De repente, no meio dos gemidos e do som úmido de carne contra carne, ouviu-se um barulho claro: passos se aproximando pelo corredor lateral do abrigo, acompanhados pelo som metálico das rodas de um carrinho de lixo.
Todos ficaram paralisados.
Miranda abriu os olhos de repente, o coração batendo na garganta. O Paco ainda tinha o pau enfiado até o fundo no seu cu, o Don Julio tinha um peito na boca e o Negro Ramón estava se masturbando ao lado.
— Alguém tá vindo! — sussurrou Eduardo, com a voz sufocada de pânico.
Os passos se aproximavam cada vez mais. Era uma voz jovem de mulher cantarolando baixinho, provavelmente uma das voluntárias que vinha jogar lixo fora.
Miranda empalideceu. Estava completamente nua, os peitos à mostra, a bunda vermelha e inchada, sêmen escorrendo pelas suas coxas, cercada por quatro mendigos idosos também nus e com os paus duros.
Eduardo reagiu rápido. Olhou em volta e avistou a grande lixeira enferrujada a apenas dois metros de distância, com a tampa entreaberta.
— Rápido! — disse em voz baixa, mas urgente. — Todo mundo dentro do contêiner! Agora!
Miranda foi a primeira a se mexer. Levantou-se desajeitada, com as pernas tremendo, sêmen escorrendo pelas coxas. Os quatro velhos, ainda pelados e de pau duro, a seguiram às pressas. Paco, Don Julio, El Negro Ramón e Don Luis entraram um atrás do outro no contêiner grande, se apertando entre sacos de lixo molhados, restos de comida e um cheiro nauseante.
Miranda foi a última a entrar. Antes de se enfiar, olhou para Eduardo com olhos cheios de medo e tesão.
—amor… —sussurrou.
—Vai, rápido —ele respondeu, empurrando-a gentilmente para dentro—. Eu fico aqui fora de vigia. Não faz barulho.
Miranda se enfiou no contêiner, apertada entre os quatro corpos sujos e suados. O cheiro lá dentro era insuportável: lixo podre, mijo, suor rançoso e porra. Os quatro velhos a cercavam, os paus ainda duros roçando no corpo dela, mas ninguém se atrevia a se mexer.
Eduardo fechou a tampa do contêiner o mais silenciosamente possível, deixando apenas uma pequena fresta para entrar um pouco de ar. Depois, ajeitou a roupa rapidamente, limpou o suor da testa e ficou de pé ao lado do contêiner, fingindo que estava checando algo no celular.
Os passos se aproximaram.
Era a Sofia, uma moça jovem de uns 24 anos que também ajudava aos domingos no abrigo. Ela vinha empurrando um carrinho com um balde grande de lixo.
—Oi, Eduardo… —ela disse com um sorriso gentil ao vê-lo—. Ainda está por aqui? Pensei que todo mundo já tinha ido embora.
Eduardo tentou sorrir da forma mais natural possível, embora o coração estivesse batendo a mil.
—Sim… a gente tava terminando de arrumar umas coisas. A Miranda foi no banheiro um segundo.
Sofia concordou, sem suspeitar de nada, e empurrou o carrinho em direção aos contêineres.
—Vou jogar isso fora e vou embora. Hoje tô muito cansada.
Eduardo sentiu o sangue gelar nas veias. Sofia estava a apenas três metros do contêiner onde estavam escondidos sua esposa completamente nua e quatro mendigos também pelados, com os paus ainda duros.
Miranda, lá dentro do contêiner, apertada entre os corpos quentes e fedorentos dos quatro velhos, segurou a respiração. Sentia o pau do Paco roçando na sua bunda, o do Don Julio contra sua coxa, e o cheiro nauseante do lixo se misturando com o suor dos homens. Não ousava se mexer nem falar.
Eduardo, de fora, observava cada movimento de Sofia, rezando para que ela não abrisse a tampa do contêiner onde sua esposa estava sendo esmagada por quatro machos sujos e excitados.
Sofia parou o carro bem ao lado do container grande…

Dentro do contêiner grande e enferrujado, reinava uma escuridão quase total, apenas quebrada por finas frestas de luz que entravam pela tampa entreaberta. O espaço era apertado, sufocante e fedorento: cheiro de lixo podre, restos de comida em decomposição, mijo velho e o suor rançoso de quatro corpos sem banho. O calor era sufocante.
Miranda estava apertada no meio, completamente nua, cercada pelos quatro mendigos também nus. Seu corpo macio e perfumado contrastava brutalmente com os corpos sujos, flácidos e fedorentos que a pressionavam por todos os lados.
Mal a tampa fechou, os caras não perderam nem um segundo.
Paco foi o primeiro. Ele enfiou uma mão calejada entre as pernas dela e acariciou a buceta encharcada com dedos ásperos.
—Shhh… fica quietinha, putinha… —sussurrou rouco no ouvido dela, enquanto enfiava dois dedos dentro sem piedade.
Don Julio se colou nas suas costas, agarrou aquelas tetas enormes por trás e começou a apertar com força os mamilos dela, esfregando seu pau fino e venoso contra a bunda dela.
O Negro Ramón levantou uma perna dela e enfiou o rosto entre as coxas, lambendo a buceta com a língua grossa e babosa, saboreando os seus fluidos misturados com a porra que ainda estava lá de antes.
Don Luis, o mais velho, agarrou o rosto dela com suas mãos trêmulas e sujas e enfiou a língua podre na boca dela, beijando-a com desespero.
Miranda estava aterrorizada e excitada ao mesmo tempo. Sua mente gritava "vão nos descobrir!", mas seu corpo reagia de outra forma. Estar trancada naquele espaço tão apertado, tão nojento, cercada por quatro corpos quentes e fedorentos que a apalpavam e lambiam sem controle... estava deixando ela com um tesão doentio.
—Gente… por favor… fiquem quietos… —sussurrou com a voz trêmula, tentando manter o controle—. Se eles nos ouvirem…
Mas suas palavras foram cortadas quando Paco enfiou três dedos na sua buceta e começou a bombá-los com força. Miranda soltou um gemido abafado que quase escapou alto demais.
Os mendigos não ligaram. Estavam excitados demais. Apertavam ela contra as paredes do contêiner, mãos sujas percorrendo cada centímetro do corpo dela: apertando os peitos, enfiando dedos na buceta e no cu, lambendo o pescoço, as axilas, os peitos...
Don Julio chupava um mamilo com desespero, babando tudo. O Negro Ramón lambia a buceta dela como um cachorro sedento, enfiando a língua o mais fundo possível. Paco mordia o pescoço dela enquanto enfiava os dedos no cu. Don Luis continuava beijando-a, enfiando a língua até a garganta, babando ela toda.
Miranda fechou os olhos, o medo e o tesão brigando dentro dela. O cheiro nauseante do contêiner, o calor sufocante, os corpos suados e sujos apertando ela... tudo estava levando ela ao limite.
Pouco a pouco, ela foi se deixando levar.
Ela começou a gemer baixinho, movendo os quadris contra os dedos e as línguas que a invadiam. Suas mãos, que no início tentavam contê-los, agora se agarravam aos ombros sujos dos velhos, puxando-os com mais força contra ela.
—Ai… Deus… —sussurrou entre gemidos abafados—. Não façam barulho… mas… não parem…
Os quatro mendigos ficaram mais agressivos. Chupavam seus peitos, lambiam suas axilas, metiam a língua no ânus e na buceta ao mesmo tempo, babando ela toda, se deliciando com o sabor e o cheiro de uma mulher limpa e gostosa que nunca imaginaram que poderiam ter.
Miranda não aguentava mais. A perversão de estar trancada num contêiner de lixo, cercada por quatro velhos fedorentos que a devoravam, enquanto seu marido ficava de vigia lá fora… estava deixando ela maluca.
Ela mordeu o lábio para não gemer alto demais e se entregou completamente às bocas e mãos sujas que a estavam usando.
Eduardo, lá fora, ouvia os sons abafados que vinham do contêiner: gemidos baixos, línguas chupando, dedos entrando e saindo, respirações pesadas. Ele sabia exatamente o que estava acontecendo lá dentro… e a jaula apertava mais do que nunca.

A poucos metros de distância, junto à porta lateral do abrigo, Eduardo conversava com Sofia tentando manter a voz o mais normal possível. A jovem voluntária empurrava o carrinho de lixo com um sorriso cansado.
— Que calor hoje, né? — disse Sofia, enxugando a testa —. Já estou morta. Vocês vão ficar muito mais?
Eduardo forçou um sorriso, mesmo com o coração na garganta.
—Não… já estamos quase terminando. A Miranda está… terminando de guardar umas coisas lá atrás. Daqui a pouco a gente vai embora.
Enquanto isso, a apenas quinze metros deles, escondidos dentro do grande contêiner de lixo, a cena era completamente diferente.
Miranda estava completamente entregue.
Os quatro mendigos, apertados no espaço reduzido e sufocante, já não se continham. O medo de serem descobertos só tinha aumentado sua excitação selvagem.
Paco e El Negro Ramón foram os primeiros a se animar. Levantaram Miranda entre os dois, segurando ela no ar dentro do contêiner. Paco enfiou o pau grosso na buceta dela com uma enfiada brutal, enquanto El Negro Ramón, por trás, cravou o pau escuro e grosso direto no cu dela.
Penetração dupla total, apertada, violenta e sem piedade.
— Aaaahhh… estão me arrebentando…! — gemeu Miranda, mordendo o lábio para não gritar muito alto.
Os dois a comiam ao mesmo tempo, seus paus se esfregando dentro dela através da fina parede, metendo com força no espaço apertado. O contêiner balançava levemente a cada enfiada.
Don Julio agarrou seu rosto com as duas mãos e enfiou a língua podre até a garganta em um beijo nojento e babado, chupando sua saliva e cobrindo-a toda de baba. Miranda correspondia ao beijo com desespero, gemendo dentro de sua boca enquanto era duplamente penetrada sem parar.
Don Luis, o mais velho, se ajoelhou como pôde no fundo do contêiner, levantou um pé dela e enfiou os dedos na boca, chupando-os com gemidos de prazer doentio. Ele lambia a sola, entre os dedos, babando o pé todo enquanto os outros dois a fodia pela buceta e pelo cu.
—Que pés deliciosos... —balbuceava Dom Luis com a boca cheia—. Têm gosto de mulher limpinha... que delícia...
Miranda já não conseguia pensar. Estava sendo fodida brutalmente numa dupla penetração, beijada de forma nojenta pelo Don Julio, e com o Don Luis chupando seus pés como um cachorro. O contêiner fedia a lixo podre, suor rançoso e sexo. O calor era insuportável. Corpos suados e sujos se esfregavam contra o dela, mãos calejas apertavam seus peitos, beliscavam seus mamilos, enfiavam dedos em sua boca.
Lá fora, Eduardo continuava conversando com Sofia, fingindo normalidade, enquanto ouvia os sons abafados que vinham do contêiner: gemidos reprimidos, carne batendo, línguas chupando, respirações ofegantes.
Sofia inclinou a cabeça para o lado.
— Você ouviu alguma coisa? — perguntou, curiosa.
Eduardo sentiu o sangue gelar nas veias, mas reagiu na hora:
—Com certeza alguma putinha revirando o lixo… sempre tem.
Dentro do contêiner, Miranda estava no limite. Paco e Ramão a comiam cada vez mais forte, revezando para enfiar o pau na buceta e no cu dela, enquanto Don Julio continuava enfiando a língua até a garganta e Don Luis chupava os pés dela com uma devoção nojenta.
Miranda, entre um gemido e outro sufocado, só conseguia pensar em uma coisa:
Estou sendo comida por quatro mendigos sujos dentro de uma lixeira... e meu marido está lá fora conversando com uma garota como se nada estivesse acontecendo...
E isso estava deixando ela completamente louca de prazer.

Sofia conversou mais alguns minutos com Eduardo sobre como estava cansada do turno e como o almoço tinha sido bom. Eduardo respondia com monossílabos, tentando manter a voz calma, embora por dentro estivesse uma pilha de nervos e excitação. Finalmente, a jovem se despediu com um sorriso cansado:
—Beleza, vou indo. A gente se vê mês que vem. Se cuida!
Ele empurrou o carrinho vazio e se afastou pelo corredor lateral. Eduardo esperou até que seus passos se perderam completamente. Só então soltou o ar que vinha prendendo.
Passaram-se quase mais trinta minutos. Dentro do contêiner, o sexo tinha sido intenso, rápido e silencioso, com medo de serem descobertos. Os quatro moradores de rua se revezaram para foder a Miranda em posições apertadas e sufocantes: dupla penetração, um na buceta e outro no cu, enquanto os outros dois enfiavam o pau na boca dela ou chupavam seus peitos e pés. Miranda gozou várias vezes, mordendo o próprio braço para não gritar.
Finalmente, com medo de que alguém aparecesse, decidiram terminar.
Paco foi o primeiro a gozar. Ele gemeu baixinho e jorrou jatos quentes e grossos dentro da buceta da Miranda. Depois foi a vez do Don Julio, enchendo o cu dela. O Negro Ramón e o Don Luis gozaram quase ao mesmo tempo: um na boca dela e o outro nos peitos. Miranda engoliu o que pôde e o resto escorreu pelo corpo dela.
Os quatro velhos se vestiram desajeitadamente, murmurando agradecimentos roucos e promessas de discrição. Um por um foram saindo do contêiner e desaparecendo no fundo do abrigo.
Quando o lugar ficou em silêncio, Miranda e Eduardo abriram a tampa com cuidado. Ela saiu primeiro, nua, o corpo coberto de porra, terra e saliva, o cabelo bagunçado e as pernas tremendo. Eduardo a ajudou a se vestir rapidamente com as roupas que estavam jogadas no chão.
Eles se olharam em silêncio. Ambos estavam exaustos, suados e com a adrenalina ainda correndo nas veias. Miranda tinha a buceta e o cu cheios de porra alheia, que começava a escorrer pelas suas coxas. Eduardo sentia a jaula apertando mais do que nunca.
—Vamos pro carro… —ela sussurrou com a voz rouca.
Eles caminharam em silêncio pelo corredor lateral, saíram do abrigo e entraram no carro. Mal fecharam as portas, o peso do que tinha acabado de acontecer os atingiu.
Miranda se recostou no banco do carona, as pernas levemente abertas, sentindo o sêmen dos quatro velhos escorrendo lentamente de dentro dela. Eduardo ligou o motor, mas não acelerou. Ficou olhando para frente, pensativo e excitado.
Nenhum dos dois falava. O carro estava carregado de um silêncio denso, carregado de tesão, vergonha, amor e exaustão.
Depois de alguns minutos, Miranda virou a cabeça para ele e sussurrou:
Estou cheia... ainda sinto escorrendo pelas minhas pernas... Quatro velhos nojentos acabaram de me usar como uma puta contra as latas de lixo... e eu gozei como nunca.
Eduardo apertou o volante, a jaula doendo nele.
—Eu te amo… —disse baixinho—. Eu te amo por ter feito isso… por ter se entregado assim… por ser tão putinha e tão minha ao mesmo tempo.
Miranda colocou uma mão na coxa dela e sorriu com cansaço.
—Me leva pra casa, corno… preciso que você limpe com a língua tudo que deixaram dentro de mim. E depois… quero que a gente converse sobre o que acabou de acontecer.
O carro partiu em direção à casa. Os dois iam exaustos, pensativos, com o corpo e a mente cheios do que tinha acontecido no quintal do abrigo.
O segredo acabava de ficar muito maior... e muito mais perigoso.
Todos ficaram paralisados.
Miranda abriu os olhos de repente, o coração batendo na garganta. O Paco ainda tinha o pau enfiado até o fundo no seu cu, o Don Julio tinha um peito na boca e o Negro Ramón estava se masturbando ao lado.
— Alguém tá vindo! — sussurrou Eduardo, com a voz sufocada de pânico.
Os passos se aproximavam cada vez mais. Era uma voz jovem de mulher cantarolando baixinho, provavelmente uma das voluntárias que vinha jogar lixo fora.
Miranda empalideceu. Estava completamente nua, os peitos à mostra, a bunda vermelha e inchada, sêmen escorrendo pelas suas coxas, cercada por quatro mendigos idosos também nus e com os paus duros.
Eduardo reagiu rápido. Olhou em volta e avistou a grande lixeira enferrujada a apenas dois metros de distância, com a tampa entreaberta.
— Rápido! — disse em voz baixa, mas urgente. — Todo mundo dentro do contêiner! Agora!
Miranda foi a primeira a se mexer. Levantou-se desajeitada, com as pernas tremendo, sêmen escorrendo pelas coxas. Os quatro velhos, ainda pelados e de pau duro, a seguiram às pressas. Paco, Don Julio, El Negro Ramón e Don Luis entraram um atrás do outro no contêiner grande, se apertando entre sacos de lixo molhados, restos de comida e um cheiro nauseante.
Miranda foi a última a entrar. Antes de se enfiar, olhou para Eduardo com olhos cheios de medo e tesão.
—amor… —sussurrou.
—Vai, rápido —ele respondeu, empurrando-a gentilmente para dentro—. Eu fico aqui fora de vigia. Não faz barulho.
Miranda se enfiou no contêiner, apertada entre os quatro corpos sujos e suados. O cheiro lá dentro era insuportável: lixo podre, mijo, suor rançoso e porra. Os quatro velhos a cercavam, os paus ainda duros roçando no corpo dela, mas ninguém se atrevia a se mexer.
Eduardo fechou a tampa do contêiner o mais silenciosamente possível, deixando apenas uma pequena fresta para entrar um pouco de ar. Depois, ajeitou a roupa rapidamente, limpou o suor da testa e ficou de pé ao lado do contêiner, fingindo que estava checando algo no celular.
Os passos se aproximaram.
Era a Sofia, uma moça jovem de uns 24 anos que também ajudava aos domingos no abrigo. Ela vinha empurrando um carrinho com um balde grande de lixo.
—Oi, Eduardo… —ela disse com um sorriso gentil ao vê-lo—. Ainda está por aqui? Pensei que todo mundo já tinha ido embora.
Eduardo tentou sorrir da forma mais natural possível, embora o coração estivesse batendo a mil.
—Sim… a gente tava terminando de arrumar umas coisas. A Miranda foi no banheiro um segundo.
Sofia concordou, sem suspeitar de nada, e empurrou o carrinho em direção aos contêineres.
—Vou jogar isso fora e vou embora. Hoje tô muito cansada.
Eduardo sentiu o sangue gelar nas veias. Sofia estava a apenas três metros do contêiner onde estavam escondidos sua esposa completamente nua e quatro mendigos também pelados, com os paus ainda duros.
Miranda, lá dentro do contêiner, apertada entre os corpos quentes e fedorentos dos quatro velhos, segurou a respiração. Sentia o pau do Paco roçando na sua bunda, o do Don Julio contra sua coxa, e o cheiro nauseante do lixo se misturando com o suor dos homens. Não ousava se mexer nem falar.
Eduardo, de fora, observava cada movimento de Sofia, rezando para que ela não abrisse a tampa do contêiner onde sua esposa estava sendo esmagada por quatro machos sujos e excitados.
Sofia parou o carro bem ao lado do container grande…

Dentro do contêiner grande e enferrujado, reinava uma escuridão quase total, apenas quebrada por finas frestas de luz que entravam pela tampa entreaberta. O espaço era apertado, sufocante e fedorento: cheiro de lixo podre, restos de comida em decomposição, mijo velho e o suor rançoso de quatro corpos sem banho. O calor era sufocante.
Miranda estava apertada no meio, completamente nua, cercada pelos quatro mendigos também nus. Seu corpo macio e perfumado contrastava brutalmente com os corpos sujos, flácidos e fedorentos que a pressionavam por todos os lados.
Mal a tampa fechou, os caras não perderam nem um segundo.
Paco foi o primeiro. Ele enfiou uma mão calejada entre as pernas dela e acariciou a buceta encharcada com dedos ásperos.
—Shhh… fica quietinha, putinha… —sussurrou rouco no ouvido dela, enquanto enfiava dois dedos dentro sem piedade.
Don Julio se colou nas suas costas, agarrou aquelas tetas enormes por trás e começou a apertar com força os mamilos dela, esfregando seu pau fino e venoso contra a bunda dela.
O Negro Ramón levantou uma perna dela e enfiou o rosto entre as coxas, lambendo a buceta com a língua grossa e babosa, saboreando os seus fluidos misturados com a porra que ainda estava lá de antes.
Don Luis, o mais velho, agarrou o rosto dela com suas mãos trêmulas e sujas e enfiou a língua podre na boca dela, beijando-a com desespero.
Miranda estava aterrorizada e excitada ao mesmo tempo. Sua mente gritava "vão nos descobrir!", mas seu corpo reagia de outra forma. Estar trancada naquele espaço tão apertado, tão nojento, cercada por quatro corpos quentes e fedorentos que a apalpavam e lambiam sem controle... estava deixando ela com um tesão doentio.
—Gente… por favor… fiquem quietos… —sussurrou com a voz trêmula, tentando manter o controle—. Se eles nos ouvirem…
Mas suas palavras foram cortadas quando Paco enfiou três dedos na sua buceta e começou a bombá-los com força. Miranda soltou um gemido abafado que quase escapou alto demais.
Os mendigos não ligaram. Estavam excitados demais. Apertavam ela contra as paredes do contêiner, mãos sujas percorrendo cada centímetro do corpo dela: apertando os peitos, enfiando dedos na buceta e no cu, lambendo o pescoço, as axilas, os peitos...
Don Julio chupava um mamilo com desespero, babando tudo. O Negro Ramón lambia a buceta dela como um cachorro sedento, enfiando a língua o mais fundo possível. Paco mordia o pescoço dela enquanto enfiava os dedos no cu. Don Luis continuava beijando-a, enfiando a língua até a garganta, babando ela toda.
Miranda fechou os olhos, o medo e o tesão brigando dentro dela. O cheiro nauseante do contêiner, o calor sufocante, os corpos suados e sujos apertando ela... tudo estava levando ela ao limite.
Pouco a pouco, ela foi se deixando levar.
Ela começou a gemer baixinho, movendo os quadris contra os dedos e as línguas que a invadiam. Suas mãos, que no início tentavam contê-los, agora se agarravam aos ombros sujos dos velhos, puxando-os com mais força contra ela.
—Ai… Deus… —sussurrou entre gemidos abafados—. Não façam barulho… mas… não parem…
Os quatro mendigos ficaram mais agressivos. Chupavam seus peitos, lambiam suas axilas, metiam a língua no ânus e na buceta ao mesmo tempo, babando ela toda, se deliciando com o sabor e o cheiro de uma mulher limpa e gostosa que nunca imaginaram que poderiam ter.
Miranda não aguentava mais. A perversão de estar trancada num contêiner de lixo, cercada por quatro velhos fedorentos que a devoravam, enquanto seu marido ficava de vigia lá fora… estava deixando ela maluca.
Ela mordeu o lábio para não gemer alto demais e se entregou completamente às bocas e mãos sujas que a estavam usando.
Eduardo, lá fora, ouvia os sons abafados que vinham do contêiner: gemidos baixos, línguas chupando, dedos entrando e saindo, respirações pesadas. Ele sabia exatamente o que estava acontecendo lá dentro… e a jaula apertava mais do que nunca.

A poucos metros de distância, junto à porta lateral do abrigo, Eduardo conversava com Sofia tentando manter a voz o mais normal possível. A jovem voluntária empurrava o carrinho de lixo com um sorriso cansado.
— Que calor hoje, né? — disse Sofia, enxugando a testa —. Já estou morta. Vocês vão ficar muito mais?
Eduardo forçou um sorriso, mesmo com o coração na garganta.
—Não… já estamos quase terminando. A Miranda está… terminando de guardar umas coisas lá atrás. Daqui a pouco a gente vai embora.
Enquanto isso, a apenas quinze metros deles, escondidos dentro do grande contêiner de lixo, a cena era completamente diferente.
Miranda estava completamente entregue.
Os quatro mendigos, apertados no espaço reduzido e sufocante, já não se continham. O medo de serem descobertos só tinha aumentado sua excitação selvagem.
Paco e El Negro Ramón foram os primeiros a se animar. Levantaram Miranda entre os dois, segurando ela no ar dentro do contêiner. Paco enfiou o pau grosso na buceta dela com uma enfiada brutal, enquanto El Negro Ramón, por trás, cravou o pau escuro e grosso direto no cu dela.
Penetração dupla total, apertada, violenta e sem piedade.
— Aaaahhh… estão me arrebentando…! — gemeu Miranda, mordendo o lábio para não gritar muito alto.
Os dois a comiam ao mesmo tempo, seus paus se esfregando dentro dela através da fina parede, metendo com força no espaço apertado. O contêiner balançava levemente a cada enfiada.
Don Julio agarrou seu rosto com as duas mãos e enfiou a língua podre até a garganta em um beijo nojento e babado, chupando sua saliva e cobrindo-a toda de baba. Miranda correspondia ao beijo com desespero, gemendo dentro de sua boca enquanto era duplamente penetrada sem parar.
Don Luis, o mais velho, se ajoelhou como pôde no fundo do contêiner, levantou um pé dela e enfiou os dedos na boca, chupando-os com gemidos de prazer doentio. Ele lambia a sola, entre os dedos, babando o pé todo enquanto os outros dois a fodia pela buceta e pelo cu.
—Que pés deliciosos... —balbuceava Dom Luis com a boca cheia—. Têm gosto de mulher limpinha... que delícia...
Miranda já não conseguia pensar. Estava sendo fodida brutalmente numa dupla penetração, beijada de forma nojenta pelo Don Julio, e com o Don Luis chupando seus pés como um cachorro. O contêiner fedia a lixo podre, suor rançoso e sexo. O calor era insuportável. Corpos suados e sujos se esfregavam contra o dela, mãos calejas apertavam seus peitos, beliscavam seus mamilos, enfiavam dedos em sua boca.
Lá fora, Eduardo continuava conversando com Sofia, fingindo normalidade, enquanto ouvia os sons abafados que vinham do contêiner: gemidos reprimidos, carne batendo, línguas chupando, respirações ofegantes.
Sofia inclinou a cabeça para o lado.
— Você ouviu alguma coisa? — perguntou, curiosa.
Eduardo sentiu o sangue gelar nas veias, mas reagiu na hora:
—Com certeza alguma putinha revirando o lixo… sempre tem.
Dentro do contêiner, Miranda estava no limite. Paco e Ramão a comiam cada vez mais forte, revezando para enfiar o pau na buceta e no cu dela, enquanto Don Julio continuava enfiando a língua até a garganta e Don Luis chupava os pés dela com uma devoção nojenta.
Miranda, entre um gemido e outro sufocado, só conseguia pensar em uma coisa:
Estou sendo comida por quatro mendigos sujos dentro de uma lixeira... e meu marido está lá fora conversando com uma garota como se nada estivesse acontecendo...
E isso estava deixando ela completamente louca de prazer.

Sofia conversou mais alguns minutos com Eduardo sobre como estava cansada do turno e como o almoço tinha sido bom. Eduardo respondia com monossílabos, tentando manter a voz calma, embora por dentro estivesse uma pilha de nervos e excitação. Finalmente, a jovem se despediu com um sorriso cansado:
—Beleza, vou indo. A gente se vê mês que vem. Se cuida!
Ele empurrou o carrinho vazio e se afastou pelo corredor lateral. Eduardo esperou até que seus passos se perderam completamente. Só então soltou o ar que vinha prendendo.
Passaram-se quase mais trinta minutos. Dentro do contêiner, o sexo tinha sido intenso, rápido e silencioso, com medo de serem descobertos. Os quatro moradores de rua se revezaram para foder a Miranda em posições apertadas e sufocantes: dupla penetração, um na buceta e outro no cu, enquanto os outros dois enfiavam o pau na boca dela ou chupavam seus peitos e pés. Miranda gozou várias vezes, mordendo o próprio braço para não gritar.
Finalmente, com medo de que alguém aparecesse, decidiram terminar.
Paco foi o primeiro a gozar. Ele gemeu baixinho e jorrou jatos quentes e grossos dentro da buceta da Miranda. Depois foi a vez do Don Julio, enchendo o cu dela. O Negro Ramón e o Don Luis gozaram quase ao mesmo tempo: um na boca dela e o outro nos peitos. Miranda engoliu o que pôde e o resto escorreu pelo corpo dela.
Os quatro velhos se vestiram desajeitadamente, murmurando agradecimentos roucos e promessas de discrição. Um por um foram saindo do contêiner e desaparecendo no fundo do abrigo.
Quando o lugar ficou em silêncio, Miranda e Eduardo abriram a tampa com cuidado. Ela saiu primeiro, nua, o corpo coberto de porra, terra e saliva, o cabelo bagunçado e as pernas tremendo. Eduardo a ajudou a se vestir rapidamente com as roupas que estavam jogadas no chão.
Eles se olharam em silêncio. Ambos estavam exaustos, suados e com a adrenalina ainda correndo nas veias. Miranda tinha a buceta e o cu cheios de porra alheia, que começava a escorrer pelas suas coxas. Eduardo sentia a jaula apertando mais do que nunca.
—Vamos pro carro… —ela sussurrou com a voz rouca.
Eles caminharam em silêncio pelo corredor lateral, saíram do abrigo e entraram no carro. Mal fecharam as portas, o peso do que tinha acabado de acontecer os atingiu.
Miranda se recostou no banco do carona, as pernas levemente abertas, sentindo o sêmen dos quatro velhos escorrendo lentamente de dentro dela. Eduardo ligou o motor, mas não acelerou. Ficou olhando para frente, pensativo e excitado.
Nenhum dos dois falava. O carro estava carregado de um silêncio denso, carregado de tesão, vergonha, amor e exaustão.
Depois de alguns minutos, Miranda virou a cabeça para ele e sussurrou:
Estou cheia... ainda sinto escorrendo pelas minhas pernas... Quatro velhos nojentos acabaram de me usar como uma puta contra as latas de lixo... e eu gozei como nunca.
Eduardo apertou o volante, a jaula doendo nele.
—Eu te amo… —disse baixinho—. Eu te amo por ter feito isso… por ter se entregado assim… por ser tão putinha e tão minha ao mesmo tempo.
Miranda colocou uma mão na coxa dela e sorriu com cansaço.
—Me leva pra casa, corno… preciso que você limpe com a língua tudo que deixaram dentro de mim. E depois… quero que a gente converse sobre o que acabou de acontecer.
O carro partiu em direção à casa. Os dois iam exaustos, pensativos, com o corpo e a mente cheios do que tinha acontecido no quintal do abrigo.
O segredo acabava de ficar muito maior... e muito mais perigoso.
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