ele ia gozar e parar de me matar.
—Muito bem, dez, parabéns, aluna vagabunda. E agora, pra coroar o prazer que essa bunda maravilhosa me deu, vou encher ela de porra quentinha. Sente, puta, que lá vai… AAAAAAAHHHHHHHH!!!!
O filho da puta relinchou igual um cavalo. E esvaziou os ovos igual um cavalo também. Não sabia que um homem conseguia fabricar tanta porra em tão pouco tempo. Queria ter descoberto de outro jeito.
Finalmente o martírio acabou. Mas a dor continuava, e era terrível. Fiquei escarrapachada, sem me mexer, chorando de desespero. Ricardo ficou exausto. Caiu no sono do meu lado, com o pau murcho caído pra um lado, com um cigarro na boca que não conseguiu acender. Quis sair correndo dali, mas não consegui. Doía tudo e eu não tinha fôlego pra nada. Acabei desmaiando, do jeito que tava. Naquele momento, não pensei que, talvez, daqui a pouco ele acordasse e quisesse mais. Não me importou. Não dava pra fazer outra coisa.
Acordei às quatro da manhã. Ainda doía tudo. Toquei na minha bunda devagar, pra ver como tava, e ainda ardia. Como consegui, levantei da cama e tentei me vestir sem fazer barulho, embora cada movimento que eu fazia viesse acompanhado de um gemido de dor. Tinha uma peça de roupa em cada ponta: A calcinha estava no assento sete da primeira fila desde as sete da noite. Achei que era uma piada do destino. Coloquei ela com muito cuidado, porque não ia dar o gosto de deixar ela de troféu. Depois o sutiã, que tava no chão, a centímetros do psicopata degenerado, que graças a Deus continuava dormindo igual um urso. Me vesti de novo com minha Roupa, peguei a carteira e, mancando de forma bem notória, vazei daquele antro de perdição.Foi um parto sentar no carro, e mais ainda parar em cada semáforo, pisar no freio, pisar na embreagem, soltar, pisar no acelerador, e por aí vai. Cheguei em casa, sorte que antes do amanhecer. Entrei sem fazer barulho e vi que os moleques estavam dormindo. Não me passou pela cabeça nenhuma desculpa pra dar pra eles no dia seguinte.
Entrei no meu quarto, que tava vazio, e de lá fui encher a banheira. Queria tirar o cheiro de sexo, a sujeira, o suor, e principalmente, refrescar minha buceta arrombada. Antes de dormir, fiquei pensando numa parada. Depois de tudo que aquele filho da puta do Ricardo me fez sofrer, pelo menos não dei o gosto de pedir pra ele arrebentar meu cu. Essa previsão falhou. No fim, acabei dormindo na banheira. A única coisa que esperava era que os caras não me vissem naquele estado.
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