Minha namorada e os colegas de trabalho (parte 😎

Parte 8 dessa história incrível

Minha namorada e os colegas de trabalho (8)
— A Maria me perguntou se a gente queria sair para jantar com ela e o marido — a Isa me disse no carro, a caminho de casa depois do trabalho.
— Quem é Maria? — perguntei.
— A chefe do pessoal.
— Não sei quem é. Você sabe que eu não vejo muito a galera dos escritórios.
— Você devia. Olha que bons amigos eu fiz com seus colegas da oficina — disse ela rindo e fazendo gestos de chupar os paus deles com as mãos.

Desde o dia em que ela tinha feito o primeiro boquete no Ernesto, tinham passado duas semanas, e as visitas da minha namorada ao banheiro com meus colegas eram diárias. Eles tinham que fazer turnos para não chamar atenção, entrando todos no vestiário ao mesmo tempo. Eu acompanhava alguns dias, outros ficava de fora, vigiando para ninguém suspeitar de nada.
— Talvez eu devesse fazer com a Maria a mesma coisa que você faz com meus colegas.
— Você não tem a menor chance com essa mulherona, quando ela visse seu pintinho sairia correndo.
— Você não fez isso.
— Fiquei com pena de você — disse com um sorriso. — E no final acabou sendo ótimo. Tenho todos os paus que quero e um corno manso em casa para me cuidar e mimar — acrescentou, levando a mão à minha coxa e beijando minha bochecha.
— Bom, poderia ser legal se uma vez fosse ao contrário.
— Nem sonhe, querido. Quem gosta de ver outros fodendo a namorada é você, não eu. Você é o corno e eu a raposa, deixa isso bem claro — disse, levando a mão agora para meu pau para verificar que estava duro.
— Tá bom. E qual é o plano?
— Bem, eles nos convidaram para jantar num restaurante no centro. Ainda não disse que sim, estava esperando falar com você.
— Tudo bem, como você quiser.
— Na verdade, eu preferia marcar com o César e ele me dar uma boa fodida. Gosto de chupar o pau deles no intervalo, mas você não imagina como isso me deixa com tesão.
— O que você preferir está ótimo para mim.
— Acho que é bom a gente ter alguma amizade aqui. Nem tudo vai ser te botar chifres, meu amor.
— Então diz pra ela que sim. Que sim" – respondi, tentando disfarçar minha decepção. Afinal, eu também preferia ver o César comendo ela a sair para jantar com dois desconhecidos.

"Fica tranquilo, amor. Te prometo que o fim de semana não acaba sem você ver como enfiam um pau em mim" – ela disse, rindo ao ver minha reação.

A Isa ligou para a Maria assim que chegou em casa e confirmou que sairíamos para jantar com eles. Comemos e tiramos uma soneca até por volta das 19h, quando nos arrumamos para o jantar.

Eu coloquei uma calça jeans, camisa branca e um blazer. Queria causar uma boa impressão, no final das contas ela era uma chefe da empresa.

A Isa vestiu um vestido preto aberto nas costas quase até o bumbum e não mais longo que suas coxas, junto com uns saltos também pretos.

"Não é um pouco exagerado para um jantar de casais?" – perguntei quando ela me beijou saindo do banheiro vestida assim.

"Pode ser que o jantar termine cedo e eu vá dançar com meu namorado, tomar uns drinks" – disse enquanto me beijava com paixão.

"Parece bom" – falei entre beijos.

"E procurar um pauzão bom para me foder" – disse, me afastando com as mãos enquanto ria.

Pedimos um táxi e às 21h estávamos no bar onde havíamos combinado de tomar algo antes do jantar.

Mal havíamos pedido nossas cervejas quando a Isa se virou ao ver a Maria. A verdade é que ela era uma mulher incrível, devia ter uns quarenta e poucos anos, cabelo totalmente preto e longo até a metade das costas, magra e alta, com um corpo claramente malhado na academia pela firmeza dos braços e coxas. Ela usava um vestido preto como o da minha namorada, mas bem mais discreto, com um decote que deixava ver o início dos seus peitos, que deviam ser operados vendo a firmeza na ausência de sutiã – não eram muito grandes, mas tinham uma redondeza quase perfeita.

"Encantada" – disse, me dando dois beijos.

"Igualmente" – respondi.

"Este é o Pablo, meu marido" – disse ela.

O Pablo deu primeiro dois beijos na Isa e depois apertou minha mão com uma mão enorme que envolveu a minha completamente.

Era um homem alto e forte, também na casa dos os cinquenta como sua mulher. Tinha cabelo grisáceo e curto, uma barba por fazer. Vestia uma camisa branca parecida com a minha, cobrindo um torso largo e grande, e uma calça preta.
- Prazer - disse ao cumprimentá-lo.
Eles eram um casal muito gente boa. Tomamos algumas cervejas antes do jantar, conversando tranquilamente, explicamos como tínhamos acabado ali e que não conhecíamos quase ninguém na cidade.
Depois fomos ao restaurante e jantamos tomando algumas garrafas de vinho. A conversa continuava muito confortável e divertida. Dava pra ver como o Pablo ficava olhando fixamente pra minha namorada de vez em quando, mas era normal, considerando o quão gostosa ela estava vestida.
- Vocês querem tomar uma bebida antes de ir pra casa? - ofereceu a Maria depois do jantar.
- Tá bom - respondeu a Isa depois de me olhar e ver que eu concordava.
Eu estava à vontade e acho que era bom ter um plano de casal "normal".
- Ótimo - disse a Maria.
Ela nos levou a um pub com terraço de frente pra praia, não muito longe do restaurante onde havíamos jantado. Nos sentamos numa mesa na varanda e pedimos quatro drinks, continuamos nossa conversa enquanto o álcool ia subindo à cabeça de todo mundo.
Houve alguns segundos de silêncio e a Maria me olhou com um sorriso estranho.
- Me diz, Martin, como você lida com o fato de sua namorada trepar com seus colegas de trabalho?
- O quê? - perguntei surpreso, olhando pra Isa com raiva.
- Ela não me contou nada. Mas não precisa ser muito observador pra ver como ela entra todo dia no vestiário acompanhada de algum dos seus colegas, ou de vários ao mesmo tempo.
- Você nos viu? - perguntou a Isa, envergonhada.
- Tem câmeras, querida.
Isa me olhou envergonhada e com medo das consequências.
- Calma, só eu posso ver essas câmeras. Sou a única que sabe dos seus joguinhos. Bom, eu e todos os que vão com você ao banheiro.
- Não conta nada, por favor. Não vamos mais fazer isso - disse minha namorada.
- E por que não fariam? Eu não disse em nenhum momento que ache ruim.
Isa e eu nos olhamos em silêncio, demos as mãos debaixo da mesa e olhamos de Conheci a María. - Sólo perguntei como seu namorado está levando isso. Qual é a treta de vocês? Vocês curtem troca de casais? - Isa mudou a expressão e relaxou, então entendendo as palavras de María como uma oferta. Eu também fiquei empolgado com a ideia, mas tentei manter a calma e não mostrar a excitação que a possibilidade de foder com María me causava. - Não, não fazemos trocas. Sou eu que fodo com outros, ele só observa - disse minha namorada, eliminando essa possibilidade de uma vez. - Entendo - disse María, olhando para o marido com um sorriso que não soube interpretar - Que tal se tomarmos a última bebida na nossa casa? É aqui perto. - Tudo bem - respondeu Isa sem me consultar, mas mostrando que ela também tinha dúvidas sobre isso. Terminamos as bebidas e saímos do pub. Caminhamos apenas algumas ruas antes de chegar à entrada do prédio deles. Subimos no elevador em silêncio. Eu estava nervoso e podia sentir que Isa, agarrada na minha mão, compartilhava esse sentimento. - Chegamos - disse María quando Pablo abriu a porta de casa. Era uma casa boa, entramos direto em uma sala enorme com três sofás em forma de U e uma televisão gigante. A casa tinha dois andares, mas na sala a altura era dupla e dava para ver uma passarela no segundo andar com os quartos. - Muito bonita - disse minha namorada. - Obrigada - respondeu María - Mas não viemos aqui para mostrar a casa. Ela fez um gesto para o marido, e ele se aproximou da minha namorada, colocando a mão nas costas dela para trazê-la para perto e beijá-la. Apesar da surpresa no primeiro instante, Isa seguiu o beijo, brincando com a língua de Pablo ao meu lado. - Você pode se sentar aí - me disse María, apontando para um dos sofás. Acertei com a cabeça e fui para o sofá enquanto Isa continuava se beijando com Pablo perto da porta de entrada. María ficou ao lado deles e passou a mão pelas costas do marido. Ele se virou e agarrou a esposa com a outra mão, sem soltar minha namorada, e a beijou com a mesma vontade que estava beijando Isa. Isa parecia travada e superada. a situação, mas ela se deixava levar.
Pablo ia de uma mulher à outra, mantendo as duas seguras com seus braços.
Maria esticou a mão até o braço da minha namorada e começou a acariciá-la enquanto ela beijava Pablo. Então, ela envolveu Isa e ficou atrás dela, pegou as alças do vestido e as puxou pelos braços, fazendo o vestido cair até seus quadris.
Pablo e Isa continuavam se beijando, enquanto Maria estava atrás da minha namorada, agora agarrando seus peitos por cima do sutiã.
— Mmm — minha namorada gemeu com o toque de Maria.
Nossa chefe soltou o sutiã da minha namorada, deixando seus peitos livres para que o marido dela os levasse à boca, fazendo minha namorada gemer ainda mais. Depois, puxou o vestido de Isa, que ainda estava em seus quadris, levando-o até o chão e mostrando que minha namorada não usava calcinha.
— Já vinha preparada, safadinha — disse Maria, baixando a mão até sua buceta por trás.
Isa só conseguiu responder gemendo, com a mão de Maria em sua buceta e Pablo passando sua boca de um peito ao outro.
Eu observava do sofá, a uns cinco metros de distância, com meu pau duríssimo ainda dentro da calça.
Pablo puxou a mão da minha namorada até levá-la ao sofá que ficava bem em frente a onde eu estava sentado. As roupas de Isa ficaram abandonadas na entrada, restando apenas seus saltos altos. Nossos anfitriões, ainda totalmente vestidos, sentaram-se um de cada lado da minha namorada e continuaram com suas carícias em seu corpo.
— Ah, porra — Isa gemia.
Pablo a beijava e Maria acariciava seu corpo. Então, ele levou a boca aos peitos da minha namorada, e Maria virou o rosto dela para enfiar sua língua em sua boca. Se Isa teve alguma dúvida sobre beijar outra mulher, certamente não mostrou. Aceitou o beijo da nossa chefe com paixão e se juntou ao jogo de línguas.
Eles continuaram com beijos e carícias. Agora, todos se beijavam: Pablo com sua esposa e minha namorada, e as duas mulheres entre si. Mas a única que continuava nua e recebendo toda a atenção das mãos era Isa, que... ela se deixava levar.
Pablo foi o próximo a começar a tirar a roupa. Primeiro a camisa, deixando à vista seu torso forte e bastante peludo, e depois a calça, marcando um volume enorme, que minha namorada logo levou à mão.
—Você gosta do pau do meu marido? — perguntou María.
—Mmm, sim. Parece grande.
—Vai em frente, Promíscua, chupa ele — disse María, empurrando suavemente minha namorada para o chão.
Isa se ajoelhou entre as pernas de Pablo e começou a lamber seu volume por cima da cueca.
María se aproximou mais do marido e eles se beijaram enquanto Isa lambia o volume dele.
—Para de lamber e começa a chupar — disse Pablo.
Isa assentiu e puxou a cueca para baixo, deixando à mostra um pau grande e grosso, embora um pouco menor que o de César, e já totalmente duro.
Sem hesitar, ela o colocou na boca, sob o olhar atento do casal, que continuava se beijando.
—Engole mais — disse María, segurando a cabeça da minha namorada e empurrando-a contra o pau do marido, começando a ditar o ritmo.
—Chupa, gostosa. Mostra a experiência que você tem chupando paus todos os dias no trabalho.
—Tudo. Quero ver o pau do meu marido desaparecer na sua boca.
Ela empurrava cada vez com mais força e fazia Isa segurar a cabeça por mais tempo quando chegava ao fundo.
María desceu ao chão ao lado de Isa para controlar melhor o boquete, agarrando o cabelo da minha namorada com as duas mãos para movê-la à vontade.
—Você gosta assim, gostosa? — disse, puxando o cabelo da minha namorada para colocá-la cara a cara com ela.
—Sim, eu adoro — respondeu minha namorada.
—Abre a boca.
Isa fez o que foi mandada, e María cuspiu dentro de sua boca antes de empurrá-la novamente contra o pau do marido.
—Você pode tirar a roupa se quiser — disse María, olhando para mim sem parar de empurrar a cabeça da minha namorada.
—Tá bom — falei, sem me mover.
—Faça isso, agora — ela disse com um tom muito mais duro.
Assenti e obedeci na hora, ficando totalmente nu e de pé, sem parar de olhar para eles. Esperando que María me dissesse como prosseguir. participar
- Ridículo, como esperava. Pode sentar - disse, virando-se e deixando de me dar atenção, me deixando afundado.
Me limitei então a observar como ela continuava marcando o ritmo do boquete da minha namorada no marido dela, e comecei a me tocar suavemente, pois sabia que estava prestes a gozar.
Maria puxou o cabelo da Isa até colocá-la de quatro no sofá. Pablo se posicionou atrás dela e colocou o pau na entrada da buceta da minha namorada.
- Pronta, safada? - disse ele.
- Sim, me fode, por favor -
Antes que o pau do Pablo entrasse por completo na buceta da minha namorada, gozei inevitavelmente, apesar da minha tentativa de diminuir o ritmo da masturbação.
"Merda", pensei, tentando não fazer barulho e que não percebessem.
- Normal que ela procure outros que deem pau, se você goza fácil assim, corno - disse Pablo enquanto enfiava o pau na minha namorada.
- Uff, sim, por isso preciso que outros me comam - disse minha namorada.
- Não culpe o pau pequeno do seu namorado por você ser uma puta, safada - disse Maria, dando um tapa no rosto da Isa.
Por um momento pensei que a Isa não ia gostar daquele tapa, mas rapidamente a dúvida se dissipou.
- Você tem razão. Ele não tem culpa de eu ser uma vagabunda - gemeu Isa.
Pablo fodia minha namorada cada vez mais forte. Maria estava sentada ao lado da cabeça da Isa, que continuava de quatro, e a beijava, tocava e, também, dava tapas ou cuspia de vez em quando. Ela se tocava por baixo do vestido e aos poucos foi se livrando dele até ficar nua, mostrando a firmeza dos seus peitos e uma buceta totalmente depilada.
Maria se virou e ficou de pernas abertas contra o rosto da Isa.
- Sabe o que vai fazer agora, né?
- Nunca fiz isso - disse Isa.
- Calma, safada, eu te guio -
Agarrando o cabelo da Isa, ela a levou até sua buceta.
- Assim, muito bem, safada.
- Usa a língua.
- Mmm, isso, bem aí.
- Não faz mal pra ser sua primeira vez, putinha -
Dizia Maria sem soltar o cabelo da minha namorada, apertando-a com força contra sua buceta.
- Obrigada - respondeu. Isa com a cara enfiada na buceta da nossa chefe.
- Menos conversa e mais lambida, foxy -
Meu Deus, eu estava vendo minha namorada chupando uma buceta enquanto era fodida com força. Era demais. Gozei pela segunda vez. Dessa vez só recebi olhares e umas risadinhas.
- Porra, eu também tô gozando - avisou Isa sem se desgrudar da buceta da chefe.
- Goza, foxy, mas nem pense em parar de me chupar -
- Mmmmm - gemeu Isa afogada na buceta da Maria.
Pablo diminuiu o ritmo, mas continuou fodendo minha namorada mesmo durante o orgasmo dela.
- Continua chupando, foxy - disse Maria dando outro tapa na bochecha da minha namorada.
- Sim, desculpa - disse Isa, mergulhando de novo na buceta.
Pablo saiu da buceta da minha namorada, virou ela com brutalidade, colocando o corpo dela de barriga para cima e as pernas abertas para fora do sofá. Ele se levantou e enfiou de novo.
Maria se levantou e abriu as pernas dos lados da minha namorada, sentando na cara dela.
- Assim melhor - disse Maria enquanto beijava o marido, que não parava de foder minha namorada.
Apesar de não conseguir ouvir a Isa por estar debaixo da buceta da Maria, senti sem dúvida que ela gozou pela segunda vez enquanto o casal continuava usando ela para o prazer deles.
- Eu te disse que ela era uma boa foxy - disse Maria.
- Você nunca erra com essas novinhas safadas - disse Pablo beijando a esposa.
- Dá pra ver de longe -
Maria se movia frenética sobre a boca da Isa e beijava e acariciava o Pablo, que ainda não tinha gozado depois de quanto? Quase uma hora?
Ainda gozamos pela terceira vez, Isa e eu, antes da Maria explodir na boca da minha namorada.
- Porra, foxy. Tô gozando. Não para - gemeu, agarrando os ombros do Pablo.
- Que delícia, porra - disse, saindo de cima da minha namorada.
- Obrigada - respondeu minha namorada.
- De nada, foxy. Não foi mal pra sua primeira vez -
- Vou fazer ainda melhor na próxima - disse ela.
- Agora vamos ver como você engole porra, foxy - disse Pablo puxando a Isa para colocá-la de joelhos.
- Sim, me dá seu leite, por favor -
- Já sai, putinha - disse Pablo. se masturbando na frente do rosto da Isa, que estava de boca aberta e a língua para fora.
- Isso, porra! - ele gozou, inundando tanto a boca quanto o rosto da Isa com porra.
- Muito obrigada - respondeu minha namorada, engolindo a porra da boca dela.

Ela virou para mim e com um dedo indicou que eu me aproximasse. Obedeci e me ajoelhei ao lado dela, com o casal em pé ao nosso lado.
Nos beijamos, compartilhando a porra do Pablo, e eu lambi os restos do rosto dela até deixar minha namorada limpa.
- Muito obrigada - repetiu Isa, olhando para os dois.
- De nada, gostosa. Foi divertido -

Pouco depois, depois de recuperar o fôlego, nos vestimos e saímos da casa deles. Pablo havia chamado um táxi que já nos esperava na porta.
- Foi incrível - disse Isa, me beijando antes de entrar no táxi.
- Sim, foi mesmo - respondi.

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Cuando sale el siguiente capítulo?
Irán saliendo poco a poco. Mientras iré subiendo otras series que son también excitantes. Puedes revisarlas en mi perfil!