Miranda e o corno: desvirgação da filha trans

Quarta-feira à noite – O jantar
Depois que Carla e Juana subiram pros seus quartos, o clima no salão de jantar mudou completamente. A tensão ficou mais densa, mais íntima e mais carregada de tesão.
Miranda se levantou por um momento, colocou uma música suave e romântica no aparelho de som (uma playlist de boleros lentos e melodias calmas), diminuiu um pouco a intensidade das luzes e voltou pra mesa. O clima ficou mais quente e privado.
—Agora sim… podemos conversar mais sossegados —disse Miranda com um sorriso, sentando-se de novo.
Olhou para a Camilita com ternura e indicou suavemente:
—Camilita, filhinha… vem, senta aqui do lado do Dogoberto. Assim vocês podem se conhecer melhor e trocar uma ideia. Não fica tímida, não.
Camilita ficou vermelha até a raiz do cabelo, mas obedeceu. Levantou do lugar e sentou na cadeira que ficava bem do lado do Dogoberto. A saia plissada branca subiu um pouco quando ela sentou, deixando ver mais das pernas finas e branquinhas dela. O cheiro forte do velho envolveu ela na hora, mas já não causava tanta repulsa como no começo; tinha alguma coisa naquela grosseria que deixava ela nervosa de um jeito novo.
Dogoberto sorriu com seus dentes amarelos e sujos, e disse com voz rouca, mas tentando ser gentil:
—Vem cá, gatinha… senta aqui do lado do vovô. Não mordo, hein. Só quero te conhecer melhor.
Camilita sentou, as mãos nos joelhos, olhando pro chão com timidez. Dogoberto chegou mais perto, o corpo grande e gordo ocupando espaço, o cheiro de suor azedo e roupa suja invadindo o espaço pessoal da mina.
A conversa começou a fluir de forma mais descontraída. Miranda e Eduardo observavam tudo dos seus lugares na mesa, sem se meter muito, só de olho bem pertinho.
Dogoberto se inclinou pra Camilita e falou com um tom mais íntimo e conquistador:
—Me conta de você, neném… qual é seu nome de verdade? Cê gosta desse vestido branco que tá usando? Fica lindo em você… te faz parecer uma bonequinha. Eu nunca jantei com uma mina tão gostosa quanto você.
Camilita ficou ainda mais corada, brincando com a barra da saia.
—Meu nome é Camilita… e sim, eu gosto desse vestido. Minha mãe me ajudou a escolher.
Dogoberto soltou uma risada baixa e rouca, se aproximando mais um pouco.
—Sua mãe é uma santa… mas é você quem brilha hoje à noite. Você tem uma carinha de anjo e uma bunda que… bom, melhor não falar. Sabe que quando te vi no abrigo fiquei te olhando o tempo todo? Você me atrai pra caralho, gatinha. Tô afim de você de verdade.
Camilita baixou o olhar, sorrindo tímida, mas não se afastou. O cheiro forte do Dogoberto a envolvia, mas em vez de nojento, deixava ela nervosa e com o tesão aceso de um jeito que ela não entendia direito.
Miranda e Eduardo observavam em silêncio. Miranda tinha uma mão na coxa do marido, apertando de leve, enquanto os dois viam Dogoberto tentar conquistar a filhinha deles com cantadas sem jeito, mas diretas.
—Você tem um cabelo muito lindo… me dá vontade de passar a mão. E essa boquinha brilhando… parece feita pra sorrir pra um homem como eu. Cê gosta de homem grande, Camilita? Ou prefere os mais novinhos?
Camilita respondia com voz baixinha e infantil, mas cada vez mais à vontade:
—Sei lá… nunca fiquei com ninguém… mas gosto quando você me olha… me deixa nervosa, mas eu gosto.
Dogoberto sorriu, mostrando os dentes sujos, e se aproximou mais um pouco, a barriga quase roçando o braço de Camilita.
—Então deixa eu te olhar mais, gatinha… porque você me atrai de verdade. Você me faz sentir vivo de novo.
Miranda e Eduardo se olharam de soslaio. A tensão na mesa era palpável. Eduardo sentia a gaiola apertando com força, e Miranda já estava com a buceta molhada só de ver a filhinha dela corar e responder timidamente às investidas do velho gordo e sujo.
A noite avançava, a música romântica tocava ao fundo, e Dogoberto continuava tentando conquistar a Camilita com cantadas cada vez mais diretas, enquanto os pais observavam tudo de perto, sabendo que isso era só o começo.






Miranda esperou o momento certo durante o jantar. A conversa fluía de forma descontraída, embora carregada de tensão. Dogoberto continuava jogando uns elogios sutis pra Camilita, e ela ficava cada vez mais corada, baixando o olhar com aquela timidez de menina que era a cara dela.
Miranda se levantou numa boa e olhou pra filha com um sorriso carinhoso.
—Camilita, filhinha… vem comigo na cozinha um pouquinho. Vamos pegar uns copos de vinho e uma garrafa pra nós quatro. Assim a gente continua a noite mais de boa.
Camilita obedeceu na hora, como sempre fazia com a mãe. Levantou da cadeira, alisando a saia plissada branca com as mãos, e seguiu Miranda até a cozinha.
Assim que ficaram sozinhas, com a porta fechada, Miranda se virou para a filha. Segurou-a suavemente pelos ombros e olhou nos olhos dela com ternura e curiosidade.
—Minha neném… me conta a verdade. Como você tá se sentindo com o Dogoberto? Mamãe viu como você ficava vermelha quando ele falava com você… como você sorria baixinho pra ele. Não tenha vergonha de me contar. Sou sua mãe e te amo muito. Quero saber o que você sente de verdade.
Camilita baixou o olhar, torcendo os dedos das mãos nervosamente. As bochechas dela estavam vermelhas e a voz saiu baixinha, quase um sussurro infantil:
—Mami… tô com muita vergonha de falar… mas… sim, eu gosto. Quando ele me elogia… sinto uma coisa estranha por dentro. Dá um calor na barriga e fico nervosa. Gosto do jeito que ele me olha… como se eu fosse gostosa de verdade. Nunca ninguém tinha me olhado assim. Ele é grande, é forte… e mesmo sendo sujo e velho… gosto que ele me dê atenção. Tenho medo de admitir… mas eu gosto do Dogoberto.
Miranda sorriu com carinho, acariciou o cabelo comprido dela e abraçou ela suavemente.
—Ai, minha filhinha… não precisa ter vergonha. Mamãe entende perfeitamente. É normal você gostar dele. Dogoberto é um homem grande, imponente… e mesmo sendo sujo e velho, tem algo que te atrai. Isso não te faz uma menina má. Pelo contrário… te faz corajosa por me contar. Mamãe está feliz que você confia em mim.
Camilita ergueu o olhar, com os olhos brilhando e aliviada.
—Sério, mami? Não te incomoda que eu curta um coroa desse jeito?
Miranda balançou a cabeça e deu um beijo carinhoso na testa dela.
—Não, meu amor. Mamãe não te julga. Se você gosta do Dogoberto… tá tudo bem. Mamãe só quer que você seja feliz e que explore o que sente. Se quiser… essa noite a gente pode deixar ele chegar mais perto de você. Mas tudo no seu ritmo, tá? Mamãe vai estar sempre cuidando de você.
Camilita concordou, ainda corada, mas com um sorrisinho de alívio e empolgação.
—Valeu, mami… te amo pra caralho.
Miranda abraçou ela com força por mais um momento e depois pegou a garrafa de vinho e as taças.
—Vamos, filhinha. Vamos voltar pra mesa. E lembra… se em algum momento quiser parar ou ir pro teu quarto, é só me falar. Mamãe te ama e te protege.
Saíram da cozinha juntas, a Camilita com as bochechas ainda rosadas e o coração batendo forte, sabendo que a noite estava prestes a ficar bem mais intensa.
De volta no refeitório, Dogoberto ergueu o olhar ao vê-las voltar, os olhos dele parando especialmente em Camilita com um brilho de desejo evidente.
O jantar continuava… e o clima ficava cada vez mais pesado.




Miranda e Eduardo observavam tudo com atenção dos seus lugares na mesa. A música romântica continuava tocando ao fundo, criando um clima íntimo e cheio de tensão.
Dogoberto, com a voz rouca e direta, se inclinou um pouco mais pra perto da Camilita. Os olhos pequenos e famintos dele não desgrudavam da carinha corada da menininha.
—Sabe, Camilita… cê me agrada pra caralho —ele disse na lata, com aquele jeito machista e sincero que tinha—. Cê me agrada de verdade. É linda, é tímida, tem uma carinha de anjo e uma bunda que me deixa louco. Nunca pensei que uma menininha igual você fosse sentar do lado de um velho sujo que nem eu. Quer ser minha namorada? Mesmo que seja só por essa noite… ou por mais tempo. Eu vou te tratar bem.
Camilita ficou muda por um instante. O rosto dela ficou todo vermelho, os olhos brilhando e o coração batendo a mil. Ela tava feliz, nervosa, animada e assustada ao mesmo tempo. Não sabia o que dizer. Olhou pra mãe dela com um olhar de súplica, pedindo ajuda.
Miranda sorriu pra ele com carinho e falou numa voz suave, mas clara:
—Faz o que teu coração mandar, filhinha. Mamãe tá aqui pra cuidar de você. Se você gosta do Dogoberto… tá tudo bem. Se quiser ser namorada dele… também tá tudo bem. Mamãe te apoia no que você decidir.
Camilita respirou fundo, olhou pro Dogoberto com timidez e, com voz baixinha e infantil, respondeu:
—Sim… quero ser sua namorada.
Dogoberto sorriu de orelha a orelha, mostrando os dentes amarelos e sujos. O rosto dele se iluminou de felicidade genuína.
— Que gostoso! —exclamou com voz rouca—. Você me faz muito feliz, gatinha.
Miranda e Eduardo também sorriram, embora a tensão no ar fosse palpável. Miranda, com seu tom maternal e carinhoso, completou:
—As namoradinhas boas têm que dar um beijo na boca dos seus namorados, Camilita. Faz parte de ser namorada. Você quer dar um beijo no Dogoberto?
Dogoberto olhou para Miranda com gratidão e depois fixou o olhar em Camilita, com um desejo evidente nos olhos.
Camilita corou ainda mais, mas acenou com a cabeça, tímida. Ela se inclinou pra frente, tremendo um pouco. Dogoberto se aproximou, o rosto grande e sujo chegando perto do dela. Os lábios se encontraram num beijo desajeitado, mas sincero: o primeiro beijo de amor da Camilita. Dogoberto colocou a mão na bochecha dela sem jeito, e o beijo se prolongou por alguns segundos, com a barba áspera roçando a pele macia da menininha.
Quando se separaram, a Camilita tava vermelha que nem um tomate, mas com um sorriso tímido e feliz. O Dogoberto parecia o cara mais feliz do mundo.
Miranda bateu palmas suavemente e disse com carinho:
—Que beijo gostoso, filhinha. Mamãe tá orgulhosa de você.
Eduardo, mesmo nervoso e excitado, também sorriu e levantou o copo.
—Vamos brindar pelo novo casal.
Todos levantaram seus copos. A noite estava só começando, e o clima na mesa ficava cada vez mais íntimo e cheio de possibilidades.
Dogoberto olhou pra Camilita com olhos brilhando e falou baixinho:
—Valeu, gatinha… você me fez muito feliz essa noite.
Camilita baixou o olhar, sorrindo, enquanto Miranda e Eduardo trocavam um olhar cheio de cumplicidade e safadeza, sabendo que isso era só o começo.


Miranda e Eduardo continuavam batendo papo na mesa com Dogoberto e Camilita. A música romântica ainda tocava de fundo, criando um clima íntimo e cheio de tensão. Dogoberto falava do jeito bruto e direto dele, mas dava pra ver que tava curtindo a noite como nunca. Camilita ouvia tudo com timidez, ficando toda corada cada vez que ele falava com ela.
Num instante, quando já passava das onze da noite, Eduardo olhou pro relógio e, com voz calma mas cheia de intenção, falou pro Dogoberto:
—Dogoberto, já é bem tarde. Se quiser, pode dormir aqui em casa hoje. Sem problema. A gente tem espaço de sobra.
Dogoberto ergueu as sobrancelhas, surpreso mas claramente satisfeito. Coçou a barba grisalha e suja e respondeu com a voz rouca:
—Sério? Não quero incomodar… mas sim, eu ficaria. Valeu.
Miranda sorriu com aquela mistura de doçura e domínio que só ela sabia manejar. Olhou pra Camilita e depois pro Dogoberto, e falou num tom maternal, mas cheio de intenção:
—As namoradas boas têm que cuidar dos seus namorados em tudo que eles pedirem. As menininhas têm que ser submissas aos seus machos… isso faz parte de ser uma boa parceira. —Ela deu um olhar cheio de intenção pra Camilita e completou—: Se quiserem, podem dormir no nosso quarto. É mais confortável e espaçoso. A gente se vira em outro canto.
Camilita entendeu perfeitamente o recado. Ficou vermelha até as orelhas, mas não reclamou. Olhou pro Dogoberto com vergonha e, com uma voz baixinha e infantil, falou:
—Dogoberto… se quiser… te acompanho lá em cima no quarto dos meus pais.
Dogoberto sorriu de orelha a orelha, mostrando os dentes amarelos e sujos. Levantou-se pesadamente da cadeira, o corpo grande e gordo se movendo com uma certa falta de jeito.
—Vamos, nenita… —disse com voz rouca e satisfeita—. Me mostra o caminho.
Camilita se levantou também, alisando a saia plissada branca com mãos nervosas. Miranda e Eduardo se olharam em silêncio, com uma mistura de tesão, nervosismo e amor profundo. Sabiam que essa noite sua filhinha ia dar um passo importante.
Enquanto a Camilita e o Dogoberto subiam as escadas, a Miranda sussurrou no ouvido do Eduardo:
—Nossa princesinha já não vai ser virgem por muito mais tempo… Tá pronto pra ver isso?
Eduardo engoliu seco, a gaiola apertando forte, e respondeu baixinho:
—Tô pronto… te amo.
A noite mal tinha começado.




Miranda e Eduardo escaparam silenciosamente pelo corredor superior da casa. O coração dos dois batia forte. Pararam na frente da porta entreaberta do próprio quarto de casal, escondidos na penumbra do corredor, e espiaram para dentro sem fazer barulho.
Dentro do quarto, a luz do abajur estava acesa, criando um clima quente, mas íntimo. A Camilita estava de pé ao lado da cama, ainda vestida com seu vestido branco curto e sandálias rosa, o cabelão caindo sobre os ombros. Ela parecia nervosa, com as mãos entrelaçadas na frente do corpo e as bochechas coradas.
Dogoberto, sentado na beira da cama, olhava pra ela com uma mistura de desejo e doçura dominante. O corpo grande e gordo dele ocupava um baita espaço, a camisa rasgada aberta deixando ver parte do peito peludo e suado. O cheirão dele ainda tava no ar do quarto.
Com a voz rouca, mas surpreendentemente doce e autoritária, Dogoberto disse pra ela:
—Camilita… tua mãe me disse que as namoradas boas devem obedecer o namorado em tudo. É verdade isso, mocinha?
Camilita concordou timidamente, baixando o olhar, a voz baixinha e infantil:
—Sim… minha mãe me ensinou a me comportar direitinho com meu namorado. Ela disse que as mocinhas têm que ser submissas e obedientes.
Dogoberto sorriu satisfeito, mostrando os dentes amarelados. Estendeu uma mão grande e calejada na direção dela.
—Vem pra cama, gatinha… e dá um beijo no teu namorado.
Camilita se aproximou devagar, nervosa mas obediente. Achou que seria um beijo doce e suave como o que tinham trocado no jantar. Inclinou-se pra ele com inocência.
Mas o Dogoberto tinha outros planos.
Assim que Camilita chegou perto o suficiente, ele agarrou a cintura dela com uma mão forte e puxou ela pra perto. O beijo que deu não foi doce. Foi profundo, sujo e tarado. Enfiou a língua grossa e áspera até o fundo da boca dela, saboreando com fome, babando sem controle. A barba áspera roçava o rosto macio dela, e o hálito de tabaco velho e cerveja choca enchia a boca de Camilita.
Camilita soltou um gemidinho abafado de surpresa, mas não se afastou. As mãos dela se apoiaram nos ombros largos e suados de Dogoberto enquanto ele a beijava com paixão dominante, chupando a língua dela, mordendo os lábios inchados e empurrando a saliva grossa dele pra dentro da boca dela.
Pela porta entreaberta, Miranda e Eduardo observavam tudo em silêncio. Eduardo sentia a gaiola apertando com força, o pau tentando endurecer inutilmente. Miranda tinha uma mão na coxa do marido, apertando com tesão enquanto via a filhinha recebendo o primeiro beijo realmente adulto e safado.
Dogoberto continuou beijando ela com intensidade, uma mão descendo pelas costas de Camilita até apertar a bunda dela por cima do vestido branco. O beijo ficou mais molhado, mais babado, mais safado. Camilita gemia baixinho contra a boca dele, respondendo aos poucos, embora ainda com timidez.
Quando finalmente se separaram, um fio grosso de saliva ligava os lábios deles. Dogoberto olhou nos olhos dela com desejo cru e disse com voz rouca:
—É assim que se beija um namorado de verdade, mocinha… gostou?
Camilita, com os lábios inchados e brilhantes, assentiu timidamente, com a respiração ofegante.
—Sim… gostei… —sussurrou.
Miranda e Eduardo, escondidos no corredor, se olharam com os olhos cheios de tesão e safadeza. A noite estava só começando.


Miranda e Eduardo continuavam escondidos na penumbra do corredor, a porta entreaberta o suficiente pra ver e ouvir tudo sem serem descobertos. Seus corações batiam forte, uma mistura de nervosismo, tesão e amor doentio os mantinha colados na moldura da porta.
Dentro do quarto, Camilita e Dogoberto continuavam se beijando. O beijo tinha ficado longo, profundo e cada vez mais babado. Dogoberto beijava com fome bruta, enfiando a língua grossa e áspera até o fundo da boca de Camilita, chupando os lábios inchados dela e babando sem controle. Camilita, mesmo nervosa, respondia aos poucos, com as mãos apoiadas nos ombros largos e suados do velho, gemendo baixinho contra a boca dele enquanto sentia o gosto forte de tabaco velho e hálito rançoso.
Depois de vários minutos de beijos intensos, Dogoberto se afastou um pouco, respirando pesado. Olhou pra Camilita com os olhos brilhando de desejo e falou com voz rouca e dominadora:
—Nenita… me ajuda a tirar a roupa. Quero que você me veja inteira.
Camilita engoliu saliva, uma mistura de vergonha, nojo e tesão percorrendo o corpo dela. Ela acenou timidamente e começou a tirar a roupa dele com mãos trêmulas.
Primeiro, ele desabotoou a camisa rasgada e suja dela. Quando tirou, o cheiro de suor rançoso acumulado por dias ficou mais forte. O peito peludo e flácido do Dogoberto ficou exposto, com manchas de sujeira e suor seco.
Depois, a Camilita se ajoelhou pra tirar os sapatos velhos e gastos dele. Quando tirou, um cheirão forte de pé sujo, de queijo velho e mofo tomou conta do quarto. As meias que ele tava usando eram escuras, furadas em vários lugares e ensopadas de suor. Quando ela puxou as meias pra baixo, o fedor de pé sujo ficou quase insuportável, enchendo o cômodo com um cheiro azedo e penetrante.
Camilita franziu o nariz por um instante, o nojo evidente no rosto, mas não parou. Continuou tirando a calça rasgada, deixando Dogoberto completamente pelado. A piroca grossa e cheia de veias já tava meia dura, pendurada pesada entre as pernas gordas dele.
Dogoberto, agora pelado, olhou pra Camilita com um sorriso torto e começou a tirar a roupa dela devagar, com as mãos calejadas e desajeitadas, mas cheias de tesão.
—Que corpinho mais gostoso você tem, mocinha… —murmurou enquanto abaixava o zíper do vestido branco—. Tão macio… tão fininho… tão branquinho… parece uma bonequinha de porcelana. Adoro sua pele… parece que o sol nunca te tocou.
Tirou o vestido dela devagar, deixando ela só de fio dental branco rendado, meia arrastão e cinta-liga. Passou os dedos sujos nos peitinhos pequenos dela, beliscando os biquinhos rosados com uma delicadeza inesperada.
—Olha esses peitinhos que tão saindo em você… que lindos e macios. Você é uma menininha perfeita… branquinha, delicada, com essa bundinha redonda que me deixa louco.
Camilita tremia, uma mistura de vergonha e tesão percorria ela enquanto Dogoberto tirava toda a roupa dela. Quando ele puxou a fio dental pra baixo, a bunda redonda e branquinha dela ficou toda exposta. Dogoberto acariciou com reverência, apertando de leve.
—Que rabão gostoso você tem, Camilita… tão branquinho, tão macio… me dá vontade de chupar ele todinho.
Pela porta entreaberta, Miranda e Eduardo observavam tudo sem perder um detalhe. Eduardo sentia a gaiola apertando dolorosamente, a pica tentando endurecer sem sucesso. Miranda tinha uma mão na coxa do marido, apertando com força, a buceta molhada de tesão ao ver como a filhinha deles era despida e elogiada pelo velho sujo e gordo.
Dogoberto olhou para a Camilita toda pelada e falou com a voz rouca, mas cheia de tesão:
—Vem cá, neném… deita na cama com o vovô. Quero sentir esse corpinho branquinho encostado no meu.
Camilita, nervosa mas obediente, se deitou na cama de casal. Dogoberto subiu ao lado dela, o corpo grande e suado cobrindo ela parcialmente.
A noite estava só começando.




Miranda e Eduardo continuavam escondidos na penumbra do corredor, a porta entreaberta só alguns centímetros, o suficiente pra ver e ouvir tudo sem serem descobertos. A respiração deles era curta e ofegante, o coração batendo forte.
Dentro do quarto de casal, Camilita e Dogoberto continuavam se beijando. O beijo tinha ficado mais longo, mais molhado e mais intenso. Dogoberto beijava com fome dominante, enfiando a língua grossa e áspera até o fundo da boca de Camilita, babando ela sem controle. Camilita respondia com timidez, mas com uma paixão crescente, as mãos apoiadas nos ombros largos e suados do velho.
Depois de vários minutos de beijos babados, Dogoberto se afastou um pouco, respirando pesado. Olhou nos olhos da Camilita com uma mistura de desejo e ternura bruta e falou com voz rouca, mas firme:
—Nenita… já tá na hora de eu te desvirginar esse cuzinho. Quero ser o primeiro a entrar aí… quero que você seja minha de verdade.
Camilita corou intensamente, os olhos grandes e nervosos. Ela assentiu timidamente, com a voz baixinha e infantil:
—Tá bom… mas tô com medo… é minha primeira vez.
Dogoberto acariciou a bochecha dela com a mão calejada e suja, tentando ser suave.
—Não se preocupa, minha princesinha… o vovô vai com calma. Sei que é sua primeira vez. Vou cuidar de você.
Deitou ela de bruços na cama de casal, com um travesseiro embaixo do quadril pra levantar a bunda dela. A Camilita tremia, o coração batendo forte. O Dogoberto cuspiu na mão, mas em vez de lubrificante normal, cuspiu um escarro grosso e esverdeado (mistura de catarro com saliva rançosa) e passou direto no cu virgem e rosado da Camilita.
—Relaxa, filhinha… —murmurou enquanto esfregava a cusparada verde e viscosa na entrada dela—. Isso vai ajudar a entrar.
Camilita soltou um gemidinho de nojo e nervoso quando sentiu o calor pegajoso da cusparada.
Dogoberto se posicionou atrás dela, o corpo gordo e suado cobrindo ela parcialmente. Encostou a ponta da piroca suja, fedorenta e cheia de restos de esmegma branco-amarelado no cu lubrificado com a própria saliva dela. Empurrou bem devagar, com firmeza mas controlando a força.
A cabeça da piroca entrou com dificuldade. A Camilita soltou um grito abafado de dor:
— Ai… tá doendo… tá doendo muito, Dogoberto…!
Dogoberto ficou parado um instante, respirando pesado, mas não recuou. A voz dele saiu firme, mas com um tom quase doce:
—Shhh… eu sei, neném… dói no começo. É normal. Mas você precisa relaxar. O vovô vai devagar… vai ver que depois fica gostoso. Você é minha namorada agora… tem que ser corajosa.
Ele continuou empurrando bem devagar, centímetro por centímetro, abrindo o cu virgem da Camilita. A pica suja e fedida entrava aos poucos, deixando um rastro de esmegma e saliva. Camilita gemia e choramingava baixinho, as lágrimas escorrendo pelas bochechas, mas não pedia pra parar.
—Dói… é muito grande… você tá me partindo… — ela gemia com a voz trêmula.
Dogoberto continuava avançando com paciência, suando pra caralho, o cheiro forte dele tomando conta do quarto.
—Calma, minha princesinha… já já termina… você é uma garota corajosa… sua buceta é bem apertadinha… mas o vovô vai entrar tudo… você vai ser minha de verdade…
Pela porta entreaberta, Miranda e Eduardo observavam tudo em silêncio, sem perder um detalhe. Eduardo sentia a gaiola apertando dolorosamente, a pica tentando endurecer sem sucesso. Miranda tinha a mão na coxa do marido, apertando com força, a buceta molhada de tesão ao ver sua filhinha sendo desvirginada no cu pelo velho sujo e gordo.
Dogoberto continuava penetrando ela devagar, firme na decisão, murmurando palavras de incentivo enquanto o cu da Camilita se abria em volta da pica fedida e cheia de esmegma dele.
A noite avançava, e a desvirginada da Camilita estava a todo vapor.
Miranda e o corno: desvirgação da filha trans




Dogoberto continuou empurrando com uma paciência inesperada para um homem tão bruto e sujo. Centímetro por centímetro, sua piroca grossa, cheia de veias e fedida, foi abrindo caminho no cu virgem e apertado da Camilita. O velho suava pra caralho, a barriga gorda encostada nas costas delicadas da menininha, o cheiro forte e rançoso envolvendo ela por completo.
Camilita gemia e choramingava baixinho, as lágrimas escorrendo pelas bochechas coradas, as mãos apertando os lençóis com força.
—Dói… dói muito… é grande demais… —sussurrava com voz trêmula e infantil.
Dogoberto parou por um momento quando já tinha mais da metade pra dentro, respirando pesado contra a nuca dela. Beijou o ombro dela com uma ternura desajeitada e falou com voz rouca, mas surpreendentemente suave e calma:
—Shhh… calma, minha princesinha… já já tá acabando. Você é muito corajosa… muito apertadinha… mas o vovô vai entrar tudo. Já é minha mulher… minha princesinha… e eu sou seu macho agora. Ninguém vai te tratar melhor que eu. Vou cuidar de você… vou te querer… cê vai ver como depois a dor passa e só fica gostoso… muito gostoso.
Ele continuou empurrando devagar, com firmeza mas sem violência. Aos poucos, o resto da piroca comprida e grossa dele desapareceu dentro do cu da Camilita. Quando as bolas sujas e pesadas dele roçaram na bunda branquinha dela, Dogoberto soltou um grunhido baixo de satisfação.
—Aí está… já está tudo dentro, meu amor… agora você é minha de verdade.
Camilita soltou um soluço misturado de dor e alívio. A ardência era intensa, ela sentia o cu completamente esticado e cheio, como se estivesse sendo partida. Mas Dogoberto não se mexia. Ficou parado dentro dela, acariciando as costas dela com as mãos calejadas e sujas, beijando a nuca e o pescoço dela com beijos desajeitados, mas carinhosos.
—Respira, neninha… respira devagarzinho… —sussurrava no ouvido dela com voz rouca e doce—. Já passou o pior. Agora você é minha mulherzinha… minha Camilita linda. Vou te tratar bem… vou te fazer sentir mulher de verdade. Te quero, minha neninha… mesmo sendo um velho sujo como eu, te quero. Você vai ver como depois vai gostar… como vai pedir mais…
Pouco a pouco, a dor aguda foi diminuindo. O cu da Camilita foi se acostumando com a grossura invasora, virando uma sensação de plenitude ardente, mas cada vez mais tolerável. Camilita respirava ofegante, ainda com lágrimas nos olhos, mas o corpo dela começou a relaxar um pouco.
Dogoberto percebeu e começou a se mover bem devagar, quase com carinho, tirando só um pouco e voltando a entrar com suavidade.
—Tá vendo, meu amor? Já dói menos… sua buceta é muito boa… bem apertadinha… mas tá aprendendo a receber o macho dela. Te amo, Camilita… você é minha neném gostosa… minha mulherzinha…
Camilita gemeu baixinho, uma mistura de dor residual e um prazer estranho e novo começando a aparecer.
Pela porta entreaberta, Miranda e Eduardo observavam tudo em silêncio. Eduardo tinha a mão sobre a gaiola, apertando-a sem poder fazer mais nada. Miranda apertava a coxa do marido com força, a buceta molhada de tesão e excitação.
Miranda sussurrou no ouvido de Eduardo, quase sem voz:
—Olha como ele cuida dela… como ele fala com ela… nossa menininha já não é mais virgem… Dogoberto tá fazendo dela uma mulher.
Eduardo só conseguiu concordar, a garganta seca, completamente hipnotizado pela cena.
Dogoberto continuava se movendo bem devagar dentro da Camilita, beijando a nuca dela e sussurrando umas palavras de amor sem graça mas sinceras, enquanto a dor da neném ia diminuindo aos poucos, dando lugar a uma sensação nova e profunda.
A noite continuava avançando.




Dogoberto continuava dentro da Camilita, enterrado até o talo no cu virgem dela. O velho sujo e gordo ficou parado por mais um instante, respirando pesado contra a nuca da menininha, dando tempo pro corpo dela se acostumar.
Pouco a pouco, a dor aguda que a Camilita sentia começou a diminuir. O ardor intenso foi se transformando numa sensação de plenitude quente e profunda, estranha mas cada vez mais tolerável… e aí, surpreendentemente, em algo que começava a ser gostoso.
Camilita soltou um gemido baixinho, diferente dessa vez. Já não era só de dor. Tinha um tom de prazer misturado.
Dogoberto percebeu. Começou a se mover bem devagar: tirando só uns centímetros e voltando a entrar com suavidade, um "vai-e-vem" lento e cuidadoso, pra não machucar ela.
—Assim… isso mesmo, minha princesinha… —sussurrou com voz rouca, mas cheia de carinho dominador—. Já passou o pior… olha como sua buceta tá se acostumando com a pica do seu macho… já não dói tanto, né? Agora você é minha mina… minha mulherzinha… minha Camilita gostosa.
Camilita gemeu mais baixinho, empurrando a bunda só um pouquinho pra trás, instintivamente. O prazer já tava começando a tomar conta.
Dogoberto continuou naquele ritmo lento e profundo, sussurrando no ouvido dela frases sem jeito, mas sinceras de amor.
—Te amo, minha princesinha… você é tão apertadinha… tão macia… tão branquinha… me faz sentir jovem de novo. Agora você é minha… minha gatinha… minha namorada… ninguém vai te tratar melhor do que eu. Vou cuidar de você… vou te amar… e vou te foder gostoso todas as vezes que você quiser…
A Camilita já não choramingava mais. Os gemidos dela ficavam mais longos e gostosos, o corpo começando a relaxar e a se mexer no ritmo das investidas suaves do Dogoberto.
—Tá sentindo… melhor… —sussurrou com voz trêmula e infantil—. Já não dói tanto… tá sentindo… cheio… estranho… mas gostoso…
Dogoberto sorriu contra o pescoço dela e acelerou só um pouquinho o ritmo, sempre com cuidado, mantendo as estocadas lentas e profundas.
—Claro que é gostoso, meu amor… porque agora você é uma menininha completa… minha menininha… minha mulherzinha. Sua bunda foi feita pra receber pau… e eu vou ser quem vai te ensinar como é gostoso. Te amo, Camilita… mesmo sendo um velho sujo como eu… te amo por se entregar assim.
Pela porta entreaberta, Miranda e Eduardo observavam tudo sem perder um detalhe. Eduardo tinha a mão sobre a gaiola, apertando com força, a respiração ofegante. Miranda apertava a coxa do marido, a buceta molhada de tesão e emoção ao ver como a filhinha começava a gozar com a penetração.
Miranda sussurrou no ouvido de Eduardo, quase sem voz:
—Olha… ela já tá começando a gostar… nossa princesinha tá virando mulher… te amo por deixar isso acontecer.
Dogoberto continuava se movendo devagar e fundo dentro da Camilita, sussurrando palavras de amor e posse pra ela, enquanto o prazer da novinha crescia aos poucos, substituindo a dor do começo.
A noite continuava avançando, e a desvirginação da Camilita estava se transformando em algo muito mais intenso e profundo.




Dogoberto sentiu que o cu da Camilita começava a relaxar em volta do pau dele. A dor inicial tava passando, e o corpo da menininha começava a responder de outro jeito.
Sem dizer mais nada, o velho gordo e sujo decidiu que era a hora. Agarrou as cinturinhas finas da Camilita com as mãos calejadas e começou a meter com mais força. As enfiadas ficaram mais rápidas, mais fundas e mais brutais. A barriga suada dele batia na bunda branquinha dela a cada estocada.
Camilita soltou um grito agudo, mistura de dor e prazer:
— Aaaahhh… tá doendo… tá doendo pra caralho… mas… mas também dá um tesão…! Não para… mas dói…!
Dogoberto grunhiu como um animal e acelerou ainda mais, fodendo ela com estocadas fortes e selvagens, o som molhado e seco de carne contra carne enchendo o quarto.
— Assim, neninha vagabunda! — rugiu com voz rouca e dominante —. Toma toda a pica do teu macho! Agora você é minha namorada… minha neninha putinha! De hoje em diante vou te comer todo santo dia… todos os malditos dias vou vir arrebentar esse seu cuzinho apertado… você vai ser minha putinha pessoal… minha neninha submissa…
Camilita gritava e gemia sem controle, as lágrimas escorrendo pelas bochechas enquanto o corpo dela era sacudido pelas investidas brutais. A dor ainda tava ali, ardente e profunda, mas o prazer crescia a cada golpe, se misturando de um jeito doentio e delicioso.
— Tá doendo… mas eu gosto…! Mais forte… por favor…! — gemeu com a voz trêmula, empurrando a bunda pra trás instintivamente.
Dogoberto agora a empurrava sem piedade, suando pra caralho, o cheiro rançoso dele tomando conta de tudo. Agarrou o cabelo comprido dela com uma mão e puxou pra trás, arqueando ela enquanto continuava metendo com força.
— É minha, Camilita! Minha namorada putinha! De hoje em diante essa bunda é minha… vou encher ela todo dia… você vai aprender a pedir pica como uma menininha boazinha…!
Pela porta entreaberta, Miranda e Eduardo observavam tudo sem perder um detalhe. Eduardo tremia, a gaiola apertando ele dolorosamente. Miranda tinha a mão entre as pernas, se tocando devagar enquanto via a filhinha dela sendo fodida com brutalidade.
Camilita continuava gritando e gemendo, a dor e o prazer se misturando cada vez mais, seu corpo magrinho e branquinho sendo usado sem piedade pelo velho gordo e sujo.
Dogoberto continuava metendo forte nela, rosnando palavras possessivas e sujas:
— Toma, neném… toma toda a pica do teu namorado… de hoje em diante tu é minha… minha pra foder quando eu quiser… minha putinha…!
O quarto se enchia de gritos, gemidos e o som brutal da penetração.
A noite estava longe de acabar.




Miranda e Eduardo continuavam escondidos na penumbra do corredor, observando tudo com o coração na boca.
De repente, os gritos da Camilita —uma mistura de dor e prazer— ficaram mais altos e agudos. Dogoberto tava metendo com mais força, grunhindo que nem um bicho enquanto chamava ela de "putinha" e "minha namorada".
Esses gritos acordaram a Carla e a Juana.
As duas irmãs mais velhas saíram dos quartos quase ao mesmo tempo, com cara de sono e preocupação. Carla (14 anos) tava de pijama curto, Juana (12 anos) um mais infantil com desenhos. Elas se aproximaram do corredor, esfregando os olhos.
—Mami… o que foi? —perguntou Carla, confusa—. Tô ouvindo gritos do quarto de vocês… parece que a Camilita tá chorando ou gritando… tá tudo bem?
Juana, mais assustada, acrescentou:
—Parece que tá sentindo dor... por que a Camilita tá gritando tanto? E quem é aquele cara que tá com ela?
Miranda e Eduardo se afastaram rapidinho da porta entreaberta. Eduardo foi o primeiro a reagir, tentando manter a calma, mas por dentro tava nervoso pra caralho.
—Fiquem tranquilas, meninas… —disse com um sorriso forçado, mas convincente—. Não é nada demais. A Camilita tá… testando um jogo novo com o Dogoberto. Às vezes os jogos de adulto fazem barulho, mas não tá acontecendo nada de ruim. É só… um jogo meio barulhento.
Carla franziu a testa, ainda preocupada.
—Um jogo? Por que ela grita como se estivesse com dor? E por que ela está no quarto dela com aquele senhor?
Miranda interveio rapidamente, aproximando-se das filhas com seu sorriso materno mais tranquilizador:
—Filhinhas... Dogoberto é um amigo especial do abrigo. A Camilita tá... aprendendo umas coisas novas com ele. Às vezes, quando a brincadeira é pesada, ela grita, mas é de tesão, não de dor de verdade. Não se preocupem, mamãe e papai tão cuidando de tudo.
A Juana insistiu, inocente mas curiosa:
—Mas por que parece que ela tá sofrendo? E por que a casa toda tá com um cheiro estranho agora?
Eduardo improvisou outra desculpa, tentando soar o mais natural possível:
—É que o Dogoberto veio do abrigo e ainda tá com cheiro de trampo pesado… e a Camilita tá testando uma massagem nova ou algo assim. Vocês já sabem como são essas brincadeiras de adulto… às vezes soam estranhas. Mas tá tudo bem, de verdade.
Carla cruzou os braços, ainda desconfiada.
—E por que a gente não pode entrar pra ver?
Miranda assumiu o controle com uma voz firme, mas doce, usando aquele tom de "mamãe que sabe o que faz":
—Porque não é hora de meninas boas estarem acordadas a essa hora. Já é muito tarde. O que rola no quarto da mamãe e do papai é coisa de adulto. Vocês vão pros seus quartos agora mesmo, se enfiem na cama e durmam. Amanhã vocês têm escola. Entenderam?
As duas garotas reclamaram mais um pouco, mas o tom autoritário da Miranda e o olhar sério do Eduardo convenceram elas. A Carla suspirou e pegou a Juana pela mão.
—Tá bom… mas amanhã você conta pra gente o que tava rolando, hein?
—Claro, minhas filhas —respondeu Miranda com um sorriso tranquilizador—. Amanhã eu explico pra vocês. Agora, hora de dormir.
Carla e Juana voltaram pros seus quartos, ainda resmungando entre si, mas obedeceram e fecharam as portas.
Miranda e Eduardo ficaram sozinhos no corredor de novo. Se olharam em silêncio, o alívio misturado com a excitação de terem escapado do desastre por pouco.
Miranda se aproximou de Eduardo e sussurrou no ouvido dele:
—Chegamos perto… mas salvamos a situação. Agora… vamos voltar a olhar. Nossa menininha tá sendo comida de verdade pelo primeiro macho dela.
Ambos voltaram para a porta entreaberta, bem a tempo de ver Dogoberto continuando a meter forte em Camilita, enquanto ela gemia entre dor e prazer crescente.
A noite seguia seu rumo, mais perigosa e tarada do que nunca.




Miranda e Eduardo ficaram parados no corredor, respirando ofegantes depois de quase serem pegos. Lá dentro do quarto, a foda tinha sido pesada e intensa. Dogoberto tinha gozado dentro do cu da Camilita com um grunhido rouco, enchendo ela de porra grossa e quente. Camilita, exausta e tremendo, tinha desabado na cama.
Agora, uns minutos depois, os dois dormiam profundamente abraçados na cama de casal. Dogoberto, pelado e suado, tinha a barriga grande colada nas costas de Camilita, envolvendo ela com um braço possessivo. Camilita, também pelada, dormia com a cabeça apoiada no peito peludo e suado do velho, o cabelão espalhado pelo travesseiro. O quarto tava tomado por um cheiro forte e nojento: pé sujo com cheiro de queijo velho, sovaco suado e rançoso do Dogoberto, e o cheiro pesado de sexo a noite toda — porra, suor, lubrificante e fluidos tudo misturado.
A porta tinha ficado entreaberta, do jeito que Miranda e Eduardo tinham deixado.


Na manhã seguinte, Carla e Juana acordaram cedo pra ir pra escola. Desceram as escadas ainda com sono, de uniforme e com as mochilas prontas. Quando passaram pelo corredor do andar de cima, a porta do quarto do casal entreaberta chamou a atenção delas.
As duas irmãs se aproximaram com curiosidade e espiaram pra dentro.
Lá estavam eles: Camilita e Dogoberto dormindo abraçados na cama dos pais. Camilita pelada, com o corpinho magrinho e branquinho colado no corpo gordo e sujo do velho. Dogoberto roncava suavemente, a barriga subindo e descendo, um braço envolvendo Camilita de forma possessiva.
Carla e Juana ficaram paralisadas por um segundo. Carla foi a primeira a falar, com voz baixa mas surpresa:
—O quê…? Por que a Camilita tá dormindo com aquele cara? E por que tão pelados?
Juana, a menorzinha, franziu o nariz e sussurrou:
—Além disso, cheira muito mal… tipo pé sujo e suor… o que aconteceu aqui?
As duas garotas entraram um pouco mais no quarto, confusas e inocentes.
Naquele momento, Miranda e Eduardo, que já estavam acordados e descendo as escadas, ouviram as vozes e subiram rapidamente. Miranda chegou primeiro, com um sorriso forçado mas calmo, tentando disfarçar o pânico.
—Meninas… o que vocês estão fazendo aqui? —disse com voz suave, se colocando entre elas e a cama—. Não deviam entrar sem permissão no quarto da mamãe e do papai.
Carla apontou para a cama, ainda surpresa:
—Mami… por que a Camilita tá dormindo com aquele cara? E por que eles tão assim… abraçados e pelados?
Juana acrescentou, com cara de nojo:
—E o cheiro é horrível… tipo queijo velho e suor… o que vocês fizeram ontem à noite?
Miranda respirou fundo e começou a inventar desculpas rapidinho, mantendo um tom calmo e de mãezona:
—Ai, minhas filhas… não é o que parece. Ontem à noite o Dogoberto passou mal depois do jantar… deu um baita enjoo nele e não dava pra voltar pro abrigo tão tarde. Então a gente falou pra ele ficar pra dormir. A Camilita se ofereceu pra cuidar dele porque ela é muito boazinha e carinhosa. Eles ficaram conversando até tarde e acabaram dormindo assim… abraçadinhos. Às vezes os adultos dormem enquanto conversam. A roupa… com certeza tiraram porque tava muito calor ontem à noite. Não rolou nada de mais, juro.
Carla franziu a testa, ainda desconfiada.
—E por que a Camilita tá pelada? E por que o quarto inteiro tem um cheiro tão ruim?
Eduardo interveio, tentando ajudar:
—Dogoberto veio do abrigo e ainda tá com cheiro de trampo pesado… não deu tempo de tomar banho. E a Camilita… bom, às vezes quando a gente dorme falando, fica confortável. Não é nada estranho, minas. São coisas de adulto.
Juana insistiu, inocente mas curiosa:
—Mas por que a Camilita tá abraçada nele como se fosse o namorado dela? E por que ela gritou tanto ontem à noite?
Miranda se abaixou um pouco pra ficar na altura das filhas e falou com uma voz suave e calma, tentando amenizar tudo pra não quebrar a inocência delas:
—Filhinhas… ontem à noite, a Camilita e o Dogoberto começaram a se entender muito bem. O Dogoberto é um senhor muito sozinho e a Camilita é muito carinhosa. Eles viraram amigos… e, bom, às vezes os amigos adultos se abraçam quando dormem. Os gritos eram porque… o Dogoberto tava contando histórias da vida dele e a Camilita ficava toda emocionada. Nada de mais, juro. São coisas que as crianças ainda não entendem direito.
Carla e Juana se olharam, ainda confusas, mas o tom calmo e carinhoso da mãe delas acalmou um pouco as duas.
Miranda deu um beijo na testa de cada uma e disse com firmeza maternal:
—Agora sim, meninas boas… é hora de ir pra escola. Não façam o ônibus esperar. Mamãe e papai cuidam de tudo aqui. Vão escovar os dentes e desçam pra tomar café rápido.
As duas irmãs, ainda com algumas dúvidas, obedeceram e desceram as escadas resmungando entre si.
Quando ficaram sozinhos no corredor, a Miranda olhou pro Eduardo com alívio e um sorriso nervoso.
—Chegamos perto… —sussurrou—. Temos que ser mais cuidadosos na próxima vez.
Eduardo assentiu, ainda com a gaiola apertando ele.
—Foi arriscado demais… mas também foi… muito quente.
Dentro do quarto, a Camilita e o Dogoberto continuavam dormindo abraçados, alheios a tudo.
A manhã seguia, mas o segredo da família tinha ficado muito maior e mais perigoso.




A casa ficou em silêncio quando Carla e Juana foram pra escola e Eduardo saiu pro trabalho. Miranda fechou a porta da frente e subiu as escadas com passo decidido, mas cheio de carinho.
Ela entrou no quarto de casal. O quarto ainda cheirava forte a sexo da noite anterior: suor rançoso, gozo seco e o cheiro corporal intenso do Dogoberto. A Camilita e o Dogoberto ainda dormiam abraçados, pelados na cama bagunçada. O Dogoberto roncava baixinho com a barriga gorda subindo e descendo, um braço possessivo enrolando a Camilita. A menininha dormia com a cabeça apoiada no peito peludo e suado do velho, o corpinho magrinho e branquinho contrastando com o dele.
Miranda se aproximou da cama e acariciou suavemente o cabelo comprido da filha dela.
—Camilita… filhinha… acorda, meu amor —sussurrou com voz suave mas firme—. Já é hora.
Camilita abriu os olhos devagar, piscando com sono. Ao ver a mãe, sorriu tímida e se espreguiçou um pouco, ainda colada no corpo do Dogoberto.
—Mami… bom dia…
Miranda sorriu com ternura pra ele e falou baixinho, pra não acordar o Dogoberto ainda:
—Bom dia, minha princesinha. Agora que o Dogoberto é seu homem… seu namorado… você precisa aprender a cuidar dele como uma namorada direita. As putinhas fazem café da manhã pros seus machos de manhã, depois de terem sido comidas a noite inteira. É um jeito de agradecer e mostrar que são submissas e carinhosas.
A Camilita ficou vermelha, mas concordou com aquela atitude de menininha obediente que ela tinha.
—O que eu tenho que fazer, mamãe?


Miranda ajudou ela a se levantar com cuidado, sem acordar o Dogoberto, e a levou pro banheiro enquanto explicava:
—Primeiro você vai tomar um banho rápido, mas não se perfuma demais… machos escrotos como o Dogoberto gostam que suas garotinhas cheirem um pouco da noite anterior. Depois você vai se vestir sexy mas confortável pra casa: fio dental, uma camisola curta e meia. Nada de roupa normal de homem. As namoradas boas estão sempre gostosas e prontas pro seu macho.
Enquanto a Camilita tomava banho, a Miranda continuava dando instruções de fora:
—Quando terminar, vai preparar o café da manhã pro seu namorado: café com porra, torrada com buceta, suco… o que ele gostar. Leva pra cama dele com um sorriso e fala “bom dia, meu macho… trouxe o café porque ontem você me comeu gostoso”. Menininhas boas agradecem assim.
Camilita saiu do banho enrolada numa toalha, ainda corada. Miranda ajudou ela a se vestir: colocou nela uma fio dental branca de renda, uma camisolinha curta e transparente preta que mal cobria a bunda dela, e umas meias de rede até a coxa. Penteou o cabelão dela com ondas suaves e passou um gloss rosado nos lábios.

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