bom, nesse relato vou contar sobre minha tia melisa. eu sou de um povoado bem pequeno, tenho 19 anos e tenho uma família muito, muito grande. bem, essa história começou no natal, quando a família de outras partes vem pro sítio passar as férias – tias, tios, primas, primos etc. entre eles, minha tia melisa.
essa mulher linda que é minha tia, sempre linda com um corpão fascinante, tem 25 anos, na verdade não é tão mais velha que eu, mas já tem um filho, mas na verdade sempre me chamou a atenção, é uma mulherão, sorte a do meu tio. desde que chegou na cidade, a senti mais amigável, sabe, mais próxima, talvez seja porque estamos mais perto na idade.
bom, um dia antes do natal, ela me pediu se podia emprestar meu banheiro para tomar banho, já que quase toda a casa estava cheia e meu quarto era um dos poucos com banheiro, e aí, nem como negar. ela entrou no banheiro e eu fiquei na sala. quando saiu do banho, me avisou que já estava desocupado. fui pro meu quarto e na cama estava a calcinha dela na minha cama, suponho que foi um acidente, pensei. não pude evitar pegar e cheirar essa calcinha de renda. imaginei ela com ela, como ficaria. minha pica ficou dura enquanto cheirava, e de repente "toc toc", alguém batendo pra entrar no quarto. joguei a roupa da minha tia na roupa suja e me deitei como se nada, e disse "pode entrar". entrou minha tia: "sobrinho, não deixei minha roupa por aqui?" meio nervoso, disse que deixei no cesto de roupa sucia. "ai não, que vergonha, sobrinho, desculpa". eu disse: "não passa nada, tia, às vezes a gente esquece as coisas". ela pegou a roupa da roupa sucia e me disse: "viste? tão lindos, né?" mostrando a calcinha dela enquanto ria um pouco. não sabia o que dizer, só ri e disse que sim, hahaha. "bom, vou indo", disse, saiu e, com todos os nervos do mundo, fui me masturbar no banheiro pensando na minha tia, já imaginam vocês.
Depois daquele momento desconfortável no Natal, no dia mesmo, todo mundo correndo de um lado para o outro, até que à noite veio a paz, risadas entre a família, abrir os presentes etc. O bom veio à noite, quando todas as crianças foram dormir e os primos e a família grande começamos a beber, trago atrás de trago, como se não tivesse gosto de nada. Já estávamos bem entrados, todos, e mais eu e minha tia, que estávamos conversando e conversando sobre coisas da vida. Já na bêbadeira, ela me pergunta se a acompanho ao banheiro e, claro, aceitei. Não pensei em nada de mal na hora. Fomos ao meu quarto, porque ela disse que era mais confortável. Entramos e minha tia tropeça. "Tia, tá bem?" Entre risadas, ela diz que sim. A levanto, mas acidentalmente agarro ela pela bunda, mas na hora nem pensei nisso, já que estava ajudando. Ela se levanta, nos olhamos por alguns segundos e, saz, ela me beija. Eu não me neguei e beijei ela também, mais e mais. "Como você cresceu, ficou muito gato e forte", entre respirações, ela me diz no meio do beijo. Eu baixo minhas mãos e coloco na bunda dela. Isso é uma fantasia pra mim, só pensei. Meu tio estava bebendo lá fora e eu com a mulher dele. O beijo subiu de tom, ela começou a tirar minha camisa e ela também, deixando ver seus peitos lindos e uma calcinha fio dental preta deliciosa. Ela se ajoelhou e tirou meu pau duro da calça, meteu na boca.
entre gemidos, ela começou a comer minha rola como uma puta, colocando tudo na língua e engolindo até o talo. Foi delicioso. Deitou na minha cama com o rabo empinado e disse: "Me fode como nunca, meu marido já não faz igual". Sem pensar, puxei a calcinha dela para o lado e lá estava aquela buceta encharcada. Aproximei meu pau e comecei a esfregar na sua xota, e quando ela menos esperou, enfiei tudo dentro daquela buceta rosa e molhada. Tava tão lubrificada que quando entrei, ela gemeu como uma vadiazinha, mas baixinho porque tinha gente em casa. Enquanto metia e tirava, vi aquele cuzinho lindo e não resisti: toquei e perguntei "posso?". Ela negou, mas ignorei, cuspi e enfiei o dedo devagar enquanto mantinha o pau na buceta. Ela soltou um gemido abafado quando sentiu meu dedo invadindo seu cu, arqueando as costas ainda mais. Mesmo tendo recusado no início, seu corpo se tensionou e depois relaxou contra o colchão. "Vão nos ouvir", sussurrou com a voz trêmula, enterrando o rosto no travesseiro para abafar os próprios gemidos enquanto eu não parava de me mover dentro dela.
Meu pau deslizava na buceta encharcada enquanto meu dedo explorava seu cu, quebrando as defesas dela. Ver aquele rabo empinado, totalmente entregue a mim... Comecei a acelerar o ritmo, cada enfiada mais funda. Segurei seus quadris com força, deixando marcas dos meus dedos na pele branca dela. Senti as paredes da buceta começarem a contrair ritmicamente, num espasmo delicioso. Ela estava quase gozando, e eu não ia ficar para trás. Tirei o dedo do cu só para usar aquela lubrificação extra e dei uma palmada seca na bunda dela, que ecoou no quarto, fazendo-a soltar um grito abafado que se perdeu nos lençóis. Naquele momento, o risco de alguém abrir a porta ficou em segundo plano; só importava o calor do corpo dela e o jeito que me apertava enquanto eu me preparava para encher ela de porra. Não aguentei mais, e jato atrás de jato de leite disparou dentro daquela buceta. Buceta que apertava muito forte, ela teve as pernas tremendo a cada jato de porra. Estávamos com a respiração tão ofegante. Saí devagar, deixando ver aquela buceta cheia de porra. "Fazia anos que não transava assim", ela me disse, toda ofegante. Ajeitei o thong dela, deixei ela cheia de porra e falei pra gente se apressar, porque ia ficar suspeito. Mesmo parecendo longo, isso foi um rapidinho e eu curti como nunca. Ela se levantou meio nua e me deu um beijo. Nos trocamos e saímos como se nada tivesse acontecido. A noite toda a gente se olhou com vontade de mais um do outro. Depois disso, tive mais escapadas com minha tia. Se quiserem ouvir outra, deem +10 e comentem se gostaram. Deixo umas fotos pra vocês aproveitarem.



essa mulher linda que é minha tia, sempre linda com um corpão fascinante, tem 25 anos, na verdade não é tão mais velha que eu, mas já tem um filho, mas na verdade sempre me chamou a atenção, é uma mulherão, sorte a do meu tio. desde que chegou na cidade, a senti mais amigável, sabe, mais próxima, talvez seja porque estamos mais perto na idade.bom, um dia antes do natal, ela me pediu se podia emprestar meu banheiro para tomar banho, já que quase toda a casa estava cheia e meu quarto era um dos poucos com banheiro, e aí, nem como negar. ela entrou no banheiro e eu fiquei na sala. quando saiu do banho, me avisou que já estava desocupado. fui pro meu quarto e na cama estava a calcinha dela na minha cama, suponho que foi um acidente, pensei. não pude evitar pegar e cheirar essa calcinha de renda. imaginei ela com ela, como ficaria. minha pica ficou dura enquanto cheirava, e de repente "toc toc", alguém batendo pra entrar no quarto. joguei a roupa da minha tia na roupa suja e me deitei como se nada, e disse "pode entrar". entrou minha tia: "sobrinho, não deixei minha roupa por aqui?" meio nervoso, disse que deixei no cesto de roupa sucia. "ai não, que vergonha, sobrinho, desculpa". eu disse: "não passa nada, tia, às vezes a gente esquece as coisas". ela pegou a roupa da roupa sucia e me disse: "viste? tão lindos, né?" mostrando a calcinha dela enquanto ria um pouco. não sabia o que dizer, só ri e disse que sim, hahaha. "bom, vou indo", disse, saiu e, com todos os nervos do mundo, fui me masturbar no banheiro pensando na minha tia, já imaginam vocês.
Depois daquele momento desconfortável no Natal, no dia mesmo, todo mundo correndo de um lado para o outro, até que à noite veio a paz, risadas entre a família, abrir os presentes etc. O bom veio à noite, quando todas as crianças foram dormir e os primos e a família grande começamos a beber, trago atrás de trago, como se não tivesse gosto de nada. Já estávamos bem entrados, todos, e mais eu e minha tia, que estávamos conversando e conversando sobre coisas da vida. Já na bêbadeira, ela me pergunta se a acompanho ao banheiro e, claro, aceitei. Não pensei em nada de mal na hora. Fomos ao meu quarto, porque ela disse que era mais confortável. Entramos e minha tia tropeça. "Tia, tá bem?" Entre risadas, ela diz que sim. A levanto, mas acidentalmente agarro ela pela bunda, mas na hora nem pensei nisso, já que estava ajudando. Ela se levanta, nos olhamos por alguns segundos e, saz, ela me beija. Eu não me neguei e beijei ela também, mais e mais. "Como você cresceu, ficou muito gato e forte", entre respirações, ela me diz no meio do beijo. Eu baixo minhas mãos e coloco na bunda dela. Isso é uma fantasia pra mim, só pensei. Meu tio estava bebendo lá fora e eu com a mulher dele. O beijo subiu de tom, ela começou a tirar minha camisa e ela também, deixando ver seus peitos lindos e uma calcinha fio dental preta deliciosa. Ela se ajoelhou e tirou meu pau duro da calça, meteu na boca.
entre gemidos, ela começou a comer minha rola como uma puta, colocando tudo na língua e engolindo até o talo. Foi delicioso. Deitou na minha cama com o rabo empinado e disse: "Me fode como nunca, meu marido já não faz igual". Sem pensar, puxei a calcinha dela para o lado e lá estava aquela buceta encharcada. Aproximei meu pau e comecei a esfregar na sua xota, e quando ela menos esperou, enfiei tudo dentro daquela buceta rosa e molhada. Tava tão lubrificada que quando entrei, ela gemeu como uma vadiazinha, mas baixinho porque tinha gente em casa. Enquanto metia e tirava, vi aquele cuzinho lindo e não resisti: toquei e perguntei "posso?". Ela negou, mas ignorei, cuspi e enfiei o dedo devagar enquanto mantinha o pau na buceta. Ela soltou um gemido abafado quando sentiu meu dedo invadindo seu cu, arqueando as costas ainda mais. Mesmo tendo recusado no início, seu corpo se tensionou e depois relaxou contra o colchão. "Vão nos ouvir", sussurrou com a voz trêmula, enterrando o rosto no travesseiro para abafar os próprios gemidos enquanto eu não parava de me mover dentro dela.Meu pau deslizava na buceta encharcada enquanto meu dedo explorava seu cu, quebrando as defesas dela. Ver aquele rabo empinado, totalmente entregue a mim... Comecei a acelerar o ritmo, cada enfiada mais funda. Segurei seus quadris com força, deixando marcas dos meus dedos na pele branca dela. Senti as paredes da buceta começarem a contrair ritmicamente, num espasmo delicioso. Ela estava quase gozando, e eu não ia ficar para trás. Tirei o dedo do cu só para usar aquela lubrificação extra e dei uma palmada seca na bunda dela, que ecoou no quarto, fazendo-a soltar um grito abafado que se perdeu nos lençóis. Naquele momento, o risco de alguém abrir a porta ficou em segundo plano; só importava o calor do corpo dela e o jeito que me apertava enquanto eu me preparava para encher ela de porra. Não aguentei mais, e jato atrás de jato de leite disparou dentro daquela buceta. Buceta que apertava muito forte, ela teve as pernas tremendo a cada jato de porra. Estávamos com a respiração tão ofegante. Saí devagar, deixando ver aquela buceta cheia de porra. "Fazia anos que não transava assim", ela me disse, toda ofegante. Ajeitei o thong dela, deixei ela cheia de porra e falei pra gente se apressar, porque ia ficar suspeito. Mesmo parecendo longo, isso foi um rapidinho e eu curti como nunca. Ela se levantou meio nua e me deu um beijo. Nos trocamos e saímos como se nada tivesse acontecido. A noite toda a gente se olhou com vontade de mais um do outro. Depois disso, tive mais escapadas com minha tia. Se quiserem ouvir outra, deem +10 e comentem se gostaram. Deixo umas fotos pra vocês aproveitarem.



10 comentários - Minha tia bêbada é uma puta