Faz tempo que não escrevo, mas estive trabalhando em outra história de uma fantasia que tenho, serão várias partes:
Carlos tinha 40 anos, voz grave, barba cuidada e mãos grandes que sabiam exatamente como quebrar um garoto de 21. Alex, por sua vez, era tudo ao contrário: magro, pele clara, cabelo preto curto e desgrenhado, olhos grandes que se enchiam de lágrimas quando o envergonhavam. Levavam três meses juntos e a dinâmica estava mais do que clara: Alex era o bebê submisso e Carlos o papai dominante.
Naquela tarde, no apartamento do sétimo andar, Carlos decidiu que era hora de colocar a jaula nele pela primeira vez.
— Tira tudo, bebê — ordenou Carlos enquanto tirava a caixa preta da mesinha de cabeceira.
Alex ficou de pé na frente dele, completamente pelado, já meio duro só pelo tom de voz do seu papai. Tinha 21 anos e seu corpo ainda parecia de adolescente: cintura fina, quadril suave, pau de tamanho pequeno que agora tremia de nervos e excitação.
Carlos sentou na beirada da cama, abriu a jaula de aço inoxidável e a segurou no alto.
— Olha isso, meu menino. A partir de hoje isso vai ser sua nova casa. — Sorriu com aquela mistura de carinho e crueldade que deixava Alex louco —. Abre as pernas.
Carlos tinha deitado Alex na cama, ele obedeceu, afastando os pés. Carlos pegou o pau do garoto com uma mão grande e o colocou dentro da jaula com calma, curtindo o momento. O metal frio abraçou sua carne quente. Alex soltou um gemido abafado quando sentiu o anel base se fechar em volta dos seus testículos. Carlos ajustou o cadeado com um "clic" definitivo e guardou a chave no bolso.
— Pronto. Agora você não é mais um homem. É meu garotinho enjaulado.
Alex olhou para baixo. Seu pau estava preso, pressionando inutilmente contra as grades. Uma gota de lubrificante já aparecia entre elas.
Carlos se levantou, pegou um pacote de fraldas adultas que tinha comprado naquela mesma manhã e o abriu.
— E agora… o toque final para quando você estiver em casa. Ele desenrolou a fralda, colocou embaixo do bumbum do Alex e puxou até a cintura. O material macio e grosso abraçou seus quadris. Por cima, vestiu um dos seus hoodies pretos oversized, tão grande que chegava quase na metade das coxas. O contraste era brutal: um garoto de 21 anos com fralda volumosa e hoodie de adulto, a jaula invisível mas presente por baixo.
— É assim que você vai ficar quando estivermos sozinhos em casa — disse Carlos, passando a mão pela frente da fralda e apertando suavemente a jaula através da camada —. Só fralda e hoodie. Nada mais. Entendido?
— Sim, Papi… — sussurrou Alex, vermelho até as orelhas.
Desde aquele dia a rotina mudou.
De manhã, quando Carlos ia trabalhar, deixava Alex "no modo bebê": só a fralda bem ajustada, o hoodie preto e meias. Alex andava pelo apartamento sentindo a fralda grossa entre as pernas, a jaula roçando toda vez que se mexia. Às vezes Carlos mandava fotos do escritório:
"Tá molhando a fralda como um bom garotinho?"
E Alex, tremendo, tinha que responder com uma foto dele ajoelhado no sofá, hoodie levantado, fralda visível e uma mancha amarela crescendo.
À noite, quando Carlos voltava, trocava o "uniforme".
— Tira a fralda — ordenava.
Alex obedecia, ficando só com o hoodie e a jaula brilhando entre suas pernas. Carlos o colocava de joelhos, puxava o hoodie até a cintura e o fazia engatinhar pela sala enquanto dava palmadinhas suaves na bunda.
— Olha como a jaulinha se mexe… tão inútil, tão pequena.
Às vezes o deitava na cama, braços amarrados com cordas pretas por cima da cabeça, pernas abertas e presas nos postes. Só usava o hoodie (puxado até o peito) e a jaula. Carlos se sentava entre suas pernas, inseria um plug anal que e o fazia ficar à beira por horas.
— Quer gozar, bebê? — sussurrava no ouvido enquanto esfregava a jaula com dois dedos.
— Sim, Papi… por favor… — suplicava Alex entre soluços.
— Não. Garotinhos de fralda não se Eles não correm. Só escorrem.
E Alex escorria. Muito. O pré-gozo saía sem parar, manchando o interior da gaiola, escorrendo pelas suas bolas e molhando os lençóis. Carlos às vezes colocava a fralda nele de novo logo antes de dormir, abraçava-o por trás e sussurrava:
— Amanhã troco sua gaiola por uma menor… e te coloco a fralda mais grossa. Porque você é meu bebê e eu decido quando, como e se algum dia vou deixar você gozar.
Alex adormecia assim: moletom vestido, fralda volumosa, gaiola apertada e o peito de Carlos contra suas costas, sentindo a diferença de idade em cada batida do coração.
Na sexta-feira à noite, Carlos chegou do trabalho mais cedo que o normal. Alex estava exatamente como ele o havia deixado: sentado no sofá, só com o moletom preto oversized e a fralda por baixo. A gaiola pressionava contra a pele lisa e sem pelos de Alex, já molhada de pré-gozo depois de um dia inteiro sem se tocar.
— Hora da troca, bebê — anunciou Carlos com aquela voz grave que sempre fazia Alex corar.
Ele pegou sua mão e o levou ao quarto. Estendeu uma toalha grande sobre a cama e ordenou:
— Deita de costas e levanta as pernas.
Alex obedeceu, tremendo de vergonha e excitação. Carlos descolou os adesivos da fralda com lentidão, revelando o interior encharcado e a gaiola brilhante, completamente coberta de pré-gozo. O pênis preso estava inchado, vermelho, desesperado.
— Olha como você fica escorrendo o dia todo feito um bebê… — murmurou Carlos enquanto limpava com lenços umedecidos o bumbum e a genitália do garoto —. Que sujinho você está.
Alex gemeu quando sentiu os dedos grandes do seu papai roçando a gaiola. Carlos então pegou dois brinquedos da mesinha: um plug anal médio de silicone preto com base brilhante e um dildo grosso e curvado de 18 cm.
— Hoje vamos brincar enquanto te troco.
Primeiro, lubrificou generosamente o plug e o pressionou contra a entrada do ânus de Alex. O garoto soltou um suspiro longo quando o plug entrou devagar, esticando-o. Carlos o girou com malícia, pressionando bem contra a próstata. — Tá sentindo isso, neném? É pra você ficar aberto e desesperado. Alex arqueou as costas, as mãos agarradas aos lençóis. Então Carlos pegou o dildo, passou lubrificante e esfregou na jaula, fazendo o metal vibrar contra o pau preso. — Olha como sua jaulinha treme… tão inútil. Por dez minutos ele o torturou assim: empurrando o plug mais fundo enquanto deslizava a ponta do dildo pela jaula e pelas bolas, sem nunca dar a estimulação que ele precisava. Alex choramingava, quadris se mexendo sozinhos. — Por favor, Pai… quero gozar… — Bebês não gozam — respondeu Carlos com um sorriso cruel. Tirou o plug, limpou tudo e colocou uma fralda nova, mais grossa que a anterior. — Essa é pra não escapar nem uma gota hoje à noite. Fechou a fralda, abaixou o moletom e o abraçou forte. — Bom menino. Amanhã é domingo… dia do banho. No domingo de manhã a luz entrava suave pela janela. Carlos preparou a banheira grande com água morna, sais e um pouco de óleo que cheirava a baunilha. Despiu Alex completamente (tirou o moletom e a fralda encharcada) e o colocou na banheira. — Hoje eu te banho, como meu bebê de 21 anos. Com uma esponja macia começou a lavá-lo: primeiro o peito, depois as costas, descendo devagar até a jaula. Carlos pegou o pau enjaulado com a mão ensaboada e o esfregou com cuidado, fazendo Alex gemer e se agarrar na borda da banheira. — Tão lindo e tão preso… — sussurrou enquanto enfiava dois dedos ensaboados atrás da jaula no cu de Alex, roçando a próstata. Alex tremia todo. Carlos o tirou da banheira, secou com uma toalha grande e o levou direto para a cama. Dessa vez não colocou fralda nem moletom. — Hoje eu te quero pelado, igual a mim. Carlos tirou toda a roupa também. Carlos tinha um peito largo, pouco pelo, uma rola grossa e longa de 18 cm que já estava dura. Deitou-se sobre o garoto, pele contra pele, e o beijou fundo enquanto esfregava sua Ereção contra a grade.
— Quer sentir seu papai dentro? — perguntou contra sua boca.
— Sim… por favor… — suplicou Alex.
Carlos o penetrou devagar, centímetro a centímetro, enquanto a grade batia contra seu abdômen a cada investida. Alex gemia alto, pernas abertas em volta da cintura de seu papai. Carlos o fodia com um ritmo lento e profundo, uma mão segurando os pulsos do garoto acima de sua cabeça.
— Você é meu… meu garotinho engaiolado… — rosnou em seu ouvido.
Alex gozou sem se tocar, apenas com o atrito da grade e o pau de Carlos batendo em sua próstata. Jatos de porra saíram sob pressão entre as barras, manchando seus ventres. Carlos continuou fodendo até gozar dentro dele com um rosnado grave, enchendo-o completamente.
Depois ficaram assim: os dois completamente nus, suados, abraçados na cama. Carlos por cima, ainda dentro de Alex, acariciando seu cabelo enquanto o garoto respirava ofegante contra seu peito.
— Eu te quero assim aos domingos… pelado, cheio de mim — murmurou Carlos beijando sua testa. — Mas na segunda você volta a ser meu bebê de fralda e moletom. Entendeu?
Alex só conseguiu acenar, feliz e exausto, sentindo o peso quente de seu papai dom.
Segunda-feira à tarde:
Carlos abriu a porta do apartamento às 18h30. O som de tiros e música de videogame enchia a sala. Lá estava Alex, sentado no sofá com as pernas cruzadas, completamente concentrado na tela. Ele vestia apenas o moletom preto oversized que chegava até a metade de suas coxas e a fralda grossa que ficava evidente e volumosa embaixo sempre que ele se mexia. A grade ainda estava sob a fralda, pressionando inutilmente depois de todo o dia.
— Então meu bebê de 21 anos está jogando em vez de me esperar como um bom garotinho? — disse Carlos com voz grave e baixa, fechando a porta com um golpe seco.
Alex deu um pulo, o controle caiu de suas mãos. Suas bochechas ficaram vermelhas instantaneamente.
— P-papai… eu só estava… um pouco… — balbuciou. Carlos se aproximou, pegou ele pela nuca e o levantou do sofá sem esforço.
— O tempinho acabou. Hora da troca. E hoje vamos fazer as coisas do jeito que adultos de verdade gostam.
Levou ele para o quarto, estendeu a toalha grande sobre a cama e o empurrou de costas.
— Pernas pra cima, bebê. Me mostra essa fralda suja.
Alex obedeceu, tremendo. Carlos descolou os adesivos devagar, revelando a fralda encharcada de pré-gozo e urina. A gaiola velha brilhava, coberta de fluidos. O pau do Alex estava inchado dentro das grades, desesperado.
— Olha só como você tá… o dia todo pingando que nem uma puta no cio — rosnou Carlos. Tirou a gaiola nova: essa muito menor, de aço brilhante, mal 3 cm de comprimento, cobria completamente o pau do Alex.
Mas antes de colocar, Carlos se sentou entre as pernas abertas do garoto, pegou as chaves da gaiola velha do seu chaveiro. Depois de libertar o Alex, começou a masturbá-lo: movimentos firmes, rápidos, apertando bem onde mais doía.
— Quer gozar, né? — sussurrou enquanto acelerava —. Quer que seu papai te deixe explodir depois de semanas?
Alex gemeu alto, quadris empurrando contra a mão do Carlos, lágrimas de frustração nos olhos.
— Sim, Papai! Por favor! Tô na beira…!
Carlos o levou até o limite: o pau pulsava, a cabecinha vermelha aparecia pingando pré-gozo, prestes a gozar… e aí parou. Tirou a mão de repente.
— Não. Bebês não gozam hoje.
Alex soltou um soluço de pura desesperação, o corpo todo convulsionando. Carlos, sem dar tempo de se recuperar, pegou gelo para amolecer o pau do Alex, depois enfiou tudo dentro da gaiola nova. O metalzinho apertou brutalmente; a pele sensível e sem pelos do Alex. “Click”. Trancada.
— Agora sim. Muito menor. Pra você lembrar o dia todo quem manda.
Colocou uma fralda nova, ainda mais grossa, mas antes de fechá-la com força.
Carlos tirou a roupa em segundos. Seu pau grosso e pesado apareceu imponente sobre o garoto magro. Virou ele de bruços, puxou o moletom até os ombros.
— Agora vou te foder como se fode os putinhos de verdade.
Sem mais lubrificante que sua própria saliva, Carlos se posicionou atrás e enfiou tudo de uma só vez. Alex gritou, as mãos agarradas aos lençóis, também mordendo-os. Carlos o pegou pelos quadris e começou a foder com força brutal: socadas profundas, rápidas, agressivas, fazendo a gaiola nova bater contra a fralda a cada embate.
— Tá sentindo como sua gaiolinha tá pequena agora? — rosnou enquanto dava palmadas fortes —. Tá sentindo como tô arrombando seu cu enquanto você só pode escorrer?
Alex chorava de prazer e dor, o rosto afundado no travesseiro.
— Sim, Papi! Mais forte! Me usa!
Carlos o levantou pelo moletom, o colocou de quatro e o fodeu ainda mais selvagemente: uma mão no pescoço, a outra puxando o cabelo. O som de pele contra pele enchia o quarto. A gaiola pequena impedia qualquer orgasmo; só deixava Alex escorrer sem parar, manchando o interior da fralda.
Depois de vários minutos intensos, Carlos o virou de novo, abriu suas pernas ao máximo e o penetrou olhando nos olhos.
— Olha pra mim enquanto te encho, bebê.
Gozou com um rosnado animal, descarregando jatos quentes e grossos dentro de Alex. O garoto, ainda à beira, só pôde tremer e soluçar enquanto sentia seu Papi Dom o marcar completamente.
Carlos ficou dentro por alguns segundos, ofegante, depois o abraçou forte contra seu peito suado.
— Bonzinho… Amanhã a gaiola fica o dia todo. E a fralda também. E se você se comportar bem… talvez na quarta eu deixe você tentar gozar de novo.
Pegou Alex, o deitou na fralda e finalmente a fechou com força.
Alex, exausto, com a gaiola nova apertando cruelmente e o cu cheio, só pôde sussurrar:
— Obrigado, Papi…
Terça-feira à noite:
Carlos chegou do trabalho com uma sacola preta na mão. Alex o esperava na sala, exatamente como ele havia ordenado: só o moletom preto oversized e a fralda grossa e volumosa. A pequena jaula de aço era sentida como um caroço apertado debaixo da fralda. Ele passou o dia todo pingando sem parar; cada movimento lembrava o quão cruelmente pequena sua jaula estava agora.
— Vem cá, bebê — disse Carlos com voz grave e calma enquanto se sentava no sofá grande.
Alex se aproximou com as bochechas já coradas. Carlos o pegou pelo pulso e o colocou de bruços sobre suas pernas fortes. O corpo magro de Alex se acomodou perfeitamente sobre as coxas grossas de seu Daddy Dom: bunda levantada, pernas penduradas de um lado, peito e braços do outro lado do colo. O moletom subiu sozinho, deixando a fralda exposta.
Carlos passou a mão grande pela fralda volumosa e apertou a jaula através do material.
— Como tá se sentindo a jaulinha nova o dia todo, hein? — perguntou enquanto começava a desabotoar os adesivos da fralda.
— Dói… mas me deixa muito excitado, Papi… — confessou Alex com voz trêmula.
— Bom. Porque hoje vou esquentar sua bundinha primeiro.
Carlos baixou a fralda até os joelhos de Alex, deixando sua bunda nua e pálida ao ar. Sem aviso, sua mão grande caiu com força.
*Plaf!*
O primeiro tapa ecoou na sala. Alex deu um pulo e soltou um gemido agudo.
*Plaf! Plaf! Plaf!*
Carlos começou a dar palmadas firmes e rítmicas, alternando as nádegas, cobrindo toda a superfície. A pele clara de Alex rapidamente ficou rosa, depois vermelha.
— Conta, garotinho.
— U-um… dois… três… *ah!* quatro…
Cada tapa fazia a pequena jaula balançar e mais pré-gozo pingar no sofá. Quando chegou a trinta, a bunda de Alex estava quente, vermelha brilhante e tremendo.
— Bom garoto — murmurou Carlos, acariciando as nádegas ardentes com a palma aberta —. Agora vem a parte divertida.
Ele tirou da bolsa preta toda uma coleção de brinquedos e os colocou em ordem sobre a mesinha:
Um plug pequeno de silicone com vibração
Um plug médio com base larga
Um dildo grosso e venoso de 20 cm
Um vibrador prostático curvado
Um plug inflável grande
Anais grandes
Carlos lubrificou generosamente seus dedos e começou a brincar.
Primeiro enfiou dois dedos dentro do cu ainda quente pelas palmadas, abrindo-o devagar enquanto Alex gemia contra sua coxa. Depois colocou o plug pequeno e o ligou no modo baixo. A vibração fez Alex se contorcer no seu colo.
— Fica quieto, bebê.
Carlos baixou sua mão e brincou com as bolas de Alex, frustrando-o cada vez mais, enquanto com a outra mão, preparava o próximo plug.
Trocou para o plug médio, empurrando-o mais fundo, girando-o para que roçasse a próstata. Alex ofegava e chutava suavemente com as pernas. Carlos pegou então o vibrador prostático e o introduziu, pressionando bem no ponto mágico.
— Pai…! É demais…! — choramingou Alex.
— Ainda não é demais.
Durante os vinte minutos seguintes Carlos brincou sem piedade: tirou um brinquedo, enfiou outro, combinou o dildo grosso com o vibrador na jaula de Alex, até colocou e inflou um pouco o plug inflável até que Alex sentiu que o enchia por completo. Cada vez que o garoto estava prestes a gozar, a jaula pequena o impedia cruelmente, Carlos desacelerava ou trocava de brinquedo, mantendo-o à beira.
Alex estava uma bagunça: cu vermelho pelas palmadas, cheio de brinquedos que entravam e saíam, lágrimas de prazer escorrendo por suas bochechas, pingando sem parar dentro da jaula minúscula.
Finalmente Carlos deixou todos os brinquedos sobre a mesa da sala, deixou só o plug inflável meio inflado e voltou a colocar a fralda nele.
— Já terminamos por hoje, meu garotinho — disse enquanto o abraçava contra seu peito, ainda deitado sobre seu colo—. Amanhã é quarta… talvez eu deixe você tentar gozar. Ou talvez não.
Alex, exausto, com o cu latejando e a jaula apertando mais que nunca, só conseguiu sussurrar:
— Obrigado, Pai… te amo…
Carlos beijou sua cabeça e o manteve ali, sobre suas pernas fortes, acariciando suas costas por vários minutos a mais. Espero que tenham gostado, vamos continuar em breve, deixem nos comentários o que fariam com a Alex?
Carlos tinha 40 anos, voz grave, barba cuidada e mãos grandes que sabiam exatamente como quebrar um garoto de 21. Alex, por sua vez, era tudo ao contrário: magro, pele clara, cabelo preto curto e desgrenhado, olhos grandes que se enchiam de lágrimas quando o envergonhavam. Levavam três meses juntos e a dinâmica estava mais do que clara: Alex era o bebê submisso e Carlos o papai dominante.
Naquela tarde, no apartamento do sétimo andar, Carlos decidiu que era hora de colocar a jaula nele pela primeira vez.
— Tira tudo, bebê — ordenou Carlos enquanto tirava a caixa preta da mesinha de cabeceira.
Alex ficou de pé na frente dele, completamente pelado, já meio duro só pelo tom de voz do seu papai. Tinha 21 anos e seu corpo ainda parecia de adolescente: cintura fina, quadril suave, pau de tamanho pequeno que agora tremia de nervos e excitação.
Carlos sentou na beirada da cama, abriu a jaula de aço inoxidável e a segurou no alto.
— Olha isso, meu menino. A partir de hoje isso vai ser sua nova casa. — Sorriu com aquela mistura de carinho e crueldade que deixava Alex louco —. Abre as pernas.
Carlos tinha deitado Alex na cama, ele obedeceu, afastando os pés. Carlos pegou o pau do garoto com uma mão grande e o colocou dentro da jaula com calma, curtindo o momento. O metal frio abraçou sua carne quente. Alex soltou um gemido abafado quando sentiu o anel base se fechar em volta dos seus testículos. Carlos ajustou o cadeado com um "clic" definitivo e guardou a chave no bolso.
— Pronto. Agora você não é mais um homem. É meu garotinho enjaulado.
Alex olhou para baixo. Seu pau estava preso, pressionando inutilmente contra as grades. Uma gota de lubrificante já aparecia entre elas.
Carlos se levantou, pegou um pacote de fraldas adultas que tinha comprado naquela mesma manhã e o abriu.
— E agora… o toque final para quando você estiver em casa. Ele desenrolou a fralda, colocou embaixo do bumbum do Alex e puxou até a cintura. O material macio e grosso abraçou seus quadris. Por cima, vestiu um dos seus hoodies pretos oversized, tão grande que chegava quase na metade das coxas. O contraste era brutal: um garoto de 21 anos com fralda volumosa e hoodie de adulto, a jaula invisível mas presente por baixo.
— É assim que você vai ficar quando estivermos sozinhos em casa — disse Carlos, passando a mão pela frente da fralda e apertando suavemente a jaula através da camada —. Só fralda e hoodie. Nada mais. Entendido?
— Sim, Papi… — sussurrou Alex, vermelho até as orelhas.
Desde aquele dia a rotina mudou.
De manhã, quando Carlos ia trabalhar, deixava Alex "no modo bebê": só a fralda bem ajustada, o hoodie preto e meias. Alex andava pelo apartamento sentindo a fralda grossa entre as pernas, a jaula roçando toda vez que se mexia. Às vezes Carlos mandava fotos do escritório:
"Tá molhando a fralda como um bom garotinho?"
E Alex, tremendo, tinha que responder com uma foto dele ajoelhado no sofá, hoodie levantado, fralda visível e uma mancha amarela crescendo.
À noite, quando Carlos voltava, trocava o "uniforme".
— Tira a fralda — ordenava.
Alex obedecia, ficando só com o hoodie e a jaula brilhando entre suas pernas. Carlos o colocava de joelhos, puxava o hoodie até a cintura e o fazia engatinhar pela sala enquanto dava palmadinhas suaves na bunda.
— Olha como a jaulinha se mexe… tão inútil, tão pequena.
Às vezes o deitava na cama, braços amarrados com cordas pretas por cima da cabeça, pernas abertas e presas nos postes. Só usava o hoodie (puxado até o peito) e a jaula. Carlos se sentava entre suas pernas, inseria um plug anal que e o fazia ficar à beira por horas.
— Quer gozar, bebê? — sussurrava no ouvido enquanto esfregava a jaula com dois dedos.
— Sim, Papi… por favor… — suplicava Alex entre soluços.
— Não. Garotinhos de fralda não se Eles não correm. Só escorrem.
E Alex escorria. Muito. O pré-gozo saía sem parar, manchando o interior da gaiola, escorrendo pelas suas bolas e molhando os lençóis. Carlos às vezes colocava a fralda nele de novo logo antes de dormir, abraçava-o por trás e sussurrava:
— Amanhã troco sua gaiola por uma menor… e te coloco a fralda mais grossa. Porque você é meu bebê e eu decido quando, como e se algum dia vou deixar você gozar.
Alex adormecia assim: moletom vestido, fralda volumosa, gaiola apertada e o peito de Carlos contra suas costas, sentindo a diferença de idade em cada batida do coração.
Na sexta-feira à noite, Carlos chegou do trabalho mais cedo que o normal. Alex estava exatamente como ele o havia deixado: sentado no sofá, só com o moletom preto oversized e a fralda por baixo. A gaiola pressionava contra a pele lisa e sem pelos de Alex, já molhada de pré-gozo depois de um dia inteiro sem se tocar.
— Hora da troca, bebê — anunciou Carlos com aquela voz grave que sempre fazia Alex corar.
Ele pegou sua mão e o levou ao quarto. Estendeu uma toalha grande sobre a cama e ordenou:
— Deita de costas e levanta as pernas.
Alex obedeceu, tremendo de vergonha e excitação. Carlos descolou os adesivos da fralda com lentidão, revelando o interior encharcado e a gaiola brilhante, completamente coberta de pré-gozo. O pênis preso estava inchado, vermelho, desesperado.
— Olha como você fica escorrendo o dia todo feito um bebê… — murmurou Carlos enquanto limpava com lenços umedecidos o bumbum e a genitália do garoto —. Que sujinho você está.
Alex gemeu quando sentiu os dedos grandes do seu papai roçando a gaiola. Carlos então pegou dois brinquedos da mesinha: um plug anal médio de silicone preto com base brilhante e um dildo grosso e curvado de 18 cm.
— Hoje vamos brincar enquanto te troco.
Primeiro, lubrificou generosamente o plug e o pressionou contra a entrada do ânus de Alex. O garoto soltou um suspiro longo quando o plug entrou devagar, esticando-o. Carlos o girou com malícia, pressionando bem contra a próstata. — Tá sentindo isso, neném? É pra você ficar aberto e desesperado. Alex arqueou as costas, as mãos agarradas aos lençóis. Então Carlos pegou o dildo, passou lubrificante e esfregou na jaula, fazendo o metal vibrar contra o pau preso. — Olha como sua jaulinha treme… tão inútil. Por dez minutos ele o torturou assim: empurrando o plug mais fundo enquanto deslizava a ponta do dildo pela jaula e pelas bolas, sem nunca dar a estimulação que ele precisava. Alex choramingava, quadris se mexendo sozinhos. — Por favor, Pai… quero gozar… — Bebês não gozam — respondeu Carlos com um sorriso cruel. Tirou o plug, limpou tudo e colocou uma fralda nova, mais grossa que a anterior. — Essa é pra não escapar nem uma gota hoje à noite. Fechou a fralda, abaixou o moletom e o abraçou forte. — Bom menino. Amanhã é domingo… dia do banho. No domingo de manhã a luz entrava suave pela janela. Carlos preparou a banheira grande com água morna, sais e um pouco de óleo que cheirava a baunilha. Despiu Alex completamente (tirou o moletom e a fralda encharcada) e o colocou na banheira. — Hoje eu te banho, como meu bebê de 21 anos. Com uma esponja macia começou a lavá-lo: primeiro o peito, depois as costas, descendo devagar até a jaula. Carlos pegou o pau enjaulado com a mão ensaboada e o esfregou com cuidado, fazendo Alex gemer e se agarrar na borda da banheira. — Tão lindo e tão preso… — sussurrou enquanto enfiava dois dedos ensaboados atrás da jaula no cu de Alex, roçando a próstata. Alex tremia todo. Carlos o tirou da banheira, secou com uma toalha grande e o levou direto para a cama. Dessa vez não colocou fralda nem moletom. — Hoje eu te quero pelado, igual a mim. Carlos tirou toda a roupa também. Carlos tinha um peito largo, pouco pelo, uma rola grossa e longa de 18 cm que já estava dura. Deitou-se sobre o garoto, pele contra pele, e o beijou fundo enquanto esfregava sua Ereção contra a grade.
— Quer sentir seu papai dentro? — perguntou contra sua boca.
— Sim… por favor… — suplicou Alex.
Carlos o penetrou devagar, centímetro a centímetro, enquanto a grade batia contra seu abdômen a cada investida. Alex gemia alto, pernas abertas em volta da cintura de seu papai. Carlos o fodia com um ritmo lento e profundo, uma mão segurando os pulsos do garoto acima de sua cabeça.
— Você é meu… meu garotinho engaiolado… — rosnou em seu ouvido.
Alex gozou sem se tocar, apenas com o atrito da grade e o pau de Carlos batendo em sua próstata. Jatos de porra saíram sob pressão entre as barras, manchando seus ventres. Carlos continuou fodendo até gozar dentro dele com um rosnado grave, enchendo-o completamente.
Depois ficaram assim: os dois completamente nus, suados, abraçados na cama. Carlos por cima, ainda dentro de Alex, acariciando seu cabelo enquanto o garoto respirava ofegante contra seu peito.
— Eu te quero assim aos domingos… pelado, cheio de mim — murmurou Carlos beijando sua testa. — Mas na segunda você volta a ser meu bebê de fralda e moletom. Entendeu?
Alex só conseguiu acenar, feliz e exausto, sentindo o peso quente de seu papai dom.
Segunda-feira à tarde:
Carlos abriu a porta do apartamento às 18h30. O som de tiros e música de videogame enchia a sala. Lá estava Alex, sentado no sofá com as pernas cruzadas, completamente concentrado na tela. Ele vestia apenas o moletom preto oversized que chegava até a metade de suas coxas e a fralda grossa que ficava evidente e volumosa embaixo sempre que ele se mexia. A grade ainda estava sob a fralda, pressionando inutilmente depois de todo o dia.
— Então meu bebê de 21 anos está jogando em vez de me esperar como um bom garotinho? — disse Carlos com voz grave e baixa, fechando a porta com um golpe seco.
Alex deu um pulo, o controle caiu de suas mãos. Suas bochechas ficaram vermelhas instantaneamente.
— P-papai… eu só estava… um pouco… — balbuciou. Carlos se aproximou, pegou ele pela nuca e o levantou do sofá sem esforço.
— O tempinho acabou. Hora da troca. E hoje vamos fazer as coisas do jeito que adultos de verdade gostam.
Levou ele para o quarto, estendeu a toalha grande sobre a cama e o empurrou de costas.
— Pernas pra cima, bebê. Me mostra essa fralda suja.
Alex obedeceu, tremendo. Carlos descolou os adesivos devagar, revelando a fralda encharcada de pré-gozo e urina. A gaiola velha brilhava, coberta de fluidos. O pau do Alex estava inchado dentro das grades, desesperado.
— Olha só como você tá… o dia todo pingando que nem uma puta no cio — rosnou Carlos. Tirou a gaiola nova: essa muito menor, de aço brilhante, mal 3 cm de comprimento, cobria completamente o pau do Alex.
Mas antes de colocar, Carlos se sentou entre as pernas abertas do garoto, pegou as chaves da gaiola velha do seu chaveiro. Depois de libertar o Alex, começou a masturbá-lo: movimentos firmes, rápidos, apertando bem onde mais doía.
— Quer gozar, né? — sussurrou enquanto acelerava —. Quer que seu papai te deixe explodir depois de semanas?
Alex gemeu alto, quadris empurrando contra a mão do Carlos, lágrimas de frustração nos olhos.
— Sim, Papai! Por favor! Tô na beira…!
Carlos o levou até o limite: o pau pulsava, a cabecinha vermelha aparecia pingando pré-gozo, prestes a gozar… e aí parou. Tirou a mão de repente.
— Não. Bebês não gozam hoje.
Alex soltou um soluço de pura desesperação, o corpo todo convulsionando. Carlos, sem dar tempo de se recuperar, pegou gelo para amolecer o pau do Alex, depois enfiou tudo dentro da gaiola nova. O metalzinho apertou brutalmente; a pele sensível e sem pelos do Alex. “Click”. Trancada.
— Agora sim. Muito menor. Pra você lembrar o dia todo quem manda.
Colocou uma fralda nova, ainda mais grossa, mas antes de fechá-la com força.
Carlos tirou a roupa em segundos. Seu pau grosso e pesado apareceu imponente sobre o garoto magro. Virou ele de bruços, puxou o moletom até os ombros.
— Agora vou te foder como se fode os putinhos de verdade.
Sem mais lubrificante que sua própria saliva, Carlos se posicionou atrás e enfiou tudo de uma só vez. Alex gritou, as mãos agarradas aos lençóis, também mordendo-os. Carlos o pegou pelos quadris e começou a foder com força brutal: socadas profundas, rápidas, agressivas, fazendo a gaiola nova bater contra a fralda a cada embate.
— Tá sentindo como sua gaiolinha tá pequena agora? — rosnou enquanto dava palmadas fortes —. Tá sentindo como tô arrombando seu cu enquanto você só pode escorrer?
Alex chorava de prazer e dor, o rosto afundado no travesseiro.
— Sim, Papi! Mais forte! Me usa!
Carlos o levantou pelo moletom, o colocou de quatro e o fodeu ainda mais selvagemente: uma mão no pescoço, a outra puxando o cabelo. O som de pele contra pele enchia o quarto. A gaiola pequena impedia qualquer orgasmo; só deixava Alex escorrer sem parar, manchando o interior da fralda.
Depois de vários minutos intensos, Carlos o virou de novo, abriu suas pernas ao máximo e o penetrou olhando nos olhos.
— Olha pra mim enquanto te encho, bebê.
Gozou com um rosnado animal, descarregando jatos quentes e grossos dentro de Alex. O garoto, ainda à beira, só pôde tremer e soluçar enquanto sentia seu Papi Dom o marcar completamente.
Carlos ficou dentro por alguns segundos, ofegante, depois o abraçou forte contra seu peito suado.
— Bonzinho… Amanhã a gaiola fica o dia todo. E a fralda também. E se você se comportar bem… talvez na quarta eu deixe você tentar gozar de novo.
Pegou Alex, o deitou na fralda e finalmente a fechou com força.
Alex, exausto, com a gaiola nova apertando cruelmente e o cu cheio, só pôde sussurrar:
— Obrigado, Papi…
Terça-feira à noite:
Carlos chegou do trabalho com uma sacola preta na mão. Alex o esperava na sala, exatamente como ele havia ordenado: só o moletom preto oversized e a fralda grossa e volumosa. A pequena jaula de aço era sentida como um caroço apertado debaixo da fralda. Ele passou o dia todo pingando sem parar; cada movimento lembrava o quão cruelmente pequena sua jaula estava agora.
— Vem cá, bebê — disse Carlos com voz grave e calma enquanto se sentava no sofá grande.
Alex se aproximou com as bochechas já coradas. Carlos o pegou pelo pulso e o colocou de bruços sobre suas pernas fortes. O corpo magro de Alex se acomodou perfeitamente sobre as coxas grossas de seu Daddy Dom: bunda levantada, pernas penduradas de um lado, peito e braços do outro lado do colo. O moletom subiu sozinho, deixando a fralda exposta.
Carlos passou a mão grande pela fralda volumosa e apertou a jaula através do material.
— Como tá se sentindo a jaulinha nova o dia todo, hein? — perguntou enquanto começava a desabotoar os adesivos da fralda.
— Dói… mas me deixa muito excitado, Papi… — confessou Alex com voz trêmula.
— Bom. Porque hoje vou esquentar sua bundinha primeiro.
Carlos baixou a fralda até os joelhos de Alex, deixando sua bunda nua e pálida ao ar. Sem aviso, sua mão grande caiu com força.
*Plaf!*
O primeiro tapa ecoou na sala. Alex deu um pulo e soltou um gemido agudo.
*Plaf! Plaf! Plaf!*
Carlos começou a dar palmadas firmes e rítmicas, alternando as nádegas, cobrindo toda a superfície. A pele clara de Alex rapidamente ficou rosa, depois vermelha.
— Conta, garotinho.
— U-um… dois… três… *ah!* quatro…
Cada tapa fazia a pequena jaula balançar e mais pré-gozo pingar no sofá. Quando chegou a trinta, a bunda de Alex estava quente, vermelha brilhante e tremendo.
— Bom garoto — murmurou Carlos, acariciando as nádegas ardentes com a palma aberta —. Agora vem a parte divertida.
Ele tirou da bolsa preta toda uma coleção de brinquedos e os colocou em ordem sobre a mesinha:
Um plug pequeno de silicone com vibração
Um plug médio com base larga
Um dildo grosso e venoso de 20 cm
Um vibrador prostático curvado
Um plug inflável grande
Anais grandes
Carlos lubrificou generosamente seus dedos e começou a brincar.
Primeiro enfiou dois dedos dentro do cu ainda quente pelas palmadas, abrindo-o devagar enquanto Alex gemia contra sua coxa. Depois colocou o plug pequeno e o ligou no modo baixo. A vibração fez Alex se contorcer no seu colo.
— Fica quieto, bebê.
Carlos baixou sua mão e brincou com as bolas de Alex, frustrando-o cada vez mais, enquanto com a outra mão, preparava o próximo plug.
Trocou para o plug médio, empurrando-o mais fundo, girando-o para que roçasse a próstata. Alex ofegava e chutava suavemente com as pernas. Carlos pegou então o vibrador prostático e o introduziu, pressionando bem no ponto mágico.
— Pai…! É demais…! — choramingou Alex.
— Ainda não é demais.
Durante os vinte minutos seguintes Carlos brincou sem piedade: tirou um brinquedo, enfiou outro, combinou o dildo grosso com o vibrador na jaula de Alex, até colocou e inflou um pouco o plug inflável até que Alex sentiu que o enchia por completo. Cada vez que o garoto estava prestes a gozar, a jaula pequena o impedia cruelmente, Carlos desacelerava ou trocava de brinquedo, mantendo-o à beira.
Alex estava uma bagunça: cu vermelho pelas palmadas, cheio de brinquedos que entravam e saíam, lágrimas de prazer escorrendo por suas bochechas, pingando sem parar dentro da jaula minúscula.
Finalmente Carlos deixou todos os brinquedos sobre a mesa da sala, deixou só o plug inflável meio inflado e voltou a colocar a fralda nele.
— Já terminamos por hoje, meu garotinho — disse enquanto o abraçava contra seu peito, ainda deitado sobre seu colo—. Amanhã é quarta… talvez eu deixe você tentar gozar. Ou talvez não.
Alex, exausto, com o cu latejando e a jaula apertando mais que nunca, só conseguiu sussurrar:
— Obrigado, Pai… te amo…
Carlos beijou sua cabeça e o manteve ali, sobre suas pernas fortes, acariciando suas costas por vários minutos a mais. Espero que tenham gostado, vamos continuar em breve, deixem nos comentários o que fariam com a Alex?
1 comentários - Alex e Carlos (Uma fantasia que espero realizar)