Fala galera, trouxe uma história que um usuário me mandou na minha conta antes dela ser fechada. Pra quem tiver uma história pra contar e quiser que eu publique, é só me chamar.
PS: Evita colocar o nome das pessoas pra manter o anonimato.
Fala, tenho um causo. Isso rolou na Pandemia, bem na hora que o bagulho do vírus explodiu. Mas pra dar um contexto, vamos do começo. Eu e meus pais temos uma relação relativamente normal, mais com a minha mãe, porque meu pai nunca foi muito presente na minha vida. Ele era mais presente com meu irmão do que comigo, talvez por duvidar que eu fosse filho dele de verdade. A parada é que ele sempre chamava meu irmão pra fazer alguma coisa e eu ficava em casa. Pois bem, meu pai mora no Chaco, e eu no interior de Corrientes. Naquela época, lá por março, já se falava do covid, mas não era tão relevante até que explodiu tudo. E foi bem na hora que meu pai convidou meu irmão pra passar um tempo na casa dele e ficar com os avós, porque a família do meu pai adora meu irmão, muito mais do que a mim. Ele já tinha terminado o colégio e tava no ano sabático. Eu, por outro lado, tava me fudendo com a faculdade, porque estudo na UNNE. Então, tenho uns 24 anos, magro. Meu irmão mais novo tem 18 recém-feitos. Voltando ao assunto, quando a pandemia explodiu, uma das primeiras medidas foi fechar a ponte Chaco-Corrientes. Meu irmão falou que ia aproveitar pra ficar por lá, já que o bagulho ia durar só duas semanas. Eram "férias". Bom, não culpo ele, pensei a mesma coisa e voltei pro interior com minha mãe. Ela na época tava com 45 anos (é gordinha, peituda, 1,60m, uma mulher de rosto bonito). Aí a gente ficava de olho nas notícias até que virou obrigatório não poder sair nem na esquina. Nessa época, minha mãe cuidava de tudo: limpava, ia buscar a mercadoria pra se abastecer e se virava pra pagar as contas sem ter ter que sair. Como professora, por sorte ainda recebia o salário mesmo em casa. Eu, por minha vez, só existia, me conectava pra jogar no videogame e, de vez em quando, esperava alguma notícia pra dar um jeito de sair e encher o saco com meus amigos. Os dias passavam e mais casos do vírus por todo lado. Minha mãe e eu tínhamos uma rotina normal, mas eu passava a maior parte do tempo trancado jogando ou frustrado por não poder sair, e também sem poder ver pornô porque minha mãe ficava quase o dia inteiro em casa. E ela, bom, perdeu as saídas de fim de semana com as amigas, então às vezes abria um vinho e ficava em videochamada com elas quando não estava vendo séries nem nada. Tudo era assim, rotineiro, até que um dia minha mãe me pede pra arrumar o notebook dela. Tava largado e lento, e justo tinham pedido pra ela estar preparada pra essa parada de ensino remoto (na minha faculdade já tavam nessa, mas eu me fiz de doido e deixei as matérias de lado, achando que a pandemia não ia durar muito). Então, como tenho um certo conhecimento nisso, topei. Deixei o notebook na minha mesa e falei que ia fazer depois de tomar banho. Enquanto me lavava, ouvi minha mãe dizer que ia sair pra comprar umas coisas e já voltava. Eu só gritei que tava tudo bem, pra ela se cuidar. Cinco minutos depois, saí do banho e sentei na minha mesa pra ver o que tinha no computador dela. Encontrei o de sempre: programas desnecessários, cheio de documentos, e lento pra caralho. Tava apagando programas quando um deles, do nada, abriu o Google Chrome. Era uma propaganda daquelas que aparecem às vezes quando você desinstala certos programas. Bom, não liguei até perceber que tava logado no Google. A curiosidade bateu, abri as fotos por puro tesão pra bisbilhotar, e o que encontrei mudou pra sempre a forma como vejo minha mãe: fotos dos peitos dela, fotos da buceta depilada tiradas debaixo dos lençóis, fotos da raba dela mostrando o cu, várias fotos e prints de conversas quentes com outros homens e por aí vai. Naquela hora, meu coração tava a mil por hora. Depois, por inércia, cliquei na lixeira de fotos e tinha vídeos. Reproduzi um e era minha mãe fazendo um boquete em alguém. Essa pessoa passava a pica nos lábios dela, fazia ela engasgar enquanto dizia que ela era a puta dele e tal. Depois, tinha outro vídeo onde ele gozava na boca dela, tava cheio disso.
Eu já não aguentava mais, entre meu coração que saía do peito com o mesmo nervosismo da primeira vez que descobri pornô, e a pica dura pra caralho por ver como tratavam minha mãe. Aí comecei a olhar mais fotos, tinha de todo tipo dela, até se enfiando coisas. Eu já não aguentava mais de tesão. Depois, ligando os pontos, percebi que minha mãe não saía só pra fazer compras; ela se encontrava pra beber com uns caras, às vezes no meio do dia, outras na sesta. As vezes que saía pra comprar coisas e não trazia nada porque não achava, começou a fazer sentido. Nessa altura, já tinha batido umas três punhetas com o vídeo da minha mãe chupando e engolindo porra. Ela era uma puta na cama, com todas as letras, e eu nem desconfiava. Quando tava prestes a dedicar outra masturbação, ouvi o portão de casa. Era minha mãe. Me apressei pra sair da página e entrar no banheiro pra tomar outro banho. Minha mãe entrou, cumprimentou normal e começou a cozinhar.
Os dias passaram, e eu simplesmente deixei o notebook de castigo no meu quarto, dizendo que tinha desmontado ou alguma desculpa pra ela não pedir. E de noite, entrava na conta dela e às vezes encontrava fotos novas. Ficando mais esperto, descobri o momento em que ela fazia as coisas dela: era ou quando dormia ou quando tava à toa no videogame ou algo assim. Então, numa sexta, sabendo que ela bebia enquanto conversava com as amigas, já que sábado não trabalhava, fiquei acordado o máximo que pude. Quando já era de madrugada e ouvi ela sair do banho e entrar no quarto dela (não sem antes apagar as luzes), ouvi ela entrar no quarto. Passaram os minutos e fui devagar até a porta dela. Ela estava meio aberta, porque não fechava direito, então eu deixava ela encostada quase sempre. Olhei pela fresta e, na escuridão total, só dava pra ver o rosto da minha mãe, como quem vê vídeos, mas num movimento dela se ajeitando, notei que estava pelada, peitos de fora. Nessa altura, a pica já tava pulsando a mil. Devo ter ficado umas boas horas na porta dela esperando alguma coisa, até que vejo ela começar a tirar fotos. Tava conversando com alguém, vi ela mandar fotos da buceta e, enquanto lia alguma coisa com a outra mão, ela se tocava. Aos poucos, a intensidade foi aumentando, e eu, já incomodado com o short, simplesmente tirei ele e joguei de lado pra continuar me masturbando enquanto via. De repente, começaram a sair gemidos, e depois notei que ela já tava vendo vídeos, porque colocou o celular de lado. Eu, por minha vez, tava fascinado quando minha mãe enfiava a mão na buceta e lambia os próprios fluidos com a língua — minha boca enchia d'água. Não aguentava mais, e por causa disso, num descuido, acabei batendo de leve na porta da minha mãe, fazendo ela abrir um pouco. Eu literalmente sumi pro meu quarto, me joguei na cama e fingi que tava dormindo, todo coberto. Depois de uns minutos, notei a luz do celular da minha mãe vendo o que tinha acontecido, e ela voltou pro quarto dela. Quis sair pra olhar de novo, mas percebi que minha mãe deixou minha roupa bem encostada na minha porta. Saí tão apressado que deixei bem na cara. Com isso que aconteceu, fiquei com tanto medo que não quis chegar perto do quarto dela e acabei dormindo. No dia seguinte, minha mãe tava um pouco mais carinhosa e atenta. Conversamos tudo normal e tal, e ela me disse que hoje à noite uma amiga dela ia visitar, que eu ficasse tranquilo porque a amiga também tava isolada igual a ela. Eu só falei "beleza" e segui meu dia meio perturbado, porque me sentia descoberto. Chegou 22h e, logo depois que jantamos, quase de fininho, a amiga dela apareceu com uns vinhos e tal. Tavam contentes, gritando e fazendo... Barulho enquanto eu só jogava no play, já era quase 2 da manhã e resolvi ir no banheiro. Quando saio, cruzo com minha mãe que tá com música tocando enquanto prepara mais um drink com a amiga dela do lado, conversando. Passo, cumprimento e entro no banheiro. Daí a pouco saio e a amiga da minha mãe entra no banheiro, então cruzo com ela na cozinha e ela me oferece um drink, aceito. Bebo e quase não consigo engolir, não sei que mistura ela tava tomando, mas tava muito forte. Ela ri e fala: "por que não junta a gente?" Eu recuso rindo e ela dá um tapinha no meu pau quando viro de costas. Entro no meu quarto e fico em choque, eufórico, tremendo. Que que foi isso? O que rolou? Depois só falei que foi um erro, balancei a cabeça e comecei a jogar play pra me distrair. Passa uma hora e escuto elas se despedindo. Quando saio pra ver o que houve, encontro minha mãe bem bêbada, ainda rindo, e ela fala: "ei, vem cá que ainda tem uma garrafa". Daí comecei a prestar mais atenção em como ela tava vestida. Ela tava com um vestidinho azul bem justo no corpo, com um decote marcado. Não conseguia parar de olhar pra minha mãe com outros olhos. Enquanto ela prepara outro drink, eu chego perto e pergunto como tão as coisas, e ela só fala: "bem, hoje é um bom dia, temos que aproveitar que podemos ficar mais despreocupados". Eu só ri e falei que sim, e tomei um gole grande da bebida dela. Quando tô engolindo, minha mãe, com toda cara de pau, coloca a mão diretamente no meu pau. Eu tento recuar, mas ela continua empurrando a mão ali até eu ficar encostado na parede. Ela chega perto de mim e fala: "cê acha que eu não sei que você tava se tocando me olhando?" Fiquei mudo. Com o rosto sério e safado, ela pergunta: "gostou do que viu?" Eu só falei que sim, balançando a cabeça, e ela massageava meu pau. Aí ela fala: "você é igual a mim, temos o mesmo jeito de pensar, amor. Saiu igual a mim, igualmente doente." Aí ela se aproxima devagar do meu rosto e... me dá um beijo, e eu correspondo com um beijo mais violento e apaixonado, já não aguentava mais, não me importava com nada, só queria foder e minha mãe pra mim já não era mais minha mãe, era uma mulher que me acendeu na hora, enquanto eu beijava ela, ela pega e mete a mão dentro da minha calça e começa a me masturbar devagar até que me joga com força contra a parede, me abaixa o short com violência e mete meu pau inteiro na boca de uma vez, e começa a chupar como ninguém, meu corpo treme, luto pra não gozar e ela não para de chupar de um jeito que vocês não imaginam, depois se levantou de repente, me pegou pela mão e me levou pro quarto dela, lá me jogou na cama e continuou chupando, até que num momento eu gozo com toda a raiva e ela não parava, foi a gozada da minha vida, naquele exato momento depois que minha mãe engoliu tudo, tirou meu pau da boca dela, tirou a calcinha rápido, me obrigou a ajoelhar e começou a esfregar a buceta na minha cara toda, eu chupava, beijava, ela estava tão molhada que escorria pela minha cara as gotas dela enquanto ela gozava e eu já quase não conseguia respirar, empurrei ela na cama e ela ficou deitada de barriga pra cima, aí subi e comecei a chupar a boceta dela, a meter os dedos e tudo mais, ela se contorcia, passei a língua até no cu dela com todo o prazer do mundo, meu pau já naquela hora era um mastro de novo, aí ela me grita quase com desespero, ali na gaveta!! Me passa o creme!, aí eu obedeço rápido e tiro da gaveta da mesinha dela um lubrificante, ela passa na mão, enquanto com a outra me agarra pela nuca e me joga contra ela na cama, me beija quase como se a vida dela dependesse disso enquanto passa lubrificante no meu pau e encaixa ela mesma na entrada da bunda dela, eu faço um pouco de pressão e o pau inteiro entra no cu dela, aí ela solta um gemido quase sufocante e eu começo a bombar com força, ela curtia, se contorcia e eu quando já estava quase gozando de novo começo a beijar ela bronca, acabei rasgando um pouco o vestido dela pra liberar os peitos, que eu chupava e mordia quando dava, e depois, enquanto enfiava a língua até a garganta dela, comecei a gozar dentro dela com tanta intensidade que ela se mijou toda na cama, quase convulsionando de prazer, e eu segurando ela com força pelas nádegas, apertando os peitos dela contra meu rosto pra que meu pau não saísse do cu dela em nenhum momento, e acabei gozando tudo dentro dela.
Depois disso, ficamos os dois ofegantes na cama, abraçados, ela com as pernas me envolvendo e eu com meu pau ainda pulsando dentro do cu dela. Já não sentia que estava com minha mãe, sentia que estava com alguém que poderia ser minha mulher, uma química que nunca pensei que poderia ter com alguém. Naquele dia, depois de uns beijos apaixonados e longos, dormimos. No dia seguinte, acordei e ela não estava na cama. Fui até a cozinha e lá estava ela, de fio dental e uma camiseta casual sem nada por baixo, terminando de fazer o café da manhã. Ela me diz "oi, meu amor" com um beijo na boca, e o dia seguiu normal até que a vontade de foder nos pegou de novo depois do café. Mas isso é história pra outro momento.
Se vocês têm alguma anedota pra contar, não hesitem em me mandar uma mensagem. Abraços!
PS: Evita colocar o nome das pessoas pra manter o anonimato.
Fala, tenho um causo. Isso rolou na Pandemia, bem na hora que o bagulho do vírus explodiu. Mas pra dar um contexto, vamos do começo. Eu e meus pais temos uma relação relativamente normal, mais com a minha mãe, porque meu pai nunca foi muito presente na minha vida. Ele era mais presente com meu irmão do que comigo, talvez por duvidar que eu fosse filho dele de verdade. A parada é que ele sempre chamava meu irmão pra fazer alguma coisa e eu ficava em casa. Pois bem, meu pai mora no Chaco, e eu no interior de Corrientes. Naquela época, lá por março, já se falava do covid, mas não era tão relevante até que explodiu tudo. E foi bem na hora que meu pai convidou meu irmão pra passar um tempo na casa dele e ficar com os avós, porque a família do meu pai adora meu irmão, muito mais do que a mim. Ele já tinha terminado o colégio e tava no ano sabático. Eu, por outro lado, tava me fudendo com a faculdade, porque estudo na UNNE. Então, tenho uns 24 anos, magro. Meu irmão mais novo tem 18 recém-feitos. Voltando ao assunto, quando a pandemia explodiu, uma das primeiras medidas foi fechar a ponte Chaco-Corrientes. Meu irmão falou que ia aproveitar pra ficar por lá, já que o bagulho ia durar só duas semanas. Eram "férias". Bom, não culpo ele, pensei a mesma coisa e voltei pro interior com minha mãe. Ela na época tava com 45 anos (é gordinha, peituda, 1,60m, uma mulher de rosto bonito). Aí a gente ficava de olho nas notícias até que virou obrigatório não poder sair nem na esquina. Nessa época, minha mãe cuidava de tudo: limpava, ia buscar a mercadoria pra se abastecer e se virava pra pagar as contas sem ter ter que sair. Como professora, por sorte ainda recebia o salário mesmo em casa. Eu, por minha vez, só existia, me conectava pra jogar no videogame e, de vez em quando, esperava alguma notícia pra dar um jeito de sair e encher o saco com meus amigos. Os dias passavam e mais casos do vírus por todo lado. Minha mãe e eu tínhamos uma rotina normal, mas eu passava a maior parte do tempo trancado jogando ou frustrado por não poder sair, e também sem poder ver pornô porque minha mãe ficava quase o dia inteiro em casa. E ela, bom, perdeu as saídas de fim de semana com as amigas, então às vezes abria um vinho e ficava em videochamada com elas quando não estava vendo séries nem nada. Tudo era assim, rotineiro, até que um dia minha mãe me pede pra arrumar o notebook dela. Tava largado e lento, e justo tinham pedido pra ela estar preparada pra essa parada de ensino remoto (na minha faculdade já tavam nessa, mas eu me fiz de doido e deixei as matérias de lado, achando que a pandemia não ia durar muito). Então, como tenho um certo conhecimento nisso, topei. Deixei o notebook na minha mesa e falei que ia fazer depois de tomar banho. Enquanto me lavava, ouvi minha mãe dizer que ia sair pra comprar umas coisas e já voltava. Eu só gritei que tava tudo bem, pra ela se cuidar. Cinco minutos depois, saí do banho e sentei na minha mesa pra ver o que tinha no computador dela. Encontrei o de sempre: programas desnecessários, cheio de documentos, e lento pra caralho. Tava apagando programas quando um deles, do nada, abriu o Google Chrome. Era uma propaganda daquelas que aparecem às vezes quando você desinstala certos programas. Bom, não liguei até perceber que tava logado no Google. A curiosidade bateu, abri as fotos por puro tesão pra bisbilhotar, e o que encontrei mudou pra sempre a forma como vejo minha mãe: fotos dos peitos dela, fotos da buceta depilada tiradas debaixo dos lençóis, fotos da raba dela mostrando o cu, várias fotos e prints de conversas quentes com outros homens e por aí vai. Naquela hora, meu coração tava a mil por hora. Depois, por inércia, cliquei na lixeira de fotos e tinha vídeos. Reproduzi um e era minha mãe fazendo um boquete em alguém. Essa pessoa passava a pica nos lábios dela, fazia ela engasgar enquanto dizia que ela era a puta dele e tal. Depois, tinha outro vídeo onde ele gozava na boca dela, tava cheio disso.
Eu já não aguentava mais, entre meu coração que saía do peito com o mesmo nervosismo da primeira vez que descobri pornô, e a pica dura pra caralho por ver como tratavam minha mãe. Aí comecei a olhar mais fotos, tinha de todo tipo dela, até se enfiando coisas. Eu já não aguentava mais de tesão. Depois, ligando os pontos, percebi que minha mãe não saía só pra fazer compras; ela se encontrava pra beber com uns caras, às vezes no meio do dia, outras na sesta. As vezes que saía pra comprar coisas e não trazia nada porque não achava, começou a fazer sentido. Nessa altura, já tinha batido umas três punhetas com o vídeo da minha mãe chupando e engolindo porra. Ela era uma puta na cama, com todas as letras, e eu nem desconfiava. Quando tava prestes a dedicar outra masturbação, ouvi o portão de casa. Era minha mãe. Me apressei pra sair da página e entrar no banheiro pra tomar outro banho. Minha mãe entrou, cumprimentou normal e começou a cozinhar.
Os dias passaram, e eu simplesmente deixei o notebook de castigo no meu quarto, dizendo que tinha desmontado ou alguma desculpa pra ela não pedir. E de noite, entrava na conta dela e às vezes encontrava fotos novas. Ficando mais esperto, descobri o momento em que ela fazia as coisas dela: era ou quando dormia ou quando tava à toa no videogame ou algo assim. Então, numa sexta, sabendo que ela bebia enquanto conversava com as amigas, já que sábado não trabalhava, fiquei acordado o máximo que pude. Quando já era de madrugada e ouvi ela sair do banho e entrar no quarto dela (não sem antes apagar as luzes), ouvi ela entrar no quarto. Passaram os minutos e fui devagar até a porta dela. Ela estava meio aberta, porque não fechava direito, então eu deixava ela encostada quase sempre. Olhei pela fresta e, na escuridão total, só dava pra ver o rosto da minha mãe, como quem vê vídeos, mas num movimento dela se ajeitando, notei que estava pelada, peitos de fora. Nessa altura, a pica já tava pulsando a mil. Devo ter ficado umas boas horas na porta dela esperando alguma coisa, até que vejo ela começar a tirar fotos. Tava conversando com alguém, vi ela mandar fotos da buceta e, enquanto lia alguma coisa com a outra mão, ela se tocava. Aos poucos, a intensidade foi aumentando, e eu, já incomodado com o short, simplesmente tirei ele e joguei de lado pra continuar me masturbando enquanto via. De repente, começaram a sair gemidos, e depois notei que ela já tava vendo vídeos, porque colocou o celular de lado. Eu, por minha vez, tava fascinado quando minha mãe enfiava a mão na buceta e lambia os próprios fluidos com a língua — minha boca enchia d'água. Não aguentava mais, e por causa disso, num descuido, acabei batendo de leve na porta da minha mãe, fazendo ela abrir um pouco. Eu literalmente sumi pro meu quarto, me joguei na cama e fingi que tava dormindo, todo coberto. Depois de uns minutos, notei a luz do celular da minha mãe vendo o que tinha acontecido, e ela voltou pro quarto dela. Quis sair pra olhar de novo, mas percebi que minha mãe deixou minha roupa bem encostada na minha porta. Saí tão apressado que deixei bem na cara. Com isso que aconteceu, fiquei com tanto medo que não quis chegar perto do quarto dela e acabei dormindo. No dia seguinte, minha mãe tava um pouco mais carinhosa e atenta. Conversamos tudo normal e tal, e ela me disse que hoje à noite uma amiga dela ia visitar, que eu ficasse tranquilo porque a amiga também tava isolada igual a ela. Eu só falei "beleza" e segui meu dia meio perturbado, porque me sentia descoberto. Chegou 22h e, logo depois que jantamos, quase de fininho, a amiga dela apareceu com uns vinhos e tal. Tavam contentes, gritando e fazendo... Barulho enquanto eu só jogava no play, já era quase 2 da manhã e resolvi ir no banheiro. Quando saio, cruzo com minha mãe que tá com música tocando enquanto prepara mais um drink com a amiga dela do lado, conversando. Passo, cumprimento e entro no banheiro. Daí a pouco saio e a amiga da minha mãe entra no banheiro, então cruzo com ela na cozinha e ela me oferece um drink, aceito. Bebo e quase não consigo engolir, não sei que mistura ela tava tomando, mas tava muito forte. Ela ri e fala: "por que não junta a gente?" Eu recuso rindo e ela dá um tapinha no meu pau quando viro de costas. Entro no meu quarto e fico em choque, eufórico, tremendo. Que que foi isso? O que rolou? Depois só falei que foi um erro, balancei a cabeça e comecei a jogar play pra me distrair. Passa uma hora e escuto elas se despedindo. Quando saio pra ver o que houve, encontro minha mãe bem bêbada, ainda rindo, e ela fala: "ei, vem cá que ainda tem uma garrafa". Daí comecei a prestar mais atenção em como ela tava vestida. Ela tava com um vestidinho azul bem justo no corpo, com um decote marcado. Não conseguia parar de olhar pra minha mãe com outros olhos. Enquanto ela prepara outro drink, eu chego perto e pergunto como tão as coisas, e ela só fala: "bem, hoje é um bom dia, temos que aproveitar que podemos ficar mais despreocupados". Eu só ri e falei que sim, e tomei um gole grande da bebida dela. Quando tô engolindo, minha mãe, com toda cara de pau, coloca a mão diretamente no meu pau. Eu tento recuar, mas ela continua empurrando a mão ali até eu ficar encostado na parede. Ela chega perto de mim e fala: "cê acha que eu não sei que você tava se tocando me olhando?" Fiquei mudo. Com o rosto sério e safado, ela pergunta: "gostou do que viu?" Eu só falei que sim, balançando a cabeça, e ela massageava meu pau. Aí ela fala: "você é igual a mim, temos o mesmo jeito de pensar, amor. Saiu igual a mim, igualmente doente." Aí ela se aproxima devagar do meu rosto e... me dá um beijo, e eu correspondo com um beijo mais violento e apaixonado, já não aguentava mais, não me importava com nada, só queria foder e minha mãe pra mim já não era mais minha mãe, era uma mulher que me acendeu na hora, enquanto eu beijava ela, ela pega e mete a mão dentro da minha calça e começa a me masturbar devagar até que me joga com força contra a parede, me abaixa o short com violência e mete meu pau inteiro na boca de uma vez, e começa a chupar como ninguém, meu corpo treme, luto pra não gozar e ela não para de chupar de um jeito que vocês não imaginam, depois se levantou de repente, me pegou pela mão e me levou pro quarto dela, lá me jogou na cama e continuou chupando, até que num momento eu gozo com toda a raiva e ela não parava, foi a gozada da minha vida, naquele exato momento depois que minha mãe engoliu tudo, tirou meu pau da boca dela, tirou a calcinha rápido, me obrigou a ajoelhar e começou a esfregar a buceta na minha cara toda, eu chupava, beijava, ela estava tão molhada que escorria pela minha cara as gotas dela enquanto ela gozava e eu já quase não conseguia respirar, empurrei ela na cama e ela ficou deitada de barriga pra cima, aí subi e comecei a chupar a boceta dela, a meter os dedos e tudo mais, ela se contorcia, passei a língua até no cu dela com todo o prazer do mundo, meu pau já naquela hora era um mastro de novo, aí ela me grita quase com desespero, ali na gaveta!! Me passa o creme!, aí eu obedeço rápido e tiro da gaveta da mesinha dela um lubrificante, ela passa na mão, enquanto com a outra me agarra pela nuca e me joga contra ela na cama, me beija quase como se a vida dela dependesse disso enquanto passa lubrificante no meu pau e encaixa ela mesma na entrada da bunda dela, eu faço um pouco de pressão e o pau inteiro entra no cu dela, aí ela solta um gemido quase sufocante e eu começo a bombar com força, ela curtia, se contorcia e eu quando já estava quase gozando de novo começo a beijar ela bronca, acabei rasgando um pouco o vestido dela pra liberar os peitos, que eu chupava e mordia quando dava, e depois, enquanto enfiava a língua até a garganta dela, comecei a gozar dentro dela com tanta intensidade que ela se mijou toda na cama, quase convulsionando de prazer, e eu segurando ela com força pelas nádegas, apertando os peitos dela contra meu rosto pra que meu pau não saísse do cu dela em nenhum momento, e acabei gozando tudo dentro dela.
Depois disso, ficamos os dois ofegantes na cama, abraçados, ela com as pernas me envolvendo e eu com meu pau ainda pulsando dentro do cu dela. Já não sentia que estava com minha mãe, sentia que estava com alguém que poderia ser minha mulher, uma química que nunca pensei que poderia ter com alguém. Naquele dia, depois de uns beijos apaixonados e longos, dormimos. No dia seguinte, acordei e ela não estava na cama. Fui até a cozinha e lá estava ela, de fio dental e uma camiseta casual sem nada por baixo, terminando de fazer o café da manhã. Ela me diz "oi, meu amor" com um beijo na boca, e o dia seguiu normal até que a vontade de foder nos pegou de novo depois do café. Mas isso é história pra outro momento.
Se vocês têm alguma anedota pra contar, não hesitem em me mandar uma mensagem. Abraços!
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