A manhã começou agitada. Ainda estava me acostumando. Aceitar que aquela era minha nova vida. Que agora eu era uma Sissy. Embora o termo ainda não tivesse sido explicado para mim, isso viria depois. Quando acordei, senti uma delícia. Alguém estava me dando beijos na minha bundinha. Então abri bem os olhos. A excitação fez o sono sumir de repente. Olhei para baixo e encontrei a Isa dando beijinhos doces na minha bundinha. Ela deu três beijos seguidos e depois outro doce e lento na cabeça do pau. Outro nas bolas.
- Bom dia, putinha — cumprimentou a mamãe.
Olhei para a minha direita e lá estava ela. Vestia uma camiseta vermelha e uma calça jeans comprida. Pelo relógio que ela usava no pulso (era digital), pude ver que eram nove horas da manhã.
Eu estava com muita vontade de fazer xixi, por causa do dia anterior. A mamãe me deixou ir ao banheiro e fazer xixi como a menininha que eu era. Enquanto eu fazia xixi (dessa vez ela me deixou esvaziar a bexiga toda), Isa explicou em que consistia o plano:
- Vai se preparando, gostosa. Vamos te comprar uns "acessórios" — ele piscou o olho.
Dito isso, tomei café da manhã com duas bananas e um copo de porra e depois, saímos para o pátio principal onde, completamente pelada, subi na parte de trás com a Isa. Deitei e apoiei meu rosto no colo dela. Ela acariciou meu cabelo, enquanto ria debochada. Minha piroquinha estava completamente empinada e pingando porra. Eu não tinha gozado desde o dia anterior e sentia minha bundinha dura e com vontade de ação. Queria me tocar e tive que fazer um esforço sobre-humano para não fazer. Sabia que haveria castigo.
Não foi fácil subir no carro totalmente pelada. No começo, fiquei imóvel, mas os olhares foram suficientes e eu entrei. Não sabia para onde iam me levar. Mas suponho que não iam dar um escândalo público, né?
Depois de um tempinho de carro, a mamãe estacionou e mandou a gente esperar no carro. Isa ficou o tempo todo acariciando minha bundinha.
- Que bunda minúscula e fofa você tem, amor. Que pena que não sirva para satisfazer mulheres. Mas ainda bem que encontramos sua ocupação perfeita.
Dito isso, ela riu e eu lembrei que agora minha orientação sexual tinha mudado. Minhas pernas tremeram. Eu não queria dar pra um homem. Esperava não chegar a esse ponto.
Pouco depois, a gostosa chegou. Não sei o que ela comprou. A sacola era branca, então não deu pra ver de onde era. Ela ligou o carro de novo e voltamos pra estrada.
Ele parou novamente depois de alguns minutos e desapareceu de novo. Voltou com outra sacola branca, sem eu saber o que tinha dentro. Pelas risadas da Isa e da mamãe, imaginei que era algo para usar mais tarde comigo.
E finalmente me tiraram do carro. Isso aconteceu quando, vários minutos depois, chegamos a um prédio que reconheci como a empresa de roupas femininas da minha mãe e do meu pai. Como era domingo, os funcionários estavam de folga, então íamos ficar sozinhos lá.
Eu saí do carro. Isa pegou na minha mão. A entrada do escritório era simples. Uma porta de vidro. A Mami levantou a persiana que a escondia, abriu a porta, desativou o alarme com o celular e fechou depois que a Isa e eu passamos. Lá dentro estava a loja, uma grande sala retangular, não sei quantos metros quadrados. Era enorme. Embora eu não soubesse detalhar o quão grande. Talvez metade do tamanho de uma quadra de basquete. Sim, mais ou menos isso seria.
Tinha muita roupa pendurada em cabides e dobrada em prateleiras e mesas. Mami e Isa me levaram para os provadores, que ficavam no fundo. Lá, entramos no maior. Mamãe não fechou a porta. Não era necessário. Estávamos sozinhas ali. Então, mami me mostrou as duas sacolas que havia comprado. Isa e ela riram em uníssono. Meu corpo tremia. De uma das sacolas, mamãe tirou uma coleira para cachorros e um perfume feminino canino. Da outra, Isa tirou um cinto de castidade rosa, uma chupeta em forma de pênis, uma mamadeira em forma de pênis negro (que devia ter pelo menos quinze centímetros), além de um consolo negro.
- Hora de brincar, gostosa — disse a mamãe.
- Vamos ter que escolher a roupinha pra ela — completou Isa.
- É verdade — confirmou a mamãe.
Eu estava pasma. Iam usar todos aqueles brinquedos... comigo? Engoli em seco. Saímos para a loja. Lá, mamãe e Isa escolheram calcinhas da Barbie, Hello Kitty e Minnie Mouse. Todas infantis e da Disney. As da Barbie eram rosas, as da Hello Kitty eram brancas e as da Minnie eram vermelhas. Também pegaram brincos de clip da Hello Kitty e Minnie Mouse. Depois, pegaram uma peruca loira, batom rosa e também uma saia de colegial vermelha, um top da Disney que não cobria o umbigo. Era da Minnie também, e depois escolheram um pijama feminino que era uma short azul com corações e uma camiseta da Hello Kitty.
- A roupa perfeita para uma neném como você, amor — mamãe me disse.
As duas riram e voltamos para o vestiário.
- Tô de saco cheio dessa sua ereção feiosa — disse mamãe fazendo cara de nojo.
Isa imitou ela.
- Eu também. Isso é só pros homens. Só eles têm direito de meter e gozar.
- É mesmo — minha mãe ri.
Com o cinturão de castidade na mão, a gostosa se aproximou de mim. Eu dei dois passos para trás. Isa agarrou meus braços para que eu não pudesse me mexer.
- Dá um tchauzinho pra sua coisinha — a Isa me disse —. Acho que a gente nunca vai soltar ela.
- Você nunca mais vai ter um orgasmo — mamãe prometeu —. Exceto talvez um arruinado.
Eu estava muito excitado, então colocar o cinto agora ia ser complicado. Mas parece que mamãe e Isa já tinham pensado nisso e tiraram, de uma das bolsas, um pouco de gelo. Elas passaram um cubinho no meu pau e a ereção baixou rapidinho. De novo mole, mamãe deu risada.
- Esse é o tamanho real dele.
Isa soltou uma gargalhada.
Ela colocou o cinto sem complicações. Eu estava muito excitado. E sentia meu pau tentando sair. Sem sucesso. Doía. Doía quando a cabeça batia no limite do cinto, que era ainda menor que meu pauzinho. A mamãe me olhou com malícia. Deu uma lambida no meu pau enjaulado. Isa riu.
• Quase me dá pena saber que você nunca vai saber o que é receber um boquete bem dado.
Ela deu outra lambida e um beijo. Mesmo não sentindo nada no meu pau, só de ver ela fazendo aquilo já me deixou excitado.
- Seu papai adora minhas mamadas...
Ela começou a chupar minha bundinha presa devagar, enquanto me olhava nos olhos. Piscou um deles e deu outra lambidinha suave e um beijo doce. Isa ria.
- Mas fica tranquila, princesa. Você vai fazer um homem muito feliz. Vai ver. Você vai dar tantos boquetes que ele vai explodir de prazer na sua boca e na sua cara. Ou na sua bunda.
Isa ria às gargalhadas, sem fazer o menor esforço pra se segurar. Senti meu rosto queimando.
Então chegou a vez da Isa. Ela se ajoelhou e começou a lamber minha bunda minúscula e enjaulada. Deu beijos ternos como os daquela manhã e depois enfiou a boca na minha bunda pequena. Começou a chupar. Pra dentro e pra fora. E repetir. Várias vezes. Ela piscou pra mim.
Então ela se sentou, e a mamãe e ela se posicionaram na minha frente. Começaram a se despir. Tiraram primeiro as camisetas, revelando que não usavam sutiã por baixo. Seus peitos, firmes e gostosos, mostraram mamilos duros. Deu vontade de chupar os peitos delas. Elas riram e tiraram as calças, mostrando as calcinhas. Azul a da mamãe, verde a da Isa.
- Gostou do que tá vendo? — mamãe me perguntou com ironia.
Vendo que eu não respondia, Isa se aproximou e me deu um tapa suave, mas sério.
- Ela fez uma pergunta safada. Responde.
• Sim. Eu gosto — sussurrei, tímida.
- Assim tá melhor — aceitou Isa, satisfeita.
Em seguida, as duas se colocaram lado a lado e apertaram os peitos uma da outra. A mamãe mordeu o lábio inferior, de um jeito bem gostoso.
- Senta — mamãe ordenou.
Fiz. Me sentei no chão.
- Aproveita o espetáculo — Isa me disse.
Vi como elas ficaram uma de frente para a outra. Colaram as testas. Mami envolveu o pescoço da Isa. Aproximaram os lábios e os uniram. O som do beijo me deixou com tesão. Fiz menção de me tocar, mas tudo que toquei foi o cinto. Elas perceberam e sorriram, divertidas. Em seguida, se deram outro beijo, mas mais longo. Depois outro. Deram vários beijos. O som do beijo era excitante e eu teria dado qualquer coisa para me tocar. Vi como a mami meteu a mão por baixo da calcinha da Isa. Começou a tocá-la por baixo. Ela gemeu.
- Não conta pro papai — mamãe me pediu.
Eu balancei a cabeça. Mami e Isa começaram a brincar com as línguas, soltando saliva e gemendo. Isa também meteu a mão na Mami e ela gemeu. Então elas se separaram e tiraram as calcinhas, que deslizaram sensualmente por suas pernas perfeitas, até caírem no chão. Estavam molhadas. A buceta da Mami estava totalmente depilada. A da Isa tinha um pouco de pelo. Isa enfiou os dedos na buceta da mamãe. Ela, para facilitar as coisas, sentou no chão, de pernas abertas. Mami gemia. Estava realmente gostando. Isa e ela continuaram se beijando.
Mamãe ficou de quatro e Isa enfiou um dedo na bunda dela. A bunda da mamãe me parecia apetitosa. Uma parte de mim sentia nojo pelo assunto do incesto. Mas eu estava tão excitado, que não me importava. Naquele momento eu queria foder aquelas duas fêmeas. Mas lembrei das palavras delas.
Eu era um pau pequeno. Meu pênis era uma vergonha. Uma coisinha. Eu não era homem, lembrei. Minha missão na vida era satisfazer os homens. Eu tinha que ser gay. Eu não queria. Eu estremeci com a ideia. Embora, por outro lado, uma parte de mim se sentisse atraída por fazer aquilo. Mesmo sentindo medo também. Isa enfiava o dedo como se fosse um pau. Depois enfiou dois. Depois três e até quatro. Enfiava e tirava, fazendo a mamãe gemer.
• Isso é o que você nunca vai ter, bebê — Isa me disse, sorrindo.
Mamãe gemeu.
- Que pena, que você nunca saiba o que é transar com uma gostosa. Muito menos com duas.
Mami ia rir, mas gemeu de novo. Isa enfiou a língua no seu cu e começou a lamber. Enfiava e puxava a língua como se fosse um pau. Depois lambeu toda a rachada. Deu várias lambidas, de baixo pra cima e de cima pra baixo. Em seguida, deu beijos carinhosos, parecidos com os que deu na minha bundinha.
Sentia falta da minha bunda pequena. Queria brincar com ela e gozar. Mas isso não me era mais permitido.
Elas mudaram. Foi a mamãe que começou a lamber a buceta da Isa e ela gemeu. Lambidas e beijos. Depois, mamãe enfiou alguns dedos na sua vagina e a penetrou. Saía líquido dos seus dedos. Tentei tocar no meu pau, mas foi inútil. O cinto estava fazendo seu trabalho perfeitamente. Isa ficou de quatro e mamãe enfiou dois dedos lá. Os mesmos que estavam na vagina e repetiu a operação. Isa e mamãe se levantaram. Suas testas estavam suadas e elas respiravam ofegantes. Logo se acalmaram e me olharam. Seus peitos e seus corpos em geral estavam cobertos de suor. Aquilo me deixou excitado a cada momento.
Mami se ajoelhou na minha frente e disse:
- Você gosta da Foxy? O jogo continua.
Isa começou a chupar um dos mamilos da mamãe. Parecia um bebê. Mamãe ria.
Isa chupava. Lambia, mordia, afundando bem os dentes no mamilo dela. Depois dava beijos doces. Fez o mesmo com o outro mamilo. Depois foi a vez da mamãe. Chupou o peito direito dela e agarrou o esquerdo. Parecia um bebê. Depois de alguns minutos assim, a brincadeira acabou e as duas se vestiram de novo. Me olharam sorridentes. Guardaram as coisas e a mamãe disse:
• Hora de ir embora, meu bem. Vamos continuar brincando em casa.
Voltamos pro carro e em meia hora estávamos em casa. Uma vez lá dentro, mamãe e Isa me levaram pro quarto.
Uma vez lá, a mamãe ligou meu notebook. O histórico ainda estava lá. Mas mamãe não foi direto pra ele. Deixou aberto no buscador do Google e depois pegou o consolo. Isa se aproximou da minha escrivaninha e de uma gaveta, tirou um projetor pequeno que me deram no último aniversário. Era preto. Conectou no computador e ligou na tomada. A tela foi projetada no guarda-roupa, que estava fechado naquele momento e vazio de qualquer roupa, graças à Isa. Depois, entrou num site pornô. Ficou procurando algo enquanto mamãe se inclinava na minha frente. Dava pra sentir o perfume dela, dessa vez da Chanel. Seus lábios eram grossos e pintados de vermelho. Seu cabelo preto e cacheado. Mamãe me deixava com muito tesão.
- Agora a Isa e eu queremos te ver jogar. É melhor você fazer isso.
Ela me mostrou o vibrador.
- Toda garota precisa saber se dar prazer, e o que é melhor do que com isso? — riu —. Você vai brincar um pouquinho com isso. Considere um presentinho. Menininhas adoram presentes.
Isa riu e finalmente pude ver no projetor o vídeo que Isa tinha escolhido para mim:
https://www.xvideos.com/video27744877/xhamster.com_7049127_best_of_pov_cumshots_compil_for_sissy_cock_sucker_cumslut_720p
Esse é o link.
Mami e Isa riram e se sentaram. Isa na minha cadeira de escrivaninha e mami na minha cama. Eu fiquei deitada no chão por ordem delas, com o consolo na mão.
- Hora de se masturbar, neném.
Estava na hora de aprender como se tocava uma garota. Liguei o vibrador sem problemas. Senti a vibração na minha mão direita e ouvi o barulho. Parecia um enxame ou algo assim. Enfim, enfiei no único lugar que dava: minha bunda. Isa e mamãe riam baixinho. Comecei a esfregar o vibrador na fenda da minha bunda enquanto continuava assistindo aquele vídeo.
- Gime, nenita — ordenou mamãe.
- E enfia logo esse brinquedo na sua bunda, gostosa — completou Isa.
Obedeci. Que alternativa eu tinha senão? Não queria levar chutes na minha bundinha. Então gemei como uma puta e parei de esfregar o vibrador, para enfiar a ponta na bunda. Doía um pouco, mas eu estava consciente, mesmo ali, de que aquilo não seria nada comparado a um pau de verdade. Enfiei mais fundo. Gemia. Tirava e metia o consolo. Enfiei mais, até a metade. Vi como mamãe e Isa tiravam a roupa e, nuas de novo, tocavam a boceta com as mãos. Enfiavam dedos na vagina e os levavam à boca. Elas também gemiam. Continuaram se tocando enquanto o vídeo durava. Finalmente consegui enfiar o vibrador até o fundo. Mamãe e Isa aplaudiram felizes. Eu me penetrava com o vibrador. Enfiava, tirava de novo, embora não tirasse por completo, só até a metade e voltava a enfiar. Gemi.
Finalmente, o vídeo acabou e me obrigaram a parar. Como recompensa por ser tão obediente, a mamãe me deixou fazer xixi.
- Mas você não vai mijar como ontem. Hoje, vai ser diferente — disse a mamãe.
Em seguida, ele pegou uma coleira. De cachorro. Colocou em volta do meu pescoço.
• A partir de agora, vai ter dia que você vai mijar como uma putinha ou sentadinha. Como a gente quiser.
Então a mamãe me levou pro quintal e me obrigou a mijar que nem uma puta. Levantando a perna esquerda, deixei o xixi escorrer. Isa e mamãe caíram na gargalhada. Sem se segurarem.
Uma vez eu mijei, a Isa falou:
- Tô com vontade de mijar.
Isa e mamãe me olharam sorridentes.
- Que bom que temos um banheiro portátil, né? — sorriu a mamãe.
Engoli em seco.
- Abre essa sua boca suja — ordenou Isa.
Tremendo, eu fiz. Ela colocou a buceta dela a milímetros da minha boquinha. Dava pra sentir o cheiro dela. Dava pra esticar a língua e lamber…
- Ousa lamber minha buceta e eu corto esse negocinho que você tem — ameaçou Isa. Parecia que tinha lido meus pensamentos.
Pronto, um jato dourado saiu de sua uretra e chegou à minha boca, que estava o mais aberta que podia. Seu líquido quente e salgado inundou minha língua e encheu a boca como uma pequena poça. Parte da urina respingou nos meus ombros e rosto. Isa e mamãe riram, divertidas. Assim que o jato parou, mamãe disse:
- Não dá descarga ainda, putinha. Agora é a minha vez.
A mamãe ficou na mesma posição e seu jato saiu abundante. Encheu minha boca que já estava cheia. A urina escorreu pelo meu queixo e inundou ainda mais a boca. Depois de mijar, mamãe me deu permissão para engolir. Não antes de tirar algumas fotos minhas com a boca aberta e cheia de mijo. Contra minha vontade, engoli aquele líquido amarelado e salgado. Estava quente, mas engoli tudo. Depois, mamãe e Isa me deixaram com restos de xixi no corpo.
Voltamos para o quarto. Isa tirou o projetor e entrou num chat. Um chat gay. Engoli em seco. Me mandaram sentar na cadeira.
• Agora você vai aprender a dar uns flertes, amor. Uma garota precisa saber seducir homens.
Ele me chamou de gostosa.
Ao abrir o chat, apareceu uma lista de homens com diferentes apelidos. O meu era "EscravoViado3". Engoli seco, sentindo um frio na barriga. Mesmo que não estivesse frio. Depois de alguns minutos, um chat se abriu e um homem chamado "Macho43" falou comigo.
Oi, viadinho. Quantos anos você tem? De onde você é?
Mamãe e Isa riram. Mami disse:
• Responde, meu bem. Você tem que responder todo mundo que falar com você.
Eu obedeci. Naquele ponto, eu já estava bem submissa.
Tenho 18 anos, moro na Ilha.
Assim se chamava minha cidadezinha.
Macho43 não demorou para responder:
Gostosa, que nome você escolheu, sua putinha. Me conta, já teve alguma experiência com homens?
Não, eu sou virgem, confessei.
O saboroso Macho43 parecia satisfeito. Continuou falando. Eu sou maduro, uns 43 anos. Fortão. Careca. Adoraria fazer de você minha escrava.
Mami e Isa não se seguravam. As risadas zombeteiras inundavam meus ouvidos e eu sentia meu rosto queimando.
Eu respondi:
Adoraria ser sua putinha.
Tudo que eu respondia eram instruções prévias da mamãe e da Isa. Nada saía de mim. Elas me diziam o que falar ou como falar.
Que pena que a gente mora longe, putinha, me disse Macho43, para meu alívio. Mas vou adorar te usar pela Cam.
- Ainda não — mamãe decidiu, para meu alívio —. Mas fica tranquila, neném, que você vai fazer.
Engoli em seco.
O Macho43 me pediu fotos. Mandei algumas da minha bundinha presa na gaiola e da minha bunda empinada. A Isa trouxe uma banana da cozinha e me obrigou a chupar enquanto tiravam fotos para mandar pra ele. O Macho43 ficou muito satisfeito com isso e me mandou fotos do pau dele. Era muito grosso e grande. Nada a ver com a minha coisinha.
- Essa é uma pica — me disse Isa.
- Não a sua coisinha — completou mamãe.
• E esse aí achava que podia pegar umas minas…
Disse Isa. Minha mãe e ela riram. Eu me sentia totalmente humilhada, rebaixada. Tinham mudado minha orientação sexual, meu gênero, tudo à força e ainda por cima era pinto pequeno. Se dava pra cair mais baixo, eu não queria saber. Mas poxa, dava sim. E eu descobriria em breve.
O resto da tarde foi a mesma coisa: conversando com vários homens sobre o mesmo assunto. Alguns queriam saber minha idade, outros se eu era virgem ou não, que práticas sexuais eu gostava... eu respondia tudo de forma submissa.
Quando se cansaram, mamãe e Isa fecharam o computador e Isa me mandou enfiar o vibrador na minha bunda. Eu fiz. Deitei no chão com as pernas abertas e enfiei o consolador. Lentamente, fui pressionando até conseguir que entrasse tudo. Doía e incomodava um pouco. Mas eu aguentei.
Isa foi para casa depois disso. Ela disse que me daria "tarefas". Mais tarde descobri que se tratava de assistir a vários vídeos pornô de humilhação. A mamãe me ensinou a fazer arroz com salsicha. Claro, tive que chupar a salsicha, para o deleite da mamãe. Depois que jantamos, mamãe me mandou para o meu quarto. Eu dormiria sozinha naquela noite. Ela me deitou, me cobriu como se eu fosse um bebê e disse:
- Boas notícias, gata. O papai já sabe das suas coisas. Ele, como você sabe, está em viagem de negócios, para abrir filiais da loja em Paris, Tóquio e Nova York. É algo muito importante e ele vai ficar ausente vários meses.
Ele ficou em silêncio por um momento para eu assimilar suas palavras. Me deu um arrepio saber que o papai já sabia das minhas coisas. Eu ainda tinha esperança de que ele não fosse descobrir, mas pelo jeito, isso não ia acontecer.
- E mais uma coisa: Isa e eu já marcamos a data da sua virgindade: você vai perder no dia 14 de fevereiro. Isso mesmo. Dia dos Namorados! — mamãe riu —. Não é romântico, princesa? E já escolhemos o cara perfeito. Boa noite, putinha, sonhe com muitos paus.
Mami piscou pra mim, deu um beijo suave na minha coisinha enjaulada e foi embora, apagando a luz. Levei duas horas pra pegar no sono por causa do tesão. Sonhei que estava fazendo amor com um homem desconhecido. Eu tava chupando ele e ele me fodia a boca…
- Bom dia, putinha — cumprimentou a mamãe.
Olhei para a minha direita e lá estava ela. Vestia uma camiseta vermelha e uma calça jeans comprida. Pelo relógio que ela usava no pulso (era digital), pude ver que eram nove horas da manhã.
Eu estava com muita vontade de fazer xixi, por causa do dia anterior. A mamãe me deixou ir ao banheiro e fazer xixi como a menininha que eu era. Enquanto eu fazia xixi (dessa vez ela me deixou esvaziar a bexiga toda), Isa explicou em que consistia o plano:
- Vai se preparando, gostosa. Vamos te comprar uns "acessórios" — ele piscou o olho.
Dito isso, tomei café da manhã com duas bananas e um copo de porra e depois, saímos para o pátio principal onde, completamente pelada, subi na parte de trás com a Isa. Deitei e apoiei meu rosto no colo dela. Ela acariciou meu cabelo, enquanto ria debochada. Minha piroquinha estava completamente empinada e pingando porra. Eu não tinha gozado desde o dia anterior e sentia minha bundinha dura e com vontade de ação. Queria me tocar e tive que fazer um esforço sobre-humano para não fazer. Sabia que haveria castigo.
Não foi fácil subir no carro totalmente pelada. No começo, fiquei imóvel, mas os olhares foram suficientes e eu entrei. Não sabia para onde iam me levar. Mas suponho que não iam dar um escândalo público, né?
Depois de um tempinho de carro, a mamãe estacionou e mandou a gente esperar no carro. Isa ficou o tempo todo acariciando minha bundinha.
- Que bunda minúscula e fofa você tem, amor. Que pena que não sirva para satisfazer mulheres. Mas ainda bem que encontramos sua ocupação perfeita.
Dito isso, ela riu e eu lembrei que agora minha orientação sexual tinha mudado. Minhas pernas tremeram. Eu não queria dar pra um homem. Esperava não chegar a esse ponto.
Pouco depois, a gostosa chegou. Não sei o que ela comprou. A sacola era branca, então não deu pra ver de onde era. Ela ligou o carro de novo e voltamos pra estrada.
Ele parou novamente depois de alguns minutos e desapareceu de novo. Voltou com outra sacola branca, sem eu saber o que tinha dentro. Pelas risadas da Isa e da mamãe, imaginei que era algo para usar mais tarde comigo.
E finalmente me tiraram do carro. Isso aconteceu quando, vários minutos depois, chegamos a um prédio que reconheci como a empresa de roupas femininas da minha mãe e do meu pai. Como era domingo, os funcionários estavam de folga, então íamos ficar sozinhos lá.
Eu saí do carro. Isa pegou na minha mão. A entrada do escritório era simples. Uma porta de vidro. A Mami levantou a persiana que a escondia, abriu a porta, desativou o alarme com o celular e fechou depois que a Isa e eu passamos. Lá dentro estava a loja, uma grande sala retangular, não sei quantos metros quadrados. Era enorme. Embora eu não soubesse detalhar o quão grande. Talvez metade do tamanho de uma quadra de basquete. Sim, mais ou menos isso seria.
Tinha muita roupa pendurada em cabides e dobrada em prateleiras e mesas. Mami e Isa me levaram para os provadores, que ficavam no fundo. Lá, entramos no maior. Mamãe não fechou a porta. Não era necessário. Estávamos sozinhas ali. Então, mami me mostrou as duas sacolas que havia comprado. Isa e ela riram em uníssono. Meu corpo tremia. De uma das sacolas, mamãe tirou uma coleira para cachorros e um perfume feminino canino. Da outra, Isa tirou um cinto de castidade rosa, uma chupeta em forma de pênis, uma mamadeira em forma de pênis negro (que devia ter pelo menos quinze centímetros), além de um consolo negro.
- Hora de brincar, gostosa — disse a mamãe.
- Vamos ter que escolher a roupinha pra ela — completou Isa.
- É verdade — confirmou a mamãe.
Eu estava pasma. Iam usar todos aqueles brinquedos... comigo? Engoli em seco. Saímos para a loja. Lá, mamãe e Isa escolheram calcinhas da Barbie, Hello Kitty e Minnie Mouse. Todas infantis e da Disney. As da Barbie eram rosas, as da Hello Kitty eram brancas e as da Minnie eram vermelhas. Também pegaram brincos de clip da Hello Kitty e Minnie Mouse. Depois, pegaram uma peruca loira, batom rosa e também uma saia de colegial vermelha, um top da Disney que não cobria o umbigo. Era da Minnie também, e depois escolheram um pijama feminino que era uma short azul com corações e uma camiseta da Hello Kitty.
- A roupa perfeita para uma neném como você, amor — mamãe me disse.
As duas riram e voltamos para o vestiário.
- Tô de saco cheio dessa sua ereção feiosa — disse mamãe fazendo cara de nojo.
Isa imitou ela.
- Eu também. Isso é só pros homens. Só eles têm direito de meter e gozar.
- É mesmo — minha mãe ri.
Com o cinturão de castidade na mão, a gostosa se aproximou de mim. Eu dei dois passos para trás. Isa agarrou meus braços para que eu não pudesse me mexer.
- Dá um tchauzinho pra sua coisinha — a Isa me disse —. Acho que a gente nunca vai soltar ela.
- Você nunca mais vai ter um orgasmo — mamãe prometeu —. Exceto talvez um arruinado.
Eu estava muito excitado, então colocar o cinto agora ia ser complicado. Mas parece que mamãe e Isa já tinham pensado nisso e tiraram, de uma das bolsas, um pouco de gelo. Elas passaram um cubinho no meu pau e a ereção baixou rapidinho. De novo mole, mamãe deu risada.
- Esse é o tamanho real dele.
Isa soltou uma gargalhada.
Ela colocou o cinto sem complicações. Eu estava muito excitado. E sentia meu pau tentando sair. Sem sucesso. Doía. Doía quando a cabeça batia no limite do cinto, que era ainda menor que meu pauzinho. A mamãe me olhou com malícia. Deu uma lambida no meu pau enjaulado. Isa riu.
• Quase me dá pena saber que você nunca vai saber o que é receber um boquete bem dado.
Ela deu outra lambida e um beijo. Mesmo não sentindo nada no meu pau, só de ver ela fazendo aquilo já me deixou excitado.
- Seu papai adora minhas mamadas...
Ela começou a chupar minha bundinha presa devagar, enquanto me olhava nos olhos. Piscou um deles e deu outra lambidinha suave e um beijo doce. Isa ria.
- Mas fica tranquila, princesa. Você vai fazer um homem muito feliz. Vai ver. Você vai dar tantos boquetes que ele vai explodir de prazer na sua boca e na sua cara. Ou na sua bunda.
Isa ria às gargalhadas, sem fazer o menor esforço pra se segurar. Senti meu rosto queimando.
Então chegou a vez da Isa. Ela se ajoelhou e começou a lamber minha bunda minúscula e enjaulada. Deu beijos ternos como os daquela manhã e depois enfiou a boca na minha bunda pequena. Começou a chupar. Pra dentro e pra fora. E repetir. Várias vezes. Ela piscou pra mim.
Então ela se sentou, e a mamãe e ela se posicionaram na minha frente. Começaram a se despir. Tiraram primeiro as camisetas, revelando que não usavam sutiã por baixo. Seus peitos, firmes e gostosos, mostraram mamilos duros. Deu vontade de chupar os peitos delas. Elas riram e tiraram as calças, mostrando as calcinhas. Azul a da mamãe, verde a da Isa.
- Gostou do que tá vendo? — mamãe me perguntou com ironia.
Vendo que eu não respondia, Isa se aproximou e me deu um tapa suave, mas sério.
- Ela fez uma pergunta safada. Responde.
• Sim. Eu gosto — sussurrei, tímida.
- Assim tá melhor — aceitou Isa, satisfeita.
Em seguida, as duas se colocaram lado a lado e apertaram os peitos uma da outra. A mamãe mordeu o lábio inferior, de um jeito bem gostoso.
- Senta — mamãe ordenou.
Fiz. Me sentei no chão.
- Aproveita o espetáculo — Isa me disse.
Vi como elas ficaram uma de frente para a outra. Colaram as testas. Mami envolveu o pescoço da Isa. Aproximaram os lábios e os uniram. O som do beijo me deixou com tesão. Fiz menção de me tocar, mas tudo que toquei foi o cinto. Elas perceberam e sorriram, divertidas. Em seguida, se deram outro beijo, mas mais longo. Depois outro. Deram vários beijos. O som do beijo era excitante e eu teria dado qualquer coisa para me tocar. Vi como a mami meteu a mão por baixo da calcinha da Isa. Começou a tocá-la por baixo. Ela gemeu.
- Não conta pro papai — mamãe me pediu.
Eu balancei a cabeça. Mami e Isa começaram a brincar com as línguas, soltando saliva e gemendo. Isa também meteu a mão na Mami e ela gemeu. Então elas se separaram e tiraram as calcinhas, que deslizaram sensualmente por suas pernas perfeitas, até caírem no chão. Estavam molhadas. A buceta da Mami estava totalmente depilada. A da Isa tinha um pouco de pelo. Isa enfiou os dedos na buceta da mamãe. Ela, para facilitar as coisas, sentou no chão, de pernas abertas. Mami gemia. Estava realmente gostando. Isa e ela continuaram se beijando.
Mamãe ficou de quatro e Isa enfiou um dedo na bunda dela. A bunda da mamãe me parecia apetitosa. Uma parte de mim sentia nojo pelo assunto do incesto. Mas eu estava tão excitado, que não me importava. Naquele momento eu queria foder aquelas duas fêmeas. Mas lembrei das palavras delas.
Eu era um pau pequeno. Meu pênis era uma vergonha. Uma coisinha. Eu não era homem, lembrei. Minha missão na vida era satisfazer os homens. Eu tinha que ser gay. Eu não queria. Eu estremeci com a ideia. Embora, por outro lado, uma parte de mim se sentisse atraída por fazer aquilo. Mesmo sentindo medo também. Isa enfiava o dedo como se fosse um pau. Depois enfiou dois. Depois três e até quatro. Enfiava e tirava, fazendo a mamãe gemer.
• Isso é o que você nunca vai ter, bebê — Isa me disse, sorrindo.
Mamãe gemeu.
- Que pena, que você nunca saiba o que é transar com uma gostosa. Muito menos com duas.
Mami ia rir, mas gemeu de novo. Isa enfiou a língua no seu cu e começou a lamber. Enfiava e puxava a língua como se fosse um pau. Depois lambeu toda a rachada. Deu várias lambidas, de baixo pra cima e de cima pra baixo. Em seguida, deu beijos carinhosos, parecidos com os que deu na minha bundinha.
Sentia falta da minha bunda pequena. Queria brincar com ela e gozar. Mas isso não me era mais permitido.
Elas mudaram. Foi a mamãe que começou a lamber a buceta da Isa e ela gemeu. Lambidas e beijos. Depois, mamãe enfiou alguns dedos na sua vagina e a penetrou. Saía líquido dos seus dedos. Tentei tocar no meu pau, mas foi inútil. O cinto estava fazendo seu trabalho perfeitamente. Isa ficou de quatro e mamãe enfiou dois dedos lá. Os mesmos que estavam na vagina e repetiu a operação. Isa e mamãe se levantaram. Suas testas estavam suadas e elas respiravam ofegantes. Logo se acalmaram e me olharam. Seus peitos e seus corpos em geral estavam cobertos de suor. Aquilo me deixou excitado a cada momento.
Mami se ajoelhou na minha frente e disse:
- Você gosta da Foxy? O jogo continua.
Isa começou a chupar um dos mamilos da mamãe. Parecia um bebê. Mamãe ria.
Isa chupava. Lambia, mordia, afundando bem os dentes no mamilo dela. Depois dava beijos doces. Fez o mesmo com o outro mamilo. Depois foi a vez da mamãe. Chupou o peito direito dela e agarrou o esquerdo. Parecia um bebê. Depois de alguns minutos assim, a brincadeira acabou e as duas se vestiram de novo. Me olharam sorridentes. Guardaram as coisas e a mamãe disse:
• Hora de ir embora, meu bem. Vamos continuar brincando em casa.
Voltamos pro carro e em meia hora estávamos em casa. Uma vez lá dentro, mamãe e Isa me levaram pro quarto.
Uma vez lá, a mamãe ligou meu notebook. O histórico ainda estava lá. Mas mamãe não foi direto pra ele. Deixou aberto no buscador do Google e depois pegou o consolo. Isa se aproximou da minha escrivaninha e de uma gaveta, tirou um projetor pequeno que me deram no último aniversário. Era preto. Conectou no computador e ligou na tomada. A tela foi projetada no guarda-roupa, que estava fechado naquele momento e vazio de qualquer roupa, graças à Isa. Depois, entrou num site pornô. Ficou procurando algo enquanto mamãe se inclinava na minha frente. Dava pra sentir o perfume dela, dessa vez da Chanel. Seus lábios eram grossos e pintados de vermelho. Seu cabelo preto e cacheado. Mamãe me deixava com muito tesão.
- Agora a Isa e eu queremos te ver jogar. É melhor você fazer isso.
Ela me mostrou o vibrador.
- Toda garota precisa saber se dar prazer, e o que é melhor do que com isso? — riu —. Você vai brincar um pouquinho com isso. Considere um presentinho. Menininhas adoram presentes.
Isa riu e finalmente pude ver no projetor o vídeo que Isa tinha escolhido para mim:
https://www.xvideos.com/video27744877/xhamster.com_7049127_best_of_pov_cumshots_compil_for_sissy_cock_sucker_cumslut_720p
Esse é o link.
Mami e Isa riram e se sentaram. Isa na minha cadeira de escrivaninha e mami na minha cama. Eu fiquei deitada no chão por ordem delas, com o consolo na mão.
- Hora de se masturbar, neném.
Estava na hora de aprender como se tocava uma garota. Liguei o vibrador sem problemas. Senti a vibração na minha mão direita e ouvi o barulho. Parecia um enxame ou algo assim. Enfim, enfiei no único lugar que dava: minha bunda. Isa e mamãe riam baixinho. Comecei a esfregar o vibrador na fenda da minha bunda enquanto continuava assistindo aquele vídeo.
- Gime, nenita — ordenou mamãe.
- E enfia logo esse brinquedo na sua bunda, gostosa — completou Isa.
Obedeci. Que alternativa eu tinha senão? Não queria levar chutes na minha bundinha. Então gemei como uma puta e parei de esfregar o vibrador, para enfiar a ponta na bunda. Doía um pouco, mas eu estava consciente, mesmo ali, de que aquilo não seria nada comparado a um pau de verdade. Enfiei mais fundo. Gemia. Tirava e metia o consolo. Enfiei mais, até a metade. Vi como mamãe e Isa tiravam a roupa e, nuas de novo, tocavam a boceta com as mãos. Enfiavam dedos na vagina e os levavam à boca. Elas também gemiam. Continuaram se tocando enquanto o vídeo durava. Finalmente consegui enfiar o vibrador até o fundo. Mamãe e Isa aplaudiram felizes. Eu me penetrava com o vibrador. Enfiava, tirava de novo, embora não tirasse por completo, só até a metade e voltava a enfiar. Gemi.
Finalmente, o vídeo acabou e me obrigaram a parar. Como recompensa por ser tão obediente, a mamãe me deixou fazer xixi.
- Mas você não vai mijar como ontem. Hoje, vai ser diferente — disse a mamãe.
Em seguida, ele pegou uma coleira. De cachorro. Colocou em volta do meu pescoço.
• A partir de agora, vai ter dia que você vai mijar como uma putinha ou sentadinha. Como a gente quiser.
Então a mamãe me levou pro quintal e me obrigou a mijar que nem uma puta. Levantando a perna esquerda, deixei o xixi escorrer. Isa e mamãe caíram na gargalhada. Sem se segurarem.
Uma vez eu mijei, a Isa falou:
- Tô com vontade de mijar.
Isa e mamãe me olharam sorridentes.
- Que bom que temos um banheiro portátil, né? — sorriu a mamãe.
Engoli em seco.
- Abre essa sua boca suja — ordenou Isa.
Tremendo, eu fiz. Ela colocou a buceta dela a milímetros da minha boquinha. Dava pra sentir o cheiro dela. Dava pra esticar a língua e lamber…
- Ousa lamber minha buceta e eu corto esse negocinho que você tem — ameaçou Isa. Parecia que tinha lido meus pensamentos.
Pronto, um jato dourado saiu de sua uretra e chegou à minha boca, que estava o mais aberta que podia. Seu líquido quente e salgado inundou minha língua e encheu a boca como uma pequena poça. Parte da urina respingou nos meus ombros e rosto. Isa e mamãe riram, divertidas. Assim que o jato parou, mamãe disse:
- Não dá descarga ainda, putinha. Agora é a minha vez.
A mamãe ficou na mesma posição e seu jato saiu abundante. Encheu minha boca que já estava cheia. A urina escorreu pelo meu queixo e inundou ainda mais a boca. Depois de mijar, mamãe me deu permissão para engolir. Não antes de tirar algumas fotos minhas com a boca aberta e cheia de mijo. Contra minha vontade, engoli aquele líquido amarelado e salgado. Estava quente, mas engoli tudo. Depois, mamãe e Isa me deixaram com restos de xixi no corpo.
Voltamos para o quarto. Isa tirou o projetor e entrou num chat. Um chat gay. Engoli em seco. Me mandaram sentar na cadeira.
• Agora você vai aprender a dar uns flertes, amor. Uma garota precisa saber seducir homens.
Ele me chamou de gostosa.
Ao abrir o chat, apareceu uma lista de homens com diferentes apelidos. O meu era "EscravoViado3". Engoli seco, sentindo um frio na barriga. Mesmo que não estivesse frio. Depois de alguns minutos, um chat se abriu e um homem chamado "Macho43" falou comigo.
Oi, viadinho. Quantos anos você tem? De onde você é?
Mamãe e Isa riram. Mami disse:
• Responde, meu bem. Você tem que responder todo mundo que falar com você.
Eu obedeci. Naquele ponto, eu já estava bem submissa.
Tenho 18 anos, moro na Ilha.
Assim se chamava minha cidadezinha.
Macho43 não demorou para responder:
Gostosa, que nome você escolheu, sua putinha. Me conta, já teve alguma experiência com homens?
Não, eu sou virgem, confessei.
O saboroso Macho43 parecia satisfeito. Continuou falando. Eu sou maduro, uns 43 anos. Fortão. Careca. Adoraria fazer de você minha escrava.
Mami e Isa não se seguravam. As risadas zombeteiras inundavam meus ouvidos e eu sentia meu rosto queimando.
Eu respondi:
Adoraria ser sua putinha.
Tudo que eu respondia eram instruções prévias da mamãe e da Isa. Nada saía de mim. Elas me diziam o que falar ou como falar.
Que pena que a gente mora longe, putinha, me disse Macho43, para meu alívio. Mas vou adorar te usar pela Cam.
- Ainda não — mamãe decidiu, para meu alívio —. Mas fica tranquila, neném, que você vai fazer.
Engoli em seco.
O Macho43 me pediu fotos. Mandei algumas da minha bundinha presa na gaiola e da minha bunda empinada. A Isa trouxe uma banana da cozinha e me obrigou a chupar enquanto tiravam fotos para mandar pra ele. O Macho43 ficou muito satisfeito com isso e me mandou fotos do pau dele. Era muito grosso e grande. Nada a ver com a minha coisinha.
- Essa é uma pica — me disse Isa.
- Não a sua coisinha — completou mamãe.
• E esse aí achava que podia pegar umas minas…
Disse Isa. Minha mãe e ela riram. Eu me sentia totalmente humilhada, rebaixada. Tinham mudado minha orientação sexual, meu gênero, tudo à força e ainda por cima era pinto pequeno. Se dava pra cair mais baixo, eu não queria saber. Mas poxa, dava sim. E eu descobriria em breve.
O resto da tarde foi a mesma coisa: conversando com vários homens sobre o mesmo assunto. Alguns queriam saber minha idade, outros se eu era virgem ou não, que práticas sexuais eu gostava... eu respondia tudo de forma submissa.
Quando se cansaram, mamãe e Isa fecharam o computador e Isa me mandou enfiar o vibrador na minha bunda. Eu fiz. Deitei no chão com as pernas abertas e enfiei o consolador. Lentamente, fui pressionando até conseguir que entrasse tudo. Doía e incomodava um pouco. Mas eu aguentei.
Isa foi para casa depois disso. Ela disse que me daria "tarefas". Mais tarde descobri que se tratava de assistir a vários vídeos pornô de humilhação. A mamãe me ensinou a fazer arroz com salsicha. Claro, tive que chupar a salsicha, para o deleite da mamãe. Depois que jantamos, mamãe me mandou para o meu quarto. Eu dormiria sozinha naquela noite. Ela me deitou, me cobriu como se eu fosse um bebê e disse:
- Boas notícias, gata. O papai já sabe das suas coisas. Ele, como você sabe, está em viagem de negócios, para abrir filiais da loja em Paris, Tóquio e Nova York. É algo muito importante e ele vai ficar ausente vários meses.
Ele ficou em silêncio por um momento para eu assimilar suas palavras. Me deu um arrepio saber que o papai já sabia das minhas coisas. Eu ainda tinha esperança de que ele não fosse descobrir, mas pelo jeito, isso não ia acontecer.
- E mais uma coisa: Isa e eu já marcamos a data da sua virgindade: você vai perder no dia 14 de fevereiro. Isso mesmo. Dia dos Namorados! — mamãe riu —. Não é romântico, princesa? E já escolhemos o cara perfeito. Boa noite, putinha, sonhe com muitos paus.
Mami piscou pra mim, deu um beijo suave na minha coisinha enjaulada e foi embora, apagando a luz. Levei duas horas pra pegar no sono por causa do tesão. Sonhei que estava fazendo amor com um homem desconhecido. Eu tava chupando ele e ele me fodia a boca…
0 comentários - Ley Nude 2: Começando minha nova vida