Abril (37 anos) e Paola (32) são um casal lésbico, apoiam tudo relacionado a esse movimento, ficam felizes ao ver um casal de lésbicas em público, só têm mulheres adicionadas em suas redes sociais, e postam stories onde ambas aparecem um pouco provocantes, tudo com a intenção de incentivar outras mulheres a experimentar com o mesmo sexo.
Adotaram a Mariana quando ela tinha 10 anos, atualmente ela tem 17. Deram a ela a melhor vida que puderam dentro de suas possibilidades. Paola é professora do ensino médio e Abril é personal trainer.
Psicóloga: Contem pra mim, qual é o sonho de vocês?
Paola: Meu sonho é que um dia eu pegue uma sala cheia só de garotas, assim se tiverem alguma dúvida sobre sexualidade (a matéria que eu ensino) eu posso orientar todas a experimentarem entre elas, uma vez que você prova uma mulher nunca mais consegue largar, se não acredita é só olhar pra mim e pra minha esposa.
Abril: Meu sonho é parecido, eu queria ter uma academia onde só fossem admitidas mulheres, teríamos as janelas cobertas e ar condicionado, e assim elas poderiam treinar todas peladas, poderiam se apoiar como sempre fazem e eu poderia treiná-las pelada também. Até a recepcionista estaria, seria libertador.
Psicóloga: Okay, entendi. Então Paola, seu sonho é ver garotas do ensino médio se beijando, e você Abril sonha em estar numa sala rodeada de mulheres peladas e suadas.
Paola: Olha, se você fala assim parece errado, eu só quero o melhor pras minhas garotas.
Psicóloga: SUAS garotas?
Paola: Digo, minhas alunas, só que tenho um carinho por elas.
Psicóloga: Bom Abril, você me diz que quer que todas estejam peladas pra treinar mais tranquilas.
Abril: Isso mesmo, o corpo é lindo e não deveria ser ofuscado ou sexualizado só porque tem homens por perto.
Psicóloga: E você me disse que às vezes vai fazer treinos personalizados na casa das suas clientes, né Abril?
Abril: Isso mesmo, essa é outra opção que eu tenho caso elas não possam ir à academia ou não se sintam confortáveis indo.
Psicóloga: E nesses treinos privados vocês fazem peladas já que estão sozinhas?
Abril: Isso, ambas temos a liberdade de ficar peladas, e isso ajuda a fazer melhor os exercícios e a instruí-la.
Psicóloga: Alguns desses exercícios são com contato físico?
Abril: Quase todos são.
Psicóloga: Ou seja, você está pelada e suada roçando sua pele com outras mulheres “treinando-as” Paola: ela está falando algo da minha esposa?! Ela é a melhor treinadora que existe, e ela sabe qual é o melhor método para treinar as mulheres como deve ser psicóloga: (essa tonta não percebe que a esposa trai ela com as clientas?) okay, melhor continuar. Vocês acham que esse seja o motivo pelo qual querem que sua filha seja lésbica?? Paola: não me ocorre nenhum motivo para ela ser hétero, claramente será mais feliz com uma mulher ao lado psicóloga: e se ela quiser um marido e ter filhos no futuro? Abril: pode adotar, e acredite, ela não precisa de um homem psicóloga: não lhes parece exagerado e radical? Paola: não é que você é lésbica? psicóloga: não sou lésbica, nunca disse que era Paola: a garota da recepção nos disse que se certificaria de que pegássemos uma psicóloga lésbica se deixássemos ela tirar uma foto dos nossos peitos Psicóloga: aqui não tem recepcionista, e sou a única psicóloga Abril: bom, parece que ela já foi embora com nossa foto de topless Paola: não importa, contanto que ela possa aproveitá-las e reconsiderar sua sexualidade Psicóloga: bom, já cheguei a um veredito, ambas são umas ninfomaníacas, que não se importam em induzir nem insistir com as garotas só para realizar suas fantasias sexuais. Paola: como se atreve a nos dizer isso? Só queremos o melhor para as garotas agora que estamos a tempo Psicóloga: a tempo de pervertê-las Abril: ei, calma, você nunca se sentiu atraída por outra garota? Como uma amiga, uma colega, uma professora, ou a melhor amiga da sua mãe Psicóloga: um caso bem específico que você me diz. Mas não, não aconteceu nada assim comigo Paola: pois que triste, muito obrigada doutora, mas já decidimos o que vamos fazer, vamos embora e não voltaremos a fazer sessões com você Psicóloga: muito bem, que tudo lhes vá bem e espero que esteja tudo bem com sua esposa viciada em sexo Paola: pois é, porque ambas somos mulheres e o sexo é incrível! Psicóloga: *sussurrando* e com todas as suas amantes... Já chegando na escola onde Mariana estuda
Paola: não acredito que nossa filha goste de um menino
Abril: calma, amor, tudo isso pode mudar logo, só precisamos ser boas mães e orientá-la
Paola: amor, olha, o grupo de amigas dela, a de cabelo comprido
Abril ficou hipnotizada pelos peitos, a cintura e de imaginar a bunda que aquela garota devia ter só de vê-la de frente
Abril: *sussurrando* quero transar com ela
Paola: mandou o que, amor?
Abril: nada, linda, quem é ela?
Paola: é a Mônica, é amiga recente da nossa filha, a Marianinha me contou
Abril: (vê Mônica se virar) que bunda gostosa
Paola: amor... no que você tá pensando?
Abril: ah não, eu não, eu não quis...
Paola: a mesma coisa que eu? Que a gente devia juntar ela com nossa filha?
Abril: sim, claro amor, era isso
Abril já estava imaginando a Mônica pelada; numa cama de hotel com pétalas, levantando a bunda e fazendo aquela convite com a mão pra entrar na cama com ela
Abril agia como se tivesse encontrado a mulher ideal (embora isso aconteça com todas as mulheres com quem ela transa)
Mariana: Oi, mães, agora vocês chegaram cedo, deixem eu me despedir das minhas amigas.
Paola: Querida, por que você não convida sua amiga Mônica pra comer aqui em casa? É a única do seu grupinho que ainda não conhecemos direito.
Mariana: Sim, claro, posso perguntar se ela quer e se pode.
Abril: Sim, e diz pra ela que se ela quiser, eu posso levar ela pra casa à noite.
Mariana volta com a amiga, que aceitou ir comer.
Mônica: Muito obrigada por me convidarem, a Mimi me disse que vocês queriam me conhecer melhor.
Paola: Mimi? Ah, Marianita, que apelido fofo você deu pra ela, muito bonito, quase como se fossem namoradas hahaha.
Mariana já suspeitava, com esse comentário, qual era a intenção das suas mães.
Mariana: É só um apelido entre amigas, mãe.
Paola: Mas esse me pareceu fofo, filha, é um bom apelido que você daria pra uma namorada, não é, Mônica?
Mônica: Na verdade, é, soa um pouco assim mesmo hahaha.
Paola: Mas sem dúvida você deu com carinho. Conta pra gente, Mônica, o que você gosta?
Mônica: Se você se refere a hobbies ou atividades, eu gosto muito de natação.
Paola: Uau, natação, que interessante. Já imagino você e todas as suas colegas com o corpo molhado e com aquelas roupas de banho justinhas.
Mônica: Sim, são meio justas, é desconfortável na hora de colocar, mas ajudam a deslizar mais fácil na água.
Abril: Talvez a solução fosse nadar pelada.
Mônica: Talvez eu precisasse que alguém nadasse pelada comigo pra não ter vergonha.
Mônica olhava pra Abril pelo retrovisor enquanto dizia isso.
Paola pensou que ela estava dando uma indireta pra Mariana e que estava flertando com ela.
Paola: Ah, pois se vocês quiserem nadar peladas, em casa tem piscina, aproveitando que tá calor.
Mariana: Mãe, mas eu já tenho tantos biquínis bonitos pra ficar nadando pelada.
Paola: Sim, linda, mas se sua convidada quer nadar assim, você não pode deixar ela fazendo isso sozinha. Já sei, que tal se depois de comer todas entrarmos para nadar peladas para sua amiga se sentir mais à vontade?
Mónica: Não se preocupe, imagino que vocês por serem família estariam de boa, mas eu sou uma desconhecida, *começa a fazer contato visual com Abril pelo retrovisor* vocês não teriam problema comigo ficando pelada com vocês?
Abril apertava mais o volante e mordia o lábio, segurando a excitação que aquilo gerava nela.
Paola: Nada, linda, somos todas mulheres. Se alguém vai ver meu corpo pelado, que seja outra mulher.
Chegaram na casa depois de passarem para comprar algo para comer.
Mónica: Uau, que casa linda vocês têm. O salário de professora e treinadora é bom pelo que vejo.
Paola: É que somos muito boas e dedicadas no que fazemos.
Mónica olhou para o quadro que estava na sala.
Mónica: Uau, são realmente vocês duas peladas nesse quadro?
Paola: Sim, foi um lindo retrato. Tivemos que posar assim por pelo menos 3 horas.
Mónica: E vocês não têm problema com os convidados chegarem e as verem assim?
Abril: Quase não temos convidados, além disso quase sempre convidamos mulheres.
Mónica: Bom, vocês têm um corpo muito definido, as duas. Eu também exibiria se tivesse um corpo assim.
Paola: É porque minha esposa é personal trainer, a Mariana também tem o corpo em boa forma, quando quiser minha esposa poderia te treinar.
Mónica: Sim, eu gostaria de receber um treinamento dela.
Quando ouvi isso, Abril não pôde evitar de se imaginar pelada em cima da Mónica fazendo aqueles "treinos" que ela faz com suas outras clientes.
Adotaram a Mariana quando ela tinha 10 anos, atualmente ela tem 17. Deram a ela a melhor vida que puderam dentro de suas possibilidades. Paola é professora do ensino médio e Abril é personal trainer. Psicóloga: Contem pra mim, qual é o sonho de vocês?
Paola: Meu sonho é que um dia eu pegue uma sala cheia só de garotas, assim se tiverem alguma dúvida sobre sexualidade (a matéria que eu ensino) eu posso orientar todas a experimentarem entre elas, uma vez que você prova uma mulher nunca mais consegue largar, se não acredita é só olhar pra mim e pra minha esposa.
Abril: Meu sonho é parecido, eu queria ter uma academia onde só fossem admitidas mulheres, teríamos as janelas cobertas e ar condicionado, e assim elas poderiam treinar todas peladas, poderiam se apoiar como sempre fazem e eu poderia treiná-las pelada também. Até a recepcionista estaria, seria libertador.
Psicóloga: Okay, entendi. Então Paola, seu sonho é ver garotas do ensino médio se beijando, e você Abril sonha em estar numa sala rodeada de mulheres peladas e suadas.
Paola: Olha, se você fala assim parece errado, eu só quero o melhor pras minhas garotas.
Psicóloga: SUAS garotas?
Paola: Digo, minhas alunas, só que tenho um carinho por elas.
Psicóloga: Bom Abril, você me diz que quer que todas estejam peladas pra treinar mais tranquilas.
Abril: Isso mesmo, o corpo é lindo e não deveria ser ofuscado ou sexualizado só porque tem homens por perto.
Psicóloga: E você me disse que às vezes vai fazer treinos personalizados na casa das suas clientes, né Abril?
Abril: Isso mesmo, essa é outra opção que eu tenho caso elas não possam ir à academia ou não se sintam confortáveis indo.
Psicóloga: E nesses treinos privados vocês fazem peladas já que estão sozinhas?
Abril: Isso, ambas temos a liberdade de ficar peladas, e isso ajuda a fazer melhor os exercícios e a instruí-la.
Psicóloga: Alguns desses exercícios são com contato físico?
Abril: Quase todos são.
Psicóloga: Ou seja, você está pelada e suada roçando sua pele com outras mulheres “treinando-as” Paola: ela está falando algo da minha esposa?! Ela é a melhor treinadora que existe, e ela sabe qual é o melhor método para treinar as mulheres como deve ser psicóloga: (essa tonta não percebe que a esposa trai ela com as clientas?) okay, melhor continuar. Vocês acham que esse seja o motivo pelo qual querem que sua filha seja lésbica?? Paola: não me ocorre nenhum motivo para ela ser hétero, claramente será mais feliz com uma mulher ao lado psicóloga: e se ela quiser um marido e ter filhos no futuro? Abril: pode adotar, e acredite, ela não precisa de um homem psicóloga: não lhes parece exagerado e radical? Paola: não é que você é lésbica? psicóloga: não sou lésbica, nunca disse que era Paola: a garota da recepção nos disse que se certificaria de que pegássemos uma psicóloga lésbica se deixássemos ela tirar uma foto dos nossos peitos Psicóloga: aqui não tem recepcionista, e sou a única psicóloga Abril: bom, parece que ela já foi embora com nossa foto de topless Paola: não importa, contanto que ela possa aproveitá-las e reconsiderar sua sexualidade Psicóloga: bom, já cheguei a um veredito, ambas são umas ninfomaníacas, que não se importam em induzir nem insistir com as garotas só para realizar suas fantasias sexuais. Paola: como se atreve a nos dizer isso? Só queremos o melhor para as garotas agora que estamos a tempo Psicóloga: a tempo de pervertê-las Abril: ei, calma, você nunca se sentiu atraída por outra garota? Como uma amiga, uma colega, uma professora, ou a melhor amiga da sua mãe Psicóloga: um caso bem específico que você me diz. Mas não, não aconteceu nada assim comigo Paola: pois que triste, muito obrigada doutora, mas já decidimos o que vamos fazer, vamos embora e não voltaremos a fazer sessões com você Psicóloga: muito bem, que tudo lhes vá bem e espero que esteja tudo bem com sua esposa viciada em sexo Paola: pois é, porque ambas somos mulheres e o sexo é incrível! Psicóloga: *sussurrando* e com todas as suas amantes... Já chegando na escola onde Mariana estuda
Paola: não acredito que nossa filha goste de um menino
Abril: calma, amor, tudo isso pode mudar logo, só precisamos ser boas mães e orientá-la
Paola: amor, olha, o grupo de amigas dela, a de cabelo comprido
Abril ficou hipnotizada pelos peitos, a cintura e de imaginar a bunda que aquela garota devia ter só de vê-la de frente
Abril: *sussurrando* quero transar com ela
Paola: mandou o que, amor?
Abril: nada, linda, quem é ela?
Paola: é a Mônica, é amiga recente da nossa filha, a Marianinha me contou
Abril: (vê Mônica se virar) que bunda gostosa
Paola: amor... no que você tá pensando?
Abril: ah não, eu não, eu não quis...
Paola: a mesma coisa que eu? Que a gente devia juntar ela com nossa filha?
Abril: sim, claro amor, era isso
Abril já estava imaginando a Mônica pelada; numa cama de hotel com pétalas, levantando a bunda e fazendo aquela convite com a mão pra entrar na cama com ela
Abril agia como se tivesse encontrado a mulher ideal (embora isso aconteça com todas as mulheres com quem ela transa)
Mariana: Oi, mães, agora vocês chegaram cedo, deixem eu me despedir das minhas amigas. Paola: Querida, por que você não convida sua amiga Mônica pra comer aqui em casa? É a única do seu grupinho que ainda não conhecemos direito.
Mariana: Sim, claro, posso perguntar se ela quer e se pode.
Abril: Sim, e diz pra ela que se ela quiser, eu posso levar ela pra casa à noite.
Mariana volta com a amiga, que aceitou ir comer.
Mônica: Muito obrigada por me convidarem, a Mimi me disse que vocês queriam me conhecer melhor.
Paola: Mimi? Ah, Marianita, que apelido fofo você deu pra ela, muito bonito, quase como se fossem namoradas hahaha.
Mariana já suspeitava, com esse comentário, qual era a intenção das suas mães.
Mariana: É só um apelido entre amigas, mãe.
Paola: Mas esse me pareceu fofo, filha, é um bom apelido que você daria pra uma namorada, não é, Mônica?
Mônica: Na verdade, é, soa um pouco assim mesmo hahaha.
Paola: Mas sem dúvida você deu com carinho. Conta pra gente, Mônica, o que você gosta?
Mônica: Se você se refere a hobbies ou atividades, eu gosto muito de natação.
Paola: Uau, natação, que interessante. Já imagino você e todas as suas colegas com o corpo molhado e com aquelas roupas de banho justinhas.
Mônica: Sim, são meio justas, é desconfortável na hora de colocar, mas ajudam a deslizar mais fácil na água.
Abril: Talvez a solução fosse nadar pelada.
Mônica: Talvez eu precisasse que alguém nadasse pelada comigo pra não ter vergonha.
Mônica olhava pra Abril pelo retrovisor enquanto dizia isso.
Paola pensou que ela estava dando uma indireta pra Mariana e que estava flertando com ela.
Paola: Ah, pois se vocês quiserem nadar peladas, em casa tem piscina, aproveitando que tá calor.
Mariana: Mãe, mas eu já tenho tantos biquínis bonitos pra ficar nadando pelada.
Paola: Sim, linda, mas se sua convidada quer nadar assim, você não pode deixar ela fazendo isso sozinha. Já sei, que tal se depois de comer todas entrarmos para nadar peladas para sua amiga se sentir mais à vontade? Mónica: Não se preocupe, imagino que vocês por serem família estariam de boa, mas eu sou uma desconhecida, *começa a fazer contato visual com Abril pelo retrovisor* vocês não teriam problema comigo ficando pelada com vocês?
Abril apertava mais o volante e mordia o lábio, segurando a excitação que aquilo gerava nela.
Paola: Nada, linda, somos todas mulheres. Se alguém vai ver meu corpo pelado, que seja outra mulher.
Chegaram na casa depois de passarem para comprar algo para comer.
Mónica: Uau, que casa linda vocês têm. O salário de professora e treinadora é bom pelo que vejo.
Paola: É que somos muito boas e dedicadas no que fazemos.
Mónica olhou para o quadro que estava na sala.
Mónica: Uau, são realmente vocês duas peladas nesse quadro?
Paola: Sim, foi um lindo retrato. Tivemos que posar assim por pelo menos 3 horas.
Mónica: E vocês não têm problema com os convidados chegarem e as verem assim?
Abril: Quase não temos convidados, além disso quase sempre convidamos mulheres.
Mónica: Bom, vocês têm um corpo muito definido, as duas. Eu também exibiria se tivesse um corpo assim.
Paola: É porque minha esposa é personal trainer, a Mariana também tem o corpo em boa forma, quando quiser minha esposa poderia te treinar. Mónica: Sim, eu gostaria de receber um treinamento dela.
Quando ouvi isso, Abril não pôde evitar de se imaginar pelada em cima da Mónica fazendo aqueles "treinos" que ela faz com suas outras clientes.
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