Capitulo 9 - Kary y Su Mami (Parte 1)

Dessa vez vou contar sobre Kari e a mãe dela. Eu tinha 26 anos quando comecei a trabalhar numa lan house. Era o responsável e o dono me dava toda liberdade e confiança do mundo. Por essa lan house passaram muitas mulheres e muitas aventuras, mas essa em especial é uma das minhas favoritas.

Num dia qualquer, eu tava fazendo manutenção nas máquinas. Enquanto formatava um computador, apareceu uma mensagem que dizia "obrigada pela foto". Aí eu abri o email e vi as fotos. Era uma garota de uns 16 anos, muito bonita, alta, cabelo curto. Eu já tinha visto ela por aqueles lados, mas as fotos que ela mandou mostravam seu lado mais sensual. Várias das fotos eram em poses sexy com roupa íntima e algumas semi-nuas. (Deixei o email dela aberto na máquina)

Passaram-se semanas e um dia essa pessoa entrou. O nome dela era Karina. Cumprimentei e disse bom dia. Aí deu um problema no computador dela e me aproximei, falei "posso te ajudar?". Ela virou e disse pra amiga do lado: "que olhos bonitos" - escapou sem querer. Eu ri na hora. Naquela época, eu administrava os computadores e podia mandar mensagem pra qualquer um deles, dizendo que o tempo tinha acabado. Aproveitei e na máquina onde ela estava mandei uma mensagem: "obrigado pelas palavras que você me disse". Ela leu, virou e ficou toda corada. Foi aí que pensei: "já caiu".

Continuamos conversando por aquele chat privado, e a coisa foi ficando muito boa. Convidei ela pro cinema e ela aceitou. Chegou o dia que a convidei pro cinema. Ela chegou com uma saia ampla de olan e uma blusa de alcinhas curta. Tava fazendo muito calor mesmo. Naquele dia cumprimentei ela e a amiga - não tinha jeito, veio com chaperona.

A conversa tava muito animada. Éramos os três vendo o filme, mas conversando entre a gente a parada foi ficando muito boa. A amiga dela percebeu as indiretas que eu tava mandando pra Karina, então decidiu ir ao banheiro e nos deixar sozinhos. Foi aí que aproveitei: agarrei ela e comecei... a beijar, não me importava a idade, ela tinha 16, eu tinha vinte e poucos, sem percebermos, a amiga dela veio andando e viu que estávamos nos beijando, ela não se importou e sentou do nosso lado, então continuamos e continuamos. Fomos deixá-la em casa, e então me ofereci para levá-la, e no caminho encostei o carro e disse que gostaria de terminar o ato de beijos que tivemos no cinema e ela aceitou. Começamos a nos beijar e beijar, e beijar, e as carícias começaram a aparecer, mas infelizmente, a coisa parou por aí, os dias foram passando e nossos encontros foram ficando cada vez mais safados. Vale notar que eu morava alugando uma casa com meu amigo, ou seja, praticamente vivia sozinho. Convidei ela três vezes para minha casa, a primeira vez sem esperar nada, meu colega não estava, então na sala da casa começamos a cena de beijos, foram muito tesão, ela subiu em cima de mim, continuamos e continuamos e continuamos, tirei a blusa dela, deixei só de calcinha, continuamos e continuamos, não passou disso porque ouvimos carros e ela ficou nervosa e se afastou. A segunda vez fomos a uma festa e depois eu disse vamos embora cedo e vamos para minha casa, então fomos, meu colega estava no quarto dele fazendo a mesma coisa que eu queria fazer, mas com outra pessoa, entramos no quarto, começamos a tirar a roupa e agora sim, fomos além, ela não quis dizer, mas eu já sabia que não era a primeira vez dela, apesar de ter 16 anos. A terceira vez dissemos para a mãe dela que íamos comer pizza, ela não estava em casa, mas ligamos para ela, então chegamos em casa e nem fomos na pizzaria, fomos direto para casa e começamos a fazer de tudo. Pedi uma, e outra, e outra vez, se não me engano, foram umas cinco vezes que dei para ela. Recebi uma ligação tipo umas oito da noite e era a mãe dela, perguntando onde ela estava e ela dizendo que estávamos comendo pizza, a mãe disse eu também quero pizza, você pode trazer quando... Vamos lá, então paramos de fazer o que estávamos fazendo, nos vestimos, fomos comprar uma pizza e fomos para a casa da mãe dela. Na verdade, eu nunca tinha conhecido ela até aquela ocasião. Chegamos lá por volta da meia-noite e começamos a conversar. A senhora, pra falar a verdade, era muito agradável na conversa. Deu meia-noite e continuamos batendo papo e mais papo. Eu liguei pro meu amigo dizendo que ia ficar mais um pouco, e aí minha namorada me disse pra dormir na casa dela. Eu falei que não podia ficar sem a permissão da mãe dela, e a mãe dela respondeu que tudo bem, desde que fosse no sofá. Eu aceitei, mas a conversa rolou e acabamos no quarto das duas, porque elas dividiam a cama. Colocamos um filme, eu tava na beirada, minha namorada no meio e a mãe dela do outro lado, as duas de pijama. A gente tava vendo o filme e, do nada, senti uma mão pegando no meu pau por baixo da coberta. Minha namorada começou a me masturbar. Eu só sentia a mão dela deslizando, a coberta mexia de um jeito bem óbvio. De repente, a mãe dela disse: "Agora eu volto, vou na lavanderia porque tô secando uma roupa". Ela saiu e, assim que saiu, minha namorada veio pra cima de mim e começou a me chupar todinho. Eu me deixei levar. Quando minha sogra voltou, ela já tinha parado, mas eu ainda não tinha gozado. Minha sogra se acomodou no lugar dela e a gente continuou vendo o filme. Minha namorada quis ir ao banheiro e foi. Minha sogra, sem querer, viu a parte que tava dura debaixo da coberta e me disse: "O filme tá bom, né?", e começou a rir. "Sim, muito bom". Não notei nada estranho, até que olhei pra cara dela e vi que ela tava olhando.

Passaram duas semanas e o namoro tava indo muito bem. Um dia, recebo uma ligação de um número desconhecido. Atendi e era a mãe da minha namorada. Ela tava chorando, preocupada. Perguntei o que tinha acontecido e ela disse que tinha brigado com a filha. Não quis me contar os detalhes. Eu não tinha comentado que também tinha brigado com ela, mas falei pra não se preocupar, que eu ia ligar pra ela e... falei onde ela estava, já que tinha saído de casa cedo e não tinha voltado, então liguei pra ela, ela atendeu e na conversa me disse que não estava na cidade, que tinha ido pra uma praia perto da cidade. A praia mais próxima era umas três horas de viagem, e ela foi com as amigas, foi o que ela me contou. Liguei de volta pra mãe da minha namorada e disse pra não se preocupar, que ela estava bem, que eu continuava preocupado, mas por ela (sogra). Perguntei se ela queria que eu a acompanhasse, e ela topou na hora, e eu fui.

A verdade é que, com trânsito ou sem, a casa dela ficava a uns 45 minutos da minha. Não sei se foi o tesão ou a vontade de ver minha sogra, mas voei e cheguei em 15. Eles moravam numa casa bem humilde, então tive que entrar até bater na porta principal. Bati e ela disse "pode entrar". Entrei e, quando estava na sala, ela estava saindo do quarto vestindo um pijama curto que parecia mais uma calcinha e uma blusa de alcinha. Ela correu e me abraçou.

Ela: Que bom que você veio, eu estava preocupada com minha filha, mas agora que você está aqui já me sinto bem.

Eu, sem pensar muito, a abracei pela cintura e disse: "Pra isso que eu estou aqui, pra o que você quiser". O corpo dela colidiu com o meu, os peitos dela esmagaram nos meus e eu senti absolutamente tudo. Ela não estava usando sutiã quando a abracei. A abracei pela cintura e, com meus dedos, consegui tocar a parte de baixo, onde ela não tinha roupa íntima. Então ela me perguntou: "Quer sentar?" e eu respondi que sim. Sentei no sofá e ela disse: "Agora eu volto, vou pagar a TV porque estava assistindo um filme". Antes que ela fosse, perguntei qual filme era e ela me disse o nome. Na verdade, eu não conhecia, mas falei: "Ah, esse filme eu adoro. Se quiser, bota pausa, você vai gostar". Ela respondeu: "Se quiser, vem assistir comigo, sem problema nenhum". E eu aceitei rápido.

Ao entrar no quarto, ela me levou pela mão do sofá até o quarto dela. A verdade é que eu a senti animada. Quando entramos no quarto, ela se virou e me abraçou de novo e disse:

"Obrigada, obrigada". valeu (ela me deu um monte de beijos)

valeu, eu falei que ela não precisava dar nada, aí ela subiu na cama. a vista que eu tive foi incrível, ela subiu e ficou na posição de cachorrinha, mostrando tudo tudinho. ela me perguntou se eu queria beber algo e eu respondi que sim, adoraria. ela desceu e, como estava descalça, eu falei brincando pra ela não andar, que descansasse ou ia ficar doente. ela disse: "não tenho chinelo, se quiser pode me carregar até a cozinha". a gente riu e ela ficou parada, então disse: "então eu te levo". eu ia abraçar ela como se fosse um bebê, mas ela me abraçou pela frente e levantou as pernas, falando: "me leva". não tive escolha, tive que segurar ela pela cintura. fomos até a geladeira, ela desceu e eu já ia indo embora, quando ela, de sacanagem, falou: "vai me deixar aqui descalça?". aí eu carreguei ela de volta e, quando estávamos quase chegando no quarto, ela jogou as latinhas na cama e eu fiquei segurando ela por baixo, na bunda, por assim dizer. e quando eu ia empurrar pra levantar ela, um dos meus dedos — ou melhor, vários — chegaram perto da virilha dela. com meus dedos, pude tocar o aveludado que ela tinha entre as pernas, e ela suspirou. eu disse "desculpa", mas não tirei os dedos dali. ela falou que não tinha problema, só que com cuidado, não se preocupe. abri minhas mãos como se tivessem grudado na bunda dela e abri tudo. foi aí que ela suspirou de novo, e eu falei que aquilo soou muito gostoso, o que ela fez. então joguei ela na cama. a única coisa que ela disse foi: "bom, se você gostou do que tocou e do que ouviu, isso aqui você vai gostar ainda mais". ela tirou o short e disse: "tô toda sua, vem". desci e fui chupar toda a parte de dentro dela. eu fiquei lá, dando e dando, e ela gemendo. foi uma noite fantástica, a gente fez uma vez atrás da outra, o tempo voou.

se a memória não me falha, a gente fez umas quatro vezes. ela ficou satisfeita, e eu falei que já ia indo embora, e ela aceitou. me abraçou e agradeceu de novo, disse: "por favor, não para de vir". eu falei que sim, quando desse. Eu já ia embora, quando ouvi um carro parando na frente de casa e fiquei surpreso.

Era minha namorada. Rápido, falei pra minha sogra que a filha dela tava chegando e que, se me visse, ia me matar. "Vamos fazer o seguinte: você dorme no sofá, finge que tá dormindo, e eu saio e digo que você veio me cuidar porque tava preocupado comigo." E foi assim: eu finjo que tô dormindo, ela chega e me diz "vamos dormir", ele aparece e diz que quer ficar aqui porque tava preocupado. Então foram pra cama. Deixei passar uns 10 minutos e, justo quando eu ia vazar, ouvi a porta do quarto abrindo. Era minha namorada. Ela se aproximou, começou a pegar no meu pau e a me chupar. Tava uma delícia. Eu me levantei, sentei e falei: "Ei, sua mãe pode nos ver. E se ela ver, é falta de educação deixar ela assim." Comecei a rir e ela disse: "Não se preocupa, ela tá dormindo." Eu respondi: "Sim, mas e se ela acordar?" Ela falou: "Vamos fazer o seguinte: vamos ficar de vigia. Para, vamos pro quarto." E na beirada da cama ela começou a me chupar de novo. Enquanto ela me chupava, eu tava olhando pra minha sogra, e ela tava me encarando fixamente. Minha sogra se levantou, acendeu a luz e disse: "O que tá acontecendo aqui?" Quando olhei pro rosto da minha namorada, vi que ela tava completamente bêbada. Na real, acho que ela nem lembrava que tava me chupando. Mas entrei na onda: com meu dedo, fiz sinal pra minha sogra calar a boca e vir. Ela se aproximou e eu comecei a beijá-la enquanto minha namorada me chupava gostoso. A cena me deixou com tanto tesão que, agarrando minha namorada pelos cabelos com uma mão, puxei minha sogra pra baixo com a outra. Ela começou a me chupar enquanto minha namorada me beijava. Minha namorada olhou pra mãe e disse: "Ei, o que tá acontecendo?" Como se tivesse entendendo alguma coisa, mas nem ligou. Eu falei: "Deixa ela." E seguimos a noite, na moral.

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