Dez anos. Dez putos anos de vazio absoluto.
A casa ainda cheirava a ela: aquele perfume barato que usava porque "era o que tinha", misturado com o suor dos turnos duplos e o cheiro da pele dela depois que eu comia ela até ela ficar rouca. Não lavei nada. Os lençóis com manchas secas de nós, a escova dela com mechas pretas embaraçadas, o sofá onde ela sentava de pernas abertas e eu me ajoelhava entre elas. Tudo intacto. Como um altar.
Trabalhava o mínimo: papers remotos, consultorias quânticas que resolvia em horas e cobrava fortunas. O dinheiro entrava, mas eu não gastava. Comia o suficiente pra não morrer. O resto: televisão. Canais infinitos de ruído branco. Era minha forma de suicídio passivo. Não tinha coragem de puxar o gatilho ou engolir um frasco inteiro. Só queria que o tempo me desgastasse, como o tumor desgastou o cérebro dela.
Até que um canal qualquer começou a passar Steins;Gate.
No começo, era só fundo. Um cara de jaleco branco gritando “El Psy Kongroo”, um micro-ondas modificado, mensagens pro passado, uma mina morta que revive em outra linha temporal. Mas episódio após episódio, algo quebrou dentro de mim. Não era entretenimento. Era um puta blueprint.
World lines. Attractor fields. Divergence number. Reading Steiner — aquela capacidade única do Okabe de lembrar das linhas anteriores enquanto o mundo esquece —. Convergence points inevitáveis: Mayuri morre uma e outra vez na Alpha, Kurisu morre na Beta. Mas tem uma saída: a Steins Gate World Line, em 1.048596%. Onde ambas vivem. Onde o amor — ou seja lá o que o Okabe sente pela Kurisu — vence.
E o preço: sacrifício. Okabe tem que fingir a morte da Kurisu, enfiar uma faca na barriga da própria felicidade, enganar o passado pra colapsar a timeline na direção certa. Ele perde o relacionamento que tinha com ela pra que ela viva.
Quando terminei a série (e devorei o 0, a VN, fóruns, wikis, tudo), não senti esperança. Senti uma raiva científica. Porque eu já sabia que o universo é um observador cruel. E se o Okabe conseguiu hackear o attractor field dele pra salvar a mulher que amava… eu podia fazer o mesmo pela minha.
Ela — minha mãe, minha amante, meu tudo — morreu de um glioblastoma inoperável. Mas e se essa morte fosse só um convergence point nessa world line de merda? E se o tumor fosse evitável com uma mudança mínima: um check-up antes, menos estresse, um dia em que eu a segurei em casa fodendo com ela em vez de… Deixar ela sair pra trabalhar? Um número de divergência alterado o suficiente pra escapar do campo atrator onde ela apodrece no cérebro aos 36-37.
Não tinha PhoneWave. Mas tinha minha mente. Tinha acesso a papers sobre entrelaçamento macroscópico, estimulação transcraniana profunda, compressão de dados cerebrais em mini-buracos Kerr (inspirado nas teorias da Kurisu). Tinha grana acumulada. E tinha uma obsessão que queimava mais que qualquer reator.
Transformei o porão em laboratório. Meses sem dormir. Protótipos que falhavam: capacetes que me davam enxaquecas, algoritmos que colapsavam minha consciência em loops de dor. Mas continuei.
O primeiro salto mental bem-sucedido veio numa noite de tempestade. Ativei o dispositivo — bobinas, pulsos eletromagnéticos, um software que eu escrevi pra "empacotar" meu Reading Steiner improvisado —. Fechei os olhos e senti o puxão: como se arrancassem minha alma por um buraco de minhoca.
Acordei no meu corpo de 21 anos. Ela estava viva. Na cama, pelada, respirando suave. Toquei a têmpora dela: pele lisa, sem cicatrizes de rádio. Beijei o pescoço dela e ela se virou, murmurando meu nome no sono, com aquela voz rouca que me deixava duro na hora.
Não consegui me segurar. Subi nela com cuidado, abrindo suas pernas grossas. A buceta dela estava quente e já meio molhada do sono. Esfreguei meu pau duro e grosso contra os lábios dela, sentindo eles se abrirem pra mim. Meti devagar, centímetro por centímetro, até ficar enterrado até o saco naquele calor apertado e familiar.
— Deus… mamãe… você está viva… —rosnei contra o ouvido dela.
Ela acordou com um gemido longo e profundo, arqueando as costas. As tetas enormes dela se esmagaram contra meu peito.
— Filho… o que…?
Não deixei ela terminar. Comecei a foder ela com estocadas profundas e desesperadas, como se cada metida pudesse apagar os dez anos de vazio. O som molhado e obsceno do meu pau entrando e saindo da buceta encharcada dela enchia o quarto. Agarrei as tetas dela com as duas mãos, amassando com força, beliscando os mamilos escuros enquanto penetrava mais rápido. Ela envolveu minha cintura com as pernas, cravando os calcanhares na minha bunda.
—Me fode… meu gênio… mais forte… —implorou, ainda meio dormindo.
Virei ela, coloquei de quatro e montei como um animal. A bunda grande e macia dela batia na minha pelve a cada estocada. Enfiei um dedo no cu apertado dela enquanto dava um tapa na bunda. A buceta dela se contraía em volta do meu pau, escorrendo uns sucos quentes que desciam pelas minhas bolas. Quando ela gozou, gritou meu nome, e o orgasmo foi tão forte que quase me expulsou de dentro. Eu segui segundos depois, inundando ela de porra grossa, jato após jato, como se quisesse marcar aquela linha do tempo como minha.
Mas não era a Steins Gate perfeita. Ainda sentia o eco: sabia que o tumor espreitava em algum ponto de convergência. O divergence number na minha cabeça marcava algo como 0. something alpha. Ainda estávamos no campo da morte.
Então pulei de novo. E de novo. Cada fracasso me jogava de volta no presente quebrado, mais vazio, mais furioso. Cada sucesso me aproximava: eu fodia ela com mais desespero, possuía ela como se cada estocada pudesse reescrever o destino. Mudava detalhes: convencia ela a ir no médico antes, mantinha ela em casa dias inteiros com meu pau dentro dela, dizia "não sai hoje, fica comigo" enquanto fazia ela gozar uma vez atrás da outra.
Num desses ciclos, fiquei com ela três dias seguidos quase sem sair da cama. Fodi ela no chuveiro, contra a bancada da cozinha, na poltrona onde eu costumava me ajoelhar. Virava ela de lado, levantava uma perna e metia fundo enquanto chupava os peitos dela, sentindo a buceta inchada e sensível pulsando em volta de mim. Fazia ela gozar com a boca, com os dedos, com a pica. Enchia a buceta, a boca e até o cu dela com meu esperma, uma vez e outra, como se pudesse saturar o corpo dela de vida pra que o tumor não tivesse espaço.
Agora tô perto. Muito perto. O próximo salto pode ser o que quebra o campo atrator. O que deixa ela viva pra sempre, com as tetonas dela apertadas no meu peito, a bunda dela nas minhas mãos, os olhos pretos dela brilhando enquanto ela geme “meu gênio” e eu meto nela até ela esquecer que um dia existiu um tumor.
E se eu tiver que sacrificar essa versão de mim — apagar lembranças, fingir que nunca perdi ela, perder a intimidade que a gente construiu nos últimos anos pra que ela viva sem saber o preço — eu vou fazer. Igual o Okabe sacrificou o relacionamento dele com a Kurisu pra salvar ela.
Porque sem ela, não tem world line que valha a pena.
Tô indo atrás de você, mãe. De novo. E de novo. Até o tempo desistir.
A casa ainda cheirava a ela: aquele perfume barato que usava porque "era o que tinha", misturado com o suor dos turnos duplos e o cheiro da pele dela depois que eu comia ela até ela ficar rouca. Não lavei nada. Os lençóis com manchas secas de nós, a escova dela com mechas pretas embaraçadas, o sofá onde ela sentava de pernas abertas e eu me ajoelhava entre elas. Tudo intacto. Como um altar.
Trabalhava o mínimo: papers remotos, consultorias quânticas que resolvia em horas e cobrava fortunas. O dinheiro entrava, mas eu não gastava. Comia o suficiente pra não morrer. O resto: televisão. Canais infinitos de ruído branco. Era minha forma de suicídio passivo. Não tinha coragem de puxar o gatilho ou engolir um frasco inteiro. Só queria que o tempo me desgastasse, como o tumor desgastou o cérebro dela.Até que um canal qualquer começou a passar Steins;Gate.
No começo, era só fundo. Um cara de jaleco branco gritando “El Psy Kongroo”, um micro-ondas modificado, mensagens pro passado, uma mina morta que revive em outra linha temporal. Mas episódio após episódio, algo quebrou dentro de mim. Não era entretenimento. Era um puta blueprint.
World lines. Attractor fields. Divergence number. Reading Steiner — aquela capacidade única do Okabe de lembrar das linhas anteriores enquanto o mundo esquece —. Convergence points inevitáveis: Mayuri morre uma e outra vez na Alpha, Kurisu morre na Beta. Mas tem uma saída: a Steins Gate World Line, em 1.048596%. Onde ambas vivem. Onde o amor — ou seja lá o que o Okabe sente pela Kurisu — vence.
E o preço: sacrifício. Okabe tem que fingir a morte da Kurisu, enfiar uma faca na barriga da própria felicidade, enganar o passado pra colapsar a timeline na direção certa. Ele perde o relacionamento que tinha com ela pra que ela viva.
Quando terminei a série (e devorei o 0, a VN, fóruns, wikis, tudo), não senti esperança. Senti uma raiva científica. Porque eu já sabia que o universo é um observador cruel. E se o Okabe conseguiu hackear o attractor field dele pra salvar a mulher que amava… eu podia fazer o mesmo pela minha.
Ela — minha mãe, minha amante, meu tudo — morreu de um glioblastoma inoperável. Mas e se essa morte fosse só um convergence point nessa world line de merda? E se o tumor fosse evitável com uma mudança mínima: um check-up antes, menos estresse, um dia em que eu a segurei em casa fodendo com ela em vez de… Deixar ela sair pra trabalhar? Um número de divergência alterado o suficiente pra escapar do campo atrator onde ela apodrece no cérebro aos 36-37.
Não tinha PhoneWave. Mas tinha minha mente. Tinha acesso a papers sobre entrelaçamento macroscópico, estimulação transcraniana profunda, compressão de dados cerebrais em mini-buracos Kerr (inspirado nas teorias da Kurisu). Tinha grana acumulada. E tinha uma obsessão que queimava mais que qualquer reator.
Transformei o porão em laboratório. Meses sem dormir. Protótipos que falhavam: capacetes que me davam enxaquecas, algoritmos que colapsavam minha consciência em loops de dor. Mas continuei.
O primeiro salto mental bem-sucedido veio numa noite de tempestade. Ativei o dispositivo — bobinas, pulsos eletromagnéticos, um software que eu escrevi pra "empacotar" meu Reading Steiner improvisado —. Fechei os olhos e senti o puxão: como se arrancassem minha alma por um buraco de minhoca.
Acordei no meu corpo de 21 anos. Ela estava viva. Na cama, pelada, respirando suave. Toquei a têmpora dela: pele lisa, sem cicatrizes de rádio. Beijei o pescoço dela e ela se virou, murmurando meu nome no sono, com aquela voz rouca que me deixava duro na hora.
Não consegui me segurar. Subi nela com cuidado, abrindo suas pernas grossas. A buceta dela estava quente e já meio molhada do sono. Esfreguei meu pau duro e grosso contra os lábios dela, sentindo eles se abrirem pra mim. Meti devagar, centímetro por centímetro, até ficar enterrado até o saco naquele calor apertado e familiar.
— Deus… mamãe… você está viva… —rosnei contra o ouvido dela. Ela acordou com um gemido longo e profundo, arqueando as costas. As tetas enormes dela se esmagaram contra meu peito.
— Filho… o que…?
Não deixei ela terminar. Comecei a foder ela com estocadas profundas e desesperadas, como se cada metida pudesse apagar os dez anos de vazio. O som molhado e obsceno do meu pau entrando e saindo da buceta encharcada dela enchia o quarto. Agarrei as tetas dela com as duas mãos, amassando com força, beliscando os mamilos escuros enquanto penetrava mais rápido. Ela envolveu minha cintura com as pernas, cravando os calcanhares na minha bunda.
—Me fode… meu gênio… mais forte… —implorou, ainda meio dormindo.Virei ela, coloquei de quatro e montei como um animal. A bunda grande e macia dela batia na minha pelve a cada estocada. Enfiei um dedo no cu apertado dela enquanto dava um tapa na bunda. A buceta dela se contraía em volta do meu pau, escorrendo uns sucos quentes que desciam pelas minhas bolas. Quando ela gozou, gritou meu nome, e o orgasmo foi tão forte que quase me expulsou de dentro. Eu segui segundos depois, inundando ela de porra grossa, jato após jato, como se quisesse marcar aquela linha do tempo como minha.
Mas não era a Steins Gate perfeita. Ainda sentia o eco: sabia que o tumor espreitava em algum ponto de convergência. O divergence number na minha cabeça marcava algo como 0. something alpha. Ainda estávamos no campo da morte.
Então pulei de novo. E de novo. Cada fracasso me jogava de volta no presente quebrado, mais vazio, mais furioso. Cada sucesso me aproximava: eu fodia ela com mais desespero, possuía ela como se cada estocada pudesse reescrever o destino. Mudava detalhes: convencia ela a ir no médico antes, mantinha ela em casa dias inteiros com meu pau dentro dela, dizia "não sai hoje, fica comigo" enquanto fazia ela gozar uma vez atrás da outra.
Num desses ciclos, fiquei com ela três dias seguidos quase sem sair da cama. Fodi ela no chuveiro, contra a bancada da cozinha, na poltrona onde eu costumava me ajoelhar. Virava ela de lado, levantava uma perna e metia fundo enquanto chupava os peitos dela, sentindo a buceta inchada e sensível pulsando em volta de mim. Fazia ela gozar com a boca, com os dedos, com a pica. Enchia a buceta, a boca e até o cu dela com meu esperma, uma vez e outra, como se pudesse saturar o corpo dela de vida pra que o tumor não tivesse espaço.
Agora tô perto. Muito perto. O próximo salto pode ser o que quebra o campo atrator. O que deixa ela viva pra sempre, com as tetonas dela apertadas no meu peito, a bunda dela nas minhas mãos, os olhos pretos dela brilhando enquanto ela geme “meu gênio” e eu meto nela até ela esquecer que um dia existiu um tumor.E se eu tiver que sacrificar essa versão de mim — apagar lembranças, fingir que nunca perdi ela, perder a intimidade que a gente construiu nos últimos anos pra que ela viva sem saber o preço — eu vou fazer. Igual o Okabe sacrificou o relacionamento dele com a Kurisu pra salvar ela.
Porque sem ela, não tem world line que valha a pena.
Tô indo atrás de você, mãe. De novo. E de novo. Até o tempo desistir.
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