Chifrando minha mina com minha mãe

Meu nome é Ricardo, acabei de fazer 24 anos, sou moreno claro, tenho 1,80m, moro com minha mãe e meus dois irmãozinhos na capital do país.

Ela se chama Laura, tem 1,49m, pele branca, cabelo escuro, peitos enormes, uma bunda e umas pernas de dar água na boca.

Sempre fomos eu, ela e meus irmãos; minha mãe é mãe solteira desde que eu tinha 5 anos.

Eu trabalho num depósito descarregando caminhões de madrugada pra ajudar com as contas de casa, por enquanto pausei meus estudos.

Ela trabalha num supermercado como caixa.

Minha mãe nunca mais se apaixonou, acho que no fundo sempre guardou esperança de que meu pai voltasse.

Me dá raiva ela amar tanto ele, sendo que ele sempre tratou ela muito mal e traía ela todo fim de semana.

Mas fazer o quê, agora eu tinha que ser o homem da casa e ter os culhões que meu pai não teve pra ficar do lado dela e ajudar a criar meus irmãos.

A gente tinha acabado de se mudar pra um apartamento bem menor porque era o que dava pra pagar.

Uma coisa que nunca curti foi que minha mãe não se dava nada bem com minha namorada, ela fazia grosseria tipo não atendia ela direito, a gente ia comer e ela servia só a mim, mas não servia ela, ou soltava comentários do tipo que ela não lavava nem um copo, comentários sem noção.Chifrando minha mina com minha mãe
peitaoÀs vezes eu via minha mãe desconfortável quando eu tava com a Júlia. Ela ficava puta porque eu visitava ela, não gostava que eu fosse na casa dela porque mora muito longe, ou pelo menos era o que ela dizia.
A reclamação dela como mãe era porque sempre achava camisinha no meu bolso ou no meu quarto quando limpava, e sabia que eu usava com a Júlia.
— Mãe… pelo amor… cê não vai começar a me encher o saco por causa disso, vai? Tipo… eu também tenho, cê sabe, minhas… necessidades…madura
milf
incesto- Sim! Sim! Entendi! Entendi! Já, já, não precisa me explicar nada, desculpa, desculpa! -
Ela reagiu super envergonhada, virou de costas e saiu do quarto.
Quase consegui imaginá-la com uma cara de nojo e horror hahaha, que em outras circunstâncias eu teria achado que ela estava com ciúmes...
Não tocamos mais no assunto.
Um dia, chegando do trabalho, eu estava procurando uma conta de luz nos gavetas da minha mãe pra resolver uns trâmites e, entre as coisas dela, vi um preservativo...
- Filha da puta... - pensei.
- Tanto me enche o saco com ciúmes e vive de putaria -
Pensava com o pau todo duro.
Isso me deixou com muito tesão e resolvi fuçar um pouco mais nas coisas dela, mas como não tive sucesso, decidi continuar a busca outro dia.
Passaram-se alguns dias e eu não parava de pensar e imaginar como minha mãe usava aquele preservativo com outros caras.mae e filhoEntão, naqueles dias eu aproveitava enquanto ela tomava banho e ficava espiando minha mãe pela fresta da porta do banheiro, e à noite eu batia uma punheta de um jeito desumano.
Uma noite eu tava sozinho em casa, era sábado e minha mãe tava trabalhando. Eu tava com muito tesão e decidi fuçar na roupa íntima dela de novo. Achei lingerie, camisinha e, pra minha surpresa, um vibrador médio de uns 15cm, o que me fez entender que minha mãe não tava transando com ninguém, só se satisfazendo sozinha.
Naquela noite, dediquei tantas punhetas pra minha mãe que nem deixei a culpa chegar, muito pelo contrário: eu queria a todo custo comer ela.
No dia seguinte era domingo, meu dia favorito da semana, ela não trabalhava.
Sempre aproveitava pra dormir e malhar.
Saí no quintal um pouco, pendurei um saco de boxe debaixo de uma árvore enorme, onde treinava à tarde. Nisso, pela janela, lembro que vi minha mãe indo tomar banho e na hora subi no terraço pra poder espiar ela.
Ela tava se despindo na frente do espelho do banheiro; primeiro tirou o sutiã e começou a massagear os peitos de um jeito tão gostoso que fez meu pau ficar enorme e bem duro. Eu adorava como ela se acariciava, e pelo visto ela também adorava.amor filialVi como ela fechava os olhos, como se desejasse que estivessem chupando as tetas dela, os mamilos dela ficaram durinhos, igual ao meu pau. Adoraria estar na frente dela pra chupar aquelas tetas e morder os biquinhos.

Ali estavam aquelas nádegas em todo o esplendor, eram perfeitas, redondinhas, empinadas, bem durinho aquele bundão, aquele cuzinho roçadinho, que eu adoraria profanar com meu pau e deixar ainda mais roçadinho.

Eu tava curtindo aquela cena maravilhosa quando, de repente, ela virou pra janela e pensei que tinha me visto. Na hora, ouvi ela abrir o chuveiro e isso me acalmou, mas esperei uns minutos pra espiar de novo.

Pra ser sincero, acho que ela realmente me viu, porque quando voltei a espiar, as cortinas tampavam a janela toda.namorada vagabundaFui pro meu quarto e não saí até o dia seguinte.
No dia seguinte, cheguei em casa com a Julia; a cara de desgosto da minha mãe foi na hora.
Eu tava na esperança de que pelo menos ela fingisse que gostava dela, mas nem isso.incesto entre mae e filhoQuando voltei de levar minha namorada em casa, minha mãe estava me esperando para conversar.
Ela começou com a bronca e rapidamente passou a gritar e me acusar sem dar sinais de parar, e eu só ficava ouvindo, ou melhor, fingindo ouvir, porque o zumbido nos meus ouvidos aumentava a cada palavra que ela dizia.
Não tinha dito uma palavra sequer e só queria que aquilo acabasse. Por fim, minha mãe ficou em silêncio por um momento e encerrou a reclamação me dizendo:
— Vai pro teu quarto agora, não tô a fim de te ver nem de falar contigo!!
Minha mãe se levantou do sofá e foi em direção ao quarto dela; não esperava o que eu fiz em seguida.
Corri até ela e a abracei por trás, virando ela de frente pra mim.
Vi os olhos dela cheios de lágrimas, e a única coisa que falei foi:
— Mãe, a Júlia não é a mulher mais importante da minha vida, é você.
Em seguida, usei minha mão livre para segurar a nuca da minha mãe e aproximar o rosto dela do meu.
Comecei a beijá-la com uma paixão insana. Passei meus braços em volta da cintura dela. Ela não se mexia nada.relatos de incestoA língua dela se encontrava com a minha dentro da boca dela, embora eu pudesse sentir o corpo todo dela tremendo enquanto eu a abraçava e beijava.
Só quando minhas duas mãos desceram até a bunda dela e comecei a apertar com força, tentando separar as nádegas pra passar uma das mãos na racha dela, foi que ela finalmente recobrou a razão.
Mas era inútil, eu tinha ela bem presa e minhas mãos não paravam de tocar a bunda e as costas dela.
Nossas bocas se separaram e, depois de me dar um tapa bem forte, ela finalmente recuperou a fala.
— Ricardo, você enlouqueceu?!
— Não tô nem aí, mãe, te desejo mais do que qualquer outra mulher.
— Você não pode fazer isso, vai pro seu quarto agora, por favor.
— As palavras dela diziam isso, mas os biquinhos intrometidos entregavam o tesão que meus beijos causaram nela.
Voltei a colar meus lábios nos dela. Ela não parava de "resistir", pedia pra eu me acalmar.
Minha boca procurava qualquer lugar pra pousar, fosse no pescoço dela, no rosto, nas costas, onde fosse, contanto que meus lábios continuassem tocando a pele dela.mama peitao- Meu Deus! Ricardo, se controla!! -
- Mamãe, por mim e pelos meus irmãos, há anos você abriu mão do amor e daquela parte que te faz sentir uma mulher plena -
- Hoje quero que você volte a se sentir mulher -
- Ricardo, eu... não sei se devo... -
- O que eu mais quero e desejo é que você seja minha mulher, mamãe, não entende? Deixa eu te fazer feliz -
- Então por que você está com a Júlia? -
- Por quê? Por que você traz ela pra casa e fica esfregando na minha cara? -
- Você faz isso pra tirar sarro de mim?!! -
Uff... as reclamações dela e esse ataque de ciúme de colegial deixaram minha pica dura pra caralho.
- Porque ela me lembra você - respondi astutamente.
- Porque quando eu como ela, minha mente tá pensando em você -Chifrando minha mina com minha mãe
peitao—Mas é errado, filho, cai na real, não podemos fazer nada disso—
Ela dizia, fingindo que não tinha gostado de eu confessar que penso nela enquanto como a Julia.
—Fala mais baixo, por favor, Ricardo, os vizinhos vão ouvir suas loucuras—
Ela respondeu, agora baixando a voz, quase sussurrando.
—Então decide agora, mãe— respondi, já calmo.
Naquele momento, minha mãe parou de lutar comigo, e eu parei de apertá-la e me limitei a acariciar e abraçá-la por trás. Comecei a beijar seu pescoço, dessa vez com mais doçura. Ela só se deixava beijar.
—Preciso pensar nisso, filho, isso que você tá pedindo não é normal—
Ela disse enquanto pegava meu rosto entre as mãos e aproximava o rosto para continuar me beijando.
Com aquele gesto, ela me disse tudo e, sem perceber, já tinha me dado a resposta.
Eu a abracei com ternura e delicadeza, comecei a beijá-la com mais paixão, mordiscava suavemente seus lábios e ela fazia o mesmo com os meus.
—De verdade, mãe, você é a única mulher com quem eu quero estar...—
Falei e, em seguida, abri seu robe de dormir e comecei a acariciar seus peitos.madura—Entendo, filho, mas tô com medo, não sei o que a gente devia fazer—
Depois de falar isso, a mão dela se esticou até meu pau, que tava durinho por baixo da calça jeans.
—Mas tenho uma ideia—
Ela disse enquanto desafivelava minha calça e pegava no meu pau, soltando um gemidinho leve ao sentir a pele da minha rola nas pontas dos dedos.
A mão livre dela pousou na minha cabeça e me acariciou como quando eu era criança, mas com a outra mão começou a me masturbar.
Eu já tinha soltado os peitos dela e tava tocando nas auréolas.
Ela me deu um beijo tão profundo e romântico, e depois aproximou a boca da minha orelha.
—Deixa eu pensar essa noite, meu bem, e amanhã te falo se aceito ser sua mulher ou não—milfA gente se deu um beijo de boa noite que durou só uns segundos e fui dormir, demorei pra caralho pra pegar no sono.
De manhã, umas 8h, o despertador do meu celular me tirou do mundo de Morfeu e eu levantei feito um raio da cama, só de camiseta e cueca branca.
Fui direto pro quarto da minha mãe e encontrei ela sentada na ponta da cama penteando o cabelo.
— Bom dia, filho —
ela me cumprimentou quando ouviu a porta abrir, sem nem virar pra me olhar.
— Bom dia, mãe —
respondi educadamente e fui andando na direção dela, enquanto ela se levantava e me deixava ver aquela figura gostosa quase nua, só coberta por uma pijama bem fininha.
Parei a poucos centímetros dela e por um momento achei que tava sonhando, que não era possível que minha fantasia mais desejada tivesse prestes a se realizar.
O rosto dela mostrava uma mistura de dúvida e tesão, e parecia que ela queria me falar alguma coisa, mas não sabia como ou talvez não encontrasse as palavras certas pra essa conversa matinal.incestoFui eu quem quebrou aquele silêncio desconfortável.
— Mãe, eu sei que você tem dúvidas sobre o que aconteceu, mas não tem mais volta —
— Depois da noite passada, não podemos mais ser como éramos antes —
— Não somos mais mãe e filho, agora vamos ser... —
— Tenho medo, filho, de cometer o pior erro da minha vida —
Ela me interrompeu com preocupação na voz —
— M-mas se eu tiver que escolher entre ver você feliz ao lado de outra mulher, ou ser eu mesma essa mulher, é claro que prefiro a segunda opção —
— Quando descobri que você estava saindo com a Júlia, e depois quando a trazia pra casa... —
— Deus!! Morria de raiva, ciúmes, mas não de mãe, e sim de mulher, e me sentia muito culpada por isso —
— E por isso, somado ao que aconteceu ontem à noite, decidi ser sua mulher. Não ligo mais pro que vão dizer —
Assim que ela terminou de falar, me aproximei e demos o beijo mais apaixonado que já senti na minha vida.
Nossos corpos se tornaram um só e começamos a nos unir num abraço mais que filial.mae e filhoMinhas mãos acariciavam os peitos dela, apertavam a bunda, deslizavam pela cintura e pelos quadris, enquanto minha boca se enroscava na dela, lambia o pescoço, mordia as orelhas, respirava na nuca.
Ela não ficava atrás e retribuía meus beijos e carícias do mesmo jeito.
Passava a mão no meu pau com desespero, de repente apertava um pouco e começava a me masturbar.
Perdemos a noção do tempo, até que eu levantei ela pegando pela bunda e deitei na cama dela pra me jogar por cima.amor filialMinha boca começou a apertar com força os dois peitos dela. Ela acariciava meu cabelo e soltava suspiros fortes, gemendo de prazer.
As pernas dela abertas me deixaram ver aquele clitóris tão gostoso que eu tanto queria. Foi tanta safadeza que eu só abri as pernas dela de uma vez e joguei minha cara na buceta dela, comendo com desespero.
Os suspiros da minha mãe viraram gritos de prazer. Minha língua se mexia num frenesi desesperado. Brincava com o clitóris dela e dançava nos lábios da buceta. Nessa hora ela já nem sabia mais o próprio nome, só repetia:
– Siim!! Ahh!!
– Isso, aí, aí!!
– Continua, continua, continua!! Aahh!! Aahhh!!!!namorada vagabundaEla explodiu num orgasmo intenso enquanto eu devorava seus sucos, deixando a cara toda lambuzada com o squirt dela.
A gente se olhou na cara. O rosto dela mostrava uma luxúria que eu correspondia sem hesitar. Comecei a beijar ela nos lábios.
Minhas mãos percorriam o corpo todo dela, da cintura até a bunda, passando pelos peitos e pelo rosto.
Minha língua e a dela se procuravam com desespero, se unindo num vai e vem cheio de tesão.
Os dois suspirávamos, sem desviar o olhar. Nenhum de nós tirava os olhos do outro.
— Você trairia sua namoradinha? —
Ela falou entre gemidos e suspiros, mas com uma malícia na voz.incesto entre mae e filhoDeitei ela na cama, enquanto nos despíamos, continuávamos bêbados de luxúria um pelo outro.
Meu pau entrou na buceta da minha mãe. Ela soltou um gemido que mais parecia um uivo assim que sentiu a penetração.
Eu sentia que estava no paraíso, que, naquela estocada, me unia em carne e alma à minha mãe. A única coisa que conseguia pensar era que estava transando com ela.
Sentia como ela me apertava a cada estocada. Nós dois repetíamos o quanto nos amávamos, nos fundíamos num abraço até virar um só ser.
Estávamos banhados em suor e saliva que compartilhávamos.relatos de incestoNovamente ela parou os movimentos e agora me oferecia as nádegas, ficando à minha disposição. Era algo impressionante, não conseguia acreditar no que minha mãe estava fazendo.
Com a excitação a mil por hora, me aproximei, abri um pouco as bundinhas dela e dei o melhor beijo grego que ninguém jamais tinha dado nela até então.
Só se ouviam gritos e gemidos de prazer, era inegável que uma puta naquele apartamento estava recebendo a melhor comida de cu da vida dela.
A puta já tinha encharcado os lençóis com os fluidos que escorriam da buceta dela.mama peitao
Chifrando minha mina com minha mãe
peitaoVirei ela e comecei a meter na buceta dela, dominado pelo instinto e pela testosterona que tavam me deixando louco; cada estocada mais forte, mais constante, fazendo minha mãe não parar de gemer.
Ela me olhava nos olhos de boca aberta, e eu encarava ela firme também enquanto metia.
Comi ela como uma puta, dei tapas na cara e segurei ela pelo pescoço, ela só gemia e ofegava, doida de prazer.
Queria que ela tivesse a melhor experiência sexual com um homem, queria mostrar que eu podia fazer ela se sentir mulher, que podia cuidar de todas as necessidades dela.madura
milfEu me perdia nas tetonas dela, que um dia me amamentaram quando criança. Minha mãe tava toda gostosa, gritava, gemia e rebolava, gozando cada entrada do meu pau na buceta dela. Ela soltou um grito enorme e gozou, parou de rebolar, me abraçou, e as pernas dela tremiam.

Um gemido de arrepiar que minha mãe soltou me tirou dos meus pensamentos. As paredes da buceta dela começaram a sugar minha porra, mas eu não queria gozar ainda. Tinha que mostrar que, na minha idade, eu era um verdadeiro garanhão e que não era à toa que eu tinha uma pica de 23cm só de enfeite.

Então, com toda minha força de vontade, eu parei e ajudei com a mão pra que ela não parasse de gozar durante o orgasmo dela.incestoJoguei um par de lençóis no chão e mandei ela ficar de quatro. Se minha mãe já era minha mulher, agora eu ia fazer dela minha puta, pra que nunca se arrependesse de ter me dado a bunda. E foi assim que comecei a mostrar pra ela. Assim que ela apoiou os dois joelhos e as mãos nos lençóis, coloquei meus pés dos lados dos joelhos dela e, montando na bunda dela, penetrei ela de novo, depois me apoiei no chão. Minha mãe levou o peito até o chão e eu penetrei ela mais uma vez. Os gemidos da minha mãe eram música pros meus ouvidos, acompanhados do som das nádegas dela batendo nas minhas pernas.mae e filho
amor filialUm novo orgasmo tomou conta do corpo da minha mãe, dava pra ver na cara dela.
Mas dessa vez durou mais, ou talvez foi um orgasmo múltiplo, dessa vez a contração da buceta dela vazia jorrou gozada após gozada cada uma das minhas bolas sem poder reclamar nada.
Ficamos alguns minutos na mesma posição, até que, cansado, saí de dentro dela. Minha mãe ficou deitada nos lençóis que eu tinha posto no chão, ainda sem sair do transe.
Apesar do meu cansaço, peguei ela no colo e coloquei na cama dela, onde na hora ela me disse:
— Já acabou tudo?
— Uuui, tava só esquentando, filho — num tom de deboche.
Olhei nos olhos dela e, antes que pudesse dizer uma palavra, já tava penetrando de novo. Aí vi os olhos dela revirarem e ela começar a gemer de novo que nem uma puta enquanto levava a mão direita na minha cabeça e enlaçava os dedos no meu cabelo.
— Ahh ahh
— Assim, meu amor, assim
— Vai, vai, não para, filho, não para, não para!!
— Aahhh!!
— Tô gozando... ai!!
— Ricardo, vou gozar!! Aahhhh!!!!... —namorada vagabundaNão me segurei, meti com tudo, esmaguei a buceta dela com 100% do meu poder.
Depois de um tempo, algo expulsou meu pau do buraco dela e vi minha mãe começar a se mijar enquanto soltava um gemido de prazer.
Ao recuperar a consciência, ela se jogou em cima de mim e me deu um beijo cheio de amor maternal e luxúria, um beijo único que eu nunca mais sentiria de outra mulher.
Só ela pode ser minha mãe e minha amante ao mesmo tempo.
Depois daquela manhã de sexo, ela ficou tão satisfeita que todas as suas dúvidas e medos desapareceram.incesto entre mae e filho
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Chifrando minha mina com minha mãe
peitaoQuando ela parou pra ir no banheiro, peguei ela pela cintura, encostei na parede, levantei uma perna dela e meti com força. Pra não acordar meus irmãozinhos com os gritos dela, tapei a boca dela.
Desde aquele dia em casa, as coisas mudaram.
A gente parou de frequentar a família, mamãe não visitava mais nem deixava as amigas dela virem, e eu fiz o mesmo com meu círculo social.
Tava perto do Natal, lembro que naquele ano a gente não foi visitar ninguém da família, e assim tem sido todo Natal desde então até hoje. E Ano Novo, e Dia da Independência, e nossos aniversários. Bom, a gente quase não tem contato com ninguém mais. E não faz falta.
"Terminei" com a Júlia a pedido da minha mãe, mas a verdade é que a gente continuava se vendo, mas isso é papo pra outra história.
Um dia, voltando do trabalho, minha mãe me esperava com um teste de gravidez que marcava "positivo". Dei um beijo nela enquanto sentia o rabo dela e minha ferramenta ficava dura. Naquela noite a gente não dormiu, comemoramos fazendo amor até de manhã.madura

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