CAPÍTULO 1Desde muito novo, fui muito dedicado à escola e estudioso, por isso terminei uma faculdade bem cedo e, com o que herdei do meu avô e minha dedicação, consegui montar um pequeno negócio de serviços de telefonia celular, que foi crescendo aos poucos até se consolidar como uma empresa importante com várias filiais pelo interior do país, fazendo meu status econômico subir como espuma e me dando a imagem de um empresário solteiro, responsável e sem vícios. O que as pessoas não sabiam é que eu tinha uma perversão secreta que me enlouquecia — não sei se era por causa da minha obsessão pelo trabalho ou não —, mas o que me fascinava era transar no trabalho, ou na minha sala, pra ser mais exato.
Me tornar, aos poucos, um homem com bastante dinheiro fez com que eu fosse rodeado por amigos que quase nunca via e parentes que se aproximavam de mim com o objetivo de tirar alguma coisa ou obter algum benefício.
A sala onde eu trabalhava ficava no sexto andar de um enorme prédio que era da empresa. Nesse andar, trabalhavam vários office boys e escriturários encarregados de diversas funções, seja de contabilidade ou administração, além de algumas secretárias e auxiliares administrativas. Eles ficavam em suas mesas e computadores, bem perto uns dos outros — eram cerca de 6 homens e 5 mulheres.
Uma das mulheres era minha secretária, uma senhora de 44 anos, muito magra, de óculos e pouco agraciada fisicamente. E do lado dela estava sentada uma mulher impactante: uma gata de 22 anos, com medidas 90-60-90, loira natural, rosto lindo, e que era minha assistente. E na frente das mesas ficava minha sala, que eu quase sempre mantinha fechada. Se precisasse de algo, era só chamar minha secretária, e ela me providenciava tudo que eu precisava.
Dentro da minha sala, eu tinha uma tela enorme que só eu podia ligar e que, ao fazer isso, me mostrava tudo o que acontecia no lá fora com as câmeras que eu tinha colocado lá, além de ter uns alto-falantes e conseguir ouvir claramente o que os funcionários diziam. Já tinha mandado alguns embora por não se dedicarem totalmente ao trabalho ou por falarem mal de mim sem saber que estavam sendo vigiados.
Naquela época eu tinha 28 anos e tinha quase tudo que queria na vida, e digo quase, porque tinha uma coisa que me deixava insatisfeito: a fantasia sexual não realizada com uma mulher, minha tia… sim, minha tia Juana, uma mulher monumental de 46 anos, bem arrogante e vaidosa, embora não tivesse dinheiro. Ela tinha cabelo longo e cacheado, um rosto de traços muito bonitos, pele branca, 1,70m de altura, cintura fina, peitos grandes, mas com umas pernas e uma bunda muito lindas. As pernas dela pareciam as das minas dos mangás japoneses, que seja de minissaia ou calça, ficavam muito sexys, e a rabeta dela era grande e empinadíssima. Resumindo, era uma milf monumental, mas a bunda dela era definitivamente o que mais chamava atenção.
Ela tinha uma bundona impressionante, e com os saltos altíssimos que ela sempre usava, essas nádegas paradas se destacavam ainda mais. Ela, como muitos parentes e amigos, vinham me procurar pra ver o que ou quanto dinheiro podiam tirar de mim, e claro que conseguiam.
Minha tia Juana, irmã do meu pai, sempre foi muito gostosa. Só de sorrir de um jeito provocante já esquentava qualquer um, além de ser uma mulher muito exibicionista e se vestir de forma escandalosa, com super minissaias ou vestidos longos mas bem justinhos, sabendo que era uma delícia.
Ela sempre vinha me ver com minissaias muito sexys, e quando subia pro andar onde eu estava, os funcionários homens que trabalhavam lá devoravam ela com os olhos. Minha tia, ao notar, empinava ainda mais a bundona e caminhava rebolando até a mesa da minha secretária, pedindo pra anunciar a chegada dela.
—Diga pro seu chefe que sua tia chegou…, ela dizia enquanto eu ouvia murmúrios. Os homens.
— "Mas que rabão, dona..."
— "Eu comia ela sim... se eu fosse o chefe, metia a pica até sair merda, mesmo sendo minha tia..."
— "Às vezes dá vontade de agarrar aquela bunda, mesmo que me mandem embora..."
Minha tia Juana ouvia claramente todas essas putarias sendo ditas baixinho e a buceta peluda dela ficava toda molhada. Como uma boa exibicionista, tudo isso a deixava com um tesão danado.
Quando ela entrava no meu escritório, me abraçava bem forte e me dava um beijo no rosto, bem perto dos lábios, me fazendo sentir no paraíso.
Durante todo o tempo que minha tia ficava, eu não perdia um detalhe do corpo dela, e era muito sem vergonha ao olhar, mais do que todos os homens do escritório. Mas ela fingia não notar e cruzava mais as pernas, e a cada cruzada me mostrava a calcinha ou às vezes deixava entreabertas para eu contemplar melhor. Mas tudo isso era plano com malícia, e depois de me ver muito excitado, ela pedia alguma coisa.
— Sabe, pussy, preciso de umas roupas... acabei de ver umas saias incríveis... você me daria grana pra comprar umas coisas?... Sim?...
— P... mas tia, já te comprei muita roupa esse mês... além disso, a mesada que te passo é muito boa, olha, não posso te dar dinheiro toda hora... E sem me deixar terminar de falar, ela se inclinou na mesa, fez um biquinho de criança mimada e disse:
— Ai, pussy, saiu uma roupa de marca linda e umas saias que te garanto que você vai adorar me ver usando... então, meu filho lindo?... Sim?...
Claro que eu acabava cedendo e tirando da mesa, seja dinheiro vivo ou meu talão de cheques, para dar o que minha tia Juanita pedia. Eu estava excitado demais para negar.
Quando minha tia rabuda saía, antes de abrir a porta, quase sempre fingia que estava ajustando a meia e, abrindo as pernas, me mostrava a coxona e a bucetinha coberta por tangas bem sexys, para depois levantar muito aquele bundão e sair rebolando. cadenciosamente as cadeiras dela. me deixava com a pica duríssima, e não só eu, porque via pelas câmeras as mulheres olhando com inveja e os homens com luxúria.
Minha tia Juana percebia perfeitamente o que provocava, mas fingia que não tava ligando pra nada, rebolava ainda mais a bunda dela agindo de forma bem prepotente e olhando todo mundo com desprezo, saía dali, deixando a maioria com muito tesão, mas também muito putos pela grosseria, vaidade e humilhação que ela tratava todo mundo.
E todo mundo sabia o que vinha a seguir, como sempre que minha tia vinha no escritório e ela ia embora, se ouvia o:
— Isabeeeeeeeeeeel, no escritórioooooo…, gritava pra loira monumental que saía quase correndo na minha direção, porque sabia perfeitamente quais eram as obrigações dela e essas eram: trazer café pra mim ou pra algum visitante de negócios que eu tivesse, e a outra era deixar eu comer ela na hora que eu quisesse, ou seja, saciar a perversão que eu mais amava, transar no escritório e saber que meus subordinados sabiam. Oficialmente ela era minha assistente e tinha um salário alto, que extraoficialmente era por ser minha puta no escritório, e a loira sabia que quando minha tia Juana vinha me ver, com certeza ela pagaria o pato, como naquela manhã.
Todo mundo no escritório sabia qual era o trabalho da loira e também que quando minha tia bunduda ia, com certeza Isabel teria que entregar o cu.
Quando Isabel entrou, fechei a porta e rapidamente levantei a minissaia dela, puxei a calcinha dela pro lado e, inclinando ela sobre a mesa, enfiei tudo na bunda dela.
— Aaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiii… devaaaagaaaar… chefe…, gritou a loira, mas eu tava fora de mim e comecei a meter com tudo no cu dela.
— Plaff… plaff… plaff… plaff…, soavam as bundonas brancas dela a cada estocada que eu dava. A loira esticava as mãos pros lados da mesa, se segurando com força e fechando seus lindos olhos azuis, aguentando estoicamente as porradas que levava enquanto eu metia e metia meu pau, olhando pra bunda dela e puxando com força seu cabelo loiro.
— plaff… plaff… plaff… plaff… cê gosta, puta?... era isso que você queria, né, tia?... como você gosta de mostrar a buceta pra mim… plaff… plaff… toma… toma… no cu, Juana… aaaaaggggg… no seu cuzão…, e entre bufadas e pensando na minha tia Juana, gozei dentro do cu apertado da loira.
Quando finalmente me recuperei, saí de dentro do cu da loira e, arrumando minha roupa, sentei na cadeira da escrivaninha enquanto Isabel abaixava a saia como se nada tivesse acontecido, toda tranquila e sem dizer nada, saiu do escritório.
Eu via pelas câmeras todo mundo olhando pra ela rindo debochadamente, dando a entender que sabiam que ela tinha acabado de ser comida, mas ela era muito sem vergonha e tava pouco se lixando, contanto que continuasse ganhando aquele salário gordo.
Isso continuou por vários meses até que aconteceu algo que mudou tudo, já que, do nada, a loira pediu demissão do emprego, porque tinha arrumado um velho rico e casado com ele. Aí complicou pra caralho, porque agora eu não tinha com quem descontar a vontade no horário de expediente, e principalmente porque as visitas da minha tia Juana, de bunda grande, já eram quase diárias, e quando ela ia embora, me deixava muito tarado e com vontade de mais.
Foi então que pedi pra minha secretária me arrumar uma assistente tão gostosa quanto a Isabel e, claro, com as mesmas obrigações, porque a perversão de transar no escritório me fascinava. Eu até podia fazer isso nas horas vagas, mas não dava a mesma satisfação. Me dava muito tesão todo mundo ver uma assistente entrando no meu escritório e saber que eu ia comer ela.
Claro que minha secretária sabia de tudo e do tipo de assistente que eu procurava. Inclusive, já tinha na minha mesa as fotografias e Pedidos de algumas dentro de uma pasta, além de vir um ofício que informava o possível salário que a "sortuda" escolhida para o cargo receberia.
Na segunda-feira, eu geralmente chegava 2 horas atrasado, e numa dessas segundas chegou minha tia Juana, vestida como sempre com um microvestido preto, meia-calça preta, sapatos de salto alto, o cabelo cacheado e comprido bem arrumado e muito bem maquiada.
Como era de costume, ao chegar no andar onde ficava meu escritório, ela entrava andando bem gostosa e olhando para todo mundo como se fossem insetos, para depois fingir que deixava a bolsa cair, se abaixava sem dobrar os joelhos e mostrava a bunda para todo mundo. Com esse movimento, o vestido subia muito e dava para ver a calcinha dela através da meia-calça, antes de se dirigir para a escrivaninha sem nem dar bom dia para ninguém.
— Seu chefe tá? — perguntou minha tia para minha secretária magrela.
— N... não, senhora... mas quer esperar ele?... Eu...
— Sim... quero sim... — e depois de dizer isso, abriu meu escritório e entrou como se fosse a casa dela.
— Mas senhora, a senhora não pode entrar aí se meu chefe não esti...
— Cala a boca, gata... — você já sabe quem eu sou... então sai e me deixa sozinha... que eu vou esperar meu sobrinho aqui dentro, entendeu, tonta? — gritou minha tia, toda prepotente.
— Sim... senhora... eu... digo... o que a senhora quiser... — e vendo a segurança da minha tia, minha tímida secretária saiu correndo dali como um rato assustado.
Todo mundo no escritório tinha percebido a atitude prepotente e de se achar da minha tia bunduda, enquanto as mulheres olhavam com raiva para o escritório e faziam comentários como:
— Puta que pariu, velha prepotente... puta velha exibicionista e metida...
Já os homens, embora também se incomodassem com a atitude dela, faziam outro tipo de comentário:
— Que bundão... puta que pariu, senhora, como me sobe o pau, dá pra ver que ela adora transar...
Já sozinha No escritório, a rabuda ficou de fofoca pra matar o tempo. Abriu as cortinas e olhou pra fora, depois tentou sem sucesso abrir uma gaveta da mesa até que encontrou a pasta com as fotos das candidatas ao cargo da Isabel, além do papel com o salário que a escolhida ia ganhar.
— Mas era isso que a tal da Isabel ganhava?... E ela vivia aqui arrumando as unhas e não fazia nada… Ah, já entendi, era só enfeite pros clientes ou pros sócios… Mas que salário gordo, eu podia fazer o mesmo que a Isabel… Caralho, não sei como, mas essa vaga tem que ser minha… — pensava minha tia Juana enquanto rasgava as fotos e os dados pessoais das candidatas, e depois, bem tranquila, sentou de pernas cruzadas esperando eu chegar.
Meia hora depois, eu abria a porta do escritório e minha tia Juana, de pernas cruzadas, me recebeu com um sorrisão e já se levantou pra me dar um beijo estalado bem perto dos meus lábios, o que fez minha rola endurecer na hora. Pra não ficar na mostra, sentei na mesma hora. Ela se acomodou na minha frente com as pernas meio abertas, como quem não quer nada, e como o vestidinho era minúsculo, dava pra ver a calcinha fio-dental branca dela, além das coxas lindonas cobertas pelas meias pretas elegantes.
A gente falava de tudo um pouco, mas eu nem sabia o que ela tava dizendo. Minha mente e todo o meu ser tava focado em tirar a roupa dela com os olhos, pensando em como seria chupar aqueles peitões ou então inclinar ela, levantar o vestido e lamber a bunda dela. Tudo isso não passava despercebido pra ela, e mais: ela me provocava abrindo mais as coxas gostosas ou cruzando as pernas devagar, bem sexy.
— Ô, meu lindo, vi que você tá procurando uma substituta pra sua amiga Isabel… — ela disse.
— Ah, sim, tia, é que ela casou e pediu demissão, mas já estamos analisando a pessoa certa pra… substituí-la...
—Já vi... e que salário enorme pra quem conseguir... já fiquei de olho... ouve, filho, e por que pagam tanto pra uma assistente? O que ela faz?
—E... ela tem... funções... m... muito boas... faz coisas... que... algo bom... nece... ssárias... respondi gaguejando.
Então minha tia Juana se levantou e, andando bem gostosa, se aproximou de mim e sentou no meu colo. —Ah, então eu poderia fazer o que ela fazia, se me der esse cargo, prometo me esforçar ao máximo... o que você diz, meu lindo, me daria uma chance? — perguntou minha tia monumental, fazendo biquinho de menina mimada e se mexendo "inocentemente" em cima do meu pau, que ficou duro como nunca na vida. Só de imaginar essa senhora arrogante e de rabão enorme no lugar da Isabel, e eu gritando na frente de todo mundo pra ela entrar no meu escritório e levar palmada na bunda, me deixou com um tesão do caralho, quase gozando.
—Olha, tia, o que acontece é que... a Isabel... bom... eu... precisava dela, como te explicar?... é difícil de explicar... mas você não poderia... digo... é que...
—É que o quê, meu lindo?... Se explica melhor ou me explica direito o que ela fazia... e eu, se não souber, posso aprender... o que você acha? Sim? — e ela voltava a mexer a raba em cima de mim e colava os peitões no meu peito.
—Não, tia... você não poderia... a Isabel fazia coisas fundamentais pro meu bom funcionamento...
—E o que eu não poderia fazer?... Ou aprender?... Prometo me esforçar muito, filho!
—Bom, até que poderia, tia... mas...
—Mas o quê, filho?... O que a Isabel fazia?... Toda vez que vinha te ver, ela tava de pernas cruzadas arrumando as unhas...
—Sim, tia, mas durante o dia eu chamava ela e... ela tinha que fazer o trabalho dela...
—E qual era?... Ah, já sei, o que acontece é que você não quer me contratar, por isso fica tão calado...
—Não, tia, é que você não sabe... olha... esse...
—Ah, já chega, né?... Não enche tanto o saco. Voltas... qual era o trabalho daquela estúpida mesmo?...
E depois de respirar fundo, soltei:
— Me... me dava a bunda... eu... sou um cara muito ocupado e não tô pra namoro e essas merdas... então sempre contrato uma mulherão como minha assistente, pra ficar durante o horário de expediente de segunda a sexta... e me dar o cu quando eu chamar, você me perguntava que... que requisitos eu pedia... e são esses: a mulher tem que me agradar e estar disposta a fazer sexo oral, anal e tudo que eu quiser...
Ela ficou de boca aberta e não sabia o que me dizer, só me olhava nervosa, até que saiu de cima de mim e foi se sentar na cadeira na minha frente.
— Viu, tia?... Te falei... você não aguentaria esse cargo...
— Ah, não, de aguentar até aguentaria, mas que não fosse você... esse... bem... eu...
— Tipo como?... Por esse salário você estaria disposta a dar a bunda?... — falei com um sorriso debochado enquanto minha tia voluptuosa ficou com um sorriso congelado, sem dizer nada, o que me deu coragem pra soltar:
— Então já sabe, tia, ainda não escolhi a substituta e... se você quiser o cargo, é seu...
— Ei, idiota, qual é o seu problema? Você é louco ou o quê?... Eu jamais... jamais faria isso com você... então me respeita ou, fuck you, leva um tapa na cara... eu nunca te dei motivo pra me desrespeitar...
Ouvir ela me dizer isso primeiro me intimidou e contrariou pela firmeza das palavras e pelo olhar de raiva que me lançou, mas quando ouvi o "nunca te dei motivo pra me desrespeitar", fiquei puto pra caralho e gritei:
— E do jeito que você me mostra a bunda toda vez que vem me ver ou como esfrega a raba em mim pra tirar dinheiro sempre que quer?
— Mas que porra é essa?... Você sabe que eu sou uma senhora decente... e comigo você se fode, eu sou uma dama e se você acha que sou uma puta igual a Isabel, tá muito, mas muito enganado... — e minha tia continuou... Juana gritando comigo, fingindo estar super indignada, até que não aguentei mais e respondi no mesmo tom:
— Chega, já deu. Ou você se acalma ou se acalma… Que nunca me deu motivo? E todas as vezes que me mostrou essa bunda? E os amassos que você deixa eu dar em troca de viver como rainha, hein?
— Ah, não… Não sei o que você tá imaginando… Nunca tive intenção de te provocar… Você tá muito enganado sobre mim… Eu…
— Enganado o caralho… Mas você não vai mais me fazer de otário. A partir de hoje, esquece de receber um centavo meu. Não vou pagar o aluguel do seu apartamento, nem te dar sua mesada. Esquece de carro novo e de todas as contas dos seus luxos. Olha aqui, bunduda, e me escuta bem: se quiser receber dinheiro de mim, vai ter que aceitar o emprego da Isabel e me dar essa bunda sempre que eu quiser. Então já sabe…
A bunduda ficou chocada, nunca esperou que eu reagisse assim. Ela sabia que, sem meu apoio financeiro, não só perderia os luxos, mas não teria como se manter e viver decentemente. Mesmo assim, não cedeu.
— Não… Esquece… Eu… Eu nunca faria… Nunca com você…
— Então nunca mais volta. Hoje é segunda e… mmmm… foda-se até sexta. E se não aparecer na sexta, vou mandar te barrar pra sempre. Entendeu? Ah, mas se aparecer nesses dias, tem que estar ciente de que vem pra dar o cu. Porque não vou negociar isso. Então amadurece e, se decidir, vem preparada e pronta pro anal. Não vem encher meu pau e meu tapete novo de merda. — Depois de dizer isso, levantei e abri a porta do escritório, convidando ela a sair.
Minha tia Juana ficou paralisada, não acreditava no que tava acontecendo. Hesitante, tentou falar algo, mas não conseguiu e acabou saindo correndo, mas não sem rebolando a rabeta pra todo mundo ver. Os dias passaram e da minha tia Juana ninguém sabia de nada, e quando chegou sexta-feira, pensei que a bunduda já não ia aparecer e até já estava me arrependendo do que tinha gritado pra ela, de qualquer jeito aquela rabuda me dava uns calores enormes quando eu via e talvez meu tesão por ela já tinha acabado.
Já era umas uma da tarde quando, olhando pela tela, quase caí pra trás, tinha acabado de sair do elevador a minha tia espetacular.
— Ela vem trepar… minha tia Juana vem trepar… n… não… acredito… vou trepar com minha tia Juana… aquela bundona vai… ser minha…, eu pensava em voz alta, com a voz trêmula e as mãos suando pra caralho.
Minha tia Juana estava usando um vestido cor creme de tecido bem fininho, com um cinto prateado, meia cor de mel, saltos altíssimos, vinha muito bem penteada, maquiada, cheirando a sabonete e com uma calcinha fio dental vermelha pequenininha, e isso eu soube na mesma hora porque, como é costume dela, se abaixou com a desculpa de limpar os sapatos e, ao se inclinar sem dobrar os joelhos, fez o vestidinho que chegava uns poucos centímetros acima dos joelhos subir e mostrar pra todo mundo a micro calcinha dela, e depois, sorrindo debochadamente e olhando pra todo mundo como se fossem baratas, foi até minha secretária perguntando:
— Seu chefe tá aí?...
— Si… sim… senhora… eu…
— Posso entrar? Ou você me anuncia? Ou tenho que entrar com você? Ou o quê?...
— Não… como assim, senhora… pode entrar sozinha… tenho ordens de deixar a senhora entrar na hora… já vou te alcançar… tenho que dar uns papéis pro chefe assinar… mas pode entrar… por favor… senhora… entra…, falou com a voz bem trêmula e muito nervosa minha secretária tímida.
Minha tia Juana se afastou sem responder, rebolando gostosamente pra caralho e entrou no meu escritório. E quando fez isso, os comentários dos funcionários não demoraram.
— Mas que mulher tão cuzona, prepotente e exibicionista… —mas que rabão... ai senhora, que vontade de meter nessa bunda... — comentavam os homens, esfregando o pau por cima da calça sem nenhum pudor.
Ver ela entrar vestida tão gostosa me enlouqueceu e fui rapidamente ao encontro dela, e cumprimentando-a com um beijinho na boca, falei:
— que bom que você se decidiu, tia Juanita, porque como eu expliquei na segunda... se você viesse, já sabia o que... esquece de negociar qualquer coisa... entendeu?..
— bem, f... filho... eu... sim... — dizia minha tia Juanita, e ficando vermelha que nem um tomate, não disse mais nada, só baixou a cabeça.
— então a partir de hoje você trabalha como minha assistente, tia, você é a substituta da Isabel...
— sim, filho... mas eu tenho umas condições... eu não estou disposta a ter sexo anal, eu nunca coloquei nada na bunda... a gente vai fazer uma vez por semana e na minha casa... não quero que nenhum desses porcos saibam o que a gente faz, porque tenho certeza que eles sabiam o que você e a loira faziam quando você chamava ela... e além disso você...
— não, não, não tia... você tá errada... eu preciso de uma bunda durante o trabalho... isso é o que mais me excita e você, tia Juanita, há muito tempo eu quero meter o pau em você por todos os lados... então se você quer ficar, vai trabalhar de segunda a sexta de 8h da noite até 3h da tarde e vai ficar sentada na sua mesa esperando meu chamado, e quando eu te chamar, pode ser pra pedir um café, também pode ser pra pedir essa bunda... ah, e o anal não é negociável, então não fica enchendo meu saco e me fala de uma vez: você fica ou vai embora?...
e com a voz bem trêmula, sem olhar nos meus olhos, minha tia Juana respondeu:
— e... eu... fico, filho...
— você veio preparada?... quer dizer, você se preparou pro anal, Juana?... e com o rosto super vermelho, ela concordou com a cabeça de forma afirmativa, olhando pra todo lado menos pro meu rosto.
Ao me dizer que sim, minha voluptuosa tia, criei coragem e coloquei uma das minhas mãos naquelas bundonas dela sem que ela não protestasse, nem me olhasse no rosto. eu passava a mão e apertava a bunda dela sem deixar nenhuma parte sem amassar e massagear, pra depois começar a dar beijinhos por todo o rostinho dela, mas minha tia Juana não participava, só se deixava fazer, estava muito tensa. então eu disse:
— Fica tranquila, gostosa… eu te amo… de agora em diante não vai te faltar nada… vou te tratar como rainha… já mandei te darem o dobro do salário que a Isabel ganhava… além de que vou te pagar tudo: roupa, luxo e viagens pelo mundo inteiro…
E depois de dizer isso, o rostinho dela se iluminou. Se o salário da loira já parecia enorme, saber que eu ia dar o dobro e tudo o que prometi, relaxou ela completamente.
Então aproveitei o momento e dei um beijo bem apaixonado nela, enfiando a língua sem deixar ela respirar, chupava e chupava os lábios dela sem parar, devorando ela desesperadamente. Minha língua percorria toda a boca dela por dentro, se enroscando na dela, que já se mexia e procurava a minha língua, correspondendo o beijão, trocando saliva.
Depois de uns três ou quatro minutos de um beijo feroz, me separei da minha tia Juana e me ajoelhei na frente dela, pra depois levantar o vestidinho dela, abaixar um pouco as meias e desafivelar a calcinha fio dental dela, que tinha dois fechos de cada lado que, quando puxados, a micropeça saía fácil. E depois de fazer isso com muita ansiedade e tremendo, levei aquela calcinha vermelha ao meu nariz, aspirando fundo e me lambuzando com os sucos dela. A calcinha tava muito molhada, ela tinha ficado excitada, a putinha, com o tesão da situação tinha ficado muito cachorra.
Depois coloquei as meias dela de volta, já sem calcinha, rasguei um pedacinho que cobria o cuzinho enrugado dela e a buceta, e arrumando de novo o vestidinho creme dela, peguei ela pela mão e levei até a escrivaninha. Sentei na minha cadeira e sentei a bunduda na minha frente, em cima da escrivaninha.
Então, devagar, abri as pernas espetaculares dela, segurando cada uma com minhas duas mãos. até deixá-las totalmente abertas.
A cena era morbidíssima, eu tinha minha tia voluptuosa totalmente aberta, segurando ela pelas sapatilhas. E minha tia Juana, com o vestido e as meias ainda vestidos, me mostrando a buceta...............
CONTINUA
ME BLOQUEARAM A CONTA DE NOVO E APAGARAM O CAP DE SCORT, NÃO SEI QUANTO TEMPO VOU FICAR ASSIM.
JÁ ATIVARAM MINHA CONTA DE NOVO, NÃO SEI O QUE ACONTECEU. MAS APAGARAM OS CAPÍTULOS DE LACTÂNCIA E SCORT.
Se quiserem dar uma olhada na conta do Patreon, essa história está mais avançada.
E o cronograma deste mês está público. Tem dois níveis: diamante e platina.
Toda história será extensa.
Nas páginas gratuitas, vou postar um capítulo da mesma história a cada 2 ou 3 meses.
Histórias de mãe e filho, milf, tias, vizinhas, sogras, mulheres voluptuosas. E toda história continua todo mês.
Também, se quiserem me seguir no Instagram, onde posto detalhes. Estou como: jeiff.245Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.

0 comentários - Tia peituda bancada/Cap1