Minhas palavras foram jogadas pela excitação do momento, sem considerar o que poderiam causar nos dias seguintes. Talvez dom José tinha percebido o comportamento da minha esposa quando pedi que ela se abstivesse, mas duvido muito que ele previsse a postura que eu tomaria. As primeiras duas noites foram normais, a rotina e as responsabilidades do trabalho nos mantinham ocupados e exigiam descanso noturno, isso sim, antes de dormir, ela dava uma olhada nas mensagens para ver se dom José não tinha contatado ela. Foi só na terceira noite que isso aconteceu.
Percebi desde que vi o rosto dela, um sorriso se formou enquanto ela respondia. Ele não tinha conseguido mandar mensagem por estar muito ocupado, mas já tinha encontrado um momento para contatá-la. Não foi uma conversa para saber como ela estava, só apareceu para lembrar a segunda tarefa que tinha dado: "quero que você me mande fotos". Ela mandou algumas fotos que já tinha salvas no celular, que foram bem recebidas por dom José, mas ele comentou que não eram fotos recentes, porque lembrava bem das mudanças de visual dela. Minha esposa disse que naquele momento não podia tirar porque estava comigo em casa. Ele aceitou, mas pediu que, quando pudesse, tirasse umas recentes e mandasse para ele, e ela concordou.
Depois dessa conversinha, eles se despediram. Ela levantou da cama e procurou entre as roupas íntimas: um sutiã vermelho com uma calcinha fio dental. Vestiu e me disse para pegar o celular dela e tirar umas fotos em diferentes ângulos e posições. Na hora, não me senti muito confortável, e ela deve ter percebido pela minha cara. Imediatamente, pegou o celular da mesa de cabeceira e jogou para mim, onde eu estava, soltando uma frase simples: "quer participar ou não?". Me lembrou do que a gente tinha conversado e uma das minhas condições era essa: que ela me deixasse participar do jogo. Então, meio hesitante, peguei o celular dela e... comecei a tirar foto atrás de foto, enquanto ela mudava de posição, mostrava os peitos, ficava de quatro, puxava a tanga pro lado deixando a buceta à mostra, cada foto era mais ousada que a anterior. No fim da sessão, ela pediu o celular dela e eu entreguei na mão dela: “por hoje terminamos, vou te mandar depois”.
De novo se passaram três noites sem notícias do seu José. Na quarta, ele só pediu o que tinha encomendado, ela mandou as fotos sem receber resposta, o que a deixou de mau humor. Ela tava puta com ele e, como se quisesse descontar, veio me procurar pra transar. Eu não quis discutir com ela, recusei dizendo que tinha trabalhado pra caralho e não tava a fim, que a gente podia tentar de manhã. Dormimos afastados naquela noite. Claro que de manhã o assunto ficou de lado, ela não me procurou nem eu procurei ela, levantamos com a rotina normal de sábado e o resto do fim de semana foi assim, tranquilo, mas sem muita conversa, típico de mulher brava.
Começo de semana nova e a situação continuava a mesma, sem mensagens do seu José, até quarta-feira, quando ele procurou ela de novo: “preciso de mais”, foi a mensagem dele, seca e direta, o que ela não levou bem e acabou ignorando. No dia seguinte, ela recebeu à tarde: “não esquece de me mandar mais hoje à noite”. Até sexta à noite, ele mandou uma nova mensagem: “não me faz perder meu tempo, se é assim, vamos parar por aqui”. A última mensagem, em tom de ameaça, fez ela reagir. Respondeu dizendo que não tinha tido oportunidade, que de tarde tava ocupada e de noite eu tava em casa. “Quando você vai me compensar, putinha?” Ela respondeu: “amanhã à noite, meu marido não vai estar”. Combinaram assim. No fundo, eu pensava: eu sempre me fodia pra lidar com a raiva dela, e seu José com uma simples ameaça conseguiu que ela esquecesse tudo.
No dia seguinte, inacreditavelmente, o humor dela tinha mudado de novo. Tava entusiasmada, saímos pra comprar lingerie nova, passamos um sábado como antigamente, comemos fora, entre risadas e flertes foi a tarde toda e, finalmente, chegamos em casa já escurecendo, ela tomou banho e começou a se arrumar, vestiu um conjunto de renda branca e colocou, virou pra mim e perguntou "cê acha que ficou bom?", "ele vai amar" respondi. Ela se aproximou e subiu em cima de mim, foi direto na minha boca, um beijo frenético com a língua dela procurando a minha, tava precisando sentir algo mais, levantei ela e joguei na cama, "é assim que ele te deixa?", "sim, vem me satisfazer" ela disse.
Eu me dediquei a percorrer as curvas dela, massageava com força e de vez em quando beijava a parte do corpo onde eu tava, ela tremia de tesão, "as fotos" ela lembrou, mas eu ignorei, desci e afastei a tanga do conjunto, com meus dedos rocei de cima pra baixo, mal tocando nela, ela começou a tremer, fiz ela esperar um pouco mais, só roçando com as pontas dos meus dedos, até que finalmente enfiei o primeiro dedo, a lubrificação facilitava tudo, percorria com suavidade mas com firmeza as paredes internas dela, enfiei um segundo dedo e estimulei com mais intensidade, até o ponto do orgasmo, me retirei, "as fotos", lembrei agora eu.
Peguei o celular dela, mal conseguia se mexer, então as fotos foram assim, só deitada com o conjunto, ela com as mãos se tocando fingindo que tava se masturbando, com a maldade na minha mente, procurei a conversa com seu José e mandei as fotos que acabaram de ser tiradas, "enviadas", falei pra ela me colocando por cima dela, ela tirou o celular da minha mão e jogou pro lado, agora me pegou pelo rosto e continuou me beijando, "me faz gozar", enquanto eu levava meu rosto pra entre as pernas dela. Ao mesmo tempo, dava pra ouvir o zumbido do celular dela, tinham chegado algumas mensagens, ela pegou e foi ler, mas de repente começou a vibrar, era uma chamada de vídeo, eu já tava fazendo sexo oral nela, mas notei a hesitação dela, com a mesma maldade que tinha mandado as fotos, peguei o decisão por ela e deslize para aceitar.
DJ: Oi, vagabunda, vejo que você está se divertindo
Y: Só estava fazendo o que você mandou
DJ: sim, tô vendo, mas acho que você ainda não terminou
Y: tava nisso
DJ: muito bem, quero que você continue fazendo isso, me mostra como você se masturba
Eu me afastei pra ela passar a câmera pelo corpo todo, dando o show pro seu José, ela brincou com os dedos em volta da buceta, seu José tomou conta da situação e começou a dar ordens de como se tocar, ela obedeceu e se acariciava seguindo as instruções do macho dela, "você tem algum brinquedo?", ele perguntou, eu fui até a cômoda onde guardava esse tipo de artigo, entreguei o vibrador favorito dela, com o qual alimentávamos a fantasia de um terceiro, "tenho bem aqui", ela respondeu, me olhando com malícia. "Liga ele", continuou ordenando, ela obedeceu e começou a brincar com ele, depois de um tempo vieram os espasmos, mas ele não deixou ela gozar, mandou desligar e disse "deda-se", ela enfiou os dedos devagar, "fecha os olhos", ela obedeceu sem reclamar, cada vez mais rápido, se aproximando do orgasmo, mas seu José cortava, "para", "procura outra coisa", ela sabia exatamente do que ele tava falando, se levantou e pegou um lubrificante de plástico comprido com a ponta redonda, voltou pra cama e pegou o telefone de novo, "muito bem, vagabunda, você sabe bem o que quer, brinca com ele".
Totalmente entregue ao jogo, ela enfiou o frasco na boca, passou em volta dos lábios e gemeu, devagar foi descendo pelos peitos, pela barriga até chegar na buceta.
DJ: ainda não, vagabunda, primeiro me pede permissão
Y: deixa eu enfiar, por favor
DJ: você se comportou bem?
Y: sim
DJ: fez o que eu mandei?
Y: sim, te mandei as fotos
DJ: você transou com seu marido?
Y: não, não deixei, fingi que tava brava
DJ: então você precisa se aliviar, o que você quer?
Y: quero ele dentro de mim
DJ: o que quer dentro, esse brinquedo ou o meu?
Y: o seu, quero sentir o seu
DJ: por enquanto se contenta em imaginar que esse brinquedo é meu pau, vamos, me pede
Y: por favor, deixa eu meter seu pau, preciso dele
DJ: muito bem, slutty, pode meter meu pau na sua buceta
Feliz da vida com a permissão, ela enfiou o plástico devagar, arqueando as costas conforme entrava. "Vai, foxy, rebola com meu pau dentro", ele ordenou de novo, o que fez ela intensificar os movimentos, até que, finalmente, depois de uns minutos, veio um orgasmo intenso que acabou molhando a cama com os fluidos dela. "Continua me esperando, já já tô aí", ele disse e desligou. Ela largou o telefone de lado e virou pra me olhar, como se perguntasse o que eu achava do que tinha rolado. Minha cara era de choque, eu sabia que algo nela era diferente, mas ver ela ali, na minha frente, mostrando o quanto queria a rola do seu José, me deixou perplexo. Com o olhar fixo, ela me chamou com o dedo pra chegar perto e, quando eu tava quase em cima dela, falou: "continua de onde parou". Com força, ela puxou minha mão pra buceta dela pra eu terminar o oral que tinha sido interrompido pela ligação. Excitado também, obedeci, me esforcei pra dar outro orgasmo nela, que veio, mas com menos intensidade. Me afastei e deitei do lado dela.
Ela não conseguiu evitar notar minha ereção. A situação tinha me deixado tão tesudo que meu corpo não conseguia esconder. Ela pegou meu pau com as mãos e começou a passar de cima pra baixo, enquanto fazia isso, se aproximou do meu pescoço e beijava com um desejo claro. De repente, subiu em cima de mim e começou a mexer a cintura pra frente e pra trás, roçando a intimidade dela no meu pau ainda duro. Segurei as cadeiras dela e acompanhei o movimento com força. O atrito dos nossos corpos e a intensidade fizeram ela se acender de novo. "Vem, mete em mim", ela pediu, enquanto com a mão procurava meu pau pra enfiar. Eu acelerei o ritmo, impedindo ela de conseguir o que queria, passei meu Coloquei as mãos nos peitos dela e apertei, depois coloquei meu rosto na altura do peito dela e procurei os mamilos pra lamber e chupar, a excitação não aguentou mais e chegamos ao orgasmo assim, ela escorrendo de novo pelas pernas e eu, gozando em cima do lençol.
Y: Você tá bem? — ela me disse
K: sim
Y: tem certeza que não quer gozar de outro jeito?
K: não, sem problema, já terminei, e você tá satisfeita assim?
Y: um pouco, sim
K: ou você quer fazer?
Y: bom, na verdade, tô um pouco insatisfeita, mas…
K: você vai continuar esperando?
Y: o que você faria no meu lugar?
K: com o que eu vi, já dá pra te entender
Y: cê acha que é uma boa ideia?
K: talvez não, ele pediu isso com um propósito
Y: é ruim?
K: é ruim porque vai criar uma necessidade em você, mas pro seu prazer, acho que vai ser muito bom
Y: tô percebendo, verdade, ele me deixou muito ansiosa
K: já quer ver ele?
Y: sim, não aguento mais esperar, mas tenho medo do que tô sentindo, e se eu não conseguir lidar?
K: faltam só alguns dias, melhor não pensar tanto e se deixar levar
Ainda com dúvida no olhar, a conversa parou por ali. Os outros dias foram normais, sem tocar no assunto. Eu sabia o que passava pela cabeça dela e não queria mexer mais com as emoções dela. Tava ciente do risco da situação, mas no fundo, a excitação era tanta que não conseguia evitar. Ia deixar que o objetivo do seu José se cumprisse, que minha esposa sentisse “necessidade de transar com ele”.
Na terça, enquanto trabalhava, finalmente chegou a tão esperada mensagem: “já tô voltando”. A ansiedade dela tava visível. Respondeu na hora pra ver quando poderia vê-lo: “te aviso quando puder vir, espero que tenha cumprido sua parte”. O convite era direto, ela planejava levá-lo de novo pra casa.
Pediu pra sair mais cedo do trabalho e chegou no apartamento. Tomou um banho e se preparou pra recebê-lo. Me manteve informado do que tava rolando, mas eu também não aguentei esperar e decidi ir pra lá. Lá. Cheguei sem avisar, naquele momento ela já estava arrumando o cabelo, estava só de lingerie, um conjunto de renda rosa pastel que eu não conhecia, ela devia ter comprado especialmente pra essa ocasião. Fiquei observando o jeito dela, ela rebolava em cada coisa que fazia, mostrando a alegria e a ansiedade dela, até que finalmente me viu de canto de olho.
— Tá gostando? — ela disse, toda provocante.
— Sim, ele vai ficar louco — respondi.
— Fico feliz em ouvir isso — voltando pro que tava fazendo.
Agora ela passou a se maquiar, eu me ocupava com outras coisas enquanto de vez em quando voltava pra ver como tava indo. Ela já quase terminava a maquiagem, tudo nela parecia perfeito. A vontade me venceu e me aproximei por trás, peguei ela na cintura com cuidado e ela começou a mexer de um lado pro outro, se exibindo, mostrando como a bunda dela tava perfeita. Peguei a calcinha dela pelas laterais e puxei ela pra perto de mim, imitando aquele vai e vem típico do sexo, beijava o pescoço dela com a intenção de esquentar ela ainda mais. Ela parou o que tava fazendo e se concentrou no que eu tava fazendo, respirava acelerada, quase gozando, mas eu não queria que ela gozasse, era só um pretexto pra deixar ela no ponto. Então soltei ela como se nada tivesse acontecido e dei um tapa na bunda dela, me afastando.
Ela me olhou de volta, incrédula, como se não entendesse qual era o meu jogo, ou talvez, caindo na real da minha verdadeira intenção. — Você quer mesmo chifre! — sentenciou. Terminou de se arrumar e agora sim vestiu um vestido oxford brilhante, daqueles curtos que se usa em balada, com sapatilhas de salto baixo que combinavam. Só faltava esperar a mensagem do amante dela, que chegou, mas não era o que ela esperava.
— Não vou poder te ver hoje, a casa tá ocupada —
A cara dela mudou completamente, dava pra ver que ela tava entre decepcionada e irritada. Respondeu pra questionar ele.
— Como assim ocupada, achei que você não ligava pra sua esposa — disse minha esposa.
— Não é por causa dela, um dos meus filhos veio com a família — respondeu Dom José.
— Eles vão embora logo.
— Não vão. acho, tão trazendo mala e querem ficar, fica pra outra vez –
Ela posou e tirou uma foto com a intenção de mandar pra ele.
- Que pena, acho que quem vai aproveitar isso vai ser meu marido – ela disse
- Você tá uma foxy gostosa, adoraria te comer agora, mas não se empolga tanto, tem que continuar brava com seu marido até eu te aproveitar –
Yes entendeu que o Dom José já tinha decidido não ver ela naquele dia, a decepção dela era nítida, não ia desperdiçar a tarde, então pediu pra gente sair pra comer, assim a gente aproveitava o look dela, saímos um tempinho, não muito tarde porque no dia seguinte a gente trabalhava, voltamos quase às 9 da noite, passando de táxi do lado da vila onde tava tocando música, provavelmente da reunião de família, chegamos no prédio e enquanto subia pro apartamento, Yes num tom assustado, me fala que esqueceu alguma coisa no táxi, me ofereci pra ir buscar antes dele ir embora, mas ela não deixou e voltou correndo atrás, eu abri o apê e deixei as compras que a gente tinha trazido, quando percebi que ela tava demorando, saí pra procurar, mas quando tava descendo ela já tava voltando.
- Achou? – perguntei
- Que coisa? – ela disse
- O taxista –
- Ah, claro –
- E tava o que você deixou?
- Ok, vamos entrar –
Já dentro, notei que ela vinha meio bêbada e com umas cervejas na mão, sentei na sala com ela, ela me deu uma e começou a contar o que rolou. A verdade é que ela tinha visto o Dom José lá fora, bebendo com os amigos de sempre, ela viu aquilo como uma chance de esfregar na cara dele o que ele tinha perdido, com a desculpa de ir na venda passou na frente do grupo de velhos, que, claro, não perderam a chance de devorar ela com os olhos, mas a Yes só ligava de ser vista por ele.
Mal ele tinha virado pra olhar ela, os outros já soltaram cantada e um monte de putaria que veio na cabeça, então, com mais uma decepção, sem alternativa, continuou o caminho – Caminho até a loja que ficava na esquina, como já estava lá, só pensei em pegar umas cervejas, entrei na fila e paguei, mas ao sair, abordaram ela por trás naquela rua quase sem luz.
- Sério que hoje você tá uma puta de campeonato – era o Seu José
Ela se impressionou por um instante, mas manteve a calma.
- Você dizia que não teria tempo, mas pros seus amiguinhos tem, né –
- Calma, putinha, são só umas cervejas, cê entende, tô há dias sem ver eles –
- Acho que você tava com mais vontade de ver eles –
- Não fica com ciúme, é que não posso escapar, mas se não tiver problema com meus amigos, posso te levar comigo –
- Você é louco –
- Calma, tô falando de umas cervejas, não vou te dividir com ninguém –
- Esquece, já tenho que ir, continua com seus amigos –
Ela se virou pra ir, mas ele segurou ela pela cintura e deu um beijo com gosto amargo de cerveja, ela se afastou na hora, - me solta – falou antes de sair quase correndo e voltar pra casa. Tudo aconteceu tão rápido, mas foi o suficiente pra acender ela de novo, ela vinha em busca de apagar o desejo, assim que terminou de me contar foi direto pro meu pau, começando um boquete delicioso, tava concentrada no que fazia quando chegou outra mensagem no celular dela, então eu li pra ela - adorei te ver vestida assim, se precisar ir na loja de novo me avisa – Seu José.
- Acho que você deixou uma boa impressão –
- Sim, ele gostou, mas perdeu a chance –
- Não seja tão dura, não é que ele não quis, é que não pôde –
- Talvez, mas se quisesse de verdade, teria dado um jeito –
- Tá todo mundo da vizinhança e na casa dele tem a família, não tem lugar pra ir –
- Um motel –
- Haha, ia levar muito tempo, ele não pode sumir por tanto, quer que eu responda algo? –
- Não adianta, mas tudo bem, só pra deixar ele na vontade –
Começamos a conversa com ele –
- Pra quê, só pra ele me roubar outro beijo? –
- Pra Te dar um amasso, fiquei com vontade de sentir você por baixo, com certeza deve estar bem molhada –
– Mesmo que estivesse, vou ter que me consolar sozinha –
– Mais te vale, não recorra ao seu marido –
Aí entrou minha malícia.
– Mesmo que quisesse, não poderia –
– Ainda está chateada com ele –
– Na verdade, ele não está aqui –
– Como assim, você não veio com ele? –
– Não, ele teve que sair a trabalho –
– Coitado –
– É, ele também perdeu essa –
– Então, você está sozinha? –
– Sim, e sem marido –
– Coitado do seu marido –
– É, coitado –
– Ele trabalhando à noite e a mulherzinha dele, empalada –
– ?
– Desce pra me abrir
Naquele momento, eu estava prestes a gozar na boca da Yes, mas tirei e olhei pra ela pra dizer.
– Haha, acho que você não tinha pensado nisso, mas tem um lugar onde podemos ir –
– Do que você tá falando, onde? –
– Ora, aqui mesmo –
– Haha, claro, e deixar você ver, né! –
– Não, na verdade, eu teria que sair –
– Pra onde, se já é muito tarde –
– Ora, pro terraço, acho que não dá tempo de sair pra rua –
– Como assim não dá tempo –
– Melhor você descer pra abrir –
Mostrei as mensagens e ela ficou perplexa.
Ela se levantou e caminhamos juntos pelo corredor, na divisão me despedi dela com um beijo intenso, virei ela e dei um tapa na bunda, e falei – ah, e sim, eu quero muito uns chifres! –
Percebi desde que vi o rosto dela, um sorriso se formou enquanto ela respondia. Ele não tinha conseguido mandar mensagem por estar muito ocupado, mas já tinha encontrado um momento para contatá-la. Não foi uma conversa para saber como ela estava, só apareceu para lembrar a segunda tarefa que tinha dado: "quero que você me mande fotos". Ela mandou algumas fotos que já tinha salvas no celular, que foram bem recebidas por dom José, mas ele comentou que não eram fotos recentes, porque lembrava bem das mudanças de visual dela. Minha esposa disse que naquele momento não podia tirar porque estava comigo em casa. Ele aceitou, mas pediu que, quando pudesse, tirasse umas recentes e mandasse para ele, e ela concordou.
Depois dessa conversinha, eles se despediram. Ela levantou da cama e procurou entre as roupas íntimas: um sutiã vermelho com uma calcinha fio dental. Vestiu e me disse para pegar o celular dela e tirar umas fotos em diferentes ângulos e posições. Na hora, não me senti muito confortável, e ela deve ter percebido pela minha cara. Imediatamente, pegou o celular da mesa de cabeceira e jogou para mim, onde eu estava, soltando uma frase simples: "quer participar ou não?". Me lembrou do que a gente tinha conversado e uma das minhas condições era essa: que ela me deixasse participar do jogo. Então, meio hesitante, peguei o celular dela e... comecei a tirar foto atrás de foto, enquanto ela mudava de posição, mostrava os peitos, ficava de quatro, puxava a tanga pro lado deixando a buceta à mostra, cada foto era mais ousada que a anterior. No fim da sessão, ela pediu o celular dela e eu entreguei na mão dela: “por hoje terminamos, vou te mandar depois”.
De novo se passaram três noites sem notícias do seu José. Na quarta, ele só pediu o que tinha encomendado, ela mandou as fotos sem receber resposta, o que a deixou de mau humor. Ela tava puta com ele e, como se quisesse descontar, veio me procurar pra transar. Eu não quis discutir com ela, recusei dizendo que tinha trabalhado pra caralho e não tava a fim, que a gente podia tentar de manhã. Dormimos afastados naquela noite. Claro que de manhã o assunto ficou de lado, ela não me procurou nem eu procurei ela, levantamos com a rotina normal de sábado e o resto do fim de semana foi assim, tranquilo, mas sem muita conversa, típico de mulher brava.
Começo de semana nova e a situação continuava a mesma, sem mensagens do seu José, até quarta-feira, quando ele procurou ela de novo: “preciso de mais”, foi a mensagem dele, seca e direta, o que ela não levou bem e acabou ignorando. No dia seguinte, ela recebeu à tarde: “não esquece de me mandar mais hoje à noite”. Até sexta à noite, ele mandou uma nova mensagem: “não me faz perder meu tempo, se é assim, vamos parar por aqui”. A última mensagem, em tom de ameaça, fez ela reagir. Respondeu dizendo que não tinha tido oportunidade, que de tarde tava ocupada e de noite eu tava em casa. “Quando você vai me compensar, putinha?” Ela respondeu: “amanhã à noite, meu marido não vai estar”. Combinaram assim. No fundo, eu pensava: eu sempre me fodia pra lidar com a raiva dela, e seu José com uma simples ameaça conseguiu que ela esquecesse tudo.
No dia seguinte, inacreditavelmente, o humor dela tinha mudado de novo. Tava entusiasmada, saímos pra comprar lingerie nova, passamos um sábado como antigamente, comemos fora, entre risadas e flertes foi a tarde toda e, finalmente, chegamos em casa já escurecendo, ela tomou banho e começou a se arrumar, vestiu um conjunto de renda branca e colocou, virou pra mim e perguntou "cê acha que ficou bom?", "ele vai amar" respondi. Ela se aproximou e subiu em cima de mim, foi direto na minha boca, um beijo frenético com a língua dela procurando a minha, tava precisando sentir algo mais, levantei ela e joguei na cama, "é assim que ele te deixa?", "sim, vem me satisfazer" ela disse.
Eu me dediquei a percorrer as curvas dela, massageava com força e de vez em quando beijava a parte do corpo onde eu tava, ela tremia de tesão, "as fotos" ela lembrou, mas eu ignorei, desci e afastei a tanga do conjunto, com meus dedos rocei de cima pra baixo, mal tocando nela, ela começou a tremer, fiz ela esperar um pouco mais, só roçando com as pontas dos meus dedos, até que finalmente enfiei o primeiro dedo, a lubrificação facilitava tudo, percorria com suavidade mas com firmeza as paredes internas dela, enfiei um segundo dedo e estimulei com mais intensidade, até o ponto do orgasmo, me retirei, "as fotos", lembrei agora eu.
Peguei o celular dela, mal conseguia se mexer, então as fotos foram assim, só deitada com o conjunto, ela com as mãos se tocando fingindo que tava se masturbando, com a maldade na minha mente, procurei a conversa com seu José e mandei as fotos que acabaram de ser tiradas, "enviadas", falei pra ela me colocando por cima dela, ela tirou o celular da minha mão e jogou pro lado, agora me pegou pelo rosto e continuou me beijando, "me faz gozar", enquanto eu levava meu rosto pra entre as pernas dela. Ao mesmo tempo, dava pra ouvir o zumbido do celular dela, tinham chegado algumas mensagens, ela pegou e foi ler, mas de repente começou a vibrar, era uma chamada de vídeo, eu já tava fazendo sexo oral nela, mas notei a hesitação dela, com a mesma maldade que tinha mandado as fotos, peguei o decisão por ela e deslize para aceitar.
DJ: Oi, vagabunda, vejo que você está se divertindo
Y: Só estava fazendo o que você mandou
DJ: sim, tô vendo, mas acho que você ainda não terminou
Y: tava nisso
DJ: muito bem, quero que você continue fazendo isso, me mostra como você se masturba
Eu me afastei pra ela passar a câmera pelo corpo todo, dando o show pro seu José, ela brincou com os dedos em volta da buceta, seu José tomou conta da situação e começou a dar ordens de como se tocar, ela obedeceu e se acariciava seguindo as instruções do macho dela, "você tem algum brinquedo?", ele perguntou, eu fui até a cômoda onde guardava esse tipo de artigo, entreguei o vibrador favorito dela, com o qual alimentávamos a fantasia de um terceiro, "tenho bem aqui", ela respondeu, me olhando com malícia. "Liga ele", continuou ordenando, ela obedeceu e começou a brincar com ele, depois de um tempo vieram os espasmos, mas ele não deixou ela gozar, mandou desligar e disse "deda-se", ela enfiou os dedos devagar, "fecha os olhos", ela obedeceu sem reclamar, cada vez mais rápido, se aproximando do orgasmo, mas seu José cortava, "para", "procura outra coisa", ela sabia exatamente do que ele tava falando, se levantou e pegou um lubrificante de plástico comprido com a ponta redonda, voltou pra cama e pegou o telefone de novo, "muito bem, vagabunda, você sabe bem o que quer, brinca com ele".
Totalmente entregue ao jogo, ela enfiou o frasco na boca, passou em volta dos lábios e gemeu, devagar foi descendo pelos peitos, pela barriga até chegar na buceta.
DJ: ainda não, vagabunda, primeiro me pede permissão
Y: deixa eu enfiar, por favor
DJ: você se comportou bem?
Y: sim
DJ: fez o que eu mandei?
Y: sim, te mandei as fotos
DJ: você transou com seu marido?
Y: não, não deixei, fingi que tava brava
DJ: então você precisa se aliviar, o que você quer?
Y: quero ele dentro de mim
DJ: o que quer dentro, esse brinquedo ou o meu?
Y: o seu, quero sentir o seu
DJ: por enquanto se contenta em imaginar que esse brinquedo é meu pau, vamos, me pede
Y: por favor, deixa eu meter seu pau, preciso dele
DJ: muito bem, slutty, pode meter meu pau na sua buceta
Feliz da vida com a permissão, ela enfiou o plástico devagar, arqueando as costas conforme entrava. "Vai, foxy, rebola com meu pau dentro", ele ordenou de novo, o que fez ela intensificar os movimentos, até que, finalmente, depois de uns minutos, veio um orgasmo intenso que acabou molhando a cama com os fluidos dela. "Continua me esperando, já já tô aí", ele disse e desligou. Ela largou o telefone de lado e virou pra me olhar, como se perguntasse o que eu achava do que tinha rolado. Minha cara era de choque, eu sabia que algo nela era diferente, mas ver ela ali, na minha frente, mostrando o quanto queria a rola do seu José, me deixou perplexo. Com o olhar fixo, ela me chamou com o dedo pra chegar perto e, quando eu tava quase em cima dela, falou: "continua de onde parou". Com força, ela puxou minha mão pra buceta dela pra eu terminar o oral que tinha sido interrompido pela ligação. Excitado também, obedeci, me esforcei pra dar outro orgasmo nela, que veio, mas com menos intensidade. Me afastei e deitei do lado dela.
Ela não conseguiu evitar notar minha ereção. A situação tinha me deixado tão tesudo que meu corpo não conseguia esconder. Ela pegou meu pau com as mãos e começou a passar de cima pra baixo, enquanto fazia isso, se aproximou do meu pescoço e beijava com um desejo claro. De repente, subiu em cima de mim e começou a mexer a cintura pra frente e pra trás, roçando a intimidade dela no meu pau ainda duro. Segurei as cadeiras dela e acompanhei o movimento com força. O atrito dos nossos corpos e a intensidade fizeram ela se acender de novo. "Vem, mete em mim", ela pediu, enquanto com a mão procurava meu pau pra enfiar. Eu acelerei o ritmo, impedindo ela de conseguir o que queria, passei meu Coloquei as mãos nos peitos dela e apertei, depois coloquei meu rosto na altura do peito dela e procurei os mamilos pra lamber e chupar, a excitação não aguentou mais e chegamos ao orgasmo assim, ela escorrendo de novo pelas pernas e eu, gozando em cima do lençol.
Y: Você tá bem? — ela me disse
K: sim
Y: tem certeza que não quer gozar de outro jeito?
K: não, sem problema, já terminei, e você tá satisfeita assim?
Y: um pouco, sim
K: ou você quer fazer?
Y: bom, na verdade, tô um pouco insatisfeita, mas…
K: você vai continuar esperando?
Y: o que você faria no meu lugar?
K: com o que eu vi, já dá pra te entender
Y: cê acha que é uma boa ideia?
K: talvez não, ele pediu isso com um propósito
Y: é ruim?
K: é ruim porque vai criar uma necessidade em você, mas pro seu prazer, acho que vai ser muito bom
Y: tô percebendo, verdade, ele me deixou muito ansiosa
K: já quer ver ele?
Y: sim, não aguento mais esperar, mas tenho medo do que tô sentindo, e se eu não conseguir lidar?
K: faltam só alguns dias, melhor não pensar tanto e se deixar levar
Ainda com dúvida no olhar, a conversa parou por ali. Os outros dias foram normais, sem tocar no assunto. Eu sabia o que passava pela cabeça dela e não queria mexer mais com as emoções dela. Tava ciente do risco da situação, mas no fundo, a excitação era tanta que não conseguia evitar. Ia deixar que o objetivo do seu José se cumprisse, que minha esposa sentisse “necessidade de transar com ele”.
Na terça, enquanto trabalhava, finalmente chegou a tão esperada mensagem: “já tô voltando”. A ansiedade dela tava visível. Respondeu na hora pra ver quando poderia vê-lo: “te aviso quando puder vir, espero que tenha cumprido sua parte”. O convite era direto, ela planejava levá-lo de novo pra casa.
Pediu pra sair mais cedo do trabalho e chegou no apartamento. Tomou um banho e se preparou pra recebê-lo. Me manteve informado do que tava rolando, mas eu também não aguentei esperar e decidi ir pra lá. Lá. Cheguei sem avisar, naquele momento ela já estava arrumando o cabelo, estava só de lingerie, um conjunto de renda rosa pastel que eu não conhecia, ela devia ter comprado especialmente pra essa ocasião. Fiquei observando o jeito dela, ela rebolava em cada coisa que fazia, mostrando a alegria e a ansiedade dela, até que finalmente me viu de canto de olho.
— Tá gostando? — ela disse, toda provocante.
— Sim, ele vai ficar louco — respondi.
— Fico feliz em ouvir isso — voltando pro que tava fazendo.
Agora ela passou a se maquiar, eu me ocupava com outras coisas enquanto de vez em quando voltava pra ver como tava indo. Ela já quase terminava a maquiagem, tudo nela parecia perfeito. A vontade me venceu e me aproximei por trás, peguei ela na cintura com cuidado e ela começou a mexer de um lado pro outro, se exibindo, mostrando como a bunda dela tava perfeita. Peguei a calcinha dela pelas laterais e puxei ela pra perto de mim, imitando aquele vai e vem típico do sexo, beijava o pescoço dela com a intenção de esquentar ela ainda mais. Ela parou o que tava fazendo e se concentrou no que eu tava fazendo, respirava acelerada, quase gozando, mas eu não queria que ela gozasse, era só um pretexto pra deixar ela no ponto. Então soltei ela como se nada tivesse acontecido e dei um tapa na bunda dela, me afastando.
Ela me olhou de volta, incrédula, como se não entendesse qual era o meu jogo, ou talvez, caindo na real da minha verdadeira intenção. — Você quer mesmo chifre! — sentenciou. Terminou de se arrumar e agora sim vestiu um vestido oxford brilhante, daqueles curtos que se usa em balada, com sapatilhas de salto baixo que combinavam. Só faltava esperar a mensagem do amante dela, que chegou, mas não era o que ela esperava.
— Não vou poder te ver hoje, a casa tá ocupada —
A cara dela mudou completamente, dava pra ver que ela tava entre decepcionada e irritada. Respondeu pra questionar ele.
— Como assim ocupada, achei que você não ligava pra sua esposa — disse minha esposa.
— Não é por causa dela, um dos meus filhos veio com a família — respondeu Dom José.
— Eles vão embora logo.
— Não vão. acho, tão trazendo mala e querem ficar, fica pra outra vez –
Ela posou e tirou uma foto com a intenção de mandar pra ele.
- Que pena, acho que quem vai aproveitar isso vai ser meu marido – ela disse
- Você tá uma foxy gostosa, adoraria te comer agora, mas não se empolga tanto, tem que continuar brava com seu marido até eu te aproveitar –
Yes entendeu que o Dom José já tinha decidido não ver ela naquele dia, a decepção dela era nítida, não ia desperdiçar a tarde, então pediu pra gente sair pra comer, assim a gente aproveitava o look dela, saímos um tempinho, não muito tarde porque no dia seguinte a gente trabalhava, voltamos quase às 9 da noite, passando de táxi do lado da vila onde tava tocando música, provavelmente da reunião de família, chegamos no prédio e enquanto subia pro apartamento, Yes num tom assustado, me fala que esqueceu alguma coisa no táxi, me ofereci pra ir buscar antes dele ir embora, mas ela não deixou e voltou correndo atrás, eu abri o apê e deixei as compras que a gente tinha trazido, quando percebi que ela tava demorando, saí pra procurar, mas quando tava descendo ela já tava voltando.
- Achou? – perguntei
- Que coisa? – ela disse
- O taxista –
- Ah, claro –
- E tava o que você deixou?
- Ok, vamos entrar –
Já dentro, notei que ela vinha meio bêbada e com umas cervejas na mão, sentei na sala com ela, ela me deu uma e começou a contar o que rolou. A verdade é que ela tinha visto o Dom José lá fora, bebendo com os amigos de sempre, ela viu aquilo como uma chance de esfregar na cara dele o que ele tinha perdido, com a desculpa de ir na venda passou na frente do grupo de velhos, que, claro, não perderam a chance de devorar ela com os olhos, mas a Yes só ligava de ser vista por ele.
Mal ele tinha virado pra olhar ela, os outros já soltaram cantada e um monte de putaria que veio na cabeça, então, com mais uma decepção, sem alternativa, continuou o caminho – Caminho até a loja que ficava na esquina, como já estava lá, só pensei em pegar umas cervejas, entrei na fila e paguei, mas ao sair, abordaram ela por trás naquela rua quase sem luz.
- Sério que hoje você tá uma puta de campeonato – era o Seu José
Ela se impressionou por um instante, mas manteve a calma.
- Você dizia que não teria tempo, mas pros seus amiguinhos tem, né –
- Calma, putinha, são só umas cervejas, cê entende, tô há dias sem ver eles –
- Acho que você tava com mais vontade de ver eles –
- Não fica com ciúme, é que não posso escapar, mas se não tiver problema com meus amigos, posso te levar comigo –
- Você é louco –
- Calma, tô falando de umas cervejas, não vou te dividir com ninguém –
- Esquece, já tenho que ir, continua com seus amigos –
Ela se virou pra ir, mas ele segurou ela pela cintura e deu um beijo com gosto amargo de cerveja, ela se afastou na hora, - me solta – falou antes de sair quase correndo e voltar pra casa. Tudo aconteceu tão rápido, mas foi o suficiente pra acender ela de novo, ela vinha em busca de apagar o desejo, assim que terminou de me contar foi direto pro meu pau, começando um boquete delicioso, tava concentrada no que fazia quando chegou outra mensagem no celular dela, então eu li pra ela - adorei te ver vestida assim, se precisar ir na loja de novo me avisa – Seu José.
- Acho que você deixou uma boa impressão –
- Sim, ele gostou, mas perdeu a chance –
- Não seja tão dura, não é que ele não quis, é que não pôde –
- Talvez, mas se quisesse de verdade, teria dado um jeito –
- Tá todo mundo da vizinhança e na casa dele tem a família, não tem lugar pra ir –
- Um motel –
- Haha, ia levar muito tempo, ele não pode sumir por tanto, quer que eu responda algo? –
- Não adianta, mas tudo bem, só pra deixar ele na vontade –
Começamos a conversa com ele –
- Pra quê, só pra ele me roubar outro beijo? –
- Pra Te dar um amasso, fiquei com vontade de sentir você por baixo, com certeza deve estar bem molhada –
– Mesmo que estivesse, vou ter que me consolar sozinha –
– Mais te vale, não recorra ao seu marido –
Aí entrou minha malícia.
– Mesmo que quisesse, não poderia –
– Ainda está chateada com ele –
– Na verdade, ele não está aqui –
– Como assim, você não veio com ele? –
– Não, ele teve que sair a trabalho –
– Coitado –
– É, ele também perdeu essa –
– Então, você está sozinha? –
– Sim, e sem marido –
– Coitado do seu marido –
– É, coitado –
– Ele trabalhando à noite e a mulherzinha dele, empalada –
– ?
– Desce pra me abrir
Naquele momento, eu estava prestes a gozar na boca da Yes, mas tirei e olhei pra ela pra dizer.
– Haha, acho que você não tinha pensado nisso, mas tem um lugar onde podemos ir –
– Do que você tá falando, onde? –
– Ora, aqui mesmo –
– Haha, claro, e deixar você ver, né! –
– Não, na verdade, eu teria que sair –
– Pra onde, se já é muito tarde –
– Ora, pro terraço, acho que não dá tempo de sair pra rua –
– Como assim não dá tempo –
– Melhor você descer pra abrir –
Mostrei as mensagens e ela ficou perplexa.
Ela se levantou e caminhamos juntos pelo corredor, na divisão me despedi dela com um beijo intenso, virei ela e dei um tapa na bunda, e falei – ah, e sim, eu quero muito uns chifres! –
0 comentários - Minha esposa e o vizinho coroa botando ela no ponto