Continuando com o relato anterior (recomendo que leiam pra entender bem a história)... onde eu tinha chupado o pau de um taxista fofo de 68 anos... e ele foi demitido por minha causa... decidi dar um trampo pra ele em casa pra ajudar a recuperar a grana que ele tanto precisava pra sobreviver.... Bateu na porta, Alberto, perguntando se a proposta de trabalho ainda tava de pé... óbvio que sim, falei e mandei ele entrar...
Taxista: desculpa, Gabriela, tô muito envergonhado e me sentindo culpado de vir bater na sua porta. Mas realmente preciso do dinheiro. Não consigo arrumar emprego e tô com um aperto financeiro...
Eu: não fica com vergonha, Alberto... falei que tinha trampo pra você e vou te ajudar a se estabilizar financeiramente...
Taxi: tô totalmente grato, senhorita Gabriela... prometo que não vou te decepcionar...
Eu: me chama de Gabi e não me trata de senhora... vem aqui que vou te explicar o que precisa ser feito..
Listei todos os serviços que precisava que ele fizesse e ele disse que dava conta sem problema.. e que terminar tudo levaria mais ou menos um mês... Falei pra ele me passar um orçamento e eu pagaria o mês inteiro pra ele poder pagar as contas dele.. Dei o dinheiro e ele começou a trabalhar rapidinho...
Depois do primeiro dia. Tentei me aproximar dele... já que ainda tava com tesão e queria que ele me comesse.. mas ele recusou na hora.
Desculpa, Gabriela, mas aqui na sua casa não... não quero desrespeitar meu local de trabalho. Olha como eu terminei fazendo isso. Implorando pra senhora me dar emprego. Então me desculpa, mas vou cumprir o combinado.
A resposta dele não me caiu nada bem e tentei seduzir ele, mas ele recusava e me ignorava... Depois da primeira semana já comecei a criar raiva do velho... então decidi não procurar mais ele... a atitude dele me secou literalmente, então não procurei mais e só deixei ele trabalhar pra terminar rápido e vazar.
Os dias passaram e ele vinha e trabalhava pra caralho.. avançava pra cacete e em algumas semanas terminou todo o serviço. Antes do mês... Antes de ir embora, ele me implorou se eu tinha mais Trabalho pra ele porque precisava continuar faturando. Ia falar não, mas me deu pena e, por menos dinheiro, deixei ele ficar todos os dias e fazer absolutamente tudo... limpava, cozinhava, fazia minhas compras e continuava com os serviços em casa. Depois de dois meses, praticamente adotei ele como meu mordomo pessoal. Convivendo com ele e conseguindo estabelecer uma relação de trabalho. Eu era a chefe dele e ele, meu servo... Embora o tratamento fosse de confiança. Nunca mais nos insinuamos nada... Mas... um dia a coisa começou a mudar... Notei que o Alberto me olhava muito e, às vezes, ficava parado, observando meu corpo... Eu não dava atenção, mas com o passar dos dias, os olhares daquele velho tarado começaram a me excitar... Que os homens sintam desejo por mim me deixa com muito tesão... Então comecei a andar cada vez mais puta, vestida. Até quando estava com roupa de casa... Um dia, chamei o Alberto: Alberto, vem!!!!!! Preciso da sua opinião sobre o novo conjunto que tenho pra treinar. Alberto veio com medo e eu mostrei.

O que cê acha desse conjunto?? É discreto?? Perguntei pro Alberto: na minha humilde opinião, fica muito bom em você, gabi... embora a saia seja meio curta. Talvez você deva usar algo por baixo quando fizer exercício. Eu: cê acha??? Cê acha que vai dar pra ver alguma coisa se eu me abaixar? Fala aí... e me abaixei na frente dele.
Alberto estava paralisado olhando pra minha bunda toda... eu sabia que tava aparecendo tudo, mas fazia de propósito. E aí?? Tá aparecendo alguma coisa??
Alberto: e a dona Gabi...sinceramente, dá pra ver bem a bunda dela...não quero faltar com respeito...se eu fosse você, não usava isso pra treinar... O respeito e a timidez dela me tiravam do sério...me dava raiva que ela não fosse o velho pervertido que eu conhecia. Mas o olhar de punheteiro dela me dava esperanças...
Eu: bom, então vou me trocar...e você me diz como ficou
Fui me trocar e mostrei pra ele
E agora, o que acha??? tô perguntando
O conjunto novo apertava bem e valorizava meus atributos... Alberto: esse sim, Gabriela. Esse é mais adequado... Além disso, ela vai se sentir mais segura... Fica pintado nela. Eu: bom, obrigada... e não me trate com "você"... Taxista: desculpa, Gabi. Eu: outra coisa... vou treinar aqui no salão, então não enche o saco... faz coisas na cozinha. Alberto: o que a senhora mandar, minha chefe. Começo a treinar no salão, mas a cozinha era aberta, então era óbvio que o Alberto ia me olhar toda...

Treinei um tempão fazendo exercícios que deixavam toda minha raba e minha fio dental à mostra...de propósito, e o Alberto só me olhava e me olhava. Ele ficava nervoso...derrubava as coisas e inventava qualquer desculpa pra me encarar. Depois de uma hora, já cansada, resolvi parar e descansar.
Eu: Alberto, vem aqui, por favor. Me traz água e uma toalha pra enxugar o suor...
Sim, patroa, já vou levar tudo...nossa, a senhora treinou pesado hoje, hein...tá parecendo cansada.
Eu: Siiim. Tô morta. Prepara o chuveiro que vou tomar um banho...
Tá na hora, Gabi...
Alberto preparou tudo e eu, de propósito, comecei a me despir na frente dele.




Ele ficou olhando enquanto eu tirava a roupa e pude notar que na calça de trabalho dele o volume começava a aparecer.
Alberto: uh, desculpa, Gabi, vou te dar privacidade pra tomar banho, mil perdões. Vou continuar na cozinha..
Eu: Para, Albertooo. Já que vai pra lá, leva essa roupa pro lavandero..
Taxista: sim, senhora...
Eu descasquei as tetas e o Alberto ficou pasmo na minha frente, olhando meu corpo pelado... O volume na calça dele começou a crescer cada vez mais.
Eu: Vou entrar no banho.
Alberto: Ah, foi mal, senhora, não queria te ver pelada... que sem noção da minha parte, mil desculpas, não vou fazer de novo.
Eu: Ah, larga de ser besta, Alberto... se já me viu pelada no seu táxi, não lembra??? Além disso, a gente tá à vontade... eu sou sua chefa e gosto de andar assim na minha casa... sem me cobrir nem sentir vergonha.
Alberto: Claro, Gabi... a senhora é quem manda...
Entrei no banho e, esperta, chamei o Alberto...
Alberto: Sim, minha chefa?
Eu: Entra, por favor, quero te pedir uma coisa... Eu continuava me lavando e ele entrou.
Alberto: Com licença... disse ele, tampando os olhos.

Se a Gabi me chama. Ela fala com a voz trêmula. Eu: escuta. Traz a calcinha que eu deixei na cama. É uma vinho... Alberto: sim, Gabi, já vou trazer...
Será que é essa?? Pergunta só espiando sem me olhar. Se eu disser... obrigado... e pegar ela... Aha, pra levar essa pra lavar, por favor.
Aí não teve jeito, tive que ficar pelada na frente dele enquanto pegava minha calcinha fio dental... Alberto: foi mal, Gabi... Eu: não precisa pedir desculpa... E coloco a calcinha fio dental sob o olhar safado dele... Ele ficou paralisado, sem conseguir se mexer.
Ele continuou observando até que eu reajo e vou com minha calcinha fio dental molhada na mão.. eu saio atrás dele e consigo ver ele cheirando minha calcinha suja... isso me excitou.. Eu: Alberto, por favor, uma toalha. Peço. Taxista: sim, sim, Gabi, já vou te dar.
Valeu, meu lindo. Falo enquanto me seco... ele sorri... olho pro volume dele e já tinha baixado... Eu: me alcança aquela roupa, peço... Ele: sim, vou pegar... ah, Gabi, só tem esse casaquinho... Espera que vou pegar uma calça... Eu: ah não, Albert... vou ficar assim vestida... tô com calor e meu corpo tá dolorido do treino... não te incomoda, né? Alberto: você manda... fique vestida do jeito que for mais confortável pra você... não sou eu quem vai julgar. Eu: assim que eu gosto... prepara o chimarrão.
Visto só um casaquinho pra cobrir meus peitos e fico de fio dental junto com ele... Alberto: senta aí, Gabi, que já vou levar o mate... De repente, me dá uma cãibra do caralho nas costas e, quando me contorço, fico de peitos de fora... o único botão que eu tinha abotoado voou pelos ares.
Ô Alberto, vem rápido... faz minha coluna estalar que eu peguei um câimbra e fiquei dura... Sim, Gabi, vou voando... Alberto chegou rapidinho e se posicionou atrás de mim.
Eu: Me segura forte por trás e me levanta até a coluna estalar. Ele me segurou meio mole e mal me levantou...
Eu: Assim não... mais forte, me agarra com toda a sua força e me levanta... vai, sem medo...
Aí ele me segurou mais firme e me levantou... eu aproveitei e encostei bem toda minha bunda de fio dental no volume dele... empurrava com força.
Não me solta, eu falei. Bate mais forte... até estalar... Ele batia forte e eu encostava toda a raba, esfregando ela no pau dele... até que comecei a sentir ele endurecendo... de um jeito esperto, consegui beliscar o pinto dele com minhas nádegas pra ele ficar de pau duro, e foi o que aconteceu.
O pau dele ficou duríssimo... ele, todo excitado, começou a encostar com força. Ele fazia eu sentir o pau duro... praticamente tava me comendo, mas de roupa... ele tinha se empolgado... eu me inclinei um pouco pra sentir mais (a cabeça já roçava meu buraquinho) e de repente craaaack, minha coluna estalou... aí o Alberto se afastou...
Finalmente, Gabi, ele fala. Ai, sinto um alívio agora... bom, pega o chimarrão e toma comigo.
Taxi: Opa, Gabi, soltou um botão aí... Jeje, tá aparecendo tudo...
Minhas tetonas enormes ficaram na frente dele.. Eu: ai, o único botão que me cobria arrebentou, pqp... Já era, vou ficar assim mesmo... não te incomoda, né? Afinal, você já me viu no banho. Alberto: a senhora é quem manda... vou deixar o chimarrão aqui... Sentei e chamei ele pra vir tomar um mate comigo. A gente começou a conversar e ele não conseguia tirar os olhos das minhas tetas.
Alberto, o que foi?? Cê tá muito distraído e calado... Falei. Ah sim, Gabi, desculpa. É que o corpo dela me distrai. Ele comenta. Eu: mas o que tem?? São só um par de peitos. Taxi: sei disso... não quero faltar com respeito... quero fazer as coisas direito e não me passar. Mas é difícil não olhar. De repente, me levanto e deixo toda a minha raba à vista dele, pegando uma parada na estante.
Eu: ah, desculpa, cê tava falando o quê??
Alberto:..senhorita Gabi, cê tá me deixando muito agitado te vendo assim pelada.
Eu: hahaha, sério??? E isso que é só um par de peitos... o que que ia acontecer contigo se visse isso aqui?
Corri minha calcinha fio dental e mostrei toda a minha pussy de travesti... Ele ficou parado, sem conseguir falar. Eu: "Vem, Alberto... eu sei que você deseja ela. Tira teu pau e mete aqui. É uma ordem..." Alberto se levanta... vem até mim... abaixa a calça e mostra o pau bem duro. Eu me deito na mesa, abro as pernas e falo: "Vamos, mete tudo aqui. Tira essa vontade." Alberto pega o pau dele, leva até a porta da minha pussy e de repente broxa. Morre na hora... Eu: "Que foi?? Tá nervoso?" Alberto: "Não, não consigo, Gabi, desculpa..." Eu: "Vem aqui que eu te chupo e a gente levanta ele direitinho." Alberto: "Não, Gabi, não insiste, não consigo." Eu: "É uma ordem. Faz isso ou tá demitido..." Alberto: "Tá bem, Gabi. Peço demissão... desculpa, mas não consigo, perdão..." Alberto fica muito mal e começa a pegar as coisas dele... Eu, mesmo tendo ficado brava com a situação, rapidamente refleti e falei que era uma brincadeira. Que por favor não fosse embora. Depois de um tempo conversando, consegui convencer ele a não pedir demissão... E por sorte ele aceitou. Eu: "Desculpa, Alber, juro que não te incomodo mais. Não vou mais te procurar, não se preocupa... continua com teus trabalhos... mil desculpas." Alberto: "Isso é vergonhoso. O que eu mais quero nesse mundo é poder fazer amor com você, Gabi... você me deixa louco. Mas juro que não consigo. Não tenho mais o vigor nem a confiança para conseguir penetrar você e fazer você se sentir bem. Me entende, sou um homem mais velho que já não funciona mais. Além disso, faz tanto tempo que não faço que já esqueci tudo..." Eu: "Fica tranquilo, Alberto, faz de conta que isso nunca aconteceu." Passaram-se os dias e o tratamento com Alberto ficou distante. Ele sentia uma vergonha absoluta e praticamente nem me olhava. Não se atrevia... Eu desisti e segui minha vida. Um dia ele me propõe que para fazer um trabalho precisava da ajuda de mais alguém, já que tinha que colocar um aquecedor novo e claramente sozinho não conseguia. Falei para ele trazer alguém para ajudar, que eu pagaria, sem problema. Naquela mesma tarde ele chegou com outro homem. Um pouco mais novo que ele, mas mais velho Também. Uns 65 anos. Foram comprar o termoacumulador e voltaram pra casa. Eu naquele dia tava muito cansada de treinar e, sem perceber, acabei dormindo no sofá... e os velhos chegaram... fizeram o serviço deles e eu nem fiquei sabendo... continuei dormindo no sofá... Continua...
Taxista: desculpa, Gabriela, tô muito envergonhado e me sentindo culpado de vir bater na sua porta. Mas realmente preciso do dinheiro. Não consigo arrumar emprego e tô com um aperto financeiro...
Eu: não fica com vergonha, Alberto... falei que tinha trampo pra você e vou te ajudar a se estabilizar financeiramente...
Taxi: tô totalmente grato, senhorita Gabriela... prometo que não vou te decepcionar...
Eu: me chama de Gabi e não me trata de senhora... vem aqui que vou te explicar o que precisa ser feito..
Listei todos os serviços que precisava que ele fizesse e ele disse que dava conta sem problema.. e que terminar tudo levaria mais ou menos um mês... Falei pra ele me passar um orçamento e eu pagaria o mês inteiro pra ele poder pagar as contas dele.. Dei o dinheiro e ele começou a trabalhar rapidinho...
Depois do primeiro dia. Tentei me aproximar dele... já que ainda tava com tesão e queria que ele me comesse.. mas ele recusou na hora.
Desculpa, Gabriela, mas aqui na sua casa não... não quero desrespeitar meu local de trabalho. Olha como eu terminei fazendo isso. Implorando pra senhora me dar emprego. Então me desculpa, mas vou cumprir o combinado.
A resposta dele não me caiu nada bem e tentei seduzir ele, mas ele recusava e me ignorava... Depois da primeira semana já comecei a criar raiva do velho... então decidi não procurar mais ele... a atitude dele me secou literalmente, então não procurei mais e só deixei ele trabalhar pra terminar rápido e vazar.
Os dias passaram e ele vinha e trabalhava pra caralho.. avançava pra cacete e em algumas semanas terminou todo o serviço. Antes do mês... Antes de ir embora, ele me implorou se eu tinha mais Trabalho pra ele porque precisava continuar faturando. Ia falar não, mas me deu pena e, por menos dinheiro, deixei ele ficar todos os dias e fazer absolutamente tudo... limpava, cozinhava, fazia minhas compras e continuava com os serviços em casa. Depois de dois meses, praticamente adotei ele como meu mordomo pessoal. Convivendo com ele e conseguindo estabelecer uma relação de trabalho. Eu era a chefe dele e ele, meu servo... Embora o tratamento fosse de confiança. Nunca mais nos insinuamos nada... Mas... um dia a coisa começou a mudar... Notei que o Alberto me olhava muito e, às vezes, ficava parado, observando meu corpo... Eu não dava atenção, mas com o passar dos dias, os olhares daquele velho tarado começaram a me excitar... Que os homens sintam desejo por mim me deixa com muito tesão... Então comecei a andar cada vez mais puta, vestida. Até quando estava com roupa de casa... Um dia, chamei o Alberto: Alberto, vem!!!!!! Preciso da sua opinião sobre o novo conjunto que tenho pra treinar. Alberto veio com medo e eu mostrei.


O que cê acha desse conjunto?? É discreto?? Perguntei pro Alberto: na minha humilde opinião, fica muito bom em você, gabi... embora a saia seja meio curta. Talvez você deva usar algo por baixo quando fizer exercício. Eu: cê acha??? Cê acha que vai dar pra ver alguma coisa se eu me abaixar? Fala aí... e me abaixei na frente dele.
Alberto estava paralisado olhando pra minha bunda toda... eu sabia que tava aparecendo tudo, mas fazia de propósito. E aí?? Tá aparecendo alguma coisa??
Alberto: e a dona Gabi...sinceramente, dá pra ver bem a bunda dela...não quero faltar com respeito...se eu fosse você, não usava isso pra treinar... O respeito e a timidez dela me tiravam do sério...me dava raiva que ela não fosse o velho pervertido que eu conhecia. Mas o olhar de punheteiro dela me dava esperanças... Eu: bom, então vou me trocar...e você me diz como ficou
Fui me trocar e mostrei pra ele
E agora, o que acha??? tô perguntando

O conjunto novo apertava bem e valorizava meus atributos... Alberto: esse sim, Gabriela. Esse é mais adequado... Além disso, ela vai se sentir mais segura... Fica pintado nela. Eu: bom, obrigada... e não me trate com "você"... Taxista: desculpa, Gabi. Eu: outra coisa... vou treinar aqui no salão, então não enche o saco... faz coisas na cozinha. Alberto: o que a senhora mandar, minha chefe. Começo a treinar no salão, mas a cozinha era aberta, então era óbvio que o Alberto ia me olhar toda...

Treinei um tempão fazendo exercícios que deixavam toda minha raba e minha fio dental à mostra...de propósito, e o Alberto só me olhava e me olhava. Ele ficava nervoso...derrubava as coisas e inventava qualquer desculpa pra me encarar. Depois de uma hora, já cansada, resolvi parar e descansar. Eu: Alberto, vem aqui, por favor. Me traz água e uma toalha pra enxugar o suor...
Sim, patroa, já vou levar tudo...nossa, a senhora treinou pesado hoje, hein...tá parecendo cansada.
Eu: Siiim. Tô morta. Prepara o chuveiro que vou tomar um banho...
Tá na hora, Gabi...
Alberto preparou tudo e eu, de propósito, comecei a me despir na frente dele.





Ele ficou olhando enquanto eu tirava a roupa e pude notar que na calça de trabalho dele o volume começava a aparecer. Alberto: uh, desculpa, Gabi, vou te dar privacidade pra tomar banho, mil perdões. Vou continuar na cozinha..
Eu: Para, Albertooo. Já que vai pra lá, leva essa roupa pro lavandero..
Taxista: sim, senhora...

Eu descasquei as tetas e o Alberto ficou pasmo na minha frente, olhando meu corpo pelado... O volume na calça dele começou a crescer cada vez mais. Eu: Vou entrar no banho.
Alberto: Ah, foi mal, senhora, não queria te ver pelada... que sem noção da minha parte, mil desculpas, não vou fazer de novo.
Eu: Ah, larga de ser besta, Alberto... se já me viu pelada no seu táxi, não lembra??? Além disso, a gente tá à vontade... eu sou sua chefa e gosto de andar assim na minha casa... sem me cobrir nem sentir vergonha.
Alberto: Claro, Gabi... a senhora é quem manda...
Entrei no banho e, esperta, chamei o Alberto...
Alberto: Sim, minha chefa?
Eu: Entra, por favor, quero te pedir uma coisa... Eu continuava me lavando e ele entrou.
Alberto: Com licença... disse ele, tampando os olhos.


Se a Gabi me chama. Ela fala com a voz trêmula. Eu: escuta. Traz a calcinha que eu deixei na cama. É uma vinho... Alberto: sim, Gabi, já vou trazer...
Será que é essa?? Pergunta só espiando sem me olhar. Se eu disser... obrigado... e pegar ela... Aha, pra levar essa pra lavar, por favor.
Aí não teve jeito, tive que ficar pelada na frente dele enquanto pegava minha calcinha fio dental... Alberto: foi mal, Gabi... Eu: não precisa pedir desculpa... E coloco a calcinha fio dental sob o olhar safado dele... Ele ficou paralisado, sem conseguir se mexer.
Ele continuou observando até que eu reajo e vou com minha calcinha fio dental molhada na mão.. eu saio atrás dele e consigo ver ele cheirando minha calcinha suja... isso me excitou.. Eu: Alberto, por favor, uma toalha. Peço. Taxista: sim, sim, Gabi, já vou te dar.
Valeu, meu lindo. Falo enquanto me seco... ele sorri... olho pro volume dele e já tinha baixado... Eu: me alcança aquela roupa, peço... Ele: sim, vou pegar... ah, Gabi, só tem esse casaquinho... Espera que vou pegar uma calça... Eu: ah não, Albert... vou ficar assim vestida... tô com calor e meu corpo tá dolorido do treino... não te incomoda, né? Alberto: você manda... fique vestida do jeito que for mais confortável pra você... não sou eu quem vai julgar. Eu: assim que eu gosto... prepara o chimarrão.
Visto só um casaquinho pra cobrir meus peitos e fico de fio dental junto com ele... Alberto: senta aí, Gabi, que já vou levar o mate... De repente, me dá uma cãibra do caralho nas costas e, quando me contorço, fico de peitos de fora... o único botão que eu tinha abotoado voou pelos ares.
Ô Alberto, vem rápido... faz minha coluna estalar que eu peguei um câimbra e fiquei dura... Sim, Gabi, vou voando... Alberto chegou rapidinho e se posicionou atrás de mim. Eu: Me segura forte por trás e me levanta até a coluna estalar. Ele me segurou meio mole e mal me levantou...
Eu: Assim não... mais forte, me agarra com toda a sua força e me levanta... vai, sem medo...
Aí ele me segurou mais firme e me levantou... eu aproveitei e encostei bem toda minha bunda de fio dental no volume dele... empurrava com força.
Não me solta, eu falei. Bate mais forte... até estalar... Ele batia forte e eu encostava toda a raba, esfregando ela no pau dele... até que comecei a sentir ele endurecendo... de um jeito esperto, consegui beliscar o pinto dele com minhas nádegas pra ele ficar de pau duro, e foi o que aconteceu.
O pau dele ficou duríssimo... ele, todo excitado, começou a encostar com força. Ele fazia eu sentir o pau duro... praticamente tava me comendo, mas de roupa... ele tinha se empolgado... eu me inclinei um pouco pra sentir mais (a cabeça já roçava meu buraquinho) e de repente craaaack, minha coluna estalou... aí o Alberto se afastou...
Finalmente, Gabi, ele fala. Ai, sinto um alívio agora... bom, pega o chimarrão e toma comigo.
Taxi: Opa, Gabi, soltou um botão aí... Jeje, tá aparecendo tudo...
Minhas tetonas enormes ficaram na frente dele.. Eu: ai, o único botão que me cobria arrebentou, pqp... Já era, vou ficar assim mesmo... não te incomoda, né? Afinal, você já me viu no banho. Alberto: a senhora é quem manda... vou deixar o chimarrão aqui... Sentei e chamei ele pra vir tomar um mate comigo. A gente começou a conversar e ele não conseguia tirar os olhos das minhas tetas.
Alberto, o que foi?? Cê tá muito distraído e calado... Falei. Ah sim, Gabi, desculpa. É que o corpo dela me distrai. Ele comenta. Eu: mas o que tem?? São só um par de peitos. Taxi: sei disso... não quero faltar com respeito... quero fazer as coisas direito e não me passar. Mas é difícil não olhar. De repente, me levanto e deixo toda a minha raba à vista dele, pegando uma parada na estante.
Eu: ah, desculpa, cê tava falando o quê?? Alberto:..senhorita Gabi, cê tá me deixando muito agitado te vendo assim pelada.
Eu: hahaha, sério??? E isso que é só um par de peitos... o que que ia acontecer contigo se visse isso aqui?
Corri minha calcinha fio dental e mostrei toda a minha pussy de travesti... Ele ficou parado, sem conseguir falar. Eu: "Vem, Alberto... eu sei que você deseja ela. Tira teu pau e mete aqui. É uma ordem..." Alberto se levanta... vem até mim... abaixa a calça e mostra o pau bem duro. Eu me deito na mesa, abro as pernas e falo: "Vamos, mete tudo aqui. Tira essa vontade." Alberto pega o pau dele, leva até a porta da minha pussy e de repente broxa. Morre na hora... Eu: "Que foi?? Tá nervoso?" Alberto: "Não, não consigo, Gabi, desculpa..." Eu: "Vem aqui que eu te chupo e a gente levanta ele direitinho." Alberto: "Não, Gabi, não insiste, não consigo." Eu: "É uma ordem. Faz isso ou tá demitido..." Alberto: "Tá bem, Gabi. Peço demissão... desculpa, mas não consigo, perdão..." Alberto fica muito mal e começa a pegar as coisas dele... Eu, mesmo tendo ficado brava com a situação, rapidamente refleti e falei que era uma brincadeira. Que por favor não fosse embora. Depois de um tempo conversando, consegui convencer ele a não pedir demissão... E por sorte ele aceitou. Eu: "Desculpa, Alber, juro que não te incomodo mais. Não vou mais te procurar, não se preocupa... continua com teus trabalhos... mil desculpas." Alberto: "Isso é vergonhoso. O que eu mais quero nesse mundo é poder fazer amor com você, Gabi... você me deixa louco. Mas juro que não consigo. Não tenho mais o vigor nem a confiança para conseguir penetrar você e fazer você se sentir bem. Me entende, sou um homem mais velho que já não funciona mais. Além disso, faz tanto tempo que não faço que já esqueci tudo..." Eu: "Fica tranquilo, Alberto, faz de conta que isso nunca aconteceu." Passaram-se os dias e o tratamento com Alberto ficou distante. Ele sentia uma vergonha absoluta e praticamente nem me olhava. Não se atrevia... Eu desisti e segui minha vida. Um dia ele me propõe que para fazer um trabalho precisava da ajuda de mais alguém, já que tinha que colocar um aquecedor novo e claramente sozinho não conseguia. Falei para ele trazer alguém para ajudar, que eu pagaria, sem problema. Naquela mesma tarde ele chegou com outro homem. Um pouco mais novo que ele, mas mais velho Também. Uns 65 anos. Foram comprar o termoacumulador e voltaram pra casa. Eu naquele dia tava muito cansada de treinar e, sem perceber, acabei dormindo no sofá... e os velhos chegaram... fizeram o serviço deles e eu nem fiquei sabendo... continuei dormindo no sofá... Continua...
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