Olá, sou o Martin, 40 anos. Tudo aconteceu num fim de semana de dezembro do ano passado, uns dias antes das festas. Num sábado, fui ao Abasto, que fica na Avenida Corrientes, pra ver que roupa podia comprar pra usar no Natal, aproveitei pra entrar no shopping porque tava um calor da porra!. Entro numa loja de roupa esportiva pra ver o que tinha de interessante, ao sair vejo um homem se aproximando de mim olhando pro celular e ele me tromba, aparentemente não tinha me visto porque tava distraído, e ele me fala "me desculpa mil vezes, não te vi, tava enroscado e não prestei atenção no caminho", aí eu respondo que não tinha problema, que tava tudo bem. Nisso ele começa a pedir desculpas de novo, me explica que tava saindo rapidamente puto antes de trombar a gente porque tinham deixado ele na mão. Digo educadamente pra ele não se preocupar, que tava tudo certo. Rapidamente, sem hesitar, ele me convida pra tomar algo pra compensar o ocorrido e nesse instante é que começo a prestar atenção nele. Um homem de uns cinquenta e poucos anos, quase chegando nos sessenta, em boa forma, pele branca, cabelo branco grisalho. Não pensei duas vezes porque nunca ia imaginar a situação que tava por vir, além disso tava sozinho, tinha terminado de comprar e ia pra casa, o que mais ia fazer, já que tamo no baile... Fomos ao Mostaza, ele pediu um par de garrafinhas de cerveja, pediu bem geladas e também umas batatas fritas. Até aí tudo bem. Sentamos numa mesinha da praça de alimentação e começamos a bater papo. Entre uma conversa e outra, falamos um pouco sobre nós e não tive ideia melhor do que perguntar quem tinha deixado ele na mão. Ele me disse que tinha conhecido uma pessoa por aplicativo e que tinham combinado de se ver numa parte do shopping e que de última hora a pessoa cancelou, continuamos conversando sobre o assunto tomando cerveja e aos poucos fui caindo a ficha de que esse homem não ia ter um encontro com uma mulher, mas sim com outro homem. Eu sem dizer uma palavra continuava conversando com esse homem que se chamava Tomás (desculpa por não ter colocado antes). Num instante, sem hesitar, Tomás me perguntou se eu queria ir pra casa dele pra gente continuar conversando mais sossegado, já que ele morava sozinho a umas quadras dali, e foi aí que senti minha cabeça não saber o que dizer, meu coração começou a bater forte e, sem pensar, aceitei. Saímos pra Avenida Corrientes e pegamos um táxi dos que esperam gente na porta do shopping, já que estávamos com sacolas de compras, e fomos embora. Quando chegamos, senti meu coração batendo a mil por hora e comecei a pensar que talvez tivesse decidido mal, mas já tava lá... Chegamos e subimos pro apartamento dele, um monoambiente de fundos sem varanda, só tinha o básico: um banheiro, uma cozinha e um cômodo amplo que servia de sala, copa e quarto. Ao entrar, ele me fala pra ficar à vontade, relaxar e sentar no sofá-cama, me oferece algo pra beber e senta do lado. Eu tava realmente nervoso, e ele percebe, me diz pra não ficar nervoso que tava tudo bem e começa a passar a mão na minha perna, passa e passa cada vez mais pra cima até chegar no meu pau. É o momento em que a única coisa que ele me diz é: "se algo te incomodar, por favor me avisa, a única coisa que eu quero é que a gente se divirta" e eu só concordei com a cabeça. Já me espalhei no sofá com as pernas abertas e ele abre o zíper da bermuda, desabotoa ela e o cinto também, eu já tava tão excitado que puxei tudo pra baixo, ficando só de cueca, ele tira minha camiseta e eu tava tão tesudo quanto um moleque virgem, porque não sabia o que fazer, nunca tinha estado com outro homem. Ele começa a beijar meu pescoço, descendo pelo peito, barriga e chega no meu pau, abaixa minha cueca deixando meus 16cm duros no ar e começa a passar o rosto por todo o pau devagar até que começa a roçar os lábios, dando beijinhos. Chegou a hora de ele abrir a boca e engolir meu pau de cima pra baixo, segurando ele com a mão e me batendo uma. Eu, mais quente que uma chaleira, agarro minha cabeça e começo a comer a boca dela, já louca de prazer. Ele se levanta e se despe totalmente, vendo o pau dele mole. Senta do meu lado, começando a beijar meu pescoço, sentia o pau dele na minha perna e isso me deixava com um tesão danado, até que me atrevi a passar a mão e comecei a bater uma pra ele, ele começa a fazer o mesmo comigo. Foi aí que ele aproximou a boca da minha e eu não hesitei... Beijei ele... Beijei ele com toda a putaria do mundo e ele percebeu, eu já tava muito excitada. Ele para na minha frente e deixa o pau dele mole na altura do meu rosto, eu olho pra ele e encaro. Ele me olha, fazendo um gesto de pergunta, e foi aí que comecei a chupar ele, chupei com gosto. Ele me puxa e pede pra eu deitar, então aceito, e ele aponta o pau dele na minha cara e fica por cima de mim, formando um belo 69. Senti na minha boca aquele pau mole endurecer cada vez mais. Até que vi ele bem duro... em formato de banana, daquelas que a cabeça nem aparecia. E comecei a chupar ele mais e mais, e ele também. Até que falei chega, porque ia gozar. Então ele me manda ficar deitado e sobe em cima de mim de cócoras, pegando no meu pau pra guiar até a bunda dele. Entra devagar e começa o sobe e desce até que entrou tudo, as sentadas eram cada vez mais fortes, sentia a bunda dele se apertando no meu pau, as contrações, e isso me deixava com um tesão do caralho. Enquanto ele cavalgava em cima de mim, eu comecei a bater uma pra ele até gozar dentro da bunda dele, foi uma das melhores gozadas que já tive. Daquelas que eletrificam as pernas todas. Depois de um tempo, terminando, levanto e vou no banheiro me lavar um pouco. Quando termino, ele entra e me faz sentar no bidê, pega no pau dele e faz eu chupar, segura minha cabeça e começa a foder minha boca toda, senti aquele pau batendo na minha garganta. Até que senti ele ficar cada vez mais duro, mais e mais, até que gozou litros de porra que encheram minha boca, eu, com muito tesão, engoli tudo e limpei o pau dele chupando de novo. Depois de tudo isso, continuei me lavando, me vesti e fui embora. Tudo aconteceu durante umas duas horas, mais ou menos. Quando cheguei em casa, fiz como se tudo estivesse normal, cumprimentei minha mulher e contei que consegui tudo o que estava procurando. Além de tudo isso ser real, espero que vocês gostem do meu relato. Desculpa por ser tão longo, é a minha primeira vez escrevendo. Valeu e avaliem aí. Se for bem, tem mais histórias por vir, não acaba aqui...
1 comentários - CABA Curiosa