Lorena entrou como uma leoa enfurecida e, no meio da sala de estar, se virou para me encarar. Eu fechei a porta e dei alguns passos em direção a ela, enquanto Ingrid ficou praticamente petrificada no mesmo lugar, ao lado da porta.
L: Você sabe quem é essa?
Eu: É, a Ingrid, minha colega de trabalho. Falei sem pensar.
L: Já sei que é a Ingrid, mas você sabe quem ela é?
Eu: Não, não sei. Ingrid é só uma colega minha, nada mais.
Virei minha cabeça para ver Ingrid surpresa enquanto ela se aproximava de mim. "Não entendo o que está acontecendo", disse, olhando de uma para a outra.
L: Eu vou te dizer quem é essa mina.
Eu olhei de volta para L, ainda sem entender nada.
L: Essa girl é minha sobrina, filha da puta da minha irmã. E pelo visto, puxou a ela.
I: Não fala assim da minha mãe. Pelo visto é de família.
L: Você tá me chamando de "puta"? Sua vadia do caralho...
Nessa hora, Ingrid se soltou e a conversa ficou mais quente.
É melhor eu te chamar de puta, viu.
L: Por que não?
I: Por acaso você não tem marido? E tá procurando rola fora de casa?
L: É diferente. Ela disse encurralada.
Não é diferente. Se eu sou uma puta, você também é.
L: Ele é meu. Agora você sabe, arruma outro.
Eu não vou procurar outro. Ele é meu agora, que ele decida.
L: Tá bom, decidi então. Disse me olhando.
Eu estava estupefacto com a situação, nem de longe imaginei que eles podiam ser da família, não tinha ideia, mas eu poderia me beneficiar com isso.
Eu: Calma. Eu intervi. Você não pode reclamar nada de mim. Eu disse pra Lorena. Você tem seu marido, o que te incomoda de eu ter alguém pra ficar?
Eu sou alguém pra se ficar?
Eu: Não sei onde isso vai dar, a gente nem conversa sobre isso. Pensei que você só queria o que a gente vem fazendo.
L: Viu, gata, ele não te quer mais, ele já te falou.
Eu: Eu também não disse isso.
L: E então, o que você tá dizendo? Que tá usando ela?
E: E bem, se ele quer me usar, que me use. No fim das contas, sou uma puta mesmo, como você disse.
Ela encolheu os ombros como quem diz "tô nem aí" e se ajoelhou na minha frente, apoiando a bunda nos calcanhares. Mordeu o lábio inferior me encarando e começou a massagear meu pau por cima do short. "Posso?" perguntou. Eu estava entre a cruz e a espada, mas resolvi arriscar: "Pode, sim".
Por baixo do short e da cueca, meu pau deu um pulo e já estava completamente duro, ela cheirou e chupou ele inteiro, se engasgando sozinha. "L" olhava surpresa.
Agarrei sua cabeça e peguei sua boca, depois a levei até o fundo por vários segundos até que ela bateu na minha perna algumas vezes para eu soltar. Respirei fundo, cuspi, me masturbei e voltei a engolir de novo.
L: Viu que você é uma puta, ele só te usa.
Ingrid parou de chupar por um momento para responder.
I: O que você acha que ele não te usa? Ou você está pensando em se separar do seu marido para ficar com ele?
L: Comigo é diferente.
Hahaha, se você quer acreditar nisso, tudo bem.
L: Você me usa?
Eu: Você vai se separar pra ficar comigo?
L: Acho que não.
Eu: Então por que você fica tão brava? Vem aqui, tenho pra nós duas.
L: Fazer um menage com minha sobrina? Você tá maluco?
Eu: Por acaso a gente já não fez um ménage? Ou você esqueceu que a gente te comeu junto com meu amigo?
L: Foi diferente.
Eu: Então fica aí olhando mesmo.
I: Você fez um menage e agora tá com medo de entrar? KKKKK Posso conhecer seu amigo também?
Eu: Não sei, falta muito pra isso. Talvez eu queira te usar só pra mim.
Lorena não aguentou o que estava acontecendo e quis ir embora, partiu rápida e furiosa em direção à porta, passando pelo meu lado, consegui segurá-la pelo braço.
Eu: Pra onde você vai?
L: Pra minha casa, aqui sobrou.
Eu: Você não está sobrando, fica.
L: Não dá pra ver que não sobrou. Disse olhando para a sobrinha chupando meu pau.
Eu a beijei, ela resistiu mas foi pouco, tão pouco que dá pra dizer que ela só virou o rosto olhando pros meus lábios. Beijei de novo e ela virou o corpo na minha direção. Beijei seu pescoço e com a outra mão apertei um dos seus peitos.
Eu: Você vai me dizer que não quer isso?
Leve sua mão até meu pau, toque o rosto da Ingrid. Compartilhe, eu disse. Tirei da boca dela e agarrei meu pau cheio da saliva da sobrinha, ela gemeu baixinho.
Eu: Você não quer ir embora, você quer cavalgar nesse pau.
L: Abram.
Eu: Você quer chupar ela e deixar ela toda babada assim, pra depois eu arrombar seu cu.
A Ingrid não quis ficar de fora e, enquanto a Lorena me masturbava devagar, ela passava a língua suavemente nos meus ovos e os mordiscava de leve.
L: Sim, adoro quando você me dá uma dedada na bunda.
Eu: Fala aí, como você gosta de verdade.
L: Eu adoro quando você me arromba o cu.
Eu: Sua sobrina já deixou o pau preparado pra você, por que não aproveita?
L: Mmm sim, você quer arrombar meu cu?
Eu: Sim, e quero que você ensine sua sobrina. Tirei a virgindade do cu dela semana passada.
Ai, não me fala, que sorte a sua, menina. Você não tem ideia do que eu daria para que ele tivesse desvirginado minha bunda.
Eu adorei, tia, mas não tenho prática suficiente. Você me ensina?
Eu: Vai lá, seja uma tia legal e ensina ela.
Tá bom, gata, vou te ensinar. Mas chupa mais ele, deixa bem babado.
A Ingrid chupou meu pau de um jeito animal, enquanto a Lorena se despia me beijando e ficando só de calcinha.
L: Já preparou ela?
Acho que sim, tia, fala aí.
Ela estava colada no meu lado esquerdo, com o corpo de frente para mim, parou de me beijar e olhou para baixo. Com o dedo indicador, ela bateu na minha pica, que balançou como se fosse uma mola de tão dura que estava.
L: Acho que tá pronta, senta na cadeira. Vou me ajeitar.
Separei uma e me sentei, abri um pouco as pernas e apoiei o braço direito sobre a mesa relaxado, sem ser sexista ou talvez só um pouco, um macho alfa oferecendo meu pau para duas putas me darem prazer.
Olha, gata, você tem duas opções.
Eu: Presta atenção.
I: Sim, tô prestando atenção.
L: A primeira é que ele te arrume do jeito que ele preferir e você aguente ele te arrombar o cu.
I: Ajam, a segunda?
L: A segunda é essa, que vou te mostrar. Você senta em cima dele, e controla o tempo que precisar para sua bunda se acostumar.
Lorena pegou no meu pau e foi introduzindo devagar, tirando e metendo, se acostumando aos poucos até sentar por completo. Senti meu cacete pulsando dentro dela, apertado e quente. Aí ela começou a se mexer.
Eu gostaria de experimentar a primeira, vai doer muito?
L: Já experimentou e com certeza ele foi devagar, você aguentaria esse pau te arrebentando o cu do jeito que ele quer?
I: Ai, não sei, tô com medo mas quero.
L: Podemos praticar o que sobrar do fim de semana. Enquanto você assiste como ele me faz.
Enquanto Lorena se movia sobre mim, Ingrid se tocava olhando a bunda de sua tia fazendo meu pau desaparecer dentro dela. Pedi que ela se aproximasse e comecei a tocar seu clitóris, ela estava numa posição meio desconfortável, então a virei e fiz com que apoiasse a bunda no lado esquerdo do meu corpo perto do peitoral, com a mão esquerda deixava o clitóris exposto e com a direita o massageava, rápido e forte. Ela olhava de lado enquanto sua tia continuava se masturbando, fechava os olhos e apalpava os próprios peitos.
Vou gozar, vou gozar.
L: Espera mais um pouquinho, segura aí que eu também tô quase lá.
Ai, tia, não aguento mais. Por favor, por favor, anda logo.
Lorena esfregava com força no meu corpo, tentando alcançar o orgasmo.
Eu: Eu também vou ficar toda safada.
Assim, assim só um pouquinho... goza, goza...
Ingrid acabou parada ao meu lado, se inclinando para frente, Lorena fez o mesmo com meu pau na sua bunda, mas eu ainda não conseguia.
Eu: Não para, Lore, continua.
Praticamente sem forças, ela seguiu mais alguns movimentos até que eu também gozei, enchendo sua bunda de porra.
A gente se recuperou um pouco.
L: Aprendeu alguma coisa?
Acho que aprendi muito, já quero botar em prática.
Eu: Isso aqui tá só começando, preparem suas bundinhas...
L: Você sabe quem é essa?
Eu: É, a Ingrid, minha colega de trabalho. Falei sem pensar.
L: Já sei que é a Ingrid, mas você sabe quem ela é?
Eu: Não, não sei. Ingrid é só uma colega minha, nada mais.
Virei minha cabeça para ver Ingrid surpresa enquanto ela se aproximava de mim. "Não entendo o que está acontecendo", disse, olhando de uma para a outra.
L: Eu vou te dizer quem é essa mina.
Eu olhei de volta para L, ainda sem entender nada.
L: Essa girl é minha sobrina, filha da puta da minha irmã. E pelo visto, puxou a ela.
I: Não fala assim da minha mãe. Pelo visto é de família.
L: Você tá me chamando de "puta"? Sua vadia do caralho...
Nessa hora, Ingrid se soltou e a conversa ficou mais quente.
É melhor eu te chamar de puta, viu.
L: Por que não?
I: Por acaso você não tem marido? E tá procurando rola fora de casa?
L: É diferente. Ela disse encurralada.
Não é diferente. Se eu sou uma puta, você também é.
L: Ele é meu. Agora você sabe, arruma outro.
Eu não vou procurar outro. Ele é meu agora, que ele decida.
L: Tá bom, decidi então. Disse me olhando.
Eu estava estupefacto com a situação, nem de longe imaginei que eles podiam ser da família, não tinha ideia, mas eu poderia me beneficiar com isso.
Eu: Calma. Eu intervi. Você não pode reclamar nada de mim. Eu disse pra Lorena. Você tem seu marido, o que te incomoda de eu ter alguém pra ficar?
Eu sou alguém pra se ficar?
Eu: Não sei onde isso vai dar, a gente nem conversa sobre isso. Pensei que você só queria o que a gente vem fazendo.
L: Viu, gata, ele não te quer mais, ele já te falou.
Eu: Eu também não disse isso.
L: E então, o que você tá dizendo? Que tá usando ela?
E: E bem, se ele quer me usar, que me use. No fim das contas, sou uma puta mesmo, como você disse.
Ela encolheu os ombros como quem diz "tô nem aí" e se ajoelhou na minha frente, apoiando a bunda nos calcanhares. Mordeu o lábio inferior me encarando e começou a massagear meu pau por cima do short. "Posso?" perguntou. Eu estava entre a cruz e a espada, mas resolvi arriscar: "Pode, sim".
Por baixo do short e da cueca, meu pau deu um pulo e já estava completamente duro, ela cheirou e chupou ele inteiro, se engasgando sozinha. "L" olhava surpresa.
Agarrei sua cabeça e peguei sua boca, depois a levei até o fundo por vários segundos até que ela bateu na minha perna algumas vezes para eu soltar. Respirei fundo, cuspi, me masturbei e voltei a engolir de novo.
L: Viu que você é uma puta, ele só te usa.
Ingrid parou de chupar por um momento para responder.
I: O que você acha que ele não te usa? Ou você está pensando em se separar do seu marido para ficar com ele?
L: Comigo é diferente.
Hahaha, se você quer acreditar nisso, tudo bem.
L: Você me usa?
Eu: Você vai se separar pra ficar comigo?
L: Acho que não.
Eu: Então por que você fica tão brava? Vem aqui, tenho pra nós duas.
L: Fazer um menage com minha sobrina? Você tá maluco?
Eu: Por acaso a gente já não fez um ménage? Ou você esqueceu que a gente te comeu junto com meu amigo?
L: Foi diferente.
Eu: Então fica aí olhando mesmo.
I: Você fez um menage e agora tá com medo de entrar? KKKKK Posso conhecer seu amigo também?
Eu: Não sei, falta muito pra isso. Talvez eu queira te usar só pra mim.
Lorena não aguentou o que estava acontecendo e quis ir embora, partiu rápida e furiosa em direção à porta, passando pelo meu lado, consegui segurá-la pelo braço.
Eu: Pra onde você vai?
L: Pra minha casa, aqui sobrou.
Eu: Você não está sobrando, fica.
L: Não dá pra ver que não sobrou. Disse olhando para a sobrinha chupando meu pau.
Eu a beijei, ela resistiu mas foi pouco, tão pouco que dá pra dizer que ela só virou o rosto olhando pros meus lábios. Beijei de novo e ela virou o corpo na minha direção. Beijei seu pescoço e com a outra mão apertei um dos seus peitos.
Eu: Você vai me dizer que não quer isso?
Leve sua mão até meu pau, toque o rosto da Ingrid. Compartilhe, eu disse. Tirei da boca dela e agarrei meu pau cheio da saliva da sobrinha, ela gemeu baixinho.
Eu: Você não quer ir embora, você quer cavalgar nesse pau.
L: Abram.
Eu: Você quer chupar ela e deixar ela toda babada assim, pra depois eu arrombar seu cu.
A Ingrid não quis ficar de fora e, enquanto a Lorena me masturbava devagar, ela passava a língua suavemente nos meus ovos e os mordiscava de leve.
L: Sim, adoro quando você me dá uma dedada na bunda.
Eu: Fala aí, como você gosta de verdade.
L: Eu adoro quando você me arromba o cu.
Eu: Sua sobrina já deixou o pau preparado pra você, por que não aproveita?
L: Mmm sim, você quer arrombar meu cu?
Eu: Sim, e quero que você ensine sua sobrina. Tirei a virgindade do cu dela semana passada.
Ai, não me fala, que sorte a sua, menina. Você não tem ideia do que eu daria para que ele tivesse desvirginado minha bunda.
Eu adorei, tia, mas não tenho prática suficiente. Você me ensina?
Eu: Vai lá, seja uma tia legal e ensina ela.
Tá bom, gata, vou te ensinar. Mas chupa mais ele, deixa bem babado.
A Ingrid chupou meu pau de um jeito animal, enquanto a Lorena se despia me beijando e ficando só de calcinha.
L: Já preparou ela?
Acho que sim, tia, fala aí.
Ela estava colada no meu lado esquerdo, com o corpo de frente para mim, parou de me beijar e olhou para baixo. Com o dedo indicador, ela bateu na minha pica, que balançou como se fosse uma mola de tão dura que estava.
L: Acho que tá pronta, senta na cadeira. Vou me ajeitar.
Separei uma e me sentei, abri um pouco as pernas e apoiei o braço direito sobre a mesa relaxado, sem ser sexista ou talvez só um pouco, um macho alfa oferecendo meu pau para duas putas me darem prazer.
Olha, gata, você tem duas opções.
Eu: Presta atenção.
I: Sim, tô prestando atenção.
L: A primeira é que ele te arrume do jeito que ele preferir e você aguente ele te arrombar o cu.
I: Ajam, a segunda?
L: A segunda é essa, que vou te mostrar. Você senta em cima dele, e controla o tempo que precisar para sua bunda se acostumar.
Lorena pegou no meu pau e foi introduzindo devagar, tirando e metendo, se acostumando aos poucos até sentar por completo. Senti meu cacete pulsando dentro dela, apertado e quente. Aí ela começou a se mexer.
Eu gostaria de experimentar a primeira, vai doer muito?
L: Já experimentou e com certeza ele foi devagar, você aguentaria esse pau te arrebentando o cu do jeito que ele quer?
I: Ai, não sei, tô com medo mas quero.
L: Podemos praticar o que sobrar do fim de semana. Enquanto você assiste como ele me faz.
Enquanto Lorena se movia sobre mim, Ingrid se tocava olhando a bunda de sua tia fazendo meu pau desaparecer dentro dela. Pedi que ela se aproximasse e comecei a tocar seu clitóris, ela estava numa posição meio desconfortável, então a virei e fiz com que apoiasse a bunda no lado esquerdo do meu corpo perto do peitoral, com a mão esquerda deixava o clitóris exposto e com a direita o massageava, rápido e forte. Ela olhava de lado enquanto sua tia continuava se masturbando, fechava os olhos e apalpava os próprios peitos.
Vou gozar, vou gozar.
L: Espera mais um pouquinho, segura aí que eu também tô quase lá.
Ai, tia, não aguento mais. Por favor, por favor, anda logo.
Lorena esfregava com força no meu corpo, tentando alcançar o orgasmo.
Eu: Eu também vou ficar toda safada.
Assim, assim só um pouquinho... goza, goza...
Ingrid acabou parada ao meu lado, se inclinando para frente, Lorena fez o mesmo com meu pau na sua bunda, mas eu ainda não conseguia.
Eu: Não para, Lore, continua.
Praticamente sem forças, ela seguiu mais alguns movimentos até que eu também gozei, enchendo sua bunda de porra.
A gente se recuperou um pouco.
L: Aprendeu alguma coisa?
Acho que aprendi muito, já quero botar em prática.
Eu: Isso aqui tá só começando, preparem suas bundinhas...
8 comentários - Milf kiosquera 31