Fala galera, tudo bem?
Sabem que cada relato me toma tempo e dedicação, e faço com maior prazer nas minhas horas vagas. Lembro que se quiserem colaborar, podem fazer isso nas minhas redes do onlyfans ou cafecito, me procurem como Zuley9573. Com isso, me motivam a criar mais relatos, que levam tempo e esforço, e tenho certeza de que vocês gostam de ler minhas experiências/histórias. Valeu pela colaboração.
Continuamos com a última parte desse relato:
Ele se deitou, eu baixei a calça dele, e por cima da cueca já vi aquela beleza, divina, me esperando.
Olhei nos olhos dele com a melhor carinha, ele também me olhou.
Baixei a cueca dele e comecei a chupar. Tava incrivelmente dura e quente. Comecei pela pontinha, beijinhos, linguadinha, pequenas mordidinhas.
Pablo: "Me olha"
Levantei o olhar, olhei pra ele, e abaixei de novo.
Pablo: "Não, não para de me olhar."
Gostei da proposta, fiz isso, comecei a chupar ela toda, sem desviar o olhar, adoro, até hoje, adoro ver a cara dele quando chupo. Às vezes ele não consegue segurar o olhar de tanto prazer, aí eu gosto ainda mais. Eu enfiava a pica toda na boca, faltava um pouco, mas não entrava. A gente continuava se olhando.
Pablo: "Cospe nela"
Eu: "O quê?"
Pablo: "Cospe nela"
Fiquei com bastante vergonha, mas fiz.
Pablo: "Isso, assim, assim, mas cospe mais, com barulho, mais putinha"
Tudo isso que ele falava também era novo pra mim, com os caras que eu tinha estado até então eram mais na deles, quietos.
Cuspi nela, com o barulho que ele pediu, bem cuspida. Ele gemia de prazer.
Ele tirou a pica da minha boca e começou a bater na minha cara com ela, e esfregava ela toda no meu rosto.
Pablo: "Chupa minhas bolas."
No ponto em que eu tava, já era tudo aceitável, entre a tesão, que ele me fez gozar 2 vezes, que eu tava super molhada e com tesão de novo, podia pedir pra eu fazer um churrasco que eu faria!
Coloquei uma bola na boca, chupei ela, depois a outra, depois tentei com as duas, mas não consegui, com a mão batia uma pra ele, a carinha dele era incrível.
Aí ele segurou minha cabeça com as duas mãos e enfiou o pau inteiro até a garganta, sem avisar, me fez lacrimejar, mas não de dor, e sim porque engasguei.
Ele tirou, falou “Cuspe nele”, eu cuspi, e ele enfiou de novo até a garganta, tirou, eu cuspi, e ele enfiou de novo, e repetimos isso umas duas vezes.
Umas duas vezes ele cuspiu na minha boca, MEU DEUS!
Pela intensidade do negócio, achei que ele ia gozar, e foi o que aconteceu, mas ele falou:
Pablo: “Chupa devagarzinho pra eu não gozar agora e continuar”.
Essa é uma prática que a gente usava muito, quando ele não queria gozar pra não cansar, pedia pra eu chupar devagar, com isso a intensidade e a tesão baixavam, e ele conseguia continuar por mais tempo, GRANDE PRO TIP!
Ele me mandou deitar de barriga pra cima, com a cabeça na beirada da cama, pendurada, inclinei a cabeça pra trás, e ele começou a foder minha garganta.
Gente, vocês não têm ideia do meu nível de tesão kkkk.
Eu fazia o que dava, tinha que respirar, não lacrimejar, não engasgar, não vomitar, kkkk é uma concentração danada.
Essa etapa acabou, e eu voltei a acalmar ele, mas dessa vez num 69 lindo, onde ele chupou toda a minha buceta e a bunda pequena. Primeiro a buceta, enquanto cuspia nela e enfiava uns dois dedos na bunda pequena, e depois trocava, e assim ia. Eu, na posição que tava, era melhor pra engolir o pau inteiro dele, então foi assim. Aqui tinha uma espécie de competição, porque dava pra perceber que, quando um tá muito excitado, não consegue se concentrar no que faz, então se eu fazia bem as coisas, ele parava o que tava fazendo, e vice-versa.
Enfim, não sei quanto tempo a gente ficou assim, minutos, horas, dias, anos, não sei, perdi a noção de muita coisa.
A gente cansou de todo tipo de oral, tinha que ir pro prato principal, eu queria ele todo dentro.
Ele me deitou, papai e mamãe, e entre olhares profundos e ininterruptos, me penetrou. Lindo, em poucos minutos, ele tava pronto pra gozar uma terceira vez. Ele não parava de fazer contato visual. visual, cada um me beijava, hortelãzinha gostosa, e me comia num ritmo alternado entre lento e médio (acho que não queria forte pra não gozar), de qualquer forma, eu amava. Depois de uns minutos, me virou de lado, e continuamos, continuamos, suados, tesudos, foi tudo tão divino.
No final, eu tomei o controle, deitei ele, e subi em cima, e continuamos, eu comandava o ritmo, também não queria que ele gozasse, não queria que acabasse nunca, ele apertava meus peitos, a cara dele, claramente e não é por me achar, até aquele momento ele tava superando as expectativas hahaha.
Pablo: “Vira, deixa eu ver essa raba.”
Obedeci, me virei, continuei por cima, ele dava tapas na minha raba, e enfiava uns dedinhos, uns dedos ele chupava, outros colocava na minha boca pra eu chupar.
A coisa foi esquentando, cada vez mais e mais, mesmo que não pareça possível.
Pablo: “Quer tomar?”
Eu não respondi.
Pablo: “Quer tomar, sua putinha?”
Eu não respondi.
Pablo: “Te perguntei se quer tomar?”
Eu: “Shhhh”
Pablo: “Vou enfiar tudo na sua boca, e você vai tomar tudo.”
Eu não respondia, nunca tinha engolido porra, e nas vezes que gozaram na minha boca eu cuspi.
Mas dessa vez não, eu tava no modo “AGRADAR” e a verdade é que tava adorando.
Num momento, vi que ele ia gozar, mas ele não tinha vontade de se mexer, tipo, ia gozar onde fosse e pronto, porque não aguentava mais de tesão e cansaço.
E aí, roubei o coração dele, saí antes, desci, e gozei tudo na garganta, então engoli tudo todinho. Desde aquele dia sou “a putinha dele que engole leite”. Acho que nem passou pela minha língua, foi direto pra garganta.
Ele gemia que nem um louco, a piroca ficou super sensível depois de gozar.
Pablo: “Tomou tudo?”
Assenti com a cabeça.
Pablo: “Vem, me dá um beijo.”
Eu: “Mas você gozou faz dois minutos.”
Pablo: “Não importa.”
Nos beijamos, ambos cansados, suados, morrendo de calor, com sede. Tomamos água. Não tinha passado nem 3 minutos. Assim que eu gozo, ele fala pra mim.
Pablo: "Você vai continuar chupando?"
Eu: "De novo?"
Pablo: "É, se fizer isso, você vai endurecer ele de novo e eu vou te foder de novo"
Eu não podia acreditar, ele ainda queria continuar, e pra ser sincera, eu também, então parti pra nova tarefa, que, na real, não demorou muito.
A gente trepou de novo, mais do mesmo, anal, oral, umas posições diferentes, essa segunda vez eu não lembro tão bem. Eu gozei pela terceira vez, ele pela segunda, nas minhas costas depois de me foder de quatro, enquanto puxava meu cabelo e dava tapas na minha bunda, ou enfiava o polegar no meu cu.
Pablo: "Chupa" ele fala depois de gozar.
Eu fiz, na real, já tava curiosa pra ver até onde isso ia, também não queria que ele morresse, o coração dele tava batendo a mil.
Aí comecei a entender por que ele falou no começo: "enquanto eu tiver tesão, isso vai ficar pior" (ou melhor?).
Como eu disse, perdi a noção do tempo, só sei que naquela noite não dormi ou dormimos pouco, a gente trepou até o amanhecer, com uns intervalos, beber água, ou descansos de 15 minutos.
Não lembro quantas gozadas teve, só algumas delas. Depois ele falou:
Pablo: "Fica de quatro"
Eu fiquei de quatro.
Pablo: "Me dá suas mãos"
Pablo guiou minhas mãos pra passar pelo lado das minhas pernas.
Pablo: "Segura nos seus joelhos".
Ele colocou a mão nas minhas costas e me inclinou, assim meu torso encostou no colchão.
Entendi a ideia no final, ele queria minha bundinha pequena bem pra cima, bem aberta.
Assim que terminei de me posicionar, ele cuspiu no meu cu, e com a língua começou a me foder. Enfiava a língua bem fundo, o máximo que dava. E fazia o movimento com a cabeça. Eu tava escorrendo de novo, ele percebeu.
Pablo: "Se quiser, se toca"
Comecei a me tocar na minha buceta, enquanto ele me comia com a língua na bunda.
Num momento ele parou, e eu senti, ele tava apoiando a cabeça.
Eu: "Devagar"
Pablo: "Me avisa se doer"
E nada, hahaha, ele começou, acho que eu gozei mais uma vez, pelo amor de Deus. Só me fodeu naquela posição, não sei quanto tempo. tempo, mas foi suficiente, alternando entre ritmo lento, médio e rápido e forte (aí doía um pouco, mas eu tava tão tesuda que nem ligava), até que ele encheu minha tiny ass de porra. Quando ele me comia forte, ele arrebentava minha tiny ass, mas tudo bem, eu amava tudo. Ele também me dava tapas na cara, de leve, não tão fortes. Eu não podia voltar pra casa com nenhuma marca visível. E ele me dizia:
Pablo: "Você gosta?"
Eu: "Sim" (às vezes com um pouco de dor)
Pablo: "Gosta do quê?"
Eu: "De ser comida"
Pablo: "De ser comida onde?"
Eu: "Na Booty"
Pablo: "Então? Do que você gosta?"
Eu: "Eu gosto de ser comida na Booty"
Pablo: "Que eu coma sua tiny ass ou prefere que eu arrebente seu cu?"
Eu: "Shhh"
Pablo: "Fala, me responde!"
Eu: "Que você arrebente meu cu!"
Pablo: "Então me pede!"
Eu: "Me come!"
Pablo: "Me pede o que eu tô fazendo!"
Eu: "Arrebenta minha bunda, vai!"
Pablo: "De novo"
Eu: "Por favor, arrebenta toda minha bunda, por favor! Enche ela de leite!"
Pablo: "Você quer ser minha cum slut?"
Eu: "Me dá tudo bem dentro, por favor!"
Imaginem o estado de tesão que eu (a gente) tava!
O que rolou daí pra frente, já não lembro mais, teve mais ejaculations ou foram só essas, a verdade, não sei, mas fazer o quê.
Por algum motivo, eu tinha que voltar pra casa cedo, tipo 6 ou 7 da manhã, não lembro a desculpa que eu tinha, mas já tinha me ausentado bastante.
Agora, o final, a gente tomou um banho, eu me troquei, ele vestiu um short pra me abrir a porta, tinha pedido um remédio (remis) pra eu não pegar o busão, o remédio já tava a caminho. Quando eu tava terminando de me trocar, ele me olhava da cama e começou a se masturbar.
Eu: "Ainda tá com tesão?"
Pablo: "Sim, com você sim, você me deixa muito tesudo"
Eu: "Você não gostou?"
Pablo: "Adorei"
Eu: "E então?" faço um sinal com a cabeça pra ele se masturbando.
Pablo: "Quero que você tome uma cum antes de ir"
Eu já tava pronta, tinha escovado os dentes, tudo, já ia sair pro remédio.
Eu: "Não! Tenho que ir, o remédio já chegou"
Pablo: "Vem cá, Eu vou te dar"
Não consegui resistir, ele gozou de novo na minha boca, ele fez todo o trabalho, dessa vez na língua, e eu engoli tudo. Não era muita quantidade. Essa foi uma sequência que se repetiu quase toda vez que a gente se via. Não importava se eu ia trabalhar, com meu marido, no jardim de infância do meu filho, ou na missa, ele me dava uma gozada antes de eu ir. Também percebi que era uma das coisas que ele mais gostava: uma boa chupada de pau e engolir a porra. Ele curte mais isso do que anal, vaginal ou qualquer outra coisa.
Pablo: "Linda putinha."
Olhei pra ele com cara de safada.
Desci, o remo estava esperando, eu tava com um cheiro de porra terrível. Ele me deu um beijo no rosto e se despediu.
Cheguei em casa, o remo me deixou a cinco quadras de distância pra não levantar suspeitas, e tudo correu como sempre. Escovei os dentes de novo, foi a primeira coisa que fiz. Meu marido ainda tava dormindo, e fui buscar meu filho na casa dos meus sogros.
---------------------------------------------------------------------FIM!---------------------------------------------------------------------
Com o Pablo, a gente continuou se vendo, sim, mas essa é realmente minha experiência como "Minha primeira traição". As outras já não são mais a primeira, hahaha. Pra quem pergunta, a última vez que o vi foi na quinta-feira, 2 de março, anteontem, quando ele me ajudou a criar conteúdo pras minhas redes. Aprendi um monte de coisas com ele, mas isso fica pra outras histórias.
Espero que tenham amado, tanto quanto eu amei escrever e relembrar.
Beijos, amo vocês!
Sabem que cada relato me toma tempo e dedicação, e faço com maior prazer nas minhas horas vagas. Lembro que se quiserem colaborar, podem fazer isso nas minhas redes do onlyfans ou cafecito, me procurem como Zuley9573. Com isso, me motivam a criar mais relatos, que levam tempo e esforço, e tenho certeza de que vocês gostam de ler minhas experiências/histórias. Valeu pela colaboração.
Continuamos com a última parte desse relato:
Ele se deitou, eu baixei a calça dele, e por cima da cueca já vi aquela beleza, divina, me esperando.
Olhei nos olhos dele com a melhor carinha, ele também me olhou.
Baixei a cueca dele e comecei a chupar. Tava incrivelmente dura e quente. Comecei pela pontinha, beijinhos, linguadinha, pequenas mordidinhas.
Pablo: "Me olha"
Levantei o olhar, olhei pra ele, e abaixei de novo.
Pablo: "Não, não para de me olhar."
Gostei da proposta, fiz isso, comecei a chupar ela toda, sem desviar o olhar, adoro, até hoje, adoro ver a cara dele quando chupo. Às vezes ele não consegue segurar o olhar de tanto prazer, aí eu gosto ainda mais. Eu enfiava a pica toda na boca, faltava um pouco, mas não entrava. A gente continuava se olhando.
Pablo: "Cospe nela"
Eu: "O quê?"
Pablo: "Cospe nela"
Fiquei com bastante vergonha, mas fiz.
Pablo: "Isso, assim, assim, mas cospe mais, com barulho, mais putinha"
Tudo isso que ele falava também era novo pra mim, com os caras que eu tinha estado até então eram mais na deles, quietos.
Cuspi nela, com o barulho que ele pediu, bem cuspida. Ele gemia de prazer.
Ele tirou a pica da minha boca e começou a bater na minha cara com ela, e esfregava ela toda no meu rosto.
Pablo: "Chupa minhas bolas."
No ponto em que eu tava, já era tudo aceitável, entre a tesão, que ele me fez gozar 2 vezes, que eu tava super molhada e com tesão de novo, podia pedir pra eu fazer um churrasco que eu faria!
Coloquei uma bola na boca, chupei ela, depois a outra, depois tentei com as duas, mas não consegui, com a mão batia uma pra ele, a carinha dele era incrível.
Aí ele segurou minha cabeça com as duas mãos e enfiou o pau inteiro até a garganta, sem avisar, me fez lacrimejar, mas não de dor, e sim porque engasguei.
Ele tirou, falou “Cuspe nele”, eu cuspi, e ele enfiou de novo até a garganta, tirou, eu cuspi, e ele enfiou de novo, e repetimos isso umas duas vezes.
Umas duas vezes ele cuspiu na minha boca, MEU DEUS!
Pela intensidade do negócio, achei que ele ia gozar, e foi o que aconteceu, mas ele falou:
Pablo: “Chupa devagarzinho pra eu não gozar agora e continuar”.
Essa é uma prática que a gente usava muito, quando ele não queria gozar pra não cansar, pedia pra eu chupar devagar, com isso a intensidade e a tesão baixavam, e ele conseguia continuar por mais tempo, GRANDE PRO TIP!
Ele me mandou deitar de barriga pra cima, com a cabeça na beirada da cama, pendurada, inclinei a cabeça pra trás, e ele começou a foder minha garganta.
Gente, vocês não têm ideia do meu nível de tesão kkkk.
Eu fazia o que dava, tinha que respirar, não lacrimejar, não engasgar, não vomitar, kkkk é uma concentração danada.
Essa etapa acabou, e eu voltei a acalmar ele, mas dessa vez num 69 lindo, onde ele chupou toda a minha buceta e a bunda pequena. Primeiro a buceta, enquanto cuspia nela e enfiava uns dois dedos na bunda pequena, e depois trocava, e assim ia. Eu, na posição que tava, era melhor pra engolir o pau inteiro dele, então foi assim. Aqui tinha uma espécie de competição, porque dava pra perceber que, quando um tá muito excitado, não consegue se concentrar no que faz, então se eu fazia bem as coisas, ele parava o que tava fazendo, e vice-versa.
Enfim, não sei quanto tempo a gente ficou assim, minutos, horas, dias, anos, não sei, perdi a noção de muita coisa.
A gente cansou de todo tipo de oral, tinha que ir pro prato principal, eu queria ele todo dentro.
Ele me deitou, papai e mamãe, e entre olhares profundos e ininterruptos, me penetrou. Lindo, em poucos minutos, ele tava pronto pra gozar uma terceira vez. Ele não parava de fazer contato visual. visual, cada um me beijava, hortelãzinha gostosa, e me comia num ritmo alternado entre lento e médio (acho que não queria forte pra não gozar), de qualquer forma, eu amava. Depois de uns minutos, me virou de lado, e continuamos, continuamos, suados, tesudos, foi tudo tão divino.
No final, eu tomei o controle, deitei ele, e subi em cima, e continuamos, eu comandava o ritmo, também não queria que ele gozasse, não queria que acabasse nunca, ele apertava meus peitos, a cara dele, claramente e não é por me achar, até aquele momento ele tava superando as expectativas hahaha.
Pablo: “Vira, deixa eu ver essa raba.”
Obedeci, me virei, continuei por cima, ele dava tapas na minha raba, e enfiava uns dedinhos, uns dedos ele chupava, outros colocava na minha boca pra eu chupar.
A coisa foi esquentando, cada vez mais e mais, mesmo que não pareça possível.
Pablo: “Quer tomar?”
Eu não respondi.
Pablo: “Quer tomar, sua putinha?”
Eu não respondi.
Pablo: “Te perguntei se quer tomar?”
Eu: “Shhhh”
Pablo: “Vou enfiar tudo na sua boca, e você vai tomar tudo.”
Eu não respondia, nunca tinha engolido porra, e nas vezes que gozaram na minha boca eu cuspi.
Mas dessa vez não, eu tava no modo “AGRADAR” e a verdade é que tava adorando.
Num momento, vi que ele ia gozar, mas ele não tinha vontade de se mexer, tipo, ia gozar onde fosse e pronto, porque não aguentava mais de tesão e cansaço.
E aí, roubei o coração dele, saí antes, desci, e gozei tudo na garganta, então engoli tudo todinho. Desde aquele dia sou “a putinha dele que engole leite”. Acho que nem passou pela minha língua, foi direto pra garganta.
Ele gemia que nem um louco, a piroca ficou super sensível depois de gozar.
Pablo: “Tomou tudo?”
Assenti com a cabeça.
Pablo: “Vem, me dá um beijo.”
Eu: “Mas você gozou faz dois minutos.”
Pablo: “Não importa.”
Nos beijamos, ambos cansados, suados, morrendo de calor, com sede. Tomamos água. Não tinha passado nem 3 minutos. Assim que eu gozo, ele fala pra mim.
Pablo: "Você vai continuar chupando?"
Eu: "De novo?"
Pablo: "É, se fizer isso, você vai endurecer ele de novo e eu vou te foder de novo"
Eu não podia acreditar, ele ainda queria continuar, e pra ser sincera, eu também, então parti pra nova tarefa, que, na real, não demorou muito.
A gente trepou de novo, mais do mesmo, anal, oral, umas posições diferentes, essa segunda vez eu não lembro tão bem. Eu gozei pela terceira vez, ele pela segunda, nas minhas costas depois de me foder de quatro, enquanto puxava meu cabelo e dava tapas na minha bunda, ou enfiava o polegar no meu cu.
Pablo: "Chupa" ele fala depois de gozar.
Eu fiz, na real, já tava curiosa pra ver até onde isso ia, também não queria que ele morresse, o coração dele tava batendo a mil.
Aí comecei a entender por que ele falou no começo: "enquanto eu tiver tesão, isso vai ficar pior" (ou melhor?).
Como eu disse, perdi a noção do tempo, só sei que naquela noite não dormi ou dormimos pouco, a gente trepou até o amanhecer, com uns intervalos, beber água, ou descansos de 15 minutos.
Não lembro quantas gozadas teve, só algumas delas. Depois ele falou:
Pablo: "Fica de quatro"
Eu fiquei de quatro.
Pablo: "Me dá suas mãos"
Pablo guiou minhas mãos pra passar pelo lado das minhas pernas.
Pablo: "Segura nos seus joelhos".
Ele colocou a mão nas minhas costas e me inclinou, assim meu torso encostou no colchão.
Entendi a ideia no final, ele queria minha bundinha pequena bem pra cima, bem aberta.
Assim que terminei de me posicionar, ele cuspiu no meu cu, e com a língua começou a me foder. Enfiava a língua bem fundo, o máximo que dava. E fazia o movimento com a cabeça. Eu tava escorrendo de novo, ele percebeu.
Pablo: "Se quiser, se toca"
Comecei a me tocar na minha buceta, enquanto ele me comia com a língua na bunda.
Num momento ele parou, e eu senti, ele tava apoiando a cabeça.
Eu: "Devagar"
Pablo: "Me avisa se doer"
E nada, hahaha, ele começou, acho que eu gozei mais uma vez, pelo amor de Deus. Só me fodeu naquela posição, não sei quanto tempo. tempo, mas foi suficiente, alternando entre ritmo lento, médio e rápido e forte (aí doía um pouco, mas eu tava tão tesuda que nem ligava), até que ele encheu minha tiny ass de porra. Quando ele me comia forte, ele arrebentava minha tiny ass, mas tudo bem, eu amava tudo. Ele também me dava tapas na cara, de leve, não tão fortes. Eu não podia voltar pra casa com nenhuma marca visível. E ele me dizia:
Pablo: "Você gosta?"
Eu: "Sim" (às vezes com um pouco de dor)
Pablo: "Gosta do quê?"
Eu: "De ser comida"
Pablo: "De ser comida onde?"
Eu: "Na Booty"
Pablo: "Então? Do que você gosta?"
Eu: "Eu gosto de ser comida na Booty"
Pablo: "Que eu coma sua tiny ass ou prefere que eu arrebente seu cu?"
Eu: "Shhh"
Pablo: "Fala, me responde!"
Eu: "Que você arrebente meu cu!"
Pablo: "Então me pede!"
Eu: "Me come!"
Pablo: "Me pede o que eu tô fazendo!"
Eu: "Arrebenta minha bunda, vai!"
Pablo: "De novo"
Eu: "Por favor, arrebenta toda minha bunda, por favor! Enche ela de leite!"
Pablo: "Você quer ser minha cum slut?"
Eu: "Me dá tudo bem dentro, por favor!"
Imaginem o estado de tesão que eu (a gente) tava!
O que rolou daí pra frente, já não lembro mais, teve mais ejaculations ou foram só essas, a verdade, não sei, mas fazer o quê.
Por algum motivo, eu tinha que voltar pra casa cedo, tipo 6 ou 7 da manhã, não lembro a desculpa que eu tinha, mas já tinha me ausentado bastante.
Agora, o final, a gente tomou um banho, eu me troquei, ele vestiu um short pra me abrir a porta, tinha pedido um remédio (remis) pra eu não pegar o busão, o remédio já tava a caminho. Quando eu tava terminando de me trocar, ele me olhava da cama e começou a se masturbar.
Eu: "Ainda tá com tesão?"
Pablo: "Sim, com você sim, você me deixa muito tesudo"
Eu: "Você não gostou?"
Pablo: "Adorei"
Eu: "E então?" faço um sinal com a cabeça pra ele se masturbando.
Pablo: "Quero que você tome uma cum antes de ir"
Eu já tava pronta, tinha escovado os dentes, tudo, já ia sair pro remédio.
Eu: "Não! Tenho que ir, o remédio já chegou"
Pablo: "Vem cá, Eu vou te dar"
Não consegui resistir, ele gozou de novo na minha boca, ele fez todo o trabalho, dessa vez na língua, e eu engoli tudo. Não era muita quantidade. Essa foi uma sequência que se repetiu quase toda vez que a gente se via. Não importava se eu ia trabalhar, com meu marido, no jardim de infância do meu filho, ou na missa, ele me dava uma gozada antes de eu ir. Também percebi que era uma das coisas que ele mais gostava: uma boa chupada de pau e engolir a porra. Ele curte mais isso do que anal, vaginal ou qualquer outra coisa.
Pablo: "Linda putinha."
Olhei pra ele com cara de safada.
Desci, o remo estava esperando, eu tava com um cheiro de porra terrível. Ele me deu um beijo no rosto e se despediu.
Cheguei em casa, o remo me deixou a cinco quadras de distância pra não levantar suspeitas, e tudo correu como sempre. Escovei os dentes de novo, foi a primeira coisa que fiz. Meu marido ainda tava dormindo, e fui buscar meu filho na casa dos meus sogros.
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Com o Pablo, a gente continuou se vendo, sim, mas essa é realmente minha experiência como "Minha primeira traição". As outras já não são mais a primeira, hahaha. Pra quem pergunta, a última vez que o vi foi na quinta-feira, 2 de março, anteontem, quando ele me ajudou a criar conteúdo pras minhas redes. Aprendi um monte de coisas com ele, mas isso fica pra outras histórias.
Espero que tenham amado, tanto quanto eu amei escrever e relembrar.
Beijos, amo vocês!

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