🔞 🔞 🔞
Ela é a Ana, minha filha. Ter ela aos meus 23 anos foi complicado, mas metemos o pé na jaca e nunca faltou nada pra ela. Quando a mãe dela pediu o divórcio, a Ana decidiu vir morar comigo. Minha bebê cresceu sob meus cuidados e disciplina, então fiquei ocupado demais pra perder tempo chorando pela puta da mãe dela.
É verdade, minha filha herdou os olhos dela, que sempre me fascinaram. Por essa gostosa eu me fodi de trabalhar pra dar os melhores 27 anos da vida dela. Foi assim que ela conseguiu aqueles trampos de modelo, que não pagavam lá essas coisas, mas pra isso que serve o pai dela. Nunca deixei ela passar necessidade nenhuma.
Mesmo que não foi fácil, por culpa dos caras com essa parada de ficar no celular e nas redes o dia todo, a putaria, o duko e sei lá que merda. Minha bebê deixou de ser uma menina e aprendeu a usar o corpo dela como um cartão black, likes, grana, amigos, o que quisesse. Dou permissão pra vocês verem e comprovarem.
Essa bunda. Essa bunda que ela mostrou bem no Instagram. Um pai não quer ver a filha assim, como se fosse um pedaço de carne na churrasqueira servida pros outros. Falei pra ela que não podia ficar esquentando pau desse jeito. A raiva que deu ver o like dos meus colegas nas fotos dela. Meus putos irmãos de farda.
Era fácil imaginar o que passava na cabeça deles.
Sou ruim pra falar e me expressar. Quando a Ani postava aquelas fotos, a gente brigava muito. Ela tentou me convencer de que são outros tempos, que se mostrar assim por trabalho já não era tão malvisto como antes.
Ela tá muito enganada.
Quando ela me ameaçou chorando, dizendo que ia sair de casa se eu não parasse de julgá-la, comecei a morder a língua. Não podia perdê-la. Mesmo que a rejeição ainda estivesse ali.
Um dia cheguei do trampo e encontrei minha filha assim: coberta de um látex brilhante e apertado. Fiquei em silêncio. A vergonha e a raiva me invadiram, mas não falei nada. Quando ela viu minha cara de bunda, explicou que era uma parceria com uma loja de roupas e que eu não me preocupasse. Eu não conseguia tirar o pensamento da cabeça: minha filha, minha princesa, meu bebê, agora parecia uma puta boneca sexual das mais gostosas.
Pfff...
Foi um baque. Minha filha não ia se recuperar disso. A vergonha que senti naquele dia me fodeu pelas semanas seguintes. Não aguentava pensar que minha princesa era uma putinha mimada viciada em redes sociais, e que todo mundo pudesse vê-la assim. Tanta gente desconhecida batendo punheta e gozando gostoso pra ela.
No fundo, eu achava que se desse grana suficiente por mês, ela pararia de se humilhar daquele jeito. Aí eu trabalhei o dobro do que já trabalhava. Por isso comecei a ficar menos em casa e a ver menos meu bebê. Voltava cansado, moído de tudo, e também com muita raiva guardada.
Aquele reel dela escovando os dentes me deixava com um tesão danado. Foi o fundo do poço pra mim. Precisava me aliviar.
E aquele rabo de novo. Cutucando. Torturando. A cada homenagem, eu me quebrava mais por dentro.
Pedaço de puta.
Banhar essa bunda de porra virou uma fantasia dolorosa. Se minha filha soubesse... que me excita mais que a própria mãe dela nos nossos melhores tempos. Não consigo... ugghh
Uff... filha... dois gozos... por e pra você...
Na última vez que discutimos, ela me disse que tava cansada de eu ficar controlando ela o tempo todo, cansada de eu dar palpite na roupa dela, dos meus castigos militares de dinossauro, do meu "cheiro de punheta", e me acusou de estar entediado por não ter namorada e descontar nela.
Essa foi a gota d'água. Eu tinha que dar uma lição nessa mina ingrata.
Depois de encher ela de palmada e dar um banho frio, mandei ela pro quarto buscar os conjuntos de látex. Fui atrás dela e achei o vibrador. Como ela não calava a boca, coloquei um prendedor na língua dela e arrebentei bem a buceta dela.
Uff, mas me senti tão livre. A cara de nojo dela vendo o pai metendo sem dó no cu dela. Finalmente vendo o que eu realmente sou. Agora você vai ser MINHA putinha, Ani. Deus... nunca tinha sentido a rola tão inchada.
Você tava dizendo que tava de saco cheio do seu pai? De saco cheio do meu cheiro de pica?
Meu cheiro de pica vai ficar bem gravado em você depois de fazer seu clitóris queimar.
Eu meti forte naquele cu pra garantir que você lembre de respeitar seu pai toda vez que der um passo.
(vadia de merda)
Você me pede pra parar... mas não quero te ouvir.
Eu te criei, te alimentei, te cuidei, te dei tudo.
Teu corpo de puta é meu. Chega de gozar nas tuas fotos, chega de reclamar da puta que tu é.
Só curtir. Sem dar a mínima foda se tu gosta ou não.
A partir de agora você é minha bonequinha sexual, cheia de buracos pra depositar o sêmen do seu pai.
Vêm semanas bem yummy por aí, meu amor...
Minha garota submissa, minha filha preciosa...
♥️ ♥️ ♥️
Ela é a Ana, minha filha. Ter ela aos meus 23 anos foi complicado, mas metemos o pé na jaca e nunca faltou nada pra ela. Quando a mãe dela pediu o divórcio, a Ana decidiu vir morar comigo. Minha bebê cresceu sob meus cuidados e disciplina, então fiquei ocupado demais pra perder tempo chorando pela puta da mãe dela.

É verdade, minha filha herdou os olhos dela, que sempre me fascinaram. Por essa gostosa eu me fodi de trabalhar pra dar os melhores 27 anos da vida dela. Foi assim que ela conseguiu aqueles trampos de modelo, que não pagavam lá essas coisas, mas pra isso que serve o pai dela. Nunca deixei ela passar necessidade nenhuma.
Mesmo que não foi fácil, por culpa dos caras com essa parada de ficar no celular e nas redes o dia todo, a putaria, o duko e sei lá que merda. Minha bebê deixou de ser uma menina e aprendeu a usar o corpo dela como um cartão black, likes, grana, amigos, o que quisesse. Dou permissão pra vocês verem e comprovarem.
Essa bunda. Essa bunda que ela mostrou bem no Instagram. Um pai não quer ver a filha assim, como se fosse um pedaço de carne na churrasqueira servida pros outros. Falei pra ela que não podia ficar esquentando pau desse jeito. A raiva que deu ver o like dos meus colegas nas fotos dela. Meus putos irmãos de farda. Era fácil imaginar o que passava na cabeça deles.

Sou ruim pra falar e me expressar. Quando a Ani postava aquelas fotos, a gente brigava muito. Ela tentou me convencer de que são outros tempos, que se mostrar assim por trabalho já não era tão malvisto como antes. Ela tá muito enganada.
Quando ela me ameaçou chorando, dizendo que ia sair de casa se eu não parasse de julgá-la, comecei a morder a língua. Não podia perdê-la. Mesmo que a rejeição ainda estivesse ali.
Um dia cheguei do trampo e encontrei minha filha assim: coberta de um látex brilhante e apertado. Fiquei em silêncio. A vergonha e a raiva me invadiram, mas não falei nada. Quando ela viu minha cara de bunda, explicou que era uma parceria com uma loja de roupas e que eu não me preocupasse. Eu não conseguia tirar o pensamento da cabeça: minha filha, minha princesa, meu bebê, agora parecia uma puta boneca sexual das mais gostosas.
Pfff...
Foi um baque. Minha filha não ia se recuperar disso. A vergonha que senti naquele dia me fodeu pelas semanas seguintes. Não aguentava pensar que minha princesa era uma putinha mimada viciada em redes sociais, e que todo mundo pudesse vê-la assim. Tanta gente desconhecida batendo punheta e gozando gostoso pra ela.
No fundo, eu achava que se desse grana suficiente por mês, ela pararia de se humilhar daquele jeito. Aí eu trabalhei o dobro do que já trabalhava. Por isso comecei a ficar menos em casa e a ver menos meu bebê. Voltava cansado, moído de tudo, e também com muita raiva guardada.
Aquele reel dela escovando os dentes me deixava com um tesão danado. Foi o fundo do poço pra mim. Precisava me aliviar.
E aquele rabo de novo. Cutucando. Torturando. A cada homenagem, eu me quebrava mais por dentro. Pedaço de puta.

Banhar essa bunda de porra virou uma fantasia dolorosa. Se minha filha soubesse... que me excita mais que a própria mãe dela nos nossos melhores tempos. Não consigo... ugghh
Uff... filha... dois gozos... por e pra você...
Na última vez que discutimos, ela me disse que tava cansada de eu ficar controlando ela o tempo todo, cansada de eu dar palpite na roupa dela, dos meus castigos militares de dinossauro, do meu "cheiro de punheta", e me acusou de estar entediado por não ter namorada e descontar nela. Essa foi a gota d'água. Eu tinha que dar uma lição nessa mina ingrata.
Depois de encher ela de palmada e dar um banho frio, mandei ela pro quarto buscar os conjuntos de látex. Fui atrás dela e achei o vibrador. Como ela não calava a boca, coloquei um prendedor na língua dela e arrebentei bem a buceta dela.
Uff, mas me senti tão livre. A cara de nojo dela vendo o pai metendo sem dó no cu dela. Finalmente vendo o que eu realmente sou. Agora você vai ser MINHA putinha, Ani. Deus... nunca tinha sentido a rola tão inchada.
Você tava dizendo que tava de saco cheio do seu pai? De saco cheio do meu cheiro de pica? Meu cheiro de pica vai ficar bem gravado em você depois de fazer seu clitóris queimar.
Eu meti forte naquele cu pra garantir que você lembre de respeitar seu pai toda vez que der um passo.
(vadia de merda)
Você me pede pra parar... mas não quero te ouvir.

Eu te criei, te alimentei, te cuidei, te dei tudo. Teu corpo de puta é meu. Chega de gozar nas tuas fotos, chega de reclamar da puta que tu é.
Só curtir. Sem dar a mínima foda se tu gosta ou não.

A partir de agora você é minha bonequinha sexual, cheia de buracos pra depositar o sêmen do seu pai. Vêm semanas bem yummy por aí, meu amor...
Minha garota submissa, minha filha preciosa...

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9 comentários - Castigando minha filha (+fotos+vídeos)
este relato erotico es ficticio
la modelo es @anakatana
pueden encontrarla en pornhub