Sétima parte dessa história emocionante. Deixem seus pontos!
Minha namorada e os colegas de trabalho (7)
Começou uma nova semana de trabalho, com mais provocações e comentários cada vez mais diretos dos meus colegas, até na frente do Ernesto.
-Como tá sua namorada, chefe? Parece que ela tá andando estranho-
-Hoje ela vai ter que trabalhar em pé, acho que não consegue sentar-
Também continuaram os sumiços da Isa pro vestiário com meus colegas no intervalo e a volta deles bem na hora pro posto de trabalho.
Por isso me estranhou quando, na quinta-feira, naquele intervalo, encontrei os três caras sentados na mesa conversando sem ver a Isa em lugar nenhum. Liguei pro celular dela, mas ela não atendeu. Então, tomado pela curiosidade, fui até o César perguntar se ele sabia algo dela.
-Calma, chefe, sua namorada tá acompanhada e entretida- ele respondeu, fazendo os dois amigos rirem.
Me afastei deles pensando com quem a Isa poderia estar, mas não me vinha ninguém à cabeça. Decidi então ir até a área dos vestiários pra ver quem saía de lá junto com minha namorada.
O nervosismo e o ciúme estavam me consumindo. Será que a Isa tinha metido mais alguém no nosso jogo sem falar comigo? E ainda por cima alguém do trabalho. Não conseguia ficar parado enquanto sentia a raiva crescendo dentro de mim. Era demais, a Isa tinha dado um passo a mais sem meu consentimento.
Então, quando o intervalo já estava quase acabando, vi a Isa sair e ir rapidamente pro andar de cima sem me ver, já que eu tinha me escondido da vista dela. Esperei mais uns dois minutos pra ver o Ernesto sair abotoando a calça. Não podia ser ele, então esperei mais um pouco, mas a campainha tocou e ninguém mais saiu de lá.
Ernesto? Será que ela realmente deu um boquete naquele velho gordo? Não conseguia acreditar.
Voltei pra minha área de trabalho, onde já estavam o César, Carlos, Javi e também o Ernesto, que me olhou com prepotência.
-Esse intervalo realmente me fez bem, tô tão relaxado- ele disse, pegando no próprio saco descaradamente, fazendo os outros rirem. Os três caras.
Eu tinha feito aquilo. Era prova suficiente. A Isa tinha chupado a pica daquele porco.
Mal lembro o que fiz no resto da tarde, só conseguia ficar remoendo na minha cabeça e me irritando cada vez mais. A Isa tinha passado demais dos limites do que era o nosso jogo e parecia não saber parar. Precisava cortar o assunto pela raiz.
Me preparei pra conversar com ela, dessa vez não ia pegar leve, ia mostrar que tava puto e que não tinha gostado nada do que ela fez. Quis fazer isso assim que entramos no carro, mas não achei que era a hora certa, então esperei até chegar em casa. Ela falava, mas eu só respondia com monossílabos, puto, pensando em tudo que queria dizer quando chegássemos.
— Já chega. Me fala o que você tem — ela disse assim que passou pela porta, sendo ela quem parecia irritada.
— Eu? Como assim o que eu tenho? — respondi alterado.
— Sim, você. Tá estranhão, nem fala direito.
— O que você fez hoje no intervalo? — falei puto.
— É por isso? Você ficou assim porque chupei a pica do Ernesto? — ela disse, surpresa.
— Sim, porra. Claro que fiquei assim por isso. Você passou dos limites.
— Por um boquete? Acho que já fiz coisas muito mais pesadas.
— Não é pelo boquete. É por quem você chupou.
— Esse é o problema? Que chupei o pau do seu outro colega?
— Claro, Isa, claro que é a porra do problema. Te parece tão estranho eu ficar puto porque você chupa a pica de outro do trabalho? Ou você vai comer as rolas da empresa inteira?
A Isa fez uma pausa, me olhando nos olhos, esperando eu me acalmar.
— Não sabia que você ia ficar assim. O Ernesto já sabe tudo o que rolou com eles. O César conta tudo pra ele, eles se dão muito bem.
Eu tinha quase certeza disso, mas me fodeu saber que o Ernesto sabia de tudo que tinha acontecido.
— Então não devia ter feito. Mas isso não justifica você ter chupado a pica dele, porra.
A Isa calou de novo, como se estivesse procurando as palavras. Palavras certas pra baixar minha raiva.
—Não pensei que fosse te incomodar. Achei que você fosse gostar da verdade—
—Gostar? Como é que vou gostar de você chupando a pica de um velho?—
—Exatamente por isso— Ela disse— Adoro foder com o César e também com o Javi e o Carlos, eles são gostosos, têm resistência e umas picas incríveis. Mas quando o César me propôs chupar a rola daquele velho gordo, achei tão excitante—
—Excitante? Como você pode achar isso excitante?—
—Por sua causa, amor—
—Por minha causa?— respondi, alucinado
—Claro, meu bem. Você sabe o quanto gosta de ser corno e o quanto eu gosto disso. E pensei que imaginar sua namorada sexy e linda ajoelhada chupando a pica de um homem velho, gordo e nojento te deixaria ainda mais cuck e você adoraria—
Agora fui eu quem fez uma pausa, sem palavras.
—Mas você fez isso sem me consultar—
—Nisso você tem razão e me desculpa. O César me propôs pouco antes do intervalo e não tive tempo de te falar nada. Além disso, fiquei tão tesuda com a ideia que não me segurei, só queria estar aqui em casa pra te contar como foi— disse ela, dando mais um passo em minha direção e levando a mão até minha coxa.
As imagens da Isa de joelhos no vestiário chupando a rola do Ernesto começaram a bater na minha cabeça. Isso, junto com a mão da minha namorada subindo pela minha coxa, nublou meu juízo e, com isso, minha convicção e raiva.
—Não foi certo. Você não pode fazer isso no trabalho. Vão te pegar—
—Me desculpa, meu bem. Você tem razão, devia ter te avisado antes— disse ela, com a mão quase na minha pica.
—Você tem que parar de fazer isso também com o César e os outros. Não quero que a empresa inteira fique sabendo o que rola—
—Você não quer que todo mundo saiba que sua namorada é uma puta gostosa e você um cuck?— disse ela, quase sussurrando no meu ouvido, agarrando minha pica já dura.
—Não, Isa, no trabalho não— falei, com a voz cada vez mais fraca— O que você vai fazer se seu chefe descobrir? Ele pode nos mandar embora—
—Com certeza vou dar um jeito de convencê-lo a não fazer isso. Pelo jeito que ele me olha, acho que não — Seria difícil — disse com um sorriso malicioso.
— Também vai chupar a pica do chefe?
— Pode ser — disse me beijando logo em seguida. — Por enquanto, sei qual pica quero chupar agora.
Ela me empurrou, me deixando sentado no sofá, puxou minha calça e se ajoelhou entre minhas pernas. Baixou também minha cueca, pegou minha pica com a mão e começou a me masturbar.
— Sabe? Fiquei surpresa com a pica do Ernesto. Eu achava que, sendo tão gordo, ele teria uma pica minúscula — disse enquanto me batia uma, olhando nos meus olhos.
— E como era? — perguntei, já excitado.
— Não é grande coisa, uns três dedos a mais que a sua — disse colocando três dedos sobre minha pica. — Mas bem mais grossa, quase não conseguia segurar com a mão fechada — acrescentou, fechando a mão em volta da minha, deixando claro que era bem maior em grossura.
Agora eu conseguia imaginar perfeitamente Isa chupando a pica do Ernesto e precisava saber mais.
— Como foi? — perguntei, fazendo Isa sorrir.
— Bom, como faço sempre com o César, esperei ele me avisar que não tinha ninguém no vestiário masculino e entrei. O César estava lá com o Ernesto, mas foi embora assim que entrei e me deixou sozinha com o velho.
Enquanto falava, me masturbava bem devagar. Queria contar toda a história antes que eu gozasse e sabia como fazer isso.
— Normalmente, com o César e os outros, a gente vai no banheiro de deficientes porque tem mais espaço e é limpo. Mas o Ernesto entrou num daqueles pequenos, que estava sujo e usado. Me deixou com muito tesão.
Ela parou e deu umas lambidas na minha pica, devagar, desde as bolas até a ponta, sem tirar os olhos de mim.
— Ele sentou no vaso e baixou a calça e a cueca até os tornozelos. Ver ele ali, com a barriga aparecendo por baixo da camiseta e a pica peluda ainda mole. Deus, acho que em outro momento eu teria nojo ou teria rido. Mas pensei em você, amor.
— Em mim?
— Sim, no quanto isso seria excitante. Quando eu te contasse como chupei a pica daquele gordo. Como sua linda namorada se ajoelhou na frente dele, abriu a boca e engoliu aquela pica grossa e suada. ajoelhou e meteu aquela rola peluda e fedida na boca
– Mmm – gemi
– Fiquei tão tesuda, meu amor. Saber que tava fazendo aquilo por você, pra aumentar ainda mais esses chifres. Meti na boca na hora, senti ela crescendo dentro da minha boca. Você tinha que ouvir como aquele porco ria de você, como te humilhava
– O que ele dizia? – falei ofegante
– Que você era um puto viado. Que você tinha uma rola tão pequena que a gostosa da sua namorada tinha que dar pra outros. Que eu até preferia um velho gordo do que o corno do meu namorado
– Ah, porra
– Sabia que você ia gostar. Eu fiquei tão tesuda que tive que me tocar na buceta enquanto chupava ele. Pensava que o filho da puta não ia aguentar muito com uma mina como eu chupando a rola dele
– E ele aguentou?
– Sim. Ele disse que tava acostumado a ser chupado pelas putas do bairro, que eu teria que me esforçar pra ser tão boa quanto elas
– Sabia que ele tinha cara de putanheiro
– Sim, meu amor. E hoje eu fui a puta dele. Me esforcei, ele tinha me desafiado com a parada das putas e eu não queria ser pior que elas. Metia a rola inteira na boca, acostumada com a dos seus outros colegas, não era difícil. Sustentava o olhar dele, dizendo com meus olhos o quanto sou gostosa
Ela meteu a minha na boca fazendo a mesma coisa pra me mostrar o que tava contando. Viu na minha cara o quanto eu tava tesudo e sorriu pra mim
– Mesmo assim o putanheiro aguentou muito, tive que usar minhas melhores armas, coisas que fariam você gozar em segundos
– Tipo o quê?
– Meti os ovos dele na boca enquanto batia uma pra ele. Passei minha língua no cu dele, tava nojento, por sinal. Meti a rola inteira na boca até quase me engasgar. O filho da puta ria. Dizia que dava pra ver que eu era uma gostosa com vontade de rola, mas que faltava experiência, que tava claro que ter um namorado viado e de pinto pequeno tinha feito eu não saber chupar uma rola direito
Isa me olhava nos olhos e curtia minhas reações às palavras dela. Como eu ofegava e me arrepiava com a história enquanto ela batia uma pra mim devagar.
Eu tava prestes a explodir. A cara dela, as mãos dela sabendo exatamente o que fazer no meu pau, e o jeito que ela contou como tinha chupado aquele filho da puta me deixaram louco. Saber que o Ernesto tinha rido de mim e me insultado enquanto chamava minha namorada de puta enquanto ela chupava ele, devia ter me irritado, mas foi bem o contrário.
— Você gosta de saber que ele te zuava? Que te chamou de viado e pinto curto?
— Mmm sim — eu disse
— Me deixou tão com tesão que quase gozei antes dele. Aquele gordo filho da puta chamando o corno do meu namorado de viado. Deus, lembro disso e fico toda molhada, amor —
— Mmm — gemi de novo como resposta
— Você é um corno, um viado e um pinto curto — ela disse, acompanhando cada palavra com um movimento da mão — E eu sou uma puta, uma vadia que se humilha pra chupar o pau de um velho —
A Isa tinha levado a mão livre pro shorts, tinha abaixado e tava se tocando na buceta. Com certeza tava adorando lembrar do que tinha feito.
— Sim, você é uma puta — eu disse
— E você é meu corno —
— Sim, eu sou — eu disse
— Deixa eu continuar contando, corno —
— Conta —
— O intervalo tava acabando e eu não conseguia fazer o gordo gozar. Eu tava mais perto de gozar do que ele. Cada vez que ele te insultava ou me comparava com as putas que ele pega, eu ficava mais molhada, tinha que abafar meus gemidos no pau dele e apertar minha buceta —
— Vi que vocês saíram tarde — eu disse
— Então você tava esperando lá fora, corno? Por que não entrou? Ia adorar que você visse como a puta da sua namorada tava chupando o pau do gordo do seu colega —
— Não sei. Fiquei com medo —
— Muito mal, corno. Semana que vem quero que você venha, que veja como eu chupo o pau daquele porco ou do César ou de todos de uma vez, amor. Quer? Quer ver a putinha da sua namorada em ação no trabalho? —
— Sim, sim, quero — gemi
— Melhor corno ainda. Se tivesse entrado, teria visto como eu chupava ele cada vez mais rápido, me afogando no pau dele até a garganta a cada vez. Teria ouvido o barulho que fazia cada vez que o pau dele passava pela minha campainha — Me dava ânsia. E você precisava ver como eu consegui finalmente que ele gozasse dentro da minha boca.
— Como ele fez isso?
— Ele segurou minha cabeça com o pau dele enfiado inteiro na minha boca, não me deixou mexer. Deu umas estocadas de quadril e começou a gozar dentro da minha boca sem me deixar nem engolir direito o leite dele, disparou toda a porra direto na minha garganta antes de me soltar.
— Que filho da puta — falei, quase gozando já.
— Foi o que eu disse. Falei que ele era um filho da puta enquanto tossia e terminava de engolir a porra dele.
— E ele disse o quê?
— Que eu limpasse o pau dele e calasse a boca. Que eu era uma puta e ele não gostava de ouvir reclamação de vagabunda. O filho da puta quase me fez gozar só com as palavras. Enfiei o pau dele na boca pra deixar limpinho e me toquei até gozar de joelhos aos pés dele. Você precisava ver como ele ria e falava o quão puta eu era por gozar daquele jeito.
— É, você é muito puta — falei.
Ela sorriu pra mim e deu duas batidinhas rápidas no meu pau, fazendo eu gozar na minha barriga.
— Sou muito puta e você muito porco — disse, levantando o corpo e me beijando.
Depois pegou minha porra com os dedos e enfiou na minha boca pra eu engolir.
— Te amo, porco.
— Eu te amo mais, rabuda.
Minha namorada e os colegas de trabalho (7)
Começou uma nova semana de trabalho, com mais provocações e comentários cada vez mais diretos dos meus colegas, até na frente do Ernesto.
-Como tá sua namorada, chefe? Parece que ela tá andando estranho-
-Hoje ela vai ter que trabalhar em pé, acho que não consegue sentar-
Também continuaram os sumiços da Isa pro vestiário com meus colegas no intervalo e a volta deles bem na hora pro posto de trabalho.
Por isso me estranhou quando, na quinta-feira, naquele intervalo, encontrei os três caras sentados na mesa conversando sem ver a Isa em lugar nenhum. Liguei pro celular dela, mas ela não atendeu. Então, tomado pela curiosidade, fui até o César perguntar se ele sabia algo dela.
-Calma, chefe, sua namorada tá acompanhada e entretida- ele respondeu, fazendo os dois amigos rirem.
Me afastei deles pensando com quem a Isa poderia estar, mas não me vinha ninguém à cabeça. Decidi então ir até a área dos vestiários pra ver quem saía de lá junto com minha namorada.
O nervosismo e o ciúme estavam me consumindo. Será que a Isa tinha metido mais alguém no nosso jogo sem falar comigo? E ainda por cima alguém do trabalho. Não conseguia ficar parado enquanto sentia a raiva crescendo dentro de mim. Era demais, a Isa tinha dado um passo a mais sem meu consentimento.
Então, quando o intervalo já estava quase acabando, vi a Isa sair e ir rapidamente pro andar de cima sem me ver, já que eu tinha me escondido da vista dela. Esperei mais uns dois minutos pra ver o Ernesto sair abotoando a calça. Não podia ser ele, então esperei mais um pouco, mas a campainha tocou e ninguém mais saiu de lá.
Ernesto? Será que ela realmente deu um boquete naquele velho gordo? Não conseguia acreditar.
Voltei pra minha área de trabalho, onde já estavam o César, Carlos, Javi e também o Ernesto, que me olhou com prepotência.
-Esse intervalo realmente me fez bem, tô tão relaxado- ele disse, pegando no próprio saco descaradamente, fazendo os outros rirem. Os três caras.
Eu tinha feito aquilo. Era prova suficiente. A Isa tinha chupado a pica daquele porco.
Mal lembro o que fiz no resto da tarde, só conseguia ficar remoendo na minha cabeça e me irritando cada vez mais. A Isa tinha passado demais dos limites do que era o nosso jogo e parecia não saber parar. Precisava cortar o assunto pela raiz.
Me preparei pra conversar com ela, dessa vez não ia pegar leve, ia mostrar que tava puto e que não tinha gostado nada do que ela fez. Quis fazer isso assim que entramos no carro, mas não achei que era a hora certa, então esperei até chegar em casa. Ela falava, mas eu só respondia com monossílabos, puto, pensando em tudo que queria dizer quando chegássemos.
— Já chega. Me fala o que você tem — ela disse assim que passou pela porta, sendo ela quem parecia irritada.
— Eu? Como assim o que eu tenho? — respondi alterado.
— Sim, você. Tá estranhão, nem fala direito.
— O que você fez hoje no intervalo? — falei puto.
— É por isso? Você ficou assim porque chupei a pica do Ernesto? — ela disse, surpresa.
— Sim, porra. Claro que fiquei assim por isso. Você passou dos limites.
— Por um boquete? Acho que já fiz coisas muito mais pesadas.
— Não é pelo boquete. É por quem você chupou.
— Esse é o problema? Que chupei o pau do seu outro colega?
— Claro, Isa, claro que é a porra do problema. Te parece tão estranho eu ficar puto porque você chupa a pica de outro do trabalho? Ou você vai comer as rolas da empresa inteira?
A Isa fez uma pausa, me olhando nos olhos, esperando eu me acalmar.
— Não sabia que você ia ficar assim. O Ernesto já sabe tudo o que rolou com eles. O César conta tudo pra ele, eles se dão muito bem.
Eu tinha quase certeza disso, mas me fodeu saber que o Ernesto sabia de tudo que tinha acontecido.
— Então não devia ter feito. Mas isso não justifica você ter chupado a pica dele, porra.
A Isa calou de novo, como se estivesse procurando as palavras. Palavras certas pra baixar minha raiva.
—Não pensei que fosse te incomodar. Achei que você fosse gostar da verdade—
—Gostar? Como é que vou gostar de você chupando a pica de um velho?—
—Exatamente por isso— Ela disse— Adoro foder com o César e também com o Javi e o Carlos, eles são gostosos, têm resistência e umas picas incríveis. Mas quando o César me propôs chupar a rola daquele velho gordo, achei tão excitante—
—Excitante? Como você pode achar isso excitante?—
—Por sua causa, amor—
—Por minha causa?— respondi, alucinado
—Claro, meu bem. Você sabe o quanto gosta de ser corno e o quanto eu gosto disso. E pensei que imaginar sua namorada sexy e linda ajoelhada chupando a pica de um homem velho, gordo e nojento te deixaria ainda mais cuck e você adoraria—
Agora fui eu quem fez uma pausa, sem palavras.
—Mas você fez isso sem me consultar—
—Nisso você tem razão e me desculpa. O César me propôs pouco antes do intervalo e não tive tempo de te falar nada. Além disso, fiquei tão tesuda com a ideia que não me segurei, só queria estar aqui em casa pra te contar como foi— disse ela, dando mais um passo em minha direção e levando a mão até minha coxa.
As imagens da Isa de joelhos no vestiário chupando a rola do Ernesto começaram a bater na minha cabeça. Isso, junto com a mão da minha namorada subindo pela minha coxa, nublou meu juízo e, com isso, minha convicção e raiva.
—Não foi certo. Você não pode fazer isso no trabalho. Vão te pegar—
—Me desculpa, meu bem. Você tem razão, devia ter te avisado antes— disse ela, com a mão quase na minha pica.
—Você tem que parar de fazer isso também com o César e os outros. Não quero que a empresa inteira fique sabendo o que rola—
—Você não quer que todo mundo saiba que sua namorada é uma puta gostosa e você um cuck?— disse ela, quase sussurrando no meu ouvido, agarrando minha pica já dura.
—Não, Isa, no trabalho não— falei, com a voz cada vez mais fraca— O que você vai fazer se seu chefe descobrir? Ele pode nos mandar embora—
—Com certeza vou dar um jeito de convencê-lo a não fazer isso. Pelo jeito que ele me olha, acho que não — Seria difícil — disse com um sorriso malicioso.
— Também vai chupar a pica do chefe?
— Pode ser — disse me beijando logo em seguida. — Por enquanto, sei qual pica quero chupar agora.
Ela me empurrou, me deixando sentado no sofá, puxou minha calça e se ajoelhou entre minhas pernas. Baixou também minha cueca, pegou minha pica com a mão e começou a me masturbar.
— Sabe? Fiquei surpresa com a pica do Ernesto. Eu achava que, sendo tão gordo, ele teria uma pica minúscula — disse enquanto me batia uma, olhando nos meus olhos.
— E como era? — perguntei, já excitado.
— Não é grande coisa, uns três dedos a mais que a sua — disse colocando três dedos sobre minha pica. — Mas bem mais grossa, quase não conseguia segurar com a mão fechada — acrescentou, fechando a mão em volta da minha, deixando claro que era bem maior em grossura.
Agora eu conseguia imaginar perfeitamente Isa chupando a pica do Ernesto e precisava saber mais.
— Como foi? — perguntei, fazendo Isa sorrir.
— Bom, como faço sempre com o César, esperei ele me avisar que não tinha ninguém no vestiário masculino e entrei. O César estava lá com o Ernesto, mas foi embora assim que entrei e me deixou sozinha com o velho.
Enquanto falava, me masturbava bem devagar. Queria contar toda a história antes que eu gozasse e sabia como fazer isso.
— Normalmente, com o César e os outros, a gente vai no banheiro de deficientes porque tem mais espaço e é limpo. Mas o Ernesto entrou num daqueles pequenos, que estava sujo e usado. Me deixou com muito tesão.
Ela parou e deu umas lambidas na minha pica, devagar, desde as bolas até a ponta, sem tirar os olhos de mim.
— Ele sentou no vaso e baixou a calça e a cueca até os tornozelos. Ver ele ali, com a barriga aparecendo por baixo da camiseta e a pica peluda ainda mole. Deus, acho que em outro momento eu teria nojo ou teria rido. Mas pensei em você, amor.
— Em mim?
— Sim, no quanto isso seria excitante. Quando eu te contasse como chupei a pica daquele gordo. Como sua linda namorada se ajoelhou na frente dele, abriu a boca e engoliu aquela pica grossa e suada. ajoelhou e meteu aquela rola peluda e fedida na boca
– Mmm – gemi
– Fiquei tão tesuda, meu amor. Saber que tava fazendo aquilo por você, pra aumentar ainda mais esses chifres. Meti na boca na hora, senti ela crescendo dentro da minha boca. Você tinha que ouvir como aquele porco ria de você, como te humilhava
– O que ele dizia? – falei ofegante
– Que você era um puto viado. Que você tinha uma rola tão pequena que a gostosa da sua namorada tinha que dar pra outros. Que eu até preferia um velho gordo do que o corno do meu namorado
– Ah, porra
– Sabia que você ia gostar. Eu fiquei tão tesuda que tive que me tocar na buceta enquanto chupava ele. Pensava que o filho da puta não ia aguentar muito com uma mina como eu chupando a rola dele
– E ele aguentou?
– Sim. Ele disse que tava acostumado a ser chupado pelas putas do bairro, que eu teria que me esforçar pra ser tão boa quanto elas
– Sabia que ele tinha cara de putanheiro
– Sim, meu amor. E hoje eu fui a puta dele. Me esforcei, ele tinha me desafiado com a parada das putas e eu não queria ser pior que elas. Metia a rola inteira na boca, acostumada com a dos seus outros colegas, não era difícil. Sustentava o olhar dele, dizendo com meus olhos o quanto sou gostosa
Ela meteu a minha na boca fazendo a mesma coisa pra me mostrar o que tava contando. Viu na minha cara o quanto eu tava tesudo e sorriu pra mim
– Mesmo assim o putanheiro aguentou muito, tive que usar minhas melhores armas, coisas que fariam você gozar em segundos
– Tipo o quê?
– Meti os ovos dele na boca enquanto batia uma pra ele. Passei minha língua no cu dele, tava nojento, por sinal. Meti a rola inteira na boca até quase me engasgar. O filho da puta ria. Dizia que dava pra ver que eu era uma gostosa com vontade de rola, mas que faltava experiência, que tava claro que ter um namorado viado e de pinto pequeno tinha feito eu não saber chupar uma rola direito
Isa me olhava nos olhos e curtia minhas reações às palavras dela. Como eu ofegava e me arrepiava com a história enquanto ela batia uma pra mim devagar.
Eu tava prestes a explodir. A cara dela, as mãos dela sabendo exatamente o que fazer no meu pau, e o jeito que ela contou como tinha chupado aquele filho da puta me deixaram louco. Saber que o Ernesto tinha rido de mim e me insultado enquanto chamava minha namorada de puta enquanto ela chupava ele, devia ter me irritado, mas foi bem o contrário.
— Você gosta de saber que ele te zuava? Que te chamou de viado e pinto curto?
— Mmm sim — eu disse
— Me deixou tão com tesão que quase gozei antes dele. Aquele gordo filho da puta chamando o corno do meu namorado de viado. Deus, lembro disso e fico toda molhada, amor —
— Mmm — gemi de novo como resposta
— Você é um corno, um viado e um pinto curto — ela disse, acompanhando cada palavra com um movimento da mão — E eu sou uma puta, uma vadia que se humilha pra chupar o pau de um velho —
A Isa tinha levado a mão livre pro shorts, tinha abaixado e tava se tocando na buceta. Com certeza tava adorando lembrar do que tinha feito.
— Sim, você é uma puta — eu disse
— E você é meu corno —
— Sim, eu sou — eu disse
— Deixa eu continuar contando, corno —
— Conta —
— O intervalo tava acabando e eu não conseguia fazer o gordo gozar. Eu tava mais perto de gozar do que ele. Cada vez que ele te insultava ou me comparava com as putas que ele pega, eu ficava mais molhada, tinha que abafar meus gemidos no pau dele e apertar minha buceta —
— Vi que vocês saíram tarde — eu disse
— Então você tava esperando lá fora, corno? Por que não entrou? Ia adorar que você visse como a puta da sua namorada tava chupando o pau do gordo do seu colega —
— Não sei. Fiquei com medo —
— Muito mal, corno. Semana que vem quero que você venha, que veja como eu chupo o pau daquele porco ou do César ou de todos de uma vez, amor. Quer? Quer ver a putinha da sua namorada em ação no trabalho? —
— Sim, sim, quero — gemi
— Melhor corno ainda. Se tivesse entrado, teria visto como eu chupava ele cada vez mais rápido, me afogando no pau dele até a garganta a cada vez. Teria ouvido o barulho que fazia cada vez que o pau dele passava pela minha campainha — Me dava ânsia. E você precisava ver como eu consegui finalmente que ele gozasse dentro da minha boca.
— Como ele fez isso?
— Ele segurou minha cabeça com o pau dele enfiado inteiro na minha boca, não me deixou mexer. Deu umas estocadas de quadril e começou a gozar dentro da minha boca sem me deixar nem engolir direito o leite dele, disparou toda a porra direto na minha garganta antes de me soltar.
— Que filho da puta — falei, quase gozando já.
— Foi o que eu disse. Falei que ele era um filho da puta enquanto tossia e terminava de engolir a porra dele.
— E ele disse o quê?
— Que eu limpasse o pau dele e calasse a boca. Que eu era uma puta e ele não gostava de ouvir reclamação de vagabunda. O filho da puta quase me fez gozar só com as palavras. Enfiei o pau dele na boca pra deixar limpinho e me toquei até gozar de joelhos aos pés dele. Você precisava ver como ele ria e falava o quão puta eu era por gozar daquele jeito.
— É, você é muito puta — falei.
Ela sorriu pra mim e deu duas batidinhas rápidas no meu pau, fazendo eu gozar na minha barriga.
— Sou muito puta e você muito porco — disse, levantando o corpo e me beijando.
Depois pegou minha porra com os dedos e enfiou na minha boca pra eu engolir.
— Te amo, porco.
— Eu te amo mais, rabuda.
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