Saí do meu escritório e fui pro bar, como toda tarde depois do trabalho. As imagens do último vídeo que o Pablo tinha me mandado ainda estavam rodando na minha cabeça. Minha esposa tinha dado pra três colegas de trabalho. E não só isso, tinha ficado bem claro que ela era a putinha deles. Reconhecido por ela mesma.
A mistura de tesão e raiva aumentava conforme eu me aproximava do bar. Será que ia encontrar os três que comeram minha mulher? Entrei. Consegui identificar o grupo no fundo do balcão. Estavam o Arturo, o Gonzalo e o Narciso. Nem sinal do Pablo nem do Abraham.
— E aí, como vocês estão? — saudei.
— Aqui, falando do jogo de ontem — comentou o Arturo.
Não tavam falando de mulher? Pode ser que fosse porque o Abraham não tava, e isso fazia com que a troca de ideia com o Narciso não desembocasse no assunto de mina e sexo. Mas por outro lado, é verdade que o Narciso não precisava de ajuda de ninguém pra falar de sexo. E esse fim de semana tinha dado uma desculpa foda pra ele ter assunto. Embora falar que comeu minha mulher junto com mais gente do grupo não fosse o tema mais adequado, ainda mais envolvendo mais gente do trabalho. Mesmo assim, ele tava bem tranquilo pra quem ele é.
— Como foi o fim de semana de vocês? — perguntei.
— Bom, como sempre, com a patroa — soltou o Narciso.
Com a patroa? Sim, claro, mas de quem? A dele não, isso tava na cara. Mais certo seria ter dito que tava commeuParienta. Uma sensação de raiva percorria meu corpo. Ter ele na minha frente me fazia lembrar das imagens que tinha visto momentos antes no computador. Lembrava nitidamente de como ele comia ela e, na hora de gozar, a Alba parava ele pra tirar a camisinha e assim ele esporrar dentro dela. Lembrava de como se beijavam e ele lambia a cara dela, aquele porco. Como ele obrigava ela a comer o cu peludo dele ou como no final ele mijou nela. Naquele momento, lembrando dessas humilhações, eu quebraria a cara dele, mas ao mesmo tempo sentia uma vontade incontrolável de me masturbar de novo, porque lembrar de todas essas humilhações com minha mulher e ter na frente quem as fez me deixava com tesão.
Tentei sondar um pouco mais, pra ver se ele soltava algo que de alguma forma insinuasse o que fez no sábado à noite, mas não teve jeito. Na mentira dele, mantinha a história de que tinha passado o fim de semana com a companhia chata da mulher dele. Perguntei pelo Pablo e pelo Abraham.
— O Pablo, pelo visto, surgiu não-sei-o-quê de uma venda e teve que sair fora. O outro não pôde vir hoje. Pelo visto teve um fim de semana agitado — sorriu Narciso.
Será que ele tava se referindo à noite com a Alba?
Depois de tomar algo, fui embora mais cedo que o normal. Tava indo pra casa, mas não conseguia parar de pensar no vídeo. Precisava falar com o Pablo, já que tudo tinha saído do controle. Peguei meu celular e liguei pra ele.
— Alô? Fala, João, beleza?
— Que porra vocês fizeram no outro dia? — cobrei. — Vocês passaram dos limites.
— Eu sei, eu sei. Tudo escapou um pouco do meu controle…
— Um pouco? Por que você teve que levar esses dois pra comer ela também?
— Calma, João, se acalma. Vou te explicar tudo — Ele parou uns segundos, talvez pra organizar o argumento. — Durante esse tempo, não foi só uma vez que encontrei a Alba, como te mostrei no vídeo. A gente se viu mais algumas tardes. E claro, mantivemos contato, conversando no WhatsApp todo dia. Pelo que a gente conversou, falamos de tudo. entre outras coisas dos nossos vícios e fantasias.
›› Então ela me contou que a excitava muito se ver rodeada de homens que quisessem foder ela e gozar com todos. Nunca te disse isso?
— Não — falei seco. — Parece que você a conhece melhor do que eu em certos aspectos.
— A questão é que isso me deu uma ideia. Pensei que seria uma boa ideia matar dois coelhos com uma cajadada só. Por um lado, realizava a fantasia dela e, por outro, com certeza você ia adorar ver aquilo, em vez de foder só comigo. Porque você gostou, né?
Por alguns segundos, tentei bancar o durão e não responder, mas no fim tive que admitir:
— Sim. Mas vocês passaram demais da conta com ela.
— Bom, talvez um pouquinho, mas lembra que muitas coisas ela aceitou por livre e espontânea vontade. Por exemplo, foi ela quem quis que o Narciso gozasse dentro dela. Ninguém obrigou, na verdade a gente tava preparado com nossas camisinhas — Isso era verdade, todos tinham colocado no começo da noite. — É verdade que o Narciso exagerou um pouco, principalmente na parte de mijar nela. Mas não pareceu que ela ligou muito. Olha o que ela fez comigo. Foi ela que pegou na minha piroca pra eu mijar nela. E ninguém mandou ela engolir. E a ideia do Abraham mijar dentro da buceta dela foi dela…
— Tá, tá, entendi… — já tava cansado de ouvir o que no fundo eu já sabia. Podiam ter passado dos limites com ela em certos momentos, mas a grande maioria das situações foi ela quem provocou. De algum jeito, queria defendê-la e culpar os outros, mas sabia que não podia. — O que me fode é que você teve que escolher esses dois. Com a quantidade de caras que você conhece, tinha que escolher justamente dois que eu conheço.
— Bom, isso deixava mais divertido, né? — ele riu. — Eu não falei nada sobre você pra eles. Eles não sabem com quem transaram. Então fica tranquilo que sua reputação tá segura comigo.
›› Narciso você já sabe como é. Não parou de perguntar sobre ela desde que contei que a gente tinha fodido. Entre brincadeiras, falei que um dia se ia vir comigo pra foder ela e ficou todo animado. Então quando vi que isso podia rolar, pensei nele. Além disso, achava engraçado um tarado como ele comer ela só pra ver no que dava.
›› E pensando em quem mais podia vir, lembrei do Abraham. Queria ver ele se cagando de medo, pra provar que a marra dele era só mentira, mas tava enganado…
Era verdade. No vídeo ficou provado. Ele era um comedor nato. E ainda por cima não mentia sobre o tamanho da pica dele. Vi a Alba gozar como nunca por causa dele.
– Isso sim – continuou Pablo –, trazer o Abraham foi um erro.
– Por quê?
– Eu perdi ela.
– Como assim? – perguntei.
– É isso, perdi ela. Ela perdeu todo o interesse em mim. Desde que viu o Abraham, ficou como hipnotizada. Não viu ela gritar? – ele riu. – Depois do que você viu no vídeo, fomos pro banheiro tomar banho. Eles tomaram banho juntos e ficaram se esfregando e se beijando sem parar. Depois de limpos, o Narciso foi pra casa dele, mas como a Alba ia passar a noite na minha, ela pediu se o Abraham podia ficar. Eu não neguei, mas ela pediu o quarto pra eles. Tive que me contentar em dormir no quarto de hóspedes. Na minha própria casa!
Caralho! De algum jeito, dava pra sentir o Pablo com ciúmes. O Abraham tinha roubado a amante dele. O estranho da situação é que ele tava contando isso pra mim, que era o marido.
– Passaram a noite toda fodendo. Não se ouvia outra coisa além dos rangidos da cama e dos gritos da Alba. Já tava perto da madrugada quando pararam e dormiram. Eu, de vingança, gozei na cara dela enquanto ela dormia – ele disse entre gargalhadas. Lembrava bem, porque tinha se dado ao trabalho de gravar. – Acordaram perto da hora do almoço e foram embora juntos. Segundo o Abraham, ele ia deixar ela na sua casa, mas por uma mensagem que ela me mandou de tarde, eles se distraíram fodendo dentro do carro dele num parque. Não sei o que mais fizeram.
Agora entendia a cara de cansada que a Alba tinha quando finalmente apareceu em casa. Tinha Tive uma maratona de sexo a noite toda e parte da manhã. Normal que a única coisa que ela queria ao entrar em casa era dormir e se recuperar.
— É aí que eu perco o rastro da sua mulher. Mandei mensagem pra ela à tarde pra perguntar. Ela só me respondeu agradecendo pela noite e por ter realizado a fantasia dela. Não me escreveu mais. Entendo que me trocou pelo garoto musculoso de pau grande — ele riu.
— Então você não vai mais encontrar com ela? — perguntei.
— Não sei. Parece que agora não tô muito no interesse dela. Com o tempo vou tentar marcar de novo, não queria perder essa fera.
O fato de Alba sair e transar com Pablo me dava uma certa segurança. Estando com ele, eu conseguia saber mais ou menos o que rolava com ela e onde ela tava. Se Pablo perdesse o contato, eu não conseguiria controlar os passos dela, sem falar que ficava sem os vídeos…
Cheguei em casa e, como nas outras vezes, Alba não dava nenhum sinal de ter me traído. Dentro de casa, tudo parecia normal. Isso me fez pensar em algo. Ela dominar tão bem a situação, como se nada tivesse acontecido, será que era porque ela era uma ótima atriz e mentia muito bem, ou pelo contrário, significava que muito antes disso com Pablo, ela já tinha me enganado com outros e, portanto, esse era o estado natural dela?
Depois do jantar, ela foi rapidamente pra cama. Disse que tava exausta porque hoje na academia tinha feito mais exercício do que o normal. Percebi que ela tava com uma leve dificuldade pra andar direito. Perguntei:
— E essa mancada?
— Ah! São só dores musculares. Já te falei, hoje exagerei na academia.
Tava convencido de que essas dores eram por causa da sessão de sexo pesado que deram nela outro dia, que hoje apareceram. Ou talvez ela tenha visto o Abraham de novo hoje em vez de ir pra academia, já que acabei de lembrar que hoje o Abraham não foi trabalhar. Podia ser…
No dia seguinte, encontrei o Pablo no trabalho. Ele confirmou o que eu já desconfiava: que não tinha tido mais notícias da Alba.
Na hora das cervejas, a gente se juntou todo mundo. Hoje o trio que comeu minha mulher estava completo. Mesmo o papo sendo de sexo de novo, nenhum dos três fez qualquer menção à noite passada com a Alba. Me impressionava como eles fingiam bem, parecia que o que eu vi no vídeo nunca tinha acontecido de verdade.
O Abraham ficava olhando e respondendo sem parar as mensagens que chegavam no celular dele. Por curiosidade, olhei o meu. Entrei no chat da minha mulher entre os vários grupos do WhatsApp. Vi que ela aparecia como "online". Será que os dois estavam conversando naquele exato momento?
Não consegui tirar mais nada daquela tarde. Era irritante pra caralho ver que nenhum dos amantes da minha mulher dava a menor pista sobre o que rolou no outro dia.
Em casa, durante o jantar, o celular da Alba não parava de vibrar. Tinha certeza de que era o Abraham mandando aquelas mensagens.
— Quem tá te escrevendo tanto?
— Nada, as minas do trabalho. Já tão planejando outra saída — provavelmente era outra mentira pra ter uma desculpa pra sair, muito provavelmente com o Abraham.
— Outra? Mas se você saiu com elas outro dia! Me dá o celular aqui que vou responder que você não pode sair tanto e largar seu marido de mão…
Enquanto falava, peguei o celular da mesa e me virei pra tentar desbloquear. Óbvio que não consegui. Primeiro porque, assim que peguei o celular, a Alba já tava em cima de mim tentando tirar. Segundo porque, mesmo a gente sabendo os padrões de desbloqueio um do outro, vi que ela tinha mudado o dela, me impedindo de entrar nas conversas.
Com o celular na mão e visivelmente nervosa, a Alba me olhava de olhos arregalados, como se eu tivesse pegado ela num vacilo ou desconfiado de algo. Aquela demonstração de "medo", vamos chamar assim, me agradou. Ver ela naquela situação de certa insegurança, tenho que confessar que me agradou.
— Tô te deixando na mão? — disse Alba rapidamente pra mudar de assunto.
— Sim, faz tempo que a gente não transa — falei como se não tivesse dado importância ao que rolou antes com o celular.
— Você tem razão, nessas últimas semanas não te dei muita bola. Tive uma correria no trabalho e ainda os rolês de fim de semana com as minhas amigas… Tá com vontade?
— Claro — respondi, como se não soubesse que a correria no trabalho e os rolês com as amigas eram, na verdade, a galha que eu tinha levado.
Fomos pra cama. Começamos a nos beijar e a nos acariciar. Eu tava com muito tesão. Apesar de ter passado esses dias todo me punhetando igual um louco com os vídeos, não tinha conseguido ficar com a minha mulher assim, então voltar a pegar nos peitos dela e acariciar a buceta dela era algo que eu sentia falta.
Rapidamente a gente se pelou. E ela sentou na minha cara pra eu poder chupar a buceta dela. Comecei a lamber. Ela estar em cima de mim, sentada na minha cara, era algo que me excitava pra caralho. Eu tava totalmente submisso a ela. Ela controlava o tempo que queria que eu lambesse, ela dominava e eu adorava isso. Enquanto eu enfiava minha língua na buceta dela e a ponta do meu nariz encostava no cu dela, vinham na minha mente as picas que já tinham entrado naquela buceta que eu tava lambendo. Meu pau, que já tinha começado a crescer, reagiu na hora às imagens que passavam na minha cabeça. Imagens da Alba com o Pablo, com o pervertido do Narciso e com o pica grossa do Abraão.
Não sei se a Alba tava pensando algo parecido naquele instante. Será que ela também tava revivendo o que tinha vivido nos fins de semana anteriores? Será que enquanto eu chupava a buceta dela, ela fantasiava que era outro, talvez o Pablo ou quem sabe o Narciso, que tava lambendo ela no meu lugar?
Vendo o tamanho que meu pau tinha alcançado, a Alba se inclinou pra levar ele na boca. Começou a me chupar e por alguns minutos a gente curtiu um 69 excitante. Enquanto ela chupava meu pau e brincava com minhas bolas, uma ideia passou pela minha cabeça.
Nunca tinha feito isso comigo, Alba, mas naquele momento eu tinha gravado a fogo na minha mente a imagem dela com o rosto enfiado entre as nádegas do Narciso, lambendo o cu dele. O beijo grego era algo que Alba nunca tinha querido praticar comigo, mas que não hesitou em fazer (e curtir) com desconhecidos.
Me mexi um pouco pra indicar pra Alba que queria sair de entre as pernas dela, mas peguei suavemente no cabelo dela pra indicar que não parasse de me chupar. Ela se ajeitou de novo entre minhas pernas. Nessa posição, aproveitei e levantei as pernas, expondo meu cu pra ela. Ela ficou parada uns segundos, como se não entendesse o que eu tava fazendo. Olhava diretamente nos olhos dela, observando a reação. Sabia que ela tinha entendido perfeitamente o que eu queria que ela fizesse, mas ela, como se não soubesse do que se tratava, continuou chupando meu pau.
Peguei ela pelo cabelo de novo e, puxando, levei o rosto dela até meu cu.
— O que cê tá fazendo? — protestou.
— Quero que você coma meu cu.
— Mas que porra…
Não deixei ela falar, não tava interessado. Apertei o rosto dela contra meu cu. Ela resistiu, mas finalmente senti ela esticar a língua e passar em volta do meu cu, fazendo círculos com ela seguindo o contorno do meu buraco. Eu tava no céu naquele momento. Não parava de apertar a cabeça dela contra meu cu com uma mão, enquanto com a outra eu batia uma pro meu pau, que deslizava sem dificuldade nenhuma graças à baba que ela tinha deixado antes quando tava me chupando. Alonguei aquele instante o máximo que pude. Aquela sensação tão gostosa, não entendo por que ela tinha me negado por tanto tempo, mas em compensação dava de graça sem esforço nenhum pra qualquer outro.
Eu sentia que ela queria protestar. Cada vez que tentava parar ou falar alguma coisa, eu esmagava o rosto dela de novo contra meu cu, deixando meu saco cair no nariz dela. Adorava ter ela assim. Não só pelo prazer físico que a língua dela me dava. Língua no meu cu, mas sim por poder castigá-la de alguma forma pelas chifradas que ela tinha me dado.
Quando achei que era hora, depois de mais alguns minutos assim, soltei a cabeça dela. Ela se levantou ofegante, com a boca e o nariz cheios de saliva.
— Mas que porra de jogo é esse, sua puta? — protestou.
— Cala a boca!
Puxei ela e joguei na cama, de bruços. Subi e deitei em cima dela, tentando esmagá-la com meu peso. Ela esperneou, mas não dei chance, segurei os pulsos dela e imobilizei. Mexi a cintura procurando com meu pau a entrada da buceta dela. Senti a umidade e o calor, e com uma estocada forte enfiei o pau até o talo. Deve ter sido desconfortável pra ela a rapidez com que entrou, porque ela reclamou e gritou, mas naquele momento eu não tava nem aí. Queria dar uma lição nela pelo que tinha feito, pela puta que ela tinha sido, como ela mesma dizia, transando com funcionários do meu escritório. Além disso, eu tava tão tarado que não pensava em outra coisa a não ser gozar.
Comecei a foder ela com estocadas duras e profundas. Ela gemia, não sei se de prazer ou dor, ou talvez uma mistura dos dois. Aumentei o ritmo. Tava sendo uma foda violenta, mas não me importava. Tava muito excitado, fora de controle. As imagens dos vídeos vinham na minha cabeça, o que me fazia acelerar ainda mais. E ter ela ali, submissa a mim e dominada, me deixava ainda mais louco.
Num certo momento, o pau escapou e saiu da buceta dela. Peguei ele pra meter de novo, mas me segurei. Por que vou foder a buceta dela se tenho o cu dela? Coloquei a cabeça do pau no ânus dela e empurrei. Ela não esperava e não tava preparada. Gritou de dor. A cabeça tinha entrado, mas ainda era cedo pra enfiar tudo. Tirei e meti de novo na buceta, pra lubrificar bem com os fluidos dela. De novo, tirei e pressionei no cu dela. Dessa vez entrou um pouco mais. Repeti a operação entre os gritos da Alba. Aos poucos, o pau foi abrindo caminho. Caminhei no cu da minha mulher até que tava dentro. Demorou menos pra entrar do que eu esperava. Com certeza, apesar de tudo, a agressividade dessa foda também tava deixando a Alba com muito tesão.
Comecei a comer a bunda dela com rapidez e fúria. Tava pouco me fodendo se eu gozasse em dois minutos. Só queria gozar. Comer minha mulher, que há tempos eu não provava, mas que tinha sido usada por outros mais de uma vez. E foi assim. A excitação fez com que em questão de minutos eu gozasse dentro do cu da Alba. Caí exausto em cima dela, esmagando ela de novo com meu peso. Ficamos assim uns instantes respirando ofegante. Finalmente tirei meu pau do cu dela e me deitei na cama olhando pro teto, satisfeito com a foda.
— Cê é um filho da puta — reclamou Alba enquanto tocava a bunda, provavelmente meio dolorida. — Vou no banheiro me limpar.
— Espera que vou contigo, tenho que mijar.
Ela sentou na privada e com um pedaço de papel começou a limpar o cu, de onde começava a escorrer minha porra. Na minha mente voltou outra imagem do último vídeo. Vi ela sentada na privada e, sem hesitar, me aproximei dela com o pau na mão.
— Abre a boca, que tô com vontade de mijar.
— Que porra é essa? — disse ela olhando primeiro pro meu pau que apontava direto na cara dela e depois pra mim. — Cê vai mijar? Então espera eu terminar.
— Não, quero mijar em cima de você.
— Mas que merda cê tá falando? Nem pensa nisso.
— Então pensa que sou o Pablo. Ou o Narciso, ou o Abraão. Quem você preferir.
Falei sem pensar. Saiu natural. Minha intenção era só fazer com ela o mesmo que eu tinha visto ela fazer com outros caras. Mas a recusa dela comigo em fazer certas coisas que com outros ela fazia tinha me irritado. Por que ela negava pra mim, que era o marido dela, o que pra desconhecidos ela fazia sem reclamar? Essa irritação fez saírem da minha boca essas palavras. Palavras que brotaram sem controle, sem pensar. Eu tinha me descoberto. Acabava de confessar que sabia das traições dela.
Alba ficou pálida e Muda. Ela me encarava fixamente, tentando dizer algo, mas só saíam sons engasgados.
— O que você disse? — falou com a voz fraca.
Já era tarde pra disfarçar. Eu tinha me entregado sozinho. Não fazia sentido fingir.
— Eu sei o que você vem fazendo com aquela gente.
— Eu posso explicar… — a voz dela começou a tremer — Me desculpa muito! Fui uma idiota. Eu não queria, mas me deixei enganar e perdi o controle… — ela começou a chorar.
Partia meu coração vê-la assim. Não queria vê-la chorando. Não era algo que eu buscava. Muito pelo contrário, adorava vê-la gozar com outros caras. Ela curtia e eu curtia vendo. Mas vi uma oportunidade nisso. Podíamos continuar os dois se divertindo, mas comigo no controle da situação. Mesmo que, pra isso, a Alba tivesse que sofrer um pouquinho…
— Não parecia que estavam te enganando nem um pouco. Pelo que sei, não precisava te forçar muito pra você chupar a pica do meu chefe ou de qualquer outro — continuei tentando parecer sério e soar afetado.
— Como você soube?
— Porque eu vi. O Pablo, o filho da puta, me mostrou. Sei de tudo. Mais ainda, tenho tudo gravado em vídeo.
— Como assim, gravado?
— Sim, ele gravou pra me mostrar e esfregar na minha cara. Ele ficou de olho em você e me garantiu que ia conseguir te comer sem problema nenhum. Eu desafiei ele, achando que não teria coragem, e principalmente porque confiava em você… — Ela chorou de novo. Doía ser tão duro com ela e fazê-la se sentir culpada por algo que eu tinha provocado e, acima de tudo, que tinha curtido. Mas confiava que essa jogada ia dar certo.
— Então, e entre vocês..?
— Não tem mais nada. Cortei a amizade com ele — menti. — Como eu poderia continuar sendo amigo depois do que ele fez? Também não posso fazer mais nada, porque no vídeo dá pra ver claramente que você faz por vontade própria. Não é estupro nem nada do tipo. O pior é que, agora, todo dia tenho que aguentar ver o cara que comeu minha mulher.
— Amor, sério, Sinto muito. Não sei o que deu em mim…
—E agora esse tal de Abraham?
—Desculpa, amor, juro que não vou mais falar nem sair com ele. Isso tudo fugiu do meu controle. Foi só sexo. Nunca teve nenhum sentimento envolvido. Eu juro.
—Vamos deixar pra lá por hoje. Amanhã a gente tem que trabalhar e eu tô cansado de ficar remoendo isso. Amanhã a gente conversa com calma.
A conversa terminou aí. Ainda acho que fui duro com ela, mas também reconhecia que curtia vê-la submissa. Dava pra tirar um bom proveito da situação. Fui pra cama e, aproveitando que ela ficou mais um tempinho no banheiro lavando o rosto depois de ter chorado, peguei meu celular e mandei uma mensagem rápida pro Pablo:
“Amanhã te conto tudo. Se o Abraham te escrever, diz que não sabe de nada. Se a Alba te procurar, fala que a gente discutiu depois que você me mostrou o vídeo e que não estamos mais nos falando. Amanhã te conto tudo. Confia em mim.”
Na manhã seguinte, no escritório, o Pablo veio até minha sala pra saber o que tinha rolado.
—Mas o que aconteceu? Tô morrendo de curiosidade. O Abraham não para de encher o saco por causa da Alba. Diz que ela não responde mais as mensagens dele e me pergunta se eu sei de algo. Já falei que ela também não me responde e que não sei nada dela há dias. O que você fez?
—Eu? Só falei que sabia o que ela tinha feito com vocês.
—Porra! E por que você fez isso?
—Simplesmente escapou. Não era minha intenção falar, mas acabei falando.
—E você também disse que eu gravei e que você viu?
—Sim. Te coloquei como o amigo filho da puta que tentou roubar minha esposa e que gravou pra esfregar na minha cara. Agora ela acha que a gente não se fala.
—Então você tá mentindo pra ela, né?
—Só um pouco. Ela já mentiu pra mim antes. Agora quero tirar proveito disso. E você pode ter a chance de reconquistá-la.
—Como? —perguntou o Pablo, visivelmente animado.
—Ela foi a putinha de vocês, não foi? Agora quero que ela seja a minha. E se for minha putinha, vou foder com quem eu quiser.
—E com quem? Você quer me incluir também, né?
— Depende de como você se comportar. Por enquanto, continua com a história de que não sabe nada dela. E se a Alba quiser falar com você, diz que depois de me mostrar os vídeos, eu parei de falar com você. Tenho que te aturar no trabalho porque não tenho outra escolha, mas nossa amizade acabou. Entendeu?
— Sim, perfeitamente — respondeu Pablo com um sorriso. — Porra, cara, você tá irreconhecível — riu.
A resenha no bar foi como sempre costumava ser antes de qualquer um dos meus colegas ter comido a minha mulher. Finalmente eu podia ficar tranquilo e confiante nessas reuniões. Sentia que tinha recuperado de alguma forma o controle sobre a minha esposa. Quem eu vi diferente foi o Abraham, que ficava olhando o celular o tempo todo. Imagino que esperava alguma mensagem da Alba que não chegava. Também não senti muita pena dele. Em um ou dois dias ele voltaria a ser o mesmo de sempre, depois de conversar com alguma outra mina que cairia nos braços dele e esqueceria a minha mulher. Não precisava pensar mais nisso. De qualquer forma, não seria muito duro com a Alba e muito provavelmente em pouco tempo daria permissão pra ela voltar pra quem tanto a fez gozar.
Voltei pra casa. Alba estava me esperando no sofá. Apesar de ter se recomposto em relação à noite passada, ainda dava pra ver no rosto dela uma certa amargura e tristeza. Imagino que a ideia de que eu pudesse largar ela e a vida dela mudar completamente a martirizava. No fundo, sabia que ela me amava e que o que teve com eles foi só sexo, embora às vezes, como aconteceu com o Abraham, essa linha pudesse ser meio confusa. Mas eu a via realmente abalada. Logo isso ia mudar, não queria que ela sofresse mais do que o necessário. Mas ainda precisava me mostrar sério e afetado.
Jantamos praticamente sem falar. Depois do jantar, procurei no bolso da minha jaqueta e tirei o último pendrive que o Pablo me deu. Conectei na televisão e começou a passar o vídeo com o qual tanto tinha me masturbado. Alba assistia com os Olhos bem abertos. Me ver na televisão começando a beijar o Pablo na minha frente fez ela corar de vergonha. Dava pra perceber que os olhos dela também ficaram marejados.
— Isso é o que eu tive que ver. Isso é o que eu vi de você — falei.
— Me desculpa, de verdade… — A Alba tentava olhar pra outro lado por causa da vergonha de se ver na tela.
Avancei um pouco mais o filme. Agora a gente via a cena onde o Pablo tava chupando a buceta dela enquanto ela tava com a pica monstruosa do Abraham na buceta. Continuei avançando o filme, vendo várias cenas diferentes. A Alba não falava nada, só olhava, ou melhor, se via fodendo e chupando outros caras. Do meu lado, as cenas que a gente tinha visto já tinham feito efeito e, por baixo da calça, minha pica já tinha crescido pra caralho. Abaixei a calça e a cueca até o tornozelo e comecei a bater uma bem devagar. A Alba me olhou chocada. Não acreditava que eu tava me masturbando vendo ela, na tela da TV, me traindo com outros caras.
— Mas o que…?
— Cala a boca! — interrompi.
Continuei batendo uma e trocando de cena. Cada vez mais tarado. Olhava pra Alba e não sabia decifrar o que ela tava pensando naquele momento. Ela parecia um pouco menos nervosa do que quando a gente começou a ver o filme, mas o fato de eu estar do lado dela no sofá batendo uma devia parecer estranho pra ela.
Finalmente, quase no fim do vídeo, apareceu a famosa cena onde ela era mijada pelo Narciso.
— Você é nossa putinha, não é? — deu pra ouvir o Narciso falando na tela.
— Sim — respondeu a Alba na TV.
Parei o vídeo e olhei pra ela. Ela tava vermelha de vergonha por ter se declarado a putinha dos meus colegas. Levantei. Agarrei ela pelo cabelo e pressionei minha pica contra os lábios dela. Finalmente ela teve que abrir a boca e receber minha pica até a garganta. Segurando pelo cabelo, comecei a foder a boca dela.
— Então você é a putinha de todos eles, hein? — perguntei sem esperar resposta. A Alba… Eu continuei com meu pau fodendo a boca dela, de onde só saíam uns gemidos guturais e fios de saliva escorrendo pelos cantos dos lábios. — Pois olha como me deixa com tesão você ser tão putinha. Mas se você é a putinha dele, também vai ser a minha. E eu vou ser o seu gostoso. Entendeu?
Tirei meu pau da boca dela. Alba deu uma baita golfada de ar, porque com meu pau na boca ela mal conseguia respirar. Longos fios de saliva ligavam meu pau aos lábios dela.
— Entendeu? — repeti.
— Sim — disse Alba, tímida.
— Fala — ordenei.
— Sim, vou ser sua putinha.
Me abaixei, segurando ela pela nuca, e nos beijamos. Foi um beijo apaixonado. Um beijo de reconciliação, mas também um beijo que selava o pacto tácito que a gente tinha feito, onde eu aceitava que ela ia transar com outros caras e que eu curtia e ficava excitado com isso; e ela assumia o papel de putinha, que tinha descoberto que adorava.
— Se veste — falei. — Vamos sair.
Alba me olhou surpresa, mas não ousou dizer nada. Foi pegar um moletom, mas eu parei. Olhei no armário dela e peguei um vestido.
— Esse — falei.
E ela obedeceu.
Pegamos o carro e, em silêncio, atravessamos a cidade. Ela não sabia pra onde a gente tava indo e ficava olhando as ruas que passávamos, tentando distinguir alguma coisa que desse uma pista do destino.
Finalmente chegamos num posto de gasolina nos arredores da cidade. A gente contornou o posto até chegar no estacionamento que tinha atrás. Era uma área grande, de asfalto, que nos últimos meses tinha virado um ponto de descanso improvisado pra caminhoneiros, onde eles estacionavam os caminhões, descansavam, comiam e dormiam até o dia seguinte, quando continuavam a rota. Parei o carro num canto do estacionamento e apaguei as luzes. Dava pra ver quatro caminhões estacionados. Não tinha muita atividade naquela hora da noite, só dois homens sentados em cadeiras de praia, bebendo cerveja na luz de um poste. junto aos caminhões. Eu sorri.
—Agora você vai mostrar de novo o quão puta você é. Sai do carro e vai até lá. Quero que você dê pra eles.
—O quê? — perguntou Alba, ainda chocada.
—Você ouviu. Cansei de ver você dando pra outros por um computador. Agora quero ver ao vivo. Vai com eles, deixa eles com tesão e dá pra eles.
Alba me olhava fixamente nos olhos, como se estivesse avaliando a situação. Imagino que dar pra aqueles dois desconhecidos não fosse lá muito animador pra ela, ou talvez fosse. Pode ser que dar pra estranhos na frente do marido fosse algo que ela curtisse. De qualquer forma, sem dizer nada, ela abriu a porta do carro e saiu. De pé, na rua, ajeitou um pouco o vestido e começou a andar em direção aos dois homens.
Eu podia ver ela andando, rebolando enquanto se aproximava dos caras. Um deles, bem moreno e com barba por fazer, que estava de frente pra gente, fez um movimento com a cabeça pra avisar o parceiro que Alba tava indo até eles. O parceiro se virou pra ver o que o amigo tava dizendo. Era bem grandão, com uma barriguinha, cabelo raspado, mas dava pra ver que era loiro. Pela aparência, deviam ser romenos.
Os dois olhavam de cima a baixo pra mulher que se aproximava. Dava pra ver um sorriso aparecendo na boca dos dois enquanto, sem dúvida, estavam despindo minha mulher mentalmente. Isso me excitava pra caralho. Abri o zíper da calça e tirei meu pau pra fora.
Vi Alba parar na frente deles. Trocaram algumas palavras que, de dentro do carro, eu não conseguia ouvir. Os três riram. Um deles tirou um maço de cigarro. Ofereceu um cigarro pro parceiro e outro pra Alba. Nunca tinha visto Alba fumar, exceto no primeiro vídeo com o Pablo, mas nunca na minha frente. Me excitou ver ela. Ela se aproximou do loiro que ofereceu fogo. Depois da primeira tragada, voltaram a conversar. Apontavam pros caminhões, com certeza ela tinha perguntado sobre eles. Continuaram falando e Os romenos ofereceram cerveja dos seus copinhos. Ela, inesperadamente, sentou-se de pernas abertas em cima do loiro corpulento. Pegou o copinho dele, deu um gole e na sequência o beijou. O moreno sorria ao vê-los e esfregava o volume que já tinha começado a crescer entre as pernas.
Depois de um beijo longo com o loiro, que desde que ela sentou em cima dele não tinha parado de apalpar a bunda dela, ela se levantou e foi até o moreno. Sentou-se no colo dele e também o beijou. Ele rapidamente colocou a mão nos peitos dela, puxando uma alça do vestido e do sutiã, deixando o peito dela à mostra. O loiro deu uma última tragada no cigarro, jogou no chão, se levantou e foi até onde minha mulher estava com o moreno. Dava pra ver que Alba, enquanto beijava o caminhoneiro moreno, não parava de esfregar a região da calça dele onde estaria o pau dele.
O loiro desabotoou a calça e puxou o pau pra fora. Não era um pau excessivamente comprido, mas parecia grosso de onde eu estava. Pegando Alba pelos ombros, virou ela na direção dele. Ela se agachou no chão, jogou o cigarro fora e, segurando o pau que o romeno oferecia, começou a chupar. O outro, por sua vez, se levantou da cadeira e também puxou o pau pra fora. O dele tinha mais ou menos o mesmo comprimento, mas era bem mais fino.
Alba chupava o pau do romeno corpulento, enquanto ele se apoiava nos ombros dela. Ela não devia estar fazendo tão mal, porque dava pra ver o loiro fechando os olhos e jogando a cabeça pra trás. O moreno, enquanto esperava a vez dele, se masturbava pra não perder a ereção e se abaixou atrás de Alba, enfiando a mão por baixo do vestido. Dava pra ver que ele mexia o braço, então imaginei que, uma vez dentro do vestido, ele tinha encontrado a buceta da minha mulher e, afastando a calcinha, estava masturbando ela com os dedos.
Alba afundava o rosto contra o púbis do loiro, tentando enfiar o pau daquele romeno o mais fundo que a boca dela permitia. Enquanto isso, ela mesma puxou a outra alça do vestido. vestido ficando com os dois peitos de fora, oportunidade que o loiro aproveitou para apalpar os peitos dela.
Alba girou nos calcanhares, encarando o moreno novinho. Ele se levantou, colocando o pau na altura do rosto de Alba. Sem perder um segundo, ela levou o pau dele à boca. Com esse garoto era mais fácil enfiar na boca, já que era mais fino, ela conseguia chupar mais rápido.
Ficaram assim por uns minutos. O garoto tirou o pau da boca da minha mulher. Empurrou ela suavemente para trás e colocou o pau entre os peitos de Alba. Ela então envolveu o pau do garoto com os seios e começou a se mexer, fazendo um espanholzinho que o moleque parecia estar adorando.
Nesse momento, o loiro foi até as cadeiras onde tinham sentado antes e pegou uma cervejinha que ainda não tinha terminado. Chegou perto de Alba e, segurando-a pela cintura, levantou ela. Ela, de pé, continuava inclinada chupando o pau do moreno. O loiro se abaixou, puxou a calcinha dela até a altura dos joelhos e enfiou a cara na bunda de Alba. Começou a lamber a buceta e o cu da minha mulher, enquanto via que, com a mão que não segurava a cerveja, ele batia uma punheta pro próprio pau grosso. Depois de uns minutos de linguada na buceta, ele parou e deu um gole na cerveja, terminando ela. Se levantou, pegou Alba pelo cabelo e puxou, fazendo ela tirar o pau do moreno da boca. Virou o gargalo da garrafa e as últimas gotas de cerveja caíram na língua de Alba, que esperava de boca aberta. Depois de vazia, ele levou a garrafa até a boca dela e, como se fosse um pau, ela lambeu e chupou o gargalo. Em seguida, puxando ela de novo pelo cabelo, aproximou a boca dela do pau do parceiro, o romeno novinho, pra ela continuar o boquete que tava fazendo. Aí ele pegou a garrafa que Alba tinha chupado e enfiou o gargalo na buceta dela. Começou a mexer e a masturbar Alba com a garrafa. Dava pra ver como Alba mexia a cintura pra... acompanhando o movimento do consolador improvisado.
Ficaram um tempão. Dava pra ver que a Alba já não tava mais chupando a pica do novinho, só segurava ela com a mão, enquanto apoiava o rosto na virilha peluda do cara. Ela tava de olhos fechados e boca aberta. Com certeza a fodida que o loiro tava dando nela com a garrafinha de cerveja tinha feito ela gozar umas quantas vezes. Satisfeito, o romeno loiro parou, deu um tapa forte na bunda da minha mulher e tirou a garrafinha da buceta dela. Falou alguma coisa que não entendi, o moreno riu, provavelmente alguma proposta de brinde, já que em seguida levantou a garrafinha e chupou ele o gargalo da garrafa de vidro, saboreando os fluidos da Alba. Ela, por sua vez, continuava apoiada na virilha do novinho, com certeza se recuperando depois do orgasmo que teve.
O moreno se abaixou e terminou de tirar a calcinha dela, que jogou em direção às cadeiras. Ele baixou a calça até os tornozelos e se deitou no chão. A Alba entendeu o que o cara tava pedindo, então montou nele. Pegou a pica do novinho e guiou até a entrada da buceta dela. Assim que ele sentiu que tava perto da buceta, mexeu a bacia com força, metendo a pica de uma só vez até o saco. Não deve ter sido difícil enfiar, porque a Alba já devia estar bem molhada, e a pica fina dele não incomodava nada. Começaram a foder. A Alba cavalgava o novinho, que não parava de dar tapas na bunda da minha mulher enquanto metia as tetas dela na boca de vez em quando.
Continuaram assim por vários minutos. O loiro assistia a cena sem parar de bater uma punheta, igualzinho eu fazia dentro do carro vendo tudo. O romeno fortão falava umas coisas pro novinho no idioma deles que eu não entendia. Mas pelo visto o que ele tava pedindo era pra ele parar, porque ele também queria foder ela, já que o novinho, assim que o outro falou o que quer que fosse, parou de se mexer. O loiro agarrou a mão da Alba e levantou ela, puxando ela pra perto do caminhão dele.
Ela se apoiou no caminhão e o loiro, por trás, segurando a rola grossa dele, enfiou na buceta da minha esposa. Eu vi a Alba abrir a boca quando a rola do romeno loiro entrou nela. Com certeza a grossura maior dessa rola fez ela sentir e reagir assim, com um grito, quando ele meteu fundo. Alba, apoiada no caminhão, lutava pra manter a posição, porque o romeno tava fodendo ela com muita força, empurrando ela contra o caminhão que, se não tivesse ele na frente pra se apoiar, teria jogado minha mulher no chão com as investidas fortes dele.
Os dois estavam fodendo em pé contra o veículo quando apareceu mais uma pessoa. Outro caminhoneiro que, pelos barulhos que estavam fazendo e os gritos da minha mulher, tinha se aproximado pra olhar. O espetáculo pareceu agradar ele, porque não demorou pra tirar a rola e bater uma punheta. Ele se aproximou do romeno moreno, que também tava em pé se masturbando vendo o colega foder a Alba. Os dois curtiam a punheta enquanto conversavam, comentando talvez o quanto aquela desconhecida que tinha chegado perto deles pra dar era puta.
Rápido, o loiro tirou a rola da buceta. Empurrando a Alba pelos ombros, fez ela ficar de joelhos. O moreno entendeu que ele ia gozar, então se aproximou pra gozar junto com o colega. Alba tava entre os dois paus dos caminhoneiros de boca aberta. O primeiro a gozar foi o loiro, que apontou pra dentro da boca da minha mulher. Direcionando a rola pra que nenhum jato de porra caísse fora, foi enchendo a boca da Alba de leite. Diante desse espetáculo, o moreno não demorou a gozar. Seguiu a mesma técnica do amigo, mas pra garantir que nada fosse desperdiçado, enfiou a rola direto na boca da Alba, que fechou os lábios em volta da cabeça dele, selando qualquer possível saída pro sêmen. Quando tirou a rola, Alba abriu a boca pra mostrar a conteúdo esbranquiçado e grumoso para suas amantes. Ela fechou a boca e abriu de novo para mostrar que o conteúdo tinha sido ingerido. Os dois romenos sorriram e apertaram as mãos, com certeza se parabenizando pela foda que tinham tido e pela sorte de terem encontrado naquela noite uma mulher assim. Mas ainda faltava um para gozar, o voyeur. Ele se aproximou do grupo e ejaculou sobre os peitos da minha mulher jatos grossos e espessos de porra. Os três romenos tinham sido bem generosos com a quantidade de gozo. Dava pra ver que ficar tanto tempo na estrada sem mulheres pra aliviar fazia com que os ovos deles guardassem uma quantidade enorme de esperma, que naquela noite puderam liberar sobre a minha mulher. Quando terminou de soltar a última gota, o voyeur sacudiu a pica e esfregou ela no peito e no pescoço da minha mulher, espalhando o sêmen. Alba pegou a pica do voyeur, que já começava a murchar, e deu um beijo carinhoso na ponta da glande. Alba se levantou, não tinha nada pra limpar o peito, então olhou em volta procurando algo que pudesse usar. Os romenos riram, divertidos, ao ver minha mulher daquele jeito. O loiro se aproximou e, sem dar tempo pra Alba fazer nada, colocou o vestido e o sutiã sobre o peito manchado de porra. O resto riu de novo. Parecia que eles achavam graça dela sair suja dali, com o "prêmio" do gozo dos caras no corpo e na roupa. O voyeur foi até as cadeiras. Pegou a calcinha que tinham jogado antes e, usando a parte de dentro dela, limpou os restos de porra que ainda tinha na pica. Passou a calcinha pro resto dos romenos, que repetiram a ação, limpando as picas deles com a calcinha da minha mulher. O último a fazer isso foi o loiro, que depois entregou a calcinha pra Alba. Ela olhou, vendo o interior sujo e molhado da própria calcinha. Se abaixou e colocou. O loiro se aproximou e bateu de leve na região que tinha os restos de sêmen, pra que assim Alba pude sentir a umidade na buceta dela.
Ela se despediu de cada um deles com um beijo na boca, inclusive do tarado, e saiu da área dos caminhões em direção ao carro. Entrou e sentou no banco do carona.
— Como foi?
— Muito bom — disse Alba.
— Se sentiu muito puta?
— Muito — respondeu com um sorriso nos lábios. — E você, gostou do que viu?
— Muito, você é uma rabuda gostosa do caralho — respondi.
Alba sorriu. Olhou pro pau que estava pra fora da calça e, sem dizer nada, enfiou ele na boca. O boquete durou só uns dois minutos. Eu tava excitado depois de ver minha mulher sendo comida por dois desconhecidos. Até quando gozei, a Alba não tirou meu pau da boca em nenhum momento. Meu pau começou a murchar e, já totalmente mole, foi quando Alba cuspiu ele.
Nos olhamos e sorrimos um pro outro. Liguei o carro e fomos pra casa pra ela poder tomar um banho. O cheiro do sêmen do tarado, que ainda estava no peito dela, começou a tomar conta do carro. Enquanto dirigia, pensava na mudança que tinha acontecido no nosso relacionamento. O Pablo, meu chefe, tinha conseguido fazer da minha mulher uma puta, mas agora era eu quem tava no controle da puta da minha esposa.
A mistura de tesão e raiva aumentava conforme eu me aproximava do bar. Será que ia encontrar os três que comeram minha mulher? Entrei. Consegui identificar o grupo no fundo do balcão. Estavam o Arturo, o Gonzalo e o Narciso. Nem sinal do Pablo nem do Abraham.
— E aí, como vocês estão? — saudei.
— Aqui, falando do jogo de ontem — comentou o Arturo.
Não tavam falando de mulher? Pode ser que fosse porque o Abraham não tava, e isso fazia com que a troca de ideia com o Narciso não desembocasse no assunto de mina e sexo. Mas por outro lado, é verdade que o Narciso não precisava de ajuda de ninguém pra falar de sexo. E esse fim de semana tinha dado uma desculpa foda pra ele ter assunto. Embora falar que comeu minha mulher junto com mais gente do grupo não fosse o tema mais adequado, ainda mais envolvendo mais gente do trabalho. Mesmo assim, ele tava bem tranquilo pra quem ele é.
— Como foi o fim de semana de vocês? — perguntei.
— Bom, como sempre, com a patroa — soltou o Narciso.
Com a patroa? Sim, claro, mas de quem? A dele não, isso tava na cara. Mais certo seria ter dito que tava commeuParienta. Uma sensação de raiva percorria meu corpo. Ter ele na minha frente me fazia lembrar das imagens que tinha visto momentos antes no computador. Lembrava nitidamente de como ele comia ela e, na hora de gozar, a Alba parava ele pra tirar a camisinha e assim ele esporrar dentro dela. Lembrava de como se beijavam e ele lambia a cara dela, aquele porco. Como ele obrigava ela a comer o cu peludo dele ou como no final ele mijou nela. Naquele momento, lembrando dessas humilhações, eu quebraria a cara dele, mas ao mesmo tempo sentia uma vontade incontrolável de me masturbar de novo, porque lembrar de todas essas humilhações com minha mulher e ter na frente quem as fez me deixava com tesão.
Tentei sondar um pouco mais, pra ver se ele soltava algo que de alguma forma insinuasse o que fez no sábado à noite, mas não teve jeito. Na mentira dele, mantinha a história de que tinha passado o fim de semana com a companhia chata da mulher dele. Perguntei pelo Pablo e pelo Abraham.
— O Pablo, pelo visto, surgiu não-sei-o-quê de uma venda e teve que sair fora. O outro não pôde vir hoje. Pelo visto teve um fim de semana agitado — sorriu Narciso.
Será que ele tava se referindo à noite com a Alba?
Depois de tomar algo, fui embora mais cedo que o normal. Tava indo pra casa, mas não conseguia parar de pensar no vídeo. Precisava falar com o Pablo, já que tudo tinha saído do controle. Peguei meu celular e liguei pra ele.
— Alô? Fala, João, beleza?
— Que porra vocês fizeram no outro dia? — cobrei. — Vocês passaram dos limites.
— Eu sei, eu sei. Tudo escapou um pouco do meu controle…
— Um pouco? Por que você teve que levar esses dois pra comer ela também?
— Calma, João, se acalma. Vou te explicar tudo — Ele parou uns segundos, talvez pra organizar o argumento. — Durante esse tempo, não foi só uma vez que encontrei a Alba, como te mostrei no vídeo. A gente se viu mais algumas tardes. E claro, mantivemos contato, conversando no WhatsApp todo dia. Pelo que a gente conversou, falamos de tudo. entre outras coisas dos nossos vícios e fantasias.
›› Então ela me contou que a excitava muito se ver rodeada de homens que quisessem foder ela e gozar com todos. Nunca te disse isso?
— Não — falei seco. — Parece que você a conhece melhor do que eu em certos aspectos.
— A questão é que isso me deu uma ideia. Pensei que seria uma boa ideia matar dois coelhos com uma cajadada só. Por um lado, realizava a fantasia dela e, por outro, com certeza você ia adorar ver aquilo, em vez de foder só comigo. Porque você gostou, né?
Por alguns segundos, tentei bancar o durão e não responder, mas no fim tive que admitir:
— Sim. Mas vocês passaram demais da conta com ela.
— Bom, talvez um pouquinho, mas lembra que muitas coisas ela aceitou por livre e espontânea vontade. Por exemplo, foi ela quem quis que o Narciso gozasse dentro dela. Ninguém obrigou, na verdade a gente tava preparado com nossas camisinhas — Isso era verdade, todos tinham colocado no começo da noite. — É verdade que o Narciso exagerou um pouco, principalmente na parte de mijar nela. Mas não pareceu que ela ligou muito. Olha o que ela fez comigo. Foi ela que pegou na minha piroca pra eu mijar nela. E ninguém mandou ela engolir. E a ideia do Abraham mijar dentro da buceta dela foi dela…
— Tá, tá, entendi… — já tava cansado de ouvir o que no fundo eu já sabia. Podiam ter passado dos limites com ela em certos momentos, mas a grande maioria das situações foi ela quem provocou. De algum jeito, queria defendê-la e culpar os outros, mas sabia que não podia. — O que me fode é que você teve que escolher esses dois. Com a quantidade de caras que você conhece, tinha que escolher justamente dois que eu conheço.
— Bom, isso deixava mais divertido, né? — ele riu. — Eu não falei nada sobre você pra eles. Eles não sabem com quem transaram. Então fica tranquilo que sua reputação tá segura comigo.
›› Narciso você já sabe como é. Não parou de perguntar sobre ela desde que contei que a gente tinha fodido. Entre brincadeiras, falei que um dia se ia vir comigo pra foder ela e ficou todo animado. Então quando vi que isso podia rolar, pensei nele. Além disso, achava engraçado um tarado como ele comer ela só pra ver no que dava.
›› E pensando em quem mais podia vir, lembrei do Abraham. Queria ver ele se cagando de medo, pra provar que a marra dele era só mentira, mas tava enganado…
Era verdade. No vídeo ficou provado. Ele era um comedor nato. E ainda por cima não mentia sobre o tamanho da pica dele. Vi a Alba gozar como nunca por causa dele.
– Isso sim – continuou Pablo –, trazer o Abraham foi um erro.
– Por quê?
– Eu perdi ela.
– Como assim? – perguntei.
– É isso, perdi ela. Ela perdeu todo o interesse em mim. Desde que viu o Abraham, ficou como hipnotizada. Não viu ela gritar? – ele riu. – Depois do que você viu no vídeo, fomos pro banheiro tomar banho. Eles tomaram banho juntos e ficaram se esfregando e se beijando sem parar. Depois de limpos, o Narciso foi pra casa dele, mas como a Alba ia passar a noite na minha, ela pediu se o Abraham podia ficar. Eu não neguei, mas ela pediu o quarto pra eles. Tive que me contentar em dormir no quarto de hóspedes. Na minha própria casa!
Caralho! De algum jeito, dava pra sentir o Pablo com ciúmes. O Abraham tinha roubado a amante dele. O estranho da situação é que ele tava contando isso pra mim, que era o marido.
– Passaram a noite toda fodendo. Não se ouvia outra coisa além dos rangidos da cama e dos gritos da Alba. Já tava perto da madrugada quando pararam e dormiram. Eu, de vingança, gozei na cara dela enquanto ela dormia – ele disse entre gargalhadas. Lembrava bem, porque tinha se dado ao trabalho de gravar. – Acordaram perto da hora do almoço e foram embora juntos. Segundo o Abraham, ele ia deixar ela na sua casa, mas por uma mensagem que ela me mandou de tarde, eles se distraíram fodendo dentro do carro dele num parque. Não sei o que mais fizeram.
Agora entendia a cara de cansada que a Alba tinha quando finalmente apareceu em casa. Tinha Tive uma maratona de sexo a noite toda e parte da manhã. Normal que a única coisa que ela queria ao entrar em casa era dormir e se recuperar.
— É aí que eu perco o rastro da sua mulher. Mandei mensagem pra ela à tarde pra perguntar. Ela só me respondeu agradecendo pela noite e por ter realizado a fantasia dela. Não me escreveu mais. Entendo que me trocou pelo garoto musculoso de pau grande — ele riu.
— Então você não vai mais encontrar com ela? — perguntei.
— Não sei. Parece que agora não tô muito no interesse dela. Com o tempo vou tentar marcar de novo, não queria perder essa fera.
O fato de Alba sair e transar com Pablo me dava uma certa segurança. Estando com ele, eu conseguia saber mais ou menos o que rolava com ela e onde ela tava. Se Pablo perdesse o contato, eu não conseguiria controlar os passos dela, sem falar que ficava sem os vídeos…
Cheguei em casa e, como nas outras vezes, Alba não dava nenhum sinal de ter me traído. Dentro de casa, tudo parecia normal. Isso me fez pensar em algo. Ela dominar tão bem a situação, como se nada tivesse acontecido, será que era porque ela era uma ótima atriz e mentia muito bem, ou pelo contrário, significava que muito antes disso com Pablo, ela já tinha me enganado com outros e, portanto, esse era o estado natural dela?
Depois do jantar, ela foi rapidamente pra cama. Disse que tava exausta porque hoje na academia tinha feito mais exercício do que o normal. Percebi que ela tava com uma leve dificuldade pra andar direito. Perguntei:
— E essa mancada?
— Ah! São só dores musculares. Já te falei, hoje exagerei na academia.
Tava convencido de que essas dores eram por causa da sessão de sexo pesado que deram nela outro dia, que hoje apareceram. Ou talvez ela tenha visto o Abraham de novo hoje em vez de ir pra academia, já que acabei de lembrar que hoje o Abraham não foi trabalhar. Podia ser…
No dia seguinte, encontrei o Pablo no trabalho. Ele confirmou o que eu já desconfiava: que não tinha tido mais notícias da Alba.
Na hora das cervejas, a gente se juntou todo mundo. Hoje o trio que comeu minha mulher estava completo. Mesmo o papo sendo de sexo de novo, nenhum dos três fez qualquer menção à noite passada com a Alba. Me impressionava como eles fingiam bem, parecia que o que eu vi no vídeo nunca tinha acontecido de verdade.
O Abraham ficava olhando e respondendo sem parar as mensagens que chegavam no celular dele. Por curiosidade, olhei o meu. Entrei no chat da minha mulher entre os vários grupos do WhatsApp. Vi que ela aparecia como "online". Será que os dois estavam conversando naquele exato momento?
Não consegui tirar mais nada daquela tarde. Era irritante pra caralho ver que nenhum dos amantes da minha mulher dava a menor pista sobre o que rolou no outro dia.
Em casa, durante o jantar, o celular da Alba não parava de vibrar. Tinha certeza de que era o Abraham mandando aquelas mensagens.
— Quem tá te escrevendo tanto?
— Nada, as minas do trabalho. Já tão planejando outra saída — provavelmente era outra mentira pra ter uma desculpa pra sair, muito provavelmente com o Abraham.
— Outra? Mas se você saiu com elas outro dia! Me dá o celular aqui que vou responder que você não pode sair tanto e largar seu marido de mão…
Enquanto falava, peguei o celular da mesa e me virei pra tentar desbloquear. Óbvio que não consegui. Primeiro porque, assim que peguei o celular, a Alba já tava em cima de mim tentando tirar. Segundo porque, mesmo a gente sabendo os padrões de desbloqueio um do outro, vi que ela tinha mudado o dela, me impedindo de entrar nas conversas.
Com o celular na mão e visivelmente nervosa, a Alba me olhava de olhos arregalados, como se eu tivesse pegado ela num vacilo ou desconfiado de algo. Aquela demonstração de "medo", vamos chamar assim, me agradou. Ver ela naquela situação de certa insegurança, tenho que confessar que me agradou.
— Tô te deixando na mão? — disse Alba rapidamente pra mudar de assunto.
— Sim, faz tempo que a gente não transa — falei como se não tivesse dado importância ao que rolou antes com o celular.
— Você tem razão, nessas últimas semanas não te dei muita bola. Tive uma correria no trabalho e ainda os rolês de fim de semana com as minhas amigas… Tá com vontade?
— Claro — respondi, como se não soubesse que a correria no trabalho e os rolês com as amigas eram, na verdade, a galha que eu tinha levado.
Fomos pra cama. Começamos a nos beijar e a nos acariciar. Eu tava com muito tesão. Apesar de ter passado esses dias todo me punhetando igual um louco com os vídeos, não tinha conseguido ficar com a minha mulher assim, então voltar a pegar nos peitos dela e acariciar a buceta dela era algo que eu sentia falta.
Rapidamente a gente se pelou. E ela sentou na minha cara pra eu poder chupar a buceta dela. Comecei a lamber. Ela estar em cima de mim, sentada na minha cara, era algo que me excitava pra caralho. Eu tava totalmente submisso a ela. Ela controlava o tempo que queria que eu lambesse, ela dominava e eu adorava isso. Enquanto eu enfiava minha língua na buceta dela e a ponta do meu nariz encostava no cu dela, vinham na minha mente as picas que já tinham entrado naquela buceta que eu tava lambendo. Meu pau, que já tinha começado a crescer, reagiu na hora às imagens que passavam na minha cabeça. Imagens da Alba com o Pablo, com o pervertido do Narciso e com o pica grossa do Abraão.
Não sei se a Alba tava pensando algo parecido naquele instante. Será que ela também tava revivendo o que tinha vivido nos fins de semana anteriores? Será que enquanto eu chupava a buceta dela, ela fantasiava que era outro, talvez o Pablo ou quem sabe o Narciso, que tava lambendo ela no meu lugar?
Vendo o tamanho que meu pau tinha alcançado, a Alba se inclinou pra levar ele na boca. Começou a me chupar e por alguns minutos a gente curtiu um 69 excitante. Enquanto ela chupava meu pau e brincava com minhas bolas, uma ideia passou pela minha cabeça.
Nunca tinha feito isso comigo, Alba, mas naquele momento eu tinha gravado a fogo na minha mente a imagem dela com o rosto enfiado entre as nádegas do Narciso, lambendo o cu dele. O beijo grego era algo que Alba nunca tinha querido praticar comigo, mas que não hesitou em fazer (e curtir) com desconhecidos.
Me mexi um pouco pra indicar pra Alba que queria sair de entre as pernas dela, mas peguei suavemente no cabelo dela pra indicar que não parasse de me chupar. Ela se ajeitou de novo entre minhas pernas. Nessa posição, aproveitei e levantei as pernas, expondo meu cu pra ela. Ela ficou parada uns segundos, como se não entendesse o que eu tava fazendo. Olhava diretamente nos olhos dela, observando a reação. Sabia que ela tinha entendido perfeitamente o que eu queria que ela fizesse, mas ela, como se não soubesse do que se tratava, continuou chupando meu pau.
Peguei ela pelo cabelo de novo e, puxando, levei o rosto dela até meu cu.
— O que cê tá fazendo? — protestou.
— Quero que você coma meu cu.
— Mas que porra…
Não deixei ela falar, não tava interessado. Apertei o rosto dela contra meu cu. Ela resistiu, mas finalmente senti ela esticar a língua e passar em volta do meu cu, fazendo círculos com ela seguindo o contorno do meu buraco. Eu tava no céu naquele momento. Não parava de apertar a cabeça dela contra meu cu com uma mão, enquanto com a outra eu batia uma pro meu pau, que deslizava sem dificuldade nenhuma graças à baba que ela tinha deixado antes quando tava me chupando. Alonguei aquele instante o máximo que pude. Aquela sensação tão gostosa, não entendo por que ela tinha me negado por tanto tempo, mas em compensação dava de graça sem esforço nenhum pra qualquer outro.
Eu sentia que ela queria protestar. Cada vez que tentava parar ou falar alguma coisa, eu esmagava o rosto dela de novo contra meu cu, deixando meu saco cair no nariz dela. Adorava ter ela assim. Não só pelo prazer físico que a língua dela me dava. Língua no meu cu, mas sim por poder castigá-la de alguma forma pelas chifradas que ela tinha me dado.
Quando achei que era hora, depois de mais alguns minutos assim, soltei a cabeça dela. Ela se levantou ofegante, com a boca e o nariz cheios de saliva.
— Mas que porra de jogo é esse, sua puta? — protestou.
— Cala a boca!
Puxei ela e joguei na cama, de bruços. Subi e deitei em cima dela, tentando esmagá-la com meu peso. Ela esperneou, mas não dei chance, segurei os pulsos dela e imobilizei. Mexi a cintura procurando com meu pau a entrada da buceta dela. Senti a umidade e o calor, e com uma estocada forte enfiei o pau até o talo. Deve ter sido desconfortável pra ela a rapidez com que entrou, porque ela reclamou e gritou, mas naquele momento eu não tava nem aí. Queria dar uma lição nela pelo que tinha feito, pela puta que ela tinha sido, como ela mesma dizia, transando com funcionários do meu escritório. Além disso, eu tava tão tarado que não pensava em outra coisa a não ser gozar.
Comecei a foder ela com estocadas duras e profundas. Ela gemia, não sei se de prazer ou dor, ou talvez uma mistura dos dois. Aumentei o ritmo. Tava sendo uma foda violenta, mas não me importava. Tava muito excitado, fora de controle. As imagens dos vídeos vinham na minha cabeça, o que me fazia acelerar ainda mais. E ter ela ali, submissa a mim e dominada, me deixava ainda mais louco.
Num certo momento, o pau escapou e saiu da buceta dela. Peguei ele pra meter de novo, mas me segurei. Por que vou foder a buceta dela se tenho o cu dela? Coloquei a cabeça do pau no ânus dela e empurrei. Ela não esperava e não tava preparada. Gritou de dor. A cabeça tinha entrado, mas ainda era cedo pra enfiar tudo. Tirei e meti de novo na buceta, pra lubrificar bem com os fluidos dela. De novo, tirei e pressionei no cu dela. Dessa vez entrou um pouco mais. Repeti a operação entre os gritos da Alba. Aos poucos, o pau foi abrindo caminho. Caminhei no cu da minha mulher até que tava dentro. Demorou menos pra entrar do que eu esperava. Com certeza, apesar de tudo, a agressividade dessa foda também tava deixando a Alba com muito tesão.
Comecei a comer a bunda dela com rapidez e fúria. Tava pouco me fodendo se eu gozasse em dois minutos. Só queria gozar. Comer minha mulher, que há tempos eu não provava, mas que tinha sido usada por outros mais de uma vez. E foi assim. A excitação fez com que em questão de minutos eu gozasse dentro do cu da Alba. Caí exausto em cima dela, esmagando ela de novo com meu peso. Ficamos assim uns instantes respirando ofegante. Finalmente tirei meu pau do cu dela e me deitei na cama olhando pro teto, satisfeito com a foda.
— Cê é um filho da puta — reclamou Alba enquanto tocava a bunda, provavelmente meio dolorida. — Vou no banheiro me limpar.
— Espera que vou contigo, tenho que mijar.
Ela sentou na privada e com um pedaço de papel começou a limpar o cu, de onde começava a escorrer minha porra. Na minha mente voltou outra imagem do último vídeo. Vi ela sentada na privada e, sem hesitar, me aproximei dela com o pau na mão.
— Abre a boca, que tô com vontade de mijar.
— Que porra é essa? — disse ela olhando primeiro pro meu pau que apontava direto na cara dela e depois pra mim. — Cê vai mijar? Então espera eu terminar.
— Não, quero mijar em cima de você.
— Mas que merda cê tá falando? Nem pensa nisso.
— Então pensa que sou o Pablo. Ou o Narciso, ou o Abraão. Quem você preferir.
Falei sem pensar. Saiu natural. Minha intenção era só fazer com ela o mesmo que eu tinha visto ela fazer com outros caras. Mas a recusa dela comigo em fazer certas coisas que com outros ela fazia tinha me irritado. Por que ela negava pra mim, que era o marido dela, o que pra desconhecidos ela fazia sem reclamar? Essa irritação fez saírem da minha boca essas palavras. Palavras que brotaram sem controle, sem pensar. Eu tinha me descoberto. Acabava de confessar que sabia das traições dela.
Alba ficou pálida e Muda. Ela me encarava fixamente, tentando dizer algo, mas só saíam sons engasgados.
— O que você disse? — falou com a voz fraca.
Já era tarde pra disfarçar. Eu tinha me entregado sozinho. Não fazia sentido fingir.
— Eu sei o que você vem fazendo com aquela gente.
— Eu posso explicar… — a voz dela começou a tremer — Me desculpa muito! Fui uma idiota. Eu não queria, mas me deixei enganar e perdi o controle… — ela começou a chorar.
Partia meu coração vê-la assim. Não queria vê-la chorando. Não era algo que eu buscava. Muito pelo contrário, adorava vê-la gozar com outros caras. Ela curtia e eu curtia vendo. Mas vi uma oportunidade nisso. Podíamos continuar os dois se divertindo, mas comigo no controle da situação. Mesmo que, pra isso, a Alba tivesse que sofrer um pouquinho…
— Não parecia que estavam te enganando nem um pouco. Pelo que sei, não precisava te forçar muito pra você chupar a pica do meu chefe ou de qualquer outro — continuei tentando parecer sério e soar afetado.
— Como você soube?
— Porque eu vi. O Pablo, o filho da puta, me mostrou. Sei de tudo. Mais ainda, tenho tudo gravado em vídeo.
— Como assim, gravado?
— Sim, ele gravou pra me mostrar e esfregar na minha cara. Ele ficou de olho em você e me garantiu que ia conseguir te comer sem problema nenhum. Eu desafiei ele, achando que não teria coragem, e principalmente porque confiava em você… — Ela chorou de novo. Doía ser tão duro com ela e fazê-la se sentir culpada por algo que eu tinha provocado e, acima de tudo, que tinha curtido. Mas confiava que essa jogada ia dar certo.
— Então, e entre vocês..?
— Não tem mais nada. Cortei a amizade com ele — menti. — Como eu poderia continuar sendo amigo depois do que ele fez? Também não posso fazer mais nada, porque no vídeo dá pra ver claramente que você faz por vontade própria. Não é estupro nem nada do tipo. O pior é que, agora, todo dia tenho que aguentar ver o cara que comeu minha mulher.
— Amor, sério, Sinto muito. Não sei o que deu em mim…
—E agora esse tal de Abraham?
—Desculpa, amor, juro que não vou mais falar nem sair com ele. Isso tudo fugiu do meu controle. Foi só sexo. Nunca teve nenhum sentimento envolvido. Eu juro.
—Vamos deixar pra lá por hoje. Amanhã a gente tem que trabalhar e eu tô cansado de ficar remoendo isso. Amanhã a gente conversa com calma.
A conversa terminou aí. Ainda acho que fui duro com ela, mas também reconhecia que curtia vê-la submissa. Dava pra tirar um bom proveito da situação. Fui pra cama e, aproveitando que ela ficou mais um tempinho no banheiro lavando o rosto depois de ter chorado, peguei meu celular e mandei uma mensagem rápida pro Pablo:
“Amanhã te conto tudo. Se o Abraham te escrever, diz que não sabe de nada. Se a Alba te procurar, fala que a gente discutiu depois que você me mostrou o vídeo e que não estamos mais nos falando. Amanhã te conto tudo. Confia em mim.”
Na manhã seguinte, no escritório, o Pablo veio até minha sala pra saber o que tinha rolado.
—Mas o que aconteceu? Tô morrendo de curiosidade. O Abraham não para de encher o saco por causa da Alba. Diz que ela não responde mais as mensagens dele e me pergunta se eu sei de algo. Já falei que ela também não me responde e que não sei nada dela há dias. O que você fez?
—Eu? Só falei que sabia o que ela tinha feito com vocês.
—Porra! E por que você fez isso?
—Simplesmente escapou. Não era minha intenção falar, mas acabei falando.
—E você também disse que eu gravei e que você viu?
—Sim. Te coloquei como o amigo filho da puta que tentou roubar minha esposa e que gravou pra esfregar na minha cara. Agora ela acha que a gente não se fala.
—Então você tá mentindo pra ela, né?
—Só um pouco. Ela já mentiu pra mim antes. Agora quero tirar proveito disso. E você pode ter a chance de reconquistá-la.
—Como? —perguntou o Pablo, visivelmente animado.
—Ela foi a putinha de vocês, não foi? Agora quero que ela seja a minha. E se for minha putinha, vou foder com quem eu quiser.
—E com quem? Você quer me incluir também, né?
— Depende de como você se comportar. Por enquanto, continua com a história de que não sabe nada dela. E se a Alba quiser falar com você, diz que depois de me mostrar os vídeos, eu parei de falar com você. Tenho que te aturar no trabalho porque não tenho outra escolha, mas nossa amizade acabou. Entendeu?
— Sim, perfeitamente — respondeu Pablo com um sorriso. — Porra, cara, você tá irreconhecível — riu.
A resenha no bar foi como sempre costumava ser antes de qualquer um dos meus colegas ter comido a minha mulher. Finalmente eu podia ficar tranquilo e confiante nessas reuniões. Sentia que tinha recuperado de alguma forma o controle sobre a minha esposa. Quem eu vi diferente foi o Abraham, que ficava olhando o celular o tempo todo. Imagino que esperava alguma mensagem da Alba que não chegava. Também não senti muita pena dele. Em um ou dois dias ele voltaria a ser o mesmo de sempre, depois de conversar com alguma outra mina que cairia nos braços dele e esqueceria a minha mulher. Não precisava pensar mais nisso. De qualquer forma, não seria muito duro com a Alba e muito provavelmente em pouco tempo daria permissão pra ela voltar pra quem tanto a fez gozar.
Voltei pra casa. Alba estava me esperando no sofá. Apesar de ter se recomposto em relação à noite passada, ainda dava pra ver no rosto dela uma certa amargura e tristeza. Imagino que a ideia de que eu pudesse largar ela e a vida dela mudar completamente a martirizava. No fundo, sabia que ela me amava e que o que teve com eles foi só sexo, embora às vezes, como aconteceu com o Abraham, essa linha pudesse ser meio confusa. Mas eu a via realmente abalada. Logo isso ia mudar, não queria que ela sofresse mais do que o necessário. Mas ainda precisava me mostrar sério e afetado.
Jantamos praticamente sem falar. Depois do jantar, procurei no bolso da minha jaqueta e tirei o último pendrive que o Pablo me deu. Conectei na televisão e começou a passar o vídeo com o qual tanto tinha me masturbado. Alba assistia com os Olhos bem abertos. Me ver na televisão começando a beijar o Pablo na minha frente fez ela corar de vergonha. Dava pra perceber que os olhos dela também ficaram marejados.
— Isso é o que eu tive que ver. Isso é o que eu vi de você — falei.
— Me desculpa, de verdade… — A Alba tentava olhar pra outro lado por causa da vergonha de se ver na tela.
Avancei um pouco mais o filme. Agora a gente via a cena onde o Pablo tava chupando a buceta dela enquanto ela tava com a pica monstruosa do Abraham na buceta. Continuei avançando o filme, vendo várias cenas diferentes. A Alba não falava nada, só olhava, ou melhor, se via fodendo e chupando outros caras. Do meu lado, as cenas que a gente tinha visto já tinham feito efeito e, por baixo da calça, minha pica já tinha crescido pra caralho. Abaixei a calça e a cueca até o tornozelo e comecei a bater uma bem devagar. A Alba me olhou chocada. Não acreditava que eu tava me masturbando vendo ela, na tela da TV, me traindo com outros caras.
— Mas o que…?
— Cala a boca! — interrompi.
Continuei batendo uma e trocando de cena. Cada vez mais tarado. Olhava pra Alba e não sabia decifrar o que ela tava pensando naquele momento. Ela parecia um pouco menos nervosa do que quando a gente começou a ver o filme, mas o fato de eu estar do lado dela no sofá batendo uma devia parecer estranho pra ela.
Finalmente, quase no fim do vídeo, apareceu a famosa cena onde ela era mijada pelo Narciso.
— Você é nossa putinha, não é? — deu pra ouvir o Narciso falando na tela.
— Sim — respondeu a Alba na TV.
Parei o vídeo e olhei pra ela. Ela tava vermelha de vergonha por ter se declarado a putinha dos meus colegas. Levantei. Agarrei ela pelo cabelo e pressionei minha pica contra os lábios dela. Finalmente ela teve que abrir a boca e receber minha pica até a garganta. Segurando pelo cabelo, comecei a foder a boca dela.
— Então você é a putinha de todos eles, hein? — perguntei sem esperar resposta. A Alba… Eu continuei com meu pau fodendo a boca dela, de onde só saíam uns gemidos guturais e fios de saliva escorrendo pelos cantos dos lábios. — Pois olha como me deixa com tesão você ser tão putinha. Mas se você é a putinha dele, também vai ser a minha. E eu vou ser o seu gostoso. Entendeu?
Tirei meu pau da boca dela. Alba deu uma baita golfada de ar, porque com meu pau na boca ela mal conseguia respirar. Longos fios de saliva ligavam meu pau aos lábios dela.
— Entendeu? — repeti.
— Sim — disse Alba, tímida.
— Fala — ordenei.
— Sim, vou ser sua putinha.
Me abaixei, segurando ela pela nuca, e nos beijamos. Foi um beijo apaixonado. Um beijo de reconciliação, mas também um beijo que selava o pacto tácito que a gente tinha feito, onde eu aceitava que ela ia transar com outros caras e que eu curtia e ficava excitado com isso; e ela assumia o papel de putinha, que tinha descoberto que adorava.
— Se veste — falei. — Vamos sair.
Alba me olhou surpresa, mas não ousou dizer nada. Foi pegar um moletom, mas eu parei. Olhei no armário dela e peguei um vestido.
— Esse — falei.
E ela obedeceu.
Pegamos o carro e, em silêncio, atravessamos a cidade. Ela não sabia pra onde a gente tava indo e ficava olhando as ruas que passávamos, tentando distinguir alguma coisa que desse uma pista do destino.
Finalmente chegamos num posto de gasolina nos arredores da cidade. A gente contornou o posto até chegar no estacionamento que tinha atrás. Era uma área grande, de asfalto, que nos últimos meses tinha virado um ponto de descanso improvisado pra caminhoneiros, onde eles estacionavam os caminhões, descansavam, comiam e dormiam até o dia seguinte, quando continuavam a rota. Parei o carro num canto do estacionamento e apaguei as luzes. Dava pra ver quatro caminhões estacionados. Não tinha muita atividade naquela hora da noite, só dois homens sentados em cadeiras de praia, bebendo cerveja na luz de um poste. junto aos caminhões. Eu sorri.
—Agora você vai mostrar de novo o quão puta você é. Sai do carro e vai até lá. Quero que você dê pra eles.
—O quê? — perguntou Alba, ainda chocada.
—Você ouviu. Cansei de ver você dando pra outros por um computador. Agora quero ver ao vivo. Vai com eles, deixa eles com tesão e dá pra eles.
Alba me olhava fixamente nos olhos, como se estivesse avaliando a situação. Imagino que dar pra aqueles dois desconhecidos não fosse lá muito animador pra ela, ou talvez fosse. Pode ser que dar pra estranhos na frente do marido fosse algo que ela curtisse. De qualquer forma, sem dizer nada, ela abriu a porta do carro e saiu. De pé, na rua, ajeitou um pouco o vestido e começou a andar em direção aos dois homens.
Eu podia ver ela andando, rebolando enquanto se aproximava dos caras. Um deles, bem moreno e com barba por fazer, que estava de frente pra gente, fez um movimento com a cabeça pra avisar o parceiro que Alba tava indo até eles. O parceiro se virou pra ver o que o amigo tava dizendo. Era bem grandão, com uma barriguinha, cabelo raspado, mas dava pra ver que era loiro. Pela aparência, deviam ser romenos.
Os dois olhavam de cima a baixo pra mulher que se aproximava. Dava pra ver um sorriso aparecendo na boca dos dois enquanto, sem dúvida, estavam despindo minha mulher mentalmente. Isso me excitava pra caralho. Abri o zíper da calça e tirei meu pau pra fora.
Vi Alba parar na frente deles. Trocaram algumas palavras que, de dentro do carro, eu não conseguia ouvir. Os três riram. Um deles tirou um maço de cigarro. Ofereceu um cigarro pro parceiro e outro pra Alba. Nunca tinha visto Alba fumar, exceto no primeiro vídeo com o Pablo, mas nunca na minha frente. Me excitou ver ela. Ela se aproximou do loiro que ofereceu fogo. Depois da primeira tragada, voltaram a conversar. Apontavam pros caminhões, com certeza ela tinha perguntado sobre eles. Continuaram falando e Os romenos ofereceram cerveja dos seus copinhos. Ela, inesperadamente, sentou-se de pernas abertas em cima do loiro corpulento. Pegou o copinho dele, deu um gole e na sequência o beijou. O moreno sorria ao vê-los e esfregava o volume que já tinha começado a crescer entre as pernas.
Depois de um beijo longo com o loiro, que desde que ela sentou em cima dele não tinha parado de apalpar a bunda dela, ela se levantou e foi até o moreno. Sentou-se no colo dele e também o beijou. Ele rapidamente colocou a mão nos peitos dela, puxando uma alça do vestido e do sutiã, deixando o peito dela à mostra. O loiro deu uma última tragada no cigarro, jogou no chão, se levantou e foi até onde minha mulher estava com o moreno. Dava pra ver que Alba, enquanto beijava o caminhoneiro moreno, não parava de esfregar a região da calça dele onde estaria o pau dele.
O loiro desabotoou a calça e puxou o pau pra fora. Não era um pau excessivamente comprido, mas parecia grosso de onde eu estava. Pegando Alba pelos ombros, virou ela na direção dele. Ela se agachou no chão, jogou o cigarro fora e, segurando o pau que o romeno oferecia, começou a chupar. O outro, por sua vez, se levantou da cadeira e também puxou o pau pra fora. O dele tinha mais ou menos o mesmo comprimento, mas era bem mais fino.
Alba chupava o pau do romeno corpulento, enquanto ele se apoiava nos ombros dela. Ela não devia estar fazendo tão mal, porque dava pra ver o loiro fechando os olhos e jogando a cabeça pra trás. O moreno, enquanto esperava a vez dele, se masturbava pra não perder a ereção e se abaixou atrás de Alba, enfiando a mão por baixo do vestido. Dava pra ver que ele mexia o braço, então imaginei que, uma vez dentro do vestido, ele tinha encontrado a buceta da minha mulher e, afastando a calcinha, estava masturbando ela com os dedos.
Alba afundava o rosto contra o púbis do loiro, tentando enfiar o pau daquele romeno o mais fundo que a boca dela permitia. Enquanto isso, ela mesma puxou a outra alça do vestido. vestido ficando com os dois peitos de fora, oportunidade que o loiro aproveitou para apalpar os peitos dela.
Alba girou nos calcanhares, encarando o moreno novinho. Ele se levantou, colocando o pau na altura do rosto de Alba. Sem perder um segundo, ela levou o pau dele à boca. Com esse garoto era mais fácil enfiar na boca, já que era mais fino, ela conseguia chupar mais rápido.
Ficaram assim por uns minutos. O garoto tirou o pau da boca da minha mulher. Empurrou ela suavemente para trás e colocou o pau entre os peitos de Alba. Ela então envolveu o pau do garoto com os seios e começou a se mexer, fazendo um espanholzinho que o moleque parecia estar adorando.
Nesse momento, o loiro foi até as cadeiras onde tinham sentado antes e pegou uma cervejinha que ainda não tinha terminado. Chegou perto de Alba e, segurando-a pela cintura, levantou ela. Ela, de pé, continuava inclinada chupando o pau do moreno. O loiro se abaixou, puxou a calcinha dela até a altura dos joelhos e enfiou a cara na bunda de Alba. Começou a lamber a buceta e o cu da minha mulher, enquanto via que, com a mão que não segurava a cerveja, ele batia uma punheta pro próprio pau grosso. Depois de uns minutos de linguada na buceta, ele parou e deu um gole na cerveja, terminando ela. Se levantou, pegou Alba pelo cabelo e puxou, fazendo ela tirar o pau do moreno da boca. Virou o gargalo da garrafa e as últimas gotas de cerveja caíram na língua de Alba, que esperava de boca aberta. Depois de vazia, ele levou a garrafa até a boca dela e, como se fosse um pau, ela lambeu e chupou o gargalo. Em seguida, puxando ela de novo pelo cabelo, aproximou a boca dela do pau do parceiro, o romeno novinho, pra ela continuar o boquete que tava fazendo. Aí ele pegou a garrafa que Alba tinha chupado e enfiou o gargalo na buceta dela. Começou a mexer e a masturbar Alba com a garrafa. Dava pra ver como Alba mexia a cintura pra... acompanhando o movimento do consolador improvisado.
Ficaram um tempão. Dava pra ver que a Alba já não tava mais chupando a pica do novinho, só segurava ela com a mão, enquanto apoiava o rosto na virilha peluda do cara. Ela tava de olhos fechados e boca aberta. Com certeza a fodida que o loiro tava dando nela com a garrafinha de cerveja tinha feito ela gozar umas quantas vezes. Satisfeito, o romeno loiro parou, deu um tapa forte na bunda da minha mulher e tirou a garrafinha da buceta dela. Falou alguma coisa que não entendi, o moreno riu, provavelmente alguma proposta de brinde, já que em seguida levantou a garrafinha e chupou ele o gargalo da garrafa de vidro, saboreando os fluidos da Alba. Ela, por sua vez, continuava apoiada na virilha do novinho, com certeza se recuperando depois do orgasmo que teve.
O moreno se abaixou e terminou de tirar a calcinha dela, que jogou em direção às cadeiras. Ele baixou a calça até os tornozelos e se deitou no chão. A Alba entendeu o que o cara tava pedindo, então montou nele. Pegou a pica do novinho e guiou até a entrada da buceta dela. Assim que ele sentiu que tava perto da buceta, mexeu a bacia com força, metendo a pica de uma só vez até o saco. Não deve ter sido difícil enfiar, porque a Alba já devia estar bem molhada, e a pica fina dele não incomodava nada. Começaram a foder. A Alba cavalgava o novinho, que não parava de dar tapas na bunda da minha mulher enquanto metia as tetas dela na boca de vez em quando.
Continuaram assim por vários minutos. O loiro assistia a cena sem parar de bater uma punheta, igualzinho eu fazia dentro do carro vendo tudo. O romeno fortão falava umas coisas pro novinho no idioma deles que eu não entendia. Mas pelo visto o que ele tava pedindo era pra ele parar, porque ele também queria foder ela, já que o novinho, assim que o outro falou o que quer que fosse, parou de se mexer. O loiro agarrou a mão da Alba e levantou ela, puxando ela pra perto do caminhão dele.
Ela se apoiou no caminhão e o loiro, por trás, segurando a rola grossa dele, enfiou na buceta da minha esposa. Eu vi a Alba abrir a boca quando a rola do romeno loiro entrou nela. Com certeza a grossura maior dessa rola fez ela sentir e reagir assim, com um grito, quando ele meteu fundo. Alba, apoiada no caminhão, lutava pra manter a posição, porque o romeno tava fodendo ela com muita força, empurrando ela contra o caminhão que, se não tivesse ele na frente pra se apoiar, teria jogado minha mulher no chão com as investidas fortes dele.
Os dois estavam fodendo em pé contra o veículo quando apareceu mais uma pessoa. Outro caminhoneiro que, pelos barulhos que estavam fazendo e os gritos da minha mulher, tinha se aproximado pra olhar. O espetáculo pareceu agradar ele, porque não demorou pra tirar a rola e bater uma punheta. Ele se aproximou do romeno moreno, que também tava em pé se masturbando vendo o colega foder a Alba. Os dois curtiam a punheta enquanto conversavam, comentando talvez o quanto aquela desconhecida que tinha chegado perto deles pra dar era puta.
Rápido, o loiro tirou a rola da buceta. Empurrando a Alba pelos ombros, fez ela ficar de joelhos. O moreno entendeu que ele ia gozar, então se aproximou pra gozar junto com o colega. Alba tava entre os dois paus dos caminhoneiros de boca aberta. O primeiro a gozar foi o loiro, que apontou pra dentro da boca da minha mulher. Direcionando a rola pra que nenhum jato de porra caísse fora, foi enchendo a boca da Alba de leite. Diante desse espetáculo, o moreno não demorou a gozar. Seguiu a mesma técnica do amigo, mas pra garantir que nada fosse desperdiçado, enfiou a rola direto na boca da Alba, que fechou os lábios em volta da cabeça dele, selando qualquer possível saída pro sêmen. Quando tirou a rola, Alba abriu a boca pra mostrar a conteúdo esbranquiçado e grumoso para suas amantes. Ela fechou a boca e abriu de novo para mostrar que o conteúdo tinha sido ingerido. Os dois romenos sorriram e apertaram as mãos, com certeza se parabenizando pela foda que tinham tido e pela sorte de terem encontrado naquela noite uma mulher assim. Mas ainda faltava um para gozar, o voyeur. Ele se aproximou do grupo e ejaculou sobre os peitos da minha mulher jatos grossos e espessos de porra. Os três romenos tinham sido bem generosos com a quantidade de gozo. Dava pra ver que ficar tanto tempo na estrada sem mulheres pra aliviar fazia com que os ovos deles guardassem uma quantidade enorme de esperma, que naquela noite puderam liberar sobre a minha mulher. Quando terminou de soltar a última gota, o voyeur sacudiu a pica e esfregou ela no peito e no pescoço da minha mulher, espalhando o sêmen. Alba pegou a pica do voyeur, que já começava a murchar, e deu um beijo carinhoso na ponta da glande. Alba se levantou, não tinha nada pra limpar o peito, então olhou em volta procurando algo que pudesse usar. Os romenos riram, divertidos, ao ver minha mulher daquele jeito. O loiro se aproximou e, sem dar tempo pra Alba fazer nada, colocou o vestido e o sutiã sobre o peito manchado de porra. O resto riu de novo. Parecia que eles achavam graça dela sair suja dali, com o "prêmio" do gozo dos caras no corpo e na roupa. O voyeur foi até as cadeiras. Pegou a calcinha que tinham jogado antes e, usando a parte de dentro dela, limpou os restos de porra que ainda tinha na pica. Passou a calcinha pro resto dos romenos, que repetiram a ação, limpando as picas deles com a calcinha da minha mulher. O último a fazer isso foi o loiro, que depois entregou a calcinha pra Alba. Ela olhou, vendo o interior sujo e molhado da própria calcinha. Se abaixou e colocou. O loiro se aproximou e bateu de leve na região que tinha os restos de sêmen, pra que assim Alba pude sentir a umidade na buceta dela.
Ela se despediu de cada um deles com um beijo na boca, inclusive do tarado, e saiu da área dos caminhões em direção ao carro. Entrou e sentou no banco do carona.
— Como foi?
— Muito bom — disse Alba.
— Se sentiu muito puta?
— Muito — respondeu com um sorriso nos lábios. — E você, gostou do que viu?
— Muito, você é uma rabuda gostosa do caralho — respondi.
Alba sorriu. Olhou pro pau que estava pra fora da calça e, sem dizer nada, enfiou ele na boca. O boquete durou só uns dois minutos. Eu tava excitado depois de ver minha mulher sendo comida por dois desconhecidos. Até quando gozei, a Alba não tirou meu pau da boca em nenhum momento. Meu pau começou a murchar e, já totalmente mole, foi quando Alba cuspiu ele.
Nos olhamos e sorrimos um pro outro. Liguei o carro e fomos pra casa pra ela poder tomar um banho. O cheiro do sêmen do tarado, que ainda estava no peito dela, começou a tomar conta do carro. Enquanto dirigia, pensava na mudança que tinha acontecido no nosso relacionamento. O Pablo, meu chefe, tinha conseguido fazer da minha mulher uma puta, mas agora era eu quem tava no controle da puta da minha esposa.
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