Comi uma aluna de 50 anos no banheiro III

Uma semana depois, eu tava dando aula e a Patrícia começou a discutir com a Sabrina, outra colega. Era uma gordinha de peitão, mais nova e com toda cara de quem daria em cima de um professor só pra aumentar a nota. A Patrícia já tinha me mandado mensagem falando que não gostava dessa aluna, disse que ela falava mal de mim pelas minhas costas. Não sei se era verdade, na real acho que a gordinha tava afim de me ordenhar e a Patrícia ficou com um ciúme do caralho.
- Sua suja, cala a boca.
- Perdão? - respondeu Sabrina.
- Patricia, sai comigo agora - falei com um tom sério, mas compreensivo.
De má vontade saiu da sala e fomos por um corredor. Ela se comportava como uma adolescente rebelde.
- O que você tá fazendo?
- Não aguento ela, odeio ela.
- Você tá numa escola, não pode se comportar desse jeito.
- Mas ela…
- Ela nada, e eu vi como você atacou ela do nada.
Ela ficou em silêncio me encarando.
- Me explica o que tá rolando.
- Não aguento ela, toda hora posta comentários no grupo dizendo que quando você aprovar ela vai te chamar pra chupar sua pica.
Percebi naquele momento que a próxima coisa que eu ia ter que fazer era bloquear a Patrícia de todas as minhas redes. Ela era um perigo.
- Isso não vai acontecer, fica tranquila. Olha.
Mostrei como bloqueava o contato da Sabrina. A Patrícia era uma bomba-relógio. Só tinha uma coisa a fazer antes de sumir daquele curso: comer ela direito. Voltamos pra sala e falei sobre convivência e a importância de manter vínculos saudáveis. Por mensagem, parabenizei ela por resolver a situação e disse que quando a aula terminasse, ia dar um prêmio pra ela. Chegou a hora, saí da sala e me enfiei no banheiro. Ela veio uns minutos depois e mandei ela entrar. Sem hesitar, me beijou e passou a mão na minha pica até ela endurecer. Sentou no vaso, puxou minha pica pela braguilha e começou a chupar igual pirulito, sugando a cabeça, que já tava inchada e vermelha. Aí segurei ela pelos ombros e levantei. Virei ela de costas e puxei a legging pra baixo. Mandei ela se segurar no vaso com as mãos e não resisti em dar uns tapas em cada uma das nádegas daquele rabo gordo e pálido. Ver ela assim curvada, de joelhos na minha frente, deixou minha pica dura e cheia de veia. Enfiei devagar, e depois que passou da entrada, a buceta tava toda molhada. Sentir que tava dominando aquela coroa, que tava comendo ela no banheiro perto da sala onde os colegas estudavam, foi muito excitante e não demorei pra encher a buceta dela de porra. Essa é a vantagem das que passaram da menopausa: você pode encher elas de sêmen e elas ficam felizes. Com certeza naquela noite minha porra ia se misturar com a porra do marido dentro dela, se for verdade que ele come ela toda noite. Ela subiu a legging e saiu. Imagino ela chegando em casa com um fio da minha porra escorrendo pela virilha. São as submissas mais gostosas, essas putas velhas.

 


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