El carnicero se coge a mi mamá en su cumpleaños

Ontem foi o aniversário de 58 anos da minha mãe e, puta merda, foi interessante. Como já falei, minha mãe tem 58 anos, 1,57m de altura, peitos 36C que são a coisa mais apertável do mundo, tem uma barriguinha e uns pneuzinhos de coroa (principalmente aqueles que se formam por causa da alça do sutiã), mas não é gorda de jeito nenhum. Tem uma bunda um pouco cheinha, mas não é um rabão gigante, sem dúvida o melhor atributo dela são os peitos. Ela é meio religiosa, não bebe álcool, não fala palavrão e não usa blusas decotadas nem roupas ousadas em geral. Sempre usa alguma blusa e calça jeans ou moletom. Devo dizer que, mesmo sem usar decotes, os peitos dela ainda se destacam pra caralho quando ela veste blusas justas por causa do sutiã. De manhã, acompanhei minha mãe pra comprar as coisas pro jantar de aniversário dela. Não ia ser uma festa grande, só um churrasquinho em casa com alguns parentes e amigas da minha mãe. Compramos verdura, tortilha e, claro, a carne. Chegamos no açougue que, por sorte, tava vazio. – Bom dia, Ricardo. Ricardo é o dono do açougue. Tem 60 anos, barba grisalha de vários dias e é mais feio que bater na sua avó. Tipo, ninguém é um supermodelo, mas também tem que reconhecer quando alguém é mais feio que você. Bom, tô me desviando. O negócio é que, além de ser feio e ter uma higiene pessoal duvidosa, ele vive dando em cima das clientes, sem se importar se são casadas ou não. As mulheres só vão na onda dele pra ele calar a boca. Obviamente já teve mais de um marido que quase quebrou a cabeça dele por causa dos comentários, mas ele continuava soltando cantadas pra todo lado, e as senhoras dizem que ele é inofensivo e, até certo ponto, “respeitoso”. – Bom dia, Delia! E bom dia, rapaz! – Fala aí, seu Ricardo. – O que vão levar? – Me dá 6 quilos de bisteca pra churrasco e 2 quilos de linguiça, por favor? – Já vai! Ricardo começou a preparar a carne. Enquanto esperávamos, eu sentei e peguei meu celular. – Vou ser curioso, Delia, mas Por que você tá levando tanta carne agora? Ah, também é intrometido. — É que hoje é meu aniversário. Vão fazer um churrasco pra mim à noite. — Irala! Parabéns! E quantos anos você faz? 35? Minha mãe soltou uma risadinha mais por educação do que qualquer outra coisa. — Me faz esse favor! Não, não. Vou fazer 58 anos. — Uai, mas você tá melhor que muita novinha, hein! Tem um corpaço… Eu levantei o olhar bem confuso e só vi que minha mãe ficou vermelha e dessa vez soltou uma risadinha de verdade. — Ai! Você passa do ponto, Ricardo! — Quem sabe você me convida pra festa e a gente dá uma dançada! Minha mãe continuava rindo. — Claro! Vamos estar lá em casa, pode ir lá comer um taco. — Não, mas eu já tô comendo um taco de olho… Eu preferi me concentrar em ver TikTok pra parar de ouvir aquela conversa estranha e funcionou, porque nem percebi que já era hora de pagar. — Uai… não vou ter dinheiro suficiente. Filho, vai rápido em casa e pega a nota que deixei na mesa. — Não se preocupa, Délia, depois você me paga o resto. — Não, imagina! Melhor tira os dois quilos de linguiça e aí já acerto com você. — É sério, Délia. Depois você me paga a linguiça. Leva tudo. Minha mãe sorriu e agradeceu. Finalmente chegou a hora da festa. Estavam meus dois tios, irmãos da minha mãe, com suas respectivas esposas e quatro amigas da minha mãe. Meu pai estava na churrasqueira olhando o fogo comigo e meus tios, soltando a mítica frase “já tá ficando bom” e todos respondendo em uníssono a outra mítica frase “já tá”. Tudo estava indo bem. Teve risadas e comida boa. Como sou meio deslocado, de vez em quando eu ia pro banheiro pra um momento de solidão e depois voltava pro quintal pra socializar. Na minha décima ida ao banheiro, ouvi alguém chegar. A música do quintal estava um pouco alta e eu não distinguia quem era pela voz, embora não tenha dado muita importância, porque achei que fosse algum outro tio que chegou na festa, mas quando ia sair do banheiro e me aproximei o suficiente da porta, pude ouvir um pouco melhor de quem se tratava… era o Ricardo. Ele realmente achou que Minha mãe tinha convidado ele de verdade? Com certeza é um sem-vergonha. Fiquei com a orelha colada na porta ouvindo tudo. —Boa noite, Délia. Vim te parabenizar como Deus manda. —Ah… Você não precisava, sério… Abri um pouquinho a porta. Dava pra ver tudo bem, já que o banheiro era perto da sala. Ricardo abriu os braços e minha mãe deu um abraço meio sem vontade. Ela estava usando um vestido florido com um decote leve e a saia abaixo dos joelhos. O abraço durou mais do que o necessário e Ricardo aproveitou pra apertar a bunda dela com as duas mãos. Minha mãe se afastou na hora. —Ricardo! Ricardo deu uma risadinha. —Uai, não fica assim, Délia! Não consegui me segurar, hehe. Minha mãe cruzou os braços sobre o peito, visivelmente irritada. —Bom, você já veio me parabenizar e eu agradeço… Agora vou te pedir pra ir embora. Isso aqui é uma festa de família… —Tá bom, vou embora… Mas me paga o que você ficou me devendo de manhã. Minha mãe suspirou, exasperada. —Deixa eu pegar minha carteira. Ricardo segurou o braço dela e puxou pra perto. —Ah, na verdade eu tava pensando em cobrar de outro jeito… Disse Ricardo, apertando a pica por cima da calça. —Seu sem-vergonha! Vem na minha própria casa me pedir isso? Vou contar pro meu marido e pros meus irmãos pra te expulsarem na porrada! —Não precisa chegar a esse ponto, Délia. Só tô pedindo um tempinho do seu tempo… E se você aceitar, não vai precisar mais pagar pela carne… Minha mãe ficou pensativa por um instante. Eu fechei a porta do banheiro de novo e me encostei nela. Minha mãe tava mesmo considerando isso? Abri a porta de novo um pouquinho. —Tá bom… —suspira— Ah, mas meu filho tá no banheiro… E nem fodendo que a gente vai fazer lá em cima. Ela virou na direção do quintal e depois olhou pra Ricardo. —Vamos fazer aqui, mas rápido. —senta na mesinha de centro— Se enquanto eu tô te chupando você sentir vontade de gozar, goza na minha boca, ok? Nem pensa em gozar na minha cara! Ricardo a Levantou-se. —Ah, então se a gente vai fazer rápido, deixa eu te comer. —Nem louca! E ainda mais sem proteção! Ricardo tirou um pacote de camisinhas. —Vim preparado… Minha mãe suspirou e se virou, olhando pro céu como se pedisse perdão pelo que ia fazer. Ela nem se deu ao trabalho de olhar pra pica do Ricardo, só virou as costas e se inclinou, apoiando na mesa de centro. Ricardo baixou a calça até os joelhos e começou a acariciar a pica. Além de peluda, era grande e grossa, mas com uma cabeça pequena. Ele começou a colocar a camisinha. —Acho… acho que errei no tamanho das camisinhas… —Não importa! Se vai fazer, faz logo, Ricardo! Vi ele levantar o vestido da minha mãe, mostrando a calcinha preta de renda dela. Ele baixou rápido e eu pude ver a bunda e a buceta peluda dela antes de Ricardo meter de uma vez. Ela soltou um gemido abafado, seguido de respiração ofegante. —Ai!… Mmmph! Mmmph! Já viram um gordo peludo comendo a mãe de vocês? É doentio. Ele metia com vontade, bem agarrado na cintura dela. Minha mãe grunhia e forçava. Não sei se segurava os gemidos pra ninguém ouvir ou pra não mostrar que tava gostando. —Ah!—Mmph!—Mmphgh! Ficaram assim por cinco minutos, mas quando eu ia bater uma, uma das amigas da minha mãe entrou em casa e gritou. —DELIA!! O QUE CÊ TÁ FAZENDO? De repente, todos os convidados estavam na sala vendo o espetáculo safado na frente deles. Eu saí do banheiro fingindo surpresa. —MÃE?!? Ricardo não parou de comer ela! Parece que ter plateia deixava ele mais excitado, porque não parou de meter. Até enfiou a mão no decote pra soltar um dos peitos dela por cima do sutiã. —Que porra é essa, Delia? Fazendo isso no meio da sala com seus convidados em casa? —reclamou meu pai— E olha você, toda putinha deixando esse cara te comer! As amigas da minha mãe foram embora rápido, seguidas pelos meus tios, que minhas tias puxaram à força e tapando os olhos deles porque não tiravam os olhos da minha mãe de quatro. Meu pai tava bem puto e Ricardo não parava de foder minha mãe. — E o filho da puta ainda não parou de te comer até agora! Não para de pegar na sua teta! Minha mãe respondeu entre gemidos. — Ai!…Ah!…Ai, love!…desculpa…mas…é que…ele tem uma…ele tem uma bem grossa…Ai! Não pensei que…ia gostar… — Como você fala isso, Délia?!? Pelo amor de Deus… — Sério…love…Ai! ah! Desculpa..! Mas é gostoso pra caralho…! Não fica…puto…! Ah!…Ai! Só deixa ele continuar me comendo… Meu pai saiu sem falar mais nada, batendo a porta atrás dele e me deixando ali com eles. — Ah!…Ah!…Filho…fala com…seu pai…já quase…terminamos aqui… — Tamo longe de terminar, Délia! Agora que tamo sozinhos, vou te dar a foda da sua vida! Ricardo tirou a pica da buceta molhada da minha mãe e baixou completamente a calça. Minha mãe ajeitou o vestido e deixou a calcinha escorrer pelas pernas até o chão. Ele pegou ela pela mão e levou até a escada. — Vamos pro seu quarto, Délia! E você pode vir, moleque! Sem pensar duas vezes, subi atrás deles até o quarto dos meus pais. Quando entrei, Ricardo tava tirando a camiseta e minha mãe, o vestido e o sutiã. Eu também comecei a tirar minha roupa. Ela me olhou e suspirou resignada. — Que tal se sua mãe te chupar enquanto eu continuo comendo essa buceta apertada? — Nada disso! Ela se irritou e colocou as mãos na cintura. Os peitos dela balançavam e tremiam com os gritos. — Pode olhar e bater uma, mas não vai me comer! Afinal, ainda sou sua mãe! — Tá bom, mãe… Meio decepcionado, sentei numa cadeira perto da penteadeira. Mas hey, pelo menos ela vai deixar eu ver. — Fazer o quê, moleque! Tentei. Sua mãe manda. Ricardo se aproximou da minha mãe e começou a apertar e chupar os peitos dela, e ela começou a acariciar e puxar a pica dele. — Mmmm! Que peitão do caralho você tem, Délia… — Ai…E eu não pensei que você tivesse uma piroca desse tamanho! Geralmente os gordos têm pequena…E a sua tá bem gorda e grossa… —Agora que você viu a ferramenta que eu trouxe, vamos ver se você anima a transar mais vezes —Vamos ver… Por enquanto, temos que continuar. Minha mãe se deitou de barriga pra cima na cama e abriu as pernas. Eu pude ver a buceta peluda dela, bem molhada. Ricardo se acomodou na beira da cama pra começar a comê-la. —Sobe na cama pra você ver melhor como eu como essa buceta, moleque. Eu obedeci e me sentei na beira, perto deles. Ele segurou o quadril dela e começou a meter rápido. —Mmmm!…Ai!…Ai! Ah! ….Ah! Eu vi aquela pica enorme entrando e saindo da buceta da minha mãe sem nenhuma dificuldade. Os peitos dela balançavam a cada estocada. —Olha só como os peitões da sua mãe balançam! Cê não quer pegar neles, não? Não falei nada e olhei pra minha mãe que, mesmo entre gemidos e grunhidos, continuava me lançando olhares de aviso. —Deixa ele tocar, Délia… Vai… Ricardo insistiu e minha mãe aceitou de má vontade. —Tá… bom… pode… tocar meus peitos… filho… agradece que… esse senhor tá… me comendo tão gostoso… porque senão… Coloquei minha mão esquerda no peito direito dela enquanto com a outra mão me masturbava. —Uiii! Assim que eu gosto! Como é que cê tá sentindo os peitos da sua mãe? —Tão bem macios, Seu Ricardo! —Ah!…Ah!…Filho!…Ai! Nem transando ela deixava de me repreender… Ricardo acelerou as estocadas e o colchão rangia forte debaixo deles. Minha mãe tinha as pernas abertas ao máximo e a buceta dela se abria cada vez que Ricardo metia até o fundo, e o som molhado enchia o quarto. —Ai… Ricardo… sim… assim… mais forte… mmmph! Os peitos dela balançavam como loucos, as gordurinhas da cintura tremendo a cada golpe. Minha mão esquerda continuava no peito direito dela: macio, pesado, o bico duro roçando na minha palma. Ela me olhou por um segundo entre gemidos, como se quisesse me repreender de novo, mas o prazer não deixava. —Filho… não… não aperta tanto… ai… Ricardo… mais fundo… De repente, Ricardo parou e tirou a pica da buceta quente da minha mãe. Ela pulsava bastante. —Uhh… quebrou A camisinha, Delia… Minha mãe levantou a cabeça e viu a metade da camisinha estourada bem apertada no pau do Ricardo. —Já tanto faz! Continua me comendo que eu já vou gozar…! Sem camisinha vou sentir melhor essa tua piroca… Ela se deitou de novo de barriga pra cima e abriu ainda mais as pernas, convidando Ricardo a enfiar o pau de novo. Ele pegou os restos da camisinha, puxou até sair e jogou no chão. —Ufa! Agora posso respirar. Falei que tava pequena pra mim! Ele voltou a meter com força pra tentar levar ela ao orgasmo. Ela, por sua vez, começou a se masturbar. —Mmmph…Não para por nada dessa vez…AI…! Já vou! Já vou! Sem parar de meter na minha mãe, ele olhou pra mim. —Quer ver sua mãe gozar? Sem parar de enfiar, antes que eu pudesse responder, virou ela de lado e levantou a perna dela. Um dos peitos dela, o que não ficou esmagado pelo corpo, balançava e fazia círculos de tão forte que tava a fodida. —Ai! Assim mesmo…! Mais rápido!…Rápido, Ricardo…Mmmm! Ricardo segurou firme a perna e meteu com muito esforço até minha mãe gozar jorrando. —AAAH!! MMMPH! QUE delícia!…AI! Ele tirou o pau e deu umas batidinhas com ele nos lábios da buceta da minha mãe enquanto ainda gozava. Encheu o chão e rapidamente uma grande mancha molhada se formou no lençol. Ela se acariciava devagar a buceta até os jatos pararem. Ricardo se agachou um momento na frente dela e deu umas lambidas, seguidas de literalmente chupar o resto dos fluidos antes de se levantar. —Sua buceta tem um gostinho gostoso, Delia! Você é uma coroa deliciosa. Agora fica de quatro…Quero te comer no cu. Minha mãe soltou uma risada rouca e cansada. —Não vou deixar…Nem meu marido deixo me comer por lá… Mesmo dizendo que não, ela se virou e ficou de quatro. —Ah, mas eu não sou seu marido, peituda… Ricardo ficou atrás dela e abriu as nádegas dela com as duas mãos. O cu da minha mãe tava franzido e se contraía um pouco. —Uf…Parece bem apertadinho mesmo. Vai ter que afrouxar. Ricardo enfiou a cara no cu da minha mãe e começou a meter a língua no cu dela. —Mmmm! Ricardo…! Ai! Uh…! Nunca tinham me chupado aí! Ai! Minha mãe ria e se contorcia de quatro. As tetas dela balançavam, prontas pra serem ordenhadas. Ricardo finalmente tirou a cara do cu da minha mãe. —Vem ver como o cu da sua mãe tá brilhando! Já tá bem molhado pra meter a pica. Ricardo manteve as nádegas dela abertas, e a saliva escorria pelo cu até a buceta dela. —Prende o ar, Delia… porque lá vou eu. Sem soltar as nádegas, começou a empurrar, mas só entrou a cabeça. —Ow! Ow!…Ai! Dói! Ricardo grunhia e continuava empurrando. —Você tem… bem… apertado. Como eu queria ver como a pica entrava, decidi manter as nádegas da minha mãe abertas pra ele poder segurar a pica e meter tudo. —Bem pensado, moleque! Agora sim, tô entrando… —Ai!…Moleque mão longa…! Ah! Devagar, Ricardo! Era como ver um trem gordo e veiudo tentando entrar num túnel estreito… mas basicamente era isso que tava rolando. Finalmente, ele meteu a pica toda até a base. Parecia que o cu tinha sugado ela. Minha mãe soltou um grunhido quando sentiu ela toda dentro. —MMMGGH!!…UF!…Ai, meu Deus… Ricardo começou a meter rápido. —AAAH! AAAAI! TE FALEI… PRA IR DEVAGAR…! AYYY! Ricardo deu uns tapas na bunda dela. —Reclama à vontade, peituda, mas bem que você gosta…! Sentei na frente dela. Bati uma vendo as tetas dela balançando e a cara de prazer que ela fazia. Tava vermelha, suada, grunhindo e gemendo. —MMMGH! QUE GOSTOSO DÓI!…ME COME MAIS FORTE, RICARDO…! AAAAAI! SIIIM! Ela arqueava as costas e se mexia pra acompanhar as metidas do Ricardo. Tava com a bunda vermelha de tanto tapa e beliscão que ele deu. —AI…! Deus! Sim!…—dizia entre gemidos e grunhidos— AH! AH…! AAI! NÃO PARA!! Me abaixei por baixo dela e vi como a buceta dela gotejava e espirrava os fluidos no lençol. —Você tá virando uma Gritona quando te comem no cu, hein… Sentei de novo na frente dela, mas mais perto pra pegar nos peitos dela. Ela me olhou ofegante. – AI…FILHO…!…QUE PENA QUE…VOCÊ ME VEJA ASSIM…MMMPH! AAAH!…MAS…QUE DELÍCIA DE TRANSA QUE TÔ LEVANDO…! AAAAH!…QUE GOSTOSO ISSO É…! AAAI! Não aguentei, me ajoelhei e aproximei meu pau da boca dela pra ver se tinha sorte e ela me chupava… – Dá um boquete no seu filho, não seja ruim, Delia… – Mmmgh…! Posso estar…muito excitada… – Respondeu minha mãe entre abrir a boca pra não deixar meu pau entrar – Mas não estou…louca…! Mesmo assim, eu tava tão tesudo que o roçar nos lábios e no rosto da minha mãe me fez gozar nela. Ela fechou os olhos e a boca sentindo meu leite quente cair na cara dela e escorrer formando fios grossos que pendiam do queixo dela. Ricardo soltou uma risada rouca – UAI! O moleque é leiteiro! Que gosto tem o leite do seu filho? – MMMMPH!!! Minha mãe só grunhiu se recusando a responder a pergunta, mas Ricardo deu um tapa na bunda dela. – Não me diga que você não gostou… Ela lambeu os lábios – MMMPGH…! Sim…Sim, gostei… – Que custava admitir, peituda? Ricardo subiu na cama e se inclinou apoiando as costas da minha mãe enquanto continuava metendo no cu dela. – Que gostoso é te comer no cu, Delia… – disse ofegante e grunhindo – Eu também já vou jogar meu leite em você. Assim em cima dela começou a meter devagar mas brutal, depois rápido e de novo diminuía a velocidade. Minha mãe não tava de quatro, só tinha a bunda levantada e a cara apoiada no colchão com os braços esticados – AAAH!…ASSIM! ME DÁ FORTE…! AAAI! AAI! Desci da cama e fiquei atrás deles. As bolas peludas do Ricardo batiam na buceta da minha mãe que abria e fechava com as metidas. – Mmph…Já vou gozar, Delia…Aperta mais o cu… Ricardo metia mais forte e mais rápido. A cabeceira batia na parede e a base da cama rangia. – AH!…AH! ASSIM! ASSIM! ASSIM!…MMMPH! De repente a velocidade do as estocadas diminuíram. Eram empurrões lentos acompanhados de gemidos, e então ele ficou parado, respirando pesado, com o pau enfiado na bunda dela. — Pronto… você me deixou seco… Ele tirou o pau devagar. Ainda pulsava, mesmo já meio mole, e um fio de sêmen ligava o cu da minha mãe à ponta do pau dele. Como eu disse antes, minha mãe não tem uma bunda grande, então já imaginam o buraco dilatado que dava pra ver. Até vi o sêmen acumulado lá no fundo do reto dela. Ela se deixou cair, exausta, e se virou. Limpava os restos do meu gozo do rosto com a mão. — Você passou dos limites gozando na minha cara, filho… mas dessa vez vou te perdoar… Tentei acariciar um peito dela, mas ela não deixou e me deu um tapa. Ricardo, sim, podia acariciar os peitos dela, assim como a buceta. Minha mãe soltava gemidos leves. — Fazia meses que não transava assim! Você tá uma fera, Delia. — Ha, ha, ha. Deu pra ver que você tava morrendo de vontade de me comer, Ricardo… Adorei sentir seu pau me abrindo toda… — Quando quiser, vai lá no açougue e a gente fode atrás da geladeira. Ou me chama e eu venho pra cá. — Talvez eu aceite sua oferta… Minha mãe acariciou o pau dele por um tempo, e ele enfiou os dedos nela até chegar a hora de ir. Minha mãe e eu ficamos pelados no quarto dela. — Sei que não preciso falar, mas não conta pra ninguém. Eu dou um jeito com seu pai e seus tios, mas não fala que deixei você olhar. Lembram que meu pai tinha saído? Pois é, ele voltou duas horas depois e deu uma foda daquelas na minha mãe. Ela adorou. Fim. Aqui vai mais um conto baseado nas minhas fantasias. Comentem se quiserem mais histórias e também podem dar ideias se quiserem 🙂 podem me mandar mensagem pra conversar também. Valeu por ler.

7 comentários - El carnicero se coge a mi mamá en su cumpleaños

Podrías hacer una continuacion de este relato, hasta hacerlo incesto y voyeur como el hijo Mirando como se la cogen más hombres de su familia después de esto y hasta el les ayuda a ellos o el se la coge también