Alex era um cara comum de 22 anos: universitário, gamer, morava com o pai viĂşvo num apartamento simples. Tudo mudou numa noite de tempestade. Ele foi dormir se sentindo estranho depois de um sonho bizarro onde uma voz sussurrava "deseje ser quem vocĂŞ realmente Ă©". Ao acordar, o corpo dele tinha se transformado completamente. Peitos grandes e firmes (tamanho 36D), cintura fina, quadril largo, uma buceta depilada e sensĂvel entre as pernas, cabelo longo castanho caindo pelas costas e um rosto feminino lindo, com lábios carnudos e olhos grandes. Ele se olhou no espelho e se chamou de Alexa. A voz dela era doce e rouca ao mesmo tempo.
A vida dela mudou completamente. De repente, os homens olhavam pra ela na rua. Ela teve que aprender a andar de salto, escolher roupas que valorizassem as novas curvas e, principalmente, lidar com o desejo que agora sentia no próprio corpo. Mas o mais intenso era em casa, com o pai dela. Carlos, de 48 anos, alto, forte e ainda bonitão, tinha criado a Alex sozinho. Agora, toda vez que a Alexa descia pra cozinha de shortinho curto e camiseta sem sutiã, os olhos do pai demoravam um segundo a mais nos peitos dela. Quando se abraçavam pra se despedir, o abraço durava mais. Uma noite, ela saiu do banho só de toalha e deu de cara com ele no corredor. Carlos engoliu seco, o olhar desceu sem querer pra curva dos peitos dela, que ameaçavam escapar. Ele ficou vermelho, murmurou um "desculpa, filha" e se enfiou no quarto. Mas a Alexa viu o volume evidente na calça de pijama dele. Desde aquele dia, a tensão era elétrica e inconsciente: ele olhava quando ela se abaixava pra pegar alguma coisa, e ela sentia a buceta molhar só de saber que o próprio pai a desejava sem conseguir admitir. Uma tarde, enquanto viam um filme no sofá, a mão do Carlos "sem querer" roçou a coxa nua da Alexa e ficou ali uns segundos a mais do que o normal. Nenhum dos dois disse nada, mas os dois sentiram o calor subir.
Duas semanas depois, chegou a reuniĂŁo familiar anual na casa do avĂ´, nos arredores. Uma mansĂŁo enorme, mas com sĂł cinco quartos. Tinha tios, primos, primas e atĂ© amigos da famĂlia. Todo mundo teve que dividir espaço. — Alexa, vem — disse o tio Gerardo naquela mesma tarde, com um sorrisĂŁo no rosto —. Eu fico com o quarto maior do segundo andar. Tem uma cama king e um sofá. VocĂŞ fica comigo, assim eu cuido de vocĂŞ. Certo, sobrinha? NinguĂ©m questionou. Carlos sĂł apertou a mandĂbula, mas nĂŁo falou nada. Na primeira noite, Alexa vestiu uma camisola de cetim preta, curtĂssima, que mal cobria a metade das coxas. Os peitões dela balançavam soltos por baixo do tecido fino, os bicos marcando a cada respiração. Ela se enfiou na cama enquanto Gerardo saĂa do banheiro sĂł de cueca. Ele ficou paralisado. Olhou ela de cima a baixo: as tetas quicando de leve quando ela se acomodou contra os travesseiros, as pernas cruzadas, a barra da camisola subindo e deixando ver o começo da bunda redonda dela. A pica do Gerardo endureceu na hora, empurrando o pano da cueca de um jeito impossĂvel de esconder. Alexa viu. Sentiu um calor molhado entre as pernas.

—Boa noite, tio —sussurrou ela com voz inocente, mas os olhos brilhavam. Gerardo apagou a luz e se deitou de costas, a respiração pesada. NĂŁo aconteceu nada… naquela noite. Mas no dia seguinte, sábado, Alexa decidiu brincar. O dia inteiro flertou sem que ninguĂ©m percebesse. Na cozinha, enquanto preparavam o cafĂ© da manhĂŁ em famĂlia, ela se abaixou na frente dele pra pegar uma colher caĂda. A camisola curta levantou e Gerardo viu a bunda perfeita dela e a tanga preta que mal cobria alguma coisa. —Ai, tio… me ajuda a levantar? —disse ela, se virando e deixando os peitos quase escaparem do decote. Na piscina, com um biquĂni branco que ficava transparente quando molhava, ela se aproximou nadando e “sem querer” roçou a mĂŁo na virilha de Gerardo debaixo d’água. Sentiu o pau duro de novo. —VocĂŞ Ă© muito forte, tio… adoro como vocĂŞ fica sem camisa —sussurrou perto do ouvido dele enquanto os primos brincavam ao redor.


No pátio, enquanto todo mundo comia carne assada, ela sentou do lado dele e cruzou as pernas de um jeito que o short subiu. Cada vez que ria, se inclinava pra ele e os peitos roçavam no braço do tio. Ela sussurrava coisas tipo: — Ontem Ă noite te vi muito… tenso. Dormiu mal, tio Gerardo? Carlos, de longe, observava os dois com uma mistura de ciĂşme e tesĂŁo que ele nĂŁo entendia direito. A noite chegou. Mal fecharam a porta do quarto, Gerardo já nĂŁo aguentava mais. — Alexa… vocĂŞ tá me deixando louco desde ontem — ele rosnou, empurrando ela contra a parede. Beijou com força, metendo a lĂngua enquanto as mĂŁos grandes arrancavam a camisola dela. Os peitos da Alexa pularam livres e ele agarrou com força, chupando os bicos duros. Ela gemeu alto. — Tio… sim… me toca do jeito que quiser. Gerardo jogou ela na cama, abriu as pernas dela e enfiou dois dedos na buceta já toda molhada. Alexa arqueou as costas e gritou. Depois, ele baixou a cueca, puxou uma piroca grossa, cheia de veias e bem dura, e meteu de uma vez sĂł atĂ© o fundo.
—Aaaah! Tio! Que enorme! —gritou Alexa. Gerardo comeu ela que nem um animal. Metia com força, a cama batia na parede, os peitos dela balançavam selvagemente. Colocou ela de quatro, puxou o cabelo e penetrou mais fundo. —Vou te foder a noite inteira, sua putinha sobrinha —rosnou no ouvido dela. Alexa gemia sem controle: —Isso, tio! Mais forte! Me come como sua puta! Ahhh! Vou gozar! Os barulhos eram escandalosos: o som molhado da rola entrando e saindo, as batidas do quadril dele na bunda dela, os gemidos agudos da Alexa ecoando pela casa toda. Nos quartos ao lado, primos, tios e até o Carlos acordaram. Dava pra ouvir claramente os "isso, tio, me arrebenta!" e os grunhidos graves do Gerardo. Alguém murmurou "que porra é essa…?" mas ninguém ousou bater na porta. Gerardo gozou dentro dela com um rugido, enchendo ela de porra quente enquanto Alexa tremia num orgasmo tão forte que os olhos dela lacrimejaram. Ficaram ofegantes, suados, com a rola ainda dentro.
No dia seguinte, ninguĂ©m disse nada abertamente… mas os olhares eram diferentes. Carlos, principalmente, olhava pra filha com uma mistura de desejo e raiva contida. Alexa sĂł sorria, sabendo que a nova vida de mulher dela tinha acabado de ficar muito mais quente e perigosa. E isso era sĂł o começo. A manhĂŁ seguinte na casa do avĂ´ foi um inferno delicioso de tensĂŁo. Alexa desceu pra tomar cafĂ© com a mesma camisola curta de cetim preto que tinha usado na noite anterior, mas agora sem nada por baixo. Os peitões dela balançavam pesados a cada passo, os bicos ainda meio inchados e sensĂveis por causa das mamadas brutais do tio Gerardo. Ela tava com o cabelo bagunçado, os lábios inchados e uma marca vermelha no pescoço que nĂŁo fez questĂŁo de esconder. Cheirava a sexo fresco. Carlos já tava na cozinha, de costas, servindo cafĂ©. Quando ouviu ela entrar, se virou… e ficou paralisado. Os olhos dele desceram direto pras tetas da filha, que pulavam macias por baixo do tecido fino. Ele engoliu em seco tĂŁo forte que deu pra ouvir. O pau dele endureceu na hora dentro da calça de moletom cinza que ele tava usando. Alexa percebeu. Sorriu com inocĂŞncia. — Bom dia, pai… — ela disse com a voz rouca, se aproximando da mesa. Se inclinou pra pegar uma xĂcara e os peitos dela quase escaparam do decote, ficando a centĂmetros do rosto de Carlos —. Dormiu bem?

Ele não respondeu de imediato. O olhar dele estava cravado no vale entre os peitos dela. Lembrava perfeitamente de cada gemido que tinha ouvido na noite anterior através da parede: "Tio, arrebenta minha buceta!", "Mais forte, por favor!". Teve que se masturbar em silêncio no quarto, imaginando que era ele quem estava partindo ela ao meio. — Dormi… pouco — respondeu por fim, a voz grave e tensa —. Ouvi… barulhos.
Alexa mordeu o lábio inferior, fingindo vergonha, mas os olhos brilhavam de excitação. Sentou-se bem na frente dele, cruzando as pernas de um jeito que a camisola subiu até deixar à mostra o começo da buceta depilada dela, ainda meio vermelha e inchada pela foda de horas. — Barulhos? — perguntou ela com voz doce —. Ai, papai… acho que o tio Gerardo e eu… nos empolgamos um pouquinho. Incomodou?
Carlos apertou a mandĂbula. O pau dele agora estava completamente duro, empurrando o tecido e formando uma barraca impossĂvel de esconder. Alexa olhou abertamente para ele e depois ergueu o olhar para os olhos do pai. — NĂŁo… nĂŁo incomodou — mentiu ele —. Só… me surpreendeu. VocĂŞ Ă© minha filha, Alexa. E ele Ă© meu irmĂŁo.
Ela se inclinou mais para frente, apoiando os cotovelos na mesa. Os peitos dela se achataram contra a madeira e quase transbordaram da camisola. — Sou sua filha… mas já não sou mais seu filho — sussurrou ela —. Agora sou uma mulher. E as mulheres… precisam ser tocadas, papai. Não acha que estou mais gostosa assim?
Carlos respirou pesado. A mĂŁo dele tremia em volta da xĂcara. Queria gritar pra ela se cobrir, mas ao mesmo tempo queria arrancar a camisola dela e chupar aqueles peitões enormes que viu crescerem do nada. A tensĂŁo que sentiu nas Ăşltimas semanas explodia agora no peito dele… e no pau. — Alexa… nĂŁo faz isso — rosnou baixo, mas os olhos nĂŁo desgrudavam dos mamilos marcados dela. Ela sorriu e se levantou devagar. Passou por ele roçando “sem querer” o quadril contra a ereção do pai. Sentiu ele pulsar quente contra a coxa dela. — Opa… desculpa, pai. VocĂŞ tá muito… tenso essa manhĂŁ — disse com voz inocente, e continuou andando em direção Ă piscina, rebolando a bunda sem vergonha. O dia inteiro a tensĂŁo foi insuportável. Na piscina, Alexa tirou o pareĂ´ e ficou sĂł com o biquĂni branco minĂşsculo que ficava transparente quando molhava. Carlos estava sentado numa espreguiçadeira fingindo ler o jornal, mas na verdade seguia ela com o olhar. Cada vez que ela saĂa da água, os peitos dela balançavam pesados e molhados, os mamilos duros como pedra. Quando ela se abaixou pra pegar a toalha na frente dele, o biquĂni entrou no meio da racha dela e Carlos viu claramente o contorno da buceta. Teve que cruzar as pernas pra esconder a ereção que já doĂa.


Mais tarde, no pátio, enquanto todo mundo jogava cartas, a Alexa sentou no colo do pai "porque nĂŁo tinha cadeira". A bunda redonda e quentinha dela se acomodou direto na pica dura do Carlos. Cada vez que ela ria, mexia um pouco, esfregando nele. Carlos apertou os dentes, as mĂŁos na cintura dela, lutando contra a vontade de subir elas e pegar nos peitos dela na frente da famĂlia toda. — Papai… vocĂŞ tá muito quente hoje — sussurrou no ouvido dele, fingindo que tava contando algo engraçado —. É por minha causa?
Naquela noite, antes de voltar pra cidade, tiveram que dividir quarto de novo porque o do avĂ´ lotou. SĂł uma cama de casal. Carlos deitou primeiro, de costas, tentando controlar a respiração. Alexa entrou no banheiro, tomou banho e saiu sĂł com uma camiseta velha dele que ficava enorme nela… mas sem calcinha. A camiseta mal cobria a bunda dela. Ela se enfiou na cama e colou nele por trás, de conchinha. Os peitões dela se espremeram nas costas do Carlos. A mĂŁo dela "sem querer" desceu e roçou a pica durĂssima do pai por cima da cueca. — Papai… — sussurrou Alexa no escuro, a voz tremendo de tesĂŁo —. VocĂŞ ouviu tudo ontem Ă noite, nĂ©? Ouviu como o tio me comeu. VocĂŞ imaginou que era vocĂŞ?
Carlos nĂŁo aguentou mais. Virou violentamente, agarrou ela pelo cabelo e beijou ela com toda a fĂşria reprimida de semanas. A lĂngua dele entrou na boca da filha enquanto a mĂŁo grande apertava um peito dela com força.


—VocĂŞ Ă© uma puta… —rosnou contra os lábios dela—. Minha prĂłpria filha… e me deixa com o pau duro desse jeito desde que vocĂŞ se transformou nisso. Alexa gemeu alto, abrindo as pernas. —EntĂŁo me fode, papai… —implorou, puxando a cueca dele pra baixo e tirando o pau grosso e pulsante pra fora—. Me fode mais forte que o tio. Me faz gritar seu nome. Carlos penetrou ela com uma Ăşnica estocada brutal, preenchendo ela por completo. Alexa gritou de prazer e dor, cravando as unhas nas costas dele. A cama começou a ranger enquanto ele comia ela com raiva e amor proibido, os peitos dela quicando selvagemente, os gemidos dela enchendo o quarto. Dessa vez, a famĂlia inteira ouviu de novo… mas agora sabiam exatamente quem estava fazendo ela gritar. E Alexa, entre um gemido e outro, sorriu. Sua nova vida como mulher tinha acabado de ficar muito mais sombria… e muito mais gostosa. A tensĂŁo na casa do avĂ´ já estava insuportável, mas a chegada do avĂ´ Dom Ramiro, de 68 anos, elevou tudo a outro nĂvel. Dom Ramiro era um homem grande, de voz rouca e olhar penetrante, viĂşvo há quinze anos. Sempre foi o patriarca forte e autoritário da famĂlia. Quando viu Alexa pela primeira vez naquela manhĂŁ, depois da noite selvagem com Gerardo, ele parou na entrada da sala. Seus olhos velhos, mas ainda afiados, percorreram o corpo da neta: a camisola curta, os peitões que se moviam soltos, as pernas longas e a bunda redonda que se marcava ao andar. —Caralho… —murmurou o avĂ´, sem desviar o olhar—. EntĂŁo essa Ă© a nova Alexa. Vem cá, chega mais perto, deixa eu te ver direito. Alexa obedeceu, caminhando devagar atĂ© ele com um sorriso safado. Parou a um passo de distância. Dom Ramiro levantou uma mĂŁo calejada e, sem pedir permissĂŁo, ajeitou um fio de cabelo atrás da orelha dela. Os dedos dele roçaram o pescoço dela, desceram um pouco pela clavĂcula e pararam bem em cima do decote. —VocĂŞ tá… muito mulher agora —disse com voz grave, quase um rosnado—. Muito mais do que quando era Alex. Já se acostumou com Ter essas…? Os olhos dele desceram sem disfarce para os peitos da Alexa. Ela sentiu um arrepio de tesĂŁo. Inconscientemente, arqueou um pouco as costas, fazendo com que as tetas dela se empurrassem para frente.
—Ainda tĂ´ me acostumando, vĂ´ —respondeu ela com a voz suave e doce—. SĂŁo pesadas… e muito sensĂveis. Quer… tocar pra ver como Ă© que sĂŁo? Dom Ramiro soltou uma risada baixa e rouca. A mĂŁo grande dele foi direto na teta esquerda da Alexa, apertando com força por cima da camisola. O bico endureceu na hora debaixo da palma dele. —Firmes… e quentes —disse ele, apertando um pouco mais—. Boa menina. Gosto que vocĂŞ nĂŁo tem vergonha. No meu tempo, as mulheres sabiam como agradar os homens da famĂlia. Carlos, que tava a poucos metros preparando cafĂ©, viu tudo. A cara dele ficou vermelha de ciĂşme e tesĂŁo misturados. Quis intervir, mas a pica endureceu de novo ao ver a mĂŁo enrugada do pai apertando a teta da filha. Naquela mesma tarde, na piscina, a interação ficou mais intensa. Alexa tava deitada numa espreguiçadeira tomando sol, com o biquĂni branco micro. Dom Ramiro chegou com uma toalha e sentou na borda da espreguiçadeira, bem do lado do quadril dela. —Vem, neta, deixa eu passar protetor pra vocĂŞ nĂŁo se queimar —disse ele, e sem esperar resposta abriu o tubo e começou a passar creme nas pernas dela. As mĂŁos dele subiram devagar pelas coxas da Alexa, massageando com força. Quando chegou na beirada do biquĂni, os dedos dele enfiaram um pouco por baixo, roçando os lábios da buceta dela. Alexa suspirou e abriu ligeiramente as pernas. —Vô… aĂ Ă© muito sensĂvel —sussurrou ela. —Shhh, quietinha —respondeu ele, e continuou subindo. As mĂŁos dele chegaram nos peitos, afastando as tiras do biquĂni sem vergonha. Passou protetor nas tetas grandes, amassando elas abertamente, beliscando os bicos entre os dedos grossos. Alexa mordeu o lábio pra nĂŁo gemer alto na frente dos primos que brincavam perto. Carlos observava da sombra, a mĂŁo dentro do bolso apertando a pica dura. Gerardo, sentado do outro lado, sĂł sorria com cumplicidade. De noite, depois do jantar, a casa tava cheia e sĂł sobrou um quarto livre: a do avĂ´, com a cama enorme e antiga dele. Dom Ramiro decidiu: —Alexa fica comigo esta noite. A cama Ă© grande e eu ronco pouco. Carlos e Gerardo podem dividir a outra. NĂŁo tem discussĂŁo. NinguĂ©m ousou contradizer ele. Quando todos foram dormir, Alexa entrou no quarto do avĂ´ sĂł com um roupĂŁo de seda curto que mal cobria a bunda dela. Dom Ramiro estava sentado na cama, de cueca, o pau já meio duro marcando grosso por baixo do pano. —Tranca a porta, neta —ordenou. Alexa obedeceu. Chegou perto e parou na frente dele. Dom Ramiro abriu o roupĂŁo dela com um puxĂŁo e deixou cair no chĂŁo. Os olhos dele brilharam ao ver o corpo nu da neta: peitos grandes e pesados, cintura fina, quadril largo e a buceta depilada já brilhando de molhada. —Vem cá —rosnou, puxando ela pra perto. Sentou ela no colo dele, de frente, e começou a chupar os peitos dela com fome. A boca velha mas experiente sugava forte os bicos, mordendo de leve enquanto as mĂŁos grandes apertavam a bunda dela. —Vô… ai… eu gosto —gemia Alexa, esfregando a buceta molhada no pau duro que já tinha tirado da cueca. Dom Ramiro levantou ela um pouco, alinhou o pau grosso e cheio de veias (mais grosso atĂ© que o do Gerardo) e desceu ela devagar, empalando centĂmetro por centĂmetro. —Assim, neta boa… sente ele todo —rosnou enquanto Alexa soltava um gemido longo e fundo. Começou a mexer ela pra cima e pra baixo, fodendo com ritmo forte mas controlado. Os peitos de Alexa pulavam na cara dele e ele chupava sem parar. O som molhado da buceta dela engolindo o pau do avĂ´ enchia o quarto. —Mais forte, vô… me come como sua netinha puta! —suplicou ela. Dom Ramiro jogou ela de costas na cama, levantou as pernas dela atĂ© os ombros e meteu com força brutal. A cama antiga rangia violentamente. Alexa nĂŁo conseguia segurar os gemidos: —VĂ´! Isso! Que pau grosso! Tá me partindo! Aaaah! Os barulhos eram ainda mais Escandalosos na noite anterior. A famĂlia toda ouviu de novo: as batidas de carne contra carne, os gemidos agudos da Alexa e os grunhidos graves do avĂ´. Carlos, no quarto ao lado, nĂŁo aguentou mais. Bateu uma ouvindo o pai comer a prĂłpria filha, gozando em silĂŞncio com uma mistura de raiva e desejo doentio. Gerardo sĂł sorria no escuro. No dia seguinte, quando Alexa desceu para tomar cafĂ© andando com as pernas bambas e um sorriso satisfeito, Dom Ramiro seguiu ela de perto, com a mĂŁo pousada possessivamente na parte baixa das costas dela, bem em cima da bunda. — Bom dia, famĂlia — disse o avĂ´ com voz firme —. Hoje a Alexa vai ficar mais um dia. Tem muito o que… ensinar e aprender nesta casa. Carlos olhou pra filha com os olhos escuros de desejo e ciĂşme. Alexa devolveu o olhar, lambeu os lábios devagar e sussurrou sĂł pra ele: — Papai… hoje Ă noite Ă© sua vez. VocĂŞ nĂŁo vai conseguir se segurar mais. A tensĂŁo familiar tinha virado algo muito mais sombrio, ardente e proibido. E Alexa, no centro de tudo, estava adorando cada segundo da sua nova vida como a mulher mais desejada da casa.
A vida dela mudou completamente. De repente, os homens olhavam pra ela na rua. Ela teve que aprender a andar de salto, escolher roupas que valorizassem as novas curvas e, principalmente, lidar com o desejo que agora sentia no próprio corpo. Mas o mais intenso era em casa, com o pai dela. Carlos, de 48 anos, alto, forte e ainda bonitão, tinha criado a Alex sozinho. Agora, toda vez que a Alexa descia pra cozinha de shortinho curto e camiseta sem sutiã, os olhos do pai demoravam um segundo a mais nos peitos dela. Quando se abraçavam pra se despedir, o abraço durava mais. Uma noite, ela saiu do banho só de toalha e deu de cara com ele no corredor. Carlos engoliu seco, o olhar desceu sem querer pra curva dos peitos dela, que ameaçavam escapar. Ele ficou vermelho, murmurou um "desculpa, filha" e se enfiou no quarto. Mas a Alexa viu o volume evidente na calça de pijama dele. Desde aquele dia, a tensão era elétrica e inconsciente: ele olhava quando ela se abaixava pra pegar alguma coisa, e ela sentia a buceta molhar só de saber que o próprio pai a desejava sem conseguir admitir. Uma tarde, enquanto viam um filme no sofá, a mão do Carlos "sem querer" roçou a coxa nua da Alexa e ficou ali uns segundos a mais do que o normal. Nenhum dos dois disse nada, mas os dois sentiram o calor subir.
Duas semanas depois, chegou a reuniĂŁo familiar anual na casa do avĂ´, nos arredores. Uma mansĂŁo enorme, mas com sĂł cinco quartos. Tinha tios, primos, primas e atĂ© amigos da famĂlia. Todo mundo teve que dividir espaço. — Alexa, vem — disse o tio Gerardo naquela mesma tarde, com um sorrisĂŁo no rosto —. Eu fico com o quarto maior do segundo andar. Tem uma cama king e um sofá. VocĂŞ fica comigo, assim eu cuido de vocĂŞ. Certo, sobrinha? NinguĂ©m questionou. Carlos sĂł apertou a mandĂbula, mas nĂŁo falou nada. Na primeira noite, Alexa vestiu uma camisola de cetim preta, curtĂssima, que mal cobria a metade das coxas. Os peitões dela balançavam soltos por baixo do tecido fino, os bicos marcando a cada respiração. Ela se enfiou na cama enquanto Gerardo saĂa do banheiro sĂł de cueca. Ele ficou paralisado. Olhou ela de cima a baixo: as tetas quicando de leve quando ela se acomodou contra os travesseiros, as pernas cruzadas, a barra da camisola subindo e deixando ver o começo da bunda redonda dela. A pica do Gerardo endureceu na hora, empurrando o pano da cueca de um jeito impossĂvel de esconder. Alexa viu. Sentiu um calor molhado entre as pernas.

—Boa noite, tio —sussurrou ela com voz inocente, mas os olhos brilhavam. Gerardo apagou a luz e se deitou de costas, a respiração pesada. NĂŁo aconteceu nada… naquela noite. Mas no dia seguinte, sábado, Alexa decidiu brincar. O dia inteiro flertou sem que ninguĂ©m percebesse. Na cozinha, enquanto preparavam o cafĂ© da manhĂŁ em famĂlia, ela se abaixou na frente dele pra pegar uma colher caĂda. A camisola curta levantou e Gerardo viu a bunda perfeita dela e a tanga preta que mal cobria alguma coisa. —Ai, tio… me ajuda a levantar? —disse ela, se virando e deixando os peitos quase escaparem do decote. Na piscina, com um biquĂni branco que ficava transparente quando molhava, ela se aproximou nadando e “sem querer” roçou a mĂŁo na virilha de Gerardo debaixo d’água. Sentiu o pau duro de novo. —VocĂŞ Ă© muito forte, tio… adoro como vocĂŞ fica sem camisa —sussurrou perto do ouvido dele enquanto os primos brincavam ao redor.


No pátio, enquanto todo mundo comia carne assada, ela sentou do lado dele e cruzou as pernas de um jeito que o short subiu. Cada vez que ria, se inclinava pra ele e os peitos roçavam no braço do tio. Ela sussurrava coisas tipo: — Ontem Ă noite te vi muito… tenso. Dormiu mal, tio Gerardo? Carlos, de longe, observava os dois com uma mistura de ciĂşme e tesĂŁo que ele nĂŁo entendia direito. A noite chegou. Mal fecharam a porta do quarto, Gerardo já nĂŁo aguentava mais. — Alexa… vocĂŞ tá me deixando louco desde ontem — ele rosnou, empurrando ela contra a parede. Beijou com força, metendo a lĂngua enquanto as mĂŁos grandes arrancavam a camisola dela. Os peitos da Alexa pularam livres e ele agarrou com força, chupando os bicos duros. Ela gemeu alto. — Tio… sim… me toca do jeito que quiser. Gerardo jogou ela na cama, abriu as pernas dela e enfiou dois dedos na buceta já toda molhada. Alexa arqueou as costas e gritou. Depois, ele baixou a cueca, puxou uma piroca grossa, cheia de veias e bem dura, e meteu de uma vez sĂł atĂ© o fundo.
—Aaaah! Tio! Que enorme! —gritou Alexa. Gerardo comeu ela que nem um animal. Metia com força, a cama batia na parede, os peitos dela balançavam selvagemente. Colocou ela de quatro, puxou o cabelo e penetrou mais fundo. —Vou te foder a noite inteira, sua putinha sobrinha —rosnou no ouvido dela. Alexa gemia sem controle: —Isso, tio! Mais forte! Me come como sua puta! Ahhh! Vou gozar! Os barulhos eram escandalosos: o som molhado da rola entrando e saindo, as batidas do quadril dele na bunda dela, os gemidos agudos da Alexa ecoando pela casa toda. Nos quartos ao lado, primos, tios e até o Carlos acordaram. Dava pra ouvir claramente os "isso, tio, me arrebenta!" e os grunhidos graves do Gerardo. Alguém murmurou "que porra é essa…?" mas ninguém ousou bater na porta. Gerardo gozou dentro dela com um rugido, enchendo ela de porra quente enquanto Alexa tremia num orgasmo tão forte que os olhos dela lacrimejaram. Ficaram ofegantes, suados, com a rola ainda dentro.
No dia seguinte, ninguĂ©m disse nada abertamente… mas os olhares eram diferentes. Carlos, principalmente, olhava pra filha com uma mistura de desejo e raiva contida. Alexa sĂł sorria, sabendo que a nova vida de mulher dela tinha acabado de ficar muito mais quente e perigosa. E isso era sĂł o começo. A manhĂŁ seguinte na casa do avĂ´ foi um inferno delicioso de tensĂŁo. Alexa desceu pra tomar cafĂ© com a mesma camisola curta de cetim preto que tinha usado na noite anterior, mas agora sem nada por baixo. Os peitões dela balançavam pesados a cada passo, os bicos ainda meio inchados e sensĂveis por causa das mamadas brutais do tio Gerardo. Ela tava com o cabelo bagunçado, os lábios inchados e uma marca vermelha no pescoço que nĂŁo fez questĂŁo de esconder. Cheirava a sexo fresco. Carlos já tava na cozinha, de costas, servindo cafĂ©. Quando ouviu ela entrar, se virou… e ficou paralisado. Os olhos dele desceram direto pras tetas da filha, que pulavam macias por baixo do tecido fino. Ele engoliu em seco tĂŁo forte que deu pra ouvir. O pau dele endureceu na hora dentro da calça de moletom cinza que ele tava usando. Alexa percebeu. Sorriu com inocĂŞncia. — Bom dia, pai… — ela disse com a voz rouca, se aproximando da mesa. Se inclinou pra pegar uma xĂcara e os peitos dela quase escaparam do decote, ficando a centĂmetros do rosto de Carlos —. Dormiu bem?

Ele não respondeu de imediato. O olhar dele estava cravado no vale entre os peitos dela. Lembrava perfeitamente de cada gemido que tinha ouvido na noite anterior através da parede: "Tio, arrebenta minha buceta!", "Mais forte, por favor!". Teve que se masturbar em silêncio no quarto, imaginando que era ele quem estava partindo ela ao meio. — Dormi… pouco — respondeu por fim, a voz grave e tensa —. Ouvi… barulhos.Alexa mordeu o lábio inferior, fingindo vergonha, mas os olhos brilhavam de excitação. Sentou-se bem na frente dele, cruzando as pernas de um jeito que a camisola subiu até deixar à mostra o começo da buceta depilada dela, ainda meio vermelha e inchada pela foda de horas. — Barulhos? — perguntou ela com voz doce —. Ai, papai… acho que o tio Gerardo e eu… nos empolgamos um pouquinho. Incomodou?
Carlos apertou a mandĂbula. O pau dele agora estava completamente duro, empurrando o tecido e formando uma barraca impossĂvel de esconder. Alexa olhou abertamente para ele e depois ergueu o olhar para os olhos do pai. — NĂŁo… nĂŁo incomodou — mentiu ele —. Só… me surpreendeu. VocĂŞ Ă© minha filha, Alexa. E ele Ă© meu irmĂŁo.
Ela se inclinou mais para frente, apoiando os cotovelos na mesa. Os peitos dela se achataram contra a madeira e quase transbordaram da camisola. — Sou sua filha… mas já não sou mais seu filho — sussurrou ela —. Agora sou uma mulher. E as mulheres… precisam ser tocadas, papai. Não acha que estou mais gostosa assim?

Carlos respirou pesado. A mĂŁo dele tremia em volta da xĂcara. Queria gritar pra ela se cobrir, mas ao mesmo tempo queria arrancar a camisola dela e chupar aqueles peitões enormes que viu crescerem do nada. A tensĂŁo que sentiu nas Ăşltimas semanas explodia agora no peito dele… e no pau. — Alexa… nĂŁo faz isso — rosnou baixo, mas os olhos nĂŁo desgrudavam dos mamilos marcados dela. Ela sorriu e se levantou devagar. Passou por ele roçando “sem querer” o quadril contra a ereção do pai. Sentiu ele pulsar quente contra a coxa dela. — Opa… desculpa, pai. VocĂŞ tá muito… tenso essa manhĂŁ — disse com voz inocente, e continuou andando em direção Ă piscina, rebolando a bunda sem vergonha. O dia inteiro a tensĂŁo foi insuportável. Na piscina, Alexa tirou o pareĂ´ e ficou sĂł com o biquĂni branco minĂşsculo que ficava transparente quando molhava. Carlos estava sentado numa espreguiçadeira fingindo ler o jornal, mas na verdade seguia ela com o olhar. Cada vez que ela saĂa da água, os peitos dela balançavam pesados e molhados, os mamilos duros como pedra. Quando ela se abaixou pra pegar a toalha na frente dele, o biquĂni entrou no meio da racha dela e Carlos viu claramente o contorno da buceta. Teve que cruzar as pernas pra esconder a ereção que já doĂa.


Mais tarde, no pátio, enquanto todo mundo jogava cartas, a Alexa sentou no colo do pai "porque nĂŁo tinha cadeira". A bunda redonda e quentinha dela se acomodou direto na pica dura do Carlos. Cada vez que ela ria, mexia um pouco, esfregando nele. Carlos apertou os dentes, as mĂŁos na cintura dela, lutando contra a vontade de subir elas e pegar nos peitos dela na frente da famĂlia toda. — Papai… vocĂŞ tá muito quente hoje — sussurrou no ouvido dele, fingindo que tava contando algo engraçado —. É por minha causa?Naquela noite, antes de voltar pra cidade, tiveram que dividir quarto de novo porque o do avĂ´ lotou. SĂł uma cama de casal. Carlos deitou primeiro, de costas, tentando controlar a respiração. Alexa entrou no banheiro, tomou banho e saiu sĂł com uma camiseta velha dele que ficava enorme nela… mas sem calcinha. A camiseta mal cobria a bunda dela. Ela se enfiou na cama e colou nele por trás, de conchinha. Os peitões dela se espremeram nas costas do Carlos. A mĂŁo dela "sem querer" desceu e roçou a pica durĂssima do pai por cima da cueca. — Papai… — sussurrou Alexa no escuro, a voz tremendo de tesĂŁo —. VocĂŞ ouviu tudo ontem Ă noite, nĂ©? Ouviu como o tio me comeu. VocĂŞ imaginou que era vocĂŞ?
Carlos nĂŁo aguentou mais. Virou violentamente, agarrou ela pelo cabelo e beijou ela com toda a fĂşria reprimida de semanas. A lĂngua dele entrou na boca da filha enquanto a mĂŁo grande apertava um peito dela com força.



—VocĂŞ Ă© uma puta… —rosnou contra os lábios dela—. Minha prĂłpria filha… e me deixa com o pau duro desse jeito desde que vocĂŞ se transformou nisso. Alexa gemeu alto, abrindo as pernas. —EntĂŁo me fode, papai… —implorou, puxando a cueca dele pra baixo e tirando o pau grosso e pulsante pra fora—. Me fode mais forte que o tio. Me faz gritar seu nome. Carlos penetrou ela com uma Ăşnica estocada brutal, preenchendo ela por completo. Alexa gritou de prazer e dor, cravando as unhas nas costas dele. A cama começou a ranger enquanto ele comia ela com raiva e amor proibido, os peitos dela quicando selvagemente, os gemidos dela enchendo o quarto. Dessa vez, a famĂlia inteira ouviu de novo… mas agora sabiam exatamente quem estava fazendo ela gritar. E Alexa, entre um gemido e outro, sorriu. Sua nova vida como mulher tinha acabado de ficar muito mais sombria… e muito mais gostosa. A tensĂŁo na casa do avĂ´ já estava insuportável, mas a chegada do avĂ´ Dom Ramiro, de 68 anos, elevou tudo a outro nĂvel. Dom Ramiro era um homem grande, de voz rouca e olhar penetrante, viĂşvo há quinze anos. Sempre foi o patriarca forte e autoritário da famĂlia. Quando viu Alexa pela primeira vez naquela manhĂŁ, depois da noite selvagem com Gerardo, ele parou na entrada da sala. Seus olhos velhos, mas ainda afiados, percorreram o corpo da neta: a camisola curta, os peitões que se moviam soltos, as pernas longas e a bunda redonda que se marcava ao andar. —Caralho… —murmurou o avĂ´, sem desviar o olhar—. EntĂŁo essa Ă© a nova Alexa. Vem cá, chega mais perto, deixa eu te ver direito. Alexa obedeceu, caminhando devagar atĂ© ele com um sorriso safado. Parou a um passo de distância. Dom Ramiro levantou uma mĂŁo calejada e, sem pedir permissĂŁo, ajeitou um fio de cabelo atrás da orelha dela. Os dedos dele roçaram o pescoço dela, desceram um pouco pela clavĂcula e pararam bem em cima do decote. —VocĂŞ tá… muito mulher agora —disse com voz grave, quase um rosnado—. Muito mais do que quando era Alex. Já se acostumou com Ter essas…? Os olhos dele desceram sem disfarce para os peitos da Alexa. Ela sentiu um arrepio de tesĂŁo. Inconscientemente, arqueou um pouco as costas, fazendo com que as tetas dela se empurrassem para frente.
—Ainda tĂ´ me acostumando, vĂ´ —respondeu ela com a voz suave e doce—. SĂŁo pesadas… e muito sensĂveis. Quer… tocar pra ver como Ă© que sĂŁo? Dom Ramiro soltou uma risada baixa e rouca. A mĂŁo grande dele foi direto na teta esquerda da Alexa, apertando com força por cima da camisola. O bico endureceu na hora debaixo da palma dele. —Firmes… e quentes —disse ele, apertando um pouco mais—. Boa menina. Gosto que vocĂŞ nĂŁo tem vergonha. No meu tempo, as mulheres sabiam como agradar os homens da famĂlia. Carlos, que tava a poucos metros preparando cafĂ©, viu tudo. A cara dele ficou vermelha de ciĂşme e tesĂŁo misturados. Quis intervir, mas a pica endureceu de novo ao ver a mĂŁo enrugada do pai apertando a teta da filha. Naquela mesma tarde, na piscina, a interação ficou mais intensa. Alexa tava deitada numa espreguiçadeira tomando sol, com o biquĂni branco micro. Dom Ramiro chegou com uma toalha e sentou na borda da espreguiçadeira, bem do lado do quadril dela. —Vem, neta, deixa eu passar protetor pra vocĂŞ nĂŁo se queimar —disse ele, e sem esperar resposta abriu o tubo e começou a passar creme nas pernas dela. As mĂŁos dele subiram devagar pelas coxas da Alexa, massageando com força. Quando chegou na beirada do biquĂni, os dedos dele enfiaram um pouco por baixo, roçando os lábios da buceta dela. Alexa suspirou e abriu ligeiramente as pernas. —Vô… aĂ Ă© muito sensĂvel —sussurrou ela. —Shhh, quietinha —respondeu ele, e continuou subindo. As mĂŁos dele chegaram nos peitos, afastando as tiras do biquĂni sem vergonha. Passou protetor nas tetas grandes, amassando elas abertamente, beliscando os bicos entre os dedos grossos. Alexa mordeu o lábio pra nĂŁo gemer alto na frente dos primos que brincavam perto. Carlos observava da sombra, a mĂŁo dentro do bolso apertando a pica dura. Gerardo, sentado do outro lado, sĂł sorria com cumplicidade. De noite, depois do jantar, a casa tava cheia e sĂł sobrou um quarto livre: a do avĂ´, com a cama enorme e antiga dele. Dom Ramiro decidiu: —Alexa fica comigo esta noite. A cama Ă© grande e eu ronco pouco. Carlos e Gerardo podem dividir a outra. NĂŁo tem discussĂŁo. NinguĂ©m ousou contradizer ele. Quando todos foram dormir, Alexa entrou no quarto do avĂ´ sĂł com um roupĂŁo de seda curto que mal cobria a bunda dela. Dom Ramiro estava sentado na cama, de cueca, o pau já meio duro marcando grosso por baixo do pano. —Tranca a porta, neta —ordenou. Alexa obedeceu. Chegou perto e parou na frente dele. Dom Ramiro abriu o roupĂŁo dela com um puxĂŁo e deixou cair no chĂŁo. Os olhos dele brilharam ao ver o corpo nu da neta: peitos grandes e pesados, cintura fina, quadril largo e a buceta depilada já brilhando de molhada. —Vem cá —rosnou, puxando ela pra perto. Sentou ela no colo dele, de frente, e começou a chupar os peitos dela com fome. A boca velha mas experiente sugava forte os bicos, mordendo de leve enquanto as mĂŁos grandes apertavam a bunda dela. —Vô… ai… eu gosto —gemia Alexa, esfregando a buceta molhada no pau duro que já tinha tirado da cueca. Dom Ramiro levantou ela um pouco, alinhou o pau grosso e cheio de veias (mais grosso atĂ© que o do Gerardo) e desceu ela devagar, empalando centĂmetro por centĂmetro. —Assim, neta boa… sente ele todo —rosnou enquanto Alexa soltava um gemido longo e fundo. Começou a mexer ela pra cima e pra baixo, fodendo com ritmo forte mas controlado. Os peitos de Alexa pulavam na cara dele e ele chupava sem parar. O som molhado da buceta dela engolindo o pau do avĂ´ enchia o quarto. —Mais forte, vô… me come como sua netinha puta! —suplicou ela. Dom Ramiro jogou ela de costas na cama, levantou as pernas dela atĂ© os ombros e meteu com força brutal. A cama antiga rangia violentamente. Alexa nĂŁo conseguia segurar os gemidos: —VĂ´! Isso! Que pau grosso! Tá me partindo! Aaaah! Os barulhos eram ainda mais Escandalosos na noite anterior. A famĂlia toda ouviu de novo: as batidas de carne contra carne, os gemidos agudos da Alexa e os grunhidos graves do avĂ´. Carlos, no quarto ao lado, nĂŁo aguentou mais. Bateu uma ouvindo o pai comer a prĂłpria filha, gozando em silĂŞncio com uma mistura de raiva e desejo doentio. Gerardo sĂł sorria no escuro. No dia seguinte, quando Alexa desceu para tomar cafĂ© andando com as pernas bambas e um sorriso satisfeito, Dom Ramiro seguiu ela de perto, com a mĂŁo pousada possessivamente na parte baixa das costas dela, bem em cima da bunda. — Bom dia, famĂlia — disse o avĂ´ com voz firme —. Hoje a Alexa vai ficar mais um dia. Tem muito o que… ensinar e aprender nesta casa. Carlos olhou pra filha com os olhos escuros de desejo e ciĂşme. Alexa devolveu o olhar, lambeu os lábios devagar e sussurrou sĂł pra ele: — Papai… hoje Ă noite Ă© sua vez. VocĂŞ nĂŁo vai conseguir se segurar mais. A tensĂŁo familiar tinha virado algo muito mais sombrio, ardente e proibido. E Alexa, no centro de tudo, estava adorando cada segundo da sua nova vida como a mulher mais desejada da casa.
0 comentários - Assim que virei uma putinha 🍒🍑