Corrompendo Cielo Riveros e sua irmã 5

Vamos comer agora, não, pai? Sim, mas chega mais perto, a putinha da sua irmã não conseguiu tirar meu leite, ela gozou antes que eu terminasse nela De novo? O olhar dela mudou e ela ficou brava: "Você gozou na cama quando estava perdido?" Não, a putinha da sua irmã ficou tão excitada que não deu tempo e eu tive que meter nos lençóis, você sabe como é, hehehe Céus Riveros, pai! Agora a cama vai ficar fedendo, não sei por que você gosta disso Não se preocupa, minha putinha mais velha, eu pego e lavo, você sabe, eu sempre resolvo E você se lavou? Me limpei bem com lenços umedecidos Quero dizer, pai, tem um banheiro lá em cima— Céus Riveros, irritado, apontou com o braço estendido para o andar de cima— por que você não se lava? Você sabe que eu não gosto do gosto do lenço umedecido!Corrompendo Cielo Riveros e sua irmã 5Sua irmã estava no banho lavando a bunda e possivelmente queria cagar mais, então a deixei sozinha.

Eu estava sentado com o pau duro e Cielo Riveros, ela cruzava os braços na minha frente com cara de raiva, isso me divertia, como ela gostava de colocar regras e que fossem seguidas à risca, mas eu gostava de irritá-la e depois satisfazê-la com uma foda bem dada.

"Vem cá, minha pequena raposa, chega mais perto, não fica brava."

Puxei-a para mim e, abrindo minhas pernas, ela ficou bem perto. Abracei-a segurando suas nádegas e meu pau apontou direto para sua fenda, separados apenas pela saia e calcinha. Aproximei minha boca, ela, sem parar de me olhar séria, deixou-se beijar. Beijei-a suavemente, como um amante faria com a namorada. Senti como, aos poucos, sua boca relaxava, mas ela continuava séria. Minhas mãos se perderam sob sua saia e desci um pouco sua calcinha, o suficiente para meus dedos sentirem seus buracos; cutuquei seu cu sem penetrar, apenas acariciando suavemente, minha outra mão explorava sua fenda, senti como emanava mel, mostrando excitação. Não parei de beijá-la, ela não me abraçou, mas inclinava a cabeça para facilitar meus beijos e a intrusão da língua, e às vezes fechava os olhos e os abria de novo para continuar me encarando.vadiaQualquer um com uma visão ampla, mas critérios bem abertos, que olhasse a cena, notaria que naquele momento havia amor e um profundo enamoramento entre nós dois. Parei de beijá-la e a afastei um pouco enquanto puxava sua calcinha mais para baixo e a movia para o lado, expondo sua fenda. Fechei as pernas dela e me sentei de cavaleiro. Minha rola dura estava apoiada na entrada de sua caverna e a afundei, enterrando-a profundamente em seu ser. Quando fiz isso, Cielo Riveros não pôde evitar abrir a boca e semi-fechar seus olhos azuis, gemendo baixinho. Ainda estava irritada e não queria me mostrar o quanto estava excitada, mas bastaram quatro enfiadas na sua buceta para que ela começasse a gemer mais alto e se agarrasse aos meus ombros, facilitando minhas estocadas e se mexendo.

Ela mesma, como a putinha que era, iniciou a dança pervertida do acasalamento entre um adulto e uma garotinha. Dois dos meus dedos se perderam no seu cu, ela abriu a boca quando sentiu e me olhou com uma cara safada.

— Já viu como assim eu lavo minha rola mais gostosa? Limpo ela com o suco da sua buceta.

Ela sorriu. Eu já a tinha feito sorrir, novamente ganhando, tirando sua coragem enquanto eu... ela...

— E agora, vai me chupar, pequena raposa? Não vai mais ter gosto de lenço umedecido.

Ela sorriu de novo e concordou rapidamente.

Ela desmontou de mim e ficou ao meu lado, se inclinando para chupar. Ela gostava mais assim do que de joelhos, porque nessa posição meus dedos cutucavam livremente seus buracos. E foi o que fiz: dois dos meus dedos profanavam seu cu e sua fenda alternadamente, fazendo-a gemer de prazer.amadorIsso era o que nós dois estávamos fazendo quando a Pao, recém-banhada e vestindo só sua calcinha rosa, nos viu, sorriu pra mim e sentou na nossa frente, juntando as mãos sobre a mesa, apreciando o espetáculo copulante e insalubre que estávamos dando.

Cielo Riveros cansou de me chupar e levantou, montando em mim de novo de frente, enfiei meu pau na sua abertura e ela se mexeu pra todos os lados como a putinha que era, olhando pra Pao que, sorrindo, assistia sem perder nenhum detalhe. Cielo Riveros estava fazendo um trabalho fenomenal no meu pau, meus dedos enfiaram no seu cu de novo, ela sorriu quando fiz isso. Ela sabia que eu era um pervertido que amava o cu de ambos.

— Cielo Riveros, vou enfiar no seu cu e fazer você cagar também, dessa vez vou fazer.

— Acho que não, papai — respondeu Cielo Riveros, ofegante sem parar de se mexer —, já fiz de manhã.

Continuou montando em mim sem tirar os olhos de cima de mim e um sorriso safado surgiu na sua boca, ela se aproximou e sussurrou no meu ouvido:

— Mas pode gozar no meu cu e eu cago seu sêmen na boca da Pao.analEla tinha visto isso num filme pornô que aluguei, senti um calafrio no pau, minha mente voou com a ideia de Cielo Riveros, ela percebeu que eu gostava porque meu pau endurecia mais dentro dela e a penetração ficava mais profunda, isso a fazia gemer de prazer, não esperei mais, tirei e coloquei sobre a mesa, Apoiei os cotovelos na mesa e olhei direto pra Pao que estava atenta a nós; Pao do rosto distorcido de Cielo Riveros, adivinhei que estava metendo no cu dela, enquanto fazia isso estava desabotoando a saia até tirar por cima, porque por baixo meu pau dentro do seu cu impedia, Deixei a calcinha dela só puxei o máximo que pude pro lado pra não atrapalhar; minhas enfiadas eram profundas, era como se quisesse arrancar meu pau da boca do seu cu, Cielo Riveros, gemeu de desejo, estava empolgada com o que eu ia fazer com minha porra, e a ideia me deixava louca, senti o típico formigamento nas bolas, sinal da minha iminente ejaculação, acelerei e gritei quando minha porra saiu no cu da garota, ela tremeu sentindo como enchi seu cu de porra, Não tirei até derramar a última gota dentro; quando tirei foi com cuidado, não queria derramar o líquido vital; Cielo Riveros, quando sentiu meu pau saindo do seu buraco, cobriu com a mão, continuou se inclinando e naquela posição estranha se dirigiu a Pao que não entendia, Se deixoupaudeitar ao lado de sua irmã mais velha, que, assim que a irmã se deitou, ajoelhou-se na altura da cabeça dela, tirou a mão da sua bunda e empurrou. e a ideia me deixava louco, sentia aquele formigamento típico nas minhas bolas, sinal da minha ejaculação iminente, acelerava e rugia quando meu gozo saía na bunda da garota, tremia sentindo como enchia seu cu de porra, não a tirava até derramar a última gota dentro; quando a tirava, fazia com cuidado, não queria derramar o líquido vital; Cielo Riveros, quando sentiu meu pau saindo do seu buraco, cobriu com a mão, continuou se inclinando e, nessa posição estranha, se dirigiu a Pao que não entendeu, se deixou deitar ao lado da sua irmã mais velha, que, assim que a irmã se deitou, ajoelhou-se na altura da cabeça dela, tirou a mão da bunda e empurrou. e a ideia me deixava louco, sentia aquele formigamento típico nas minhas bolas, sinal da minha ejaculação iminente, acelerava e rugia quando meu gozo saía na bunda da garota, tremia sentindo como enchia seu cu de porra, não a tirava até derramar a última gota dentro; quando a tirava, fazia com cuidado, não queria derramar o líquido vital; Cielo Riveros, quando sentiu meu pau saindo do seu buraco, cobriu com a mão, continuou se inclinando e, nessa posição estranha, se dirigiu a Pao que não entendeu, se deixou deitar ao lado da sua irmã mais velha, que, assim que a irmã se deitou, ajoelhou-se na altura da cabeça dela, tirou a mão da bunda e empurrou. Acelerei e gritei quando meu gozo saiu na bunda da garota, tremi sentindo como enchi seu cu de porra, não a tirei até derramar a última gota dentro; quando a tirei, fiz com cuidado, não queria derramar o líquido vital; Cielo Riveros, quando sentiu meu pau saindo do seu buraco, cobriu com a mão, continuou se inclinando e, nessa posição estranha, se dirigiu a Pao que não entendeu, se deixou deitar ao lado da sua irmã mais velha, que, assim que a irmã se deitou, ajoelhou-se na altura da cabeça dela, tirou a mão da sua bunda e Empurrei. Acelerei e gritei quando meu gozo saiu no cu da garota, ela tremeu sentindo como enchi seu cu de porra, não tirei até derramar a última gota dentro; quando tirei, fiz com cuidado, não queria derramar o líquido vital; Cielo Riveros, quando sentiu meu pau saindo do seu buraco, cobriu com a mão, continuou se inclinando e nessa posição estranha se dirigiu a Pao que não entendeu, se deixou deitar ao lado da irmã mais velha, que uma vez que a irmã estava deitada, se ajoelhou na altura da cabeça dela, tirou a mão do seu cu e empurrou.quando sentiu meu pau saindo do seu buraco, cobriu com a mão, continuou se inclinando e nessa posição estranha se dirigiu a Pao que não entendeu, se deixou deitar ao lado da irmã mais velha, que uma vez que a irmã estava deitada, se ajoelhou na altura da cabeça dela, tirou a mão do seu cu e empurrou.quando sentiu meu pau saindo do seu buraco, cobriu com a mão, continuou se inclinando e nessa posição estranha se dirigiu a Pao que não entendeu, se deixou deitar ao lado da irmã mais velha, que uma vez que a irmã estava deitada, se ajoelhou na altura da cabeça dela, tirou a mão do seu cu e empurrou.GostosaNão tive ereção, mas nunca tinha ficado tão excitado vendo a Cielo Riveros, apertando os dentes e os olhos, com a bunda na boca da irmãzinha, que finalmente entendeu o que era e abriu a boca sorrindo, o primeiro jato de porra caiu na língua dela, branca como a porra que era, o segundo saiu um pouco mais escuro, a Paola ainda guardava na boca, Cielo Riveros, sentou na boca da irmã e ordenou que chupasse.

— Chupa, puta, tira minha porra de batata.

Me amaldiçoei, não tinha a câmera por perto e aquele momento ficaria só na minha memória; Cielo Riveros, sentindo que tinha acabado de gozar, levantou e veio na minha direção, se trocando de forma provocante, se aproximou e me beijou, eu estava sentado na cadeira quase desmaiando de tanto esforço, me endireitei um pouco para conseguir beijar à vontade, Cielo Riveros, virou para a irmã e ordenou:

— Puta, engole a porra do papai, você sabe que é muito boa e nutritiva para você, vai, engole.

Paola fechou os olhos e engoliu minha porra e com a língua pegou o que tinha nos lábios comendo também, depois se virou para nos olhar e deu um sorriso banguela, Cielo Riveros, voltou para mim e com cara de abraço me disse:

— Viu, papai, como eu te amo, ele sempre acabava fazendo suas vontades não importa o quão nojentas fossem.

Joguei ela e beijei de novo, Paola, por iniciativa própria, se aproximou de mim e enfiou na boca chupando e tirando o resto da porra e limpando ao mesmo tempo.corridaAcabei de gozar e não vou ter ereção por pelo menos uma ou duas horas. Afastei eles de mim e disse que ia tomar banho e esquentar a comida pra gente comer junto.

Tomei banho e desci com minha mala, onde tinha manchado os lençóis com merda. Também tinha passado perfume na cama pra não ficar cheiro. Os dois estavam me esperando. Cielo Riveros, ela já tinha colocado a saia, a calcinha estava dobrada na mesa de centro da sala. Como estava manchada também, levei pra lavar. Pao ficou de calça. Sentei e comemos.

— Mmmm, essa comida tá uma delícia, parabeniza sua mãe por mim.

— Sim, papai, deixa comigo.

Cielo Riveros sorriu divertida, sabendo que ela nunca faria isso. Na verdade, desde o começo ela sabia que eu não conhecia a mãe dela, mas algo nela dizia pra não falar com a mãe sobre mim. Isso permitiu que acontecesse o que tinha acontecido.

— E me conta como foi na escola, putinha?

— Bom, aprendi bastante.

— Não é disso que tô falando, é do nosso negócio.

— Ah sim, hahaha, muito bem, ela vem amanhã às 3.

— Perfeito. Chego de manhã pra preparar tudo. Você me dá sua chave.

— Sim, pai.

— E brigou?

— Não, nada. Você devia ter visto a cara dela quando viu minha calcinha de renda. Deixei ela tocar e botou de lado, tava quase me enfiando a língua, mas tocou a campainha e ela não pôde.

Cielo Riveros, ela só falava palavrão. Eu tinha ensinado. Gostava que ela falasse com grosseria e expressasse tudo com um xingamento.

— Você teria gostado que ela te lambesse?

— Não sei se ela era muito na hora.

— Putinha.ceuSólo sua filha, papai, só sua filha.
Sorri pra ela.
Ela não tinha pai, eu era a figura paterna na vida dela, uma figura paterna que a pegou e a perverteu cada vez mais, isso me excitou até a morte.
— E como ele é?
— Acho que é maior, maior que o seu, digo que vai doer.
Sorri porque ela tinha razão, eu não era um monstro de pica, só normal, possivelmente ele teria mais que eu e se doesse, seria ainda melhor, que doesse pra ela acreditar numa perversão.
Olhei pra Cielo Riveros, que estava pensando e me disse:
— Papai, acho que vai doer, e... se antes de você ir, você me foder pelo cu? Pra não fechar e não doer tanto amanhã.
— Você acha que eu vou te foder pelo cu?
— Não sei, talvez, mas quero estar preparada.
— Sim, você tem razão, é melhor estar preparada, vou te ajudar.
Uma hora e meia depois estava Cielo Riveros, apoiada na porta, apoiada nas mãos, com sua saia escolar enrolada na cintura e eu atrás dela agarrando sua bunda, gemendo e se contorcendo deliciosamente, estava mascando chiclete e olhando meu relógio pra não perder tempo, Cielo Riveros, ela se contorce de um lado pro outro.
— Papai, mexe de um lado pro outro pra dilatar mais meu cu.YamileFiz obedientemente, não só entrei e saí, mas também mexi para cima e para baixo, de direita a esquerda, em círculo. Foi uma dilatação agradável para nós dois. Pao, sentada de calcinha na sala, nos observava enquanto acariciava sua abertura por cima da calça. Empurrei Cielo Riveros com força, fazendo com que ela colasse o rosto na porta, e bombei forte. Dei várias palmadas nela enquanto puxava seu cabelo, me comportando de forma brusca. Precisava de mais emoção para esvaziar minhas bolas, tinha gozado demais naquele dia e estava com dificuldade para chegar ao orgasmo. Chamei ela de puta, vagabunda. Cuspi na cara dela quando a virei para beijá-la; o pior é que Cielo Riveros sorriu para meus insultos e cuspe, sem mencionar os gemidos altos que soltou quando a bati sem piedade. Fiz um grande esforço para bombear forte, às vezes sentia que meu pau pedia descanso, mas minha mente pervertida não permitia. Apertei os dentes e, segurando-a pelo ombro e pelo quadril, bombei querendo arrombar o cu dela com meu pau. Fiz com fúria. Cielo Riveros gritou, não sei se foi de prazer ou dor.manosaNada importava naquele momento, eu estava no meu estado mais selvagem quando finalmente senti minha ejaculação iminente, penetrei o mais fundo que pude, me esvaziando no seu cu, terminei de gozar, foi uma dilatação de meia hora e descarreguei porra quase aguada, Segurei a força do seu quadril com uma mão e o pescoço com a outra a estrangulando enquanto me esvaziava de novo no seu cu, ela gemeu sufocada, abrindo os olhos sem olhar para nada, terminei de gozar e peguei meu pau cheio de baba e coloquei na minha calça, Cielo Riveros, ela se virou e me beijou agradecendo por ajudá-la com sua dilatação, caminhei com dificuldade me afastando da porta, a abri me certificando de que ninguém passasse e quando me virei para vê-la já estava empinada, apoiando as mãos sobre os joelhos e Pao debaixo da sua saia puxando suas coxas, extraindo com a boca a porra que deixei dentro, diante do prazer de Cielo Riveros, imaginei que Pao fez um excelente trabalho com a boca, eu teria gostado de ficar mais tempo, mas o tempo era o inimigo, coloquei uma camisinha e saí para fazer minha rotina de vigilância, minha mãe chegou uma hora depois e tudo estava tranquilo, saí saboreando tranquilamente no dia seguinte. excelente trabalho com sua boca. Queria ter ficado mais tempo, mas o tempo era o inimigo. Coloquei uma camisinha e saí para fazer minha ronda de vigilância. Minha mãe chegou uma hora depois e tudo estava tranquilo. Saí saboreando calmamente no dia seguinte.RiverosAlvarado olhou perturbada para a virilha de Cielo Riveros, que mais uma vez lhe deu seu espetáculo de calcinhas infantis, era uma menina inocente que estava jogando um jogo proibido, Alvarado imaginou que dentro de sua inocência, a falta de uma figura paterna ou algo que não fosse perversão a fazia agir assim diante dele; o espetáculo continuou, mas desta vez eles também se olharam nos olhos em cumplicidade do momento, Cielo Riveros, os abriu maliciosamente, olhou nos olhos dele e voltou à virilha, até que em um deles, Cielo Riveros, com a mão levantou a saia e separou suas coxas com os dedos mostrando sua virilha em todo esplendor para sua professora, que suava excitada, soou o sinal e o professor permaneceu sentado, se se levantasse todos notariam sua ereção, se ajeitou e viu como Cielo Riveros se aproximou e abriu seu caderno, havia um pedaço de papel que ele discretamente pegou

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