Cielo Riveros é iniciada pelo pai e pela mãe

Gata... Preciso que você chupe meu negócio primeiro... mas quando eu disser, você afasta e coloca devagar esse negócio dentro da minha fenda... Quer?"

"Sim, claro, tia..." o que você disser...Cielo Riveros é iniciada pelo pai e pela mãe-Bom, vamos lá... já está começando, estou com muito calor...
Imediatamente ela desabou na cama com as pernas bem abertas, expondo sua luxuosa região púbica de um negro requintado devido à suave penugem que exibia. Joguei-me sobre ela, imitando suas próprias ações, e comecei a chupar com a boca sua fenda avermelhada, que agora estava completamente encharcada de fluidos transparentes. Logo minha língua se transformou numa espécie de serpente sinuosa que tentava entrar e até se perder no corredor oculto e alagado da intimidade da minha tia. Assim, mantive minha cabeça enfiada entre suas pernas bebendo os sucos vaginais que saíam de sua boceta ardente, até que ela disse:
— Agora, gostosa, agora coloca essa coisinha dentro da minha fenda... vamos, estou quase gozando...
Pronto para brincar nesse jogo novo e desconhecido, peguei o tubo de desodorante e o direcionei para a entrada de sua vulva aberta. Coloquei a ponta arredondada do objeto comprido sobre a porta aberta e comecei a empurrar suavemente para dentro. Mais rápido do que imaginava, o tubo entrou no túnel lindo da minha tia até que só restou um pedacinho para fora. Quando a tia Rebe se sentiu cheia, perguntou ansiosa:
— Assim, gostosa... assim... Agora, mexe de lado devagar... Já estou quase lá... mexe... Mexe com suas mãozinhas.
Agarrei a parte de trás do desodorante de plástico com os dedos e comecei a movê-lo e revirá-lo como ela havia dito, enquanto meus olhos observavam atentamente a forma como sua vulva se abria sob a pressão do tubo. Contemplei com atenção e prazer o interior de sua caverna que agora parecia meio avermelhado pelo efeito do objeto estranho escondido no fundo de sua fenda requintada. Por vários minutos mantive o dispositivo gordinho em movimento até que ela começou a gritar alto:
— Ah... Elsi... Vou gozar... Vou gozar... mexe mais rápido... mexe mais rápido...sexoAtendi aos seus pedidos urgentes e comecei a mover o tubo grosso de um lado para o outro enquanto ela gozava com uma intensidade nunca vista. Percebi que o pequeno aparelho deixava minha tia muito excitada, o que me fez pensar que não era a primeira vez que ela usava aquilo para se satisfazer. Também descobri que ela curtia muito mais intensamente com aquela coisa dentro dela do que quando eu tocava ou chupava sua bucetinha. Não havia dúvida de que estava aprendendo muitas coisas novas com os fluidos que minha tia me mostrou.

— Quando terminei de aproveitar o gozo fenomenal, minha tia voltou à realidade, me pedindo para tirar o tubo de plástico aos poucos. Puxei o objeto com cuidado até que saiu por completo. Ali, não resisti e levei até o nariz para sentir o cheiro da delícia que era o mel que minha tia tinha derramado, enquanto ela me observava atentamente e um sorriso de satisfação surgia em sua boca. Ela me disse:

"Gosta do cheirinho, bonitinho?..."

"Oh sim, tia... tem um cheiro bom... cheira como você... como sua coisinha..."

— Mmmm.... é uma delícia, né?

— Sim... está muito gostoso... posso chupar, tia?

— Ah, claro, minha filha... vai lá chupar, quero ver você...latinaEnfiei o tubo na boca e comecei a esfregar a língua em volta dele. Na verdade, o objeto soltava um cheiro e um gosto de bucetinha; um sabor gostoso da coisinha da minha tia. Lambi e lambi o dispositivo de plástico por todos os lados até que ficou todo salgado. Foi aí que ela comentou:

— Elsi... Acho que é hora de a gente vestir a roupa e descer as escadas.

— Ah, tia... Por quê?...

— Porque sim, gostosa... Não quero me surpreender assim.

— Ah, não...

— Além disso, gostosa... Ainda não devolvi o filme...

— Vai devolver agora?... Não vamos terminar de ver?

— Não... não por agora... em outro momento será... se a gente deixar aqui, seus pais podem descobrir... e eu não quero isso...

— Tá bom... de jeito nenhum...

Vestimos a roupa, arrumamos a cama e depois descemos para a sala. Lá, ela tirou o filme do vídeo e colocou na capa de papelão. Então me disse:

— Vem... vem comigo, Elsi... Vou te deixar na sorveteria enquanto vou entregar essa coisa.

— Ah, tia... Me compraria um sorvete?

— Claro, gostosa... lá você me espera até eu voltar... Quer?

— Sim...katherine— Ah, mami... que coisas lindas você fez com sua tia... Até eu gostaria de fazer também...
— Sim, meu amor... tudo era delicioso com ela...
"É..." Eu teria adorado conhecê-la, mami...
— Mmmm... bem, ela já é casada e tem filhos... já é uma pessoa bem mais velha, Cielo Riveros.
"É..." Entendo... E você continuou brincando com as outras coisas dela, mami?
"Claro, linda... Nós brincávamos de muitas coisas sempre que podíamos.
— Ah, mami... Quero que você me mostre tudo...
— Sim, Rubicita... Já te disse que vou mostrar... mas será só quando terminar de contar a história... Quer que seja assim?
— Sim, mami... como você diz.pauzaoO pau quase saiu do corpo de tanto manejar. Não havia dúvida de que as confissões que minha esposa fez para Cielo Riveros me fizeram gravitar para a cova. Mas naqueles momentos eu não tinha uma gota de porra disponível para derramar. Então, fazendo o sinal combinado para Mirian Caballero, pedi que ela terminasse a sessão daquela noite. Ela, entendendo perfeitamente meus desejos, disse ao pequeno Cielo Riveros:

"Bom, linda... É hora de irmos dormir... Seu pai não deve demorar muito para chegar."

"Oh, mamãe... Eu queria que você continuasse me contando..."

"Sim, amor, mas será amanhã..." por enquanto já foi o suficiente.

— Tudo bem, mamãe... Você me leva para a cama?

"Sim, linda..." Vamos, vamos.

Me afastei imediatamente dali e desci as escadas. Minutos depois, Mirian Caballero chegou e me abraçou apaixonadamente, dizendo:

"Oh, Aldo, estou tão excitada..."

— Mmmm... sim, deve estar, amor... mas não tenho mais porra para te dar... vai voltar.

"Eu sei..." Não se preocupe... Sei que tudo faz parte do nosso acordo... mas amanhã, enquanto você estiver no escritório, vou me aliviar com o bebê... Não tenho escolha...

"Sim, gostosa..." faça isso... Sem problema... e aí você vai ter que segurar por vários dias porque quero que continue contando sua história para ela... uffff, amor... você não sabe como me dá tesão ouvir tudo o que você conta para Cielo Riveros.ceuPosso imaginar... e a verdade é que tenho tanta inveja que mal posso esperar pela minha vez... Mas vou te contar, meu bem, porque quero que você faça o mesmo depois também... Tá bom?
—Sim, minha vida concorda com isso, né?
"Sim, nisso a gente concorda, e agora vamos pra cama, senão vocês não vão querer acordar amanhã"
—Sim, vamos dormir, amor.

Cheguei no escritório mais tarde que o normal. Porra do calor! Que noite quente. Fomos pra cama quando já amanhecia. De jeito nenhum. Me sinto completamente drenado, e não é à toa. As gozadas foram incríveis. Me masturbei como nunca antes. Nem na adolescência lembro de ter batido uma com tanta intensidade. Caralho! Tudo isso é surreal. Nunca imaginei que a história de infância da minha própria esposa me deixaria tão excitado assim. Quanta porra eu derramei ouvindo tudo aquilo! Que tesão ouvir o que ela conta pra Cielo Riveros! O próprio relato da Mirian Caballero é demais. E nunca pensei que ela escondesse segredos tão indescritíveis.

São tão quentes e me deixam com muito tesão. Não sei como não perguntei antes. Mas gosto de saber cada vez mais enquanto ela conta pra Cielo Riveros nos detalhes. Vou pedir pra ela continuar revelando tudo pra garota até terminar de expor suas coisas mais escondidas. Preciso saber tudo que tem na mente quente dela. Tudo isso tá muito bom. A única coisa que não tá boa é o clima. Calor do inferno. Mas é verão. O dia passa como sempre. Papéis e mais papéis. Que merda! Sem condições. E o calor que não dá trégua. As chuvas estão demorando demais. O calor é insuportável. É verão. Um verão quente pra caralho.engasgo fundoQuando o dia termina, saio do escritório e vou para casa. Como tem acontecido nos últimos dias, fico pensando na Cielo Riveros. A figura infantil dela me excita. Lembro do rosto sem pelos dela; quando era criança. Que linda é minha menininha. E está muito quente. Minha esposa tem se encarregado de despertar nela aqueles desejos que todas as meninas guardam nas mentes como se estivessem adormecidos, como elfos agachados. E eles estão sempre esperando que alguém acenda o pavio para que transborde e exploda como pólvora. Tudo isso que estou vivendo é tão lindo e tão diferente. Aproveito como nada mais. Vejo o apartamento ao longe. Chego no estacionamento e estaciono meu carro. Entro em casa. Tudo está errado, como tem acontecido nos últimos dias. Mmmm. Certamente a Mirian Caballero preparou outra surpresa para mim. Mas não quero mais surpresas. O que quero é continuar ouvindo a história da minha esposa enquanto ela conta para a menina. E principalmente, ver as reações da Cielo Riveros. Subo as escadas com cuidado. A porta, como sempre, está entreaberta. Só o suficiente. Olho em silêncio.

Olho para Mirian Caballero e Cielo Riveros. Minha esposa já está tocando a menina. Que gostosa é a Mirian Caballero! Não há dúvidas sobre isso. Vejo que ela coloca um dedo entre a fenda dela e Cielo Riveros geme. Minha esposa está tão dedicada ao que faz que a vejo perdida no contato íntimo. Ela nem sequer me vê. E o que quero é continuar ouvindo a história dela. Mas tenho que esperar que ela perceba que estou ali. Não quero que Cielo Riveros saiba que ouço tudo que Mirian Caballero diz para ela. Se souber, não será a mesma coisa. Ela tem que acreditar que estão sozinhas. Observo o rostinho da menina que parece contraído pelo aperto da mandíbula. Parece que logo ela vai mijar. Ela joga a cabecinha para trás. Sim, não há dúvida. O momento supremo ainda está por vir. Percebo que Mirian Caballero mantém a boca completamente colada nela. De repente, do centro da bucetinha da minha filha começa a jorrar jatos de chuva dourada. Mirian Caballero bebe os líquidos amarelados, quase diáfanos. Quando termina, minha esposa olha para a porta e finalmente me vê. Imediatamente muda de tática e diz para a menina:Gostosa— Ah, que lindo... que xixi gostoso... Bebi tudinho... Acha?
— Sim, mamãe... Eu sei... e não sobrou nada dentro de mim...
— Muito bem... Muito bem, linda... e agora, o que mais você gostaria de fazer, Rubicita?
— Não sei, mamãe... o que você quiser me ensinar...
— Perfeito... me diz uma coisa... Você quer que eu continue contando minhas coisinhas?
— Sim... sim... Eu gosto muito disso, mamãe...
— De verdade você curte, pequeno?
— Sim, mamãe... E te conto uma coisa?... Acho que gosto mais de ouvir tudo que você me conta de quando era criança como eu, do que fazer qualquer outra coisa...
— Tanto assim, pequeno?...
— Sim... Por isso eu queria te dizer, quando estivermos sozinhos, primeiro me conta e depois chupa minha coisinha pra fazer xixi na sua boca...
— Ah, que lindo... Eu também adoraria... mas você precisa saber que vai ser um pouco difícil...
— Difícil?... Por quê, mamãe?
— Porque seu pai pode aparecer... e eu só quero contar essas coisinhas... só pra você...
— E ele não pode saber, né?
— Não, e nunca conta pra ele, tá bom?
— Sim, mamãe... Não vou contar... Ei mamãe, e quando a gente vai ver um filme como aquele que você viu com sua tia Rebe?
— Um tipo Branca de Neve?...Yamile— Sim... assim... Quero ver ele...
"Sim, amor..." Eu sei... mas vamos ter que resolver isso muito bem pra um dia, quando seu pai não estiver em casa, a gente poder ver ele sozinhos... tá bom?
— Sim... que bom... Tomara que seja logo...
"Sim, gostosa..." vai ser logo... Te prometo...
— Mas, mãe... Por que você não continua me contando?.. Não aguento esperar pra ouvir você...
"Sim, gostosa..." me escuta com atenção...
"Tanto a tia Rebe quanto eu nos tornamos voluntariamente cúmplices dos nossos segredos escondidos, que guardávamos de comum acordo só pra nós duas. Às vezes minha mãe me perguntava coisas sobre ela, como se quisesse saber alguma coisa. Não sei se ela desconfiava do que a gente tava fazendo escondido ou se só queria ter certeza, mas a verdade é que, mais do que o normal, ela me perguntava:
'Elsita... e como você tá se dando com sua tia Rebe?'
— Bem, mãe... ela é muito legal comigo... por isso eu amo tanto ela.
'Você ama muito ela, né, gostosa?'
— Sim, mãe... muito.Exclusiva da Riveros- Mas me diz, Elsita... Além de te levar ao cinema, sair com você e te comprar doces e essas coisas... Ele faz mais alguma coisa?
- Não entendo, mamãe...
"Sim, linda..." O que quero dizer é se ele não brinca com você como eu e você... ou de algum outro jeito... Entendeu?...
- Ah, sim, mamãe... Entendi... mas ela não... ele nunca fez nada disso comigo...
- Mmmm... Está me falando a verdade, Elsi?
- Claro, mamãe... se não fosse, eu te contaria...
- Bom, tudo bem... mas lembre de duas coisas... nunca conte nada do que você e eu fazemos quando tomamos banho... e se ele fizer alguma coisa com você, me conte... Tá bom?
- Sim, mamãe...
A partir desse tipo de pergunta, percebi claramente que minha mãe poderia suspeitar de algo e, se não, queria me fazer falar com suas perguntas curiosas. Mas eu não queria revelar nada sobre nós por nenhum motivo, porque lembrava muito bem o que minha tia tinha me dito que aconteceria se meus pais descobrissem. Por outro lado, o forte laço de cumplicidade que me unia à tia Rebe era muito mais forte do que a relação íntima que tinha com minha mãe e meu pai, porque no fundo percebi que gostava mais de fazer com a irmã mais nova da mamãe do que com meus próprios pais, embora, pra ser sincera, sempre tenha curtido tudo.porno facialPor isso eu queria ficar a sós com minha tia todos os dias, porque sabia que toda vez que tínhamos essa chance, ela me ensinava um jogo novo que me fazia tremer de febre. E naquela idade, sendo uma menina tão curiosa, qualquer novidade que me introduzissem era fonte de profunda alegria para mim, tanto que quando passavam vários dias sem poder ficar sozinha com ela, eu me sentia triste e desanimada. Mas a tia Rebe era uma jovem muito inteligente, e quando viu que as coisas não estavam favoráveis para me ensinar seus joguinhos, procurou criar a ocasião certa para manter meu estado de excitação no nível que desejava e, no processo, aumentar o estoque do nosso prazer mútuo. Uma tarde, quando meus pais entraram no quarto para tirar uma soneca, minha tia me disse:

— Elsie... Tenho uma surpresinha para você...

— Ah, tia... Bom, me diz o que é... — respondi desesperadamente, sentindo que ela estava tramando algo bom.

— Não... Não posso te contar aqui... pode ser perigoso...

— E então?...

— Vem... Vamos à loja onde vou te comprar doces... Te conto no caminho...

— Tá bom, vamos...

Saímos à rua e enquanto caminhávamos ela me disse:

— Olha, Elsi... Quero que me acompanhe amanhã na casa de um colega de classe... Você gostaria de ir?

— Bom, sim, claro... mas tia... não vamos poder...

— Sabia que você pensaria isso, linda... mas não é assim... vai ser uma surpresa... Quero que seja uma surpresa para você... Você gostaria?

— Sim... sim, tia Rebe... Se é uma surpresinha, me leva com você...

— Tá bom... Amanhã à tarde vou pedir permissão para sua mãe para você me acompanhar.Cielo Riveros é iniciada pelo pai e pela mãeA tia Rebe não teve nenhuma dificuldade em conseguir permissão dos meus pais, então na tarde do dia seguinte pegamos um táxi e fomos para um bairro que aparentemente não era muito animado. Chegamos a uma casinha, onde já nos esperava a amiga e colega de escola da minha tia. Era uma garota mais ou menos da mesma idade que ela, de pele escura, mas bem gostosa, embora não tão gostosa quanto minha tia bonita. Mas se tenho que ser sincera, o que mais se destacava no corpo dela era a bunda linda que ela mostrava sob a saia curta. Percebi que nem minha tia conseguia competir com ela nisso.

Parecia não ter mais ninguém em casa e eu tinha quase certeza de que tudo estava muito bem planejado entre as duas. Entramos imediatamente num quartinho onde só tinha uma cama de solteiro com lençóis de tecido comum e uma mesinha de madeira onde a amiga colocou suas roupas. Minha tia me apresentou e a garota afagou minha cabeça em sinal de cumprimento, enquanto dizia:

"Oi... você deve ser a Elsita... e é muito bonitinha... Tudo bem, pequena?"

"Tudo bem..."

"Isso é bom... Espero que você se divirta aqui..."

As duas se sentaram na cama e a tia Rebe me disse que primeiro elas fariam a lição de casa e depois a gente brincaria um pouco juntas. Então, piscando o olho para mim, ela disse:

"Se quiser, Elsie, vai brincar um pouco lá fora pra não ficar entediada e eu te chamo quando a gente terminar a lição..."

"Sim, tia... Vou dar uma volta por ali..."

"Tá bom, bonitinha..." Mas não vai muito longe, hein?

"Sim", respondi.

Saí do quarto e comecei a fuçar pela casa até encontrar a porta dos fundos. Abri e de repente me vi num quintal de terra que não tinha cerca, então dava pra ver a parte de trás das casas ao redor. Procurei um lugar pra sentar e comecei a observar as árvores e o céu. O sol ainda brilhava e estava um pouco quente, porque eram mais ou menos seis da tarde. Distraída como estava, fiquei daquele jeito até que algo me... Chamou a atenção em um dos pátios vizinhos. Eu me virei e olhei para um homem que estava meio escondido atrás de uma árvore, mexendo as mãos. Isso não teria me chamado a atenção se eu não tivesse visto que o homem mantinha as calças na altura dos joelhos e as mãos não paravam de se mexer.sexoNo começo, pensei que talvez ele estivesse urinando, mas quando olhei mais de perto, descobri que na verdade ele tinha o pau nas mãos e estava massageando. A visão, claro, despertou meu instinto natural de curiosidade e me propus a observar o que ele estava fazendo. Achei, porém, que quando percebeu que eu estava olhando, o homem se posicionou de tal forma que ficou de lado, talvez para que eu pudesse ver de onde estava sentado tudo o que ele fazia. E foi exatamente isso que aconteceu.

Vi claramente que ele segurava o pau bem firme e puxava com força para cima e para baixo, enquanto suas pernas estavam meio dobradas. Sem perder nenhum detalhe, nem mesmo tirei os olhos dele, o que aparentemente o agradou, pois, caminhando até a beirada da terra sem soltar de jeito nenhum seu pau, me ofereceu uma visão completa e clara de suas ações. Notei que o homem continuava manipulando seu membro endurecido, mas sem parar de me olhar, o que aparentemente o agradava e sem dúvida o excitava.

Como não estava disposto a perder essa nova lição, continuei observando tudo o que ele fazia, até perceber que ele fechou os olhos e começou a gemer bem devagar, enquanto jatos imensos de um líquido branco e viscoso começavam a sair de seu pau duro, que se perderam no chão, embora parte de sua mão ficasse toda melada. Quando ele terminou de gozar, sacudiu seu pau meio mole e o guardou, levantando a calça e o shorts. Depois saiu dali e entrou na casa ao lado.

— Ah, mamãe estava urinando ou o quê?...
— Sim, Cielo Riveros... ele urinou... mas fez igual ao seu pai naquela noite... Lembra?
— Ah, sim, mamãe... e também quando ele me acordou naquela noite e você veio no meu quarto, né?latina— Exatamente... como você viu, é meio branco branco...
— Sim, gata... e esquenta mais e parece porra, né?...
"É, gostosa..." é assim que se fala...
— Ah, minha linda... e depois ele foi embora e tal?... não viu mais ele?
— Não... foi só naquela hora que eu tava sozinho no quintal...
— Hmm... é... e o que mais?
Já tava com meu pau pra fora e apertava ele com as mãos pela experiência deliciosa que minha esposa contou pra Cielo Riveros. Mas com certeza não queria gozar tão rápido, então quando sentia a vontade de virar, soltava e ficava uns instantes sem tocar até a sensação passar, e depois sacudia ele de novo com as mãos numa prática super excitante e gostosa. Fiquei de ouvido aberto pra continuar escutando Mirian Caballero.

"Continuei sentada no mesmo lugar, mas sentindo uma sensação meio esquisita debaixo da saia, especialmente entre minhas perninhas. Depois de um tempo ouvi a voz da amiga da minha tia que me disse:
'Vem cá, Elsie...' a gente terminou...
Me levantei e entrei na casa. Vi que a amiga da minha tia trancou a porta por dentro. A gente foi até o quarto, onde a tia Rebbe ainda tava sentada na beirada da cama, e aí ela me disse:katherine—Elsie... Anita e eu já terminamos o trabalho... Agora queremos jogar um joguinho entre nós três que sei que você vai gostar, antes que sua mãe volte...
—Sim, tia Rebe...
—Então... vamos te mostrar um jogo novo chamado "O Médico"... O que vamos fazer é o seguinte: Um de nós será o médico e o outro o paciente. O médico vai examinar a paciente para saber que doença ela tem... depois vamos trocar os papéis para que nós três aproveitemos. O que você acha?
—Ah, sim... Eu adoraria, tia Rebe...
—Muito bem, gatinha... Sabia que você ia gostar... então, para começar, Anita vai ser a médica e você será a paciente. E eu vou ser a enfermeira e ajudar a Anita nos exames... Tudo bem?..
—Sim, tia... mas me explica como... porque eu não sei...
—Sim, linda... vai ser assim... Não se preocupa... É só você deixar tudo acontecer, tá?
—Sim... tudo bem...

Como já estava excitada pelo que tinha visto antes no quintal do vizinho, não foi difícil aceitar e especialmente cooperar nesse novo jogo que estava prestes a aprender com elas. Então a tia Rebe me deitou na cama e sua amiga, se aproximando de mim, me disse:
—Me diz onde dói... aponta o lugar onde você sente o incômodo, tá, linda?

Sem saber na hora o que responder, só pensei em apontar minha mão para a parte de baixo da minha virilha, onde mais do que sentir algum tipo de dor, eu sentia um ardor delicioso que fazia minha pequena buceta ameaçar escorregar para fora. Anita abriu minhas pernas e me disse na hora:
—Vamos ver... vamos ver o que você tem...

Ela colocou a mão por baixo do tecido da minha saia e começou a explorar aquela região escondida com seus dedos quentes, o que provocou um formigamento intenso e gostoso na minha pelve sem pelos. Imediatamente, ela pegou o tecido macio da minha calcinha e começou a esfregar os dedos sobre meu pubis bem curtinho. Eu me deixei fazer tudo aquilo sob o olhar ardente da minha tia, que acompanhou de perto e sem perder nenhum detalhe as manipulações da amiga sobre mim. Ouvi a Anita dizer:
— Enfermeira... me ajude a despir o paciente...
— Sim, doutora...

Tia Rebe se aproximou da cama e começou a me despir até que fiquei completamente nua. Naquele momento já sentia necessidade de urinar, mas fiz o possível para segurar e não acabar o jogo tão rápido. Anita, ao me ver nua, não parava de me admirar, observando que eu estava completamente depilada e que pequenos botõezinhos de carne começavam a aparecer em mim. Parecia que ela adorava garotas da minha idade, pois percebi no fundo de suas pupilas um brilho tão intenso que me deixou ainda mais excitada. Mas ver a maneira como ela agia me deu certa confiança, já que fazia tudo tão devagar e com tanta doçura, que fechei meus olhinhos e me entreguei às carícias ternas que ela me fazia. Ouvi quando tia Rebe disse:
— O que a senhora tem, doutora?...
— Mmmm... Acho que ela tem um probleminha na sua coisinha... Vou ter que abrir para examinar melhor...
— Quer que eu ajude?
— Sim... Por favor, abra mais as pernas dela para eu ver de perto...

Minha tia assumiu a tarefa encantadora de abrir minhas pernas em forma de V, enquanto Anita subia na cama e colocava seu rosto diante da minha buceta molhada. Afastando os pequenos lábios da minha vulva com as mãos, ela me observou e passou vários minutos examinando o canalzinho rosado diante de seus olhos. Após a longa inspeção visual, a amiga da minha tia comentou com voz trêmula de desejo:
— Ah... mas que coisinha linda você tem, Elsita... Vou ter que enfiar a língua para saber o que está acontecendo...

Dizendo e fazendo, imediatamente se dedicou à sucção requintada, metendo a ponta da língua no intrincado corredor do meu coelhinho virgem. Conhecendo os segredos que a chupada de uma mulher podia produzir — e minha própria tia havia sido quem me mostrara —, relaxei meus membros pronta para aproveitar ao máximo a carícia quente, enquanto levantava os braços... máximo para ficar mais confortável. A língua da Anita entrava e saía lentamente da minha fenda enquanto um dos seus dedos tocava o centro enrugado da bunda. Essa nova sensação que eu tanto amava me fez levantar as nádegas para favorecer seu toque no buraco do meu traseiro. Não querendo de forma alguma ficar de fora das delícias do momento, a tia Rebbe subiu na cama e começou a esfregar minhas mãos, o que me deu uma descarga elétrica violenta que fez tremer todo o meu corpo. A tia Rebe, certamente atraída pela forma como minhas axilas sem pelos apareciam, se posicionou de tal maneira que começou a beijar minhas axilas, passando de um braço para o outro sem parar nem um momento. Essa nova sensação gostosa me provocou um desejo tão intenso que não aguentei mais, e disse à Anita:
— Anita... Vou mijar... Vou mijar na sua boca...
“Sim, gostosa...” mija... vamos... Despeja toda a sua mijadinha na minha boquinha...
Sem parar de chupar minha boceta trêmula, senti seu dedo mindinho entrar dentro do meu cu, explodindo na minha primeira gozada tão abundantemente, que a amiga da minha tia não conseguia conter os jatos de líquido que minha xota expulsava dentro de sua boca. Enquanto isso, a tia Rebe continuava agarrada às minhas axilas, aspirando o cheiro que exalavam e chupando os sucos suados dessa região especial. Quando finalmente terminei de mijar, Anita comentou:
“Ah, Elsita... Saiba que não encontrei nada de errado com você... sua doença não é cuidadosa... então pode se levantar da cama...”
Obedeci ao ouvir minha tia dizer à sua amiga:
— Bom, Anita... agora eu serei a doutora... A Elsie será a enfermeira e você será a paciente...
— Sim. — respondeu sua amiga com o rosto inflamado de luxúria —
Sem esperar mais, Anita deitou-se na cama ainda com a roupa vestida. Foi então que minha tia lhe disse:
— Vamos ver... me diga onde dói... onde sente essa coceira...
“Aqui embaixo, doutora... coça demais...” Queria que você examinasse pra ver o que tá rolando comigo...
— Tá bom... mas vou ter que tirar sua roupa...
— Pode tirar, doutora... mas faz rápido, por favor...

Minha tia, virando pra me encarar, deu a ordem:
— Enfermeira... tire toda a roupa da paciente...

Adorei demais esse novo jogo. Foi bem diferente. Nunca tinha feito isso antes, e muito menos com duas mulheres, o que me deu um prazer tão especial que senti de novo, sem entender porquê, aquele fluxo gostoso de líquido lá embaixo, na minha pelve sensível. Comecei a tirar a roupa da Anita até ela ficar pelada. Depois, seguindo o que minha tia mandou, ela deitou de novo enquanto a tia apontava pra mim:
— Enfermeira... Agora abre as pernas da paciente.

Subi na cama e fiz o que ela pediu, sem parar de olhar o triângulo peludo da Anita, que se destacava bem no meio da virilha morena. Mas o que mais chamou minha atenção foi o bumbum empinado e a maciez das belas nádegas apertadas, onde aparecia aquela mancha escura do cu, nos contornos escuros dava pra ver o começo de uma penugem fina e brilhante. A tia Rebe ficou um tempão olhando a região íntima da amiga com um olhar cheio de uma alegria estranha. Quando ela terminou de examinar tudo com cuidado, chegou perto da parte íntima da Anita e, levando o rosto até o centro da fenda, começou a lamber aquele banquete gostoso sem nenhuma cerimônia, enquanto eu sentia um arrepio percorrer a parte de dentro das minhas coxas. Logo a Anita começou a soltar uma série de gemidos que mostravam como o outro lado tava funcionando bem — era uma porra violenta e intensa, até que ela não aguentou mais e gritou, desesperada:
— Jááá.... Rebeca... Tô quase gozando.... Vou gozar na sua boca...
— Isso... manda ver, manda todo esse leite... sua puta... vamos...

A Anita se esticou toda, segurando o rosto da minha tia, que enfiava e tirava a língua da caverna escura e melada, enquanto ela começava a gritar e berrar, dominada pelos espasmos mais brutais. Não— eu sabia o que fazer, e lembrando o que minha tia tinha feito antes, levantei o olhar para as axilas de sua amiga, que com os braços levantados exibia axilas completamente depiladas, mas não menos lindas pela escuridão de sua pele. Encorajada pela visão que a parte inferior de seus braços me oferecia, aproximei meu rosto deles, apreciando pela primeira vez que as axilas de uma mulher de pele escura são muito mais atraentes à vista do que as de pele branca, já que mostram certas dobras naquela parte oculta que parecem caminhos sutis traçados com um pincel treinado. Enquanto Anita transbordava de orgasmos furiosos,

Enterrei meu nariz naquela deliciosa zona, cheirando o aroma especial de suas axilas. Depois comecei a lamber a pele marrom sedosa, passando a língua pelos caminhos já descritos, para então passar para a outra axila enegrecida, até que me cansei de cheirar aquela parte especial que agora descobri. Anita, quando terminou de aproveitar o gozo e ainda com um olhar perdido, comentou com minha tia:

"Oh, Rebecca..." que delícia... tudo isso é tão incrível....

"Gostou, minha amiga?"

— Ah, sim.... Adorei... mas vamos continuar porque não temos muito tempo....

"Sim", disse minha tia, "então agora é a vez da Elsie ser a doutora, e você será a enfermeira"

"Sim", disse, com a voz trêmula

A tia Rebe deitou-se rapidamente na cama. Eu, imitando a forma como elas tinham agido, disse à minha tia:

— Muito bem... me diga onde dói... me diga o que você sente...

— Ah, não sei, doutora... Veja, sinto algo muito quente lá embaixo...

"Entre suas pernas?"

"Sim... bem aí...

— Muito bem... vamos ter que examinar...

Me meti na cama pela enésima vez. Não havia dúvida de que esse joguinho era encantador. Tão gostoso e quente que minha calcinha já estava ficando ainda mais molhada do que já estava. Foi quando eu disse para Anita:

— Enfermeira... tire toda a roupa da paciente...

A amiga da minha tia começou a despi-la com extrema alegria, enquanto um sorriso de prazer e um sorriso de satisfação bordava seus lábios morenos. Quando a deixei completamente apertada, eu disse novamente:
"Agora... abre as pernas pra eu ver melhor..."

Anita subiu na cama e afastou ambas as pernas, revelando o conhecido tesouro de pelos loiros da minha tia. Quando observei de perto a vista magnífica que a tia Rebe tinha do triângulo púbico, afundei sem dizer mais uma palavra nas dobras de sua fenda, abrindo meus lábios com meus dedos enquanto minha língua pequena abria caminho até a gruta rosada e perfumada. Sabendo que ela adorava ao máximo a carícia anal, coloquei meu dedo na porta enrugada do seu cu e comecei a fazer movimentos circulares, enquanto o afundava no lindo esfíncter rosa de sua bunda. Minha tia não demorou muito para começar a gemer desde o ventre, o que me levou a chupar seu grelo com muito mais força e intensidade, enquanto meu dedo desaparecia completamente, perdendo-se dentro de seu canal anal.

Anita, desejando repetir as cenas das axilas, levantou os braços e foi se agarrar às axilas da minha tia, que, por ter pele branca, não mostrava a vista curiosa e excitante de suas axilas, mas mesmo assim estavam deliciosas ao toque da língua. Logo vi que Anita estava perdida sob a pele oculta das axilas da tia Rebe, enquanto eu continuava chupando com minha doçura habitual o majestoso canal de pelos loiros. Por longos minutos ficamos sobre seu corpo lindo; eu chupando sua parte de baixo com o dedo perdido no corredor de seu cu apertado, e Anita chupando e bebendo com gosto o suor das axilas brancas da tia Rebe, até que ela nos anunciou com seus próprios gritos a explosão orgástica irremediável que se aproximava. Logo vi que Anita estava perdida sob a pele oculta das axilas da tia Rebe, enquanto eu seguia chupando com minha doçura habitual o majestoso canal de pelos loiros. Durante longos minutos ficamos sobre seu corpo lindo; eu chupando sua parte de baixo com o dedo perdido no... corredor do seu cuzinho apertado, e Anita chupando e bebendo com gosto o suor das axilas brancas da tia Rebe, até que ela nos anunciou com seus próprios gritos a inevitável explosão orgásmica que se aproximava. Logo vi que Anita estava perdida sob a pele oculta das axilas da tia Rebe, enquanto eu continuava chupando com minha doçura habitual o majestoso canal de pelos loiros. Por longos minutos ficamos em pé sobre seu lindo corpo; eu chupando sua parte de baixo com o dedo perdido no corredor do seu cuzinho apertado, e Anita chupando e bebendo com gosto o suor das axilas brancas da tia Rebe, até que ela nos anunciou com seus próprios gritos a inevitável explosão orgásmica que se aproximava. até que ela nos anunciou com seus próprios gritos a inevitável explosão orgásmica que se aproximava. até que ela nos anunciou com seus próprios gritos a inevitável explosão orgásmica que se aproximava.
— Aaah.... Elsie.... Vou mijoar na sua boca... Vou mijoar....
Intensifiquei meus movimentos de sucção em sua vulva quente enquanto sentia seu corpo tremer debaixo do meu rosto. Anita, por sua vez, não parou de beijar suas axilas, o que sem dúvida aumentou os prazeres espasmódicos de sua gozada, até que finalmente foi derramado em abundantes eflúvios que bebi com a presteza e dedicação com que me haviam ensinado.
Tendo terminado a sessão do dia e talvez temendo o retorno de sua mãe, Anita disse à minha tia:
“Ah, Rebecca... Eu adoraria fazer o máximo... mas não podemos continuar, minha mãe vai voltar...
“Sim...” Eu sei, minha amiga... Acho que já está bom por hoje...
—Sim... mas me diga, Elsita... você gostou do jogo da “Doutora”?...
“Ah, sim, Anita... Gostei muito...
“Tá bom... então outro dia a gente pode brincar de novo...” O que você acha?
“Se minha tia me convidar, sim...” Respondi, me virando para olhar para ela.
— Ah, mas é claro, linda... você vai ver que a gente vai fazer de novo com a Anita... Ela é muito gostosa, né?
“Sim... ela é muito gostosa...
— Obrigada, querida.. Ela respondeu: "Mas agora vamos nos vestir, porque se a mamãe chegar e nos encontrar assim..." ufff... ela vai gritar até o céu... hehehehehe...
Imediatamente nós três começamos a nos vestir, enquanto Anita arrumava os lençóis da cama para não deixar vestígios do joguinho gostoso que tínhamos feito. Pegando seus livros da mesa, a tia Rebbe comentou com sua amiguinha:pauzao-Bom, Annie... tá na hora de gente ir embora... "Tchau", disse, beijando-a na bochecha.
"Tchau, meu amigo..."
"Até mais, Anita", falei em sinal de despedida.
"Ah, vem cá, lindinha... você é uma graça..." Se cuida... - comentou, me dando um beijo também.
Saímos de lá e logo subimos no ônibus que nos levou pra casa.
— Ai, mãe... que jogo gostoso o da "Doutora", né?
"Sim, linda... É um jogo bem gostoso mesmo..."
"Ah, mamãe... Queria que a gente brincasse disso também..."
"Claro, bonita... com certeza... pode ter certeza que..."
"Mas—" A gente precisa de um amigo, né? Cielo Riveros perguntou animado.
— Sim, claro... mas eu cuido disso... Não se apressa...
— Tá, mãe...
— Muito bem, pequena... mas agora é hora de dormir, porque seu pai não vai voltar tão cedo...
— Ai, mãe... Queria que você continuasse me contando...ceuEu também adoraria, Rubicita—" mas por enquanto não me convém... será amanhã... Tá bom?
—Sim, mamãe...
"Muito bem... Agora vem cá que vou te vestir para levar pra sua cama.

Quando terminei de ouvir essa frase, desci voando as escadas. Minha rola estava vermelha e mole depois das tremendas gozadas que tinha dado ao ouvir essa parte da história da infância da minha esposa. Fui ao banheiro e lavei a rola pra me livrar da enorme quantidade de porra que escorria. Tinha sido mais uma noite inesquecível. Uma noite quente. Sim. Tão quente quanto o verão.

Pouco depois, quando minha esposa me alcançou na sala, quase caí no sono de exaustão. Ela me disse:
—Ah, Aldo... Tô com tanto calor...
"Oh, amor... Obrigada... Muito obrigada por me dar esses momentos...
—Hmmm... Vejo que você curtiu demais, né?engasgo fundo- Sim... você não tem ideia de como isso me deixa excitado... "Ah, sim..." Entendo... O ruim de tudo isso é que não posso me aliviar... "Não termine, amor... Sei muito bem que você se alivia com Cielo Riveros... — Ah, claro... o que você estava esperando?... mas você sabe que não é a mesma coisa... e também me deixa muito excitado lembrar do meu passado... — Hmmm... você realmente tem uma história fenomenalmente quente, amor... — Você gosta? —Claro que gosto... Por isso quero que termine de contar tudo para ela... Não quero perder nada... "Você quer que eu continue contando tudo isso para a garota?" -Sim, querido... por favor, por favor, me complete... se fizer isso, juro que farei tudo o que você pedir também... "Tudo o que eu pedir?" "Sim...tudo.... — Hmmm... muito bem, Aldo... mas para constar, isso é um pacto entre nós dois... "Eu sei, mulher... Eu sei... E você sabe que eu vou fazer -Tudo bem, querido... mas vamos dormir agora, está tarde... No dia seguinte, estando no escritório, meus pensamentos estavam dedicados apenas aos intensos momentos noturnos em que me masturbava como um louco ouvindo a história da minha esposa para Cielo Riveros. Reconheci que o fato de me esconder para ouvir a história de Mirian Caballero produzia uma espécie de febre que eu não conhecia. O tesão que suas experiências provocaram em mim foi tão intenso que eu realmente não sabia a razão de tudo o que sentia. Seria a forma sutil como minha esposa costumava recriar as aventuras de sua infância? Ou seria o fato de ela ter escondido de mim suas experiências quando criança, que agora eu descobria escondido atrás da porta? Será que a presença de Cielo Riveros ao ouvir tudo isso me inflamou? Não sabia ao certo. Mas do que eu tinha certeza era de que não queria que ela terminasse de contar tudo isso para a garota de jeito nenhum, porque eu estava me acostumando a ser o ouvinte oculto de suas tremendas experiências eróticas. Quando cheguei em casa, a encontrei com as luzes apagadas. Subi as escadas com cuidado até chegar no batente da porta da sala principal. Vi que minha esposa e minha filha estavam sentadas na cama conversando. Dessa vez, Mirian Caballero me viu imediatamente e, esperta, mudou o rumo da conversa dizendo para Cielo Riveros:GostosaSabe, gostosa?... Algum dia, quando estivermos sozinhos, vamos brincar alguns daqueles joguinhos que eu contei que costumava fazer com minha tia...
- Sim, mamãe... Já disse que adoraria isso...
"Eu sei..." Eu sei... mas vai ser quando eu achar conveniente... Tá bom?
"Sim, mamãe..." mas você não me contou o que aconteceu depois que sua tia te pegou com sua mãe fazendo aquilo... me conta... Cumpriu a promessa que fez pra sua mãe?
"Oh, não... claro que não..."
"Por que não, mamãe?"
"Bom, porque se eu tivesse cumprido, poderia arriscar minha tia ficar brava por eu querer enganar ela..."
- Ah, sim... que esperta você era, mamãe...
"Claro, lindo... tinha que ser...
"Sim, é verdade... aliás..." Você disse que ela percebeu tudo, né?
"Oh, com certeza, Chapeuzinho... ela viu tudo... então não tinha como eu me safar mentindo...
"É... é... mas... E o que aconteceu depois, mamãe?
"Quer saber, meu pequeno?"
"Sim, mamãe..." por favor, continua me contando...
— Tá bom.... escuta:YamilePor dois dias fiquei trancado no meu quarto por causa da gripe, e minha mãe aproveitou a situação para vir à noite me aplicar os supositórios. Mas agora percebi que, antes de começar o jogo, ela se certificou de que a porta do meu quarto estava bem fechada. Era óbvio que não queria outra interrupção tão inesperada como a anterior. Eu, por minha vez, cooperei de bom grado com suas manipulações anais, desfrutando com imenso prazer das delícias da sua dedada dentro do meu cuzinho, que agora se tornou uma dupla massagem quando outro dedo entrou em paralelo no meu canal frontal. O mijo que soltei foi tremendo; tanto que senti um desejo enorme de continuar "doente" para que essa festa de dedos não acabasse. Mas uma notícia indesejada chegou para atrapalhar os planos da minha mãe, porque um irmão dela informou que minha avó estava internada num sanatório por um problema renal. O incidente obrigou minha mãe a se ausentar de casa no terceiro dia, já que todos os familiares se revezavam para cuidar da vovó à noite. Por isso ela me comentou:

"Querida... Vejo que você está bem melhor... Por isso vou ter que deixar você aos cuidados do seu pai.

"Por quê, mamãe?"

"Porque vou ter que ir ao sanatório ficar com sua avó..." Já te falei que ela está muito doente...

"Sim..." Eu sei... mas não se apresse, mamãe... Já estou me sentindo bem...

"Estou vendo, Elsi... por isso vou suspender seu remédio... mas de qualquer forma, seu pai vai ficar de olho em você caso precise de alguma coisa...

—Sim, mamãe....

"Muito bem... E agora vou deixar você, porque tenho que ir...

"Se cuida, mamãe..."

Como não tinha visto minha tia há vários dias, no fundo estava ansioso para abraçá-la e beijá-la, então comecei a bolar um plano para ir ao quarto dela à noite e surpreendê-la. Estava me preparando mentalmente para me aproximar da minha tia no quarto dela quando todos estivessem dormindo, quando de repente meu pai entrou no meu quarto:Exclusiva da Riveros— Oi, meu bem... Como você está se sentindo hoje?
— Bem, papai... Estou me sentindo muito melhor...
— Que bom... fico feliz, Elsi...
— Obrigada, pai...
— Então, gostosa... você sabe que sua mãe vai ficar fora hoje à noite... Vim ver o que tem de oferta por aqui...
— Não... nada, pai... Estou bem mesmo.
— Já jantou?
— Sim... a senhora me trouxe algo para comer antes de sair...
— Muito bem... De qualquer forma, estarei aqui para qualquer coisa... Mas quero te recomendar uma coisa, linda...
— Sim, papai...porno facialFique no seu quarto e não saia..." Não quero que você tenha uma recaída... entendeu?... É melhor eu ir te ver para saber se está tudo bem... me diga... Você vai fazer isso?
"Sim, papai..."
— Bom... então vou indo... e vou dormir, estou indo...
"Tudo bem..."
Papai saiu do meu quarto e eu fiquei pensando que a melhor maneira de ele não perceber que eu ia para o quarto da minha tia era esperar até ele dormir. Então fiquei impaciente até achar que era hora de sair. Estava prestes a levantar da cama quando ouvi passos no corredor, então tive que me enfiar rapidamente debaixo dos lençóis. Ouvi a porta abrir e pude ver o rosto do papai espiando, sem entrar no quarto. Quando ele viu que eu estava deitado, fechou a porta e foi embora. O acontecimento inesperado me deixou em alerta, então fui obrigado a ficar no meu quarto mais um tempo. Achando que já era hora de ir, caminhei sorrateiramente até a porta, abri e olhei para fora, vendo que tudo estava escuro. Fechei a porta com cuidado e fui para o quarto da minha tia. Estava prestes a girar a maçaneta para entrar no quarto dela quando uns sussurros que ouvi me fizeram parar. Achei estranho ouvir vozes lá dentro, porque sabia que só éramos nós três em casa. Com quem minha tia estava falando? Colei meu ouvido na madeira da porta e comecei a processar o diálogo, ouvindo a voz suave da tia Rebbe comentar:Cielo Riveros é iniciada pelo pai e pela mãe-Não, Oscar... pode ser perigoso... -Vamos, Rebecca... sua irmã não vai vir, te garanto... "E como você sabe?... não pode ter certeza disso... -Bem, não... mas não acho que ela venha hoje... ela deve estar de plantão no sanatório. "E se os planos mudarem?... Não sabemos. -comentou minha tia- —Mas eu realmente quero... faz tantos dias que não fazemos... "É..." Eu também estou assim... e tem a garota... -Sim... mas ela está dormindo bem... Acabei de ir no quarto dela pra conferir... — Bom, sim... mas ela pode acordar e vir pro seu quarto... pode precisar de alguma coisa... "Ela não... Eu falei pra ela dormir e não levantar..." insistiu meu pai -Sim, Oscar... mas não tô tão segura... Essa garota é muito esperta e percebe as coisas... Imagina o problema se ela descobrisse?

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