Capítulo 4: A confissão e a compensaçãoOs dias seguintes foram uma verdadeira loucura de sexo constante. Desde que Marco tinha descoberto aquela foto, parecia que uma comporta tinha se aberto entre eles. Marco e Yoselin transavam toda noite sem falta, e muitas manhãs também, antes de sair correndo pro trabalho. Os corpos deles já não precisavam de longos preâmbulos; bastava um olhar carregado de desejo pra que terminassem enroscados entre os lençóis.
Sempre terminavam a sessão vendo pornô na televisão grande do quarto. No começo, seguiam o padrão de sempre: vídeos variados, posições criativas, muito oral apaixonado e finais intensos com gozadas dentro que deixavam Yoselin gemendo e tremendo. Mas aos poucos, sem que nenhum dos dois mencionasse abertamente, Marco começou a selecionar exclusivamente vídeos onde o ator principal tivesse a pica especialmente grande e grossa. Eram paus longos, grossos, cheios de veias, que pareciam impossíveis de enfiar por completo. As atrizes gemiam com uma mistura de dor e prazer extremo enquanto suas bucetas se esticavam ao limite em volta daquelas picas monstruosas.
Yoselin percebia isso perfeitamente. Cada vez que Marco passava o dedo na tela do celular procurando o próximo vídeo, ela via como ele escolhia só aquele tipo de conteúdo. Não a incomodava. Na verdade, uma parte dela sentia curiosidade e até um certo tesão. Mas a intriga começou a crescer dia após dia.
Era a noite do quinto dia consecutivo de transar intensamente. O quarto cheirava a sexo, suor e desejo. Tinham terminado uma sessão selvagem em que Yoselin tinha montado em Marco com fúria, quicando na pica dele enquanto gritava de prazer sem se importar se os vizinhos ouviam. Agora ambos estavam deitados na cama, suados, respirando ofegantes. Os lençóis estavam amassados e úmidos debaixo deles.
Yoselin se apoiou num cotovelo e olhou diretamente nos olhos dele, o cabelo preto bagunçado caindo sobre os ombros nus. Os peitos dela ainda se mexiam a cada respiração.
— Marco… posso te perguntar uma coisa? —disse com tom calmo, mas firme, sem desviar o olhar.
—Claro, pode falar —respondeu ele, ainda recuperando o fôlego.
—Reparei que ultimamente você só procura vídeos onde o cara tem o pau bem grande e grosso. Muito grosso, muito comprido… Por quê? Você gosta disso? Te excita ver como as garotas se esticam?
Marco ficou calado por um segundo. O coração começou a bater forte. Sentiu que tinha chegado a hora da verdade. Decidiu ser completamente sincero.
—Eu gosto de saber que você fica com tesão lembrando daqueles paus grandes do seu passado… —confessou em voz baixa—. Me excita imaginar você ficando mais molhada ao vê-los, lembrando como era a sensação deles dentro de você. Porque quando você fica mais quente e molhada, isso me deixa com muito mais tesão também.
Yoselin levantou uma sobrancelha, surpresa com a honestidade direta da resposta dele.
—E não te incomoda? Sério mesmo, não sente ciúme nem nada?
—Não… não me incomoda —respondeu ele com total sinceridade, olhando nos olhos dela—. Pelo contrário. Me deixa com muito tesão.
Ela ficou pensativa, mordendo levemente o lábio inferior. O silêncio se estendeu por alguns segundos no quarto. Marco respirou fundo. A culpa e a excitação estavam consumindo ele por dentro. Não dava mais pra guardar aquilo.
—Tem uma coisa que preciso confessar —soltou de repente, com a voz um pouco trêmula—. Entrei no seu Instagram por simples curiosidade. Vi as mensagens antigas. Li a conversa inteira com o Carlos… e vi a foto.
Yoselin ficou completamente gelada. A expressão dela mudou na hora: os olhos se arregalaram e o rosto passou da relaxação pós-gozo pra uma mistura de choque, vergonha e raiva.
—O quê? —a voz dela subiu de tom na mesma hora—. Você vasculhou minhas conversas privadas do passado? Viu aquela foto? Puta merda, Marco! Isso foi há muito tempo, antes da gente se conhecer. Como é que você mete o nariz nas minhas coisas assim? Era a minha privacidade!
Ela pulou da cama de uma vez, claramente irritada. O corpo nu brilhava de suor sob a luz fraca do quarto. lâmpada. Vestiu a roupa rapidamente e saiu do quarto com passos firmes.
—Não acredito que você fez isso — murmurou com raiva antes de pegar as chaves na mesa da sala e sair do apartamento, batendo a porta com força, ecoando por todo o prédio.
Marco ficou sozinho na cama, com o coração acelerado. Sentia-se profundamente arrependido por ter violado a confiança dela, mas ao mesmo tempo uma estranha excitação o invadia por finalmente ter soltado aquilo. Passaram-se várias horas. A noite já tinha caído completamente quando ele ouviu a chave girar na fechadura.
Yoselin entrou mais calma, embora ainda houvesse certa tensão em seu rosto. Fechou a porta com suavidade e sentou-se no sofá em frente a ele, cruzando as pernas. Vestia a mesma camiseta e nada mais por baixo.
—Tá bem… estou um pouco mais calma — disse, suspirando fundo. — Não faça mais isso nunca, Marco. Foi uma puta invasão de privacidade. Fiquei muito chateada por você ter visto aquela foto… mas o que mais me irrita é que você mexeu sem permissão. Isso não se faz.
Marco concordou, baixando o olhar com vergonha genuína.
—Peço desculpas. De verdade. Fui um bisbilhoteiro e não devia ter feito isso. Aquilo pertence ao seu passado e eu não tinha direito nenhum. Não posso ficar bravo com você por algo que aconteceu muito antes de estarmos juntos.
Ficou em silêncio por alguns segundos, reunindo toda a coragem que lhe restava.
—Mais que isso… tenho que admitir que até gostei de te ver assim.
Yoselin olhou para ele incrédula, quase sem conseguir processar suas palavras.
—O que exatamente você quer dizer com isso?
—Sei lá… não me pergunta detalhes porque nem eu mesmo entendo direito, só tô sendo sincero. Também não é pra me julgar, mas… quando vi aquela foto pela primeira vez… me masturbei olhando pra ela.
Ela arregalou os olhos. Sua boca se entreabriu em choque.
—A primeira vez? Quer dizer que você viu mais vezes? Continuou mexendo no meu laptop quando eu não tava?
Marco engoliu em seco. Já estava comprometido demais pra voltar atrás. recuar.
—Tenho a foto salva no meu celular —confessou, com a voz carregada de vergonha.
—Por quê? Com que intenção você guardou? —perguntou ela, entre surpresa, irritada e visivelmente perturbada.
Ele hesitou por um momento, mas continuou sendo brutalmente honesto:
—Porque me masturbei inúmeras vezes olhando pra ela… quando você tá trabalhando ou quando não tá em casa.
Yoselin ficou paralisada. Por um instante, parecia que ia explodir de novo, mas algo dentro dela começou a brotar. Uma mistura estranha de vergonha profunda, surpresa e… uma excitação inesperada. Tentou manter a cara de raiva, mas as bochechas ficaram vermelhas.
Marco, num impulso arriscado, tirou o celular, procurou a foto e mostrou diretamente pra ela.
—Olha… é que ainda não consigo acreditar. Como você podia ter uma parada dessas? E ainda assim sente gostoso quando eu te como?
Yoselin olhou pra foto por vários segundos em silêncio. O rosto ficou ainda mais vermelho. Finalmente reagiu:
—Marco, adoro sua pica. Sério. É verdade que já tive picas maiores no passado, mas você come muito gostoso, me esquenta pra caralho. Sabe como me tocar, como me beijar, como me fazer gozar. Não trocaria sua pica nem seu jeito de me comer por nenhuma daquelas do passado. Agradeço você ser sincero comigo, mas… apaga essa foto agora mesmo.
Marco hesitou visivelmente, segurando o celular com força.
—Por que você não apagou ela todo esse tempo? —perguntou com voz suave, mas direta.
Ela não respondeu diretamente. Só olhou pra ele com intensidade.
—Ou apaga ou isso vai ficar feio —disse com tom sério e firme.
Marco, completamente contra mas se sentindo encurralado, apagou a foto na frente dela. Yoselin soltou um suspiro longo de alívio.
—Valeu —disse, suavizando a voz—. Vou te compensar por ter apagado.
Levantou do sofá e se aproximou dele com passos lentos e sedutores. Abriu a calça dele sem pressa, puxou a pica já meio dura e segurou com a mão quente.
—Nunca duvide que adoro sua pica gostosa —sussurrou. Olhando nos olhos dele com desejo.
Ela se abaixou e começou a chupar ele com muita fome. A boca quente e molhada envolveu ele fundo, chupando com gosto, lambendo a cabeça inchada e descendo até onde a garganta permitia. Marco gemeu alto e agarrou o cabelo dela com as duas mãos, guiando ela com cuidado.
Logo o tesão tomou conta dos dois de novo. A libido dos últimos dias não tinha diminuído nem um pouco. Yoselin subiu em cima dele no sofá, enfiou de uma vez até o fundo e começou a cavalgar com força, mexendo a cintura em círculos e pra cima e pra baixo num ritmo intenso. Marco beijava o pescoço dela com paixão, chupava os peitos dela, apertava e mordia de leve os bicos enquanto ela gemia cada vez mais alto.
Ela tava super quente. No meio do prazer avassalador, sem conseguir se segurar mais, Marco soltou perto do ouvido dela com voz rouca:
— Por que você não apagou a conversa com Carlos até agora… hein, putinha?
Yoselin arregalou os olhos, surpresa tanto pelo insulto quanto pela pergunta no meio do sexo. Mas o tesão do momento foi muito mais forte que a vergonha. Ela continuou se movendo em cima da rola dele com mais força e respondeu entre gemidos entrecortados:
— Porque às vezes… eu volto a ver a foto… pra me excitar… e lembrar como era a sensação… tão grande… tão cheia…
A rola de Marco deu um pulo dentro de Yoselin…
Yoselin continuou cavalgando com mais intensidade, a cintura se movendo com força enquanto a buceta molhada engolia a rola de Marco uma e outra vez. As palavras que ela tinha acabado de confessar flutuavam no ar, carregadas de eletricidade. Marco sentiu o pau dele inchar ainda mais dentro dela ao ouvir aquela admissão tão crua.
— Você lembra como se sentia cheia? — ele perguntou, apertando as nádegas dela com as duas mãos pra ajudar ela a descer mais fundo—. Fala a verdade, putinha… você sente falta dessa sensação às vezes?
Yoselin gemeu alto. Os peitos dela balançavam a cada investida. O suor escorria pelo pescoço e entre os seios. Por um momento, pareceu que ia negar, mas a excitação falou mais alto.
—Às vezes… sim —admitiu entre gemidos entrecortados—. Lembro o fundo que ela chegava… como me esticava tanto que doía gostoso. Mas não é só isso, Marco. Com você eu gozo mais forte porque sei que é você… porque você me olha como se quisesse me comer viva.
As palavras dela acenderam algo primitivo nele. Marco a pegou pela cintura com força e começou a meter de baixo pra cima, fodendo ela com golpes secos e profundos. O som molhado dos corpos se chocando enchia o quarto junto com os gemidos dos dois.
—Então me diz… —rosnou ele, sem parar de penetrar—, você bate uma vendo aquela foto… imagina que é essa rola grossa que tá abrindo sua buceta agora?
Yoselin soltou um gemido longo e trêmulo. As unhas dela se cravaram no peito de Marco. A buceta dela se contraiu em volta dele, cada vez mais apertada.
—Sim… às vezes sim —confessou quase sem fôlego—. Imagino que é maior… que tá me rasgando… mas termino gozando pensando em você. Em como você me olha enquanto me come.
Essa resposta foi demais pra Marco. Ele sentiu o orgasmo se aproximar como uma onda imparável. Agarrou o cabelo dela com uma mão e a forçou a olhar nos olhos dele enquanto a fodia com fúria.
—Quero que você goze pensando nisso agora —ordenou com voz grave—. Quero que você goze lembrando o grande que era… enquanto minha rola te enche.
Yoselin começou a tremer. Os movimentos dela ficaram mais erráticos, desesperados. De repente o corpo dela se tensionou por completo e um orgasmo violento a atravessou. Ela gritou sem controle, a buceta apertando e soltando a rola de Marco em espasmos fortes enquanto jorros de lubrificação escorriam pelas coxas dela.
Ver ela assim foi o estopim final. Marco meteu mais algumas vezes e explodiu dentro dela com um grunhido profundo, enchendo ela com jorros quentes e abundantes. Ficaram unidos, tremendo, respirando com dificuldade.
Quando as batidas do coração deles começaram a se acalmar, Yoselin se deixou cair sobre ele. Peito, ainda com ele dentro. Deu um beijo suave nos lábios e sussurrou:
—Isso não significa que quero voltar ao passado… mas adoro que você fique tão excitado com a minha história. Só me prometa que não vai mais fuçar nas minhas coisas sem permissão.
Marco acariciou as costas suadas dela e sorriu com malícia.
—Prometo… contanto que você continue me contando seus segredos quando ficar com tesão.
Yoselin soltou uma risada baixa e cansada, mordendo de leve o lábio inferior dele.
—Você é um tarado… mas é o meu tarado.
Ficaram abraçados no sofá, ainda conectados, enquanto a noite os envolvia. Pela primeira vez, a confissão não tinha aberto uma brecha entre eles. Pelo contrário: tinha fechado um ciclo de desejo e confiança torta que os unia ainda mais forte.
Sempre terminavam a sessão vendo pornô na televisão grande do quarto. No começo, seguiam o padrão de sempre: vídeos variados, posições criativas, muito oral apaixonado e finais intensos com gozadas dentro que deixavam Yoselin gemendo e tremendo. Mas aos poucos, sem que nenhum dos dois mencionasse abertamente, Marco começou a selecionar exclusivamente vídeos onde o ator principal tivesse a pica especialmente grande e grossa. Eram paus longos, grossos, cheios de veias, que pareciam impossíveis de enfiar por completo. As atrizes gemiam com uma mistura de dor e prazer extremo enquanto suas bucetas se esticavam ao limite em volta daquelas picas monstruosas.
Yoselin percebia isso perfeitamente. Cada vez que Marco passava o dedo na tela do celular procurando o próximo vídeo, ela via como ele escolhia só aquele tipo de conteúdo. Não a incomodava. Na verdade, uma parte dela sentia curiosidade e até um certo tesão. Mas a intriga começou a crescer dia após dia.
Era a noite do quinto dia consecutivo de transar intensamente. O quarto cheirava a sexo, suor e desejo. Tinham terminado uma sessão selvagem em que Yoselin tinha montado em Marco com fúria, quicando na pica dele enquanto gritava de prazer sem se importar se os vizinhos ouviam. Agora ambos estavam deitados na cama, suados, respirando ofegantes. Os lençóis estavam amassados e úmidos debaixo deles.
Yoselin se apoiou num cotovelo e olhou diretamente nos olhos dele, o cabelo preto bagunçado caindo sobre os ombros nus. Os peitos dela ainda se mexiam a cada respiração.
— Marco… posso te perguntar uma coisa? —disse com tom calmo, mas firme, sem desviar o olhar.
—Claro, pode falar —respondeu ele, ainda recuperando o fôlego.
—Reparei que ultimamente você só procura vídeos onde o cara tem o pau bem grande e grosso. Muito grosso, muito comprido… Por quê? Você gosta disso? Te excita ver como as garotas se esticam?
Marco ficou calado por um segundo. O coração começou a bater forte. Sentiu que tinha chegado a hora da verdade. Decidiu ser completamente sincero.
—Eu gosto de saber que você fica com tesão lembrando daqueles paus grandes do seu passado… —confessou em voz baixa—. Me excita imaginar você ficando mais molhada ao vê-los, lembrando como era a sensação deles dentro de você. Porque quando você fica mais quente e molhada, isso me deixa com muito mais tesão também.
Yoselin levantou uma sobrancelha, surpresa com a honestidade direta da resposta dele.
—E não te incomoda? Sério mesmo, não sente ciúme nem nada?
—Não… não me incomoda —respondeu ele com total sinceridade, olhando nos olhos dela—. Pelo contrário. Me deixa com muito tesão.
Ela ficou pensativa, mordendo levemente o lábio inferior. O silêncio se estendeu por alguns segundos no quarto. Marco respirou fundo. A culpa e a excitação estavam consumindo ele por dentro. Não dava mais pra guardar aquilo.
—Tem uma coisa que preciso confessar —soltou de repente, com a voz um pouco trêmula—. Entrei no seu Instagram por simples curiosidade. Vi as mensagens antigas. Li a conversa inteira com o Carlos… e vi a foto.
Yoselin ficou completamente gelada. A expressão dela mudou na hora: os olhos se arregalaram e o rosto passou da relaxação pós-gozo pra uma mistura de choque, vergonha e raiva.
—O quê? —a voz dela subiu de tom na mesma hora—. Você vasculhou minhas conversas privadas do passado? Viu aquela foto? Puta merda, Marco! Isso foi há muito tempo, antes da gente se conhecer. Como é que você mete o nariz nas minhas coisas assim? Era a minha privacidade!
Ela pulou da cama de uma vez, claramente irritada. O corpo nu brilhava de suor sob a luz fraca do quarto. lâmpada. Vestiu a roupa rapidamente e saiu do quarto com passos firmes.
—Não acredito que você fez isso — murmurou com raiva antes de pegar as chaves na mesa da sala e sair do apartamento, batendo a porta com força, ecoando por todo o prédio.
Marco ficou sozinho na cama, com o coração acelerado. Sentia-se profundamente arrependido por ter violado a confiança dela, mas ao mesmo tempo uma estranha excitação o invadia por finalmente ter soltado aquilo. Passaram-se várias horas. A noite já tinha caído completamente quando ele ouviu a chave girar na fechadura.
Yoselin entrou mais calma, embora ainda houvesse certa tensão em seu rosto. Fechou a porta com suavidade e sentou-se no sofá em frente a ele, cruzando as pernas. Vestia a mesma camiseta e nada mais por baixo.
—Tá bem… estou um pouco mais calma — disse, suspirando fundo. — Não faça mais isso nunca, Marco. Foi uma puta invasão de privacidade. Fiquei muito chateada por você ter visto aquela foto… mas o que mais me irrita é que você mexeu sem permissão. Isso não se faz.
Marco concordou, baixando o olhar com vergonha genuína.
—Peço desculpas. De verdade. Fui um bisbilhoteiro e não devia ter feito isso. Aquilo pertence ao seu passado e eu não tinha direito nenhum. Não posso ficar bravo com você por algo que aconteceu muito antes de estarmos juntos.
Ficou em silêncio por alguns segundos, reunindo toda a coragem que lhe restava.
—Mais que isso… tenho que admitir que até gostei de te ver assim.
Yoselin olhou para ele incrédula, quase sem conseguir processar suas palavras.
—O que exatamente você quer dizer com isso?
—Sei lá… não me pergunta detalhes porque nem eu mesmo entendo direito, só tô sendo sincero. Também não é pra me julgar, mas… quando vi aquela foto pela primeira vez… me masturbei olhando pra ela.
Ela arregalou os olhos. Sua boca se entreabriu em choque.
—A primeira vez? Quer dizer que você viu mais vezes? Continuou mexendo no meu laptop quando eu não tava?
Marco engoliu em seco. Já estava comprometido demais pra voltar atrás. recuar.
—Tenho a foto salva no meu celular —confessou, com a voz carregada de vergonha.
—Por quê? Com que intenção você guardou? —perguntou ela, entre surpresa, irritada e visivelmente perturbada.
Ele hesitou por um momento, mas continuou sendo brutalmente honesto:
—Porque me masturbei inúmeras vezes olhando pra ela… quando você tá trabalhando ou quando não tá em casa.
Yoselin ficou paralisada. Por um instante, parecia que ia explodir de novo, mas algo dentro dela começou a brotar. Uma mistura estranha de vergonha profunda, surpresa e… uma excitação inesperada. Tentou manter a cara de raiva, mas as bochechas ficaram vermelhas.
Marco, num impulso arriscado, tirou o celular, procurou a foto e mostrou diretamente pra ela.
—Olha… é que ainda não consigo acreditar. Como você podia ter uma parada dessas? E ainda assim sente gostoso quando eu te como?
Yoselin olhou pra foto por vários segundos em silêncio. O rosto ficou ainda mais vermelho. Finalmente reagiu:
—Marco, adoro sua pica. Sério. É verdade que já tive picas maiores no passado, mas você come muito gostoso, me esquenta pra caralho. Sabe como me tocar, como me beijar, como me fazer gozar. Não trocaria sua pica nem seu jeito de me comer por nenhuma daquelas do passado. Agradeço você ser sincero comigo, mas… apaga essa foto agora mesmo.
Marco hesitou visivelmente, segurando o celular com força.
—Por que você não apagou ela todo esse tempo? —perguntou com voz suave, mas direta.
Ela não respondeu diretamente. Só olhou pra ele com intensidade.
—Ou apaga ou isso vai ficar feio —disse com tom sério e firme.
Marco, completamente contra mas se sentindo encurralado, apagou a foto na frente dela. Yoselin soltou um suspiro longo de alívio.
—Valeu —disse, suavizando a voz—. Vou te compensar por ter apagado.
Levantou do sofá e se aproximou dele com passos lentos e sedutores. Abriu a calça dele sem pressa, puxou a pica já meio dura e segurou com a mão quente.
—Nunca duvide que adoro sua pica gostosa —sussurrou. Olhando nos olhos dele com desejo.
Ela se abaixou e começou a chupar ele com muita fome. A boca quente e molhada envolveu ele fundo, chupando com gosto, lambendo a cabeça inchada e descendo até onde a garganta permitia. Marco gemeu alto e agarrou o cabelo dela com as duas mãos, guiando ela com cuidado.
Logo o tesão tomou conta dos dois de novo. A libido dos últimos dias não tinha diminuído nem um pouco. Yoselin subiu em cima dele no sofá, enfiou de uma vez até o fundo e começou a cavalgar com força, mexendo a cintura em círculos e pra cima e pra baixo num ritmo intenso. Marco beijava o pescoço dela com paixão, chupava os peitos dela, apertava e mordia de leve os bicos enquanto ela gemia cada vez mais alto.
Ela tava super quente. No meio do prazer avassalador, sem conseguir se segurar mais, Marco soltou perto do ouvido dela com voz rouca:
— Por que você não apagou a conversa com Carlos até agora… hein, putinha?
Yoselin arregalou os olhos, surpresa tanto pelo insulto quanto pela pergunta no meio do sexo. Mas o tesão do momento foi muito mais forte que a vergonha. Ela continuou se movendo em cima da rola dele com mais força e respondeu entre gemidos entrecortados:
— Porque às vezes… eu volto a ver a foto… pra me excitar… e lembrar como era a sensação… tão grande… tão cheia…
A rola de Marco deu um pulo dentro de Yoselin…
Yoselin continuou cavalgando com mais intensidade, a cintura se movendo com força enquanto a buceta molhada engolia a rola de Marco uma e outra vez. As palavras que ela tinha acabado de confessar flutuavam no ar, carregadas de eletricidade. Marco sentiu o pau dele inchar ainda mais dentro dela ao ouvir aquela admissão tão crua.
— Você lembra como se sentia cheia? — ele perguntou, apertando as nádegas dela com as duas mãos pra ajudar ela a descer mais fundo—. Fala a verdade, putinha… você sente falta dessa sensação às vezes?
Yoselin gemeu alto. Os peitos dela balançavam a cada investida. O suor escorria pelo pescoço e entre os seios. Por um momento, pareceu que ia negar, mas a excitação falou mais alto.
—Às vezes… sim —admitiu entre gemidos entrecortados—. Lembro o fundo que ela chegava… como me esticava tanto que doía gostoso. Mas não é só isso, Marco. Com você eu gozo mais forte porque sei que é você… porque você me olha como se quisesse me comer viva.
As palavras dela acenderam algo primitivo nele. Marco a pegou pela cintura com força e começou a meter de baixo pra cima, fodendo ela com golpes secos e profundos. O som molhado dos corpos se chocando enchia o quarto junto com os gemidos dos dois.
—Então me diz… —rosnou ele, sem parar de penetrar—, você bate uma vendo aquela foto… imagina que é essa rola grossa que tá abrindo sua buceta agora?
Yoselin soltou um gemido longo e trêmulo. As unhas dela se cravaram no peito de Marco. A buceta dela se contraiu em volta dele, cada vez mais apertada.
—Sim… às vezes sim —confessou quase sem fôlego—. Imagino que é maior… que tá me rasgando… mas termino gozando pensando em você. Em como você me olha enquanto me come.
Essa resposta foi demais pra Marco. Ele sentiu o orgasmo se aproximar como uma onda imparável. Agarrou o cabelo dela com uma mão e a forçou a olhar nos olhos dele enquanto a fodia com fúria.
—Quero que você goze pensando nisso agora —ordenou com voz grave—. Quero que você goze lembrando o grande que era… enquanto minha rola te enche.
Yoselin começou a tremer. Os movimentos dela ficaram mais erráticos, desesperados. De repente o corpo dela se tensionou por completo e um orgasmo violento a atravessou. Ela gritou sem controle, a buceta apertando e soltando a rola de Marco em espasmos fortes enquanto jorros de lubrificação escorriam pelas coxas dela.
Ver ela assim foi o estopim final. Marco meteu mais algumas vezes e explodiu dentro dela com um grunhido profundo, enchendo ela com jorros quentes e abundantes. Ficaram unidos, tremendo, respirando com dificuldade.
Quando as batidas do coração deles começaram a se acalmar, Yoselin se deixou cair sobre ele. Peito, ainda com ele dentro. Deu um beijo suave nos lábios e sussurrou:
—Isso não significa que quero voltar ao passado… mas adoro que você fique tão excitado com a minha história. Só me prometa que não vai mais fuçar nas minhas coisas sem permissão.
Marco acariciou as costas suadas dela e sorriu com malícia.
—Prometo… contanto que você continue me contando seus segredos quando ficar com tesão.
Yoselin soltou uma risada baixa e cansada, mordendo de leve o lábio inferior dele.
—Você é um tarado… mas é o meu tarado.
Ficaram abraçados no sofá, ainda conectados, enquanto a noite os envolvia. Pela primeira vez, a confissão não tinha aberto uma brecha entre eles. Pelo contrário: tinha fechado um ciclo de desejo e confiança torta que os unia ainda mais forte.
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