
Por um tempo (sem precisar), eu me virei dirigindo um tipo de táxi, tudo normal. Como morava sozinho, saía de madrugada pra rodar só pra ver se encontrava algo bom. Numa sexta, a gente tinha uma festa de família: tias, primas e sobrinhas... Essa história conta como me envolvi com a Alexia, uma prima americana de 17 anos. Por muito tempo, fui o tio amoroso, carinhoso, simpático e festeiro; todas as minhas sobrinhas e primas me adoravam. Na festa, ela (Alexia) estava lá. Vou descrever: uma menina branca, larga, muita carne e tudo no lugar certo, umas pernas enormes, umas bundonas e uns peitões descomunais, ainda bem menina e ingênua. A noite foi avançando e só ficaram os adultos. Quando perguntei por ela, me disseram que tinha ido com uma amiga pra uma festa e ia dormir na casa dela. Bateu umas 3 da manhã e chegou uma mensagem no meu celular, de um número desconhecido... Tio, sou o Alex, se cê tá trabalhando pode vir me buscar, preciso de um favor Me surpreendi com a hora e porque quase nunca me mandava mensagens assim. Esperei uns minutos e falei que ia buscar alguém no aeroporto a trabalho, então tinha que vazar... Cheguei no local que ela me passou e ela já estava me esperando. Quando cheguei no carro, ela entrou no banco de trás, me cumprimentou toda eufórica e me abraçou. Notei pela maquiagem que ela tinha chorado, mas na hora não perguntei nada… Eu: O que cê tava fazendo naquela casa, tuas amigas moram lá?
Alex: A gente tava numa festa, mas eu quis vazar.
Eu: E tua amiga, cê foi com ela?
Alex: Ela ficou na festa, começaram a zuar de mim, e os boys também, aí eu não aguentei.
Eu: Como assim zuar de você, por quê?
Alex: (com lágrimas nos olhos) É que me chamaram de gorda e feia, e todo mundo riu. Naquele momento, eu parei seco… Eu: Olha, Alex, tira isso da cabeça, você é muito gostosa e o que você quer é especial pra muita gente, tem gostos diferentes, a verdade é que você tem um corpo lindo pra idade que tem, então não fala isso, e fica tranquila que vou te levar pra sua avó.
Alex: Não, tio, com minha avó não, ela vai me xingar se me ver assim. Ela tava usando uma blusa de alcinha bem decotada, na real tinha muito peito, algo tipo um C, que chegava até o umbigo, ou seja, só cobria as tetas mesmo, uma minissaia que quando sentava virava um pano no colo e umas sapatilhas super altas. Eu: E onde cê quer que eu te leve?
Alex: Não, mano, na minha casa não. Deixa eu falar com uma amiga.
Eu: Cê tá louca? Vai incomodar os outros a essa hora?
Alex: Ué, já te incomodei e você veio, então não tem problema falar com ela.
Eu: Olha, vamos fazer o seguinte, mas não quero que você fale nada, porque senão a gente se ferra os dois. Você faz o que quiser, e eu te cubro. Cê vai ficar no meu apê, ok? Amanhã a gente come alguma coisa, e eu invento que você me ligou pra eu te buscar, beleza? Mas para de chorar agora. Do rosto dela se formou um sorriso enorme, ela secou as lágrimas e se aproximou pra me abraçar. Na hora de se soltar, percebi que ela tinha aberto as pernas, notei como a calcinha fio-dental tinha sumido dentro da buceta dela. Acho que ela percebeu. Pedi pra ela vir na minha frente pra gente ir conversando melhor. Ela não esperou eu levantar, se enfiou no meio dos bancos e eu vi de novo aquela vista linda. Quando cheguei no meu apê, parecia que nada de ruim tinha rolado na noite. Ela tava de boa, calma e soltinha. Falei pra ela ficar à vontade pra dormir, que eu ia dormir no sofá. Ela me pediu uma camiseta pra não amassar a roupa dela, vestiu e eu acompanhei ela até o quarto onde ia ficar, e me mandei. Parecia tudo normal. Passou umas hora, acho, já tava tudo escuro. Alex: Tio, tio, cê tá dormindo?
Eu: Já não, minha filha, o que foi?
Alex: É que minha amiga me mandou mensagem e disse pra eu não ser chorona, que foi só uma brincadeira.
Eu: Piranha mal comida, fala pra ela hahaha, vou te trazer água... Quando cheguei com o copo, entreguei pra ela e fiquei parado na frente dela. Alex: Valeu, cara. Ei, e como é que você gosta das mulheres? (ainda com lágrimas nos olhos)
Eu: Na real, não tenho um gosto preferido. Quando você crescer e, se for que nem eu, vai perceber que tem vários gostos.
Alex: Como assim?
Eu: Então, olha (pensando no que dizer pra ser sutil e ela dar o próximo passo). Supõe que eu quero uma namorada, procuro ela de um jeito. Quero casar, aí imagino como quero a mulher que vou ver pra sempre. Quero sexo, aí só pergunto como quero ela Hoje e tal.
Alex: Então eu não sou gostosa? (caíram mais lágrimas) Me ajoelhei na frente dela, não tinha muita luz, só a que saía do quarto dela, o suficiente pra gente se ver, as pernas dela estavam fechadas Eu: olha, amor, já te falei que você é muito gostosa e que seu corpo não é pra qualquer um, tem gostos diferentes, você tem um sorriso lindo, olhos bonitos, sua pele branca é uma delícia, os caras adoram peitos e você tem uns enormes, aliás, olha essas pernas brancas, estão lindas, imagino que deve ter mais coisas lindas. Naquele momento, eu acariciei elas, mas sem intenção de mais nada, só pra sentir. Senti o corpo dela tremer. Pela camiseta que ela tava usando, notei como os biquinhos dela ficaram duros. Eu: Além disso, seu corpo não é pra qualquer um, mocinha. Você tem um corpo pra ser curtido e, na real, muito melhor que o de outras, hein.
Alex: Sério, cara?
Eu: Claro que sim! Naquele momento, ela abriu sutilmente as pernas, eu só vi de relance Eu: quem dera você não fosse minha sobrinha e tivesse experiência, seria a melhor noite, então não fica triste não que você é uma gostosa do caralho, ok hehe Naquele momento, ela abriu as pernas de vez, mostrando a buceta dela, com um pouco de pentelho. A cara dela mudou completamente, ela me olhava com uns olhos que derreteriam qualquer um, tipo dizendo “faz o que você tá pensando”. Não pensei duas vezes e fui pra cima, enfiei minha cabeça entre as pernas dela, lambendo tudo, de cima a baixo, de dentro pra fora, de lado a lado. Ela tava explodindo. Depois de um tempo, me levantei, tirei o pau pra fora e mostrei pra ela. Ela olhou como se tivesse visto um milhão de dólares numa mala e, sem pensar, pegou e começou a chupar. Parei ela, gozei nela e carreguei ela no colo até o quarto, onde fiz de tudo por uma hora. Ela terminou cansada, mas querendo mais e mais. Acho que foram umas 8 horas exaustivas. Não dormimos nada, mas fui muito bem servido.
0 comentários - Capítulo 6 - Sobrinha Alex