Ao ver que eu estava suando, ele me deu um refrigerante para me refrescar um pouco enquanto se puseram a trabalhar entre uma pilha de livros abertos. Saí para o quintal e, ao avistar uma pequena cadeira, fui até ela, sentei e comecei a observar as nuvens enquanto curtia a bebida. Naquele momento, lembrei do que tinha visto da outra vez no quintal vizinho, quando aquele homem tinha se masturbado na minha frente com a clara intenção de que eu visse. Foi por isso que não pude evitar olhar para lá, conferindo se não tinha ninguém. Estava absorto contemplando o horizonte, quando de repente ouvi um tipo de assobio vindo da casa ao lado. Olhei e vi o mesmo jovem de uns vinte anos que agora me sorria. Devolvi o sorriso, o que deve ter dado a ele uma certa confiança, porque se aproximando de mim disse:
"Oi... Tudo bem, Elsita?"
"Oh... Você sabe meu nome?" respondi surpresa.
"Claro que sei..."
"Mas como..."
"Porque meu primo me contou que..."
"E quem é seu primo?"
"A Anita..."
"Ah... não sabia..." falei meio desconfiada.
"Viu... e também sei que você sempre vem com sua tia Rebeca, que é colega de escola da minha prima mais nova... e ela vem fazer a lição com ela..."
"É... verdade.
- Quer que eu fique um pouco com você pra você não ficar sozinho?
— Se quiser...
Enquanto estava sentado no chão, as ideias começaram a fluir na minha cabeça, suspeitando que talvez tudo que eu tinha visto ele fazer da outra vez fosse parte do "tutorial" que estavam me ensinando. Então, deixando de lado minhas preocupações, me preparei para cooperar nesse novo episódio, pra descobrir o que o homem estava tramando fazer comigo.
Não precisei esperar muito pra descobrir, já que percebi que ele ficava olhando insistentemente pras minhas pernas, que do ponto de vista dele dava pra ver perfeitamente minhas coxas. Sentindo o olhar dele ardente, desejando penetrar com vontade no "caminho escuro" entre minhas pernas, pensei que seria algo novo participar de alguma forma. Então, distraidamente, comecei a abrir elas devagarzinho pra ele se contentar com a contemplação que tanto queria.
Num certo momento, me abaixei pra pegar a garrafa de refri no chão e oferecer um gole pra ele, e aproveitei pra ficar com minhas pernas totalmente à disposição dele, onde com certeza agora ele conseguia ver claramente minha calcinha. Atento às reações dele, notei que as bochechas dele ficaram vermelhas, o que mostrava que minha estratégia tinha funcionado. Ele se deliciava com a observação sem piscar nem um momento, não querendo perder por nada no mundo o espetáculo que meus "cantinhos escondidos" estavam oferecendo.
Depois de um tempo nos divertindo assim, pude ver que o volume crescia debaixo da calça dele, e ele ficava tocando ele de novo e de novo com uma das mãos. Uma manobra tão óbvia só serviu pra me deixar mais excitado, até que finalmente vi o jovem abrindo a calça pra tirar o "bastão" dele, já duro, mostrando descaradamente e sem nenhum protocolo pros meus olhos ardentes.
Fiquei com os olhos fixos naquela "ave" meio escura que sobressaía entre as pernas dele, enquanto ele começava a esfregar ela devagar, puxando a pele pra cima e pra baixo. Toda aquela visão só serviu... para preparar o terreno, já que sabia que ela já estava bem excitada, do nada ela disse: —Você gosta?... Quer tocar?
Sim... ssim..." Respondi com voz trêmula
O jovem se levantou e aproximou o pau inchado do meu corpo, ordenando imediatamente:
— Vai, toca... agarra com suas mãozinhas e esfrega devagar...
"Mas—"
"O que foi?"
"É só que... Tenho medo de que apareçam alguém para nos ver..." Disse com receio
"Não vão, te garanto..."
"E como você sabe?"
"Porque sei", respondeu com firmeza
Quando ouvi seu comentário, percebi que realmente isso fazia parte do plano da Anita e que, se fosse assim, de jeito nenhum ela viria nos perturbar. Encorajado pelas minhas próprias deduções, estiquei a mão e peguei seu pau avermelhado, meio curvado para cima pela dureza, olhando para o buraquinho no centro da sua cabeça vermelha.
— Vai lá, pega na mãozinha dele... Fazendo carinho devagar, linda...
Comecei a esfregar aquele cano de carne quente de frente para trás, movendo minha pele lentamente enquanto observava admirada como aquele volume machucado pulsava e começava a soltar algumas gotas de elixir esbranquiçado. Continuei manipulando aquele delicioso apito vertical até que ele teve que parar meus movimentos, dizendo:
"Espera, Elsita... espera... Tira a mão um pouco..."
— Ah, por quê? — perguntei, estranhando.
— Porque sim... espera só um pouquinho... Te aviso quando pode mexer de novo...
Vi o jovem fechar os olhos, jogando o corpo para trás enquanto seu pau ficava flutuando no ar, totalmente duro. Ao ver umas gotas mais grossas na ponta do meu pau, percebi que ele quase gozava, e era esse o motivo do pedido inesperado. Apesar da breve espera, estava morrendo de tesão, porque devo dizer que, mesmo que antes já tivesse pegado no pau do meu pai quando jogávamos basquete, a verdade é que nunca tinha feito isso com alguém fora da minha família. No fundo, eu queria que ele pedisse para eu botar na boca, porque ver as gotinhas brancas de porra saindo do buraquinho na cabeça dele me dava um fogo indescritível que só podia ser aliviado daquela maneira. O cara deixou passar uns dois minutos e, como se tivesse adivinhado meus pensamentos, me perguntou:
— Quer experimentar?
— Quero — respondi com o rosto cheio de desejo.
-Bom, vamos lá... abre a boca...
Não só obedeci ao seu pedido, como me aproximei o máximo possível da cabeça colorida onde aquele sêmen semitransparente brilhava, que agora via balançar de um lado para o outro como se fosse a boca de um peixe recém-tirado da água, tentando em vão captar ar para sobreviver. Quando ele me viu com a boca bem aberta, empurrou seu pau entre meus lábios trêmulos, que receberam com doçura aquele doce de prazer que, pela primeira vez, entrava em minha cavidade bucal. Queria aproveitar para me deleitar completamente com o sabor agridoce de seu apito endurecido, que de repente começou a entrar e sair da minha boca repetidamente, enquanto eu saboreava com gosto os elixires esbranquiçados que emanavam de seu interior. Desnecessário dizer que essa nova experiência me transportou ao paraíso do prazer. Ficou claro por que as mulheres têm uma preferência especial pelas artes mamatórias. Também reconheci que, embora o sabor do pênis de um homem fosse muito semelhante ao dos sucos vaginais da minha tia, era bem diferente do sabor do sêmen masculino em comparação com o fluxo feminino. E isso provavelmente porque a porra de um homem é completamente diferente dos eflúvios produzidos pelo orgasmo de uma mulher. Mas logo meus pensamentos foram interrompidos pelo feroz jorro dos rios de porra que começaram a jorrar com força de dentro do apito daquele homem, inundando minha garganta complacente como uma tempestade repentina, que não conseguia conter o fluxo esbranquiçado e espesso daquele turbilhão de sêmen quente, forçando-me a me afastar abruptamente daquela barricada de delírio. Que, como se fosse uma mola liberada de repente, vibrou violentamente no espaço diante do meu rosto, movendo-se em todas as direções. Enquanto engolia com deleite os abundantes riachos de seiva vital, observei como grande parte do agressivo torrente aterrissava no chão, regando o solo com aquele material leitoso e fértil. Ao perceber que minha garganta havia sido liberada... Do elixir espesso ao engolir toda a porra, o jovem enfiou seu pau na minha boca novamente, com a firme intenção de me fazer beber os últimos jatos que ainda fluíam sem parar. Ardendo de calor e perdida em um mar de desejos indescritíveis, chupei aquele pau duro de onde saía o líquido quente e oleoso com menos força que antes, até que finalmente a torrente cessou. Percebendo que não havia mais licor dentro, o homem o tirou de entre meus lábios e, tirando a camisa, começou a limpar o pau encharcado e depois fez o mesmo com meu rosto e minha boca, que sem dúvida mostravam os vestígios da batalha de chupada que tivemos.
- Ah, mamãe... isso quer dizer que a prima da Anita concordou com ela?
— Sim, Cielo Riveros... — foi aí que descobri que tudo que suspeitava era verdade...
— Mmm... fazia parte do joguinho, né?
— Exatamente...
— Ai, mãezinha... Imagino como você curtiu quando chupou... porque quando meu pai colocou na minha boca naquela noite e eu chupei, também gostei muito...
— Gostou mesmo, linda?
— Sim, mamãe... e eu também sabia como era o gosto do leitinho dele... Lembra que na hora você chegou e nos pegou?
— Sim, Rubicita... Lembro muito bem...
— Ai, mamãe... Quero chupar o pauzinho do papai de novo...
— Eu sei, pequena... Eu sei... mas vai ter tempo pra isso...
— É... mas você promete que vou chupar o mijo do papai de novo?
— Prometo... mas agora deixa eu continuar falando com você porque ainda não terminei essa parte...
— Tá... tá... continua...
Naquela altura, já tinha perdido a conta de quantas gozadas tinha dado; mas mesmo assim meu pau continuava pedindo mais e mais, então fiz um sinal pra Mirian Caballero continuar com a história dela.
“Quando a gente terminou de limpar, o moço disse que eu tinha que ir embora porque provavelmente minha tia e a prima dela logo iam sair pra falar comigo. E foi assim mesmo, porque não tinham passado nem cinco minutos desde que entrei na casa delas, quando a Anita apareceu no quintal me dizendo:
— Pode entrar agora, Elsita... já terminamos nossa tarefa...
— E agora a gente vai brincar?
— Sim, linda... anda, vem comigo...
Nós dois entramos na casa e Anita trancou a porta por dentro. Deu pra ver que ela estava tomando cuidado pra garantir nossa privacidade e evitar surpresas. Tava claro que ela estava mais do que disposta, por causa do tesão intenso que amamentar aquele homem tinha provocado em mim, e eu só queria que o joguinho começasse, que sem dúvida eu ia curtir com muito mais paixão do que nunca. Quando entramos no quarto, minha tia Rebe já estava nos esperando e disse pra amiga:
"Annie... Acho que já estava na hora...
— Sim, Rebeca — respondeu a outra.
— E dessa vez, o que vamos brincar?
— Ah, querida, vai ser um jogo novo que sei que você vai adorar — disse minha tia.
— É isso mesmo, Elsita... chama 'A mão boba' e sei que você vai curtir tanto quanto a gente — disse Anita.
— E como é? — perguntei, toda animada e cheia de calor.
— É o seguinte: vamos usar um brinquedo muito especial que a Anita guardou. É uma coisinha que parece muito com o pau de um homem... um de nós vai fazer de homem primeiro e colocar no outro... e depois a gente inverte os papéis... Entendeu? — disse a amiga da minha tia.
— Sim... — Mas e eu?
— Ah, gata... você só vai ajudar quem estiver fazendo de homem...
— Ah, não... e por quê? — perguntei, um pouco decepcionado.
— Porque é perigoso... você ainda é muito novinho e essa coisa pode te machucar... — comentou minha tia num tom carinhoso, tentando me convencer.
— É muito grande? — perguntei, interessado.
— Sim, gata... e você vai ver agora mesmo — disse minha tia, fazendo um sinal para a amiga trazer.
A Anita se aproximou de um velho armário de madeira com uma chave na mão e, colocando-a na fechadura, abriu uma gaveta de onde tirou um dispositivo que na verdade continha um pênis de enormes dimensões. Fiquei surpreso ao ver o tamanho, porque quando comparei mentalmente com o pau do menino que tinha acabado de chupar no jardim, e com o pau do meu pai quando ele comeu a tia Rebbe na noite anterior, de jeito nenhum eles competiam com aquele pedaço de borracha rosa que parecia preso a correias de couro. Perguntei imediatamente:
— E então, o que eu vou fazer?
— Ah, gata... Não se preocupe... você também pode brincar de homem... mas não de mulher... entende?
— Sim... se eu quiser... — respondi com ardor, sabendo que também iria participar com elas naquele novo ato.
Com movimentos rápidos, as duas amigas começaram a me despir enquanto faziam o mesmo uma com a outra. Eu podia ouvir a respiração ofegante das duas jovens que de repente haviam se tornado minhas admiráveis professoras do sexo proibido. Quando os três ficamos como Adão e Eva no paraíso, a fogosa Anita começou a colocar as correias em volta de sua cintura curta, enquanto minha tia grávida a ajudava bastante. Durante o breve intervalo, pude admirar os corpos vigorosos das duas mulheres, que exibiam descaradamente sua beleza contrastante, pois, como eu disse, o da minha tia era de uma brancura de alabastro, enquanto o da sua amiga exibia sua pele morena exuberante, que, longe de diminuí-la diante da outra, a fazia parecer tão linda quanto era. Quando terminaram de prender o arnés em volta dos quadris da Anita, minha tia pegou minha mão e me levou até a cama, onde se posicionou de quatro, entendendo que essa era sem dúvida a posição mais adequada para receber o intruso de látex que via se movendo como uma mola diante do pubis farto da Anita. Ela também assumiu posição no colchão, em pé bem atrás da bunda da minha tia, e fazendo sinais disse:
-Vamos, Elsita... coloca a pontinha na entrada da bucetinha...
Obedecendo o pedido rapidamente, peguei o bastão de borracha nas mãos, aproveitando para apertá-lo um pouco e verificando ao mesmo tempo a maciez e a textura do material de que era feito. Apontei minha cabeça grossa para a entrada da gruta dourada da tia Rebe, que naquele momento notei estar completamente encharcada por efusões vaginais, enquanto a outra caía gradualmente sobre suas nádegas. Com uma maestria que nunca esquecerei, Anita enfiou seu pênis ereto dentro do labirinto secreto de cabelos loiros da minha tia, perdendo-se gradualmente de vista e agora dedicando-se a examinar as dobras internas de sua vulva aberta e ávida. Logo os movimentos se intensificaram, provocando na outra uma ardência incomparável, pois ela começou a gemer em um tom cada vez mais alto, e sua amiga teve que dizer para não gritar tão alto, correndo o risco de ser ouvida pelos vizinhos. Tive que continuar sendo observadora, mas não estava menos excitada por isso, já que não podia escapar dos efeitos luxuriosos que a visão me causava, então mergulhei um dos meus dedos na minha fenda, me masturbando na frente dos dois amantes, que já estavam ofegantes em uma fúria irreprimível, enquanto continuavam se movendo um sobre o outro. Por muito tempo, Anita cavalgou na bunda da minha tia, enfiando e sacando aquele pedaço de pau de borracha que de repente aparecia diante dos meus olhos para desaparecer imediatamente da vista, afundando até as profundezas de suas entranhas ardentes. Não sei como a tia Rebe conseguiu enfiar um falo tão tremendo e grosso dentro de sua buceta delicada, o que me permitiu comprovar que as dobras vulvares de uma mulher se dilatam ao máximo quando são penetradas por um pau desse tamanho. Também descobri que, devido à sua textura incrível, o cano de látex irregular se encaixava perfeitamente na gruta estreita da tia Rebe. Mas o que mais me surpreendeu foi ver que uma mulher pode muito bem interpretar o papel de um homem sem a necessidade da presença de homens algum. poder curtir os dois em um duplo papel onde ambos se divertem ao máximo protagonizando ambas as naturezas sexuais ao mesmo tempo. «poder curtir os dois em um duplo papel onde ambos se divertem ao máximo protagonizando ambas as naturezas sexuais ao mesmo tempo. «poder curtir os dois em um duplo papel onde ambos se divertem ao máximo protagonizando ambas as naturezas sexuais ao mesmo tempo. «
Entre gemidos agudos e grunhidos, observei que a tia Rebe começou a se agarrar com muito mais força nas coxas da amiga, que, ao perceber que o clímax se aproximava, atacou com mais fúria e violência aquele bunda branca do delírio, intensificando com muito mais velocidade as investidas no cuzinho da outra. Os gritos de prazer que anunciavam o orgasmo não demoraram a chegar, e logo minha tia explodiu numa gozada selvagem que, como sempre, a fez soltar uma série de frases escatológicas cheias de obscenidades aludindo ao grunhido que estava experimentando. Anita, por sua vez, cumpriu ao máximo seu papel de macho, entrando e saindo com enfiadas furiosas da fenda vibrante da minha tia, que finalmente se interpôs entre gritos de alegria e uma série de palavrões, ofegante e soluçando com uma loucura sem precedentes. Quando seus espasmos cessaram, Anita me disse:
-Vamos, Elsita... me ajuda a tirar esse pau...
Ajudei com alegria nessa manobra expiatória quente, conseguindo sentir a abundante umidade leitosa com a qual ela havia untado aquele tremendo cadeado de borracha. Sentindo-se aliviada do enorme pau, minha tia se jogou na cama com os olhos fechados, ainda atordoada pelos momentos delirantes de prazer que acabara de desfrutar. Depois de alguns minutos, foi Anita quem a incentivou a levantar da cama para proceder a apertar o cinto da castidade. Entre as duas colocaram o arnês em volta dos belos quadris da tia Rebe, que depois de ter sido transformada em mulher, de repente e como por magia virou homem, pronta para exercer seu invejável papel com o ardor que a caracterizava. A amiga já estava na mesma posição de pernas abertas, com a cabeça enterrada entre os travesseiros, enquanto a tia Rebe a mantinha por cima, explorando com seu olhar quente os intricados segredos de seu cu escuro. Ela me fez um sinal para subir na cama com ela e ordenou:
-Vamos, gostosa... agora coloca a pontinha na entrada dela...
Mais uma vez assumi a deliciosa tarefa de posicionar a ponta grossa do membro de borracha na fenda da abertura de Anita, de onde fluíam rios abundantes de eflúvios seminais que sem dúvida contribuiriam para a tão desejada penetração. A tia Rebe arremeteu contra o pequeno peito aberto de sua amiga, empurrando o falo de látex endurecido em direção àquela caverna escura cheia de pelos tão negros quanto a noite. Logo percebi que o enorme bastião havia se perdido nas profundezas imensas da outra, enquanto minha tia iniciava o ritual dançante e rítmico que tornava a penetração mais quente, entrando e saindo da casa de sua amiga com um deleite sem igual. Quando olhei para o rosto da minha tia, percebi o quão bem ela interpretava seu papel e o quanto adorava fazer o papel de caçadora de machos, porque um sorriso de luxúria percorreu seu rosto, confirmando até que ela gostou mais desse último ato do que do primeiro. Essa última constatação me animou ainda mais a ser eu a colocar as correias para sentir, pela primeira vez na vida, aquela lascívia ardente que vi brilhar nos olhos fogosos da tia Rebe, que continuava se movendo violentamente montada no bumbum escuro de Anita, que já começava a soltar os ansiosos gemidos e urros diante dos furiosos ataques de sua amante. As duas fêmeas permaneceram assim por vários minutos, enquanto eu voltava a carregar meu coelhinho, desejando furiosamente ver aquele estranho acasalamento. Em dado momento, foi Anita quem intensificou seus movimentos rápidos, colando-se de repente ao púbis masculinizado da minha tia, do que deduzi que logo explodiria em um orgasmo delirante. E de fato foi, pois de repente ela começou a gritar e soluçar, pedindo mais pau à outra, que sabia como agradar sua parceira de brincadeiras se movendo cada vez mais rápido. A gozada fez sua aparição em Anita, manifestando-se em uma série de empurrões de sua bunda para que o galo de látex afundasse mais profundamente em sua fenda, enquanto ela soltava os típicos gemidos da mulher empalada, em meio a espasmos extremos de prazer que logo a transformaram numa fera. A tia Rebe aumentou com violência extraordinária suas estocadas na bunda da amiga, até deitar na cama, fazendo com que o falo de borracha saísse irremediavelmente de seu úmido canal frontal. O orgasmo surgiu em Anita manifestando-se numa série de empurrões de sua bunda para que o pau de látex afundasse mais fundo em sua fenda, enquanto soltava os típicos gemidos da mulher empalada, em meio a espasmos extremos de prazer que logo a transformaram numa fera. A tia Rebe aumentou com violência extraordinária suas estocadas na bunda da amiga, até deitar na cama, fazendo com que o falo de borracha saísse irremediavelmente de seu úmido canal frontal. O orgasmo surgiu em Anita manifestando-se numa série de empurrões de sua bunda para que o pau de látex afundasse mais fundo em sua fenda, enquanto soltava os típicos gemidos da mulher empalada, em meio a espasmos extremos de prazer que logo a transformaram numa fera. A tia Rebe aumentou com violência extraordinária suas estocadas na bunda da amiga, até deitar na cama, fazendo com que o falo de borracha saísse irremediavelmente de seu úmido canal frontal, fazendo com que o falo de borracha saia irremediavelmente de seu úmido canal frontal.
Diante de tal espetáculo e dominada por uma luxúria desconhecida, não pude evitar me jogar sobre aquele lindo cu moreno que vi tremer de alegria, enfiando minha linguinha na sua fenda encharcada para beber o elixir diáfano e quente que fluía de dentro dela. Comecei a lamber e lamber loucamente os cantos do seu tesouro escondido e escuro enquanto o cabelo negro molhava minhas bochechas, terminando tão melada quanto uma putinha quando termina de lamber a porra do seu prato, diante do sorriso cúmplice de satisfação da minha tia. Tendo se recuperado da agonia do seu orgasmo, Anita se sentou e disse à minha tia:
— Rebeca... já está na hora de mostrarmos à Elsita o que queremos...
— Sim... Vamos, linda, vem aqui pra gente colocar essa coisinha na sua cintura...
Me aproximei delas mais do que voluntariamente, sentindo as duas amantes apertarem o cinto, ajustando-o à estreiteza dos meus quadris. Para mim foi um prazer genuíno sentir o contato dos dedos das duas mulheres na pele do meu corpo, o que contribuiu ainda mais para preparar o protagonismo ansioso da minha vez. Eu queria me sentir homem; queria me sentir macho; ansiava por saber como é enfiar um pau dentro da buceta de uma mulher, sem ser um homem de verdade, mas sim, emulando o papel característico de uma masculinidade proibida. Então, quando fiquei pronta, me olhei com aquelas alças postas e o enorme pau de borracha que se projetava ereto diante da minha região púbica, o que provocou em mim um rugido indescritível que não consigo expressar em palavras. Antes de começar com minhas primeiras lições, minha tia me perguntou:
-Agora me diga, minha querida... Qual dos dois você quer?
Sem hesitar nem por um momento, respondi com decisão:
"Para a Anita..." Quero colocar nele na Anita... e você vai me ajudar a enfiar o pau dele na boceta dela...
-Tudo bem, Elsie... vamos, entre na cama agora...
A amiga da minha tia, ao ouvir meu pedido, desenhou nos lábios um sorriso fugaz e ardente, enquanto se acomodava na linda posição de cachorrinha que tanto gostava. Não havia dúvida de que Anita se sentiu realizada ao saber que a havia escolhido em vez da minha tia, porque tinha pelo menos duas razões para se sentir lisonjeada. Uma delas foi o fato de ser fodida novamente por aquele brilhante instrumento de prazer; mas era inegável que a razão que mais a cativou foi se sentir penetrada por uma garota da minha idade, que satisfazia seus desejos pedófilos mais íntimos e perversos. Depois de nos prepararmos para o ataque final, minha tia me colocou atrás da bunda empinada de sua amiga, ao mesmo tempo em que ficava atrás de mim, com a clara intenção de me ajudar nos ataques à bunda da outra, sabendo perfeitamente que o peso do meu próprio corpo não seria suficiente para dar a feroz batalha que sua amiga esperava. Pegando a feroz ferramenta de borracha em suas mãos, ela a colocou na entrada encharcada da Anita, enquanto começava a me empurrar sobre sua bunda para que eu enfiasse seu pênis em sua gruta inflamada. A visão contrastante do objeto cor de pele entrando na boceta escura e peluda da Anita aumentou imediatamente minha luxúria, então me joguei com todas as minhas forças sobre aquela montanha ondulada que brilhava de suor, penetrando-a com luxúria até os cantos mais internos de seus intestinos. Ao mesmo tempo, vi a brilhante e estratégica manobra da tia Rebe, que atrás de mim me empurrou com tremenda força sobre a bunda trêmula de sua amiguinha, me ajudando enormemente para que o falo de látex não saísse de sua prisão. Uma estranha sensação de rugido e luxúria nunca sentida se... tomou conta de mim, e não pude evitar soltar para a mulher que me prendia gritos ardentes de alegria que aludiam ao aterrorizante casal que protagonizava. Foi então que percebi que o arnês tinha uma espécie de botão de borracha que se enfiava entre as dobras da buceta e varria delirantemente meu clitóris curto e macio, o que inevitavelmente aumentava minha alegria e aumentava igualmente minha paixão por terminar de comer aquele lindo cu que agora estava debaixo de mim. Entre empurrões, enfiei e tirei aquele bastão dentro do negócio da Anita, enquanto a tia Rebe me empurrava mais forte para evitar um desencaixe indesejado. Não posso dizer com certeza se foram minutos ou horas que passei metendo e tirando aquele pau endurecido da fabulosa gruta da bela e ardente Anita; tendo que interromper a felação quando ela começou a gritar como uma louca, soltando gritos tão tremendos que agora era minha tia quem tinha que cobrir a própria boca com uma das mãos para evitar que seus gritos fossem ouvidos lá fora. Naquele momento, percebi que se minha tia era uma pequena raposa que gritava e soltava frases obscenas, Anita a superou nesse aspecto quando percebi que seus gritos tremendos carregavam uma carga muito mais obscena e provocadora do que qualquer um que eu já tivesse ouvido minha tia pronunciar, mesmo em seus momentos mais quentes.
-Essa experiência de ouvir toda aquela série de bobagens mórbidas da amiga da minha tia não só me deixou mais envergonhada do que o necessário, mas também me fez entender que ela estava gostando de se sentir subjugada por uma garota como eu como nunca antes; por saber que a tia Rebe tinha mais experiência com ela magistralmente, não foi isso que provocou nela um grau tão alto de tesão, mas sim o fato de satisfazer seus desejos pedófilos. Da minha parte, aproveitei abertamente o toque requintado do botão do cinto que esfregava minha bucetinha com muito mais delicadeza que qualquer dedo humano, por isso também gozei quase ao mesmo tempo que Anita, vindo em jatos tremendos de pouca água que me causaram um êxtase tão intenso e desconhecido que comecei a chorar com uma força tão avassaladora que minha tia ficou mais preocupada do que o necessário, pensando que talvez eu estivesse presa de algum tipo de arrependimento. Anita desabou tremendo de alegria na cama e seu pau saiu com um estalo da sua vulva, e eu também me joguei sobre ela entre gritos e gemidos chorosos, com nossos corpos cheios de suor pelo exercício incomum, enquanto a abraçava alegremente e agradecida por me ter dado um prazer tão incrível. Foi então que ouvi minha tia me perguntar:
'O que foi, querida?... Você está se sentindo mal?'
Nem consegui responder, porque as palavras não saíam da minha garganta; indicando com apenas um dos meus dedos que não era nada. Ela entendeu imediatamente que meus choros intensos eram mais por prazer que por qualquer outra causa, então se jogou sobre nós, se perdendo e se divertindo também no meio daquela mistura de membros pulsando de tesão alcançado. Depois de alguns minutos de alegria intensa, foi Anita quem recuperou a sanidade e, sentada, disse à minha tia:
'É, Rebecca... É hora de pararmos... Não quero que minha mãe volte e nos encontre brincando...
Sim, Annie—" você tem razão...
Nós três nos levantamos da cama e entre os dois nos tiraram as alças, e então assumimos a tarefa de vestir nossas roupas. Quando tinham arrumado a cama, Anita guardou o objeto do desejo, enquanto a beijávamos de despedida na boca. Anita me disse:
- Me diz, Elsita... Você gostou do que fizemos hoje?
— Ah sim... você não tem ideia de como eu gostei, Annie...
— Isso é bom... "Espero que possamos brincar de novo em breve", disse piscando o olho com malícia.
"Sim... sim... é o que mais quero..." Respondi sorrindo.
"Muito bem", disse minha tia, "é hora de irmos, bonita..."
"Tchau, Anita", disse em sinal de despedida.
"Tchau, bonita... se cuida bem...
Saímos de casa e pegamos o ônibus que nos levou para nossa casa."
— Ah, mamãe... isso foi delicioso, né?
"O que você acha, amor?... Uma coisa é te contar e outra é sentir... acredite, Rubicita.
"Sim..." Acredito em você...
— Foi uma experiência nova e inesquecível para mim, pequena...
— Ah, mamãe... Agora que sei, eu adoraria fazer isso com você usando uma coisinha assim...
Ah, isso seria fabuloso... e acho que vamos tentar também..."
"Você me promete, mamãe?"
"Sim, Cielo Riveros..." Eu te prometo... mas tá na hora de você ir pra cama porque seu pai não deve demorar muito... vamos, vou te arrumar...
É inútil tentar descrever a intensidade das minhas gozadas naquela noite e a quantidade absurda de porra que eu extraí dos meus ovos chupados de novo. Tudo isso foi incrível. Eu não sabia de onde vinha tanto sêmen. Mas não tinha dúvida de que tudo que Mirian Caballero contou pra Cielo Riveros me deixou com um tesão da porra. Quando soube que minha esposa estava prestes a deitar a Cielo Riveros, corri pra sala esperar a Mirian Caballero. Quando ela finalmente chegou, me disse:
"Como você tá se sentindo, amor?"
"Ah... Nem pergunta... Tô com tanto tesão acumulado que até me sinto fraco."
"Hahahahaha... olha só meu marido tarado... Vejo que você adora quando eu conto pra menina minhas coisinhas, né?"
"Ah sim... você é demais, amor..."
"Acho que sim, né?... Eu quero isso... Quero te esquentar... Quero te excitar... Quero que você jorre toda porra que produziu durante o dia...
E bem, você consegue, bastardo..." você não tem ideia da intensidade do rugido que suas histórias de infância produzem em mim... Por isso quero que termine de contar tudo para a garota... até o ponto do delírio...
"Sim..." Vejo que você está gostando... e eu vou fazer, Aldo... Juro que vou... mas lembre-se da sua promessa...
— Sim... sim... claro... embora você ainda não tenha me dito em que consiste essa promesa, amor...
"E não vou te dizer até terminar minha parte — esse é um desejo que me entusiasma" Você sabia?
— Não... O que te excita tanto?
— Não te contar nada até terminar de contar tudo para Cielo Riveros...
"Ah, é?... bem... se é isso que você quer...
"Sim, Aldo..." é o que mais quero... e no final vou dizer a vocês qual é o meu pedido... a única coisa que posso dizer é que vai ser algo fantástico para nós dois...
Oh... isso parece muito bom..."
"E vai ser... Eu te garanto... mas não fique com vontade, amor..."
"Tudo bem..." Eu juro que vou saber esperar... enquanto você continuar contando suas coisas para Cielo Riveros, posso esperar o tempo que quiser... hahahahaha...
"Você vai ver, seu maldito bastardo..." Vejo que você é mais sexy do que eu pensava, hein?.. Hahaha
"E você?... não fica atrás, sua raposa safadinha... Hahaha
"Oi... Tudo bem, Elsita?"
"Oh... Você sabe meu nome?" respondi surpresa.
"Claro que sei..."
"Mas como..."
"Porque meu primo me contou que..."
"E quem é seu primo?"
"A Anita..."
"Ah... não sabia..." falei meio desconfiada.
"Viu... e também sei que você sempre vem com sua tia Rebeca, que é colega de escola da minha prima mais nova... e ela vem fazer a lição com ela..."
"É... verdade.
- Quer que eu fique um pouco com você pra você não ficar sozinho? — Se quiser...
Enquanto estava sentado no chão, as ideias começaram a fluir na minha cabeça, suspeitando que talvez tudo que eu tinha visto ele fazer da outra vez fosse parte do "tutorial" que estavam me ensinando. Então, deixando de lado minhas preocupações, me preparei para cooperar nesse novo episódio, pra descobrir o que o homem estava tramando fazer comigo.
Não precisei esperar muito pra descobrir, já que percebi que ele ficava olhando insistentemente pras minhas pernas, que do ponto de vista dele dava pra ver perfeitamente minhas coxas. Sentindo o olhar dele ardente, desejando penetrar com vontade no "caminho escuro" entre minhas pernas, pensei que seria algo novo participar de alguma forma. Então, distraidamente, comecei a abrir elas devagarzinho pra ele se contentar com a contemplação que tanto queria.
Num certo momento, me abaixei pra pegar a garrafa de refri no chão e oferecer um gole pra ele, e aproveitei pra ficar com minhas pernas totalmente à disposição dele, onde com certeza agora ele conseguia ver claramente minha calcinha. Atento às reações dele, notei que as bochechas dele ficaram vermelhas, o que mostrava que minha estratégia tinha funcionado. Ele se deliciava com a observação sem piscar nem um momento, não querendo perder por nada no mundo o espetáculo que meus "cantinhos escondidos" estavam oferecendo.
Depois de um tempo nos divertindo assim, pude ver que o volume crescia debaixo da calça dele, e ele ficava tocando ele de novo e de novo com uma das mãos. Uma manobra tão óbvia só serviu pra me deixar mais excitado, até que finalmente vi o jovem abrindo a calça pra tirar o "bastão" dele, já duro, mostrando descaradamente e sem nenhum protocolo pros meus olhos ardentes.
Fiquei com os olhos fixos naquela "ave" meio escura que sobressaía entre as pernas dele, enquanto ele começava a esfregar ela devagar, puxando a pele pra cima e pra baixo. Toda aquela visão só serviu... para preparar o terreno, já que sabia que ela já estava bem excitada, do nada ela disse: —Você gosta?... Quer tocar?
Sim... ssim..." Respondi com voz trêmulaO jovem se levantou e aproximou o pau inchado do meu corpo, ordenando imediatamente:
— Vai, toca... agarra com suas mãozinhas e esfrega devagar...
"Mas—"
"O que foi?"
"É só que... Tenho medo de que apareçam alguém para nos ver..." Disse com receio
"Não vão, te garanto..."
"E como você sabe?"
"Porque sei", respondeu com firmeza
Quando ouvi seu comentário, percebi que realmente isso fazia parte do plano da Anita e que, se fosse assim, de jeito nenhum ela viria nos perturbar. Encorajado pelas minhas próprias deduções, estiquei a mão e peguei seu pau avermelhado, meio curvado para cima pela dureza, olhando para o buraquinho no centro da sua cabeça vermelha.
— Vai lá, pega na mãozinha dele... Fazendo carinho devagar, linda...Comecei a esfregar aquele cano de carne quente de frente para trás, movendo minha pele lentamente enquanto observava admirada como aquele volume machucado pulsava e começava a soltar algumas gotas de elixir esbranquiçado. Continuei manipulando aquele delicioso apito vertical até que ele teve que parar meus movimentos, dizendo:
"Espera, Elsita... espera... Tira a mão um pouco..."
— Ah, por quê? — perguntei, estranhando.
— Porque sim... espera só um pouquinho... Te aviso quando pode mexer de novo...
Vi o jovem fechar os olhos, jogando o corpo para trás enquanto seu pau ficava flutuando no ar, totalmente duro. Ao ver umas gotas mais grossas na ponta do meu pau, percebi que ele quase gozava, e era esse o motivo do pedido inesperado. Apesar da breve espera, estava morrendo de tesão, porque devo dizer que, mesmo que antes já tivesse pegado no pau do meu pai quando jogávamos basquete, a verdade é que nunca tinha feito isso com alguém fora da minha família. No fundo, eu queria que ele pedisse para eu botar na boca, porque ver as gotinhas brancas de porra saindo do buraquinho na cabeça dele me dava um fogo indescritível que só podia ser aliviado daquela maneira. O cara deixou passar uns dois minutos e, como se tivesse adivinhado meus pensamentos, me perguntou:
— Quer experimentar?
— Quero — respondi com o rosto cheio de desejo.
-Bom, vamos lá... abre a boca...Não só obedeci ao seu pedido, como me aproximei o máximo possível da cabeça colorida onde aquele sêmen semitransparente brilhava, que agora via balançar de um lado para o outro como se fosse a boca de um peixe recém-tirado da água, tentando em vão captar ar para sobreviver. Quando ele me viu com a boca bem aberta, empurrou seu pau entre meus lábios trêmulos, que receberam com doçura aquele doce de prazer que, pela primeira vez, entrava em minha cavidade bucal. Queria aproveitar para me deleitar completamente com o sabor agridoce de seu apito endurecido, que de repente começou a entrar e sair da minha boca repetidamente, enquanto eu saboreava com gosto os elixires esbranquiçados que emanavam de seu interior. Desnecessário dizer que essa nova experiência me transportou ao paraíso do prazer. Ficou claro por que as mulheres têm uma preferência especial pelas artes mamatórias. Também reconheci que, embora o sabor do pênis de um homem fosse muito semelhante ao dos sucos vaginais da minha tia, era bem diferente do sabor do sêmen masculino em comparação com o fluxo feminino. E isso provavelmente porque a porra de um homem é completamente diferente dos eflúvios produzidos pelo orgasmo de uma mulher. Mas logo meus pensamentos foram interrompidos pelo feroz jorro dos rios de porra que começaram a jorrar com força de dentro do apito daquele homem, inundando minha garganta complacente como uma tempestade repentina, que não conseguia conter o fluxo esbranquiçado e espesso daquele turbilhão de sêmen quente, forçando-me a me afastar abruptamente daquela barricada de delírio. Que, como se fosse uma mola liberada de repente, vibrou violentamente no espaço diante do meu rosto, movendo-se em todas as direções. Enquanto engolia com deleite os abundantes riachos de seiva vital, observei como grande parte do agressivo torrente aterrissava no chão, regando o solo com aquele material leitoso e fértil. Ao perceber que minha garganta havia sido liberada... Do elixir espesso ao engolir toda a porra, o jovem enfiou seu pau na minha boca novamente, com a firme intenção de me fazer beber os últimos jatos que ainda fluíam sem parar. Ardendo de calor e perdida em um mar de desejos indescritíveis, chupei aquele pau duro de onde saía o líquido quente e oleoso com menos força que antes, até que finalmente a torrente cessou. Percebendo que não havia mais licor dentro, o homem o tirou de entre meus lábios e, tirando a camisa, começou a limpar o pau encharcado e depois fez o mesmo com meu rosto e minha boca, que sem dúvida mostravam os vestígios da batalha de chupada que tivemos.
- Ah, mamãe... isso quer dizer que a prima da Anita concordou com ela?— Sim, Cielo Riveros... — foi aí que descobri que tudo que suspeitava era verdade...
— Mmm... fazia parte do joguinho, né?
— Exatamente...
— Ai, mãezinha... Imagino como você curtiu quando chupou... porque quando meu pai colocou na minha boca naquela noite e eu chupei, também gostei muito...
— Gostou mesmo, linda?
— Sim, mamãe... e eu também sabia como era o gosto do leitinho dele... Lembra que na hora você chegou e nos pegou?
— Sim, Rubicita... Lembro muito bem...
— Ai, mamãe... Quero chupar o pauzinho do papai de novo...
— Eu sei, pequena... Eu sei... mas vai ter tempo pra isso...
— É... mas você promete que vou chupar o mijo do papai de novo?
— Prometo... mas agora deixa eu continuar falando com você porque ainda não terminei essa parte...
— Tá... tá... continua...
Naquela altura, já tinha perdido a conta de quantas gozadas tinha dado; mas mesmo assim meu pau continuava pedindo mais e mais, então fiz um sinal pra Mirian Caballero continuar com a história dela.
“Quando a gente terminou de limpar, o moço disse que eu tinha que ir embora porque provavelmente minha tia e a prima dela logo iam sair pra falar comigo. E foi assim mesmo, porque não tinham passado nem cinco minutos desde que entrei na casa delas, quando a Anita apareceu no quintal me dizendo:
— Pode entrar agora, Elsita... já terminamos nossa tarefa...
— E agora a gente vai brincar?
— Sim, linda... anda, vem comigo...
Nós dois entramos na casa e Anita trancou a porta por dentro. Deu pra ver que ela estava tomando cuidado pra garantir nossa privacidade e evitar surpresas. Tava claro que ela estava mais do que disposta, por causa do tesão intenso que amamentar aquele homem tinha provocado em mim, e eu só queria que o joguinho começasse, que sem dúvida eu ia curtir com muito mais paixão do que nunca. Quando entramos no quarto, minha tia Rebe já estava nos esperando e disse pra amiga:"Annie... Acho que já estava na hora...
— Sim, Rebeca — respondeu a outra.
— E dessa vez, o que vamos brincar?
— Ah, querida, vai ser um jogo novo que sei que você vai adorar — disse minha tia.
— É isso mesmo, Elsita... chama 'A mão boba' e sei que você vai curtir tanto quanto a gente — disse Anita.
— E como é? — perguntei, toda animada e cheia de calor.
— É o seguinte: vamos usar um brinquedo muito especial que a Anita guardou. É uma coisinha que parece muito com o pau de um homem... um de nós vai fazer de homem primeiro e colocar no outro... e depois a gente inverte os papéis... Entendeu? — disse a amiga da minha tia.— Sim... — Mas e eu?
— Ah, gata... você só vai ajudar quem estiver fazendo de homem...
— Ah, não... e por quê? — perguntei, um pouco decepcionado.
— Porque é perigoso... você ainda é muito novinho e essa coisa pode te machucar... — comentou minha tia num tom carinhoso, tentando me convencer.
— É muito grande? — perguntei, interessado.
— Sim, gata... e você vai ver agora mesmo — disse minha tia, fazendo um sinal para a amiga trazer.
A Anita se aproximou de um velho armário de madeira com uma chave na mão e, colocando-a na fechadura, abriu uma gaveta de onde tirou um dispositivo que na verdade continha um pênis de enormes dimensões. Fiquei surpreso ao ver o tamanho, porque quando comparei mentalmente com o pau do menino que tinha acabado de chupar no jardim, e com o pau do meu pai quando ele comeu a tia Rebbe na noite anterior, de jeito nenhum eles competiam com aquele pedaço de borracha rosa que parecia preso a correias de couro. Perguntei imediatamente:
— E então, o que eu vou fazer?
— Ah, gata... Não se preocupe... você também pode brincar de homem... mas não de mulher... entende?
— Sim... se eu quiser... — respondi com ardor, sabendo que também iria participar com elas naquele novo ato.
Com movimentos rápidos, as duas amigas começaram a me despir enquanto faziam o mesmo uma com a outra. Eu podia ouvir a respiração ofegante das duas jovens que de repente haviam se tornado minhas admiráveis professoras do sexo proibido. Quando os três ficamos como Adão e Eva no paraíso, a fogosa Anita começou a colocar as correias em volta de sua cintura curta, enquanto minha tia grávida a ajudava bastante. Durante o breve intervalo, pude admirar os corpos vigorosos das duas mulheres, que exibiam descaradamente sua beleza contrastante, pois, como eu disse, o da minha tia era de uma brancura de alabastro, enquanto o da sua amiga exibia sua pele morena exuberante, que, longe de diminuí-la diante da outra, a fazia parecer tão linda quanto era. Quando terminaram de prender o arnés em volta dos quadris da Anita, minha tia pegou minha mão e me levou até a cama, onde se posicionou de quatro, entendendo que essa era sem dúvida a posição mais adequada para receber o intruso de látex que via se movendo como uma mola diante do pubis farto da Anita. Ela também assumiu posição no colchão, em pé bem atrás da bunda da minha tia, e fazendo sinais disse:
-Vamos, Elsita... coloca a pontinha na entrada da bucetinha...
Obedecendo o pedido rapidamente, peguei o bastão de borracha nas mãos, aproveitando para apertá-lo um pouco e verificando ao mesmo tempo a maciez e a textura do material de que era feito. Apontei minha cabeça grossa para a entrada da gruta dourada da tia Rebe, que naquele momento notei estar completamente encharcada por efusões vaginais, enquanto a outra caía gradualmente sobre suas nádegas. Com uma maestria que nunca esquecerei, Anita enfiou seu pênis ereto dentro do labirinto secreto de cabelos loiros da minha tia, perdendo-se gradualmente de vista e agora dedicando-se a examinar as dobras internas de sua vulva aberta e ávida. Logo os movimentos se intensificaram, provocando na outra uma ardência incomparável, pois ela começou a gemer em um tom cada vez mais alto, e sua amiga teve que dizer para não gritar tão alto, correndo o risco de ser ouvida pelos vizinhos. Tive que continuar sendo observadora, mas não estava menos excitada por isso, já que não podia escapar dos efeitos luxuriosos que a visão me causava, então mergulhei um dos meus dedos na minha fenda, me masturbando na frente dos dois amantes, que já estavam ofegantes em uma fúria irreprimível, enquanto continuavam se movendo um sobre o outro. Por muito tempo, Anita cavalgou na bunda da minha tia, enfiando e sacando aquele pedaço de pau de borracha que de repente aparecia diante dos meus olhos para desaparecer imediatamente da vista, afundando até as profundezas de suas entranhas ardentes. Não sei como a tia Rebe conseguiu enfiar um falo tão tremendo e grosso dentro de sua buceta delicada, o que me permitiu comprovar que as dobras vulvares de uma mulher se dilatam ao máximo quando são penetradas por um pau desse tamanho. Também descobri que, devido à sua textura incrível, o cano de látex irregular se encaixava perfeitamente na gruta estreita da tia Rebe. Mas o que mais me surpreendeu foi ver que uma mulher pode muito bem interpretar o papel de um homem sem a necessidade da presença de homens algum. poder curtir os dois em um duplo papel onde ambos se divertem ao máximo protagonizando ambas as naturezas sexuais ao mesmo tempo. «poder curtir os dois em um duplo papel onde ambos se divertem ao máximo protagonizando ambas as naturezas sexuais ao mesmo tempo. «poder curtir os dois em um duplo papel onde ambos se divertem ao máximo protagonizando ambas as naturezas sexuais ao mesmo tempo. «Entre gemidos agudos e grunhidos, observei que a tia Rebe começou a se agarrar com muito mais força nas coxas da amiga, que, ao perceber que o clímax se aproximava, atacou com mais fúria e violência aquele bunda branca do delírio, intensificando com muito mais velocidade as investidas no cuzinho da outra. Os gritos de prazer que anunciavam o orgasmo não demoraram a chegar, e logo minha tia explodiu numa gozada selvagem que, como sempre, a fez soltar uma série de frases escatológicas cheias de obscenidades aludindo ao grunhido que estava experimentando. Anita, por sua vez, cumpriu ao máximo seu papel de macho, entrando e saindo com enfiadas furiosas da fenda vibrante da minha tia, que finalmente se interpôs entre gritos de alegria e uma série de palavrões, ofegante e soluçando com uma loucura sem precedentes. Quando seus espasmos cessaram, Anita me disse:
-Vamos, Elsita... me ajuda a tirar esse pau...Ajudei com alegria nessa manobra expiatória quente, conseguindo sentir a abundante umidade leitosa com a qual ela havia untado aquele tremendo cadeado de borracha. Sentindo-se aliviada do enorme pau, minha tia se jogou na cama com os olhos fechados, ainda atordoada pelos momentos delirantes de prazer que acabara de desfrutar. Depois de alguns minutos, foi Anita quem a incentivou a levantar da cama para proceder a apertar o cinto da castidade. Entre as duas colocaram o arnês em volta dos belos quadris da tia Rebe, que depois de ter sido transformada em mulher, de repente e como por magia virou homem, pronta para exercer seu invejável papel com o ardor que a caracterizava. A amiga já estava na mesma posição de pernas abertas, com a cabeça enterrada entre os travesseiros, enquanto a tia Rebe a mantinha por cima, explorando com seu olhar quente os intricados segredos de seu cu escuro. Ela me fez um sinal para subir na cama com ela e ordenou:
-Vamos, gostosa... agora coloca a pontinha na entrada dela...
Mais uma vez assumi a deliciosa tarefa de posicionar a ponta grossa do membro de borracha na fenda da abertura de Anita, de onde fluíam rios abundantes de eflúvios seminais que sem dúvida contribuiriam para a tão desejada penetração. A tia Rebe arremeteu contra o pequeno peito aberto de sua amiga, empurrando o falo de látex endurecido em direção àquela caverna escura cheia de pelos tão negros quanto a noite. Logo percebi que o enorme bastião havia se perdido nas profundezas imensas da outra, enquanto minha tia iniciava o ritual dançante e rítmico que tornava a penetração mais quente, entrando e saindo da casa de sua amiga com um deleite sem igual. Quando olhei para o rosto da minha tia, percebi o quão bem ela interpretava seu papel e o quanto adorava fazer o papel de caçadora de machos, porque um sorriso de luxúria percorreu seu rosto, confirmando até que ela gostou mais desse último ato do que do primeiro. Essa última constatação me animou ainda mais a ser eu a colocar as correias para sentir, pela primeira vez na vida, aquela lascívia ardente que vi brilhar nos olhos fogosos da tia Rebe, que continuava se movendo violentamente montada no bumbum escuro de Anita, que já começava a soltar os ansiosos gemidos e urros diante dos furiosos ataques de sua amante. As duas fêmeas permaneceram assim por vários minutos, enquanto eu voltava a carregar meu coelhinho, desejando furiosamente ver aquele estranho acasalamento. Em dado momento, foi Anita quem intensificou seus movimentos rápidos, colando-se de repente ao púbis masculinizado da minha tia, do que deduzi que logo explodiria em um orgasmo delirante. E de fato foi, pois de repente ela começou a gritar e soluçar, pedindo mais pau à outra, que sabia como agradar sua parceira de brincadeiras se movendo cada vez mais rápido. A gozada fez sua aparição em Anita, manifestando-se em uma série de empurrões de sua bunda para que o galo de látex afundasse mais profundamente em sua fenda, enquanto ela soltava os típicos gemidos da mulher empalada, em meio a espasmos extremos de prazer que logo a transformaram numa fera. A tia Rebe aumentou com violência extraordinária suas estocadas na bunda da amiga, até deitar na cama, fazendo com que o falo de borracha saísse irremediavelmente de seu úmido canal frontal. O orgasmo surgiu em Anita manifestando-se numa série de empurrões de sua bunda para que o pau de látex afundasse mais fundo em sua fenda, enquanto soltava os típicos gemidos da mulher empalada, em meio a espasmos extremos de prazer que logo a transformaram numa fera. A tia Rebe aumentou com violência extraordinária suas estocadas na bunda da amiga, até deitar na cama, fazendo com que o falo de borracha saísse irremediavelmente de seu úmido canal frontal. O orgasmo surgiu em Anita manifestando-se numa série de empurrões de sua bunda para que o pau de látex afundasse mais fundo em sua fenda, enquanto soltava os típicos gemidos da mulher empalada, em meio a espasmos extremos de prazer que logo a transformaram numa fera. A tia Rebe aumentou com violência extraordinária suas estocadas na bunda da amiga, até deitar na cama, fazendo com que o falo de borracha saísse irremediavelmente de seu úmido canal frontal, fazendo com que o falo de borracha saia irremediavelmente de seu úmido canal frontal.
Diante de tal espetáculo e dominada por uma luxúria desconhecida, não pude evitar me jogar sobre aquele lindo cu moreno que vi tremer de alegria, enfiando minha linguinha na sua fenda encharcada para beber o elixir diáfano e quente que fluía de dentro dela. Comecei a lamber e lamber loucamente os cantos do seu tesouro escondido e escuro enquanto o cabelo negro molhava minhas bochechas, terminando tão melada quanto uma putinha quando termina de lamber a porra do seu prato, diante do sorriso cúmplice de satisfação da minha tia. Tendo se recuperado da agonia do seu orgasmo, Anita se sentou e disse à minha tia:— Rebeca... já está na hora de mostrarmos à Elsita o que queremos...
— Sim... Vamos, linda, vem aqui pra gente colocar essa coisinha na sua cintura...
Me aproximei delas mais do que voluntariamente, sentindo as duas amantes apertarem o cinto, ajustando-o à estreiteza dos meus quadris. Para mim foi um prazer genuíno sentir o contato dos dedos das duas mulheres na pele do meu corpo, o que contribuiu ainda mais para preparar o protagonismo ansioso da minha vez. Eu queria me sentir homem; queria me sentir macho; ansiava por saber como é enfiar um pau dentro da buceta de uma mulher, sem ser um homem de verdade, mas sim, emulando o papel característico de uma masculinidade proibida. Então, quando fiquei pronta, me olhei com aquelas alças postas e o enorme pau de borracha que se projetava ereto diante da minha região púbica, o que provocou em mim um rugido indescritível que não consigo expressar em palavras. Antes de começar com minhas primeiras lições, minha tia me perguntou:
-Agora me diga, minha querida... Qual dos dois você quer? Sem hesitar nem por um momento, respondi com decisão:
"Para a Anita..." Quero colocar nele na Anita... e você vai me ajudar a enfiar o pau dele na boceta dela...
-Tudo bem, Elsie... vamos, entre na cama agora...
A amiga da minha tia, ao ouvir meu pedido, desenhou nos lábios um sorriso fugaz e ardente, enquanto se acomodava na linda posição de cachorrinha que tanto gostava. Não havia dúvida de que Anita se sentiu realizada ao saber que a havia escolhido em vez da minha tia, porque tinha pelo menos duas razões para se sentir lisonjeada. Uma delas foi o fato de ser fodida novamente por aquele brilhante instrumento de prazer; mas era inegável que a razão que mais a cativou foi se sentir penetrada por uma garota da minha idade, que satisfazia seus desejos pedófilos mais íntimos e perversos. Depois de nos prepararmos para o ataque final, minha tia me colocou atrás da bunda empinada de sua amiga, ao mesmo tempo em que ficava atrás de mim, com a clara intenção de me ajudar nos ataques à bunda da outra, sabendo perfeitamente que o peso do meu próprio corpo não seria suficiente para dar a feroz batalha que sua amiga esperava. Pegando a feroz ferramenta de borracha em suas mãos, ela a colocou na entrada encharcada da Anita, enquanto começava a me empurrar sobre sua bunda para que eu enfiasse seu pênis em sua gruta inflamada. A visão contrastante do objeto cor de pele entrando na boceta escura e peluda da Anita aumentou imediatamente minha luxúria, então me joguei com todas as minhas forças sobre aquela montanha ondulada que brilhava de suor, penetrando-a com luxúria até os cantos mais internos de seus intestinos. Ao mesmo tempo, vi a brilhante e estratégica manobra da tia Rebe, que atrás de mim me empurrou com tremenda força sobre a bunda trêmula de sua amiguinha, me ajudando enormemente para que o falo de látex não saísse de sua prisão. Uma estranha sensação de rugido e luxúria nunca sentida se... tomou conta de mim, e não pude evitar soltar para a mulher que me prendia gritos ardentes de alegria que aludiam ao aterrorizante casal que protagonizava. Foi então que percebi que o arnês tinha uma espécie de botão de borracha que se enfiava entre as dobras da buceta e varria delirantemente meu clitóris curto e macio, o que inevitavelmente aumentava minha alegria e aumentava igualmente minha paixão por terminar de comer aquele lindo cu que agora estava debaixo de mim. Entre empurrões, enfiei e tirei aquele bastão dentro do negócio da Anita, enquanto a tia Rebe me empurrava mais forte para evitar um desencaixe indesejado. Não posso dizer com certeza se foram minutos ou horas que passei metendo e tirando aquele pau endurecido da fabulosa gruta da bela e ardente Anita; tendo que interromper a felação quando ela começou a gritar como uma louca, soltando gritos tão tremendos que agora era minha tia quem tinha que cobrir a própria boca com uma das mãos para evitar que seus gritos fossem ouvidos lá fora. Naquele momento, percebi que se minha tia era uma pequena raposa que gritava e soltava frases obscenas, Anita a superou nesse aspecto quando percebi que seus gritos tremendos carregavam uma carga muito mais obscena e provocadora do que qualquer um que eu já tivesse ouvido minha tia pronunciar, mesmo em seus momentos mais quentes.
-Essa experiência de ouvir toda aquela série de bobagens mórbidas da amiga da minha tia não só me deixou mais envergonhada do que o necessário, mas também me fez entender que ela estava gostando de se sentir subjugada por uma garota como eu como nunca antes; por saber que a tia Rebe tinha mais experiência com ela magistralmente, não foi isso que provocou nela um grau tão alto de tesão, mas sim o fato de satisfazer seus desejos pedófilos. Da minha parte, aproveitei abertamente o toque requintado do botão do cinto que esfregava minha bucetinha com muito mais delicadeza que qualquer dedo humano, por isso também gozei quase ao mesmo tempo que Anita, vindo em jatos tremendos de pouca água que me causaram um êxtase tão intenso e desconhecido que comecei a chorar com uma força tão avassaladora que minha tia ficou mais preocupada do que o necessário, pensando que talvez eu estivesse presa de algum tipo de arrependimento. Anita desabou tremendo de alegria na cama e seu pau saiu com um estalo da sua vulva, e eu também me joguei sobre ela entre gritos e gemidos chorosos, com nossos corpos cheios de suor pelo exercício incomum, enquanto a abraçava alegremente e agradecida por me ter dado um prazer tão incrível. Foi então que ouvi minha tia me perguntar:'O que foi, querida?... Você está se sentindo mal?'
Nem consegui responder, porque as palavras não saíam da minha garganta; indicando com apenas um dos meus dedos que não era nada. Ela entendeu imediatamente que meus choros intensos eram mais por prazer que por qualquer outra causa, então se jogou sobre nós, se perdendo e se divertindo também no meio daquela mistura de membros pulsando de tesão alcançado. Depois de alguns minutos de alegria intensa, foi Anita quem recuperou a sanidade e, sentada, disse à minha tia:
'É, Rebecca... É hora de pararmos... Não quero que minha mãe volte e nos encontre brincando...
Sim, Annie—" você tem razão...Nós três nos levantamos da cama e entre os dois nos tiraram as alças, e então assumimos a tarefa de vestir nossas roupas. Quando tinham arrumado a cama, Anita guardou o objeto do desejo, enquanto a beijávamos de despedida na boca. Anita me disse:
- Me diz, Elsita... Você gostou do que fizemos hoje?
— Ah sim... você não tem ideia de como eu gostei, Annie...
— Isso é bom... "Espero que possamos brincar de novo em breve", disse piscando o olho com malícia.
"Sim... sim... é o que mais quero..." Respondi sorrindo.
"Muito bem", disse minha tia, "é hora de irmos, bonita..."
"Tchau, Anita", disse em sinal de despedida.
"Tchau, bonita... se cuida bem...
Saímos de casa e pegamos o ônibus que nos levou para nossa casa."
— Ah, mamãe... isso foi delicioso, né?
"O que você acha, amor?... Uma coisa é te contar e outra é sentir... acredite, Rubicita.
"Sim..." Acredito em você...
— Foi uma experiência nova e inesquecível para mim, pequena...
— Ah, mamãe... Agora que sei, eu adoraria fazer isso com você usando uma coisinha assim...
Ah, isso seria fabuloso... e acho que vamos tentar também...""Você me promete, mamãe?"
"Sim, Cielo Riveros..." Eu te prometo... mas tá na hora de você ir pra cama porque seu pai não deve demorar muito... vamos, vou te arrumar...
É inútil tentar descrever a intensidade das minhas gozadas naquela noite e a quantidade absurda de porra que eu extraí dos meus ovos chupados de novo. Tudo isso foi incrível. Eu não sabia de onde vinha tanto sêmen. Mas não tinha dúvida de que tudo que Mirian Caballero contou pra Cielo Riveros me deixou com um tesão da porra. Quando soube que minha esposa estava prestes a deitar a Cielo Riveros, corri pra sala esperar a Mirian Caballero. Quando ela finalmente chegou, me disse:
"Como você tá se sentindo, amor?"
"Ah... Nem pergunta... Tô com tanto tesão acumulado que até me sinto fraco."
"Hahahahaha... olha só meu marido tarado... Vejo que você adora quando eu conto pra menina minhas coisinhas, né?"
"Ah sim... você é demais, amor..."
"Acho que sim, né?... Eu quero isso... Quero te esquentar... Quero te excitar... Quero que você jorre toda porra que produziu durante o dia...
E bem, você consegue, bastardo..." você não tem ideia da intensidade do rugido que suas histórias de infância produzem em mim... Por isso quero que termine de contar tudo para a garota... até o ponto do delírio..."Sim..." Vejo que você está gostando... e eu vou fazer, Aldo... Juro que vou... mas lembre-se da sua promessa...
— Sim... sim... claro... embora você ainda não tenha me dito em que consiste essa promesa, amor...
"E não vou te dizer até terminar minha parte — esse é um desejo que me entusiasma" Você sabia?
— Não... O que te excita tanto?
— Não te contar nada até terminar de contar tudo para Cielo Riveros...
"Ah, é?... bem... se é isso que você quer...
"Sim, Aldo..." é o que mais quero... e no final vou dizer a vocês qual é o meu pedido... a única coisa que posso dizer é que vai ser algo fantástico para nós dois...
Oh... isso parece muito bom...""E vai ser... Eu te garanto... mas não fique com vontade, amor..."
"Tudo bem..." Eu juro que vou saber esperar... enquanto você continuar contando suas coisas para Cielo Riveros, posso esperar o tempo que quiser... hahahahaha...
"Você vai ver, seu maldito bastardo..." Vejo que você é mais sexy do que eu pensava, hein?.. Hahaha
"E você?... não fica atrás, sua raposa safadinha... Hahaha
0 comentários - Cielo Riveros é iniciada pelo pai e pela mãe