Bom, a parte 1 tá no meu perfil pra vocês procurarem.
https://www.poringa.net/posts/relatos/6315269/Alumna-fresita-quiere-10---Part1.html

Levantei ela de pé com um movimento brusco, forçando ela a sair do chão. Ela estava ofegante, com os lábios rosados mais vermelhos do que nunca e o olhar perdido, mas não deixei ela se recuperar. Fiquei atrás dela, envolvendo ela com meu corpo. O contraste era brutal: meu peito largo e moreno contra as costas pequenas e delicadas dela. Deslizei minhas mãos pela cintura dela até chegar na bunda dela. O tecido da saia de marca era fino, mas não o suficiente pra esconder a firmeza da pele dela. Apertei com força, sentindo como ela tremia contra mim.
— Achou que com isso bastava, Yuritzi? — sussurrei no ouvido dela, deixando meu hálito quente deixá-la ainda mais nervosa —. A gente mal começou a introdução do problema. Agora vem a parte complicada, a que realmente exige esforço.
Encostei meu corpo no dela, deixando que sentisse minha ereção batendo contra a bunda dela por cima da saia. Ela soltou um gemido que tentou abafar mordendo o lábio, enquanto as mãos dela buscavam apoio na borda da mesa, a mesma onde estavam as provas reprovadas dela.
—Por favor, professor... —conseguiu dizer, mas a voz já não tinha nenhum traço de autoridade. Era pura submissão.
—Shhh... —interrompi ela, enquanto uma das minhas mãos descia pra procurar a barra da saia dela—. Menos conversa e mais resultado. Se quer esse dez, vai ter que aprender a receber instrução por trás. Curva sobre a mesa, Yuritzi. Vamos ver se você é tão "desastrada" quando eu explico as coisas desse ângulo.
Ela obedeceu na hora, apoiou os peitos na madeira velha e nos livros de cálculo, deixando a rabeta exposta e pronta pra eu ditar a sentença final do semestre dela.
Levanto a saia dela devagar, deixando à mostra uma calcinha de renda linda, enquanto ela tá apoiada na mesa. Finalmente posso tocar essa bunda tão gostosa que eu só imaginava, tão macia. Dou um tapa nela, fazendo ela soltar um gemidinho, enquanto apalpo a bunda dela, apreciando cada pedaço.
O som da palmada ecoou pelas quatro paredes, um tapa seco que deixou uma marca rosada na pele pálida dela. Yuritzi se arqueou sobre a escrivaninha, enterrando o rosto entre os braços enquanto os dedos se agarravam na madeira. Já não era mais a menina metida; era uma aluna entregue por completo à vontade do professor.
—Olha só, Yuritzi... —falei, baixando a voz enquanto minhas mãos grandes amassavam a carne dela com força, sentindo a maciez que tanto imaginei da minha mesa—. Tão preocupada com as notas e no fim das contas teu melhor talento não tá na cabeça.
Deslizei minha mão pela borda da renda, sentindo o calor que emanava dela. A tensão era insuportável. Sem aviso, afastei o tecido e enfiei meus dedos na buceta dela, que já estava molhada. Comecei a masturbar devagar e me abaixei um pouco para apreciar aquela buceta linda e rosada. Exalava um cheiro tão delicioso, aquele cheiro de sexo. A bunda dela inclinada pra cima pedia meu pau. Me levantei e comecei a roçar meu pau na buceta já molhada dela. O roçar do meu pau contra a umidade dela fez ela tremer. Yuritzi estava completamente entregue, com os dedos cravados na borda da mesa tão forte que os nós dos dedos estavam brancos. O contraste era uma loucura: minha pele morena e bruta contra a delicadeza da virilha dela, que brilhava sob a luz branca do escritório. — Olha só você, Yuritzi... — sussurrei, sentindo o calor da buceta dela me chamando —. Tão ruim com números, mas tão boa pra isso. É assim que você quer ganhar seu dez? Implorando?
Ela não respondeu com palavras, só empurrou a bunda pra trás, implorando desesperadamente pra eu acabar com aquela roçada e meter de uma vez. Não fiz ela esperar mais. Segurei sua cintura com uma força que deixou claro quem mandava e, de um só impulso, afundei nela até o talo. Ela soltou um gemido lindo saindo da boceta, sentindo minha pica penetrando. Subi minhas mãos pros peitos dela e comecei a meter, cada estocada soltava os gemidos dos dois no escritório.
O ritmo no escritório ficou frenético. Minhas mãos apertavam os peitos dela com força, sentindo o batimento acelerado do coração dela debaixo da minha palma, enquanto cada uma das minhas estocadas a empurrava mais contra a mesa. A Yuritzi já nem tentava ser elegante; tinha a cabeça jogada pra trás, os olhos virados e a boca aberta, soltando cada gemido que minha pica arrancava do fundo dela.
—Isso é... me dá esse dez, profe! —conseguiu balbuciar entre espasmos, perdendo completamente os modos de patricinha.
Quando senti que o fim tava perto, virei ela bruscamente pra me olhar nos olhos. A maquiagem dela tava borrada e o cabelo loiro era um bagaço, mas nunca tinha visto ela tão gostosa quanto naquele estado de rendição total. Levantei ela um pouco, deixando as pernas dela enrolarem na minha cintura, e com um último esforço despejei toda a tensão acumulada do semestre dentro dela. Jato após jato de porra dentro dela, cada jato fazia ela tremer e gemer de prazer, foi impressionante. Deixei a pika dentro por um tempo, os dois ofegantes, tirei devagar deixando vazar a porra escorrendo.
Fiquei parado um instante, observando o rastro da minha vitória na pele dela e como ela ainda tremia, tentando processar a intensidade do que tinha acabado de rolar. O silêncio da universidade parecia mais pesado agora, quebrado só pelas nossas respirações que aos poucos voltavam ao ritmo.
Me agachei e limpei meu pau com a boca gostosa dela, que ainda escorria porra.

—Já conseguiu o que veio buscar, Yuritzi —falei, minha voz voltando àquele tom de autoridade que ela tanto temia no começo, embora agora com um toque de satisfação—. Se limpa. Não vai querer que ninguém no corredor desconfie de como conseguiu aquela nota tão perfeita.
Ela assentiu, ainda meio atordoada. Com movimentos lentos, pegou uns lenços da bolsa pra se limpar, tentando reconstruir a "mocinha boazinha" que tinha entrado por aquela porta uma hora atrás. Ajeitou a saia, deixando ver aquela bunda gostosa, sacudiu o cabelo e, mesmo com a roupa impecável de novo, os olhos brilhavam com aquela faísca de quem sabe que cruzou uma linha da qual não se volta.
Pegou o documento com o 10 marcado em vermelho, guardou na pasta com cuidado e caminhou até a saída. Antes de sair, me deu um beijo safado na boca, parou e me olhou por cima do ombro.
—Sabe, professor... —disse com um sorriso safado que contrastava com sua aparência delicada—, acho que a matemática tá começando a me agradar. Talvez eu precise revisar depois, espero não rodar de novo.
Ela saiu do escritório com aquele andar confiante das minas da classe alta dela, deixando o eco dos saltos no corredor vazio. Eu fiquei ali, sentado na minha cadeira de couro, guardando minha caneta vermelha e sabendo que, a partir de hoje, as aulas de matemática seriam a parte mais interessante do meu dia. Deixo umas fotos da linda da Yuri.

https://www.poringa.net/posts/relatos/6315269/Alumna-fresita-quiere-10---Part1.html

Levantei ela de pé com um movimento brusco, forçando ela a sair do chão. Ela estava ofegante, com os lábios rosados mais vermelhos do que nunca e o olhar perdido, mas não deixei ela se recuperar. Fiquei atrás dela, envolvendo ela com meu corpo. O contraste era brutal: meu peito largo e moreno contra as costas pequenas e delicadas dela. Deslizei minhas mãos pela cintura dela até chegar na bunda dela. O tecido da saia de marca era fino, mas não o suficiente pra esconder a firmeza da pele dela. Apertei com força, sentindo como ela tremia contra mim.
— Achou que com isso bastava, Yuritzi? — sussurrei no ouvido dela, deixando meu hálito quente deixá-la ainda mais nervosa —. A gente mal começou a introdução do problema. Agora vem a parte complicada, a que realmente exige esforço.
Encostei meu corpo no dela, deixando que sentisse minha ereção batendo contra a bunda dela por cima da saia. Ela soltou um gemido que tentou abafar mordendo o lábio, enquanto as mãos dela buscavam apoio na borda da mesa, a mesma onde estavam as provas reprovadas dela.
—Por favor, professor... —conseguiu dizer, mas a voz já não tinha nenhum traço de autoridade. Era pura submissão.
—Shhh... —interrompi ela, enquanto uma das minhas mãos descia pra procurar a barra da saia dela—. Menos conversa e mais resultado. Se quer esse dez, vai ter que aprender a receber instrução por trás. Curva sobre a mesa, Yuritzi. Vamos ver se você é tão "desastrada" quando eu explico as coisas desse ângulo.
Ela obedeceu na hora, apoiou os peitos na madeira velha e nos livros de cálculo, deixando a rabeta exposta e pronta pra eu ditar a sentença final do semestre dela.
Levanto a saia dela devagar, deixando à mostra uma calcinha de renda linda, enquanto ela tá apoiada na mesa. Finalmente posso tocar essa bunda tão gostosa que eu só imaginava, tão macia. Dou um tapa nela, fazendo ela soltar um gemidinho, enquanto apalpo a bunda dela, apreciando cada pedaço.
O som da palmada ecoou pelas quatro paredes, um tapa seco que deixou uma marca rosada na pele pálida dela. Yuritzi se arqueou sobre a escrivaninha, enterrando o rosto entre os braços enquanto os dedos se agarravam na madeira. Já não era mais a menina metida; era uma aluna entregue por completo à vontade do professor.
—Olha só, Yuritzi... —falei, baixando a voz enquanto minhas mãos grandes amassavam a carne dela com força, sentindo a maciez que tanto imaginei da minha mesa—. Tão preocupada com as notas e no fim das contas teu melhor talento não tá na cabeça.

Deslizei minha mão pela borda da renda, sentindo o calor que emanava dela. A tensão era insuportável. Sem aviso, afastei o tecido e enfiei meus dedos na buceta dela, que já estava molhada. Comecei a masturbar devagar e me abaixei um pouco para apreciar aquela buceta linda e rosada. Exalava um cheiro tão delicioso, aquele cheiro de sexo. A bunda dela inclinada pra cima pedia meu pau. Me levantei e comecei a roçar meu pau na buceta já molhada dela. O roçar do meu pau contra a umidade dela fez ela tremer. Yuritzi estava completamente entregue, com os dedos cravados na borda da mesa tão forte que os nós dos dedos estavam brancos. O contraste era uma loucura: minha pele morena e bruta contra a delicadeza da virilha dela, que brilhava sob a luz branca do escritório. — Olha só você, Yuritzi... — sussurrei, sentindo o calor da buceta dela me chamando —. Tão ruim com números, mas tão boa pra isso. É assim que você quer ganhar seu dez? Implorando?
Ela não respondeu com palavras, só empurrou a bunda pra trás, implorando desesperadamente pra eu acabar com aquela roçada e meter de uma vez. Não fiz ela esperar mais. Segurei sua cintura com uma força que deixou claro quem mandava e, de um só impulso, afundei nela até o talo. Ela soltou um gemido lindo saindo da boceta, sentindo minha pica penetrando. Subi minhas mãos pros peitos dela e comecei a meter, cada estocada soltava os gemidos dos dois no escritório.
O ritmo no escritório ficou frenético. Minhas mãos apertavam os peitos dela com força, sentindo o batimento acelerado do coração dela debaixo da minha palma, enquanto cada uma das minhas estocadas a empurrava mais contra a mesa. A Yuritzi já nem tentava ser elegante; tinha a cabeça jogada pra trás, os olhos virados e a boca aberta, soltando cada gemido que minha pica arrancava do fundo dela.
—Isso é... me dá esse dez, profe! —conseguiu balbuciar entre espasmos, perdendo completamente os modos de patricinha.
Quando senti que o fim tava perto, virei ela bruscamente pra me olhar nos olhos. A maquiagem dela tava borrada e o cabelo loiro era um bagaço, mas nunca tinha visto ela tão gostosa quanto naquele estado de rendição total. Levantei ela um pouco, deixando as pernas dela enrolarem na minha cintura, e com um último esforço despejei toda a tensão acumulada do semestre dentro dela. Jato após jato de porra dentro dela, cada jato fazia ela tremer e gemer de prazer, foi impressionante. Deixei a pika dentro por um tempo, os dois ofegantes, tirei devagar deixando vazar a porra escorrendo.
Fiquei parado um instante, observando o rastro da minha vitória na pele dela e como ela ainda tremia, tentando processar a intensidade do que tinha acabado de rolar. O silêncio da universidade parecia mais pesado agora, quebrado só pelas nossas respirações que aos poucos voltavam ao ritmo.
Me agachei e limpei meu pau com a boca gostosa dela, que ainda escorria porra.

—Já conseguiu o que veio buscar, Yuritzi —falei, minha voz voltando àquele tom de autoridade que ela tanto temia no começo, embora agora com um toque de satisfação—. Se limpa. Não vai querer que ninguém no corredor desconfie de como conseguiu aquela nota tão perfeita.
Ela assentiu, ainda meio atordoada. Com movimentos lentos, pegou uns lenços da bolsa pra se limpar, tentando reconstruir a "mocinha boazinha" que tinha entrado por aquela porta uma hora atrás. Ajeitou a saia, deixando ver aquela bunda gostosa, sacudiu o cabelo e, mesmo com a roupa impecável de novo, os olhos brilhavam com aquela faísca de quem sabe que cruzou uma linha da qual não se volta.
Pegou o documento com o 10 marcado em vermelho, guardou na pasta com cuidado e caminhou até a saída. Antes de sair, me deu um beijo safado na boca, parou e me olhou por cima do ombro.
—Sabe, professor... —disse com um sorriso safado que contrastava com sua aparência delicada—, acho que a matemática tá começando a me agradar. Talvez eu precise revisar depois, espero não rodar de novo.
Ela saiu do escritório com aquele andar confiante das minas da classe alta dela, deixando o eco dos saltos no corredor vazio. Eu fiquei ali, sentado na minha cadeira de couro, guardando minha caneta vermelha e sabendo que, a partir de hoje, as aulas de matemática seriam a parte mais interessante do meu dia. Deixo umas fotos da linda da Yuri.

1 comentários - Minha aluna gostosa quer 10 - Parte 2