Pra ser completamente sincero, sempre me caguei completamente pros estudos, me dava por satisfeito em sentar no fundão e fazer bagunça - era tudo menos um aluno exemplar. Mas com o passar dos anos, isso só foi piorando. E se eu já dava pouca bola antes, com as putarias da minha mãe gostosa, mais as fodações com a Victoria e os rolês com a Dalma, o estudo não tinha nenhum lugar na minha vida. Mas a história de hoje, além de muito quente, é bem engraçada, então eu queria compartilhar com vocês. Mesmo sendo de um pouco mais pra frente (um mês depois), como eu falei, vou indo e vindo do passado.
A questão é que, por ter ficado de vagabundagem o ano todo, quando chegou fevereiro, eu tinha que recuperar várias matérias. Longe de dar bola, continuei na minha, saindo com a Dalma e em festas com a Victoria. Sem contar que eu tava vivendo completamente de pau duro por causa da minha mãe putona, desfilando pela casa com aqueles peitões enormes pra fora. Enfim, na terça-feira de manhã eu tinha que fazer uma prova pra tentar salvar uma dessas matérias. Longe de me preocupar, na segunda de manhã eu acordei de pau duro como sempre. Os ecos atrasados do fim de semana ainda tavam na minha cabeça, com a putaria que a gente tinha feito em casa, e depois de ter perreado a noite toda com a Victoria, as imagens do decote quase mostrando os peitos da minha mãe ainda estavam na minha mente. Acordei durão e, em vez de pegar os cadernos, fiquei no MSN conversando com a Dalma e com a Victoria. A Dalma tinha acordado "em chamas" - me disse que tava com fogo na buceta porque tinha visto o irmão dela comendo no fim de semana, depois de um sábado de bebedeira e balada, e que ela queria uma rola, sim ou sim. Não pensei duas vezes, fui buscá-la. Como de costume, fomos caminhar pela beira do rio. Entre muitos beijos, chupões de língua e apalpadas, contamos um pro outro, detalhe por detalhe, nosso fim de semana quente. Aquele decote absurdo da minha mãe, por causa de um vestido decotado nas costas, com só duas tirinhas na frente que mal seguravam... Podiam tapar só metade dos mamilos, isso tinha deixado a Dalma louca de tesão. E quanto mais eu contava sobre esse decote da minha putona mãe, mais intensos ficavam os beijos dela, as chupadas, ela metia a língua até o fundo e fazia meu pau ficar completamente duro. Ela, por sua parte, me contava sobre a irmã dela dançando de minissaia super curta mostrando metade da bunda e comendo quantos caras ela quisesse na balada, completamente solta.
Por volta das cinco da tarde, fomos para a casa da minha mãe. Ao cruzar a porta e passar primeiro para cumprimentar a ídola no quintal, a encontramos tomando sol. Ela estava sentada na espreguiçadeira com seus peitões enormes ao ar. Os mamilos grandes estavam duros como dois botões de campainha. A cinturinha perfeita, o cabelo ao vento e, se você baixasse o olhar, apenas um fio dental minúsculo mal tapava sua boceta carnuda e peluda.
Dalma (muito efusiva): Oi, rainha das rainhas, como você está?
Minha mãe: Ah, chegou minha fã número 1, adoro. Aqui tomando um sol, tem que estar puta e bronzeada, principalmente puta... você me entende...
Dalma: Claro, rainha, vai ter outra festa no fim de semana?
Minha mãe: Óbvio que sim, e mesmo que a vizinha idiota proteste, ela que chupe minha xota, vamos fazer uma puta bagunça. Vai vir esfregar a buceta no pau quente do meu filho?
Dalma: Vou deixar ele louco, sogrinha, louco.
Enquanto isso, eu sentia o pau quase explodindo de tão duro no moletom sem cueca. Primeiro por ter minha mãe com seus peitões enormes ali na minha frente, e segundo pelo nível de putaria que tinha na conversa entre nora e sogra. Longe de me levar rápido pro quarto para foder, Dalma foi tomar sol com minha mãe putona. "Pega duas cervejas", minha mãe disse enquanto compartilhava uma risada cúmplice com sua nora putona. Dalma tirou a regata decotada que tinha trazido e, como estava sem sutiã, ficou de peitos do lado da minha mãe tomando sol. Eu levei as cervejas com o pau duríssimo, vendo as duas de peitos diante dos meus olhos cheios de tesão. Ficamos nós três tomando cerveja e batendo papo por um tempão. Depois do jantar, com as duas fêmeas ainda de peitos pra fora, chegou o chongo da minha mãe. O roqueiro cabeludo e tatuado não hesitou em comer a boca da minha mãe com força na nossa frente. Até deu uma boa palmada naquela bunda pelada. A noite foi passando entre drinks e conversas bem picantes. Ali os quatro na mesa, todos com tesão, todos excitados pra caralho, contando histórias de sexo, de boquetes e chupadas de buceta.
Finalmente, já perto da meia-noite, o tesão era tanto que a cena era a minha mãe putona pelada e de peitos pra fora no colo do roqueiro, enlouquecendo ele, e a Dalma também de peitos pra fora me comendo a boca e me tocando a rola por cima do moletom. "E se a gente transar os quatro no mesmo quarto?" disse a Dalma, bêbada e bem atrevida. A resposta da minha mãe não demorou: "Vamos logo, tô com um tesão da porra". A Dalma me levou pela mão e minha mãe levou o chongo dela pela mão. Entramos no meu quarto com um tesão espetacular. Os beijos e as mãos bobas começaram na hora. Minha mãe e o chongo dela se devoravam de beijos na parte do travesseiro da minha cama, e nós na parte dos pés. A pouca roupa que restava nas fêmeas voou rapidinho, e em movimentos rápidos as duas tiraram nossa roupa. Ficamos ali entrelaçados em beijos, pelados na mesma cama, os quatro. Mesmo que escrever isso agora soe completamente tarado e maluco pra caralho — pra mim, que tenho a sorte de ter uma mãe putona —, na hora eu não via assim. Quer dizer, eu tava louco de tesão, mas me parecia o desfecho de algo cotidiano. Tipo deixar uma torneira aberta e inundar o quintal. As duas putinhas ficaram de quatro na minha pobre cama, nós com o pau duro as enfiamos assim mesmo, sem cuidado, sem camisinha, sem nada. Foi meter o pau até o fundo da buceta da Dalma enquanto, a meio metro, o roqueiro metia o pau dele até o fundo da xota carnuda e peluda da minha mãe. Mesmo estando completamente bêbados, a A mistura de gritos das duas vadias era uma loucura. Eram gritos e gemidos à vontade, agudos e bem estrondosos, daqueles que explodem sua cabeça. Eu estava muito concentrado na buceta da minha Dalma, mas de vez em quando dava uma olhada em como estavam dando rola na minha mãe, e isso me deixava ainda mais louco. Além disso, aquela bunda perfeita, uff, fazia sua cabeça explodir.
Estávamos no meio da foda quando minha mãe, levando pica de quatro, viu que na mesinha de cabeceira havia vários papéis, as anotações que eu deveria ter estudado. Ela agarrou com a mão bem forte, amassando e enrugando, e exclamou: "Que merda é essa?". Ela sabia muito bem que ia deixar seu chongo maluco com essa atitude. Eu, ao vê-la com meus resumos na mão, prestes a destruí-los, respondi com um fio de voz por causa do tesão absurdo que ela me causou: "São meus, tinha que ler, mas nem fudendo". Minha putona de mãe, então, super excitada ao saber a resposta, segurou com as duas mãos e os rasgou em quatro pedaços bem destruídos. Quando terminou de rasgar, jogou no ar e exclamou: "Você só tem que comer a Dalma, nada mais". Juro que não sei como não gozei naquele momento, porque senti a porra querendo sair com tudo. Minha putona de mãe, para piorar, disse ao chongo, que estava voando de tesão e tinha ficado mais selvagem na foda: "Viu que mãe puta que eu sou?". Isso já foi tesão demais para mim, e não consegui me segurar mais, acabei gozando uns jatos tremendos de porra dentro da buceta da Dalma, que os recebeu com prazer. A gostosa soltou uns bons gritos de prazer, e ficamos caídos na cama, pelados, nos mexendo enquanto o rockeiro continuava dando pica na minha mãe. Foi tanto o tesão de ver minha mãe levando pica ao nosso lado e meus resumos destruídos, que metemos outra foda tremenda com a Dalma. Dessa vez, ela gozou duas vezes, e eu dei até minha última gota de porra.
Quando finalmente nos separamos os quatro, o quarto e a cama ficaram com um cheiro gostoso de buceta e sexo. A gente dormiu assim os quatro e acordamos no meio-dia do dia seguinte, obviamente nem fui fazer a prova. Reprovado na hora.
A questão é que, por ter ficado de vagabundagem o ano todo, quando chegou fevereiro, eu tinha que recuperar várias matérias. Longe de dar bola, continuei na minha, saindo com a Dalma e em festas com a Victoria. Sem contar que eu tava vivendo completamente de pau duro por causa da minha mãe putona, desfilando pela casa com aqueles peitões enormes pra fora. Enfim, na terça-feira de manhã eu tinha que fazer uma prova pra tentar salvar uma dessas matérias. Longe de me preocupar, na segunda de manhã eu acordei de pau duro como sempre. Os ecos atrasados do fim de semana ainda tavam na minha cabeça, com a putaria que a gente tinha feito em casa, e depois de ter perreado a noite toda com a Victoria, as imagens do decote quase mostrando os peitos da minha mãe ainda estavam na minha mente. Acordei durão e, em vez de pegar os cadernos, fiquei no MSN conversando com a Dalma e com a Victoria. A Dalma tinha acordado "em chamas" - me disse que tava com fogo na buceta porque tinha visto o irmão dela comendo no fim de semana, depois de um sábado de bebedeira e balada, e que ela queria uma rola, sim ou sim. Não pensei duas vezes, fui buscá-la. Como de costume, fomos caminhar pela beira do rio. Entre muitos beijos, chupões de língua e apalpadas, contamos um pro outro, detalhe por detalhe, nosso fim de semana quente. Aquele decote absurdo da minha mãe, por causa de um vestido decotado nas costas, com só duas tirinhas na frente que mal seguravam... Podiam tapar só metade dos mamilos, isso tinha deixado a Dalma louca de tesão. E quanto mais eu contava sobre esse decote da minha putona mãe, mais intensos ficavam os beijos dela, as chupadas, ela metia a língua até o fundo e fazia meu pau ficar completamente duro. Ela, por sua parte, me contava sobre a irmã dela dançando de minissaia super curta mostrando metade da bunda e comendo quantos caras ela quisesse na balada, completamente solta.
Por volta das cinco da tarde, fomos para a casa da minha mãe. Ao cruzar a porta e passar primeiro para cumprimentar a ídola no quintal, a encontramos tomando sol. Ela estava sentada na espreguiçadeira com seus peitões enormes ao ar. Os mamilos grandes estavam duros como dois botões de campainha. A cinturinha perfeita, o cabelo ao vento e, se você baixasse o olhar, apenas um fio dental minúsculo mal tapava sua boceta carnuda e peluda.
Dalma (muito efusiva): Oi, rainha das rainhas, como você está?
Minha mãe: Ah, chegou minha fã número 1, adoro. Aqui tomando um sol, tem que estar puta e bronzeada, principalmente puta... você me entende...
Dalma: Claro, rainha, vai ter outra festa no fim de semana?
Minha mãe: Óbvio que sim, e mesmo que a vizinha idiota proteste, ela que chupe minha xota, vamos fazer uma puta bagunça. Vai vir esfregar a buceta no pau quente do meu filho?
Dalma: Vou deixar ele louco, sogrinha, louco.
Enquanto isso, eu sentia o pau quase explodindo de tão duro no moletom sem cueca. Primeiro por ter minha mãe com seus peitões enormes ali na minha frente, e segundo pelo nível de putaria que tinha na conversa entre nora e sogra. Longe de me levar rápido pro quarto para foder, Dalma foi tomar sol com minha mãe putona. "Pega duas cervejas", minha mãe disse enquanto compartilhava uma risada cúmplice com sua nora putona. Dalma tirou a regata decotada que tinha trazido e, como estava sem sutiã, ficou de peitos do lado da minha mãe tomando sol. Eu levei as cervejas com o pau duríssimo, vendo as duas de peitos diante dos meus olhos cheios de tesão. Ficamos nós três tomando cerveja e batendo papo por um tempão. Depois do jantar, com as duas fêmeas ainda de peitos pra fora, chegou o chongo da minha mãe. O roqueiro cabeludo e tatuado não hesitou em comer a boca da minha mãe com força na nossa frente. Até deu uma boa palmada naquela bunda pelada. A noite foi passando entre drinks e conversas bem picantes. Ali os quatro na mesa, todos com tesão, todos excitados pra caralho, contando histórias de sexo, de boquetes e chupadas de buceta.
Finalmente, já perto da meia-noite, o tesão era tanto que a cena era a minha mãe putona pelada e de peitos pra fora no colo do roqueiro, enlouquecendo ele, e a Dalma também de peitos pra fora me comendo a boca e me tocando a rola por cima do moletom. "E se a gente transar os quatro no mesmo quarto?" disse a Dalma, bêbada e bem atrevida. A resposta da minha mãe não demorou: "Vamos logo, tô com um tesão da porra". A Dalma me levou pela mão e minha mãe levou o chongo dela pela mão. Entramos no meu quarto com um tesão espetacular. Os beijos e as mãos bobas começaram na hora. Minha mãe e o chongo dela se devoravam de beijos na parte do travesseiro da minha cama, e nós na parte dos pés. A pouca roupa que restava nas fêmeas voou rapidinho, e em movimentos rápidos as duas tiraram nossa roupa. Ficamos ali entrelaçados em beijos, pelados na mesma cama, os quatro. Mesmo que escrever isso agora soe completamente tarado e maluco pra caralho — pra mim, que tenho a sorte de ter uma mãe putona —, na hora eu não via assim. Quer dizer, eu tava louco de tesão, mas me parecia o desfecho de algo cotidiano. Tipo deixar uma torneira aberta e inundar o quintal. As duas putinhas ficaram de quatro na minha pobre cama, nós com o pau duro as enfiamos assim mesmo, sem cuidado, sem camisinha, sem nada. Foi meter o pau até o fundo da buceta da Dalma enquanto, a meio metro, o roqueiro metia o pau dele até o fundo da xota carnuda e peluda da minha mãe. Mesmo estando completamente bêbados, a A mistura de gritos das duas vadias era uma loucura. Eram gritos e gemidos à vontade, agudos e bem estrondosos, daqueles que explodem sua cabeça. Eu estava muito concentrado na buceta da minha Dalma, mas de vez em quando dava uma olhada em como estavam dando rola na minha mãe, e isso me deixava ainda mais louco. Além disso, aquela bunda perfeita, uff, fazia sua cabeça explodir.
Estávamos no meio da foda quando minha mãe, levando pica de quatro, viu que na mesinha de cabeceira havia vários papéis, as anotações que eu deveria ter estudado. Ela agarrou com a mão bem forte, amassando e enrugando, e exclamou: "Que merda é essa?". Ela sabia muito bem que ia deixar seu chongo maluco com essa atitude. Eu, ao vê-la com meus resumos na mão, prestes a destruí-los, respondi com um fio de voz por causa do tesão absurdo que ela me causou: "São meus, tinha que ler, mas nem fudendo". Minha putona de mãe, então, super excitada ao saber a resposta, segurou com as duas mãos e os rasgou em quatro pedaços bem destruídos. Quando terminou de rasgar, jogou no ar e exclamou: "Você só tem que comer a Dalma, nada mais". Juro que não sei como não gozei naquele momento, porque senti a porra querendo sair com tudo. Minha putona de mãe, para piorar, disse ao chongo, que estava voando de tesão e tinha ficado mais selvagem na foda: "Viu que mãe puta que eu sou?". Isso já foi tesão demais para mim, e não consegui me segurar mais, acabei gozando uns jatos tremendos de porra dentro da buceta da Dalma, que os recebeu com prazer. A gostosa soltou uns bons gritos de prazer, e ficamos caídos na cama, pelados, nos mexendo enquanto o rockeiro continuava dando pica na minha mãe. Foi tanto o tesão de ver minha mãe levando pica ao nosso lado e meus resumos destruídos, que metemos outra foda tremenda com a Dalma. Dessa vez, ela gozou duas vezes, e eu dei até minha última gota de porra.
Quando finalmente nos separamos os quatro, o quarto e a cama ficaram com um cheiro gostoso de buceta e sexo. A gente dormiu assim os quatro e acordamos no meio-dia do dia seguinte, obviamente nem fui fazer a prova. Reprovado na hora.
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