Pervirtiendo a Cielo Riveros y su hermana 5

? Vamos comer agora, não, pai?
? Sim, mas chega mais perto, a raposinha da sua irmã não conseguiu tirar meu leite, gozei antes de terminar dentro dela
? De novo?" O olhar dela mudou e ela ficou brava: "Você colocou camisinha na cama quando tava perdido?"
? Não, a putinha da sua irmã ficou tão tesuda que não deu tempo e tive que foder ela nos lençóis, cê sabe como ela é, hehehe
? Céu Riveros, pai! Agora a cama vai feder, não sei por que cê gosta disso
? Relaxa, minha putinha mais velha, eu pego e lavo, cê sabe, sempre dou um jeito
? E você se lavou?
? Me limpei direitinho com lenço umedecido
? Quero dizer, pai, tem um banheiro lá em cima— Céu Riveros, irritada, apontou com o braço esticado pro andar de cima— por que cê não lava? Cê sabe que não gosto do gosto de lenço umedecido!Pervirtiendo a Cielo Riveros y su hermana 5? Sua irmã estava no banho lavando a bunda e talvez quisesse cagar mais, então deixei ela lá.
Eu estava sentado com o pau duro e a Cielo Riveros, ela cruzou os braços na minha frente com cara de brava, aquilo me divertia, como ela gostava de botar regras e que fossem seguidas à risca, mas eu adorava deixar ela puta e depois satisfazer ela com uma fodida limpa.
? Vem aqui, minha raposinha, chega mais, não fica brava.
Puxei ela pra perto e, abrindo minhas pernas, ela ficou bem colada em mim, abracei ela segurando as nádegas dela e meu pau apontou direto pra fenda dela, só separado pela saia e calcinha, aproximei minha boca, ela sem tirar os olhos de mim, séria, deixou ser beijada, beijei ela de leve, como um amante beija a namorada. Senti que aos poucos a boca dela foi afrouxando, mas ela continuava séria, minhas mãos se perderam debaixo da saia dela e puxei um pouco a calcinha dela pra baixo, o suficiente pra meus dedos sentirem os buracos dela; cutuquei o cu dela sem penetrar, só acariciando de leve, minha outra mão explorava a fenda dela, senti que ela tava escorrendo sucos mostrando tesão; Não parei de beijar ela, ela não me abraçou, mas inclinava a cabeça pra facilitar meus beijos e a entrada da língua, e às vezes fechava os olhos e abria de novo pra continuar me encarando.vadiaQualquer um com uma visão ampla, mas critérios bem largos, que olhasse pra cena, notaria que naquele momento tinha amor e um baita envolvimento entre os dois. Parei de beijá-la e afastei um pouco, enquanto puxava mais pra baixo a calcinha dela e a movia pro lado, revelando a fenda dela. Ela fechou as pernas e montou em mim. Minha pica dura estava encostada na entrada da caverna dela, e eu a desci, enterrando fundo no ser dela. Quando fiz isso, Céu Riveros, ela não conseguiu evitar abrir a boca e semicerrar os olhos azuis, gemendo baixinho. Ela ainda tava puta e não queria mostrar como tava excitada, mas bastaram quatro enfiadas na buceta dela pra ela começar a gemer mais alto e se agarrar nos meus ombros, facilitando minhas investidas e se mexendo. Ela mesma, como a putinha que era, iniciou a dança pervertida da cópula entre um adulto e uma menina. Dois dos meus dedos se perderam no cu dela, ela abriu a boca quando sentiu e me olhou com cara de safada.

— Viu? É assim que lavo minha pica mais gostosa, limpo com o suco da sua buceta.

Ela sorriu, eu já tinha feito ela sorrir de novo, vencendo a raiva dela enquanto eu...

— E agora, vai chupar mesmo, raposinha? Não vai mais ter gosto de lenço umedecido.

Ela sorriu de novo e balançou a cabeça rapidamente.

Ela desmontou de mim e ficou do meu lado, se inclinando pra chupar. Ela gostava mais de fazer assim do que de joelhos, porque nessa posição meus dedos cutucavam livremente os buracos dela. E foi o que fiz: dois dos meus dedos profanavam o cu e a fenda dela alternadamente, fazendo ela gemer de prazer.amadorEra isso que a gente tava fazendo quando a Pao, toda recém-saída do banho, só de calcinha rosa, nos viu, me sorriu e sentou na nossa frente, juntando as mãos na mesa, apreciando o espetáculo de putaria insalubre que a gente tava dando.
Cielo Riveros cansou de me chupar e se levantou, montando em mim de novo de frente, enfiou meu pau na fenda dela e se mexeu pra todo lado que nem a puta que ela era, olhando pra Pao que, sorrindo, assistia tudo sem perder um detalhe. Cielo Riveros tava fazendo um trabalho foda no meu pau, meus dedos cutucaram o cu dela de novo, ela sorriu quando eu fiz isso. Ela sabia que eu era um tarado que amava a bunda das duas.
— Cielo Riveros, vou meter no teu cu e te fazer cagar também, dessa vez vou.
— Acho que não, papai — respondeu Cielo Riveros, ofegante, sem parar de rebolar —, já caguei de manhã.
Ela continuou montando em mim sem tirar os olhos, e um sorriso safado brotou na boca dela. Ela chegou perto e sussurrou no meu ouvido:
— Mas pode gozar no meu cu que eu cago teu leite na boca da Pao.analEla tinha visto aquilo num filme pornô que alugou, senti um câimbra na pica, minha mente voou com a ideia da Cielo Riveros, ela percebeu que eu gostava porque minha pica endurecia mais dentro dela e eu metia mais fundo, isso a fazia gemer de prazer, não esperei mais, tirei e coloquei em cima da mesa, apoiei os cotovelos na mesa e olhei direto pra Pao que estava atenta a nós; Pao, pelo rosto distorcido da Cielo Riveros, adivinhou que eu tava metendo no cu dela, enquanto fazia isso, ia desabotoando a saia até tirar por cima, porque por baixo minha pica dentro do cu dela impedia, deixei a calcinha dela, só puxei o máximo que pude pro lado pra não atrapalhar; minhas estocadas eram fundas, era como se eu quisesse tirar meu pau da boca do cu dela, Cielo Riveros, gemeu de desejo, tava excitada com o que eu ia fazer com meu gozo, e a ideia me enlouquecia, senti aquele formigamento típico nas minhas bolas, sinal da minha gozada iminente, acelerei e gritei quando meu gozo jorrou no cu da mina, tremi sentindo como enchi o cu dela de porra, não tirei até derramar a última gota dentro; quando tirei, fiz com cuidado, não queria derramar o líquido vital; Cielo Riveros, quando sentiu minha pica saindo do buraco dela, cobriu com a mão, continuou se inclinando e naquela posição estranha se virou pra Pao que não entendia, se deixoupauDeitar junto com a irmã mais velha dela, que assim que a irmã estava deitada, se ajoelhou na altura da cabeça dela, tirou a mão da bunda dela e empurrou. E a ideia me deixava louco, sentia aquele formigamento típico nas minhas bolas, sinal da minha gozada iminente, acelerava e urrava quando meu leite saía no cu da menina, tremia sentindo como enchia a bunda dela de porra, não tirava até derramar a última gota dentro; quando tirava, fazia com cuidado, não queria derramar o líquido vital; Cielo Riveros, quando sentiu que meu pau saía do buraco dela, cobriu com a mão, continuou se inclinando e naquela posição estranha foi até Pao, que não entendeu, se deixou deitar junto com a irmã mais velha, que assim que a irmã estava deitada, se ajoelhou na altura da cabeça dela, tirou a mão da bunda e empurrou. Acelerei e gritei quando meu leite saiu no cu da menina, tremi sentindo como enchi a bunda dela de porra, não tirei até derramar a última gota dentro; quando tirei, fiz com cuidado, não queria derramar o líquido vital; Cielo Riveros, quando sentiu que meu pau saía do buraco dela, cobriu com a mão, continuou se inclinando e naquela posição estranha foi até Pao, que não entendeu, se deixou deitar junto com a irmã mais velha, que assim que a irmã estava deitada, se ajoelhou na altura da cabeça dela, tirou a mão da bunda dela e empurrou. Empurrei. Acelerei e gritei quando minha porra jorrou no cu da garota, tremendo ao sentir como enchia o cu dela de porra. Não tirei até derramar a última gota dentro; quando tirei, fiz com cuidado, não queria derramar o líquido vital. Cielo Riveros, quando sentiu meu pau saindo do buraco dela, cobriu com a mão, continuou inclinada e naquela posição estranha foi até Pao, que não entendeu, se deixou deitar ao lado da irmã mais velha. Assim que a irmã estava deitada, ela se ajoelhou na altura da cabeça dela, tirou a mão do cu e empurrou. Quando sentiu meu pau saindo do buraco dela, cobriu com a mão, continuou inclinada e naquela posição estranha foi até Pao, que não entendeu, se deixou deitar ao lado da irmã mais velha. Assim que a irmã estava deitada, ela se ajoelhou na altura da cabeça dela, tirou a mão do cu e empurrou. Quando sentiu meu pau saindo do buraco dela, cobriu com a mão, continuou inclinada e naquela posição estranha foi até Pao, que não entendeu, se deixou deitar ao lado da irmã mais velha. Assim que a irmã estava deitada, ela se ajoelhou na altura da cabeça dela, tirou a mão do cu e empurrou.GostosaNão tive ereção, mas nunca tinha ficado tão excitado vendo como Cielo Riveros, apertando os dentes e os olhos, enfiando a bunda na boca da irmã mais nova, que finalmente entendeu o que era e abriu a boca sorrindo. O primeiro jato de porra caiu na língua dela, branco como a porra que era; o segundo saiu um pouco mais escuro. Pao ainda guardava na boca. Cielo Riveros sentou na boca da irmã e ordenou que ela chupasse:
— Chupa, puta, tira minha porra de batata.

Me amaldiçoei por não ter a câmera por perto, e aquele momento só ficaria guardado na minha memória. Cielo Riveros sentiu que tinha acabado de cagar a porra, se levantou e veio na minha direção, se mexendo de um jeito provocante, se aproximou e me beijou. Eu estava sentado na cadeira, desmaiando de esforço, me endireitei um pouco para poder beijar à vontade. Cielo Riveros se virou para a irmã e ordenou:
— Putinha, engole a porra do papai, você sabe que é muito boa e nutritiva pra você, vai, engole.

Pao fechou os olhos e engoliu minha porra, e com a língua pegou a que estava nos lábios, comendo também, e depois se virou para nos olhar e te deu um sorriso banguela. Cielo Riveros voltou para mim e, com cara de abraço, disse:
— Viu, papai, o quanto eu te amo? Ele sempre acabava realizando seus caprichos, não importa o quão nojentos fossem.

Joguei ela e beijei de novo. Pao, por iniciativa própria, se aproximou de mim e meteu na boca, chupando e tirando o último resto da porra e limpando ao mesmo tempo.corridaAcabei de gozar e não ia ter outra ereção por pelo menos uma ou duas horas. Separei elas de mim e falei que ia tomar um banho pra esquentar a comida e comermos juntos.

Tomei banho e desci com minha mala, onde tinha sujado os lençóis de merda. Também tinha passado perfume na cama pra não feder. As duas estavam me esperando. Cielo Riveros já tinha vestido a saia, e a calcinha dela estava dobrada em cima da mesa de centro da sala. Como também tava suja, levei pra lavar. Pao ficou só de calça jeans. Sentei e comemos.

— Hmmm, essa comida tá uma delícia, manda um abraço pra sua mãe por mim.
— Sim, pai, vou sim.

Cielo Riveros sorriu divertida, sabendo que nunca faria isso. Na verdade, desde o começo ela sabia que eu não conhecia a mãe dela, mas alguma coisa nela dizia pra não falar de mim com a mãe. Foi isso que permitiu que tudo que aconteceu, acontecesse.

— E me conta, como foi na escola, sua putinha?
— Foi bom, aprendi bastante.
— Não é disso que tô falando, é do nosso negócio.
— Ah, sim, hahaha, beleza. Vou amanhã às 3.
— Perfeito. Chego de manhã pra preparar tudo. Você me dá a chave.
— Sim, pai.
— E a briga?
— Nada, nada. Você tinha que ver a cara dela quando viu minha calcinha de renda. Deixei ela tocar, guardei de lado, e ela já ia meter a língua em mim, mas tocaram a campainha e não deu.

Cielo Riveros, ela adorava falar palavrão. Eu tinha ensinado ela. Gostava que ela falasse grosso e se expressasse tudo com um xingamento.

— Você teria gostado que ela te lambesse?
— Não sei se ela tava muito a fim na hora.
— Sua putinha.ceu— Só tu filha, pai, só tu filha.
Sorri com ela.
Ela não tinha pai, eu era a figura paterna da vida dela, uma figura paterna que a pegava e a pervertia cada vez mais, isso me excitava pra caralho.

— E como é o dele?
— Acho que é maior, maior que o teu, tô dizendo que vai doer.

Sorri porque ela tava certa, eu não era um monstro de pica, só normal, provavelmente o dela seria maior que o meu e se doesse, melhor ainda, que doesse pra ela acreditar numa perversão.

Olhei pra Cielo Riveros, que tava pensando e me disse:

— Pai, acho que vai doer, e... Se antes de você ir, você me comer no cu? Pra não fechar e não doer tanto amanhã.
— Você acha que eu vou te comer no cu?
— Não sei, talvez, mas quero estar preparada.
— É, você tem razão, é melhor estar preparada, vou te ajudar.

Uma hora e meia depois, Cielo Riveros tava apoiada na porta, nas mãos, com a saia escolar enrolada na cintura e eu atrás dela segurando a bunda dela, gemendo e se contorcendo deliciosamente. Ela tava mascando chiclete e olhando pro meu relógio pra não perder tempo, Cielo Riveros se mexia de um lado pro outro.

— Pai, mexe de um lado pro outro pra dilatar mais meu cu.YamileEu fiz obedientemente, não só meti e tirei, também me movi pra cima e pra baixo e de um lado pro outro, em círculo, foi uma dilatação gostosa pros dois. Pao, sentada de calcinha na sala, nos observava, enquanto acariciava a própria buceta por cima da calça. Empurrei forte a Cielo Riveros, fazendo ela colar a cara na porta e bombar com força, bati nela várias vezes enquanto puxava o cabelo dela. Eu tava sendo bruto, precisava de mais emoção pra esvaziar minhas bolas. Tinha gozado demais naquele dia e tava com dificuldade de chegar ao orgasmo. Chamei ela de puta, vadia. Cuspi na cara dela quando virei ela pra beijar; o pior é que a Cielo Riveros sorriu com meus insultos e cuspidas, sem contar os gemidos fortes que deu quando eu bati sem pena. Ela fez um esforço danado pra bombar forte. Às vezes sentia que meu pau pedia descanso, mas minha mente pervertida não deixava. Apertei os dentes e, segurando ela pelo ombro e pelo quadril, bombei querendo rasgar o cu dela com meu pau. Fiz com raiva. Cielo Riveros gritou, não sei se foi de prazer ou de dor. Não memanosaNão importava nada naquele momento, eu estava no meu estado mais selvagem quando finalmente senti minha iminente ejaculação, penetrei o mais fundo que pude, me esvaziando na bunda dela, terminei de gozar, foi uma dilatação de meia hora e descarreguei porra quase água, segurei a força do quadril dela com uma mão e o pescoço com a outra estrangulando ela enquanto me esvaziava de novo na bunda dela, ela gemeu abafada, abrindo os olhos sem olhar pra nada, terminei de gozar e peguei meu pau cheio de baba e coloquei na minha calça, Cielo Riveros, ela se virou e me beijou agradecendo por ajudá-la com a dilatação, andou com dificuldade se afastando da porta, abri ela me certificando de que ninguém passava e quando me virei pra ver ela já estava de quatro, apoiando as mãos nos joelhos e Pao debaixo da saia dela puxando as coxas, tirando com a boca a porra que deixei dentro, pelo prazer de Cielo Riveros, supus que Pao fez um excelente trabalho com a boca, teria gostado de ficar mais tempo, mas o tempo era o inimigo, coloquei um seguro e saí pra fazer minha ronda de vigilância, minha mãe chegou uma hora depois e tudo estava tranquilo, saí saboreando tranquilamente no dia seguinte. Abri ela me certificando de que ninguém passava e quando me virei pra ver ele já estava de quatro, apoiando as mãos nos joelhos e Pao debaixo da saia dela puxando as coxas, tirando com a boca a porra que deixei dentro, pela cara de prazer de Cielo Riveros, supus que Pao fez um excelente trabalho com a boca, teria gostado de ficar mais tempo, mas o tempo era o inimigo, coloquei um seguro e saí pra fazer minha ronda de vigilância, minha mãe chegou uma hora depois e tudo estava tranquilo, saí saboreando tranquilamente no dia seguinte. Abri ela me certificando de que ninguém passava e quando me virei pra ver ele já estava de quatro, apoiando as mãos nos joelhos e Pao debaixo da saia dela puxando as coxas, tirando com a boca a porra que deixei dentro, pela cara de prazer de Cielo Riveros, supus que Pao fez um Excelente trabalho com a boca dela. Queria ter ficado mais tempo, mas o tempo era o inimigo. Coloquei um seguro e saí pra fazer minha rotina de vigilância. Minha mãe chegou uma hora depois e tava tudo tranquilo. No dia seguinte, saí saboreando de boa.RiverosAlvarado olhou perturbado para a entreperna da Cielo Riveros, que mais uma vez deu o show de calcinha infantil. Era uma menina inocente brincando de um jogo proibido. Alvarado imaginou que, dentro da inocência dela, a falta de uma figura paterna ou algo além de perversão a fazia agir assim na frente dele. O show continuou, mas dessa vez eles também se olharam nos olhos, cúmplices do momento. Cielo Riveros abriu as pernas maliciosamente, olhou nos olhos dele e voltou a atenção para a entreperna. Em um dos momentos, Cielo Riveros levantou a saia com a mão e separou as coxas com os dedos, mostrando a entreperna em todo o esplendor para a professora, que suava de tesão. Bateu o sinal e o professor continuou sentado — se levantasse, todo mundo ia notar a ereção. Ele se ajeitou e viu Cielo Riveros se aproximar e abrir o caderno. Tinha um pedaço de papel que ele pegou discretamente.

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