Trabalhava naquele povoado de merda como se fosse minha sentença. Toda noite terminava no único bar, bebendo cerveja local, esperando o tempo passar. Foi lá que conheci Carlos, um cara bem misterioso. "Ei, você! Por que tá bebendo sozinho?", ele gritou da mesa dele. Já tava umas doses além da conta e a gente começou a beber junto, falando sobre a vida.
Ele me convidou pra mais cervejas e, entre goles, me contou do trampo dele na roça, dos dias longe de casa. "Tenho uma mulher em casa, mas preciso de alguém pra cuidar dela quando não tô por aqui", ele disse com um sorriso safado. Achei que era só bebedeira até ele me convidar pra continuar bebendo na casa dele.
A porta se abriu e ela apareceu: Elsa, com uma minissaia não tão curta, mas que deixava ver a bunda bem desenhada e um top pequeno. Os peitos dela pareciam que iam escapar do decote e as pernas compridas me fizeram engolir seco. "Amor, te apresento meu novo amigo", disse Carlos, passando o braço na minha cintura. "Que tal a gente dar uma recepção bem gostosa pra ele?
No meio da bebedeira, Carlos chegou perto e sussurrou no meu ouvido: "Quando eu for embora pra gostosa, deixo ela pra você. Come ela como ela merece". Eu ri, achando que era loucura do álcool, mas os olhos dele estavam sérios. Elsa sorriu, como se soubesse exatamente o que ele estava dizendo.
Passaram-se dias. Voltei pra minha rotina de merda, quase esquecendo o incidente. Até que meu celular tocou. Era o Carlos. "Vou viajar por duas semanas. Você prometeu cuidar da minha mulher", ele disse antes de desligar. Fiquei paralisado. Ele tava falando sério? Naquela mesma noite, mandei uma mensagem: "Vem pra minha casa, ela tá te esperando."
Com o coração na boca, caminhei até a casa dela. Cada passo era uma briga entre minha razão e meu desejo. E se fosse uma pegadinha? E se o Carlos aparecesse do nada? Cheguei e bati na porta com as mãos tremendo.
A porta se abriu, e lá estava ela, com um baby doll transparente que não escondia nada. "Sabia que você viria", disse com um sorriso safado. "O Carlos me falou que meu novo brinquedo tava a caminho." As palavras dela fizeram o sangue subir direto pro meu pau.
Ela me puxou pra dentro e trancou a porta. "Ele mandou eu te agradar", sussurrou enquanto as mãos dela desabotoavam minha calça. "Quer conferir?" Não consegui falar. Só balancei a cabeça enquanto a boca dela encontrava a minha, uma língua experiente que sabia exatamente como despertar cada pedaço de mim.
Ele se ajoelhou e liberou meu pau já duro. "Mmm, que delícia", murmurou antes de envolvê-lo com os lábios. A cabeça dela se movia num ritmo de expert, a língua brincando na ponta enquanto as mãos massageavam minhas bolas. Tive que me segurar na parede pra não cair.
Levantei ela e levei pro quarto. Joguei ela na cama e rasguei o baby doll dela. O corpo dela era perfeito: peitos pequenos mas muito gostosos, uma barriga lisa e umas pernas que se abriram me convidando pra entrar. Ajoelhei entre elas e comecei a devorar ela, minha língua explorando cada dobra enquanto os gemidos dela enchiam o quarto.
"Sim, assim! Não para!", ela gritava enquanto as mãos dela apertavam minha cabeça contra a buceta dela. Senti como ela tremia com o primeiro orgasmo, mas eu não tinha intenção de parar por ali. Levantei e meti de uma vez, sentindo como a buceta dela se abria pra me receber. Era incrivelmente quente e apertada, como se tivesse esperando por isso há semanas.

Comi ela em todas as posições imagináveis. Virei ela e peguei por trás, vendo a bunda dela tremer a cada metida. A cama batia na parede num ritmo selvagem que se misturava com nossos gemidos e o som da nossa pele molhada se chocando. Os peitos dela balançavam a cada movimento e eu agarrei eles, usando como âncora pra penetrar ela ainda mais fundo.
Mais, mais forte", ela implorava entre gemidos. "Me dá toda sua porra!". Com um último movimento profundo, gozei dentro dela, sentindo a buceta se contrair ao redor do meu pau enquanto ela tinha outro orgasmo. Mas não acabou por aí. Por horas, a gente transou sem parar.

O Carlos falou pra eu te dar tudo que você precisar", ela confessou enquanto cavalgava em cima de mim, os peitos quicando na minha cara. "Ele disse que uma mulher como eu precisa de uma boa pica várias vezes por dia". As palavras dela me excitavam tanto quanto o corpo dela.

Quando finalmente fui embora, ao amanhecer, tava exausto, mas puta que pariu, satisfeito. A Elsa me deu um beijo na porta, já vestida mas com o cabelo bagunçado e o rosto vermelho das nossas atividades. "Volta amanhã", sussurrou no meu ouvido. "O Carlos não vai estar aqui por mais quinze dias". Sorri, sabendo que tinha acabado de descobrir minha nova rotina nessa vila de merda.
Ele me convidou pra mais cervejas e, entre goles, me contou do trampo dele na roça, dos dias longe de casa. "Tenho uma mulher em casa, mas preciso de alguém pra cuidar dela quando não tô por aqui", ele disse com um sorriso safado. Achei que era só bebedeira até ele me convidar pra continuar bebendo na casa dele.
A porta se abriu e ela apareceu: Elsa, com uma minissaia não tão curta, mas que deixava ver a bunda bem desenhada e um top pequeno. Os peitos dela pareciam que iam escapar do decote e as pernas compridas me fizeram engolir seco. "Amor, te apresento meu novo amigo", disse Carlos, passando o braço na minha cintura. "Que tal a gente dar uma recepção bem gostosa pra ele?
No meio da bebedeira, Carlos chegou perto e sussurrou no meu ouvido: "Quando eu for embora pra gostosa, deixo ela pra você. Come ela como ela merece". Eu ri, achando que era loucura do álcool, mas os olhos dele estavam sérios. Elsa sorriu, como se soubesse exatamente o que ele estava dizendo.
Passaram-se dias. Voltei pra minha rotina de merda, quase esquecendo o incidente. Até que meu celular tocou. Era o Carlos. "Vou viajar por duas semanas. Você prometeu cuidar da minha mulher", ele disse antes de desligar. Fiquei paralisado. Ele tava falando sério? Naquela mesma noite, mandei uma mensagem: "Vem pra minha casa, ela tá te esperando."Com o coração na boca, caminhei até a casa dela. Cada passo era uma briga entre minha razão e meu desejo. E se fosse uma pegadinha? E se o Carlos aparecesse do nada? Cheguei e bati na porta com as mãos tremendo.
A porta se abriu, e lá estava ela, com um baby doll transparente que não escondia nada. "Sabia que você viria", disse com um sorriso safado. "O Carlos me falou que meu novo brinquedo tava a caminho." As palavras dela fizeram o sangue subir direto pro meu pau.
Ela me puxou pra dentro e trancou a porta. "Ele mandou eu te agradar", sussurrou enquanto as mãos dela desabotoavam minha calça. "Quer conferir?" Não consegui falar. Só balancei a cabeça enquanto a boca dela encontrava a minha, uma língua experiente que sabia exatamente como despertar cada pedaço de mim.
Ele se ajoelhou e liberou meu pau já duro. "Mmm, que delícia", murmurou antes de envolvê-lo com os lábios. A cabeça dela se movia num ritmo de expert, a língua brincando na ponta enquanto as mãos massageavam minhas bolas. Tive que me segurar na parede pra não cair.
Levantei ela e levei pro quarto. Joguei ela na cama e rasguei o baby doll dela. O corpo dela era perfeito: peitos pequenos mas muito gostosos, uma barriga lisa e umas pernas que se abriram me convidando pra entrar. Ajoelhei entre elas e comecei a devorar ela, minha língua explorando cada dobra enquanto os gemidos dela enchiam o quarto."Sim, assim! Não para!", ela gritava enquanto as mãos dela apertavam minha cabeça contra a buceta dela. Senti como ela tremia com o primeiro orgasmo, mas eu não tinha intenção de parar por ali. Levantei e meti de uma vez, sentindo como a buceta dela se abria pra me receber. Era incrivelmente quente e apertada, como se tivesse esperando por isso há semanas.


Comi ela em todas as posições imagináveis. Virei ela e peguei por trás, vendo a bunda dela tremer a cada metida. A cama batia na parede num ritmo selvagem que se misturava com nossos gemidos e o som da nossa pele molhada se chocando. Os peitos dela balançavam a cada movimento e eu agarrei eles, usando como âncora pra penetrar ela ainda mais fundo.
Mais, mais forte", ela implorava entre gemidos. "Me dá toda sua porra!". Com um último movimento profundo, gozei dentro dela, sentindo a buceta se contrair ao redor do meu pau enquanto ela tinha outro orgasmo. Mas não acabou por aí. Por horas, a gente transou sem parar.

O Carlos falou pra eu te dar tudo que você precisar", ela confessou enquanto cavalgava em cima de mim, os peitos quicando na minha cara. "Ele disse que uma mulher como eu precisa de uma boa pica várias vezes por dia". As palavras dela me excitavam tanto quanto o corpo dela.

Quando finalmente fui embora, ao amanhecer, tava exausto, mas puta que pariu, satisfeito. A Elsa me deu um beijo na porta, já vestida mas com o cabelo bagunçado e o rosto vermelho das nossas atividades. "Volta amanhã", sussurrou no meu ouvido. "O Carlos não vai estar aqui por mais quinze dias". Sorri, sabendo que tinha acabado de descobrir minha nova rotina nessa vila de merda.
0 comentários - Meu início como amante da esposa do mineiro!