Olá, meu nome até o fim das férias é Hanna, e esse nome foi escolhido pelo meu tio ou meu dono.
Olha, véi, eu não era essa mulher até uns dias atrás. No começo das férias, meus pais iam fazer um cruzeiro e meu tio tinha acabado de passar por um divórcio, então me mandaram pra casa dele pra fazer companhia por uns dias. Meu tio sempre foi mó gente boa com todo mundo, e diziam que eu era o sobrinho favorito dele. Com 19 anos, a única coisa que eu queria era falar com meus amigos; ficar na casa do meu tio não era algo que eu curtia, era um favor pros meus pais. Mas naquela noite, meu tio tinha outros planos. Primeiro, me ofereceu uma cerveja, só que o que eu não sabia é que aquela cerveja tinha um bagulho, um comprimido de gênero, que fez minha cabeça rodar. Minha visão foi ficando embaçada aos poucos até eu apagar. Quando acordei, meu corpo tinha mudado: de um moleque jovem e bonitão, agora eu era uma mulher magrinha, loira, olhos azuis, peitos redondos, não muito grandes, e uma bunda empinada.
No começo, fiquei assustado, não sabia o que fazer. Procurei por todo lado, me olhei no espelho, joguei tudo que estava no quarto até meu tio entrar. Ele me disse pra não me assustar, que só queria experimentar um novo comprimido que tinham vendido pra ele e, por azar, eu fui o experimento. Me falou pra não contar nada pros meus pais e, em troca, me daria dinheiro — era uma boa quantia, só por ficar quieto e ir me acostumando aos poucos, ele explicou.
O primeiro dia foi estranho, me acostumar com meu novo corpo. Era mais pesado, mas ao mesmo tempo leve. A cintura doía, não tava acostumado a ter peitos, e a roupa não servia direito, então de vez em quando caía e mostrava demais. Eu via os olhares do meu tio, mas chegou uma hora que não aguentei mais. Falei pra ele parar de me olhar, que uma coisa era aceitar o trato de ficar calado, outra era aceitar os olhares tarados dele. Mas ele não se segurou mais: me jogou no chão, segurou minhas mãos por cima da minha cabeça. Tentei resistir, mas a força dele era maior que a minha. Com a outra mão, ele levantou minha camiseta e apertou meus peitos. "Você tem um corpo muito gostoso, sobrinho", ele falava no meu ouvido. Eu tentava gritar, mas a voz não saía da minha boca. "Para, nojento, tarado, para, por favor, para" — queria gritar com toda força, mas não conseguia. A língua dele invadia minha boca de um jeito nojento. *"Não se preocupa, vou te educar direitinho, minha sobrinha. Te dei um corpo bom."*
As mãos dele desceram dos meus peitos pra minha buceta, enfiando devagar dois dedos e mexendo dentro. Minha boca abria e fechava enquanto ele ria. "Acho que você já tá pronta, meus dedos já tão completamente cobertos do seu melado. Meus dedos entram cada vez mais fácil." De repente, ele parou e eu senti alguma coisa batendo na entrada da minha buceta — era um pau enorme e grosso, pronto pra me penetrar. Morria de medo. Devagar, ele começou a me penetrar. "Para, eu te imploro, você vai me destruir. AAAAAAAAAAA." O pau dele, centímetro por centímetro, invadia meu corpo. "Porra. Sua buceta é muito apertada, não consigo enfiar tudo. Vou meter de uma só vez, aguenta. Eu sentia o pau dele preenchendo todo o meu interior e senti pavor ao saber que ainda não tinha entrado todo o pau dele, e pior ao saber que ele queria meter de uma só vez. Por favor, nãoooooooooo AAAAAAAAA. Não consegui impedir antes que ele enfiasse o resto do pau dele, minhas costas se arquearam e minha mente ficou nublada.
Que tal se sente? Aposto que é bem diferente de ser homem, né? É a primeira vez que sinto algo assim – a cada estocada, minha mente ficava em branco. Porra, tô gozando... será que você pode engravidar? Acelerando os movimentos, minha mente em branco enquanto minhas costas arqueiam a cada investida. A língua dele invadia minha boca de novo, enquanto sentia o pau dele penetrando no fundo do meu ser. Ele deu umas últimas estocadas mais fortes, e jatos quentes de porra batiam dentro de mim. Minha mente foi se nublando a cada estocada e jato de leite quente – desmaiei de prazer. Era um prazer incrível, que eu nunca tinha sentido antes.
Olha, véi, eu não era essa mulher até uns dias atrás. No começo das férias, meus pais iam fazer um cruzeiro e meu tio tinha acabado de passar por um divórcio, então me mandaram pra casa dele pra fazer companhia por uns dias. Meu tio sempre foi mó gente boa com todo mundo, e diziam que eu era o sobrinho favorito dele. Com 19 anos, a única coisa que eu queria era falar com meus amigos; ficar na casa do meu tio não era algo que eu curtia, era um favor pros meus pais. Mas naquela noite, meu tio tinha outros planos. Primeiro, me ofereceu uma cerveja, só que o que eu não sabia é que aquela cerveja tinha um bagulho, um comprimido de gênero, que fez minha cabeça rodar. Minha visão foi ficando embaçada aos poucos até eu apagar. Quando acordei, meu corpo tinha mudado: de um moleque jovem e bonitão, agora eu era uma mulher magrinha, loira, olhos azuis, peitos redondos, não muito grandes, e uma bunda empinada.
No começo, fiquei assustado, não sabia o que fazer. Procurei por todo lado, me olhei no espelho, joguei tudo que estava no quarto até meu tio entrar. Ele me disse pra não me assustar, que só queria experimentar um novo comprimido que tinham vendido pra ele e, por azar, eu fui o experimento. Me falou pra não contar nada pros meus pais e, em troca, me daria dinheiro — era uma boa quantia, só por ficar quieto e ir me acostumando aos poucos, ele explicou.O primeiro dia foi estranho, me acostumar com meu novo corpo. Era mais pesado, mas ao mesmo tempo leve. A cintura doía, não tava acostumado a ter peitos, e a roupa não servia direito, então de vez em quando caía e mostrava demais. Eu via os olhares do meu tio, mas chegou uma hora que não aguentei mais. Falei pra ele parar de me olhar, que uma coisa era aceitar o trato de ficar calado, outra era aceitar os olhares tarados dele. Mas ele não se segurou mais: me jogou no chão, segurou minhas mãos por cima da minha cabeça. Tentei resistir, mas a força dele era maior que a minha. Com a outra mão, ele levantou minha camiseta e apertou meus peitos. "Você tem um corpo muito gostoso, sobrinho", ele falava no meu ouvido. Eu tentava gritar, mas a voz não saía da minha boca. "Para, nojento, tarado, para, por favor, para" — queria gritar com toda força, mas não conseguia. A língua dele invadia minha boca de um jeito nojento. *"Não se preocupa, vou te educar direitinho, minha sobrinha. Te dei um corpo bom."*
As mãos dele desceram dos meus peitos pra minha buceta, enfiando devagar dois dedos e mexendo dentro. Minha boca abria e fechava enquanto ele ria. "Acho que você já tá pronta, meus dedos já tão completamente cobertos do seu melado. Meus dedos entram cada vez mais fácil." De repente, ele parou e eu senti alguma coisa batendo na entrada da minha buceta — era um pau enorme e grosso, pronto pra me penetrar. Morria de medo. Devagar, ele começou a me penetrar. "Para, eu te imploro, você vai me destruir. AAAAAAAAAAA." O pau dele, centímetro por centímetro, invadia meu corpo. "Porra. Sua buceta é muito apertada, não consigo enfiar tudo. Vou meter de uma só vez, aguenta. Eu sentia o pau dele preenchendo todo o meu interior e senti pavor ao saber que ainda não tinha entrado todo o pau dele, e pior ao saber que ele queria meter de uma só vez. Por favor, nãoooooooooo AAAAAAAAA. Não consegui impedir antes que ele enfiasse o resto do pau dele, minhas costas se arquearam e minha mente ficou nublada.
Que tal se sente? Aposto que é bem diferente de ser homem, né? É a primeira vez que sinto algo assim – a cada estocada, minha mente ficava em branco. Porra, tô gozando... será que você pode engravidar? Acelerando os movimentos, minha mente em branco enquanto minhas costas arqueiam a cada investida. A língua dele invadia minha boca de novo, enquanto sentia o pau dele penetrando no fundo do meu ser. Ele deu umas últimas estocadas mais fortes, e jatos quentes de porra batiam dentro de mim. Minha mente foi se nublando a cada estocada e jato de leite quente – desmaiei de prazer. Era um prazer incrível, que eu nunca tinha sentido antes.
2 comentários - Treino do meu tio