Naquela manhã, cheguei no trabalho com vontade de encontrar o Pablo e comentar o que tinha acontecido. Ainda passavam pela minha mente as imagens da minha mulher transando na rua com dois caminhoneiros desconhecidos. Era realmente excitante. Cada vez que pensava nisso, não conseguia evitar que meu pau reagisse e tentasse crescer.
No meio da manhã, logo antes da hora do café, o Pablo apareceu no meu escritório. Seu rosto mostrava um sorriso.
— Olha quem mandou mensagem — disse.
Ele aproximou o celular. Havia uma mensagem no WhatsApp da Alba. Dizia:
"Filho da puta! Por sua culpa quase terminei com o Juan, por que você teve que mostrar nada pra ele? Não podia ficar isso entre a gente e pronto? O Juan tá muito puto e normal que não queira mais saber de você. Sei que você gravou nossos encontros. Você é um babaca. Esquece de mim."
— Você respondeu? — perguntei.
— Não. Por isso queria te mostrar. Queria saber o que você acha — comentou com um sorriso.
— Já viu que ela não gostou nada de você ter gravado.
— Tô vendo. Mas você tem que resolver isso. Não me deixe agora sem a sua Alba. Isso é me dar um doce pra depois tirar — comentou divertido.
— Sei lá, vou ter que pensar…
— De alguma forma você me deve. Se não fosse por mim, nada disso teria acontecido.
— Claro, às custas de fazer minha mulher ser infiel, né?
— Bom, danos colaterais. Mas a questão é que agora você descobriu um lado da Alba que não conhecia. Descobriu como ela é puta e safada, o quanto ela gosta de foder e de ser comida. E não tô dizendo que com você ela não curtisse, mas graças a mim, se abriu um mundo novo de possibilidades. Bom, não só pra ela, pra você também…
Apesar de ser meu amigo, coisas assim o tornavam tremendamente odioso. Ele tinha razão. Não podia ficar bravo com o Pablo, ele fez o que no fundo eu queria que fizesse. Também não podia ficar bravo com a Alba, eu gostava de vê-la assim e de alguma forma, naquela noite com os caminhoneiros, fizemos as pazes. Portanto, não podia ficar bravo com ninguém. Mas que Pablo sempre tivesse razão e ainda por cima sempre conseguisse o que queria me fazia odiá-lo de certa forma. Um ódio passageiro, já que no fundo éramos amigos e o que ele buscava com minha mulher no final convergia com meus interesses.
- Bom, vou ver o que faço – disse. Pablo sabia que de alguma forma essa resposta era uma afirmação ao seu pedido.
- E o que fazemos com a mensagem? – perguntou.
- Responde. Diz que sente muito pelo que aconteceu. Pergunta se existe alguma forma de compensar ou fazer perdoar o que você fez. Vamos ver por onde ela sai.
- Vejo, Juan, que você está aprendendo – disse ele rindo.
Pablo digitou a mensagem no celular e enviou para Alba. O que estava escrito era justamente o que eu havia sugerido. Ele se desculpava e pedia perdão várias vezes, perguntando se havia alguma forma de consertar e resolver a situação entre eles, enfatizando muito que estaria disposto a fazer "qualquer coisa" para recuperá-la como amiga. Estava claro que era um apelo para retomar a relação de amantes.
Pablo e eu nos olhamos e sorrimos. Agora era esperar para ver se Alba se animava a escrever e, caso escrevesse, como reagiria ao pedido de Pablo.
Como costumávamos fazer, nos reunimos no bar depois do trabalho. Estávamos todos lá. Estavam os três colegas de trabalho que tinham comido minha mulher, embora apenas um deles soubesse a verdade sobre Alba e com quem ela era casada. Abraham parecia bem. Parecia que não estava mais afetado por Alba. Na verdade, um comentário sobre a fisioterapeuta da academia com quem ele tinha se envolvido confirmou que o caso com minha mulher já estava superado. Narciso fazia uma revisão de algumas atrizes que havia descoberto enquanto procurava pornô na internet para suas punhetas e nos fazia recomendações de cenas e filmes. A volta à normalidade no trabalho e com Alba me fazia me sentir bem. Então aproveitei o momento com os caras, já sem o nervosismo de que pudessem dizer algo sobre Alba. Perguntei ao Pablo se tinha alguma novidade, mas ele balançou a cabeça negativamente. Bom, talvez a Alba realmente estivesse chateada com tudo o que aconteceu. Eu teria que suavizar as coisas mais tarde com ela. Tinha conseguido dar um passo com ela na nossa sexualidade como casal, mesmo que tenha sido com um pouco de engano e truques, mas não havia mais motivo para a situação continuar assim. Eu poderia relaxar as coisas e assim fazer com que todos aproveitassem.
Voltando para casa, eu realmente recebi uma mensagem da Alba. Ela pedia que antes de voltar eu fosse comprar vinho, que não tínhamos. Então desviei o carro para o shopping, para fazer uma parada rápida e comprar a bebida.
Na entrada do estabelecimento, um negro estava junto à porta. Cada vez que um cliente passava por ela, ele abria e segurava a porta enquanto desejava boa tarde. Em troca, alguns clientes lhe davam algumas moedas. Era comum encontrar na cidade, em alguns estabelecimentos e grandes superfícies, pessoas negras pedindo na porta dos comércios. Mas esse cara me chamou a atenção. Ele parecia jovem, por volta dos 27 anos. Era bem alto, o que mais chamou minha atenção. Certamente beirava os 2 metros. E embora vestisse um moletom e uma calça de agasalho bem larga, dava para intuir um corpo fibroso.
Ao passar por ele, ele abriu a porta e me desejou boa tarde. Respondi desejando boa tarde e pude notar que ele era bem atraente. Naquele momento, uma ideia cruzou minha cabeça.
Dirigi-me à seção de bebidas para procurar um vinho que a Alba e eu gostássemos. Enquanto procurava e olhava as diferentes garrafas, um sorriso foi se formando no meu rosto conforme a ideia ia tomando forma na minha cabeça. Era uma loucura o que estava me ocorrendo, mas já tinham acontecido tantas loucuras nessas últimas semanas...
Me custou decidir por um vinho devido à ampla oferta de vinhos que o estabelecimento tinha, mas principalmente porque me custava concentrar na escolha da bebida já que minha mente só pensava no negro da porta e na ideia que ele me tinha dado.
Paguei a garrafa e ao sair, novamente o negro me segurou a porta e me despediu com um "boa tarde". Respondi da mesma forma e procurei no meu bolso algumas moedas para dar a ele.
– Você fica aqui sempre? – perguntei.
– Sim, senhor – respondeu.
– Não tinha te visto antes.
– É verdade. Vim pra cidade essa mesma semana.
– Ah! Então bem-vindo ao bairro – disse com um sorriso.
– Muito obrigado, senhor!
– Bom, não me apresentei. Sou o Juan.
– Prazer, senhor. Me chamo Tafari.
– De onde você é, Tafari? – perguntei.
– Sou do Senegal.
– E então, como tá sendo aqui?
– Bom, não posso reclamar. De manhã, de vez em quando, trabalho num depósito descarregando caminhões. À tarde venho aqui pra ganhar um trocado.
– E mora aqui sozinho?
– Não. Divido um apartamento com meus primos e alguns amigos. Assim o aluguel fica mais barato pra todo mundo.
– Bom, isso é bom. Estar com conhecidos não é tão difícil quando se chega numa cidade nova. O ruim é que com tanta gente em casa fica difícil levar alguma namorada pra lá – brinquei.
– É verdade mesmo – comentou Tafari rindo. Pude ver como o branco dos seus dentes contrastava com a pele escura. – Mas, bom, a verdade é que ainda não conheço ninguém por aqui.
– Bom, não se preocupe. Você é um cara jovem, quanto você tem, 25, 26 anos...?
– 25, senhor.
– Como disse, você é muito jovem e não vai ter dificuldade pra conhecer gente. Bom, Tafari, foi um prazer te conhecer. Te vejo por aqui.
– Claro, senhor! Vou estar por aqui.
– Me chama de Juan – disse sorrindo.
Nos despedimos. Peguei o carro e fui pra casa. Quando abri a porta, encontrei a Alba preparando a mesa pro jantar.
– Demorou muito pra chegar, o que aconteceu?
– Nada, calma. Fiquei conversando com um cara no supermercado sobre os vinhos – menti. – No final acabei escolhendo esse, o que você acha?
– Não tá ruim. Vai, vai tomar banho enquanto eu termino de preparar isso e O vinho está esfriando.
Depois de sair do banho, Alba me esperava na mesa, com o jantar já servido e as taças de vinho cheias.
— E tudo isso? — perguntei.
— Bom, acho que mesmo tendo superado esse "obstáculo", vamos chamar assim, acho que eu precisava me desculpar formalmente.
— Olha, vamos esquecer. Você já falou. Superamos. E não só isso. Demos um passo na nossa relação, mesmo que isso signifique que você tenha virado uma puta… — falei com um sorrisinho malicioso nos lábios.
— É… — ela admitiu com um pouco de vergonha. — Sou sua puta. Toda sua.
Nos fundimos em um beijo apaixonado, enquanto minhas mãos procuravam seus peitos e as dela apertavam minha virilha. Tivemos que parar porque a mesa estava posta, mesmo a excitação pedindo para largarmos tudo e ir logo pra foder. Mesmo assim, nos controlamos e conseguimos jantar tranquilamente.
O jantar estava delicioso e, apesar da escolha do vinho ter sido praticamente aleatória, por sorte o vinho era bom. Não só era bom, mas também fazia efeito. Entre o jantar e um pouco de conversa, a garrafa acabou esvaziando e dava pra sentir o álcool começando a aumentar nossa euforia. Não estávamos bêbados, nem de longe, mas sim suficientemente "alegres". Entre o vinho e a excitação que guardávamos desde o começo do jantar, não demorou para nos despirmos um ao outro e corrermos para a cama para foder como selvagens.
O sexo entre nós tinha mudado. Agora era muito melhor. As experiências que tivemos nessas últimas semanas abriram portas para possibilidades que antes não havíamos considerado. Transávamos com uma liberdade que antes não tínhamos. Os tabus tinham desaparecido e experimentávamos tudo que nunca tínhamos tido coragem de pedir. Eu podia tratá-la como uma puta, e ela parecia feliz assim. Eu também estava.
Na manhã seguinte, no escritório, Pablo apareceu com o celular na mão e um sorriso no rosto.
— Olha isso! – disse, jogando o celular para mim.
Vi que era uma conversa no WhatsApp com a Alba. No final das contas, ela tinha respondido mesmo. Pela hora em que a mensagem foi recebida, percebi que ele tinha enviado quando eu estava no supermercado. A Alba não me contou nada sobre ter escrito para o Pablo. A mensagem dela para ele dizia o seguinte:
“Vou ver se te perdôo em algum momento. De qualquer forma, teria que pensar em como você me compensaria. Além disso, você disse que faria qualquer coisa, então vou ter que refletir com calma…”
Levantei os olhos da tela do celular para olhar o Pablo. Ele me encarava divertido, e eu o encarava com uma sobrancelha levantada. Ambos sabíamos que aquela mensagem da Alba deixava a porta aberta para uma reconciliação no futuro. O Pablo, de algum jeito, estava voltando a ganhar terreno com ela.
– Bom, vamos ver no que isso vai dar – falei, tentando encerrar o assunto.
– Vou continuar insistindo para não perdê-la. E você me ajuda aí um pouquinho, sou seu amigo… – disse ele rindo, enquanto saía do escritório.
Depois do trabalho e de tomar umas cervejas com os amigos, e antes de voltar para casa, fiz uma paradinha no supermercado. Sem sair do carro, vi que o Tafari estava na porta, segurando-a enquanto duas mulheres saíam carregadas com as sacolas das compras. Soltei uma gargalhada ao perceber como o Tafari as observava quando passavam ao lado dele. É verdade que as duas mulheres estavam muito gostosas. Deviam ter uns 40 ou 45 anos, mas tinham um corpo muito bonito e o bumbum de ambas marcava por causa dos jeans justos que as duas amigas usavam. Meu amigo negro não teve nenhum pudor em olhar sem qualquer vergonha o bumbum das duas mulheres enquanto elas se afastavam com as compras. Saí do carro e fui até lá.
– Oi, Juan! – ele me cumprimentou.
– E aí? Como está indo a tarde?
– Aqui estamos, vendo o movimento passar.
– Tô vendo, sim. Mas se for como essas duas mulheres que saíram agora, você não se importa que elas passem quantas vezes quiserem, né? – comentei.
Vi que o Tafari ficou alguns segundos em silêncio. Ele percebeu que eu tinha pegado ele olhando descaradamente pra aquelas mulheres e ficou envergonhado. Tentei deixar a situação mais leve.
- Relaxa. Com bundas daquelas, como não olhar? Até eu, que tava vindo de longe, reparei nas duas.
Notei que Tafari relaxou e voltou a sorrir.
- É. Na real, eram mulheres muito bonitas.
- Pois é, estavam muito gostosas. Bom, vou comprar uma coisa, já te vejo.
Entrei e comprei um pacote com seis latas de cerveja. Na saída, perguntei pro Tafari se ele queria uma. Ele aceitou e a gente se afastou da porta, indo pro meu carro pra beber de boa. Ele tirou um maço de cigarro e acendeu um. Me ofereceu, mas recusei gentilmente, já que não fumo. Enquanto bebíamos, continuamos falando das mulheres que saíam com as compras, comentando como algumas estavam gostosas ou do tamanho dos peitos de uma mina que tinha acabado de passar do nosso lado. Tafari foi ficando cada vez mais à vontade pra falar de mulheres comigo.
- Ei, Tafari, você tem celular? – perguntei.
- Tenho, por quê?
- Porque talvez te interesse me passar. Acho que pode te interessar uma coisa que quero te propor.
Tafari me deu o número dele. Anotei na agenda do meu e mandei uma mensagem pra ele poder salvar o meu.
- Pronto, já tenho seu número. Agora tenho que ir porque tá ficando tarde. Já te mando mensagem e explico tudo com mais calma.
Terminamos nossas cervejas de um gole só. Nos despedimos. Entrei no carro e, enquanto dava partida, vi o negrão de dois metros se aproximando do supermercado pra voltar ao trabalho de abrir a porta pra quem entrava no estabelecimento.
Cheguei em casa. A Alba tava me esperando pra jantar. Tomei um banho rápido, jantamos ainda mais rápido, se é que dava, e fomos foder. A verdade é que nós dois estávamos com muita vontade. A Alba, desde que acordou a raposa que tava adormecida nela, pedia ainda mais sexo. Do meu lado, a atitude da Alba me excitava muito, mas aquela noite, a ideia que tinha se formado na minha cabeça no dia anterior estava me Minha excitação me obrigava a parar mais de uma vez enquanto transava, se não quisesse gozar em questão de segundos. Essas pausas para diminuir um pouco a excitação e a sensibilidade do meu pau, evitando assim gozar, eu soube como preencher. Aproximei-me da mesa de cabeceira onde estava o celular. Peguei-o e ativei a câmera.
— O que você está fazendo? — perguntou minha mulher.
— Gostaria de tirar uma foto sua assim — disse, enquanto movia o quadril e aproximava a ponta do meu pau dos seus lábios.
Alba sorriu. Agarrou meu pau e o colocou na boca, pressionando contra a bochecha. Olhou para a câmera com meu pau na boca e eu tirei uma foto. Ela, aproveitando que tinha meu pau na boca, continuou a chupar. Eu, enquanto aproveitava sua língua, continuei tirando mais fotos.
Continuamos transando, intercalando fotos e sexo, e às vezes combinávamos os dois. Quando achei que já tinha uma boa coleção de fotos e além disso tinha prolongado a sessão de sexo o suficiente, soltei o celular e com investidas fortes acabei gozando dentro do cu da Alba.
Ficamos na cama de costas, exaustos. Quando recuperamos o fôlego, Alba perguntou:
— O que você vai fazer com tantas fotos?
— Me masturbar. Muitas vezes no trabalho dá vontade de bater uma. Para que vou gastar dados procurando um vídeo pornô na internet com o celular, se posso me masturbar com uma foto sua com meu pau ao lado do seu rosto.
— Você não vai mostrar para ninguém, vai?
— E se eu mostrar, e daí?
Alba sorriu. No fundo, ela sabia tão bem quanto eu que se eu mostrasse a alguém alguma foto dela onde o rosto não aparecesse, seria uma experiência muito excitante ver a reação das pessoas. No fundo, ela queria que eu mostrasse essas fotos aos meus colegas para ver o que eles achavam dela.
No dia seguinte, enviei várias das fotos que tirei na noite anterior. Mas não as enviei aos meus colegas. Enviei-as para Tafari. Meia hora depois, meu celular começou a vibrar. Eram mensagens de Tafari. Meu amigo negro Eu tinha visto as fotos e comecei a comentar.
"Caralho, Juan! Quem é essa mulher?"
"Ela tá uma gostosa da porra"
"Puta merda, como ela chupa, essa vadia safada"
Essas foram algumas das mensagens que ele me mandou. Pouco depois, fotos de algumas atrizes pornô chegaram no meu celular. Tafari deve ter imaginado que eu simplesmente estava mandando fotos de mulheres peladas e transando como diversão, compartilhando pornografia e falando sobre ela, sem suspeitar nem por um segundo que aquela mulher era minha esposa.
Não respondi às mensagens do Tafari. Esperei sair do trabalho e encontrá-lo no shopping para conversar. Depois de estacionar, fui em direção à porta do estabelecimento e lá pude vê-lo. Ele me viu e se aproximou para cumprimentar. Fomos até meu carro para conversar alguns minutos com mais privacidade.
—Que fotos sensacionais você me mandou —disse Tafari sorrindo— Foi difícil não bater uma no depósito esta manhã —ambos rimos.
—Bom, com o que dizem sobre o pau dos negros, com certeza daria pra notar. Vou parar de te mandar fotos, não vá você ter problemas por minha causa…
—Que nada! Continua mandando fotos, mesmo que fique óbvio que tô de pau duro, não tem problema. Se falarem algo, é inveja de não ter um pau como o meu. Vantagens de ser negro —disse entre gargalhadas.
—Então… você gostou das fotos?
—Claro que gostei!
—Então você gosta da minha mulher…
—Como assim? —perguntou sem entender.
—Ué, se você gostou das fotos, gostou da minha mulher. São fotos nossas transando.
—Sério? —perguntou Tafari, surpreso— Ela é sua esposa?
—Sim, olha —peguei meu celular do bolso e procurei uma das fotos que tirei ontem à noite, especificamente uma em que dava pra ver eu segurando meu pau, apoiando a cabeça na língua dela— Vê essa pinta na mão? Olha só.
Mostrei minha mão. Tafari concordou em silêncio enquanto confirmava que, de fato, minha mão tinha a mesma pinta que a mão que aparecia na foto, provando que eu era o coadjuvante nas fotografias. Já estava— provado que era eu das fotos, só faltava provar que a mulher que aparecia nelas era minha esposa. Procurei na galeria de fotos alguma em que Alba e eu estivéssemos juntos. Depois de encontrar uma selfie que tiramos num restaurante, mostrei a Tafari. Ele não disse nada, apenas acenou com a cabeça, percebendo que realmente eu não tinha mentido, tinha enviado fotos da minha esposa e eu transando.
- Bom, o que você acha? – perguntei.
- Fiquei um pouco surpreso, não esperava por isso. Desculpa pelas coisas que disse sobre ela…
- Relaxa. Eu gosto que você pense essas coisas sobre ela. Se me importasse que você dissesse essas coisas, não teria te mandado as fotos. Olha, o que conversamos ontem, aquilo que eu queria te propor tem a ver com isso. Eu adoraria que você comesse minha esposa.
- Como?
- É exatamente o que você ouviu. Quero que você coma ela. Com certeza ela ficaria excitada pra foder com alguém como você, e pra mim não tem problema, pelo contrário. Já tivemos outras experiências e nós dois gostamos. Então não precisa se preocupar. O que você diz?
- Caralho, não sei. Nunca me pediram uma coisa dessas. Além disso, não conheço ela.
- Bom, você já viu ela, pelo menos em foto. E ela te dá tesão, né?
- Sim, claro.
- Então tá. Vai encarar?
Dava pra ver o jovem e enorme negro sorrindo. Acho que deve ser uma situação estranha um homem propor que outro coma sua esposa. Mas, apesar da proposta incomum, Tafari era jovem e, com certeza, se dependesse dele, ele comeria todas as mulheres para quem abre a porta no shopping. E essa, que estavam entregando de bandeja, ele não tinha motivos pra recusar. Provavelmente desde que chegou na cidade ele não tinha estado com nenhuma mulher, então tudo – juventude, hormônios e necessidade – jogava a meu favor.
- Claro!
O resto da conversa foi sobre como faríamos as coisas. Iamos esperar até sábado. Marquei com ele na minha casa às onze da noite. Ele anotou meu endereço no celular e combinamos que qualquer mudança A gente ia conversar pelo WhatsApp.
Os dias que faltavam para o sábado eu passei mandando algumas fotos da Alba pro Tafari. Fazia isso pra esquentá-lo, pra que ele pensasse na Alba e ficasse ansioso pra encontrar minha mulher cara a cara.
Finalmente chegou o sábado. Já tinha acertado com o Tafari os últimos detalhes, inclusive mandei a localização do meu apartamento pra que ele chegasse sem problemas. A Alba estava completamente alheia a tudo isso. Não sabia como ela ia reagir a essa situação, mas se da outra vez ela me obedeceu quando fiz ela trepar com dois caminhoneiros, não acho que isso fosse importar muito mais.
A gente tinha acabado de jantar e estava tomando umas taças de vinho quando dei a notícia.
— Esta noite te espera uma surpresa.
— Uma surpresa? Como assim?
— É uma surpresinha que preparei pra você. Na verdade, acho que não vai demorar muito — falei enquanto olhava o relógio, que já marcava onze da noite.
Poucos minutos depois, o interfone tocou. Olhei pra Alba com um sorriso. Ela me encarou com uma sobrancelha arqueada, sem entender nada daquilo. Pedi que ela esperasse no sofá enquanto eu ia até a entrada atender a chamada. Era ele. Abri o portão apertando o botão do interfone e fiquei esperando perto da porta. Enquanto isso, observava a Alba na sala, que aguardava com certa impaciência a surpresa que eu tinha prometido.
O timbre tocou. Confesso que naquela hora meu coração estava batendo a mil por hora. Não sabia o que ia acontecer nem como ela ia levar aquilo. Abri a porta e me deparei com o negro de quase dois metros sorrindo. Dava pra ver que ele estava feliz pela oportunidade que tinha aparecido e, com certeza, um pouco aliviado ao ver que aquilo era sério mesmo e que ele ia poder foder minha mulher. Deixei ele entrar e o acompanhei até a sala. Pude ver a Alba arregalando os olhos ao máximo quando viu aquele desconhecido negro entrando na casa dela.
A Alba olhava o Tafari de cima a baixo, sem acreditar no que via. A essa altura, ela já tinha entendido perfeitamente do que se tratava a... surpresa, ela não era boba, mas pela expressão dela, tudo aquilo tinha sido o mais inesperado possível.
- Este é o Tafari – apresentei.
- Muito prazer – disse ele, estendendo a mão.
Alba parecia continuar em choque. Ainda não tinha dito uma palavra e, de nervosa, fez o gesto de dar a mão, depois tentou se levantar para dar dois beijos enquanto estendia a mão de novo. Era muito engraçado ver a Alba tão nervosa e desorientada. Tafari parecia que aquela vulnerabilidade da Alba, por causa do susto da surpresa, também o divertia e, começando a dominar a situação, passou uma mão atrás das costas da minha mulher para atraí-la para ele e assim poder beijá-la. Foram dois beijos na bochecha, mas muito mais perto da boca do que se poderia esperar para ser a primeira vez. Muito provavelmente, os lábios grossos do Tafari chegaram a roçar os cantos da boca da Alba.
- Uma taça? – ofereci à surpresa negra da Alba.
- Não, muito obrigada – respondeu, ao mesmo tempo que apertava o volume que tinha aparecido na calça dele.
A situação tinha excitado o Tafari. Ver a mulher com quem muito provavelmente tinha fantasiado em foto, bem na frente dele, e a certeza de que ia foder, tinha acendido ele. A recusa daquela taça de vinho era a forma que ele tinha de dizer que tinha vindo para foder, que não ficássemos enrolando com besteiras.
- Gostou? – perguntei à Alba.
- Sim – respondeu timidamente.
Era curioso ver a Alba daquele jeito. Depois dos vídeos que tinha visto dela e de como ela tinha se comportado, e da experiência com os caminhoneiros, vê-la tão perturbada ficava estranho. Mas a verdade é que ver um negro atraente daquele tamanho na sua frente impressiona.
- Bom, então vamos para o quarto, que ficaremos mais à vontade – anunciei.
Comecei a caminhar em direção ao quarto. Atrás de mim vinha o Tafari, que, vendo, pegou a mão da Alba e a conduziu até o quarto. Eu me joguei na cama, pronto para ver o espetáculo. Tafari, antes que eu pudesse perceber, já tinha... despido. Sólo restava a cueca, que exibia um volume considerável na região da virilha. A verdade é que as roupas que Tafari costumava usar nas vezes em que o vi no shopping não faziam justiça. Dava para adivinhar um corpo fibroso, mas agora, sem camiseta, era possível apreciar peitorais firmes e abdomens bem definidos. Alba também notou isso e, perdendo a timidez que a paralisara nos primeiros minutos, já apoiava uma mão em um de seus peitorais enquanto com a outra acariciava seus abdomens. Essa foi o sinal que Tafari precisava. Segurando suavemente o queixo de Alba, ergueu sua cabeça e os dois se beijaram. Tafari precisou se abaixar para conseguir, já que a diferença de altura entre os dois era mais do que evidente. A língua do negro brincava com a da minha mulher e seus lábios grossos praticamente engoliam a boca de Alba.
Enquanto se beijavam, ele foi tirando as calças de Alba, deixando-a só de calcinha. Parou um segundo para tirar sua camiseta. Ao puxar a camiseta pelos braços, pôde ver que as axilas de Alba não estavam depiladas. Alba costumava depilar as axilas, mas às vezes, especialmente fora do verão, havia períodos em que ela relaxava e espaçava mais o tempo entre as sessões de depilação. Em casa havia confiança suficiente para que ela fizesse isso, mas pude notar que ela ficou levemente corada quando percebeu que o negro a tinha visto. Logicamente, ela não esperava essa visita, então não tinha se arrumado o suficiente. Para mim, isso não era algo que me preocupasse e, pela reação de Tafari, para ele também não. Pois antes que Alba pudesse reagir, Tafari começou a lamber uma das axilas peludas de Alba. Passava a língua de cima para baixo e agarrava os pelos com os lábios. Fez o mesmo com a outra axila. Isso surpreendeu Alba, mas a fez relaxar e esquecer a vergonha. Parecia que ela gostava, pois fechou os olhos e jogou a cabeça para trás enquanto o negro Ele continuou lambendo suas axilas e brincando com seu cabelo, enquanto com uma de suas mãos enormes apertava um dos peitos de Alba. Assim que ele colocou a mão em seus seios, Alba não demorou a tirar o sutiã para que seu negro pudesse brincar com eles.
Da axila, a língua de Tafari seguiu para o mamilo de um de seus peitos. A boca enorme do negro abocanhou toda a quantidade de peito que pôde e começou a chupar. Com a mão que não segurava o seio, ele buscou a borda da calcinha e, com certa ansiedade, puxou-a até os tornozelos. A bucetinha peludinha de Alba apareceu diante de Tafari, que, sem perder tempo, começou a acariciá-la, percebendo o quanto já estava molhada. Um dedo deslizou para dentro da buceta da minha esposa, fazendo-a soltar um pequeno gemido, enquanto Tafari trocava de peito. Desde o primeiro momento, Tafari a masturbava rapidamente. Imagino que a situação devia estar o deixando muito excitado, ou talvez a falta de sexo o fizesse mostrar essa ansiedade para foder minha esposa, mas, pela forma como Alba reagia, a violência dos movimentos de seu novo amante negro não parecia desagradá-la nem um pouco.
O negro enorme se levantou, colocando minha esposa de joelhos, deixando seu rosto na altura de sua cueca. Alba olhou para Tafari nos olhos, como se estivesse reclamando por ele ter demorado tanto para mostrar o que escondia por trás daquela peça de roupa volumosa. Sorrindo, o negro tirou a cueca, revelando um pau enorme e negro diante do rosto de Alba. Nunca tinha me deparado com um pau daquele tamanho. O de Abraham seria similar em comprimento, mas eu só o tinha visto na tela. Estar a poucos metros de um pau assim impressiona. E, embora o de Abraham fosse bastante grosso, este, sem dúvida, era mais. O pau de Tafari, além de longo e grosso, era curvado para baixo. Era uma imagem realmente maravilhosa ver Alba diante daquela rola que era praticamente tão longa quanto seu rosto.
Minha esposa soltou uma risadinha nervosa quando o viu. Uma vez vista, Duda desejou começar a trabalhá-la e não hesitou em enfiá-la na boca. Introduziu apenas a cabeça na boca. A qual beijou com delicadeza e lambeu com suavidade, enquanto segurava aquele cabo pela base. Rapidamente começou a ganhar velocidade e progressivamente foi enfiando toda a pica que sua boca e sua garganta permitiam. Tafari não havia demonstrado delicadeza em nenhum momento desde que entrou na minha casa. Pelo contrário, e agora que estavam chupando ele, não seria diferente. Colocou ambas as mãos na nuca da minha mulher e, movendo os quadris, começou uma violenta fodida na boca de Alba. Longos fios de saliva caíam e pendiam das comissuras dos lábios da minha mulher, balançando com os movimentos de cabeça dela até se estamparem em seus peitos. As lágrimas escapavam e eu via como ela começava a cravar as unhas nas nádegas de Tafari, pedindo para parar. Tafari aguentou mais alguns segundos de tortura para finalmente liberar a pressão que exercia sobre ela, ao que ela tirou a enorme pica da boca e deu uma grande tragada de ar.
Limpando-se e recolhendo com a mão a saliva que tinha no queixo, usou-a para lubrificar bem o tronco daquela pica negra enquanto a massageava e punhetava. Assim, coberta de babas, a pica de Tafari brilhava e resplandecia com a luz. Pondo-se de lado, Alba percorreu com a língua toda a extensão daquela pica, desde a cabeça até a base, encontrando os pelos encaracolados do púbis de Tafari, que também não hesitou em lamber. Levantando a pica grossa, suas lambidas agora se concentraram nas bolas do negro. Eram bolas grandes e pesadas, que Alba não titubeou em colocar na boca e brincar com elas com a língua. Enquanto chupava as bolas, soltou a pica e esta descansou em seu rosto, que ultrapassava de longe a testa da minha mulher.
Empurrando suavemente Tafari, ela indicou que ele se deitasse na cama. Ele se acomodou no meio da cama, fazendo com que eu tivesse que Levantei e fui para um canto do quarto para poder continuar apreciando o espetáculo. Abaixei minha calça, tirei meu pau pra fora e comecei a me masturbar. Alba olhou pra mim, divertida. Pela primeira vez, Alba e eu estávamos no mesmo quarto enquanto ela transava com outro. Ela tentou engatinhar a partir dos pés da cama para alcançar novamente o pau e as bolas do negro, mas foi impedida pelo pé enorme que Tafari colocou em seu rosto. Ele o moveu, buscando com os dedos a boca dela. Alba entendeu imediatamente o que ele pedia e, agarrando com as duas mãos o enorme pé negro, que era quase tão grande quanto seu rosto, levou o dedão do pé à boca e começou a lambê-lo como se fosse um pirulito. Tafari sorria enquanto se masturbava, vendo minha mulher lamber seus dedos do pé. Alba passava a língua entre os dedos de Tafari. Passou a língua por toda a planta do pé para voltar a subir até o dedão, o qual colocou na boca e começou a chupar como se fosse um pau. Tafari me olhava e sorria enquanto eu batia uma vendo eles.
Alba começou a subir, dando beijos pelas pernas de seu amante. Chegou às coxas e, quando estava prestes a alcançar o pau de Tafari, novamente ele negou o que ela procurava. Desta vez, elevou as pernas, deixando diante do rosto de Alba seu ânus escuro. Alba sorriu e, sem hesitar, enfiou a língua o máximo que pôde dentro do cu de Tafari. Ele suspirava de prazer, se masturbando e sentindo a língua de Alba acariciar as rugosidades de seu ânus ou exercendo pressão para tentar penetrá-lo. Ver minha mulher com a cabeça enterrada no cu de um negro enquanto suas bolas pesadas repousavam sobre seus olhos e nariz é uma das melhores imagens que já pude ver.
Após uns longos dez minutos de lambidas no cu de Tafari, ele finalmente permitiu que Alba pudesse voltar a engolir seu tão desejado pau. Tafari permanecia deitado de costas, enquanto Alba, de joelhos com a bunda elevada, fazia um mamada. A visão de trás da bunda e da buceta da Alba foi irresistível, então não pude evitar enfiar a cabeça ali e chupar sua buceta enquanto ela continuava dando para o seu negro. Engoli muito líquido, prova de como a Alba estava excitada por causa do seu novo amante. A Alba olhou para trás e, sorrindo, fez um gesto com a cabeça para que eu fosse para a parte de cima da cama. Tafari se afastou para o lado, o que me permitiu deitar ao lado dele. Acomodando-se entre nós dois, a Alba agarrou os dois paus e começou a masturbá-los. O meu, apesar de ser um pau normal, parecia ridículo ao lado do pau enorme do meu amigo negro. A Alba começou a chupar o meu sem parar de masturbar o Tafari. Pela primeira vez, minha mulher e eu estávamos transando junto com um dos seus amantes. Até aquele momento, eu a tinha visto sendo compartilhada por colegas de trabalho através da tela de um computador, ou sendo comida por dois caminhoneiros romenos enquanto eu observava do carro. Esta noite, eu pude participar da transa junto com seu amante negro.
A Alba chupava os dois paus de maneira intermitente. Ela passava do pau branco para o negro e do negro para o branco. O Tafari se levantou da cama, colocou minha mulher deitada de costas e, segurando o pau, direcionou-o para a entrada da sua buceta. Eu me posicionei para deixar meu pau perto do rosto dela, para que ela pudesse continuar chupando. O Tafari começou a empurrar lentamente seu pau para dentro da minha mulher, permitindo que a buceta dela se ajustasse ao tamanho do seu membro. A Alba suspirou de prazer. Com o pau já dentro, o Tafari começou as estocadas que, como vinha fazendo a noite toda, não foram delicadas e desde o primeiro momento ele bombava com força e rapidez. A Alba enfiava meu pau na boca e movia a cabeça para me dar um boquete, mas a brutalidade do Tafari a obrigava a gemer, então ela não conseguia se concentrar em chupar como deveria. O que ela não parou de fazer em nenhum momento foi me masturbar, que junto com a cena de sexo que eu estava presenciando Apenas alguns centímetros se tornaram uma das experiências mais excitantes que já vivi. Tafari não diminuía o ritmo em momento algum. Alba gritava sem se conter nem um pouco, o que me fazia preocupar se os vizinhos poderiam estar nos ouvindo. Os gemidos de Alba eram de prazer genuíno, embora a violência com que Tafari a comia certamente os misturava com alguns uivos de dor. Eles ficaram longos minutos naquela posição. Tafari agarrava Alba pelos quadris e a puxava para si, fazendo com que as enfiadas fossem ainda mais profundas. O peito e o abdômen do negro estavam perlados de suor. Alba também brilhava por causa da saliva que havia caído antes em seus peitos e do suor que a foda que o negro estava dando nela causava. A virilha de Alba também brilhava, resultado do suor e dos fluidos que a excitação e aquela pica enorme haviam gerado.
Tanto que, quando Tafari decidiu parar, Alba — que respirava ofegante e parecia exausta — mudou de posição na cama, revelando uma grande mancha de umidade nos lençóis, produto dos fluidos do mais que certo orgasmo, ou orgasmos, que aquele negro havia proporcionado a ela.
Alba se colocou de quatro, oferecendo a bunda para mim, para que agora fosse eu quem a comesse. Seu negro deitou-se de costas, colocando a ponta do pau nos lábios de Alba, que logo engoliram sua cabeça. Fiquei atrás dela, de joelhos, e enfiei até o fundo com uma única investida. Não houve resistência. Depois daquela pica negra, a buceta da minha mulher já estava suficientemente dilatada para oferecer resistência à minha, além da quantidade de fluidos que lubrificavam aquele buraco, o que permitiu que minha pica entrasse sem dificuldade.
Diferentemente do que havia acontecido antes, Alba conseguia dedicar atenção ao pau do negro apesar das minhas enfiadas. Dada a sensação de que minha foda era um descanso para ambos, tanto para Tafari que recuperava o fôlego depois das furiosas investidas, quanto para Alba, que me fazia duvidar se ela realmente estava percebendo que eu a penetrava depois daquela tremenda foda por parte daquela pica escura.
Seja como for, eu, apesar dessas dúvidas, estava curtindo o sexo e o espetáculo. Tentei manter um ritmo constante e rápido, igual ao que Tafari tinha feito, mas era inútil, então constantemente acelerava para depois diminuir a cadência das minhas investidas. Tafari deve ter recuperado as forças, se levantou e se posicionou ao meu lado. Entendi que ele pedia revezamento, então, de joelhos, me dirigi ao rosto de Alba, que não tinha mudado de posição, continuava de quatro.
Enfiei minha pica na boca de Alba, que começou a mover o pescoço, chupando-a. Tafari, por sua vez, se agachou e enterrou o rosto na bunda de Alba. Começou a lamber seu ânus. Passou a língua algumas vezes e, achando que era suficiente, enfiou um dedo dentro do cu da minha mulher. Entrou facilmente, sem resistência. Brincou um pouco com seu ânus, tirou o dedo e o levou à boca para chupá-lo. Mas não lambeu apenas aquele dedo indicador, também o dedo médio, e então enfiou os dois dentro do cu dela.
Vendo a facilidade com que os dedos entravam, começou a foder o cu dela com eles. Alba devia estar muito excitada, pois eles entravam sem nenhuma dificuldade. Um ou dois minutos depois, segurando sua pica, ele a passou pela boceta de Alba, encharcando-a de fluidos. Aproximou o rosto da bunda da minha mulher e cuspiu nela. Em seguida, apoiou sua grossa cabeça no ânus dela e, segurando minha mulher pelos quadris, começou a empurrar. Era a primeira vez que eu via Tafari tratar Alba com suavidade e lentidão.
Conforme começou a empurrar, o ânus da minha esposa começou a engolir lentamente a cabeça de Tafari. Uma vez dentro, ele começou suavemente a bombear, permitindo que o cu da minha mulher se acostumasse ao tamanho do pedaço de carne que tentava entrar. dentro dela. Com lentidão, ele foi enfiando o tronco do seu pau. Alba tinha parado de chupar meu pau. Agora ela se dedicava a tentar acomodar aquele pau dentro dela, enquanto se masturbava com força para se manter excitada enquanto aceitava aquele pauzão. Pouco a pouco e com delicadeza, aquele pau ia entrando dentro da minha mulher. Eu podia ver, a poucos centímetros, como aquela estaca grossa e escura entrava no cu da minha mulher. Não pude evitar e agarrei as nádegas da Alba para poder separá-las e facilitar o processo. E lá estávamos nós três. Eu agarrando as nádegas da minha mulher, que gritava numa mistura de dor e prazer, enquanto um negão a sodomizava. O cu da Alba deve ter se adaptado ao novo inquilino, e se não, Tafari não ligou, pois abandonou a delicadeza e suavidade com que tinha estado comendo ela nos últimos minutos e voltou àquele ritmo frenético e sem compaixão. Alba tentava conter os gritos, mas era impossível. Aquele negro parecia ter se proposto a gozar dentro do cu dela. Eu não conseguia me segurar mais. Eu me punhetava com vontade, vendo aquele negão enorme, todo brilhando de suor, castigando o cu da minha mulher daquela forma, e como ela gritava de prazer genuíno enquanto agarrava os lençóis. Eu estava gozando, sentia e soltei um grunhido no momento em que um jorro de porra saiu disparado do meu pau. Minha intenção desde o início teria sido gozar na cara da Alba, mas dadas as circunstâncias, a violência da foda do Tafari e o fato de Alba esconder a cabeça entre os lençóis porque ela já não aguentava mais, meu jorro acabou atingindo em parte o ombro da minha mulher, deixando algumas gotinhas no cabelo dela, mas a maior parte da minha gozada acabou na cama, entre os lençóis. Alba, ao sentir a porra no ombro, levantou a cabeça para me olhar e tentou sorrir enquanto gemidos escapavam e ela revirava os olhos. Eu me afastei para um canto da cama, suando, embora mais por causa do calorão do orgasmo. pelo esforço físico, para poder ver como tudo aquilo ia terminar.
Tafari durou só alguns minutos naquele ritmo. Com um tapinha na bunda, ele indicou que também estava prestes a gozar. Ele tirou o pau da bunda dela e ficou de pé no chão. Alba, exausta, se levantou com dificuldade e se virou, encarando o pau do negro. O senegalês se masturbava segurando a base do pau enquanto com a outra mão massageava a cabeça. A respiração ofegante dele indicou a Alba que ele estava prestes a gozar. Ela pegou nas bolas do Tafari, que acariciou com carinho enquanto abria a boca esperando a porra.
Com um forte suspiro, Tafari gozou. Foram cinco jatos de porra grossa e bem branca. O primeiro, que saiu com bastante força, atingiu a bochecha de Alba, chegando não só na bochecha, mas também em parte da orelha e do cabelo. O segundo e o terceiro jatos, já melhor direcionados, entraram na boca da minha esposa. O quarto, já com menos força, bateu no queixo dela, e finalmente, o quinto, em forma de uma grande gota, caiu direto no chão.
Alba se virou para me mostrar o interior da boca cheio de porra de negro. Virou de novo para olhar diretamente nos olhos de Tafari enquanto engolia a porra, abrindo a boca de novo para mostrar que tinha sido uma boa menina e tinha engolido tudo. Tafari, sorrindo, se abaixou e a beijou. A porra que ainda estava nos lábios e parte do queixo foi compartilhada pelos dois; Tafari não se importou, e se deliciou com aquele beijo, entrelaçando a língua dele com a da minha mulher.
Nós três nos olhamos e sorrimos. Todos estávamos satisfeitos. Alba se levantou e foi ao banheiro limpar os restos de porra que ainda tinha. Tafari enxugou o suor da testa e, sorrindo, estendeu o punho para eu cumprimentar.
— Que mulherão você tem. Que foda!
— Já vi, você se comportou muito bem com ela.
Ele soltou uma gargalhada.
— Com uma gostosa dessas, é a única coisa que dá pra fazer. fazer. Tafari também foi até o banheiro. Da cama, dava para ver o que acontecia no banheiro que tínhamos no quarto, onde agora mesmo Alba acabara de largar a toalha com a qual tinha se secado depois de se limpar, e Tafari levantava a tampa do vaso para mijar. Alba, divertida, se posicionou ao lado dele, envolvendo sua cintura com o braço. Com a outra mão, agarrou o pau do Tafari, que, mesmo já mole, mal tinha mudado de tamanho comparado com quando estava duro. Ele começou a urinar e Alba, segurando seu pau, direcionava o jato. Quando ele terminou, Alba balançou o pau dele algumas vezes para sacudir as últimas gotas. Agachou-se e deu um beijo terno na ponta da cabeça do pau. Se alguma gota de urina sobrou, com certeza Alba deve ter provado. Todos rimos da sacada da Alba. Ainda que fosse relativamente cedo, a intensa sessão de sexo nos tinha deixado exaustos. Nem preciso dizer que principalmente minha mulher e seu amante negro, então enquanto Alba trocava os lençóis para colocar uns secos, eu fui com Tafari até a cozinha pegar uns copos de água gelada para nós três. Bebemos e nos enfiamos na cama, Alba no meio de nós dois, prontos para dormir. Alba se aconchegou em Tafari, me dando as costas. Assim que apaguei as luzes, em poucos segundos percebi uma mudança na respiração de Alba e Tafari, sinal de que tinham caído no sono. Eu, mesmo cansado, ainda estava muito excitado com o que tinha acontecido hoje. Tinha visto minha mulher sendo comida por um negro e eu tinha participado do trio, já não era só um espectador. Enquanto ia pegando no sono, a imagem do pauzão negro enorme do Tafari ao lado do rosto da Alba não parava de rodar na minha cabeça. E lembrei também de um pau de tamanho parecido. O do Abraham. E novas ideias começaram a surgir na minha cabeça…
No meio da manhã, logo antes da hora do café, o Pablo apareceu no meu escritório. Seu rosto mostrava um sorriso.
— Olha quem mandou mensagem — disse.
Ele aproximou o celular. Havia uma mensagem no WhatsApp da Alba. Dizia:
"Filho da puta! Por sua culpa quase terminei com o Juan, por que você teve que mostrar nada pra ele? Não podia ficar isso entre a gente e pronto? O Juan tá muito puto e normal que não queira mais saber de você. Sei que você gravou nossos encontros. Você é um babaca. Esquece de mim."
— Você respondeu? — perguntei.
— Não. Por isso queria te mostrar. Queria saber o que você acha — comentou com um sorriso.
— Já viu que ela não gostou nada de você ter gravado.
— Tô vendo. Mas você tem que resolver isso. Não me deixe agora sem a sua Alba. Isso é me dar um doce pra depois tirar — comentou divertido.
— Sei lá, vou ter que pensar…
— De alguma forma você me deve. Se não fosse por mim, nada disso teria acontecido.
— Claro, às custas de fazer minha mulher ser infiel, né?
— Bom, danos colaterais. Mas a questão é que agora você descobriu um lado da Alba que não conhecia. Descobriu como ela é puta e safada, o quanto ela gosta de foder e de ser comida. E não tô dizendo que com você ela não curtisse, mas graças a mim, se abriu um mundo novo de possibilidades. Bom, não só pra ela, pra você também…
Apesar de ser meu amigo, coisas assim o tornavam tremendamente odioso. Ele tinha razão. Não podia ficar bravo com o Pablo, ele fez o que no fundo eu queria que fizesse. Também não podia ficar bravo com a Alba, eu gostava de vê-la assim e de alguma forma, naquela noite com os caminhoneiros, fizemos as pazes. Portanto, não podia ficar bravo com ninguém. Mas que Pablo sempre tivesse razão e ainda por cima sempre conseguisse o que queria me fazia odiá-lo de certa forma. Um ódio passageiro, já que no fundo éramos amigos e o que ele buscava com minha mulher no final convergia com meus interesses.
- Bom, vou ver o que faço – disse. Pablo sabia que de alguma forma essa resposta era uma afirmação ao seu pedido.
- E o que fazemos com a mensagem? – perguntou.
- Responde. Diz que sente muito pelo que aconteceu. Pergunta se existe alguma forma de compensar ou fazer perdoar o que você fez. Vamos ver por onde ela sai.
- Vejo, Juan, que você está aprendendo – disse ele rindo.
Pablo digitou a mensagem no celular e enviou para Alba. O que estava escrito era justamente o que eu havia sugerido. Ele se desculpava e pedia perdão várias vezes, perguntando se havia alguma forma de consertar e resolver a situação entre eles, enfatizando muito que estaria disposto a fazer "qualquer coisa" para recuperá-la como amiga. Estava claro que era um apelo para retomar a relação de amantes.
Pablo e eu nos olhamos e sorrimos. Agora era esperar para ver se Alba se animava a escrever e, caso escrevesse, como reagiria ao pedido de Pablo.
Como costumávamos fazer, nos reunimos no bar depois do trabalho. Estávamos todos lá. Estavam os três colegas de trabalho que tinham comido minha mulher, embora apenas um deles soubesse a verdade sobre Alba e com quem ela era casada. Abraham parecia bem. Parecia que não estava mais afetado por Alba. Na verdade, um comentário sobre a fisioterapeuta da academia com quem ele tinha se envolvido confirmou que o caso com minha mulher já estava superado. Narciso fazia uma revisão de algumas atrizes que havia descoberto enquanto procurava pornô na internet para suas punhetas e nos fazia recomendações de cenas e filmes. A volta à normalidade no trabalho e com Alba me fazia me sentir bem. Então aproveitei o momento com os caras, já sem o nervosismo de que pudessem dizer algo sobre Alba. Perguntei ao Pablo se tinha alguma novidade, mas ele balançou a cabeça negativamente. Bom, talvez a Alba realmente estivesse chateada com tudo o que aconteceu. Eu teria que suavizar as coisas mais tarde com ela. Tinha conseguido dar um passo com ela na nossa sexualidade como casal, mesmo que tenha sido com um pouco de engano e truques, mas não havia mais motivo para a situação continuar assim. Eu poderia relaxar as coisas e assim fazer com que todos aproveitassem.
Voltando para casa, eu realmente recebi uma mensagem da Alba. Ela pedia que antes de voltar eu fosse comprar vinho, que não tínhamos. Então desviei o carro para o shopping, para fazer uma parada rápida e comprar a bebida.
Na entrada do estabelecimento, um negro estava junto à porta. Cada vez que um cliente passava por ela, ele abria e segurava a porta enquanto desejava boa tarde. Em troca, alguns clientes lhe davam algumas moedas. Era comum encontrar na cidade, em alguns estabelecimentos e grandes superfícies, pessoas negras pedindo na porta dos comércios. Mas esse cara me chamou a atenção. Ele parecia jovem, por volta dos 27 anos. Era bem alto, o que mais chamou minha atenção. Certamente beirava os 2 metros. E embora vestisse um moletom e uma calça de agasalho bem larga, dava para intuir um corpo fibroso.
Ao passar por ele, ele abriu a porta e me desejou boa tarde. Respondi desejando boa tarde e pude notar que ele era bem atraente. Naquele momento, uma ideia cruzou minha cabeça.
Dirigi-me à seção de bebidas para procurar um vinho que a Alba e eu gostássemos. Enquanto procurava e olhava as diferentes garrafas, um sorriso foi se formando no meu rosto conforme a ideia ia tomando forma na minha cabeça. Era uma loucura o que estava me ocorrendo, mas já tinham acontecido tantas loucuras nessas últimas semanas...
Me custou decidir por um vinho devido à ampla oferta de vinhos que o estabelecimento tinha, mas principalmente porque me custava concentrar na escolha da bebida já que minha mente só pensava no negro da porta e na ideia que ele me tinha dado.
Paguei a garrafa e ao sair, novamente o negro me segurou a porta e me despediu com um "boa tarde". Respondi da mesma forma e procurei no meu bolso algumas moedas para dar a ele.
– Você fica aqui sempre? – perguntei.
– Sim, senhor – respondeu.
– Não tinha te visto antes.
– É verdade. Vim pra cidade essa mesma semana.
– Ah! Então bem-vindo ao bairro – disse com um sorriso.
– Muito obrigado, senhor!
– Bom, não me apresentei. Sou o Juan.
– Prazer, senhor. Me chamo Tafari.
– De onde você é, Tafari? – perguntei.
– Sou do Senegal.
– E então, como tá sendo aqui?
– Bom, não posso reclamar. De manhã, de vez em quando, trabalho num depósito descarregando caminhões. À tarde venho aqui pra ganhar um trocado.
– E mora aqui sozinho?
– Não. Divido um apartamento com meus primos e alguns amigos. Assim o aluguel fica mais barato pra todo mundo.
– Bom, isso é bom. Estar com conhecidos não é tão difícil quando se chega numa cidade nova. O ruim é que com tanta gente em casa fica difícil levar alguma namorada pra lá – brinquei.
– É verdade mesmo – comentou Tafari rindo. Pude ver como o branco dos seus dentes contrastava com a pele escura. – Mas, bom, a verdade é que ainda não conheço ninguém por aqui.
– Bom, não se preocupe. Você é um cara jovem, quanto você tem, 25, 26 anos...?
– 25, senhor.
– Como disse, você é muito jovem e não vai ter dificuldade pra conhecer gente. Bom, Tafari, foi um prazer te conhecer. Te vejo por aqui.
– Claro, senhor! Vou estar por aqui.
– Me chama de Juan – disse sorrindo.
Nos despedimos. Peguei o carro e fui pra casa. Quando abri a porta, encontrei a Alba preparando a mesa pro jantar.
– Demorou muito pra chegar, o que aconteceu?
– Nada, calma. Fiquei conversando com um cara no supermercado sobre os vinhos – menti. – No final acabei escolhendo esse, o que você acha?
– Não tá ruim. Vai, vai tomar banho enquanto eu termino de preparar isso e O vinho está esfriando.
Depois de sair do banho, Alba me esperava na mesa, com o jantar já servido e as taças de vinho cheias.
— E tudo isso? — perguntei.
— Bom, acho que mesmo tendo superado esse "obstáculo", vamos chamar assim, acho que eu precisava me desculpar formalmente.
— Olha, vamos esquecer. Você já falou. Superamos. E não só isso. Demos um passo na nossa relação, mesmo que isso signifique que você tenha virado uma puta… — falei com um sorrisinho malicioso nos lábios.
— É… — ela admitiu com um pouco de vergonha. — Sou sua puta. Toda sua.
Nos fundimos em um beijo apaixonado, enquanto minhas mãos procuravam seus peitos e as dela apertavam minha virilha. Tivemos que parar porque a mesa estava posta, mesmo a excitação pedindo para largarmos tudo e ir logo pra foder. Mesmo assim, nos controlamos e conseguimos jantar tranquilamente.
O jantar estava delicioso e, apesar da escolha do vinho ter sido praticamente aleatória, por sorte o vinho era bom. Não só era bom, mas também fazia efeito. Entre o jantar e um pouco de conversa, a garrafa acabou esvaziando e dava pra sentir o álcool começando a aumentar nossa euforia. Não estávamos bêbados, nem de longe, mas sim suficientemente "alegres". Entre o vinho e a excitação que guardávamos desde o começo do jantar, não demorou para nos despirmos um ao outro e corrermos para a cama para foder como selvagens.
O sexo entre nós tinha mudado. Agora era muito melhor. As experiências que tivemos nessas últimas semanas abriram portas para possibilidades que antes não havíamos considerado. Transávamos com uma liberdade que antes não tínhamos. Os tabus tinham desaparecido e experimentávamos tudo que nunca tínhamos tido coragem de pedir. Eu podia tratá-la como uma puta, e ela parecia feliz assim. Eu também estava.
Na manhã seguinte, no escritório, Pablo apareceu com o celular na mão e um sorriso no rosto.
— Olha isso! – disse, jogando o celular para mim.
Vi que era uma conversa no WhatsApp com a Alba. No final das contas, ela tinha respondido mesmo. Pela hora em que a mensagem foi recebida, percebi que ele tinha enviado quando eu estava no supermercado. A Alba não me contou nada sobre ter escrito para o Pablo. A mensagem dela para ele dizia o seguinte:
“Vou ver se te perdôo em algum momento. De qualquer forma, teria que pensar em como você me compensaria. Além disso, você disse que faria qualquer coisa, então vou ter que refletir com calma…”
Levantei os olhos da tela do celular para olhar o Pablo. Ele me encarava divertido, e eu o encarava com uma sobrancelha levantada. Ambos sabíamos que aquela mensagem da Alba deixava a porta aberta para uma reconciliação no futuro. O Pablo, de algum jeito, estava voltando a ganhar terreno com ela.
– Bom, vamos ver no que isso vai dar – falei, tentando encerrar o assunto.
– Vou continuar insistindo para não perdê-la. E você me ajuda aí um pouquinho, sou seu amigo… – disse ele rindo, enquanto saía do escritório.
Depois do trabalho e de tomar umas cervejas com os amigos, e antes de voltar para casa, fiz uma paradinha no supermercado. Sem sair do carro, vi que o Tafari estava na porta, segurando-a enquanto duas mulheres saíam carregadas com as sacolas das compras. Soltei uma gargalhada ao perceber como o Tafari as observava quando passavam ao lado dele. É verdade que as duas mulheres estavam muito gostosas. Deviam ter uns 40 ou 45 anos, mas tinham um corpo muito bonito e o bumbum de ambas marcava por causa dos jeans justos que as duas amigas usavam. Meu amigo negro não teve nenhum pudor em olhar sem qualquer vergonha o bumbum das duas mulheres enquanto elas se afastavam com as compras. Saí do carro e fui até lá.
– Oi, Juan! – ele me cumprimentou.
– E aí? Como está indo a tarde?
– Aqui estamos, vendo o movimento passar.
– Tô vendo, sim. Mas se for como essas duas mulheres que saíram agora, você não se importa que elas passem quantas vezes quiserem, né? – comentei.
Vi que o Tafari ficou alguns segundos em silêncio. Ele percebeu que eu tinha pegado ele olhando descaradamente pra aquelas mulheres e ficou envergonhado. Tentei deixar a situação mais leve.
- Relaxa. Com bundas daquelas, como não olhar? Até eu, que tava vindo de longe, reparei nas duas.
Notei que Tafari relaxou e voltou a sorrir.
- É. Na real, eram mulheres muito bonitas.
- Pois é, estavam muito gostosas. Bom, vou comprar uma coisa, já te vejo.
Entrei e comprei um pacote com seis latas de cerveja. Na saída, perguntei pro Tafari se ele queria uma. Ele aceitou e a gente se afastou da porta, indo pro meu carro pra beber de boa. Ele tirou um maço de cigarro e acendeu um. Me ofereceu, mas recusei gentilmente, já que não fumo. Enquanto bebíamos, continuamos falando das mulheres que saíam com as compras, comentando como algumas estavam gostosas ou do tamanho dos peitos de uma mina que tinha acabado de passar do nosso lado. Tafari foi ficando cada vez mais à vontade pra falar de mulheres comigo.
- Ei, Tafari, você tem celular? – perguntei.
- Tenho, por quê?
- Porque talvez te interesse me passar. Acho que pode te interessar uma coisa que quero te propor.
Tafari me deu o número dele. Anotei na agenda do meu e mandei uma mensagem pra ele poder salvar o meu.
- Pronto, já tenho seu número. Agora tenho que ir porque tá ficando tarde. Já te mando mensagem e explico tudo com mais calma.
Terminamos nossas cervejas de um gole só. Nos despedimos. Entrei no carro e, enquanto dava partida, vi o negrão de dois metros se aproximando do supermercado pra voltar ao trabalho de abrir a porta pra quem entrava no estabelecimento.
Cheguei em casa. A Alba tava me esperando pra jantar. Tomei um banho rápido, jantamos ainda mais rápido, se é que dava, e fomos foder. A verdade é que nós dois estávamos com muita vontade. A Alba, desde que acordou a raposa que tava adormecida nela, pedia ainda mais sexo. Do meu lado, a atitude da Alba me excitava muito, mas aquela noite, a ideia que tinha se formado na minha cabeça no dia anterior estava me Minha excitação me obrigava a parar mais de uma vez enquanto transava, se não quisesse gozar em questão de segundos. Essas pausas para diminuir um pouco a excitação e a sensibilidade do meu pau, evitando assim gozar, eu soube como preencher. Aproximei-me da mesa de cabeceira onde estava o celular. Peguei-o e ativei a câmera.
— O que você está fazendo? — perguntou minha mulher.
— Gostaria de tirar uma foto sua assim — disse, enquanto movia o quadril e aproximava a ponta do meu pau dos seus lábios.
Alba sorriu. Agarrou meu pau e o colocou na boca, pressionando contra a bochecha. Olhou para a câmera com meu pau na boca e eu tirei uma foto. Ela, aproveitando que tinha meu pau na boca, continuou a chupar. Eu, enquanto aproveitava sua língua, continuei tirando mais fotos.
Continuamos transando, intercalando fotos e sexo, e às vezes combinávamos os dois. Quando achei que já tinha uma boa coleção de fotos e além disso tinha prolongado a sessão de sexo o suficiente, soltei o celular e com investidas fortes acabei gozando dentro do cu da Alba.
Ficamos na cama de costas, exaustos. Quando recuperamos o fôlego, Alba perguntou:
— O que você vai fazer com tantas fotos?
— Me masturbar. Muitas vezes no trabalho dá vontade de bater uma. Para que vou gastar dados procurando um vídeo pornô na internet com o celular, se posso me masturbar com uma foto sua com meu pau ao lado do seu rosto.
— Você não vai mostrar para ninguém, vai?
— E se eu mostrar, e daí?
Alba sorriu. No fundo, ela sabia tão bem quanto eu que se eu mostrasse a alguém alguma foto dela onde o rosto não aparecesse, seria uma experiência muito excitante ver a reação das pessoas. No fundo, ela queria que eu mostrasse essas fotos aos meus colegas para ver o que eles achavam dela.
No dia seguinte, enviei várias das fotos que tirei na noite anterior. Mas não as enviei aos meus colegas. Enviei-as para Tafari. Meia hora depois, meu celular começou a vibrar. Eram mensagens de Tafari. Meu amigo negro Eu tinha visto as fotos e comecei a comentar.
"Caralho, Juan! Quem é essa mulher?"
"Ela tá uma gostosa da porra"
"Puta merda, como ela chupa, essa vadia safada"
Essas foram algumas das mensagens que ele me mandou. Pouco depois, fotos de algumas atrizes pornô chegaram no meu celular. Tafari deve ter imaginado que eu simplesmente estava mandando fotos de mulheres peladas e transando como diversão, compartilhando pornografia e falando sobre ela, sem suspeitar nem por um segundo que aquela mulher era minha esposa.
Não respondi às mensagens do Tafari. Esperei sair do trabalho e encontrá-lo no shopping para conversar. Depois de estacionar, fui em direção à porta do estabelecimento e lá pude vê-lo. Ele me viu e se aproximou para cumprimentar. Fomos até meu carro para conversar alguns minutos com mais privacidade.
—Que fotos sensacionais você me mandou —disse Tafari sorrindo— Foi difícil não bater uma no depósito esta manhã —ambos rimos.
—Bom, com o que dizem sobre o pau dos negros, com certeza daria pra notar. Vou parar de te mandar fotos, não vá você ter problemas por minha causa…
—Que nada! Continua mandando fotos, mesmo que fique óbvio que tô de pau duro, não tem problema. Se falarem algo, é inveja de não ter um pau como o meu. Vantagens de ser negro —disse entre gargalhadas.
—Então… você gostou das fotos?
—Claro que gostei!
—Então você gosta da minha mulher…
—Como assim? —perguntou sem entender.
—Ué, se você gostou das fotos, gostou da minha mulher. São fotos nossas transando.
—Sério? —perguntou Tafari, surpreso— Ela é sua esposa?
—Sim, olha —peguei meu celular do bolso e procurei uma das fotos que tirei ontem à noite, especificamente uma em que dava pra ver eu segurando meu pau, apoiando a cabeça na língua dela— Vê essa pinta na mão? Olha só.
Mostrei minha mão. Tafari concordou em silêncio enquanto confirmava que, de fato, minha mão tinha a mesma pinta que a mão que aparecia na foto, provando que eu era o coadjuvante nas fotografias. Já estava— provado que era eu das fotos, só faltava provar que a mulher que aparecia nelas era minha esposa. Procurei na galeria de fotos alguma em que Alba e eu estivéssemos juntos. Depois de encontrar uma selfie que tiramos num restaurante, mostrei a Tafari. Ele não disse nada, apenas acenou com a cabeça, percebendo que realmente eu não tinha mentido, tinha enviado fotos da minha esposa e eu transando.
- Bom, o que você acha? – perguntei.
- Fiquei um pouco surpreso, não esperava por isso. Desculpa pelas coisas que disse sobre ela…
- Relaxa. Eu gosto que você pense essas coisas sobre ela. Se me importasse que você dissesse essas coisas, não teria te mandado as fotos. Olha, o que conversamos ontem, aquilo que eu queria te propor tem a ver com isso. Eu adoraria que você comesse minha esposa.
- Como?
- É exatamente o que você ouviu. Quero que você coma ela. Com certeza ela ficaria excitada pra foder com alguém como você, e pra mim não tem problema, pelo contrário. Já tivemos outras experiências e nós dois gostamos. Então não precisa se preocupar. O que você diz?
- Caralho, não sei. Nunca me pediram uma coisa dessas. Além disso, não conheço ela.
- Bom, você já viu ela, pelo menos em foto. E ela te dá tesão, né?
- Sim, claro.
- Então tá. Vai encarar?
Dava pra ver o jovem e enorme negro sorrindo. Acho que deve ser uma situação estranha um homem propor que outro coma sua esposa. Mas, apesar da proposta incomum, Tafari era jovem e, com certeza, se dependesse dele, ele comeria todas as mulheres para quem abre a porta no shopping. E essa, que estavam entregando de bandeja, ele não tinha motivos pra recusar. Provavelmente desde que chegou na cidade ele não tinha estado com nenhuma mulher, então tudo – juventude, hormônios e necessidade – jogava a meu favor.
- Claro!
O resto da conversa foi sobre como faríamos as coisas. Iamos esperar até sábado. Marquei com ele na minha casa às onze da noite. Ele anotou meu endereço no celular e combinamos que qualquer mudança A gente ia conversar pelo WhatsApp.
Os dias que faltavam para o sábado eu passei mandando algumas fotos da Alba pro Tafari. Fazia isso pra esquentá-lo, pra que ele pensasse na Alba e ficasse ansioso pra encontrar minha mulher cara a cara.
Finalmente chegou o sábado. Já tinha acertado com o Tafari os últimos detalhes, inclusive mandei a localização do meu apartamento pra que ele chegasse sem problemas. A Alba estava completamente alheia a tudo isso. Não sabia como ela ia reagir a essa situação, mas se da outra vez ela me obedeceu quando fiz ela trepar com dois caminhoneiros, não acho que isso fosse importar muito mais.
A gente tinha acabado de jantar e estava tomando umas taças de vinho quando dei a notícia.
— Esta noite te espera uma surpresa.
— Uma surpresa? Como assim?
— É uma surpresinha que preparei pra você. Na verdade, acho que não vai demorar muito — falei enquanto olhava o relógio, que já marcava onze da noite.
Poucos minutos depois, o interfone tocou. Olhei pra Alba com um sorriso. Ela me encarou com uma sobrancelha arqueada, sem entender nada daquilo. Pedi que ela esperasse no sofá enquanto eu ia até a entrada atender a chamada. Era ele. Abri o portão apertando o botão do interfone e fiquei esperando perto da porta. Enquanto isso, observava a Alba na sala, que aguardava com certa impaciência a surpresa que eu tinha prometido.
O timbre tocou. Confesso que naquela hora meu coração estava batendo a mil por hora. Não sabia o que ia acontecer nem como ela ia levar aquilo. Abri a porta e me deparei com o negro de quase dois metros sorrindo. Dava pra ver que ele estava feliz pela oportunidade que tinha aparecido e, com certeza, um pouco aliviado ao ver que aquilo era sério mesmo e que ele ia poder foder minha mulher. Deixei ele entrar e o acompanhei até a sala. Pude ver a Alba arregalando os olhos ao máximo quando viu aquele desconhecido negro entrando na casa dela.
A Alba olhava o Tafari de cima a baixo, sem acreditar no que via. A essa altura, ela já tinha entendido perfeitamente do que se tratava a... surpresa, ela não era boba, mas pela expressão dela, tudo aquilo tinha sido o mais inesperado possível.
- Este é o Tafari – apresentei.
- Muito prazer – disse ele, estendendo a mão.
Alba parecia continuar em choque. Ainda não tinha dito uma palavra e, de nervosa, fez o gesto de dar a mão, depois tentou se levantar para dar dois beijos enquanto estendia a mão de novo. Era muito engraçado ver a Alba tão nervosa e desorientada. Tafari parecia que aquela vulnerabilidade da Alba, por causa do susto da surpresa, também o divertia e, começando a dominar a situação, passou uma mão atrás das costas da minha mulher para atraí-la para ele e assim poder beijá-la. Foram dois beijos na bochecha, mas muito mais perto da boca do que se poderia esperar para ser a primeira vez. Muito provavelmente, os lábios grossos do Tafari chegaram a roçar os cantos da boca da Alba.
- Uma taça? – ofereci à surpresa negra da Alba.
- Não, muito obrigada – respondeu, ao mesmo tempo que apertava o volume que tinha aparecido na calça dele.
A situação tinha excitado o Tafari. Ver a mulher com quem muito provavelmente tinha fantasiado em foto, bem na frente dele, e a certeza de que ia foder, tinha acendido ele. A recusa daquela taça de vinho era a forma que ele tinha de dizer que tinha vindo para foder, que não ficássemos enrolando com besteiras.
- Gostou? – perguntei à Alba.
- Sim – respondeu timidamente.
Era curioso ver a Alba daquele jeito. Depois dos vídeos que tinha visto dela e de como ela tinha se comportado, e da experiência com os caminhoneiros, vê-la tão perturbada ficava estranho. Mas a verdade é que ver um negro atraente daquele tamanho na sua frente impressiona.
- Bom, então vamos para o quarto, que ficaremos mais à vontade – anunciei.
Comecei a caminhar em direção ao quarto. Atrás de mim vinha o Tafari, que, vendo, pegou a mão da Alba e a conduziu até o quarto. Eu me joguei na cama, pronto para ver o espetáculo. Tafari, antes que eu pudesse perceber, já tinha... despido. Sólo restava a cueca, que exibia um volume considerável na região da virilha. A verdade é que as roupas que Tafari costumava usar nas vezes em que o vi no shopping não faziam justiça. Dava para adivinhar um corpo fibroso, mas agora, sem camiseta, era possível apreciar peitorais firmes e abdomens bem definidos. Alba também notou isso e, perdendo a timidez que a paralisara nos primeiros minutos, já apoiava uma mão em um de seus peitorais enquanto com a outra acariciava seus abdomens. Essa foi o sinal que Tafari precisava. Segurando suavemente o queixo de Alba, ergueu sua cabeça e os dois se beijaram. Tafari precisou se abaixar para conseguir, já que a diferença de altura entre os dois era mais do que evidente. A língua do negro brincava com a da minha mulher e seus lábios grossos praticamente engoliam a boca de Alba.
Enquanto se beijavam, ele foi tirando as calças de Alba, deixando-a só de calcinha. Parou um segundo para tirar sua camiseta. Ao puxar a camiseta pelos braços, pôde ver que as axilas de Alba não estavam depiladas. Alba costumava depilar as axilas, mas às vezes, especialmente fora do verão, havia períodos em que ela relaxava e espaçava mais o tempo entre as sessões de depilação. Em casa havia confiança suficiente para que ela fizesse isso, mas pude notar que ela ficou levemente corada quando percebeu que o negro a tinha visto. Logicamente, ela não esperava essa visita, então não tinha se arrumado o suficiente. Para mim, isso não era algo que me preocupasse e, pela reação de Tafari, para ele também não. Pois antes que Alba pudesse reagir, Tafari começou a lamber uma das axilas peludas de Alba. Passava a língua de cima para baixo e agarrava os pelos com os lábios. Fez o mesmo com a outra axila. Isso surpreendeu Alba, mas a fez relaxar e esquecer a vergonha. Parecia que ela gostava, pois fechou os olhos e jogou a cabeça para trás enquanto o negro Ele continuou lambendo suas axilas e brincando com seu cabelo, enquanto com uma de suas mãos enormes apertava um dos peitos de Alba. Assim que ele colocou a mão em seus seios, Alba não demorou a tirar o sutiã para que seu negro pudesse brincar com eles.
Da axila, a língua de Tafari seguiu para o mamilo de um de seus peitos. A boca enorme do negro abocanhou toda a quantidade de peito que pôde e começou a chupar. Com a mão que não segurava o seio, ele buscou a borda da calcinha e, com certa ansiedade, puxou-a até os tornozelos. A bucetinha peludinha de Alba apareceu diante de Tafari, que, sem perder tempo, começou a acariciá-la, percebendo o quanto já estava molhada. Um dedo deslizou para dentro da buceta da minha esposa, fazendo-a soltar um pequeno gemido, enquanto Tafari trocava de peito. Desde o primeiro momento, Tafari a masturbava rapidamente. Imagino que a situação devia estar o deixando muito excitado, ou talvez a falta de sexo o fizesse mostrar essa ansiedade para foder minha esposa, mas, pela forma como Alba reagia, a violência dos movimentos de seu novo amante negro não parecia desagradá-la nem um pouco.
O negro enorme se levantou, colocando minha esposa de joelhos, deixando seu rosto na altura de sua cueca. Alba olhou para Tafari nos olhos, como se estivesse reclamando por ele ter demorado tanto para mostrar o que escondia por trás daquela peça de roupa volumosa. Sorrindo, o negro tirou a cueca, revelando um pau enorme e negro diante do rosto de Alba. Nunca tinha me deparado com um pau daquele tamanho. O de Abraham seria similar em comprimento, mas eu só o tinha visto na tela. Estar a poucos metros de um pau assim impressiona. E, embora o de Abraham fosse bastante grosso, este, sem dúvida, era mais. O pau de Tafari, além de longo e grosso, era curvado para baixo. Era uma imagem realmente maravilhosa ver Alba diante daquela rola que era praticamente tão longa quanto seu rosto.
Minha esposa soltou uma risadinha nervosa quando o viu. Uma vez vista, Duda desejou começar a trabalhá-la e não hesitou em enfiá-la na boca. Introduziu apenas a cabeça na boca. A qual beijou com delicadeza e lambeu com suavidade, enquanto segurava aquele cabo pela base. Rapidamente começou a ganhar velocidade e progressivamente foi enfiando toda a pica que sua boca e sua garganta permitiam. Tafari não havia demonstrado delicadeza em nenhum momento desde que entrou na minha casa. Pelo contrário, e agora que estavam chupando ele, não seria diferente. Colocou ambas as mãos na nuca da minha mulher e, movendo os quadris, começou uma violenta fodida na boca de Alba. Longos fios de saliva caíam e pendiam das comissuras dos lábios da minha mulher, balançando com os movimentos de cabeça dela até se estamparem em seus peitos. As lágrimas escapavam e eu via como ela começava a cravar as unhas nas nádegas de Tafari, pedindo para parar. Tafari aguentou mais alguns segundos de tortura para finalmente liberar a pressão que exercia sobre ela, ao que ela tirou a enorme pica da boca e deu uma grande tragada de ar.
Limpando-se e recolhendo com a mão a saliva que tinha no queixo, usou-a para lubrificar bem o tronco daquela pica negra enquanto a massageava e punhetava. Assim, coberta de babas, a pica de Tafari brilhava e resplandecia com a luz. Pondo-se de lado, Alba percorreu com a língua toda a extensão daquela pica, desde a cabeça até a base, encontrando os pelos encaracolados do púbis de Tafari, que também não hesitou em lamber. Levantando a pica grossa, suas lambidas agora se concentraram nas bolas do negro. Eram bolas grandes e pesadas, que Alba não titubeou em colocar na boca e brincar com elas com a língua. Enquanto chupava as bolas, soltou a pica e esta descansou em seu rosto, que ultrapassava de longe a testa da minha mulher.
Empurrando suavemente Tafari, ela indicou que ele se deitasse na cama. Ele se acomodou no meio da cama, fazendo com que eu tivesse que Levantei e fui para um canto do quarto para poder continuar apreciando o espetáculo. Abaixei minha calça, tirei meu pau pra fora e comecei a me masturbar. Alba olhou pra mim, divertida. Pela primeira vez, Alba e eu estávamos no mesmo quarto enquanto ela transava com outro. Ela tentou engatinhar a partir dos pés da cama para alcançar novamente o pau e as bolas do negro, mas foi impedida pelo pé enorme que Tafari colocou em seu rosto. Ele o moveu, buscando com os dedos a boca dela. Alba entendeu imediatamente o que ele pedia e, agarrando com as duas mãos o enorme pé negro, que era quase tão grande quanto seu rosto, levou o dedão do pé à boca e começou a lambê-lo como se fosse um pirulito. Tafari sorria enquanto se masturbava, vendo minha mulher lamber seus dedos do pé. Alba passava a língua entre os dedos de Tafari. Passou a língua por toda a planta do pé para voltar a subir até o dedão, o qual colocou na boca e começou a chupar como se fosse um pau. Tafari me olhava e sorria enquanto eu batia uma vendo eles.
Alba começou a subir, dando beijos pelas pernas de seu amante. Chegou às coxas e, quando estava prestes a alcançar o pau de Tafari, novamente ele negou o que ela procurava. Desta vez, elevou as pernas, deixando diante do rosto de Alba seu ânus escuro. Alba sorriu e, sem hesitar, enfiou a língua o máximo que pôde dentro do cu de Tafari. Ele suspirava de prazer, se masturbando e sentindo a língua de Alba acariciar as rugosidades de seu ânus ou exercendo pressão para tentar penetrá-lo. Ver minha mulher com a cabeça enterrada no cu de um negro enquanto suas bolas pesadas repousavam sobre seus olhos e nariz é uma das melhores imagens que já pude ver.
Após uns longos dez minutos de lambidas no cu de Tafari, ele finalmente permitiu que Alba pudesse voltar a engolir seu tão desejado pau. Tafari permanecia deitado de costas, enquanto Alba, de joelhos com a bunda elevada, fazia um mamada. A visão de trás da bunda e da buceta da Alba foi irresistível, então não pude evitar enfiar a cabeça ali e chupar sua buceta enquanto ela continuava dando para o seu negro. Engoli muito líquido, prova de como a Alba estava excitada por causa do seu novo amante. A Alba olhou para trás e, sorrindo, fez um gesto com a cabeça para que eu fosse para a parte de cima da cama. Tafari se afastou para o lado, o que me permitiu deitar ao lado dele. Acomodando-se entre nós dois, a Alba agarrou os dois paus e começou a masturbá-los. O meu, apesar de ser um pau normal, parecia ridículo ao lado do pau enorme do meu amigo negro. A Alba começou a chupar o meu sem parar de masturbar o Tafari. Pela primeira vez, minha mulher e eu estávamos transando junto com um dos seus amantes. Até aquele momento, eu a tinha visto sendo compartilhada por colegas de trabalho através da tela de um computador, ou sendo comida por dois caminhoneiros romenos enquanto eu observava do carro. Esta noite, eu pude participar da transa junto com seu amante negro.
A Alba chupava os dois paus de maneira intermitente. Ela passava do pau branco para o negro e do negro para o branco. O Tafari se levantou da cama, colocou minha mulher deitada de costas e, segurando o pau, direcionou-o para a entrada da sua buceta. Eu me posicionei para deixar meu pau perto do rosto dela, para que ela pudesse continuar chupando. O Tafari começou a empurrar lentamente seu pau para dentro da minha mulher, permitindo que a buceta dela se ajustasse ao tamanho do seu membro. A Alba suspirou de prazer. Com o pau já dentro, o Tafari começou as estocadas que, como vinha fazendo a noite toda, não foram delicadas e desde o primeiro momento ele bombava com força e rapidez. A Alba enfiava meu pau na boca e movia a cabeça para me dar um boquete, mas a brutalidade do Tafari a obrigava a gemer, então ela não conseguia se concentrar em chupar como deveria. O que ela não parou de fazer em nenhum momento foi me masturbar, que junto com a cena de sexo que eu estava presenciando Apenas alguns centímetros se tornaram uma das experiências mais excitantes que já vivi. Tafari não diminuía o ritmo em momento algum. Alba gritava sem se conter nem um pouco, o que me fazia preocupar se os vizinhos poderiam estar nos ouvindo. Os gemidos de Alba eram de prazer genuíno, embora a violência com que Tafari a comia certamente os misturava com alguns uivos de dor. Eles ficaram longos minutos naquela posição. Tafari agarrava Alba pelos quadris e a puxava para si, fazendo com que as enfiadas fossem ainda mais profundas. O peito e o abdômen do negro estavam perlados de suor. Alba também brilhava por causa da saliva que havia caído antes em seus peitos e do suor que a foda que o negro estava dando nela causava. A virilha de Alba também brilhava, resultado do suor e dos fluidos que a excitação e aquela pica enorme haviam gerado.
Tanto que, quando Tafari decidiu parar, Alba — que respirava ofegante e parecia exausta — mudou de posição na cama, revelando uma grande mancha de umidade nos lençóis, produto dos fluidos do mais que certo orgasmo, ou orgasmos, que aquele negro havia proporcionado a ela.
Alba se colocou de quatro, oferecendo a bunda para mim, para que agora fosse eu quem a comesse. Seu negro deitou-se de costas, colocando a ponta do pau nos lábios de Alba, que logo engoliram sua cabeça. Fiquei atrás dela, de joelhos, e enfiei até o fundo com uma única investida. Não houve resistência. Depois daquela pica negra, a buceta da minha mulher já estava suficientemente dilatada para oferecer resistência à minha, além da quantidade de fluidos que lubrificavam aquele buraco, o que permitiu que minha pica entrasse sem dificuldade.
Diferentemente do que havia acontecido antes, Alba conseguia dedicar atenção ao pau do negro apesar das minhas enfiadas. Dada a sensação de que minha foda era um descanso para ambos, tanto para Tafari que recuperava o fôlego depois das furiosas investidas, quanto para Alba, que me fazia duvidar se ela realmente estava percebendo que eu a penetrava depois daquela tremenda foda por parte daquela pica escura.
Seja como for, eu, apesar dessas dúvidas, estava curtindo o sexo e o espetáculo. Tentei manter um ritmo constante e rápido, igual ao que Tafari tinha feito, mas era inútil, então constantemente acelerava para depois diminuir a cadência das minhas investidas. Tafari deve ter recuperado as forças, se levantou e se posicionou ao meu lado. Entendi que ele pedia revezamento, então, de joelhos, me dirigi ao rosto de Alba, que não tinha mudado de posição, continuava de quatro.
Enfiei minha pica na boca de Alba, que começou a mover o pescoço, chupando-a. Tafari, por sua vez, se agachou e enterrou o rosto na bunda de Alba. Começou a lamber seu ânus. Passou a língua algumas vezes e, achando que era suficiente, enfiou um dedo dentro do cu da minha mulher. Entrou facilmente, sem resistência. Brincou um pouco com seu ânus, tirou o dedo e o levou à boca para chupá-lo. Mas não lambeu apenas aquele dedo indicador, também o dedo médio, e então enfiou os dois dentro do cu dela.
Vendo a facilidade com que os dedos entravam, começou a foder o cu dela com eles. Alba devia estar muito excitada, pois eles entravam sem nenhuma dificuldade. Um ou dois minutos depois, segurando sua pica, ele a passou pela boceta de Alba, encharcando-a de fluidos. Aproximou o rosto da bunda da minha mulher e cuspiu nela. Em seguida, apoiou sua grossa cabeça no ânus dela e, segurando minha mulher pelos quadris, começou a empurrar. Era a primeira vez que eu via Tafari tratar Alba com suavidade e lentidão.
Conforme começou a empurrar, o ânus da minha esposa começou a engolir lentamente a cabeça de Tafari. Uma vez dentro, ele começou suavemente a bombear, permitindo que o cu da minha mulher se acostumasse ao tamanho do pedaço de carne que tentava entrar. dentro dela. Com lentidão, ele foi enfiando o tronco do seu pau. Alba tinha parado de chupar meu pau. Agora ela se dedicava a tentar acomodar aquele pau dentro dela, enquanto se masturbava com força para se manter excitada enquanto aceitava aquele pauzão. Pouco a pouco e com delicadeza, aquele pau ia entrando dentro da minha mulher. Eu podia ver, a poucos centímetros, como aquela estaca grossa e escura entrava no cu da minha mulher. Não pude evitar e agarrei as nádegas da Alba para poder separá-las e facilitar o processo. E lá estávamos nós três. Eu agarrando as nádegas da minha mulher, que gritava numa mistura de dor e prazer, enquanto um negão a sodomizava. O cu da Alba deve ter se adaptado ao novo inquilino, e se não, Tafari não ligou, pois abandonou a delicadeza e suavidade com que tinha estado comendo ela nos últimos minutos e voltou àquele ritmo frenético e sem compaixão. Alba tentava conter os gritos, mas era impossível. Aquele negro parecia ter se proposto a gozar dentro do cu dela. Eu não conseguia me segurar mais. Eu me punhetava com vontade, vendo aquele negão enorme, todo brilhando de suor, castigando o cu da minha mulher daquela forma, e como ela gritava de prazer genuíno enquanto agarrava os lençóis. Eu estava gozando, sentia e soltei um grunhido no momento em que um jorro de porra saiu disparado do meu pau. Minha intenção desde o início teria sido gozar na cara da Alba, mas dadas as circunstâncias, a violência da foda do Tafari e o fato de Alba esconder a cabeça entre os lençóis porque ela já não aguentava mais, meu jorro acabou atingindo em parte o ombro da minha mulher, deixando algumas gotinhas no cabelo dela, mas a maior parte da minha gozada acabou na cama, entre os lençóis. Alba, ao sentir a porra no ombro, levantou a cabeça para me olhar e tentou sorrir enquanto gemidos escapavam e ela revirava os olhos. Eu me afastei para um canto da cama, suando, embora mais por causa do calorão do orgasmo. pelo esforço físico, para poder ver como tudo aquilo ia terminar.
Tafari durou só alguns minutos naquele ritmo. Com um tapinha na bunda, ele indicou que também estava prestes a gozar. Ele tirou o pau da bunda dela e ficou de pé no chão. Alba, exausta, se levantou com dificuldade e se virou, encarando o pau do negro. O senegalês se masturbava segurando a base do pau enquanto com a outra mão massageava a cabeça. A respiração ofegante dele indicou a Alba que ele estava prestes a gozar. Ela pegou nas bolas do Tafari, que acariciou com carinho enquanto abria a boca esperando a porra.
Com um forte suspiro, Tafari gozou. Foram cinco jatos de porra grossa e bem branca. O primeiro, que saiu com bastante força, atingiu a bochecha de Alba, chegando não só na bochecha, mas também em parte da orelha e do cabelo. O segundo e o terceiro jatos, já melhor direcionados, entraram na boca da minha esposa. O quarto, já com menos força, bateu no queixo dela, e finalmente, o quinto, em forma de uma grande gota, caiu direto no chão.
Alba se virou para me mostrar o interior da boca cheio de porra de negro. Virou de novo para olhar diretamente nos olhos de Tafari enquanto engolia a porra, abrindo a boca de novo para mostrar que tinha sido uma boa menina e tinha engolido tudo. Tafari, sorrindo, se abaixou e a beijou. A porra que ainda estava nos lábios e parte do queixo foi compartilhada pelos dois; Tafari não se importou, e se deliciou com aquele beijo, entrelaçando a língua dele com a da minha mulher.
Nós três nos olhamos e sorrimos. Todos estávamos satisfeitos. Alba se levantou e foi ao banheiro limpar os restos de porra que ainda tinha. Tafari enxugou o suor da testa e, sorrindo, estendeu o punho para eu cumprimentar.
— Que mulherão você tem. Que foda!
— Já vi, você se comportou muito bem com ela.
Ele soltou uma gargalhada.
— Com uma gostosa dessas, é a única coisa que dá pra fazer. fazer. Tafari também foi até o banheiro. Da cama, dava para ver o que acontecia no banheiro que tínhamos no quarto, onde agora mesmo Alba acabara de largar a toalha com a qual tinha se secado depois de se limpar, e Tafari levantava a tampa do vaso para mijar. Alba, divertida, se posicionou ao lado dele, envolvendo sua cintura com o braço. Com a outra mão, agarrou o pau do Tafari, que, mesmo já mole, mal tinha mudado de tamanho comparado com quando estava duro. Ele começou a urinar e Alba, segurando seu pau, direcionava o jato. Quando ele terminou, Alba balançou o pau dele algumas vezes para sacudir as últimas gotas. Agachou-se e deu um beijo terno na ponta da cabeça do pau. Se alguma gota de urina sobrou, com certeza Alba deve ter provado. Todos rimos da sacada da Alba. Ainda que fosse relativamente cedo, a intensa sessão de sexo nos tinha deixado exaustos. Nem preciso dizer que principalmente minha mulher e seu amante negro, então enquanto Alba trocava os lençóis para colocar uns secos, eu fui com Tafari até a cozinha pegar uns copos de água gelada para nós três. Bebemos e nos enfiamos na cama, Alba no meio de nós dois, prontos para dormir. Alba se aconchegou em Tafari, me dando as costas. Assim que apaguei as luzes, em poucos segundos percebi uma mudança na respiração de Alba e Tafari, sinal de que tinham caído no sono. Eu, mesmo cansado, ainda estava muito excitado com o que tinha acontecido hoje. Tinha visto minha mulher sendo comida por um negro e eu tinha participado do trio, já não era só um espectador. Enquanto ia pegando no sono, a imagem do pauzão negro enorme do Tafari ao lado do rosto da Alba não parava de rodar na minha cabeça. E lembrei também de um pau de tamanho parecido. O do Abraham. E novas ideias começaram a surgir na minha cabeça…
1 comentários - Meu chefe fode minha mulher (parte 4)